{NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

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{NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Ter Jan 13, 2015 11:21 pm


Desventuras Ofídicas


- Se a vida de uma serpente é tão valiosa aos deuses, ó querida Harmonia, então mais vale ser uma serpente do que um homem.

Foi com esta praga infeliz que Cadmo, ex-rei de Tebas, deu sua entrada no reino dos ofídios. O velho Cadmo mal havia pronunciado tais palavras quando sentiu seu corpo começar a recobrir-se de escamas e seus membros desaparecerem, até que num instante só restava do antigo soberano uma serpente de grande cabeça chata e olhos de pupilas horizontais. Harmonia, sua esposa, ao ver o que estava acontecendo com o marido, gritou desesperada:

- Oh, Cadmo, querido! O que fizeram com você os perversos deuses? - Um sibilo foi a única resposta que Cadmo pôde dar naquele momento. Harmonia, desacorçoada, vendo que a metamorfose era definitiva, abanou a cabeça.

- Era esta, então, a última desgraça que nos faltava acontecer, não bastassem todas as outras que nos desabaram! - disse a velha, esmurrando os peitos. -Oh, mas vocês, deuses coléricos, não serão tão cruéis a ponto de me abandonar aqui, velha e sozinha, sem meu querido Cadmo! Façam com que ao menos eu compartilhe do destino dele, pois uma miséria compartilhada já não parece tão funesta a um mortal!

Os deuses não hesitaram em atender logo aos rogos da velha Harmonia: num instante estava também, a pobre, transformada numa comprida serpente, que foi logo juntar-se à outra, que parecia satisfeita, a chacoalhar os guizos. Logo as duas deslizaram pela relva, sumindo-se pelo bosque adentro.

...

Era mais um dia ensolarado no Acampamento Meio-Sangue. Terminado o horário de almoço, alguns campistas se dirigiam até seus respectivos chalés. Outros, loucos e com sede por aventuras, se dirigiam para as Arenas de treinamento de barrigas cheias, sem se preocupar com qualquer percalço. Perto da Casa Grande, uma ninfa da natureza segurava um bilhete preto e olhava ao redor. Estava á procura de alguém. O nome do semi-deus era Aragom Corleone Mclaster. Atordoada no olhar, a criatura inteiramente verde e com cabelos de folhagem recebia olhares tortos dos outros semi-deuses os quais passavam perto. Mesmo temendo fazer qualquer movimento perto daqueles adolescentes, a criatura de 1,56 de altura conseguiu perguntar á uma campista, que passou sem encará-la, onde poderia encontrar tal rapaz. Felizmente a garota a atendeu atenciosamente e respondeu sua pergunta. Fýllo, como se chamava a ninfa, apressou o passo e seguiu na direção apontada pela campista.


Importante:
- O prazo para responder a missão será de 5 dias.
- Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
- Descreva o que você estava fazendo com o máximo de detalhes possíveis e encerre o post no momento que Fýllo te encontra.
- Boa sorte ❢






Última edição por Nyx em Qui Jan 15, 2015 1:44 am, editado 1 vez(es)
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Qua Jan 14, 2015 8:02 pm


Desventuras Ofídicas

 
- Viram a cara dele quando eu o joguei dentro do lago? - Uma das minhas irmãs falou, provocando risos em todo o chalé. 
 O chalé de Ares mais parece um quartel-general pronto para uma guerra: espadas, lanças e escudos ficam empilhados em estantes nas paredes, enquanto mapas de todo o acampamento repousam sobre mesas. Alguns passos à minha frente, dois de meus irmãos disputavam uma queda de braço que arriscava seriamente a vida da mesa que estavam usando de suporte. Na verdade, eu estava apenas contando os segundos até que a mesa quebrasse:
- Um, dois... 
 Track
  Parei de murmurar quando as pernas da mesa se quebraram, fazendo com que dois semideuses irritados caíssem um sobre o outro e provocando outra onde de risos dentro do chalé. 
- Foi quase - murmurei comigo mesmo.
  Eu estava encostado em uma parede e, como sempre, estava usando armadura por cima da camisa do acampamento e uma calça camuflada. Algumas pessoas dizem que os filhos de Ares dormem usando armadura. Bem, eu particularmente nunca fiz isso. 
 Faltava apenas uns dez minutos até a minha aula de esgrima, e eu estava matando esse tempo parado aqui, apenas olhando o tumultuado chalé 5. Como concelheiro chefe do chalé de Ares, acho que Quíron esperava que eu tentasse colocar um pouco de ordem no caos diário aqui dentro. Bem, não posso dizer que falhei miseravelmente, pelo menos as pessoas pararam de ser arremessadas pelas janelas...
  
 A maior parte das coisas que eu carregava por aí ficava compactada em itens menores, como o escudo em forma de relógio no meu puço e a foice encolhida em caneta no bolço da calça. Minha espada era um dos únicos itens que não se transformavam em mais nada, ela estava apenas embainhada e presa à cintura. 
 Observei um dos garotos que estava disputando a queda de braço sair chutando os destroços da mesa e xingando em grego. Estava quase saindo para o meu treino quando uma garota de cabelos ruivos entrou no chalé. Era uma das minhas irmãs, e ela trazia um sorriso divertido no rosto. 
- Aragom! - chamou, então me localizou encostado na parede - Ei, tem alguém lá fora querendo falar com você.
- Quem? - perguntei meio desinteressado. 
- Uma ninfa - ela falou, e eu entendi o motivo do sorriso. 
 Ninfas, as vezes, pedem ajuda aos meio-sangues. Isso, quase que no geral, é uma coisa extremamente chata, pois é quase sempre sobre algum problema em sua árvore. Mas, bem, não tinha jeito de evitar falar com ela, já que eu tinha mesmo que sair agora. 
 Minhas botas de combate faziam uma leve camada de poeira levantar do chão a cada passo até à porta. Há quanto tempo esse lugar não é limpo? Acho que acabei me esquecendo de averiguar esse detalhe. Ah, bem, quando há trincheiras dentro da sala, fica meio difícil manter o local sem poeira.
 Eu a vi assim que saí. 
 Parada à uma distancia segura das minas terrestres que estavam prantadas ao redor do chalé, estava uma garota de pele esverdeada e aparência élfica: uma ninfa. 
- Me chamou? - Perguntei após me aproximar um pouco dela.           
 

Itens levados:

Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]

 
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Qua Jan 14, 2015 10:58 pm


Desventuras Ofídicas

A ninfa da floresta estava tremendo do lado de fora do chalé número 5. Todos sabiam da fama que aquele lar de filhos de Ares possuía, até mesmo as ninfas as quais moravam em terrenos mais distantes. Um passo em falso e você poderia ser atingido por uma flecha, uma rede ou até mesmo uma bomba. Armadilhas muito bem arquitetadas pelos campistas, filhos do Deus da guerra. A criatura acabou abordando uma campista ruiva, quem logo entraria em seu chalé, e pediu para que chamasse Aragom C. Mclaster, pois teria um assunto muito importante a tratar com ele, enquanto segurava nas costas, em suas delicadas mãozinhas, um envelope preto. A menina de feições quase masculinas havia virado para a ninfa com olhar de desdém antes mesmo da pequena ter falado qualquer coisa, e depois que a criatura verde deu seu recado, a menina expeliu uma gargalhada tenebrosa, cuspindo um pouco no rosto de Fýllo. Sem dar qualquer resposta, a garota entrou pela porta do chalé ainda com um grande sorriso nos lábios. A ninfa aguardou mais um pouco com um envelope negro em suas mãos, esperando qualquer outro filho de Ares para poder pedir deles o mesmo favor. Felizmente, sua espera não durou muito.

Após 3 minutos observando o movimento entre os chalés, da porta saiu quem a criatura esverdeada estava aguardando. O rapaz de olhos azuis penetrantes, ombros largos e grandes músculos possuía uma áurea sombria, mas ao mesmo tempo sedutora. Ele logo se aproximou de Fýllo com o rosto neutro e perguntou se ela o havia chamado. A criatura quase não conseguiu fazer com que as palavras saíssem de sua boca, de tão nervosa que o menino a deixava. Ninfas eram famosas por atrair os homens desavisados, mas Fýllo nasceu com um enorme problema de insegurança, fazendo com que suas irmãs zombassem dela. ”S-sim... Er... I-isso a-a-aqui é pra-pra você. ”. Ela entregou a carta nas mãos do herói e soltou o ar que estava prendendo enquanto falava; Quando terminou de soltá-lo, dissolveu em algumas dezenas de filhas verdes. Na carta estava escrito em letras prateadas:

Carta:
AVISO URGENTE!

Uma de suas irmãs foi sequestrada na floresta nas abrangências do Acampamento Meio-Sangue. Como conselheiro chefe de Ares, é seu dever ir ao resgate da pobre coistada. Essa ninfa quem lhe entregou a carta disse que a viu nas redondezas de uma caverna ao oeste da tal floresta. Quando terminar de ler essa carta, no seu bolso encontrará uma bússola. Não te garanto que funcione e espere que seu pai te ajude a encontrar essa sua irmã, porque eu não vou fazê-lo.

Sr. D.


Daí começou a jornada do jovem herói.


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- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Sex Jan 16, 2015 1:25 pm


Desventuras Ofídicas

 
  Caminhei por onde eu sabia que não havia minas enterradas e me aproximei da ninfa (que estava visivelmente nervosa) para saber o que ela queria. Esperei até que ela conseguisse parar de gaguejar e dê-se a sua mensagem, até que finalmente a garota esverdeada me entregou uma carta e, com um suspiro de alivio, sumiu em um monte de folhas. Abri o envelope negro com curiosidade e desdobrei a carta que havia lá dentro, para então começar a ler. A carta estava escrita em grego, o que era sorte, pois a minha dislexia me impediria de ler se ela estivesse em inglês. 
  Quando terminei de ler a carta, eu não sabia ao certo o que estava sentindo. O que uma pessoa deve sentir ao saber que sua irmão foi sequestrada? Eu acho que essa pessoa deveria ficar preocupada. Mas não é exatamente preocupação que eu sinto. Desde que eu me tornei um servo da morte, não havia mais espaço para esse tipo de sentimento dentro de mim. O que eu realmente estava sentindo e me incomodava era o orgulho. Alguém havia sequestrado uma das minhas irmãs, e com isso as pessoas poderiam achar que as proles de Ares não sabiam mais se defender.      
  Só agora percebi que estava amaçando a carta na mão. Coloquei a mão no bolço e tirei de lá uma bússola, assim como estava escrito na carta. Essa é a segunda vez que um deus me manda uma bússola, a primeira foi aquela que Ares me mandou pra achar a Biblioteca de Gelo. 
  A carta dizia que ela tinha sido vista em uma caverna ao oste da floresta, então isso quer dizer que eu vou ter que entrar na floresta para ir atrás dela. Em um movimento repentino até para mim, eu levei dois dedos até a boca e assobie bem alto. Levou apenas alguns instantes até que eu escultasse o som de quatro patas se aproximando, e então vi quando Herebro se aproximou vindo da floresta. Me abaixei para coçar atrás da orelha do lobo. 
- E aí, garoto, pronto para uma caçada? - falei  em um tom baixo - Vamos lá. 
 Herebro pode farejar monstros, o que vai ser bem útil na floresta. Ele foi um pouco à frente, enquanto eu corria em direção à floresta.         
      

Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
 Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]


Mascote:

Nome: Herebro
Espécie: Lobo Negro
Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia. 
Poderes: Farejador de monstro.

 
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Dom Jan 18, 2015 12:58 am


Desventuras Ofídicas

O filho de Ares sentia-se preparado para sua nova aventura. Logo assoviou para seu lobo com pelagem negra e seus olhos vermelhos como sangue, que se juntou prontamente ao dono. Aragom abriu a bússola que havia recebido de Dionísio e reparou como os ponteiros prateados se moviam sem qualquer direção, aparentando não funcionar. O herói seguiu correndo com sua mascote pelo pequeno caminho de pedras do Acampamento. Passando por uma ponte e a Arena, onde poderia ouvir os tilintares das espadas dos semideuses que trinavam, chegando finalmente na densa floresta do Acampamento, conhecida por abrigar criaturas desconhecidas e extremamente perigosas.

A mata da floresta era tão fechada que tornava o ar denso. Uma grande camada de folhas recobria o solo arenoso, como um escudo protetor de humos, capaz de dar força às grandes árvores para crescerem. Aragom observava, de 5 em 5 minutos, a bússola que nada o mostrava com desejo de conseguir qualquer informação sobre sua irmã, mas o pequeno aparelho parecia quebrado. A única coisa que o semideus conseguia ouvir eram seus passos e o de seu lobo quebrando aquelas folhas secas por onde passavam. Depois de algum tempo caminhando entres as árvores, um outro ruído foi identificado. Algo rastejava entre as folhas rapidamente. O lobo do herói farejava algo e alertou seu dono com extrema agitação.  Ao verificar a bússola que antes apenas rodava sem direção, agora podia lêr-se em grego: Φίδι μπροστά. O síbilo de uma cobra ao longe podia ser ouvido. Depois 2 sibilos. Em seguida 3, 4... Todos eles se aproximando. As folhas ao redor deles se movimentaram rapidamente. Ao olhar ao redor, o semideus percebeu que ele e seu adorável lobo estavam cercados por 12 serpentes. E não eram serpentes comuns. Ao observar a pequena diadema dourada em suas cabeças e escama verde musgo a qual as recobriam, era claro ver que eram as fêmeas da espécie dos basiliscos. Elas não rastejavam com o corpo totalmente encostado no chão. Assim como najas, tinha mania de andar apenas com a metade levantada e outra metade de apoio no chão. Possuíam mais ou menos 30 centímetros de comprimento e até seu bafo era letal, quanto mais seu veneno. Felizmente para o herói, os basiliscos machos saíam apenas à noite. Isso era uma notícia boa porque eles sim possuíam o poder de matar com apenas um olhar .

Cercados por aquelas criaturas asquerosas, o lobo de Aragom estava entrando em posição de ataque, esperando qualquer sinalização do dono quando de repente uma das cobras falou: "- Maisssss um filho de Aressss para nofso Grande Messssstre. " Depois todas as outras repetiram juntas. "- Grande Messsssstre." Aragom sabia que aquelas peçonhentas sabiam do paradeiro de sua irmã desaparecida. Era hora de arrumar um plano para aquela situação.

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Última edição por Nyx em Dom Jan 25, 2015 10:42 pm, editado 1 vez(es)
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Qua Jan 21, 2015 8:35 pm


Desventuras Ofídicas

 
  Sabe aquela vontade diária de afogar o senhor D com a sua diet coke? Então, é isso que eu sinto agora. Primeiro ele me manda uma ninfa para entregar a mensagem, depois ele me dá uma bússola que nem sequer funciona. E não vamos esquecer desse detalhe: A ninfa sábia onde minha irmã podia estar, mas é claro que o deus bêbado que sofria de abstinência nem pensou em falar para ela me levar onde ela tinha visto minha irmã. Isso é tipico dos deuses, dar uma missão aos semideuses e se divertir vendo eles lutando para não fracassar.
  Passei pela arena ouvindo os sons de espadas se chocando e finalmente cheguei na orla da floresta. Aqui de fora eu já posso sentir a energia que emana desse lugar, a aura de centenas de monstros que vagam entre os pinheiros à espera de algum meio-sangue para devorar. A última vez que eu estive aqui foi quando encontrei Herebro e o salvei daquele phooka, até então eu nunca tinha tido necessidade nem tempo de me aventurar ali de novo. 
 
  Pé ante pé, entrei na arena com Herebro à minha frente farejando o caminho. Não via ou sentia nada anormal ao meu redor, e a bússola que o deus bêbado havia me mandado não parecia servir de nada. A floresta estava estranhamente silenciosa, sem emitir nenhum som a não ser aos dos meus passos e dos de Herebro. 
 Já estava quase gritando insultos contra Dionísio por ter me mandado nessa missão às segas, quando ouço um som diferente, um rastejar. Herebro levantou a cabeça e começou a rosnar ao sentir o cheiro de um monstro, como sempre fazia. Sem saber ao certo por quê, eu olhei para a bússola mais uma vez e me deparei com uma inscrição em grego antigo: Φίδι μπροστά. 
Fídi brostá - li, e então o meu cérebro traduziu - Serpentes à frente. 
 Foi com um segundo de atraso que eu ergui a cabeça e vi quando a cobra se aproximando, depois outra e outra. Girei no mesmo lugar olhando ao redor, apenas para me ver cercado pelo que parecia ser doze serpentes que eu facilmente reconheci como basiliscos. Eram fêmeas, graças a Ares, eu odiaria topar com um macho da espécie. Mas mesmo assim essas doze serpentes que me cercavam com metade de seus copos levantados eram suficientes para matar um meio-sangue. 
  Herebro já estava pronto para atacar, com os pelos de trás da cabeça erguidos e os dentes à mostra enquanto rosnava. Não seria muito trabalho para mim sair dali, eu poderia simplesmente levantar uma cortina de fumaça ou me misturar na sombra de alguma árvore e reaparecer em outro lugar, Herebro me seguiria pelo cheiro. Mas antes que eu tivesse qualquer chance de colocar esse plano em ação, uma das serpentes falou:
Maisssss um filho de Aressss para nofso Grande Messssstre.
 As outras a repetiram em um coro de "Grande mestre" com suas vozes ofídicas. 
 Então era isso, essas cobras que haviam capturado minha irmã (qual é o nome dela mesmo? Acho que esqueci de perguntar isso...). Eu quase sorri quando o plano se formou em minha mente, mas consegui resistir sabendo que isso poderia colocar tudo a perder. As cobras sabiam onde ela estava e queriam me levar para lá também, então, contrariando todo o código espartano e desafiando a minha reputação, eu ergui as mãos para cima.
OK, eu me rendo. - falei encarando a que havia falado primeiro. 
 Herebro virou a cabeça na minha direção como se nunca tivesse ouvido aquelas palavras. Eu apenas lancei para ele um olhar discreto de "dance conforme a música" e esperei que ele conseguisse entender e não atacasse as cobras, pois eu sabia que não se podia tocar em um basilisco.   
  

Habilidades :

      Passivas
 ➥ Destemido: Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.
➥ Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes. 
➥ Estrategismo Apurado: Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.
➥ Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.
♦ In-Justiceiro Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
♦ Elo Espiritual. Os ceifadores conseguem perceber o mundo a nível espiritual e energético. Identificam auras e aprendem muito sobre as diversas situações em que se encontram a partir disto. Também podem reconhecer traços de energia de seres que estiveram ou tocaram em certos lugares e objetos, cada ser tendo sua marca de energia espiritual.



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Nome: Herebro
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Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia. 
Poderes: Farejador de monstro.

 


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Dom Jan 25, 2015 10:50 pm


Desventuras Ofídicas

Muito sensata havia sido a reação do filho de Ares. O basilisco fêmea maior, quem parecia ser a líder de todas ali, em seu rosto anfíbico, conseguiu esboçar um sorriso tenebroso olhando para o semideus. Os grandes olhos amarelos da cobra o fitavam, enquanto sua língua bifurcada se movimentava para dentro e fora de suas mandíbulas venenosas. – Óooftimo! Adoro quando elesssss colaboram. Me acompanhem! As cobras foram se aproximando do herói e seu mascote como se os contornassem enquanto andavam. Os sibilos daqueles anfíbios fazia eco na floresta, juntamente com o barulho de folhas secas sendo movimentadas e quebradas. Como tudo que cercavam as peçonhentas no chão já estava morto, não era possível ver qualquer rastro deixado para trás. O semideus ia se perdendo na grande floreta fechada sem ter qualquer noção para a direção que estava indo. Se verificasse a bússola a qual o Deus do vinho havia lhe dado, notaria que a mesma estava escrito: βλάκας, dando total apoio e estímulo ao garoto em sua jornada.

O basilisco fêmea líder havia então parado de repente em frente a uma grande caverna escura, mais parecida com uma gruta. A líder então falou: -Essssssperem aqui. Vou chamá-lo.O pelo de Herebro havia eriçado inteiro, e ele agora rosnava com intensidade enquanto a cobra prosseguia para dentro da caverna. De lá conseguiu-se escutar em forma de eco, enquanto as outras cobras ainda estavam cercando o filho de Ares e seu animal: - O QUE? Aquela ninfa mixuruca conseguiu? De dentro da caverna, então, saiu primeiro o basilisco, em seguida uma cobra de 40 metros de comprimento, estando 10 metros de seu corpo fora do chão. A cobra gigante tinha suas escamas amareladas  e recobertas por pintas negras, não possuía duas presas enorme e cheias de veneno, mas, como um dragão, vários dentes curtos e serrilhados. - Olá filho de Ares! Prazer em conhecê-lo! Não sabes o quão feliz estou por tê-lo à minha frente. Sem mais delongas, me chamo Cadmo e, a muito tempo seu pai, vulgo Ares, me transformou nessa criatura asquerosa. Estou aqui para vingar à mim e à minha esposa, Harmonia. Bom... Tive sorte de ser Dionísio quem toma conta daquela espelunca a qual chamam de Acampamento Meio-Sangue. O único que acreditaria em uma simples ninfa gostosinha sem antes verificar quaisquer indícios de desaparecimento de uma campista. Devo devorá-lo agora. Cadmo deu um grande sorriso perverso e os basiliscos começaram a sibilar mais alto e rápido. Era tudo uma armadilha para atrair um filho qualquer de Ares. Plano o qual Cadmo havia passado íons planejando e esperando a oportunidade certa. Seria aquele ali, o momento do filho do Deus da guerra provar, novamente, o seu digníssimo valor.

