O pesadelo {ONW MISSION - GABRIEL LEBBER}

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O pesadelo {ONW MISSION - GABRIEL LEBBER}

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Qua Mar 25, 2015 11:53 am

Mais uma noite eu passava acordado em cima de meu chalé. Lá de cima eu podia observar tudo ao meu redor, sentir tudo... Até meus sentimentos. A luz da lua não conseguia transmitir toda a sua luz por culpa das grandes nuvens negras de tempestade que se colocavam em sua frente, um vento frio soprava para leste, levando o começo da tempestade para longe. Espreguicei-me deitando sobre os telhados, se eu fechasse os olhos e me concentrasse bastante, era possível ouvir bem baixinho diversas conversas que vinham dos chalés mais próximos. Aquela calmaria... A sensação de paz era muito boa para alguns... Mas não para mim. Eu já estava ficando farto de não fazer nada, minha última missão havia mexido comigo... A morte do garoto filho de Hermes era algo que eu não deveria me orgulhar, mas me orgulhava. Tinha sido tão boa àquela sensação, a sensação de ter uma vida inteiramente em suas mãos era algo muito bom, algo que eu deveria ter novamente...
 Levantei-me e andei até o parapeito do telhado do chalé de Ares, lá de cima observei as pesadas nuvens negras ainda indo rapidamente para leste. Sorri olhando para o horizonte, ergui minhas asas e comecei a voar seguindo a tempestade. Perdido em pensamentos de ‘’pra onde eu iria, o que eu iria fazer e se eu iria voltar’’, o acampamento ia ficando cada vez mais distante conforme eu avançava e deixava meu antigo lar para trás. Após umas 20 horas viajando em um ritmo calmo eu finalmente havia chego em terra firme. Não sabia a localização exata de onde eu havia parado, só sabia que estava exausto. Pousei assim que enxerguei um tipo de estrada de barro. O lugar era quente, seco, árido e parecia ser um país bem pobre também. Andava quase que me arrastando pela estrada de areia com o sol batendo em minhas costas. Eu estava vestindo uma camiseta da banda Rammstein, por cima a minha jaqueta de couro, calça jeans pretas e uma botina de cor negra. Após alguns minutos andando de baixo de um sol escaldante, avistara um caminhão de carga indo para o norte. Parei no acostamento e ergui o braço em forma de pedir carona. O motorista começou a diminuir a velocidade até que parou em minha frente, fez um gesto com a cabeça, me autorizando a entrar. Dentro do caminhão havia um cheiro podre, como se alguém não tomasse banho há dias, uma música tocava do rádio, era um idioma que eu não fazia a menor ideia de qual país pertencesse. O senhor olhou para mim e perguntou algo que eu também não soube decifrar. Ele parecia ser velho, uns 70 anos? Usava um boné, sua barba e bigodes eram grandes, unidas e grisalhas. Suas roupas eram simples e sujas de terra. Olhei para o retrovisor e havia achado um mapa. Com gestos dei a entender que queria dar uma olhada no mapa, o homem pareceu entender e permitiu. Comecei a abrir o mapa e vi que era um mapa local, mostrava só o lugar que eu estava. Eu estava em Marrocos. Pelo que parecia, o homem se dirigia para Had Gharbia, uma pequena cidade rural. Parecia que a viajem iria demorar, então resolvi deitar minha cabeça no banco e dormir um pouquinho.
Acordei já era de noite e eu estava sozinho dentro do caminhão. Olhei desconfiado ao meu redor, eu não estava em nenhum lugar, pelo menos que houvesse civilização. Tentei abrir a porta, mas ela estava trancada. Então, com raiva, dei um forte soco no vidro que quebrou como se fosse isopor. Esgueirei-me pela janela com um pouco de dificuldade, mas tinha conseguido sem problemas. Verifiquei novamente o lugar que estava.  Não havia mudado muita coisa na verdade. O solo ainda era seco e infértil, a única diferença é que fazia bastante frio agora. A única coisa que tinha lá era uma pequena casinha bem simples, feita de tijolos e telhas de barro. Eu sabia que tinha algo estranho, eu poderia simplesmente bater asas e sair voando de lá, mas isso não faria minha viajem valer de nada. Fiz com que minha tatuagem de corvo se transformasse em minha foice negra, também fiz minha jaqueta se transformar em minha capa. Agora, uniformizado comecei a andar em direção á casa. Assim que cheguei em frente á porta, pude ouvir um estranho barulhinho que vinha de lá de dentro. Algo parecido com um tipo de chiado misturado com um agonizante gemido. Curioso e angustiado, abri devagarzinho a porta que estava destrancada. Assim que eu vi a causadora do barulho, um extremo enjoo tomou conta de mim, no qual eu tive que me segurar para não vomitar. A visão que eu tinha era algo horrível! O lugar lá dentro era todo manchado de sangue, tudo revirado e quebrado. No meio havia um criatura horripilante, algo que parecia ter saído do mais obscuro conto de terror... Era algo esquelético, mas alto, muito alto, era tão alto que precisava ficar todo torto para conseguir ficar em uma posição que não batesse de cabeça nas vigas que seguravam o teto. Careca e com a pele cinze, se lambuzava com um verdadeiro banquete para ele. Um garoto... Ele estava com a cabeça de um garoto que deveria ter uns 10 anos dentro da boca. O monstro mastigava rapidamente e se podia ouvir o barulho dos ossos e miolos sendo estourados dentro da boca da criatura. Ela parecia não ter me percebido ainda... Até que sem querer acabo respirando um pouco mais fundo, e junto com o ar havia vindo um cheiro de carniça podre que parecia ter colado em minha garganta, assim provocando um leve tossido. O demônio ainda com o corpo do pobre garoto pendurado em sua boca virou sua cabeça rapidamente para mim. Ele ficou me encarando com os grandes olhos abertos, como se