O Novo Imortal

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O Novo Imortal

Mensagem  Hades em Dom Abr 29, 2012 11:38 pm

Relembrando a primeira mensagem :

O Imortal


Prometeus criou o homem à partir de água e terra, dando forma assim aos humanos, meros mortais, bonecos de barro, mas que ainda fariam muito ao mundo. Os mortais se espalharam, se multiplicaram. Resistiram à muitas catástrofes, mas sua espécie continuou resistindo. Ainda sim, suas vidas eram quase sempre insignificantes. Entrementes a piscadas divinas, homens construíam uma vida, alguns até alcançavam a tão suada e sonhada glória, a riqueza. Então, morriam. Nem um século de história. Porém, não eram suas riquezas que marcavam no enorme diário da Terra, e sim seu legado.

No tempo em que os líderes ainda travavam suas próprias batalhas, honrando aqueles que os seguiam, mortais com grandes personalidades surgiam e se destacavam. Semideuses não foram os únicos que possuíam poder abaixo dos divinos e eram encarregados de os servirem. Alguns homens conquistaram sua “imortalidade”, pois seus nomes não foram esquecidos. Outros a conquistaram literalmente, até mesmo antes de Hércules e Dionísio. Agora, porém, os deuses não podem mais interferir no mundo mortal. Agora, líderes dão o estopim a guerras e deixam que homens caiam lutando. Aproveitam-se do amor que soldados têm por sua pátria e abandonavam-no para que se exterminem, como se prostrando a eles. Esses homens, reis mortais, queriam superar os deuses. A realidade, é que não eram reis, eram ditadores hipócritas, fracassados lembrados por medo, não por respeito. Minos foi um daqueles que morreu zombado, morreu quando já estava morto, por dentro. Sucumbiu a sua prepotência. No Mundo Inferior, contudo, ganhou lugar especial no tribunal, por sua personalidade inabalável e justa.
Antes dele, houveram outros...

Então, quando pela primeira vez o Olimpo fechou, decretou-se, em meio à todos os deuses que eles não interfeririam mais. As guerras sanguinárias abençoadas por eles teriam fim. As intermináveis seções de extermínio e destruição teriam fim.
Um tecido foi firmemente costurado, distorcendo a realidade para mortais. Batizado de névoa – bem apropriado -, esse tecido ocultava o mundo imortal para mortais, separando-os definitivamente. Entretanto, nesse tecido foi aberto propositalmente uma falha. Enquanto semideuses eram caçados e mortos, haviam outros que também viam através da névoa. Aqueles de espírito determinado. Aqueles que não limitavam suas mentes fracas, mas acreditavam no impossível. Eles tinham o dom e eram abençoados por isso.

Os deuses nunca estiveram realmente longe dos mortais, pois estavam sempre os punindo por seus erros. Primeiro, o dilúvio gerado por Poseidon à mando de Zeus, para exterminar a raça humana. Ela sobreviveu. Cidades como Sodoma e Gomorra foram arrasadas por ultrajarem os deuses, por desacreditarem neles e na sua obra. Outras, como a Babilônia, faleceram no seu reinado de trevas. Eles sobreviveram. Reis foram destronados, morreram ou foram mortos por seus próprios servos que se rebelavam. Todavia, um deles foi abençoado por Hades e voltou ao Mundo para servir-lhe para apenas um propósito: recuperar um artefato roubado, a Chave do Hades. Este rei era prepotente, ele caiu em sua própria estupidez porque achava que era imoral. Mas foi abençoado justamente por isso, porque não temia a nada – nem mesmo aos deuses.

Chalés diferentes, vidas diferentes, situações diferentes. Nenhum dos semideuses se conheciam, apesar de tão pequeno ser o Acampamento. Pelo menos comparado à uma cidade grande dos Estados Unidos, onde achar uma pessoa era impossível, a não ser que essa tal pessoa queira ser achada, o que também não era muito normal por aquelas regiões. A todo modo, eles não estavam em uma cidade tumultuada, estavam na tranqüilidade e calmaria do Acampamento Meio-Sangue, onde, por vezes, a violência que assolava aquelas regiões não significava nada para alguns que dedicavam suas vidas para depois arriscá-la, salvando outras. Mas, principalmente, ser alguém lembrado, aquele que fez algo importante para alguém mais importante ainda. As estatísticas eram dolorosas para eles, pois sabiam que poderiam sem devorados quando completassem treze anos, realidade não compartilhada nem mesmo por velhos no leito de um hospital.