Importante:
- Lembre-se que as escamas dos basiliscos são venenosas.
- Cadmo não possuí qualquer tipo de veneno, mas é extremamente inteligente.
- O prazo para responder a missão será de 5 dias.
- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Seg Jan 26, 2015 4:52 pm


Desventuras Ofídicas

 
  Se existisse uma competição das piores ideias que um semideus já teve, a minha estaria sem duvida no topo. Isso era exatamente o que eu pensava enquanto era escoltado pelas cobras pelo interior da floresta. Os filhos de Ares nunca eram heróis espertos nas mitologias. Na verdade, muitos nem ao menos eram heróis. Diómedes, por exemplo, alimentava suas éguas com os viajantes que chegavam na Trácia. E também tem Cicno que tentou construir um templo para Ares usando apenas ossos humanos. 
 A verdade é que poucos, muito poucos, eram os filhos de Ares que não acabavam se tornando algum tipo de psicopata louco por sangue.

 Os síbilos das cobras me deixava em alerta constante, mesmo sabendo que elas não me atacariam agora. Ao olhar discretamente para a bússola, vi que a mensagem tinha mudado, agora ali podia-se ler "βλάκας". Enganar. Ótimo, não é o que eu estou fazendo? Enganando elas para que me levassem até onde minha irmã estava? Então pelo menos tenho a certeza que estou fazendo o certo. 
 Ah, como eu estou incrivelmente enganado...

  As cobras pararam em frente a uma caverna, e eu e Herebro paramos junto com elas. Uma das fêmeas, que parecia ser a líder, falou alguma coisa sobre ir chamar alguém e entrou na caverna. Herebro rosnava como se estivesse pronto para arrancar o coração de alguém da maneira mais dolorosa possível, todavia ele não saia do lugar, ficava apenas ao meu lado rosnando para a entrada da caverna. Eu o conheço o suficiente para saber que ele tinha sentido o cheiro de algum monstro mais elevado do que esses basiliscos, ou simplesmente não havia gostado de ser escoltado por uma duzia de cobras. Foi então que ouvi a voz vindo de dentro da caverna, uma foz reptiliana meio distorcida pelas ecos. Escultei o som da cobra se arrastando, e em seguida eu tive que olhar para cima para poder ver o que saiu de dentro da caverna. Com facilidade aquilo atingia os quarenta ou cinquenta metros, e pelo menos dez metros estavam erguidos acima do solo. Suas escamas eram amarelas com pintas negras e meu único consolo foi a aula de biologia que eu tive na quinta serie. A cobra gigantesca tinha escamas achatadas, então não deveria ser do tipo venenosa. Além disso, ela não tinha presas, apenas uma carreira de dentes pontiagudos mas de aparência letal. 
 À medida que ela - ou melhor, ele - ia falando, eu ia sentindo que tinha levado um tapa na cara. Eu juro pelo Rio Estige que na próxima vez que aquele deus bêbado me enviar uma carta com uma missão, eu vou enfiar a carta em sua garganta olimpiana. 
 Então não havia irmã nenhuma ali, apenas uma armadilha. Aquela cobra era Cadmo, fundador de Tebas que havia sido transformado em cobra por ter matado um dragão que era... Filho de Ares... Eu tenho um meio-irmão dragão? Ah, esquece, o importante é que aquela coisa ali tinha se apresentado praticamente como a Aracne dos filhos de Ares. 
 Esse era o momento perfeito para descontar minha raiva extinguindo algumas duzias de basiliscos, mas, bem, atacar enquanto estou cercado não é uma boa ideia de imediato. E, como dizem, a morte é paciente. 
 Então eu apenas ergui a cabeça para poder olhar no rosto de Cadmo e sorri de canto. 
- Você levou três mil anos para pensar nesse plano? - dei uma risada um pouco forçada mais que saiu convincente - A sua intenção é se vingar de Ares? Ótimo! Eu também o odeio, vamos todos até o Monte Olimpo dar uma surra nele. - fiz uma pequena pausa de meio segundo para poder olhar as expressões confusas dos basiliscos - Porém você me enganou com essa historinha de "donzela em apuros". Cadmo, fundador de Tebas, você sabe o que eu odeio mais do que o meu pai? - Agora minha voz saia diferente, quase como um sussurro - Ser enganado. 
 Olhei para as cobras ao meu redor, me cercando.
- E a proposito, não sou eu que estou preso aqui com vocês. São vocês que estão presos aqui comigo. 
 O que aconteceu em seguida só poderia ser visto com detalhes em câmera lenta. Minha mão foi até o bolço da calça e tirou de lá uma caneta preta, que com um clique se transformou em uma longa foice. Ao mesmo tempo, eu desembainhei minha espada com a outra mão, ficando armado com a foice e a espada. Tudo isso ocorreu no mesmo instante em que eu invocava uma nuvem de fumaça negra que cobriria todo esse local, ocultando a visão das cobras e de Cadmo. 
 Herebro, como lobo, sabe se orientar no escuro, e saberia o que fazer. Com isso eu quero dizer que ele não seria tão louco a ponto de tentar morder um basilisco, o mais provável é que ele fosse louco e atacasse Cadmo, apesar de eu preferir que ele não fizesse isso. 
 O meu movimento seria de literalmente desaparecer, entrar nas sombras e reaparecer atrás dos basiliscos. Se eu conseguisse fazer isso, iria rodar a foice na minha mão arremessando projeteis de lâminas contra os basiliscos, tentando acertar elas no angulo certo para decapitá-las. Eu enxergo no escuro, mas eu sei que cobras se orientam pelo calor, então era bom que eu conseguisse fazer isso rápido antes que elas me achassem. No fim, ou caso ele me atacasse muito logo, eu fincaria a lâmina da foice no chão e mandaria um projetil pelo solo, para que se erguesse logo abaixo dele. Como proteção eu estava contando com a minha armadura, que eu jugava ser capaz de me proteger das presas dos basiliscos. Ouro olimpiano é o material das armaduras de uma boa parte dos deuses, então deve servir contra o veneno acido dos basiliscos.                   
         

       

Habilidades :

      Passivas
 ➥ Destemido: Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.
➥ Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes. 
➥ Estrategismo Apurado: Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.
➥ Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.
➥ Dupla Aptidão: Esse poder só funciona ao uso de armas. Filhos do Deus da Guerra poderão manejar armas diferentes ao mesmo tempo, com a mesma perfeição, como se estivessem usando somente uma

♦ In-Justiceiro Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
♦ Elo Espiritual. Os ceifadores conseguem perceber o mundo a nível espiritual e energético. Identificam auras e aprendem muito sobre as diversas situações em que se encontram a partir disto. Também podem reconhecer traços de energia de seres que estiveram ou tocaram em certos lugares e objetos, cada ser tendo sua marca de energia espiritual.
♦ Visão Noturna. Podem enxergam perfeitamente no escuro.
♦ Entranhas de Bronze. Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".
♦ Perícia com Foice II. Maneja a foice com total perfeição, aplicando golpe tão fortes que seria muito difícil muitos escudos de bronze celestial segurarem.


Ativas    
 Nuvem de fumaça. Podem fazer uma nuvem de fumaça preta aparecer e assim sumir de um lugar sem serem percebidos. (15 MP)
 Passos curtos das sombras I . Podem se locomover pelas sombras. Entram em uma sombra existente e saem por outra à, no máximo, 25 metros do local (para qualquer direção). (MP = Distância em metros) 
 Lâmina de Almas. Concentra energia espiritual na lâmina de sua foice, atirando projéteis super afiados, luminosos e do tamanho e forma da lâmina. O número de lâminas que pode se lançar de uma vez é, no máximo, metade do valor do level, arredondado para baixo.(20 de MP)
♦ Levantar de Cortes. Fixando a lâmina da foice no chão, podem transferir os projéteis de "Lâminas de Almas" pelo solo ou paredes, fazendo-os emergir em um local desejado.(25 MP)
 

Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
 Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]


Mascote:

Nome: Herebro
Espécie: Lobo Negro
Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia. 
Poderes: Farejador de monstro.

 


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Qua Jan 28, 2015 11:05 pm


Desventuras Ofídicas

Como era de se esperar, o filho de Ares estava frustado e mais nervoso do que antes. Revelou à Cadmo, depois que o mesmo informou o menino de seu plano, o quanto também odiava seu pai. Isso deixo a enorme cobra mais eriçada. A sensação de ter que matar um filho do Deus sem que o mesmo tivesse qualquer sentimento positivo pelo pai era melhor ainda. Iria matar alguém quem desfrutava os mesmo sentimentos. E isso para o Deus da Guerra seria ainda pior, pensou Cadmo. Quando o herói comentou o quão lento o ex-Rei de Tebas havia sido em seu plano, o grande ofídio abriu um sorriso perverso, enquanto sua língua bifurcada ia para fora de sua boca várias vezes consecutivas. As surpresas do semi-deus não haviam acabado por ali.  Cadmo então bateu sua calda no chão três vezes. O eco reproduzido pela caverna pôde ser escutado por Aragom. Foi então que, atrás da gigante cobra, apareceram seus dois filhos, Fídi e Oxiá. Grandes e sedentos por sangue, igual ao pai, o fundador de Tebas havia esperado até o momento certo em que seus filhos tivessem o tamanho e a força necessária para vingarem-no. Foi então que o primeiro ataque do filho de Ares iniciou. A luta para sair daquela floresta com vida, não seria nada fácil.