estivesse olhando para a minha alma. Eu me deparando com aquilo, sentia algo estranho... um sentimento de medo... mas não era bem isso, eu não sabia explicar, só sabia que não era algo bom. Engoli em seco e corri em direção á criatura para tentar acerta-la. Tentei um ataque horizontal de primeiro movimento, mas ela facilmente se esquivou se segurando na viga. Eu tinha errado um movimento muito simples, eu não estava em meu perfeito estado. Nunca que eu teria errado algo tão fácil assim! Ainda mais um alvo tão grande. A criatura ainda suspensa nas vigas de madeira me olhava intensamente. Aquele olhar me dava nojo... Mexia comigo, não era medo, nem nada do tipo, novamente eu não sabia o que era. Quando fui atacar novamente o monstro, ele havia emitido um som estridente e enlouquecedor. Se aproveitando disso, ele pulou em cima de mim e começou a me enforcar com a mão direita, enquanto com a esquerda ele perfurava minha barriga com as cinco unhas. Desesperado, eu comecei a me debater, até que fiz meu relógio se transformar em minha espada, onde eu pude cortar o braço direito da criatura. Novamente com um berro horrível de se escutar, ele saiu todo estabanado e cambaleante pela janela. Levantei-me rapidamente e corri até a mesma, olhei para o deserto de fora e nada... A criatura já deveria ter se misturado com a escuridão. Virei-me olhando para o centro da casa novamente... O corpo do garoto estava lá, mas cadê seus pais? Andei com cautela até o único cômodo que havia porta. Á abri com delicadeza e novamente... Uma coisa horripilante estava do outro lado, uma casal. O senhor que havia me dado a carona até aqui e sua mulher. Ambos estavam abraçados um com o outro, todos cortados e cheios de ferimentos. Suas expressões de medo, pavor, dor, sofrimento e angustia realmente havia me deixado abalado. Recuei fechando a porta e sai de lá de dentro da casa. Lá fora guardei minhas armas novamente e continuei trilhando caminho ao norte.
  Não muito longe da casa de onde eu estava eu havia encontrado uma pousada. Era um lugar não muito agradável. Paredes sujas e com os rebocos para fora da pintura, mofo em tudo que era canto e uma recepcionista não muito agradável. Cheguei até o balcão, e tentei fazer gesto querendo dizer que queria um quarto. Ela me olhou com desdém, mas pareceu entender. Quando coloquei a mão em meus bolsos para pegar o dinheiro eu lembrei... Só tinha darcmas. Tirei um da sacolinha e coloquei em cima do balcão. A mulher pegou a moeda rapidamente e começou a examina-la. Colocou sobre a luz, tentou amassa-la, mordeu e tudo mais, quando estava confiante que não era falsa, ela pegou uma das chaves numeradas e me entregou. Peguei as mesmas e subi as escadas rapidamente. Chegando ao corredor me dirigi para o quarto num. 14. Abri a porta com a chave e entrei. O lugar até que não era tão ruim... Resumia-se em uma cama de solteiro, ao lado uma janela e encostado na parede mais a frente um guarda roupa de gaveta. Eu estava muito exausto... Andei até a cama e me joguei, apagando completamente.
 Eu estava sentado preso por correntes fumegantes que queimavam minha pele sem parar. A dor era intensa, e eu não sabia como havia ido parar lá. Não me lembrava de nada... Só da dor... A pior parte era quando as correntes esfriavam e grudavam em minha carne, assim dando uma sensação de alivio, mas que logo sumia quando as correntes começavam a se mexerem sozinhas, assim rasgando a pele que já havia sido reconstituída. A dor era intensa, era demais para eu conseguir ignorar como sempre fiz. Enquanto as correntes iam esquentando e esfriando repetidamente, eu comecei a ouvir um som do outro lado da porta... Como se algo estivesse vindo devagar, trazendo consigo vários instrumentos para brincar comigo. A porta atrás de mim se abriu, trazendo junto consigo um terrível ruído. Eu fiquei branco de medo. Sim, medo! O sentimento que eu nunca havia sentido, estava tomando conta de mim naquele momento. Mas só fiquei pior quando comecei a ouvir passos vindos de trás de mim, totalmente apavorado, eu tinha quase que esquecido da dor que as correntes faziam em mim. Quando de repente os sons dos passos haviam parado. Relaxei um pouco até que senti a respiração de alguém minha nuca.
   De repente acordei todo suado e ofegante. Ainda arfando e suando frio quando eu olho para a janela. A criatura de antes! Ela me olhava com os olhos arregalados fixos para mim. Sem ter outra reação eu faço minha foice surgir do meu braço, mas quando volto a olhar para a janela ele não estava mais lá... Deixo a foice cair pesadamente no chão fazendo um pesado barulho. Ainda atônito e sem ter ideia do que fazer, começo a me arrepender de ter deixado o acampamento, isso que não havia se passado nem 3 dias. Levantei-me limpando o suor de meu rosto e me dirigi ao banheiro. Dentro do boxe, me despi e foi quando eu percebi; meu abdômen... Ao redor do umbigo, onde o monstro tinha fincado suas garras estava negro. Coloquei o chuveiro para a temperatura mais fria e deixei a água escorrendo pelo meu corpo, enquanto eu fitava a parede lembrando do pesadelo que tivera. Após uns 30 minutos eu desliguei o registro, me dirigi para o quarto, peguei minhas coisas e sai pela janela e retomei meu rumo. Deveriam ser umas 7 horas da manha, o céu já estava começando a clarear... E pela primeira vez eu estava me sentindo bem com isso. Eu andava seguindo reto sem pensar em mais nada além da criatura que estava começando a me assombrar... Oque será que era aquilo? Nunca tinha estudado sobre tal monstro dentro do acampamento, também não me lembrava de nada que fosse relacionado á ele. Já estava andando há minutos por uma estrada que parecia não ter fim... pelos meus cálculos eu deveria estar próximo á cidade Tânger, de lá eu iria para espanha e depois só os deuses sabem. O mais engraçado era que até agora eu não tinha me deparado com nenhum monstro além da criatura... Parecia que eu tinha sido demarcado... não sabia ao certo.