† † † † †

Estava ali aquela noite agradável, como sempre era, mas não permaneceria assim até a carruagem lunar se pôr, discretamente, quando dá lugar à seu irmão gêmeo. Sua cama, na verdade, era uma boa cama, pelo menos tinham uma, quando indefinidos do chalé de Hermes arrebentavam suas costas naquele piso. A vontade de bater a cabeça na parede diante de pensamentos tão levianos era imensa. Solaria tentava dormir no chalé de seu pai. De uns tempos para cá, dormir era luxo para aquela garota. Isso se devia por sua ligação direta com a morte. O chalé de Érebo era sombrio, sim, mas hoje estava especialmente tenebroso. Nada, absolutamente nada era possível de se notar. A não ser... asas? Asas, eram asas, mas o dono delas também não era perceptível aquela escuridão, mas aquilo não era necessário. Solaria não confundiria por nada o seu mestre.

- Solaria, – disse ele em tom majestoso. – minha pupila mais nova. Lembre-se do que eu digo, pois isso mudará o destino de muitos, se não de todos. Não posso lhe dizer o que deve fazer, meu mestre deixou claro que isso não é permitido, mas terá aqui tudo que precisas, apenas reflita com atenção.

As asas se fecharam e se comprimiram até transformar-se apenas em sombras, deixando um pequeno cartão aos pés da cama de Solaria. Nele, se lia:

Os monarcas crônidas regem,
Mas a guerra sangrenta é inevitável
E a morte os segue
.”

† † † † †

Seu corpo balançava, rangendo o móvel, procurando uma posição boa para finalmente conseguir dormir. E conseguiu. Hipnos fala mais forte quando lhe convém, na hora certa. O que era para ser uma noite tranqüila foi desmantelada por visões assombrosas de um tempo remoto, com pessoas que ela não sabia que existiram um dia, e algumas ainda existiam.

Nada era realmente claro para ela, apenas visões destorcidas, de momentos diferentes, que teriam que ser juntados para fazer algum sentido à sua mente cansada, e ainda sim necessitava de um tremendo esforço. Primeiramente, um homem apareceu, diante de uma mulher muito bonita, de cabelos brancos, mas não cabelos brancos de velha, pois suas feições não aparentavam, de modo algum, idade. Seguindo com o pesadelo que mudaria sua vida, este homem carregava um objeto que reluzia, mas não era possível ver, pois era coberto por um trapo velho, marrom e rasgado. Este homem, que parecia ser o protagonista da noite, ainda apareceu mais tarde ajoelhado a um outro indivíduo, alto, tinha uma barba rala e cabelos um tanto longos. Este homem, usava um sobretudo muito elegante e temeroso e tinha um cetro, um cajado em mãos, que o deixava mais onipotente ainda. Posteriormente, para encerrar a noite, um homem maltrapilho, vestindo uma capa muito usada e rasgada, cobrindo-se com um cobertor, que nada pareceu lhe ajudar naquele dia frio, encostava-se em uma parede. As manchas vermelhas no manto que o homem tinha sobre ele denotavam um profundo sangramento, o qual foi feito à algum tempo, mas não foi cuidado, por isso estava em seu estado crítico. Mellody estava presa em sua mais terrível noite de sono, mas logo despertou.

† † † † †

Gabriella já estava dormindo. Sua respiração estava tranqüila e a garota inconsciente, provavelmente num sono perdido muito bom, pois nem mesmo se mexia em sua cama, no chalé de Íris. A devota de Hera teve sua mente invadida por alguns segundos. Vestia peças douradas e transmitia uma aura muito forte. Como um anjo, tinha asas, e mesmo sabendo que era um sonho, Gabriella sentia vontade de cair de tanto sono, perto do homem. Ele se aproximou dela e colocou-lhe a mão sobre a testa.

- Os cristais ao templo devem ser levados – ele iniciou sua fala. – e prostrados aos respectivos deuses. Esses, serão revelados pela morte a sua pupila.

Enfim, o acordar. Um pulo na cama, o espanto, não só dela, mas de todos as garotas que estavam ali. Eram duas, fora ela. Mellody e Solaria, ela reconheceu. As mensagens se juntavam, porém, ainda não faziam nexo nenhum, eram apenas imagens estranhas, e vozes que trovejavam em suas mentes... “Não!”, “Maldito”... gritos de desespero perturbavam a mente das semideusas em sintonia, que nada tinham ligado ao que quer que fosse aquilo. Era apenas vítimas. Então, no auge do pânico, quando três cristais negros se revelava timidamente em sua mochila e um pedaço de papel na cama da ceifadora, um grito entalado escapou.
Constatado. Elas estavam na enfermaria e seus sonhos não eram apenas sonhos.
Para encerrar, apenas, uma voz rouca na mente das três garotas, dizia: "Ela tentará impedir."