Aragom conseguira lançar uma nuvem de fumaça e desviar do ataque dos basiliscos. Em seguida avançou três metros para fora do círculo de ofídios que o cercava, e lançou suas Lâmina de Almas contra as pequenas cobras. Conseguiu lançar seis lâminas e, com muita sorte, acertar seis cobras de primeira e mais 4 na hora em que a lâmina voltava para sua foice. Em seguida, aplicou um golpe com a mesma arma no chão e acertou Cadmo na parte em que seu abdômen estava encostando no solo da floresta. O lado positivo era que todos os golpes que o herói havia investido deram certo. O lado negativo era que os filhos do fundador de Tebas ainda não haviam sido atingidos, estando, os dois, cheios de energia. Foi então que a grande cobra pai ordenou: - AGORA! Façam o que foram criados pra fazer! Se passarem no teste, vamos visitar Ares pessoalmente E seus filhos logo responderam uníssono: -Sssssim, papai. Enquanto Fídi ia pela esquerda, Oxiá ia pela direita do semi-deus, as duas rastejando asquerosamente. Dois basiliscos conseguiram desviar do ataque do semi-deus, mas haviam se retirado para permitir a luta a qual seu mestre tanto aguardava (e também haviam ficado com um pouco de medo da habilidade do herói, diga-se de passagem).

Herebro, o lobo de Aragom, havia sido mais rápido que Fídi, e acabou mordendo o rabo da enorme cobra, fazendo com que ela desviasse a atenção do héroi. Porém, agora era o mascote quem corria grande perigo. O ceifador tinha que pensar o mais rápido possível para não ser atacado ou ter seu lobo atacado por um ofídio gigante. Cadmo ainda estava parado em frente a caverna, assistindo a cena com a qual havia sonhado quase 10 milhões de anos.

100/100 x12--> 80/100 x2 {Basiliscos Fêmeas}
750/750 x2 {Fídi e Oxiá}
1000/1000 --> 800/1000 {Cadmo}


Importante:
- Tentei avisar que Cadmo era bem esperto...
- Não sei os sexos de seus filhos. (Acredito que também não interessa muito)
- Todos os seus ataques são decididos através de sorteios de dados, levando em consideração sua habilidade e a qualidade dos seus ataques. Ou seja, é tudo uma questão de probabilidade. (Só para o caso de você acabar errando um golpe e achar que foi porque eu quis.)
- O prazo para responder a missão será de 7 dias.
- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Sex Fev 06, 2015 5:11 pm


Desventuras Ofídicas
              
         
- Skatá! - praguejei em grego, com voz baixa, ao ver as duas cobras saindo do caverna.
 Como se já no fosse ruim estar cercado por cobras e pelo "rei dos ofídicos", é claro que ainda tinha que aparecer mais duas cobras gigantes. Mas, já que ficar reclamando é inútil, eu optei por iniciar logo o combate. 
  A nuvem de fumaça que eu invoquei serviu para causar uma distração e eu pude sair dali, entrando nas sobras e reaparecendo a uns quatro metros dali, em boa posição para atacar. 
 Absorvendo a energia espiritual do ambiente, e as canalizei na foice e as lancei na forma de lâminas na direção dos basiliscos. É, eu vou admitir, eu não esperava que conseguisse acertar todos os projeteis nas cobras, mas foi isso que aconteceu. Observava as cobras caindo, com suas cabeças descepadas e então se dissolvendo em poeira dourada á medida que eram atingidas. No fim sobraram apenas dois basiliscos, esses se debandaram de lá, fugindo para o interior da floresta. 
 Para completar eu disparei uma lâmina pelo solo que atingiu Cadmo no abdomen, ferindo o ex-rei de Tebas. Todavia, os seus filhos ainda estavam ilesos, e avançando para o ataque.

 Eu nunca fui muito fã de cobras, ainda mais cobras gigantes que existem simplesmente para matar a mim e a meus irmãos. É esse um dos motivos que me fazem odiar meu pai e os outros deuses. Nós, os seus bastardos, sempre temos que pagar pelas coisas que eles fizeram, temos dedicar a vida inteira - que geralmente não dura mais do que vinte anos - a lutar contra monstros como Cadmo.
 Mas o principal motivo que me faz odiar Ares, é que como se não bastasse ele ter deixado eu e minha mãe sozinhos por dezesseis anos, a primeira fez que ele aparece para mim é para me "testar" na arena, descobrir se eu sou digno de ser seu filho. 
 E agora, mais uma vez, eu tenho que escapar de uma encrenca que ele me meteu. 

 Herebro avançou contra Fídi e o mordeu, desviando a atenção da cobra para ele. Porém, Oxía continuou avançando na minha direção. Com uma mão, comecei a rodar a foice e então a arremessei girando na direção de Fídi. Alguns ceifadores são capazes de fazer isso de forma muito mais impressionante, usando energia espiritual para guiar a trajetória da foice. Mas, como Tânatos nunca havia me dado essa habilidade, eu tive que fazer isso da forma antiga mesmo. 
 Logo que lancei a foice na direção da Fídi, apetei o punho da espada e avancei contra Oxiá, liberando minha auro negra contra ele. Caso a serpente gigante júnior me atacasse, eu impulsionaria energia espiritual para as minhas pernas na intenção de efetuar uma esquiva para desviar de seu bote, e então tentaria ataca-la com um golpe de espada na horizontal. 
 Independente do que acontecesse, após tentar efetuar o golpe eu tentaria desviar de um possível contra-ataque da serpente e tentar um novo golpe, mas agora uma estocada.
 
 Eu sei que Herebro é rápido o suficiente para desviar dos golpes de Fídi, e, se o meu ataque com a foice desse certo, ele teria uma chance para atacar a serpente-gigante-número-dois.
 E é claro que eu não me esqueci de Cadmo. Enquanto os meus sentidos de batalha eram concentrados em Oxiá, eu usava do meu "senso espiritual" para monitorar o aura maligna de Cadmo e assim saber se ele se aproximava para atacar.                    
        
       

Habilidades :

      Passivas
 ➥ Destemido: Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.
➥ Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes. 
➥ Estrategismo Apurado: Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.
➥ Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.
♦ In-Justiceiro Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
♦ Entranhas de Bronze. Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".
♦ Perícia com Foice II. Maneja a foice com total perfeição, aplicando golpe tão fortes que seria muito difícil muitos escudos de bronze celestial segurarem.
♦ Elo Espiritual. Os ceifadores conseguem perceber o mundo a nível espiritual e energético. Identificam auras e aprendem muito sobre as diversas situações em que se encontram a partir disto. Também podem reconhecer traços de energia de seres que estiveram ou tocaram em certos lugares e objetos, cada ser tendo sua marca de energia espiritual.
♦ Aura Negra II. Emite uma aura mais forte. Causa medo e uma dor alucinante, caso seja usada em um alvo específico e apenas medo se usada em área. A aura, após expandida, precisa de recarga, ficando retraída e sem uso por 1-4 posts, dependendo do seu uso.
Ativas 

 ➥ Telumcinese Ativa: A arte de manipulação de armas. Como habilidade ativa, o filho de Ares confere ao armamento, melhor maleabilidade, precisão, força e quesito cortante. A arma em questão torna-se extremamente mortal e ainda com um brilho avermelhado.
 Deslocamento: Dando um impulso forte com o pé, é capaz de concentrar sua energia espiritual e executar uma esquiva perfeita e muito rápida, como se ele desaparecesse em um local e reaparecesse em outro. Incomum à uma esquiva normal, gasta MP 10 por esquiva, podendo usar até 3 vezes em sequência.

Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
 Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]


Mascote:

Nome: Herebro
Espécie: Lobo Negro
Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia. 
Poderes: Farejador de monstro.

 


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Dom Fev 08, 2015 3:46 pm


Desventuras Ofídicas

Fídi, ao perceber a mordida do lobo, sentiu uma raiva imensa. Mexeu seu corpo rapidamente e conseguiu lançar a mascote de Aragom para longe. Apenas ouvia-se o ganido do canino na floresta distante. Logo em seguida, a foice do filho de Ares conseguiu acertar a gigante-cobra-filho de raspão, deixando-o ainda mais furioso. A espada do herói estava emanando uma luz avermelhada, um poder controlado pelos filhos de Deus da guerra, demonstração de muita fúria e ódio em combate. Oxiá se aproximava e o semideus estava pronto para atacar. Com seus enormes e serrilhados dente, a cobra-filho número dois tentou dar um bote e conseguir morder o garoto, quem acabo sendo mais esperto. Desviou do golpe da víbora deslocando-se rapidamente como em um teletransporte e acertando uma espadada na lateral esquerda daquelas escamas amareladas e reluzentes. A grande cobra deu uma recuada e mostrou sua língua tremulante em seguida. Não ia deixar aquele contragolpe barato.

Esperando um contra golpe de Oxiá, Aragom estava em posição para esquivar. Porém, o que aconteceu em seguida pegou o garoto de surpresa. Ao invés da cobra prosseguir com um outro bote, ela lançou o semideus para longe com um impulso de sua calda. O herói acabou batendo suas costas contra uma árvore e machucou um pouco de sua coluna. Enquanto o herói tentava se levantar, as três cobras enormes foram se aproximando de onde ele estava. - Parece que é o fim da linha pra você, filho de Ares. - Disse Cadmo com seus olhos amarelos brilhando - Quem sabe agora você não começa a pedir ajuda á seu pai, o que acho bem difícil acontecer. Ao terminar essa frase, um grunhido estranho vinha dos céus. - Quem m*rda é essa? - Disse o rei dos Ofídios quase em um sussurro. Era um urubu quem dava uma rasante entre as enormes cobras e tentava distraí-las. Era um momento perfeito para o herói tentar uma evasiva ou aplicar um golpe.