  Após horas caminhando exaustivamente, eu havia chego em Tânger. Uma cidade bem grande e movimentada. Grandes prédios, ruas movimentadas, e muitas pessoas de diferentes culturas. Era um lugar que me lembrava dos EUA. Eu estava andando pelo o que parecia ser o centro da cidade, quando li em um letreiro ‘’Hotel plaza ΩΩΩΩΩ ‘’. Eu sabia que haviam lojas, redes de fast-food e coisas do tipo, exclusivos para semideuses espalhados pelo mundo... Mas nunca imaginei que teria um bem em Marrocos. Mas eu até tinha ficado um pouco feliz... Ter algo que familiar e quem sabe que me ajudasse a descobrir sobre a horrenda criatura.
 Assim que entrei no hall do hotel, já podia sentir um ótimo cheiro que me deixava mais a vontade ainda. Poucos segundos esperando já veio alguém me atender. – Oh! Boas vindas ao Hotel plaza cinco Ômegas! Você é... – Um homem de aproximadamente 30 anos que havia me dado às boas vindas começou a me cheirar. – Hm... Prole de Ares e um ceifeiro... Gabriel! Não é ?  
- É... Com..
- Não importa, não importa. Você é bem famosinho... Oh, desculpe meus modos, o senhor deve estar cansado. Por favor, vá descansar um pouco. – Falou o homem me entregando um cartão com o número 13 escrito. Antes que eu pudesse falar algo, ele começou a me dar delicados empurrões em direção ao elevador.
- Mas eu não paguei ainda... - Falei desconfiado no intuito de descobrir algo.
- Não precisa se preocupar com isso, seu bobinho. Todas as suas despesas já foram pagar. – Com isso ele clicou no andar 13 e as portas se fecharam e o elevador começou a subir. Encostei-me contra o espelho e fiquei pensando comigo mesmo. – Demarcado... – Passei minha mão sobre a marca que tinha em meu abdômen. Assim que as portas se abriram eu sai com cautela e me direcionei para meu quarto. Lá era bem... Mais luxuoso do que o quarto anterior. Este tinha varias coisinhas exuberantes e caras. Como uma cama de casal gigante com lençóis de seda, televisão plana de 50 polegadas, uma suíte e uma sacada com vista para o mar que separava Marrocos da Espanha. Mesmo não querendo me deitei na cama, eu não queria dormir... estava com medo...Mas eu tinha que enfrentar aquela coisa, este não era eu.
 Novamente eu acordei acorrentado á correntes fumegantes em uma cadeira. Tudo havia se repetido, mas, quando chegou na hora da respiração em minha nuca o sonho não parou e eu não acordei. Tremendo de pavor, eu sentia alguém atrás de mim, ouvia esse alguém mexendo em alguma coisa e diversos sons metálicos, até que finalmente para. Novamente eu estava apavorado demais para poder sentir minha carne sendo queimada e rasgada repetidamente. Eu estava quase me acalmando novamente, quando sinto uma mão fria e repugnante em meu ombro, logo sinto novamente a pessoa atrás de eu começar a se movimentar, dando a volta por mim e finalmente se mostrando em minha frente. Assim que o vi, quase vomitei de nojo. Era a criatura, só que mais humanizada e um pouco menor, mas não deixava de ser aterrorizante. Seus grandes olhos negros como se fosse um vazio sem fim. Seu rosto todo retorcido, queimado, colado e retalhado. O pior era o cheiro que aquele ser exalava... Uma podridão que não existia palavras para descrever. Ele vendo meu estado, sorriu e começa a se aproximar lentamente, lambendo meu rosto do queixo até o olho. Apavorado, começo a gritar completamente em pânico. Tirando um alicate de trás das costas, vai em direção á minhas mãos, calmamente vai esmagando meus dedos um por um. Com o couro de fundo sendo os meus berros de sofrimento, o monstro se deliciava com a tortura, a cada dedo esmagado ele parecia ter um leve orgasmo emocional. Finalmente quando terminou com as mãos e os pés, ele se voltou para o seu balde com diversos instrumentos metálicos mal higienizados. Quase apagando eu podia ouvir o barulho dele escolhendo qual usar. Após alguns segundos de descanso (sem contar as malditas correntes ) ele finalmente havia escolhido um. Olhou para mim com aqueles olhos penetrantes novamente e me apresentou um vidrinho com alguma coisa dentro, parecia algum tipo de inseto gigante. Abriu o pote e pegou a coisa pela cauda com uma grande pinça. O inseto se parecia bastante com um escorpião, tirando que no lugar do ferrão se encontrava uns fiozinhos brancos. Seu corpo era gosmento esverdeado e não parecia possuir algum tipo de exoesqueleto. O pesadelo com a mão livre abriu minha boca a força e com á outra ele colocou a coisa em minha boca. Como se fosse alguém chupando um fio de espaguete, o inseto entrou para a minha boca e desceu pela minha garganta.
 Acordei novamente todo suado e com o coração acelerado, mas não tinha tempo para descansar, peguei rapidamente minha foice e pulei para fora da cama á procura do monstro. Mas nenhum sinal. Sentei-me exausto novamente na cama. Levantei-me novamente me vestindo e desci até o saguão do hotel. Chegando lá fui falar direto com o homem que tinha me recebido no dia anterior.
- Preciso saber quem que pagou a minha conta!- Falei nervoso o segurando pelo colarinho. – E preciso saber agora!
- Calma, calma! Eu falo. – Engoliu em seco. – É alguém lá de cima que esta pagando tudo.
Trouxe-o mais pra perto apertando ainda mais seu colarinho. – Quem?!
- Ícelo... Por favor... não tenho nada haver com isso... – Deu uma pausa procurando algo nos bolsos. – Morpheus mandou lhe entregar isto. – Falou me mostrando uma carta selada.
O soltei, peguei a carta e comecei a ler:

‘’ De: Morpheus       Para: Gabriel L. Daniel

Caro mortal. Temo que sua situação não se encontre muito boa agora, primeiro de tudo lhe peço perdão pelo transtorno que meu irmão deve estar causando a ti. Creio que como já sabes, Ícelo é o deus encarregado de trazer pesadelos para as pessoas, até ai tudo bem, pois esse é o equilíbrio. Mas infelizmente ele ficou sabendo de ti, soube de sua grande bravura, coragem e que não temes nada e de nada foge. Com isso, ele ficou obcecado por ti... ele pretende te caçar e te levar á loucura só com o medo, com o pavor que ele irá proporcionar. Quer fazer você sentir medo da sua maior vantagem, as sombras. Eu gostaria de te ajudar, infelizmente é tarde de mais para eu fazer alguma coisa... ele já colocou em ti a sua própria marca, na qual faz com que você seja propriedade dele... creio que ele já resida em seu corpo. Você terá duas escolhas apenas:
1- Se matando... só assim você terá sossego.
2- Derrotar meu irmão. Para isso tu terá que se tornar mais forte, terá que parar de o temer, terá que perder quase por completo sua humanidade... Após isso você poderá o enfrentar em seu próprio plano.
Acredite... a primeiro opção é a mais fácil e á que eu aconselho. Caso tu seja derrotado por ele em seu próprio plano... Você se arrependerá profundamente de sua escolha e implorará pela morte, mas ele não a conceberá.
Atenciosamente: Morpheus.’’
Soltei um suspiro sorrindo, eu estava feliz por ter encontrado uma solução para o meu problema. – Muito obrigado... – Olho para o seu crachá. – Louis. Estou indo agora. – E com isso saiu do hotel e sigo em direção ao porto da cidade. Enquanto eu andava em direção para pegar algum tipo de barco ou navio, eu ia pensando sobre eu ter que mudar... ter que perder a minha humanidade. Como eu faria isso?  Mas algo que eu tinha necessidade era poder sonhar novamente, eu queria poder me encontrar quantas vezes fosse possível com Ícelo. Se ele é tão poderoso assim, eu tinha que perder o medo dele pelo menos. Meus pensamentos foram dispersados quando eu estava passando por um beco e ouvi alguns gritos abafados. Sem pensar, mudo minha direção imediatamente, adentrando para o beco escuro. Lá eu encontro um homem de aproximadamente uns 34 anos tentando estuprar uma garota de talvez uns 20? Ele estava rasgando sua roupa com uma mão e com a outra em sua boca para abafar os gritos. Pigarreei – Com licença?  
Ele olhou para mim com surpresa. – O que tu quer, garoto? Saia daqui!- Ele havia falado inglês britânico, mas era o suficiente para conseguir entender.
- Desculpe... só queria saber como vou para a Espanha...
- Seu merdinha! Sai logo daqui antes que eu vá atrás de ti!
Abri um sorriso com a proposta do sujeito. – Pode vir... estou esperando.
O homem enfurecido jogou a garota no chão e começou a andar em minha direção tirando um canivete do bolço. –Tu vai se arrepender! – Falou ele quando foi tentar me estocar com a sua arma.
Desviei facilmente e o peguei pelo punho. – Ahan. Claro que vou... – Começo a esmagar o pulso do homem que logo muda a expressão de seu rosto de algo machão para a de dor. Continuo apertando até ouvir o som saboroso do Crakk! Puxei seu braço, que trouxe junto o corpo inteiro. Com facilidade quebrei o braço e o joguei no chão. Deitado e ainda com raiva o homem soltava insultos a mim. O olhei de canto, coloquei meu pé direito sobre sua cabeça e a esmaguei como se fosse um pedaço de tomate podre.
 A garota se levanta e corre para me abraçar. Dizendo varias palavras que eu não entendia por ser algum outro idioma. Quando eu estava prestes a me virar e seguir em diante, me lembro de algo; ‘’Terá que perder sua humanidade’’. Virei-me olhando para a garota e a comecei a enforcar a mesma. Colocava tanta força que em dois segundos ela já estava morta, mas não pelo sufocamento, mas sim por ter quebrado seu pescoço. Larguei-a no chão e sai andando, deixando os cadáveres para trás.