Aviso:
  • Cada qual é um cada qual. Portanto, sejam coerentes na sua narração, pois cada um tem consigo uma peça para resolver a missão, de forma que possam juntar.


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Convidad em Sab Jun 16, 2012 4:57 pm


Tem um fogo dentro deste coração,
E uma revolta prestes a explodir em chamas.


Meu corpo se chocou contra o chão, quando as correntes em fim cederam. O que tinha acontecido, eu nunca iria entender, mas agora eu estava livre e aquilo era o que realmente importava. Agarrei minha espada com força que estava caída no chão e toquei meus pulsos doloridos. Me coloquei ao lado de Sol de forma atenta. Sim, de fato eu estava ali de pé, mas nada vinha de graça e eu sabia disso muito bem.
Logo uma risada pode ser escutada e uma aparição surgiu das sombras, segurando suas malditas correntes e parecendo irritantemente vencedor. Meus olhos tentaram derrete-lo, mas eu não tinha esse poder infelizmente. maldito. Tinha vontade de pegar meu esqueleto amigo e dar um belo de um chute naquela bunda desgraçada, eu sentia meu corpo vibrar de ódio, mas algo me dizia que não era hora de atacar... E esse algo era Sol. O que ela queria? Que ficássemos presas mais uma vez? Mordi o lábio, contendo as mãos elétricas e trêmulas pousada ao lado da semideusa. Fitei a figura.
-Cansou de brincar de esconde-esconde e resolveu virar homem
Falei em tom frio, sentindo ar se tornando mais gélido com a presença da criatura, mas isso não era problema, pois o fogo do ódio brilhava insanamente dentro do meu corpo.




poderes,

[Nível 2]
† Regeneração Sombria I - Os filhos de Hades podem se regenerar nas sombras. A quantidade de cura depende do tempo que fica no escuro, mas varia entre 20-30 HP.
† Escoteiro das Trevas - Sabem se orientar como ninguém no submundo, assim como respirar normalmente no subterrâneo.

[Nível 3]
† Necromância - Esta habilidade permite aos filhos de Hades falar com mortos (nem sempre eles responderão). Para usá-la é necessário uma oferenda.

[Nível 4]
† Absorção Dolorosa - Quando você fere um adversário o dano nele é revertido em HP para você. A HP dependerá da intensidade do ferimento [e do narrador].
armas,

• Espada de Ferro Estígio [†Nas mãos de um filho de Hades é perfeita em precisão e dano. A cada golpe feito em monstros a espada converte o dano do monstro em energia e vida para quem a usa (se transforma em um anel) †] {presente de reclamação}

• Mini elmo do terror [†Elmo semelhante ao do Deus dos Mortos. Deixa o usuário invisível e causa terror nos adversários†] {presente de reclamação}

• Armadura grega banhada em ferro estígio [†Manto que quando colocado vira uma armadura de ferro estígio semi-indestrutível que só pode ser retirado pelo dono†] {presente de reclamação}
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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Hades em Sab Jun 23, 2012 7:52 pm

Os semideuses recreavam o homem recém trespassado pelas sombras, nada era páreo para suas correntes espectrais; e pior, seu péssimo e morto senso de humor. Sim, morto, no sentido mais literal interpretado. Seus cabelos brancos eram compridos, desgrenhados, com tranças dos lados. Seu tom de pele era lívido, com cicatrizes na face, suas mãos castigadas pelas marcas do seu preenchido passado, quando vivo. Aquele não era só um espectro, ele era um ex-cativo, um antigo servo de Cronos. Durante décadas foi severamente punido, e seu destino agora era o de pôr a prova aquelas inexperientes semideusas. Destino cruel, esse oferecido as garotas, e sem dúvida a ternura não fazia parte da descrição de seu adversário. Embora o luar colidia direto com o rosto do homem, o tornando fantasmagórico, sua aparência era meiga e calma, ridicularizando suas adversárias frágeis, de primeiro momento. Seus dentes foram se transparecendo, e eram invejavelmente reluzentes para um morto; seus olhos purpúreos esbraseavam, miravam Mellody e Solaria em calmaria. Então, o inimigo principiou um movimento giratório com as correntes. Suas mãos iam para frente e voltavam, as correntes acompanhavam seu ritmo, emitindo um barulho desprezível, como vultos em grandes velocidades. Subitamente, os barulhos cessaram, as correntes lançaram-se para longe e seu dono seguiu o mesmo caminho.