HP: 210/220 --> 160/220  MP: 157/220 --> 147/220 {Aragom C. Mclaster}
750/750 --> 735/750 {Fídi}
750/750 --> 720/750 {Oxiá}
800/1000 {Cadmo}


Importante:
- Aqui está o som do urubu --> Link
- Todos os seus ataques são decididos através de sorteios de dados, levando em consideração sua habilidade e a qualidade dos seus ataques. Ou seja, é tudo uma questão de probabilidade. (Só para o caso de você acabar errando um golpe e achar que foi porque eu quis.)
- O prazo para responder a missão será de 7 dias.
- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
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Última edição por Nyx em Seg Fev 09, 2015 10:52 pm, editado 1 vez(es)
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Dom Fev 08, 2015 5:32 pm


Desventuras Ofídicas
              
         
 O plano  tinha tudo para funcionar. Tudo, menos a boa-vontade das Parcas.
 Alguns segundos antes de arremessar a foice, eu pude ver Herebro sendo lançado pelos ares, desaparecendo na floresta com um ganido de dor. Isso apenas aumentou a minha raiva, e assim que a foice foi arremessada eu nem esperei para confirmar se ela tinha acertado ou não o alvo, apenas me lancei na direção de Oxiá que estava mais perto. 
 A cobra-gigante-júnior tentou um bote, mas eu já havia impulsionado energia espiritual para as minhas pernas e assim conseguindo efetuar uma esquiva no exato momento em que ela (ou ele, tanto faz) atacou. 
 Minha espada brilhava durante o meu contra-ataque com uma energia constituída de puro ódio e fúria que só era possível ser encontrada nos filhos do deus dos massacres. A lâmina fez um corte na horizontal em Oxiá, o que deve ter irritado muito a cobra. 
 O meu erro foi não ter feito nada em seguida. 
 Esperando por um bote da cobra, fui pego de surpresa pela sua calda que me acertou e me arremessou para longe. 
 A colisão com a árvore foi, no minimo, dolorida. Não sei se a armadura serviu para amenizar o impacto ou apenas potencializou ele devido ao metal, mas isso não importa muito agora. Usando dos poucos segundos que eu tinha antes que a família macabra de cobras chegasse onde eu estava, eu fechei os olhos por alguns instantes e me concentrei, expurgando a dor do meu corpo por um tempo para poder voltar à luta. Umas das coisas que eu notei era que estava ficando cansado muito rápido. As habilidades provenientes de Thanatos consomem uma força muito grande, o que podia me deixar esgotado se eu continuasse a usa-las em demasia.

 Cadmo começou a falar antes que eu tivesse terminado de me levantar, coisa que fazia ainda meio desnorteado pelo impacto. Estava calculando as minhas possibilidades - e nenhuma delas era pedir ajuda á Ares, como Cadmo sugeriu ironicamente - quando uma coisa estranha e completamente inédita aconteceu: Um urubu começou a voar entre a família ofídica.
 Eu sei que os urubus são um dos animais sagrados tanto de Ares quanto de Thanatos. Ah, ok, nem com toda a coincidência ou sorte do mundo um urubu começaria a simplesmente voar por entre três cobras gigantes por vontade própria. Isso só podia ter o dedo de um dos dois deuses, mas Ares nunca se preocupou em ajudar os seus filhos e Thanatos não está nem aí caso algum dos seus ceifadores morra - ele também não iria interferir na morte de um meio-sangue, claro. 
 Porém, se tem uma coisa que eu aprendi nessa porcaria de vida de ser um semideus, é que nunca se deve reclamar de algo que surge para te ajudar (E também nunca viajar para o Texas, aquele lugar pertence ao demônio, mas isso não é importante agora.) 

 Assim que as cobras se distraíram com a ave, eu coloquei em prática o primeiro plano que veio em minha mente. O mais arriscado e insano que se pode imaginar, digno da coragem - ou loucura - de um espartano. Eu decidi dar uma de Shadow of the Colossus.
 Sabe todos aqueles pensamentos sobre parar de gastar energia em demasia? Então, esquece. Agora é a hora de realmente extrapolar. 
 Mais uma vez eu tentei fazer diversas coisas quase ao mesmo tempo. Primeiro, eu embainhei a espada e lancei uma grande quantidade de escuridão no rosto ofídico de Fidí, para tentar cegar a cobra, e os meus olhos literalmente irromperam em chamas enquanto eu avançava na direção dela, usando da minha habilidade de moldar a armadura para torna-la mais leve e assim permitir que eu me movesse mais rapidamente. Eu não tentaria golpeá-la como fiz com Oxía, dessa vez a minha vingança pela cobra ter atacado Herebro seria um pouco mais intensa. E é agora que a insanidade do plano começa. 
 
 Eu disse que bancaria uma de Shadow of the Colossus, e isso significa que eu pretendo escalar a cobra. É, ok, admito, isso é loucura. Todo mundo fracassaria na certa ao tentar escalar uma cobra gigante enquanto ela muito provavelmente se debateria pela cegueira. Mas, como a minha mãe dizia, eu não sou todo mundo.
 Eu não tentei exatamente escalar, porque não tem como se fazer isso em uma cobra, eu mais tipo que me lancei por ela. Usei, mais uma vez, da energia espiritual - que eu provavelmente já estou praticamente esgotando de toda a floresta - para dar um impulso nos músculos das pernas e assim saltar mais alto do que realmente poderia em condições normais. E, além disso, usei da minha habilidade de moldar a minha armadura também para fazer com que garras surgissem das manoplas e usaria elas para fincar no corpo da cobra e assim me lançar para cima. 
 O que eu realmente queria era chegar na cabeça dela, e aí sim eu desembainharia novamente a espada, que ainda brilhava, mas não pelo meu poder, e sim pelo poder que havia nela própria e fincaria a lâmina no crânio maldito de Fídi. 
 Sabe, eu estava pouco me lixando para as outras cobras. Tudo o que eu sentia era uma sede de vingança por Fídi ter atacado Herebro.                         
         
        
       

Habilidades :

      Passivas
➥ Fúria: Filhos do Deus da Guerra ao sofrerem golpes ou se sintam impotentes em alguma situação, eles tendem a se enfurecer facilmente. E isso o que o faz cada vez mais forte, e mais perigoso. Sua visão dos pontos onde tem que atacar se apuram consideravelmente e eles conseguem aplicar Golpes Críticos com mais facilidade. Lembrando, o nível de efeito da Fúria será aumentada de acordo com o seu level. 
➥ Ira: Você se irrita facilmente, tornando assim inevitáveis os combates mais simples. Além disso, essa Ira pode ser projetada das pessoas ao seu redor, que se sentem reprimidas por sua personalidade.
➥ Destemido: Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.
➥ Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes. 
➥ Estrategismo Apurado: Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.
➥ Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.
♦ In-Justiceiro Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
♦ Entranhas de Bronze. Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".
♦ Elo Espiritual. Os ceifadores conseguem perceber o mundo a nível espiritual e energético. Identificam auras e aprendem muito sobre as diversas situações em que se encontram a partir disto. Também podem reconhecer traços de energia de seres que estiveram ou tocaram em certos lugares e objetos, cada ser tendo sua marca de energia espiritual.
Ativas 

➥ Indolor: Ao receber um golpe intenso, é capaz de ativar essa habilidade e impedir que qualquer dor seja sentida durante dois turnos.
➥ Olhar de Fúria: Os meus filhos obtém os olhos de seu pai quando ativam esse poder. Ele consiste em deixar seus inimigos com medo, que os fazem ficarem paralisados de medo, ou simplesmente desmaiar, ao olharem nos olhos de meus filhos. Faíca de chamas começa a brotar dos olhos deles, assim como os olhos de Ares.

♦ Cegueira Negra. Capaz de concentrar um pouco de trevas no rosto de um oponente, deixando-o temporariamente cego. (10 de MP)

♦ Impulsão Espiritual Inicial. Concentra energia espiritual no seu corpo, impulsionando movimentos, acrobacias e velocidade para os seus dobros. (10 MP)

Especial


➥ Armadura Mórfica : Habilidade de transformar sua armadura atual numa outra armadura com outras propriedades para cada situação de combate ou combatente. Por exemplo, se for preciso mais defesa, cria-se camadas mais grossas de armadura ou mesmo escudos nos braços. Se a necessidade é velocidade, a armadura fica tão leve quanto papel, mas ainda é blindada contra ataques, e assim por diante. Cada alteração custa por volta de 25MP, mas para casos milagrosos, como mudar toda a estrutura, assim como o material da armadura, gasta-se um montante de até 60MP. A criatividade é toda do campista. 


Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
 Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]


Mascote:

Nome: Herebro
Espécie: Lobo Negro
Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia. 
Poderes: Farejador de monstro.

 


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Seg Fev 09, 2015 11:38 pm


Desventuras Ofídicas

A habilidade de combate de Aragom era mais do que impressionante. Seus movimentos eram rápidos e abençoados tanto pelo Deus da Guerra quanto o guardião da Morte. Era a combinação perfeita que se alastrava no corpo do jovem herói. O urubu ainda soltava seus gritos e então fincou suas garras nos olhos de Oxiá, partindo logo em seguida. O barulho soltado pela cobra-gigante-filha era devastador. Poderia fazer com que a mais pura criança falecesse em meio a tão horrível balburdia. Mas para o filho de Ares, foi um som mais do que oportuno, foi o que fez com que seu ardiloso plano desse certo. Seus olhos estavas em chamas. Faíscas vermelhas e fogo puro saíam de seu globo ocular. Em seguida, ativou um hormônio em seu corpo que fazia com que a dor a qual sentira quando foi lançado em direção ao tronco maciço, não surgisse mais efeito. Enquanto Cadmo tentava amparar sua filha (Oxiá é fêmea), o semideus conseguiu lançar a escuridão possuída pelos seguidores de Thanatos nos olhos de Fídi (Fídi é macho), deixando-o temporariamente cego. Agoniado pela falta de visão, a cobra-gigante-filho se contorcia bruscamente de um lado ao outro. O jovem ignorou o perigo que o movimento produzido pelo réptil continha e impulsionou-se, conseguindo escalar aquela enorme criatura, até conseguir alcançar sua cabeça. Sem dúvidas e sem remorso, Aragom fincou sua maciça e poderosa espada no crânio no monstro, quem agora ia caindo inerte do chão, provocando um barulho de estopo. O semideus rolara assim que atingira o solo, evitando qualquer impacto doloroso.

Sem poder ver o que estava acontecendo, Oxiá conseguiu sentir a morte torturante do irmão dentro de seu coração pulsante de sangue frio. Ela não poderia mais confiar em sua visão, mas acharia um jeito de vingar a morte daquele que a acompanhou durante sua vida inteira. Sofrendo junto para obedecer a sede de vingança de seu pai, a qual os dois não tinha nada a ver. Ela parou de se contorcer logo após perceber a morte de seu companheiro. Deitou seu corpo inteiramente no chão, como qualquer cobra normal antes faria, e começou a usar seus instintos ofídicos. Sua língua bifurcada a ajudava a sentir a quantidade de calor emanada pelo filho de Ares, que, naquele momento, possuía o coração pulsante e perfeito para a cobra conseguir identificá-lo. Cadmo sentiu igualmente a morte de seu filho querido. Não imaginava que um simples filho de Ares conseguiria atingir tal feito. Agora a raiva por aquela espécie proliferada por aquele Deus inútil apenas aumentava. Apesar de ter a aparência de uma cobra, Cadmo ainda tinha o espírito de um guerreiro, e até sua voz soava humana, diferentemente da de seus filhos e aliados peçonhentos. E era agora ou nunca o momento que ele achara para se vingar de vez. Vendo que a filha iria propor um ataque terreno e óbvio, Cadmo resolveu ajudá-la e mover-se rapidamente para as costas do menino, pronto para atingir um golpe junto com o de sua prole. Felizmente para Aragom, seu mais fiel companheiro havia retornado da floresta escura e estava ali ao seu lado, com a perna esquerda traseira machucada e respiração ofegante. Os dois monstros estavam prontos para atacar o herói. Ele havia se provado digno, mas se sairia vivo daquela situação dependia somente do quanto estaria disposto a abrir mão de seu ódio contra seu pai.


