Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  America Schreave em Sex Dez 05, 2014 6:40 pm

Ficha de reclamação de
America Singer Schreave
NomeAmerica Singer Schreave
Idade16
ProgenitorAceitaria qualquer um. Creio que seja Apolo ou Atena, tenho um carinho imenso pelos dois.
MotivoEsperava que fosse uma surpresa, porém os deuses que eu mais me espelho são Apolo e Atena. Admiro imensamente o caráter de Atena, sua inteligência me encanta. Já Apolo é tão especial para mim como a respiração, amo música e escrever poesias é minha paixão. Qualquer um que me reclamar primeiro, ficarei feliz.
Progenitor mortalNa verdade, não sei quem é meu progenitor mortal. Fui deixada na porta de um lar de adoção, e nunca descobriram quem me deixou lá. Fica meio impossível saber quem é meu progenitor imortal sem ao menos saber quem é o mortal, mas espero que o acampamento me ajude a descobrir.
Defeitos e qualidadesDesconfiança excessiva. Boa lábia. Ótima com instrumentos. Ama livros. Ama a natureza. Tem sérios problemas com ansiedade. Sempre mantém o corpo em forma, assim como a mente. Sabe falar quatro línguas diferentes.
Cidade natal e atualO lar de adoção ficava no sul da Flórida, em um pequeno vilarejo com costumes franceses. Atualmente vivo em Chicago, por motivos acadêmicos.
HabilidadeLábia. Geralmente convenço todos a acreditarem em mim, e eles o fazem.
HistóriaApós crescer no lar de adoção, dúvidas começaram a brotar em minha mente. Queria conhecer meus pais.
Como sou uma garota exemplar, deixaram com que eu me mudasse para Chicago, para aprimorar meus estudos. Com 15 anos me mudei para um apartamento, o qual dividi com uma garota chamada Marlee. E por sermos muito novas, e estarmos morando sozinhas, um vendedor de gibis, Marley, que era nosso vizinho sempre nos ajudava quando precisávamos. Ele sempre me olhou estranho, e eu evitava ao máximo cruzar o caminho dele. Um dia, antes de partir para a escola, um bilhete apareceu no vão da porta. Pelo olho mágico não pude ver ninguém, porém no bilhete verde claro com manchas de refrigerante estava escrito que eu deveria sair da aula mais cedo e esperar no pátio, e todas minhas dúvidas sobre meus pais seriam esclarecidas. Claramente achei que fosse algum pedófilo, ou algum aproveitador que havia me investigado e estava tentando me enganar, mas algo, lá no fundo, me dizia que era isso que eu deveria fazer.
Na aula de história da arte pedi para ir ao banheiro. Peguei minhas coisas e fui aguardar no pátio. Quando cheguei, lá estava meu vizinho Marley. Ele usava uma bandana e andava como se sentisse muita dor. Eu queria correr, porém tinha aquela chama queimando e me dizendo que ele podia me ajudar.
Contando assim até me sinto idiota. Quem, em sã consciência, iria de encontro ao seu vizinho com cara de pedófilo em um pátio vazio da escola? Mas tudo bem, qualquer coisa era só acionar o alarme de incêndio.
Eu me aproximei, e ele me entregou outro papel. "Siga-me". Parecia até coisa de filme, e com um medo mortal eu o segui. A gente foi pra loja de gibis, e ele começou a me dizer um monte de coisa sobre não saber quem era meu pai, mas ele sentia me cheiro e sabia que eu era mais que um humano comum e um monte de conversa estranha. Ele disse que viu meus boletins e poderia muito bem ser Atena, mas minhas habilidades com os instrumentos o fascinavam mais que minhas notas "A" na escola. Talvez tivesse herdado a inteligência da mãe, e o dom musical do pai. Só não sabia qual deles era o imortal.
Ele acabou me levando pra casa e me deu um calmante, eu ainda tinha medo, mas estava começando a confiar nele. Tentei fazer com que ele esclarecesse tudo aquilo, mas minha lábia não funcionou muito bem. Então ele me deixou na sala e entrou no meu quarto, sem autorização alguma, e arrumou uma mala com roupas, escova, pasta, shampoo, e tudo que eu não permiti que ele tocasse. Marley jogou a mala no banco de passageiro do seu carro velho e disse para eu entrar. Sim, eu entrei. Apesar de achar que era um sequestro e tudo o mais, eu estava segurando meu telefone o tempo todo, caso algo grave acontecesse ou ele tentasse algo.
Foi assim que viemos parar na colina meio-sangue. Até agora estou tentando absorver que deuses realmente existem, e que eu não faço a mínima ideia de qual pode ser meu progenitor. O que resta é esperar.
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America Schreave

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