Os barulhos típicos da floresta assolaram o lugar. Animais e barulhos mínimos eram perceptíveis aos ouvidos das garotas, mas nem sinal de um morto-vivo. Quando o pior era esperado, gemidos daquele espectro iniciaram novamente, ele retornaria em muito breve. Por entre as densas e escuras árvores daquele meio envolvente que era a floresta, era possível que notasse-se um corpo se movendo. Não tinha com ele correntes, tampouco cabelos brancos e compridos. Saindo das trevas, suas feições eram totalmente nítidas: um garoto alto, não era magro, tampouco musculoso; usava roupas pretas e um leve sobretudo, também negro, por cima e uma espada de ferro reluzente preso em um cinto, que caia um pouco de sua cintura. Os cabelos negros do moleque deitavam sobre sua testa criando uma franja, enquanto uma forte aura mortal circundava-o como se fantasmas constantemente fizessem sua proteção. Aquele era o filho mais velho do senhor do Submundo.


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Nico di Angelo em Sab Jun 23, 2012 9:04 pm




Aqueles sons na floresta, que deveriam por medo em muita gente, já não me assustavam mais. Minha face neutra refletia todo o ódio e rancor que havia dentro de mim, que estava prestes a explodir em chamas. Mas não chamas comum, e sim, chamas infernais. Meu corpo estava quente, pelo sobretudo, andava calmamente sem me importar com quase nada pela floresta. Havia uma pérola negra, como a que as outras garotas supostamente também haviam. Minha respiração era calma e demorada, acompanhando o ritmo dos sons da floresta. Grilos, corujas e outros barulhos comuns eram perceptíveis para qualquer ser humano, ou sei lá o que. O som daquele espectro cessara, indicando que ele havia ido embora. Saí da escuridão e fitei o rosto assustado e o corpo aparentemente ferido das garotas, que acabaram uma diálogo bem atrativo com aquele espectro. A luz da Lua que refletia o sol batia no meu rosto, o iluminando e deixando bem a mostra, mais que meu próprio corpo. Eu parecia uma cabeça "flutuante". Meus olhos que também estavam refletindo o luar, brilhavam e cada movimento ou piscadela. A aura que me cercava, me dava uma certeza de que estaria sendo protegido por fantasmas, ou algo do gênero. Girei a espada na mão e logo voltaram os sons daquele espectro. Não teríamos muito tempo até ele voltar, não sabia ao certo o que fazer, talvez surgisse algo na hora certa.Gabriella, já teria ido embora há muito. Gabriella foi requerida em outro lugar. Não disse mais nada, somente fiquei parado com minha espada em punho, estaria preparado para qualquer coisa, como sempre estive. Minha face estava neutra, não sentia mais medo de nada, e continuaria assim.





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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Convidad em Dom Jun 24, 2012 11:38 pm


Tem um fogo dentro deste coração,
E uma revolta prestes a explodir em chamas.




Meus olhos fitaram friamente a imagem irritantemente assombrosa parada diante de mim e Solaia. Eu juro que queria avançar naquele monstrinho desgraçado, mas estava ao máximo tentando seguir o ato da semideusa em paz e amor e.e' Os cabelos esbranquiçados da figura refletiam a fraca luz da lua naquela paisagem noturna, o tom de sua face, o modo como nos olhava, como se tivesse ganhado, como se fôssemos apenas crianças assustadas, me traziam sensações nas quais eu sequer imaginava a existência. Em parte porque talvez ele estivesse certo. Eu estava completamente confusa com tudo o que vinha acontecendo e me sentia perdida. Olhei em volta à procura de Gabriella, mas não pude encontrar minha amiga. Senti o desespero me tomar e com os olhos frios fitei o homem a minha frente. O que ele havia feito? Meu corpo entrou em um desespero mortal quando o vi movimentar as correntes. Automaticamente recuei um passo em medo de ser aprisionada mais uma vez no metal mortífero, mas não. O homem sumiu nas sombras, levado por sua própria arma. Em outras palavras, havia fugido. Olhei para Solaia de forma inconformada esperando que ela dissesse alguma coisa, porém, minha atenção foi tirada para muito além disso. Passos. Não muito longe de onde eu estava, puderam ser ouvidos na noite até então silenciosa. Meus olhos se encaminharam na direção dos barulhos, onde logo em seguida pode ser vista uma silhueta. Não havia correntes consigo, nem mesmo semelhanças com o homem até pouco diante de nós. Era um garoto. Provavelmente mais novo do que eu, eu não tinha certeza. Meus olhos pararam frios e curiosos sobre sua imagem, apertei o cabo de minha espada pronta para me defender, eu não confiava em mais ninguém, poderia ser só um truque... Até que senti um certo arrepio tomar conta de mim.
O garoto era terrivelmente familiar. Não pelo fato de eu já tê-lo visto antes, mas sim por seus traços me lembrarem... Um certo alguém. Na verdade, seus cabelos negros, pela esbranquiçada e olhos de par com o tom noturno, me faziam lembrar o próprio Hades, que havia tido a sorte de conhecer em pleno meu primeiro dia no acampamento. Senti um arrepio tomar conta de mim. Seria aquele...? Ele disse que Gabriella não estava mais ali, ergui uma sobrancelha para o garoto me sentindo completamente na defensiva, o que ele estava fazendo ali? Teria alguém o mandado? Bufei.
-Obrigado pela notícia, senhor obvio. -Resmunguei o observando cuidadosamente. -Pode nos dizer pelo menos quem seria você?
Logo depois de pronunciar minhas palavras, os sons familiares puderam ser ouvidos. Senti meu corpo se arrepiar. Boba fui eu em pensar que o espectro havia realmente desistido da luta e ido embora com o pedido de piedade de Solaia. Ergui minha espada já pronta e atenta para qualquer golpe e olhei rapidamente para o garoto que se posicionava não muito longe de mim. Ele tinha uma aura o protegendo... Uma aura forte... Eu sinceramente esperava que ele estivesse do nosso lado, para que pudessemos ter alguma chance, caso contrário, não poderia ficar atenta em me proteger do espectro e ainda ficar atenta quanto o garoto. E assim, estaríamos realmente perdidas.