HP: 160/220 --> 190/220  MP: 147/220 --> 102/220 {Aragom C. Mclaster}
735/750--> 0/750 {Fídi} DEAD
720/750 --> 450/750 {Oxiá}
800/1000 {Cadmo}
50/100 {Herebro}


Importante!:
-Resolvi dar sexo as cobras.
- Todos os seus ataques são decididos através de sorteios de dados, levando em consideração sua habilidade e a qualidade dos seus ataques. Ou seja, é tudo uma questão de probabilidade. (Só para o caso de você acabar errando um golpe e achar que foi porque eu quis.)
- O prazo para responder a missão será de 7 dias.
- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
- Boa sorte ❢


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Ter Fev 10, 2015 8:11 pm


Desventuras Ofídicas
              
  
  Em determinadas situações, o nosso corpo produz tanta adrenalina que pode chegar a matar um ser humano. Nesse momento, eu tenho certeza que se eu não fosse um semideus eu teria tido um infarto de tão rápido que o meu coração estava bombeando sangue.
  Durante os momentos de extrema fúria eu não costumo pensar, raciocinar ou muito menos medir consequências, eu ajo como um berserker. Quando eu ataquei Fídi, tudo que havia ao meu redor deixou de existir, eixou de fazer importância. Cadmo ou Oxiá não eram mais importantes, não passavam de simples cobrinhas inofensivas de quarenta metros sedentas por sangue. Não me pergunte como, mas quando eu dei por mim já estava em cima de Fídi e já havia enterrado a lâmina da minha espada no crânio da cobra.   Assim que a enorme carcaça que um dia fora uma temível cobra tocou o solo, eu me impulsionei para o lado, rolando para evitar o impacto. 
 Antes que a essência do monstro se dissipasse e fosse mandada para o Tártaro, eu a prendi dentro do meu Jarro das Almas, selando os restos que ainda existiam da cobra.

 - Aí está a sua vingança! - Gritei para Cadmo, com a fúria ainda presente na voz. 
 Dó, pena, ressentimento, todos esses sentimentos que me deixariam culpado por ter matado Fídi e provocado a dor em sua irmã não existiam dentro de mim, mesmo que eles não estivessem tentando me matar. Alguns dizem que os ceifadores possuem almas podres, pois não sentem compaixão aleia. Talvez isso fosse mesmo verdade, mas nunca me foi um problema. 
 
 Oxiá, mesmo cego, queria a vingança pela morte do irmão, então se preparou para atacar. Se ela estava me localizando pelo calor do meu corpo, então a minha posição só seria mais óbvia se houvesse  uma frecha luminosa e fogos de artifício acima de mim. Pelo canto do olho eu também vi que Cadmo se preparava para fazer o mesmo, ms atacando pelas costas, para que ele e a filha (Oxiá soa feminino, então deve ser uma fêmea, sei lá) me cercassem. E, nesse exato momento Herebro reapareceu da floresta. Fiquei aliviado em ver que ele estava bem o suficiente para me encontrar novamente, mas também não pude deixar de perceber que ele estava ferido. 

  Se tem uma coisa que eu nunca cogitei na minha vida foi pedir ajuda para o meu pai. Se ele nunca se preocupou em me ajudar, então não há porque pedir ajuda para ele. Você pode chamar isso de ódio, mas na verdade é orgulho.
  O pecado mortal dos filhos de Ares não é a raiva ou o ódio, como alguns dizem, é o orgulho. o ódio nos alimenta, o orgulho nos destrói. Pedir ajuda para qualquer um já é considerado vergonhoso para alguns habitantes do chalé 5, pedir ajuda para Ares é o cumulo. A única razão de eu usar a armadura que ele me deu, foi porque ele não me deu, eu quase morri antes de conseguir obtê-la. As partes vermelhas da armadura são o meu próprio sangue que manchou o lençol branco que ela era antes. Mas eu sempre estava disposto a recusar qualquer outra forma de ajuda que viesse dele. 
  Porém, às vezes, decisões devem ser feitas para proteger alguém. Eu não me importava com o que acontecesse comigo, mas eu não deixaria que Herebro morresse.
  Então, acredite ou não, eu me peguei rezando... Ou quase isso: "Ares, você sabe que eu nunca te pedi e nunca pediria ajuda se não fosse algo que eu realmente precisasse, então tente ser a porcaria do pai que você nunca foi e me ajude." É, já deu pra perceber que eu não sou bom no lance de pedir ajuda...

 Não chegue ia esperar três segundos: 
- Ah, foda-se. - Xinguei e girei a espada em minha mão. 
 Eu não esperava que o deus me ajuda-se, e certamente não ficaria parado esperando que duas cobras gigantes me desmembrassem. 
 Mas eu não sei mais o que fazer, então simplesmente esperei. Esperei que as cobras descem o bote para mim sair da frente ma esperança que uma batesse na outra e de que Herebro fizesse o mesmo.                      

Habilidades :

      Passivas
➥ Destemido: Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.
➥ Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes. 
➥ Estrategismo Apurado: Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.
➥ Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.
♦ In-Justiceiro Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
♦ Entranhas de Bronze. Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".


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Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
 Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]


Mascote:

Nome: Herebro
Espécie: Lobo Negro
Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia. 
Poderes: Farejador de monstro.

 


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Dom Fev 15, 2015 2:23 pm


Desventuras Ofídicas

Um dos mais poderosos filhos de Ares havia superado um de seus maiores desafios: o orgulho. Aquilo era um gesto admirável para qualquer filho do Deus da guerra singelo, quanto mais para um deles quem nunca havia sequer cogitado ajuda do pai. A atitude admirável do menino comoveu o plano maior do Olimpo e, ao longe, podiam se escutar uivos de coiotes. No começo era só um, depois eles foram se multiplicando. As duas cobras ficaram impressionadas com a quantidade, pois depois de viverem ali naquela floresta por tanto tempo nunca havia visto coisa parecida. Oxiá saiu de sua posição rastejante e prestou atenção nos ruídos o qual os caninos produziam dentro da floresta. – Estão vindo pra cá. – Disse a filha de Cadmo, que acabara descobrindo sua audição melhorada devido à falta de visão. Seu pai logo observou o movimento das árvores bem ao seu lado, antes de ele poder ter atacado o herói. E então surgiram 10 coiotes sedentos por sangue. Rosnando como trovões e com os olhos vermelhos de ódio, como antes Aragom havia ficado.

Foi quando esses 5 coiotes firmaram seus olhos em Cadmo que o ex-rei de Tebas soube a origem daqueles animais. – Ares maldito! Veio proteger seu precioso filho, foi¿ Pena que também tenho minhas cartas na manga. – E então o monstro prosseguiu gritando palavras ofídicas, e, de dentro das cavernas, mais 12 brasílicos fêmeas sibilavam. – Axaaaaa ati exx! – A cobra gigante gritou, ao mesmo tempo que um dos coiotes, o qual parecia ser o líder, uivou mais uma vez. Os caninos avançaram em Cadmo e o líder, por estar mais à frente do que os outros, conseguiu dar uma abocanhada na cobra-pai. Mas logo sua alcateia foi interceptada pelas cobras, as quais conseguiram morder um canino de seu grupo, quem caiu duro no chão como pedra.

Cadmo se entretinha com a batalha entres os brasílicos e os coiotes, as vezes tendo que desviar ou até mesmo tendo que bater com sua enorme calda antes de ser atacado por um deles. Enquanto isso, Oxiá continuava procurando Aragom dentre todos os outros movimentos ao seu redor. Quando finalmente identificou o corpo do herói e seu fiel companheiro, Herebro, ela não teve dúvida, logo foi em direção aos dois para aplicar o bote. Estava nas mãos do filho de Ares ordenar que seu lobo atacasse ou até ele mesmo aplicasse algum golpe.


HP: 160/220  MP: 147/220 {Aragom C. Mclaster}
12x 50/50 {Basilíscos Fêmea}
10x 100/100 {Coiotes}
720/750 {Oxiá}
800/1000 --> 750/1000 {Cadmo}


Importante:
- Todos os seus ataques são decididos através de sorteios de dados, levando em consideração sua habilidade e a qualidade dos seus ataques. Ou seja, é tudo uma questão de probabilidade. (Só para o caso de você acabar errando um golpe e achar que foi porque eu quis.)
- O prazo para responder a missão será de 7 dias.
- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
- Boa sorte ❢


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Dom Mar 01, 2015 7:57 pm


Desventuras Ofídicas
              

 
  Esperei. Esperei. E esperei. Mas o golpe não chegou a vir. Antes que as cobras tivessem chance de se aproximar para efetuar o bote, uma serie de uivos se fizeram ouvir entre as árvores que nos rodeavam. Primeiro tinha sido apenas um, mas então outros o acompanharam e outros. Herebro levantou a cabeça para cima e também uivou, como se estivesse respondendo ao que quer que seja aquilo que se aproximava. Oxiá disse alguma coisa para o seu pai, mas eu não prestei atenção no que era. E então, ao lado de Cadmo, coiotes começaram a emergir da floresta. Eu contei dez, e todos eles possuíam olhos vermelhos e rosnavam ferozmente para as cobras.
  Um sorriso apareceu no canto dos meus lábios enquanto eu passava o olhar pelos animais. Dez coiotes valem a minha oração, ou pelo menos essa é a opinião de Ares. E Cadmo também tinha os seus mascotes, pelo que parece. Um bando de basiliscos saiu da caverna após o ex-rei de Tebas balbuciar um monte de palavras que eu não compreendi. 
Achei que já tivesse matado todos... - Murmurie vendo as cobras saírem da caverna. 
 Então os coiotes atacaram, mas os basiliscos se puseram entre os caninos e as cobras gigantes, porem não antes que um deles mordesse Cadmo.


