Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Odisseus C. Etorus em Qui Out 09, 2014 9:27 pm

Ficha de reclamação de
Odisseus Cyreon Etorus
NomeOdisseus Cyreon Etorus
Idade15
ProgenitorDeimos, a personificação do pânico
MotivoUm garoto adorador do pânico e sentimentos desabadores afogados no centro dos corpos humanos, Odisseus. Não havia um lugar em que o garoto passasse e não despertasse olhares curiosos, não por ser feio e nem nada do gênero, mas pelo peso que carregava em suas costas, um cargo que deveria levar para toda sua vida, o pânico desequilibrado que brotava do fundo do seu interior. O centro de confusões e desastres desenfreados, Odisseus parece não ligar muito para isso, se sente bem com o medo que as pessoas sentem, ainda mais quando isso o "alimenta".
Progenitor mortalA mãe que qualquer jovem queria, e a mulher que qualquer "homem durão" deseja. Uma mulher que age por impulso e odeia pressão, seus cabelos negros fazem um par perfeito com os olhos de coloração escura, e sua beleza sem igual. Vanessa, que decidiu dar ao seu único filho o nome de um guerreiro conhecido pelo seus grandes atos, e a inteligência sobrenatural. Talvez sua maneira de agir despertou a atenção do "pânico", também conhecido como "meu pai".
Defeitos e qualidadesSofre de prepotência e costuma não ligar muito para quem julga ser inferior a si, mas se for desaforado vira a pior criatura já vista, capaz de quebrar ossos sem muita dificuldade. Sua inteligência é desigual, assim como sua ironia, mas em compensação, é um garoto sádico e mostra desinteresse em muita coisa, na verdade, tudo aquilo que não faz parte de seus objetivos primários.
Cidade natal e atualNascido e criado no Texas, vive ultimamente em uma casa na Flórida.
Habilidade✓ Acrobacias: Seu corpo é altamente flexível, além de possuir grande equilíbrio e agilidade.
HistóriaUma trajetória cheia de turbulências e confusões, com um começo, meio e fim um tanto quanto "esquisito". Tudo começou em uma manhã de sol, minha mãe tinha me matriculado em uma nova escola próxima de onde morávamos, eu já havia mudado de escola umas duas vezes por arranjar briga com quase todo mundo que eu via na minha frente, eu era como minha mãe, agia por impulso sem nem pensar duas vezes. Mas enfim, voltamos para realmente aquilo que interessa, minha mãe tinha me acordado, tudo estava na mesa e eu ainda me recusava acordar, meu corpo parecia acordado, mas meu cérebro ainda estava processando toda aquela informação de mais um dia cansativo. Tempo passou e passou, eu levei alguns tapas por não querer ir na escola de jeito nenhum, só que eu tinha que ir. Chegando lá tudo caminhou como eu esperava, aquilo que ocorria em todas as escolas, olhares se viravam contra mim, pareciam se sentir incomodados pela minha presença, e por estranho que pareça, eu não me importava muito (eu até que gostava). Entrei no pavilhão central, mas logo ouvi barulhos de gritos vindo do banheiro feminino, o que poderia ser? Sim, sim, parecendo muito aqueles filmes de terror, e como um forte e destemido guerreiro eu fui lá averiguar, um rastro de sangue estava indo sem rumo, os rastros aleatórios se desfaziam e se refaziam outra vez. Só um corpo desfalecido no chão poderia ser visto, um furo na garganta estava fazendo jorrar todos aqueles litros de sangue que pareciam não parar mais, e quando eu pensava que nada poderia piorar, todo aquele paredão de pedra estourou em milhares de fragmentos, a única coisa que eu pensei foi em ficar parado, esperando sair vivo de tudo aquilo, talvez não foi uma boa ideia. Todos aqueles fragmentos com pressão suficiente para serem comparados a tiros vieram em minha direção, rasgando meus braços e pernas, além disso, pareciam ter um veneno que foi suficiente para deixar minha visão embaçada e causar desnorteamento temporário, eu cai e vi tudo como borrões, e uma silhueta gigantesca em cima de mim. Uma voz estrondosa percorreu o local, e eu não vi mais nada, só acordei em um carro estranho, seus detalhes eram parecidos com aqueles carros velhos, relíquias dos tempos modernos. Dentro do carro estava o motorista (cara, juro que ele parecia um fantasma), e um homem-bode que estava sorrindo pra mim. Pronto, o ciclo de tragédias estava formado, eu havia sido estraçalhado por sei lá o que, e agora eu fui sequestrado. Minha única reação (e por impulso) foi pegar o homem-bode pelo pescoço e o revirar no carro, até bater com sua cabeça no vidro, mas no final eu fui perceber que ele era da paz. Não que eu me importasse se ele era da paz ou não, mas ele me explicou umas coisas estranhas, e finalmente chegamos ao destino, um lugar mais estranho que tudo aquilo que havia acontecido comigo, chegamos ao acampamento meio-sangue.
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Odisseus C. Etorus
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Localização : Onde o pânico estiver.

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