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[Nível 3]
† Necromância - Esta habilidade permite aos filhos de Hades falar com mortos (nem sempre eles responderão). Para usá-la é necessário uma oferenda.

[Nível 4]
† Absorção Dolorosa - Quando você fere um adversário o dano nele é revertido em HP para você. A HP dependerá da intensidade do ferimento [e do narrador].
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• Espada de Ferro Estígio [†Nas mãos de um filho de Hades é perfeita em precisão e dano. A cada golpe feito em monstros a espada converte o dano do monstro em energia e vida para quem a usa (se transforma em um anel) †] {presente de reclamação}

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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Thanatos em Qui Jun 28, 2012 8:11 pm

A filha de Hades poderia muito bem reconhecer a aura de seu próprio pai, forte e densa, emanando do garoto que estava à sua frente. Eles trocaram algumas palavras e, antes que Nico pudesse respondê-la, a risada do ser pálido e de olhos vermelhos recomeçou a soar no ambiente. Era uma risada sádica que atravessava as árvores, arbustos e qualquer criatura que estivesse na floresta, chegando estridente aos ouvidos dos campistas. Com o tempo, o barulho que antes era uma risada começou a ecoar e se transformar em algum tipo de zumbido de insetos. Para os filhos de Hades, o zumbido era acompanhado de uma mancha turva, como se realmente houvesse ali um enxame que os bloqueava a visão, confundindo seus sentidos e fazendo-os cair de joelhos. Solaria, por ter o lado espiritual mais forte, demorou mais para sucumbir ao barulho, tendo tempo o suficiente para ver, entre duas árvores, o ser que os atormentava, observando-os com a face abaixada e a sua irritante expressão de maníaco. Em alguns segundos, ela também caiu de joelhos, a paisagem sofrendo de um brilho branco que começava no horizonte e chegava até a ceifadora, cegando-a completamente.

Spoiler:

Os três pareciam estar sonhando, mas seus sonhos estavam unidos. Não estavam mais de joelhos, separados, no meio da floresta, mas em pé, um do lado do outro, ombros com ombros. Estavam no que parecia ser uma terra desolada, um deserto negro, vasto. Poderia ser extremamente parecido com o mundo dos mortos, não fosse o fato daquele novo plano ter um céu. Um céu vermelho e por onde cruzavam labaredas voadoras, verdadeiras chamas que pareciam voar, piruetando entre as nuvens de cinzas. Não haviam árvores, apenas restos carbonizados que formavam estruturas rochosas, altas e ramificadas. No solo, talvez um ou dois esqueletos de animais e só. Nico e Mellody podiam não sentir, mas Solaria percebia que não haviam mais sinais espirituais de nenhuma criatura viva em um raio de centenas de quilômetros, talvez não houvesse algum no planeta inteiro.

O trio vagou por alguns metros até ver, ao longe, uma placa de madeira. Era uma única placa, no meio do que parecia ser o fim do mundo. Ela era malfeita, como se tivesse sido feita de um pedaço qualquer de madeira, arrancado de uma porta, bote ou qualquer estrutura. Os três se aproximaram, naturalmente, atraídos pelo que parecia ser um convincente sinal de que havia mais alguém ali para explicar-lhes o que estava acontecendo.
Talvez fosse o calor do deserto ou a natural falta de lucidez que uma visão dessas desperta, mas os três podiam jurar ouvir, ao longe, as mesmas risadas que ouviam antes de serem levados a esse novo terreno. Risadas essas que ficavam mais fortes, mas ainda longínquas, conforme se aproximavam da placa.