  Em poucos minutos aquilo tinha se transformado em uma confusão de caninos e ofídicos, com ambos os lados atacando o outro ferozmente. Cadmo tinha se distraído observando a luta, mas Oxiá, mesmo estando cega, parece ter conseguido encontrar a minha localização e agora vinha na minha direção. 
  Pelo canto do olho eu vi a minha foice caída no chão, estava lá desde que eu a arremessei em Fídi algum tempo atrás. Com mais um plano louco em mente, eu fiz um pequeno movimento em direção a Cadmo.
- Pega! - falei para Herebro.  
 O lobo foi na direção da cobra pai da mesma forma que ele sempre atacava: na surdina, ou seja, ele correria por trás das cobras, coites e Cadmo para então ataca-lo onde a cobra não estava vendo.
 No mesmo instante que Herebro avançou, eu joguei o peso do meu corpo para a minha esquerda, rolando para tentar escapar do bote de Oxiá e para ao lado da foice. Uma vez tendo ela em mãos, eu me levantaria e ficaria em posição de combate.

  Mesmo sendo um ceifador, eu sempre preferi usar uma espada do que uma foice. As foices têm um bom alcance, mas não possuem a, hum... Graça de um uma espada. Ao usar a espada eu me torno um paladino, o Paladino dos Mortos, ou pelo menos esse um conceito que fica em minha mente. Mas, por que usar a foice ou a espada, se eu posso usar a foice e a espada ao mesmo tempo? 
 Se Oxiá está me farejando na terra, vamos elevar um pouco o combate, literalmente. 


  Dei um impulso com os pés e usei as sombras para materializar as minhas asas. Um par de longas asas negras como as mais profundas trevas. Minha intenção é tentar levantar voo e ficar uns vinte metros acima do solo. E como eu não sou um beija-flor para conseguir ficar parado no ar, inclinaria para frente e avançaria na direção da Cobra-Gigante-Filha. Meu golpe viria logo após eu desviar alguns centímetros para o lado para não colidir com o corpo da cobra, e seria um golpe horizontal com a espada na lateral do corpo de Oxía, com a arma brilhando novamente com o meu poder. Independentemente se o golpe funcionasse ou não, eu voltaria e tentaria fincar a foice nas costas da cobra, logo então batendo as asas com mais força para ir abrindo um corte nas costas de Oxía à medida que avançava. 
             
 
                               
 
Habilidades :

    Passivas
Destemido: Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.
Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes.
Estrategismo Apurado: Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.
➥ Ambidestrismo: Agora  conseguirão manejar as Lanças, Espadas, Escudos, machados, o que quer que for, com perfeição, em qualquer mão, seja esquerda ou direita.

➥ Dupla Aptidão: Esse poder só funciona ao uso de armas. Filhos do Deus da Guerra poderão manejar armas diferentes ao mesmo tempo, com a mesma perfeição, como se estivessem usando somente uma.

Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.
♦ In-Justiceiro Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
♦ Entranhas de Bronze. Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".
 Asas II. Possuirão asas negras e grandes, podem usá-las para voar de qualquer altitude. Poderão fazer com que elas apareçam em suas costas quando quiserem.

♦ Perícia com Foice II. Maneja a foice com total perfeição, aplicando golpe tão fortes que seria muito difícil muitos escudos de bronze celestial segurarem. 

 
 
Ativas 
 
➥ Telumcinese Ativa: A arte de manipulação de armas. Como habilidade ativa, o filho de Ares confere ao armamento, melhor maleabilidade, precisão, força e quesito cortante. A arma em questão torna-se extremamente mortal e ainda com um brilho avermelhado.
 
 

 
Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
 Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]

 
 
Mascote:

Nome: Herebro
Espécie: Lobo Negro
Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia.
Poderes: Farejador de monstro.

 
 


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Ter Mar 10, 2015 3:05 pm


Desventuras Ofídicas

O filho de Ares então ordenou que seu mascote atacasse Cadmo na surdina, mas infelizmente o ex-rei de Tebas possuía o sentindo bem aguçado e logo percebeu a investida do animal em meio a toda aquela confusão. Enquanto a luta ocorria bem na frente do enorme ofídio, Herebro foi por trás e tentou atingir o pescoço do monstro, que logo interrompeu o ato com uma rabada na cabeça do lobo. O pobrezinho agora se encontrava machucado, mal conseguia andar, mas encontrou forças para levantar e se afastar do próximo golpe da enorme cobra. Enquanto isso, Aragom enfrentava o ataque de Oxiá com muita destreza. Antes que a cobra filha pudesse enfiar seus enormes dentes serrilhados na cabeça do herói, ele deu um rolamento para a direita e conseguiu alcançar sua foice e seguiu sacando, também, sua espada.

As asas mostradas pelos ceifadores de Thanatos eram de causar inveja aos muitos semideuses. O filho de Ares logo levantou voo e mirou golpes com suas armas na filha cega do ex-rei de Tebas. Acertando exatamente os golpes nas laterais da enorme cobra, e finalizando-a com uma espadada nas costas do monstro, fazendo-a cair dura no chão da floresta e interrompendo a movimentação dos outros animais ao redor. Ao notar a filha caída no chão, Cadmo deu um grito, o qual fez pássaros em toda a floresta iniciarem voo. –CHEEEGAAAAAA! Chega. Você! Seu filho de um Deus dos Diabos como você! Como ousa chegar aqui, acabar com minha família, enquanto era sua alma a qual devia estar apodrecendo no subsolo a muitas horas atrás. Não devia ter perdido o foco, devia ter te engolido a muito tempo! Vocês! – Ele se referia aos coiotes e as cobras que restaram depois de um árduo combate. – Não interrompam meu combate ou engulo vocês também. Cansei de ter paciência, cansei de esperar o momento certo. Vou matar esse filho de uma mãe solteira com minhas próprias ma... Melhor dizendo, escamas. – Assim que a cobra gigante terminou de falar, todos os coiotes restantes, 6, rosnaram em sua direção. As únicas 3 brasílicos restantes logo fugiram e não queriam mas fazer parte daquela situação. O semideus continuava no ar e, ao notar isso, Cadmo falou: - Desça aqui e enfrente-me como um homem. Peça ao seu saudosíssimo pai que se livre desses cachorros para que eu e você possamos batalhar com honra. – Dependia agora a atitude do herói.  


HP: 160/220  MP: 147/220 {Aragom C. Mclaster}
10x 100/100 --> 6x 50/100 {Coiotes}
720/750 {Oxiá} DEAD
800/1000 {Cadmo}


Importante:
- Todos os seus ataques são decididos através de sorteios de dados, levando em consideração sua habilidade e a qualidade dos seus ataques. Ou seja, é tudo uma questão de probabilidade. (Só para o caso de você acabar errando um golpe e achar que foi porque eu quis.)
- O prazo para responder a missão será de 7 dias.
- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
- Boa sorte ❢


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Ter Mar 10, 2015 4:31 pm


Desventuras Ofídicas

              
 Eu já havia esquecido como era bom sentir o vento agitar os cabelo enquanto cortava o ar em voo.
 A envergadura das asas eram excelente para sustentar um corpo humano no ar, e tenho que admiti que elas possuíam uma beleza - Uma beleza fria, mas bela. 
 Não foi apenas o ar que eu cortei, Oxiá também teve a honra de conhecer o gume da minha espada. Cega, a cobra fêmea não teve chance de se defender de um ataque aéreo, e eu não demonstrei piedade para com a criatura, cortando-a com ambas as armas e fincando por fim a espada em suas costas.
 Encerrando a vida de mais um monstro.

  Antes que Cadmo se virasse para olhar, antes que os últimos vestígios de vida fossem soprados para longe da cobra, um objeto translucido, que não era físico, mas parecia ser feito de névoa, surge ao lado de Oxía. Fica ali apenas por uns poucos instantes, quase impossível de ser notado pela sua falta de consistência, mas o pouco que esteve ali foi suficiente para se poder ouvir sons e gemidos de lamentações vindo de dentro do jarro antes que ele sugue a essência vital da cobra e desapareça novamente. 
 O jarro das almas, onde a força vital de todos os monstros que eu já matei iam parar. Agora haviam ali mais duas almas de monstros, duas que outrora eu nem sabia que existiam. A de Fídi e Oxiá.

 Então o grito de Cadmo veio. A indignação em sua voz ofídica chegava a ser cômica e, enquanto ele falava e praguejava, eu apenas batia as asas para me manter no ar olhando para o fundador de Tebas. Também reparei que a maior parte dos basiliscos tinha sido destruída, e em contrapartida quatro coiotes haviam sucumbido, mas eles ainda faziam maior numero, principalmente quando as cobras fugiram. 
 - O senhor ouviu ele, pai - falei para o vento quando Cadmo terminou - Cobras têm medo de coiotes. 
 E, com isso, embainhei a espada e eu fiz com que minhas asas sumissem, dissipando-se em sombras. Como eu não estava muito alto, caí sem dificuldade no chão sobre um joelho e usando uma mão para me apoiar, com a cabeça baixa.
 Levantei a cabeça para poder olhar a cobra, ainda que a parte da frente dos meus cabelos - que precisavam seriamente de um corte - tampassem um pouco o meu rosto.
- Os filhos sempre pagam pelos pecados dos pais. Essa é a nossa herança - pelo canto do olho eu vi Herebro, que parecia bem mais ferido do que antes - E não se preocupe, você não irá para o Tártaro. - Me levantei e fiquei com a foice e mãos - Eu guardo um destino pior para os que me enganam. 

 Cadmo era esperto demais para se deixar atingir por um golpe direto, e eu não sou ingenuo para não saber que o desafio dele para que eu descesse e mandasse os coiotes embora era apenas parte de algum plano dele para me pegar. Ah, mas se tem uma coisa que eu aprendi, foi que quando se enfrente alguém com uma inteligencia capaz de ludibriar a ele mesmo, o melhor a se fazer é deixar que ele pense que estamos jogando o jogo dele. E por que eu também não posso ser um pouco sagaz? 
 Acho que devo ter eliminado uns dez basiliscos dos que haviam me escoltado até aqui quando cheguei, e a essência desses estaria presa dentro do jarro. E eram essas as essências que eu pretendia libertar. 
 O plano era libertar as almas dos basiliscos, mas essas estariam "moldadas" na minha aparência, criando clones. Talvez não dez, mas eu precisava de pelo menos cinco clones para conseguir fazer o que queria. Então, se conseguisse invocar os clones, eu iria me misturar nas sombras no meio deles, deixando que eles rodeassem a cobra-pai enquanto eu reaparecia nas sombras perto da entrada da caverna. Para o plano funcionar, Cadmo deveria se distrair com os clones, sem saber qual deles era eu, para então eu poder de fato ataca-lo. Eu iria rodar a foice em minha mão, sugando a energia espiritual do ambiente e canalizando ela na foice, para então arremessar um grande projétil contra o ex-rei de Tebas. 
             