Finalmente chegando ao porto, me dirijo para um tipo de bilheteria e acabo comprando uma passagem com duas moedas de dracmas. Pelo o que eu entendi da mulher que me atendeu, eu tinha pegado um cruzeiro que ia até Portugal, uns sete dias de viajem. Eu teria bastante tempo para me acostumar com o meu pior pesadelo. Assim que um tipo de buzina soou, os portões foram abertos e as pessoas começaram a se dirigir em fila, assim como eu. Ao chegar lá, vi que era algo muito luxuoso. O cruzeiro tinha 4 andares para cima do solo, e varias cabines de dormitório em baixo. Eu não estava muito a fim de fazer outra coisa além de poder sonhar. Diferente de todo mundo que já ia para o grande Buffet ou outras atrações que o lugar oferecia, eu havia ido direto para a minha cabine. Em um dos corredores que eu andava eu pude sentir a aura de outro semideus... Um semideus poderoso, talvez prole de Hipnos. Continuei andando e só sentia o sinal aumentar, quando que um homem alto e forte sai de uma das cabines um pouco mais a frente. Era ele! E ele parecia ter me notado também. Apesar disso, continuei andando até meu dormitório, onde entrei e fui direto para a cama me deitar. Deviam ser umas 15hr, e eu não estava com nada de sono. Até que tive uma ideia! Hipnos era o deus do sono... logo seus filhos deveriam ter poderes que ajudam pessoas a dormir e se bem me recordo, Ícelo é filho do deus do sono, logo o homem que eu havia poderia me ajudar com algo. Levantei-me da cama animado e quando abri a porta da cabine, encontrei de cara a pessoa que eu estava procurando.

 Apreciava uma xicara de chá enquanto eu conversava com Kauã, filho de Hipnos.
 - Então... eu estava pensando que você poderia me ajudar em alguma coisa.- Falo brincando com a colher de prata.
 - Bom, a única coisa que posso fazer é te fazer entrar em um sono profundo, pelo tempo que você desejar... mas o que eu ganharia em troca?
 Frustrado largo o talher em cima da mesa e encosto minhas costas no encosto da cadeira. – Experiência? – Um silêncio toma conta do recinto. – Cara... não creio que tu vá ganhar algo com isso. Mas estou te pedindo, por favor que me ajude, de contrario porque teria vindo atrás de mim?  
 Kauã fita o seu copo com algum tipo de suco, até que finalmente responde. – Já sei o que podemos fazer.  Antes de poder te ajudar, preciso que você pegue uma coisa que me foi... roubada...
- Que seria?
- Minha lira encantada... Então, o que me diz?
- Aceito... E onde essa lira estaria?
Circula a borda do copo com os dedos e fala como se estivesse triste. –Londres... para ser mais exato na palácio da rainha.
- E a lira é sua... certo ? – Falei em um tom sarcástico.
- Acho que ambos já sabemos a resposta.
Dou uma divertida risada – Mas vou querer entrar em sono profundo até chegarmos a Portugal... pra poder me preparar... Tudo bem?
Kauã consentiu com a cabeça. – Parece justo.

 De volta á minha cabine, eu me encontrava deitado na cama, enquanto Kauã estava sentado ao meu lado. –Você está realmente preparado? Pelo o que você me contou... é algo que pode realmente prejudicar sua mente e seu corpo físico. Sonhos quando são muito reais podem comprometer o cérebro, ainda mais quando é a vontade de um deus. – Confirmo com a cabeça. – Você não poderá voltar até ter dado 7 dias completos...
 - Anda logo com isso! Por favor...
 - Muito bem então. Demos inicio ao ritual. – O semideus ascende um incenso que exalava um forte cheiro, que após alguns segundos o inalando deixou meu corpo relaxado. Em seguida ele pegou uma planta de um pequeno estojo e a colocou sobre minha testa, pegou um tipo de grimório e começou a entoar algum feitiço em latim... Até que eu apaguei.