Na placa, eles podiam ler os dizeres: "VENHAM E VEJAM", assim como uma seta, apontando para trás de uma pedra.


- O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela. -


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Nico di Angelo em Qui Jun 28, 2012 8:57 pm

Livin' La Vida Loca...

Postagem #646.
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Aquilo parecia um pesadelo. Apesar de já conviver com essas imagens, fora do comum, vamos dizer assim, aquilo era algo muito estranho, e difícil de explicar. Não estava entendendo nada, confesso que levei um certo susto quando ouvi as risadas daquele ser novamente, mas não ia deixar ele me abalar novamente. Ignorei a princípio a pergunta de Mellody e me foquei mais naquele homem. Ela era muito, muito branco e seu cabelo longo e também branco. Ele não me botava medo, já havia visto coisas piores, afinal de contas, eu vivo no submundo. Aquele maldito zumbido entrava nos meus ouvidos, me forçando a ajoelhar, junto com Mellody, parecíamos estar em sintonia, era difícil de explicar, mas eu sentia algo nela... Junto ao local de onde vinha o barulho do enxame, eu podia enxergar uma mancha turva, me deixando ainda mais fraco, eu diria. Coloquei as mãos nos ouvidos tentando tapá-los, aquilo estava ficando muito insuportável. Aquilo seria um sonho? Sei lá, eu não sabia responder. Estava muito confuso tentando decifrar aquilo, o que estava acontecendo, onde a gente estava... Mas de uma coisa eu sabia: Já não estávamos mais naquela floresta do início. Uma nova paisagem havia tomado conta do local, parecíamos estar num local que eu conhecia muito bem. O submundo, bom, se não fosse aquele céu, que desmentia minha teoria. Labaredas de fogo passavam por ele, como um foguete, fazendo uma dupla com o vermelho, por trás das labaredas.
As árvores, que antes compunham o cenário de uma floresta sombria e barulhenta como outra qualquer, já haviam sumido, dando lugar a outro tipo de cenário. Estruturas de rochas, e muito altas agora enchiam o local. No solo, nós pudíamos ver alguns esqueletos de animais, que talvez haviam morrido carbonizados, como as árvores, que agora, estavam em cinzas no chão. Andamos um pouco, devido o fogo que passava no céu o local era muito, muito quente, e me fazia suar dentro do sobretudo. Em um movimento, o deixei cair no chão, mostrando a camiseta preta que estava por baixo. Bom, aquilo não adiantaria muito, mas ia ajudar.
Sorri e joguei a cabeça pro lado arrumando o cabelo que fazia uma franja, me impedindo de ver claramente. Me lembrei da pergunta de Mellody e respondi Meu nome é Nico. Nico di Angelo. Filho de Hades. Sim, eu me orgulhava e muito desse fato. Girei a espada olhando para a Placa, que agora estava na nossa frente. Suspirei e girei a espada, e ergui a mão, da onde surgiu um esqueleto. Com cuidado, fui até atrás da pedra, sempre com cautela...
Off:
Spoiler:
† Stalfo Evoker I- Pode invocar cinco esqueletos para guerrear por você, eles usam armadura, machado e escudo. Cada esqueleto tem 50 de vida e energia e duram até 3 rodadas.







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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Thanatos em Seg Jul 02, 2012 7:22 pm

Nico caminhava até a rocha com cuidado. Tanto cuidado que se distraiu em relação ao seu lacaio esqueleto. Foi o grito de Mellody, chamando sua atenção, que o fez parar e olhar. O ser de ossos, quase no mesmo instante em que tocara o solo, começou a sofrer um tipo de transformação. Seus pés assumiam uma coloração escura, negra. Ele passava do branco e amarelado para um preto forte, cor de carvão puro. Conforme a transformação continuava, subindo pelas suas pernas, ele ia se contorcendo até se quebrar. Os pedaços que se quebrava, porém, não caiam. Pareciam continuar fixos, mudando de cor e se alongando. O corpo do esqueleto ia mudando e girando, girando, girando. Os braços, para cima, ramificavam-se várias vezes. O crânio implodia, esmigalhando-se e reestruturando-se como um novo galho que se ramificava. Em poucos segundos, em frente aos três, havia acontecido com a criatura o mesmo que, eles tinham certeza, acontecera com a quase totalidade dos seres que, um dia, habitaram aquele mundo. A árvore, feita de carvão puro, ia se desintegrando com a simples força do vento.