Habilidades :

    Passivas
 Destemido: Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.
 Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes.
 Estrategismo Apurado: Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.
 Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.
♦ In-Justiceiro Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
♦ Entranhas de Bronze. Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".
 Jarro de Almas. Item que permite ao ceifador juntar e guardar almas de criaturas já ceifadas por ele.
♦ Perícia com Foice II. Maneja a foice com total perfeição, aplicando golpe tão fortes que seria muito difícil muitos escudos de bronze celestial segurarem. 

 
 
Ativas 
 
Duplicação. Capacidade de criar clones de si mesmo com outras almas que foram moldadas com sua aparência. (Gasta almas do Jarro)
Grande Lâmina. É capaz de concentrar toda a energia espiritual presente no ambiente em sua lâmina e desferir um golpe de alta intensidade e tamanho, com a forma de uma grande lâmina semi-circular. (20 MP)

Passos curtos das sombras I . Podem se locomover pelas sombras. Entram em uma sombra existente e saem por outra à, no máximo, 25 metros do local (para qualquer direção). (MP = Distância em metros)


 
 

 
Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
 Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]

 
 
Mascote:

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Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia.
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Nyx em Seg Mar 30, 2015 12:33 am


Desventuras Ofídicas

 Foi então que o semideus resolveu atender o pedido do rei de Tebas e voltar ao térreo para que pudessem duelar. As outras criaturas que estavam ao redor do monstro duelando, já haviam de afastado da Arena que estava sendo formada em frente a caverna. Quando Aragom falou com seu pai aos ventos, Cadmo rosnou de fúria por não sentir mais a presença de seus filhos também junto a si. O plano arquitetado pelo filho de Ares parecia muito bem estruturado. Assim que ele chegou ao chão, ele abriu ligeiramente o pote de almas que carregava consigo e 5 das almas que antes eram monstros foram moldando-se de acordo com seu dono. O fundador de Tebas agora possuía os olhos vermelhos de raiva, mas esse vermelho de nada parecia com os olhos dos herdeiros do Deus da guerra, pois possuíam um brilho diferente e ofídico, meio alaranjado quando misturava-se ao amarelo de seus olhos.

O herói havia matado 8 basiliscos, mas esses não eram almas fortes o suficiente para poderem ser transformadas em clones concretos sem que houvessem falhas. Fídi e Oxiá eram almas bem poderosas, então poderiam ser clones muito bem estruturados. Foi então que 3 clones do herói estavam falhando, pareciam com hologramas que não funcionavam direto. Todavia, nada os impedia de atrapalhar a visão da cobra gigante. Enquanto isso, 2 cópias perfeitas de Aragom sorriam ironicamente uma a outra. Bem no meio delas, o original sorria igualmente e admirava a perfeição com que os outros dois estavam, pareciam espelhos. Chegou até questionar se era assim mesmo que ele parecia. Todos os 6 formavam um semicírculo ao redor de Cadmo. A cobra logo bateu com sua enorme calda na cabeça de um dos 3 clones que falhavam, destruindo-o por completo. –Ora, ora, ora. Pensava que você, como filho do Deus da guerra, não iria negar uma briga corpo a corpo. Está duvidando tanto de suas habilidades que resolveu chamar ajuda de seus amiguinhos clones. Que decepção. Esperava pelo menos uma luta decente e justa. Parece que vou ter que aceitar essa luta sem escrúpulos. Triste situação. O que Ares diria? – As palavras de Cadmo poderiam facilmente ferir o orgulho de um filho de Ares, dependia apenas como o herói ali presente iria reagir a esse sentimento de orgulho ferido.


HP: 160/220  MP: 127/220 {Aragom C. Mclaster}
2x HP: 160/220 {Clones perfeitos de Aragom C. Mclaster}
2x HP: 150/220 {Clones falhos de Aragom C. Mclaster}
12x 50/50 {Basilíscos Fêmea}
10x 100/100 {Coiotes}
720/750 {Oxiá} DEAD
800/1000 {Cadmo}


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- Todos os seus ataques são decididos através de sorteios de dados, levando em consideração sua habilidade e a qualidade dos seus ataques. Ou seja, é tudo uma questão de probabilidade. (Só para o caso de você acabar errando um golpe e achar que foi porque eu quis.)
- O prazo para responder a missão será de 7 dias.
- Descreva o que fez em seguida. Você terá o livre-arbítrio, ou seja, pode tomar a decisão (coerente com a história) que quiser. Ex: seu objetivo pode estar no próximo quarteirão, mas você resolve sentar no chão e rezar um pouco. Pode acontecer...
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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Ter Mar 31, 2015 4:44 pm


Desventuras Ofídicas


  Dessa vez - Talvez a primeira - Eu não estava simplesmente "tacando flechas ao vento esperando que alguma acertasse o alvo", como alguns filhos de Apolo no acampamento dizem. Acredite ou não, dessa vez eu realmente tinha um plano. 
 
 O fato de eu ter realmente conseguido fazer os clones aparecerem era parte crucial do plano, mas mesmo assim eu não pude deixar de me distrair por um momento avaliando-os. Três deles estavam meio difusos, falhos, e se você se detivesse a realmente olhar para eles veria que eram falsos. Mas dois deles, os dois ao meu lado, esses eram perfeitos. Cada detalhe era assustadoramente real, e na hora eu percebi que aqueles só podiam ser os espíritos de Fídi e Oxiá, ou pelo menos o que sobrou deles. 
 Parei de avaliar como meu rosto ficava estrando sendo visto de lado quando Cadmo deu mais um dos seus protestos.
 O que eu deveria sentir agora? Vergonha por não ter entrado em uma luta corpo-a-corpo com Cadmo? Bem, em primeiro lugar, ele não tem realmente um corpo que tenha alguma utilidade em um duelo. Então eu tenho que ficar com raiva por ser chamado de covarde? Mas não fui eu que trouce um exercito de basiliscos para a luta. Eu deveria lutar com honra, então? Não, não há honra para um Ceifador.
 Então eu apenas ergui o rosto para Cadmo com um sorriso blasé.
- Foda-se.


 O mais irônico era que agora os dois filhos de Cadmo estavam contra ele, mesmo que involuntariamente e talvez inconscientemente. Teria sido muito melhor se eu pudesse invocar as cobras aqui em sua real imagem, fazer com que Cadmo lutasse com os dois teria sido uma boa vingança. Mas, infelizmente, eu não tenho esse poder, ainda.
  Os clones formavam um semicírculo em volta de Cadmo, cercando a cobra pela frente e ambos os francos. Seja o que for, o ex-rei de Tebas acaba de perder os seus dois filhos, então logicamente toda a sua raiva estava concentrada em mim. Ele, claro, sabia quem era eu no meio daquele monte de Aragom's, e eu não pretendia fazer absolutamente nada para mudar isso.
   - Então, Rei Cadmo, ainda acha que foi uma boa idéia atrair um filho de Ares até aqui? - minha voz soava com um leve tom de zombaria - O pensamento de ter conseguido me enganar e me atrair até a sua armadilha deve ter te dado uma sensação imensa de júbilo, não é? - nesse ponto minha voz ficou mais baixa, mais gélida - Só é uma pena que seus dois filhos tenham pagado por isso. Vá, peça desculpas à eles.
  E dito isso os espíritos de Fidi e Oxia, na forma de meus clones, deram um passo à frente, encarando o rosto ofidico de Cadmo com olhares impassíveis. 
   
  Agora, enquanto todo esse teatro se desenrolava, outros dois clones se seguir amam sorrateiramente pelos francos e tentariam atacar a cobra gigante por trás, golpeando Cadmo com suas foices.

 


             
 
             
Habilidades :

    Passivas
[size=32]➥[/size][size=32] Destemido:[/size][size=32] Os filhos do Deus da guerra possuem naturalmente uma proteção contra o medo, impedindo que encantamentos de pavor caiam sobre eles. Além disso, não hesitam em atacar, quando querem.[/size]
[size=32]➥[/size][size=32] Esquiva Involunt[/size][size=32]á[/size][size=32]ria:[/size][size=32] Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes.[/size]
[size=32]➥[/size][size=32] Estrategismo Apurado:[/size][size=32] Apesar de Atena ser a deusa da inteligência, em uma batalha não ficarão atrás. Com esse poder, ele sempre conseguirá visualizar onde seriam encaixados os melhores golpes, com isso conseguindo o oponente a perder mais pontos de Vida.[/size]
[size=32]➥[/size][size=32] Pot[/size][size=32]ê[/size][size=32]ncia Avan[/size][size=32]ç[/size][size=32]ada:[/size][size=32] Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.[/size]
[size=32]♦ In-Justiceiro[/size] Ceifadores de Tânatos, por mais que trabalhem para a morte e se fortaleçam com a escuridão, tem como objetivo caçar as almas dos monstros e seres malignos, dentre outros. Por conta disso, conforme a maldade e malignidade do oponente cresce, aumenta também as chances de êxito em esquivas e ataques, bem como planejamentos, do ceifador.
[size=32]♦ Entranhas de Bronze.[/size] Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".
[size=32]♦ Perícia com Foice II.[/size] Maneja a foice com total perfeição, aplicando golpe tão fortes que seria muito difícil muitos escudos de bronze celestial segurarem. 

 
 
Ativas 
 



 
 

 
Itens levados:

 Sangria [armadura de ouro olimpiano branco com detalhes em rubi de sangue, contendo as seguintes partes: peitoral, ombreira esquerda, manoplas e grevas.] by Ares
 Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão].
 Agriochoiros - Escudo feito de rubi revestido de bronze celestial, com duas presas curvas de cada lado do item e enfeitado com pele de javali. Ele é muito resistente contra golpes de armas feitas de metais (qualquer um), absorve metade dos danos mágicos, porem há um único defeito: Se golpeado com mãos nuas, ele é facilmente destruído. { ele vira um relógio de pulso }
[size=32]♦[/size] Foice: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento.[vira uma caneta]

 
 
Mascote:

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Descrição: Lobo de pelos tão negros quanto a noite e olhos vermelhos como sangue. Bem maior que um lobo comum. Herebro pode farejar qualquer monstro em uma longa distancia.
Poderes: Farejador de monstro.

 
 


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Re: {NM} Desventuras Ofídicas - Para Aragom Corleone Mclaster

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