 Novamente eu me encontrava em meu terrível pesadelo, mas diferentemente de antes, eu não estava com medo. Muito pelo o contrário, eu queria poder permanecer naquele lugar quanto mais tempo fosse possível, poder aproveitar e extrair cada momento de dor, sofrimento, angústia e medo. Tudo estava se repetindo como os outros dois sonhos anteriores, primeiro as correntes, seguido pelos passos e respirações pesadas em minha nuca, todos os meus dedos sendo quebrados um  um e finalmente a parte onde havia parado... O inseto. Aquele ser nojento e asqueroso, entrando pela minha goela a força era uma sensação terrível. Eu podia senti-lo se acomodando em minha barriga. Mas agora, algo fazia com que eu não gritasse e implorasse, e esse algo era Ícelo. Eu o encarava sem demonstrar nenhuma emoção, e isso não o deixava contente... e ele faria de tudo para tirar aquela expressão de meu rosto. Ele se agachou escolhendo um novo instrumento para me torturar. Novamente aquele barulhinho... não era algo de mais, mas mexia muito com o meu psicológico. Ele se levantou novamente, exibindo agora uma seringa que continha um líquido verde viscoso. Ele se aproximou de mim, abriu meu olho à força e injetou algo na íris do mesmo. Sentia uma dor muito forte, pior do que qualquer outra que eu já tinha sentido até agora. Era impossível me manter calmo e não demonstrar sofrimento. Então... novamente começo a gritar enquanto o desgraçado se aproveita de tal momento. Ele passa a mão pelos meus cabelos e fala pela primeira vez. – Voltarei mais tarde... Pequenino. Uma voz suave e melancólica sai de sua boca retorcida e com dentes podres, era como se fosse uma dublagem mal feita de algum filme de baixo orçamento. Após isso ele se retirou andando calmamente até a porta que sempre entrará, assim que ouvi o barulho dela se fechando pude começar a pensar melhor.
 Para começar eu não sabia quanto tempo se havia passado, mas por um lado bom eu estava começando a me acostumar com a dor, e conseguindo até torna-la suportável. Depois de algumas horas, Ícelo retornou. Agora, porém, ele estava diferente. Não era mais aquela criatura horrenda de antes, na verdade, muito pelo contrário. Ele vestia um elegante terno negro com uma camiseta vermelha de seda por baixo, seus cabelos negros e repicados para cima, com algumas mechas caídas por cima de seus olhos verdes que combinavam com sua pele branca como a neve, uma das pessoas mais bonitas que eu já tinha visto. – Hunn... Vejo que não me teme mais... Interessante.
 Continuo calado sem expressar nenhum sentimento em meu rosto. Com isso, ele desfaz o sorriso cínico de seus lábios e estala os dedos.
 De um momento para o outro eu estava em minha antiga casa... Era alguns minutos antes do monstro aparecer e assassinar minha mãe. Eu podia ver tudo, eu podia me ver! O meu eu estava sentado na mesa esperando a janta, enquanto minha mãe cozinhava o jantar. Tinham se passado quanto tempo? Quatro ou cinco anos... não sabia ao certo. Lá fora chovia muito, uma grande tempestade. Podia sentir os vidros das janelas tremerem quando o vento batia contra eles. Quando no exato momento em que um relâmpago rasgou os céus, a porta voou pelos ares, caindo em cima de mim mais novo. Quando eu vi quem era o monstro, o pânico começou a tomar conta de mim... Ele não era o monstro que havia matado minha mãe... ele era Ícelo. Eu estava atônito enquanto o observava indo em direção a minha mãe. Enquanto o meu eu do passado estava inconsciente na sala, eu corri para a cozinha onde o Pesadelo esmurrava minha pobre mãe. Quando ela caiu ao chão, quase perdendo a consciência, ele começou a despi-la, passando suas mãos sujas em seu rosto e descendo até seus seios, ele olhou para mim com um sorriso no rosto. Totalmente fora, eu corri contra ele e tentei socar sua cara, mas passei reto, como se fosse um fantasma... Eu não podia fazer nada... Tentava não olhar, mas uma força me obrigava a fazê-lo. Ele estava controlando meu corpo para que o assistisse estuprando a única pessoa que eu já havia amado em minha vida. – Você ainda não tem medo de mim?! Em?! Vamos seu inútil, fale algo! – Trovejava o deus dos pesadelos.
 Tentava não demonstrar meus sentimentos para ele, mas estava se tornando cada vez mais difícil. Olho para os olhos do deus e o respondo com um cínico sorriso o enfurecendo mais ainda. Ele quebra o pescoço de minha mãe e a joga no chão como se fosse um saco de lixo.
 Com um piscar de olhos eu estava na sala de antes, ainda acorrentado. Logo em seguida Ícelo aparece em minha frente. Suas feições antes calma e serena, agora estavam enrugadas e podia ver a raiva que o mesmo estava em seus olhos. Ele andava de uma lado para o outro totalmente nervoso. – O que? Vai me dizer que as suas ideias de tortura já acabaram? – Balanço a cabeça em forma de negação. – Que decepção... – E solto uma divertida gargalhada.