Os garotos olharam ao redor e, aterrorizados, perceberam novamente: A quantidade de árvores no deserto era grande. Solaria, Mellody e Nico acharam melhor continuar seu caminho e terminar a inspeção na pedra. Não havia nada atrás dela. Nada além da outra face daquele deserto de pesadelos. Eles voltaram para a placa e qual não foi a surpresa dos três ao perceber que ela não mais estava lá. No seu lugar, a cerca de 30 metros, havia um conjunto de televisões antigas e quebradas. Pareciam ter sido tiradas do ferro velho. Estavam totalmente enferrujadas, como se o menor toque pudesse infestá-los com tétano. Aproximaram-se curiosos.
Nas telas, estavam os mesmo dizeres, mostrados em cor de sangue em meio aos chuviscos de estática: VENHA E VEJA! Solária, ao tocar um dos botões, percebeu que o mesmo deixara sujo seu dedo de sangue. De fato, sangue escorria de cada brecha e fresta dos antigos aparelhos, vaporizando em uma fumaça negra ao tocar o solo.

As televisões, de repente, começaram a passar imagens. Uma a uma, foram revelando noticiários e jornais de todo o mundo. Eram de seu mundo natal, tinham certeza. Podiam ver conhecidos apresentadores dos canais americanos e canadenses, assim como pontos turísticos e marcos mundiais. As imagens, apesar de variadas, mostravam quase as mesmas coisas. No Brasil, campos de soja e laranja secavam até morrer. Uma nuvem de insetos havia se formado no Egito e, aumentando exponencialmente, estava atravessando a região do Oriente Médio, já afetando metade de Ásia. Os Estados Unidos havia perdido todas as suas reservas de produtos agrícolas e cinco novas espécias de epidemias com potencial pandêmico haviam sido descobertas, uma se desenvolvendo em cada continente. Podiam perceber muitos dos âncoras e repórteres tossindo frequentemente. Mellody podia jurar ter visto o cara da BBC com um pano sujo de sangue no bolso do paletó.
Uma a uma, as televisões começaram a mostrar a mesma imagem. Era o acampamento meio-sangue. Os campos de morango e as florestas estavam perdendo a cor. Os morangos apodreciam rapidamente e o barulho de gafanhotos era ensurdecedor, idêntico ao barulho feito pela risada do ser de cabelos brancos, o barulho que os havia trazido para aquele lugar.


De repente, as imagens da televisão mostraram uma cena conhecida. Eram os três meio-sangues caídos na grama da floresta. A grama estava adquirindo um tom amarelado e as árvores murchando. Conforme o barulho de grilos aumentava, fazendo com que os três, novamente, caíssem de joelhos com a visão turva, podiam ver suas imagens, na televisão, se contorcendo. Solaria, como na vez anterior, resistiu mais do que os outros, o suficiente para ver, em um dos televisores, a imagem dos cristais negros que possuíam e, em outra, a imagem do templo do acampamento. Flashes de estátuas de alguns deuses, os submundanos, apareceram à sua mente e, depois disso, um breu total. Um a um, os três cederam ao barulho e suas visões escureceram totalmente.
Os três iam acordando. Abriam os olhos e podiam ver que ainda estavam no mesmo local onde haviam caído. Mellody olhou ao redor e, com um susto, avisou os companheiros. As árvores e a grama estavam morrendo, assim como eles haviam visto nas telas, na visão. Podiam sentir o cheiro da podridão dos frutos e o barulho dos gafanhotos ao longe. Algo estava errado. Como eles poderiam ter tido uma visão daquilo se estavam desacordados? Todos, em meio a tanta confusão, não pararam para perceber que os cristais negros brilhavam em um tom púrpura e que, no chão, havia uma trilha, levando na direção do templo, entre o mato amarelado, que possuía o mesmo tom de brilho.


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Nico di Angelo em Qua Jul 04, 2012 11:06 pm

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Droga. Aquilo parecia brincadeira. Minha vontade era de pegar aquela coisa que aparecera a pouco, rindo de algo, possivelmente de nós, e jogá-lo diretamente nas profundezas do Tártaro. Cerrei os punhos com raiva, depois de ter guardado Stygian e confesso que me assustei com o grito escandaloso de Mellody. Me virei rapidamente e logo vi o esqueleto adquirindo uma coloração negra, e ia quebrando pouco a pouco. Começou a girar, e não parava mais, só de olhar eu já estava ficando um pouco tonto. Fechei os olhos e suspirei. Aquelas coisas já pareciam inúteis para mim. Precisava começar a chamar reforço de verdade, algo como cão infernal. Enfiei as mãos no bolso e fui ouvindo aquele esqueleto inútil, se transformar em uma "estátua" de carvão. Uma pequena brisa passou o varrendo, como se fosse um pequeno grão de poeira, que era varrido e jogado no lixo, sem utilidade alguma. O local era deserto, literalmente, somente com algumas daquelas árvores pretas, morrendo, que pareciam que ia cair com um mero toque, ou quem sabe um sopro. Ao longe, avistamos uma porção de televisões, aparentemente estavam velhas e todas quebradas, como se alguém por perto (Como se houvesse alguém vivo ali) estivesse fazendo um tipo de reciclagem. Estava longe, à uns 30 metros, então não pude ver direito. Caminhamos cautelosamente até elas, mas não havia nenhum ser vivo ali além da gente. Suspirei e cocei a sobrancelha por um momento, enquanto olhava as televisões, já de perto.