Ele se virou para mim, e começou a vir em minha direção. Passou a mão em sua testa para tirar os fios de cabelos que caiam em seu rosto e me pegou pelo pescoço. - Seu merdinha, eu não queria ter que te matar agora, mas não vejo alternativa. – E começou a me enforcar.
-Vai me matar porque está com medo de mim? – Falo com dificuldade. Vendo que ele não tinha resposta e só se zangava mais, me fez rir um pouco, mas logo me engasguei e comecei a tossir. Voltei a olhar para ele sorrindo. – Sabe... uma... vez. – Dei uma pausa para tossir. – Me falaram que nós mesmos podemos controlar nossos sonhos, basta saber que é um sonho. – Falei sorrindo sem ter mais dificuldade para respirar. Quebrei as correntes que seguravam meus braços, em seguida fiz meu relógio de pulso virar minha espada, e em seguida tentei cortar o braço com qual o deus me enforcava. Ele retirou o braço e pulou uns 10m para trás. Sorri me levantando da cadeira e comecei a estralar meu pescoço. – Ops... - falo sorrindo.
- Mortal estúpido! Achas que pode contra a força de um deus? – Falou em um tom severo, fazendo um grande cajado aparecer em suas mãos. – Vamos ver do que você é capaz então.
-Não sou tão burro assim... – Viro a lâmina da espada contra minha barriga e a perfuro, em seguida coloco uma de minhas mãos lá dentro e tiro para fora aquele asqueroso parasita que tinha se instalado dentro do meu corpo. O jogo no chão pisando nele. – Creio que agora tu não vais mais me assombrar agora... Tchau.
   Abro os olhos calmamente como se tivesse dormido muito bem. Kauã estava do meu lado e me auxiliou me dando um copo de água e abanando meu rosto. – Então... Como foi? Perguntou com curiosidade.
 O ignoro completamente checando se havia ainda alguma marca em minha barriga, e para o meu alivio não tinha nada. -Já estamos em Portugal?
 - Sim, sim...
 - Ótimo. Muito obrigado pela sua ajuda... Mas creio que não você não seja mais necessário. – Falo me levantando da cama e fazendo minhas duas foices surgirem de meus braços.
 - Você só pode estar brincando!- Balbuciou o homem que se levantou rapidamente da cadeira. – Depois da ajuda que eu lhe dei tu vai me trair? Sério isso?!
 - Não me leve a mal... Mas não estou muito a fim de ter que ir até a Inglaterra. – Falo sorrindo para a prole de Hipnos.
 - Que assim seja ceifador! – Uma armadura completa de ouro surge de um amuleto que o garoto usava, em seguida uma espada de aproximadamente 1,60m surge de seu anel e por fim, asas douradas brotam de suas costas. Com um grito de guerra ele voa em minha direção, me carregando contra á parede metálica do barco que se quebra como se fosse vidro. Lá fora, faço minhas asas surgirem de minhas costas nuas e começo a voar para cima com Kauã me seguindo por baixo. Subi até uma altura que eu me sentisse bem, alguns segundos depois ele chegou e ficou em minha frente. – Poderia ter sido diferente... – Fala o cavaleiro dourado.
 - Poderia... mas eu optei por não ser.- Voo em sua direção e ele na minha. Ambas as armas que estavam preparadas para um ataque certeiro se cruzam, frente á frente, fazendo uma disputa de força. Eu olhava sorrindo para a prole de Hipnos. Quando ele foi responder alguma coisa eu dei um forte chute em seu abdômen, não para lhe causar dano, mas para lhe desequilibrar. O plano havia dado certo, Kauã recuou poucos centímetros, mas o suficiente para eu agir. Apoio-me em sua cabeça e me impulsiono me erguendo por cima do mesmo, estando sobre ele, o chuto novamente, só que desta vez em sua cabeça. Ficando inconsciente por alguns segundos, ele cai como uma pedra até a proa do barco, fazendo uma pequena cratera. Desço até ele como se fosse um anjo caído que tivesse ganhado a batalha contra Deus. Pisando no solo, ando calmamente até o corpo do homem. Tiro com dificuldade seu elmo amassado na região de onde eu acertara o chute e totalmente destruído na frente por causa da queda. – Vou levar isso para mim se não se importa... – Falo transformando meu relógio em minha espada, enquanto corto as asas douradas do rapaz. Após poucos minutos, eu estava com suas asas em mãos. – Sabe... Elas irão ficar lindas como troféus em cima da minha cama- as coloco de baixo de meu braço e faço as minhas surgirem. –Se não se importa, estarei voltando para o acampamento. Adeus. – Com isso, bato angelicalmente minhas asas e voo em direção pra casa.
 No meio do caminho de casa, inúmeros pensamentos vão tomando conta da minha mente; Como eu tinha mudado tanto em pouco tempo, todas as torturas que eu havia sofrido e que eu tinha finalmente descoberto que tipo de semideus eu era, e não era o tipo herói...


Danos físicos: Escoriações na região do pescoço e perfurações no abdômen.
Danos psicológicos: Tortura psicológica de alta nível; sons, torturas físicas e mentais.
 Dano total: - Fica de acordo com o narrador. Mas chuto 240.- 50/290

Mana gasta: também fica por conta do narrador. Chuto 100. - 190/290

Presente: Alguma benção/maldição/poder único, que me impeça de sentir medo, pavor, angustia e etc.
Ganho de xp e nível fica por parte do avaliador.
Se possível gostaria de ganhar ponto(s) em combate corpo a corpo ou esquiva e reflexos.



poderes passivos usados.:

╬Ciclone Negro╬ - Consiste em uma forma de batalha. O ceifador pode transferir energia espiritual em cinética e impulsionar sua foice, fazendo-a girar como uma hélice, além de controlar sua trajetória se lançada. O ceifador não precisa estar em contato com ela para que isso ocorra.

Entranhas de Bronze. Seus interiores são duros como bronze. Seus órgãos não perfuram facilmente e aguentam danos físicos com uma resistência acima do comum. Por estarem meio-mortos, devido à ganharem os poderes da morte, não precisam de funções do corpo humano como respiração ou circulação sanguínea, funcionando quase como "entranhas mecânicas de bronze".

[Nível 13]
Asas II. Possuirão asas negras e grandes, podem usá-las para voar de qualquer altitude. Poderão fazer com que elas apareçam em suas costas quando quiserem.

➥ Ira: Você se irrita facilmente, tornando assim inevitáveis os combates mais simples. Além disso, essa Ira pode ser projetada das pessoas ao seu redor, que se sentem reprimidas por sua personalidade.

[Nível 3]
➥ Perícia Corpo-a-Corpo: Os filhos de Ares são ótimos lutadores no combate não-armado. Podem se especializar em um único estilo de luta, ou então lutar apenas por contra própria.

[Nível 5]
➥ Esquiva Involuntária: Filhos de Ares pressentem um ataque e desviam automaticamente, ou seja, não é preciso ver o golpe para desviar. Podem se esquivar de quaisquer golpes.

[Nível 12]
➥ Potência Avançada: Filhos de Ares, neste nível, ficam mais fortes, a sua força é comparada a um Ciclope jovem, estão no auge de suas forças, podem destruir concretos e pilares, com facilidade.




poderes ativos usados:

[Nível 2]
➥ Indolor: Ao receber um golpe intenso, é capaz de ativar essa habilidade e impedir que qualquer dor seja sentida durante dois turnos.

➥ Chute Focalizado: Os pés de meus filhos ficam com uma Áurea vermelha em sua volta, aumenta drasticamente o poder do chute do filho de Ares, dura duas rodadas e pode ser ativada novamente em cinco em cinco rodadas.

[Nível 13]
➥ Golpe fulminante Avançado: Neste nível, vocês tornam-se extremamente fortes e ágeis, por alguns segundos, para realizar um ataque devastador, que pode quebrar armas, partir escudos e atravessar armaduras. dura somente o momento do golpe e consome uma energia grande (A escolha do Narrador).

[Nível 9]
Impulsão Espiritual Inicial. Concentra energia espiritual no seu corpo, impulsionando movimentos, acrobacias e velocidade para os seus dobros. (10 MP)


ITENS:


-Espada da Guerra - Espada longa com um leve tom de vermelho na lâmina e feita de bronze celestial. Ao Comando do usuário, a espada adquire um tom vermelho sangue e dobra o dano causado por ele [uma vez por missão]. [Vira um relógio]

Capa Negra Etérea: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 15% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode. Possui um botão de cristal que permite intangibilidade por (Lvl/2) segundos. Só pode ser ativada uma vez por missão.[Vira uma jaqueta preta]

★ Foice Dual Negra: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento. Possui entalhes de um corvo no cabo, decorações prateadas, e potencializa ataques de energia. Se liga com a foice branca por um cordão etéreo que só tem contato físico com as mãos do usuário, intangível de outra forma.[Vira uma tatuagem de corvo no braço direito]

★ Foice Dual Branca: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento. Possui entalhes de um leão no cabo, decorações douradas, e pode absorver luz do sol e soltar em um corte luminoso forte. Se liga com a foice negra por um cordão etéreo (..)[Vira uma tatuagem de leão no braço esquerdo]

Jarro de Almas: Um jarro onde de deposita todas as já ceifadas. [13 Almas]

★Darkstar: Uma tatuagem de estrela localizada no centro do peito, a qual é capaz de ativar uma aura de escuridão protetora por 2 turnos.

● Pestilence Horse Rib - Costela de cavalo que encaixa no tronco. Aumenta a velocidade quando em fuga em 2x, de costas para o inimigo. O item perde o efeito se não estiver correndo.

habilidades de personalidade:

✓ Acrobacias
✗ Alergia [peixe]
✗ Confiança Exagerada
✓Ambidestria
✗ Sadismo
✓ DNA Divino (Hades)


*ATUALIZADO POR MOROS*
Hp: 90
Hp: 160

Recompensas:
Níveis: 5
benção da divisão: Passiva, permite ao usuário separar suas emoções, permitindo assim que mesmo estando com medo ou em estado de euforia possa analisar o mundo a sua volta com calma.
Pericia em foices/facas e agilidades/reflexos.
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Gabriel Lebber Daniel
Filhos de Ares
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Ficha do personagem
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