Pensei em tocá-la, mas seria burrice. Toda aquela ferrugem, poderia nos contaminar só de ficar perto, talvez. Não entendia muito de doenças, mas sabia que era muito perigoso. Somente observei de braços cruzados, e meus olhos cerrados naquilo. Se nada vivo ficaria ali, por que diabos a gente ainda estava vivo? Nada fazia sentido pra mim. Talvez meu pai ou outro alguém pudesse me explicar. Mas um contato nessa situação estaria fora de cogitação. Logo, as televisões começaram a mostrar imagens de todo o mundo. Epidemia de doenças, insetos, pragas de plantações... Estava um verdadeiro caos. Arqueei uma sobrancelha e balancei a cabeça negativamente de braços cruzados. Uma a uma, elas começaram a mostrar imagens do acampamento. Os morangos, murchando, a grama, ficando amarela, assim como as árvores. Era uma cena realmente triste, mas eu não ligava. Não morava ali.

Eu não moro lá, mesmo... Nem no mundo mortal, vivo no submundo Ri. Um riso falso, leve e rápido, que serviria pra esconder o que eu estava sentindo, realmente. Um sentimento de tristeza. Fechei os olhos por um momento e logo os abri. Incrivelmente, a gente estava lá. No meio da floresta, caídos, sem poder fazer nada. Solaria, resistia e não conseguia entender. Mas logo, todos nós cedemos, e caímos no chão, devido ao barulho ensurdecedor. Abri os olhos e estávamos no mesmo lugar. Aquilo brincava com minha mente, e eu só queria uma explicação, no mínimo, razoável. A gente parecia 3 insetos insolentes, que cruzavam o caminho de um gigante que não se importava com nada, e nos esmagaria. Peguei a espada me apoiando nela pra levantar e girei, a colocando de volta em minhas costas. Mas que porcaria é essa?! Exclamei olhando em volta, e percebendo um brilho púrpura no chão, agachei examinando Ei, o que é isso?







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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Thanatos em Seg Jul 09, 2012 6:13 pm

O jovem semideus viu a trilha marcada, brilhando púrpura. Conforme tentava se mexer, o chão aonde pisava parecia afundar. Ele soltava um tipo de musgo com cheiro repulsivo e textura estranha. O musgo parecia ter vida, saindo sozinho das brechas feitas pelos pés do semideus no chão. Solaria e Mellody pareciam estar tendo os mesmos problemas. Os três cristais negros mostravam algum tipo de atração mágica pela trilha roxa, como se quisessem que os meio-sangues a percorressem. Um a um, eles ouviam barulhos embaixo do solo que pareciam ficar mais altos com o tempo. Era um tipo de borbulhar, como algo subindo. Não só isso, mas o solo ficava mais mole. Uma voz ecoava em suas mentes:

"Vocês não sabem no que se meteram. Vamos brincar!"

Era a mesma voz do homem de cabelos brancos. Também era a energia dele que emanava do local. De cada célula viva morrendo nas árvores, de cada parte do ar que ia se poluindo como que por mágica, de cada chaga que parecia se abrir na pele dos campistas, vinha a energia dele, como se ele estivesse se espalhando, causando tudo aquilo. Solaria sabia, era uma energia parecida com a que vinha daquele planeta deserto em que haviam sido mandados na sua visão.

De repente, abaixo deles, irrompeu pelas brechas do solo uma enorme bola de musgo. Ela saia aos poucos, abrindo mais e mais o chão e formando uma bola de gosma quase sólida. Dela saíam inúmeros braços, pernas e rostos humanos. Era um material preto que avançava contra os campistas, fazendo enormes barulhos com suas passadas devido ao seu estranhamente grande peso. Devia ter mais ou menos uma vez e meio o tamanho de Nico. Com um movimento de um dos braços, ele arremessou uma bola de muco na direção do filho de Hades, ficando menor após isso. A pedra que portava, o cristal mágico, parecia falar dentro de sua cabeça:

"Não tente ganhar essa luta. Apenas siga a trilha com vida"


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Nico: HP - 190; MP - 190
Solaria: HP - 100; MP - 100
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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Nico di Angelo em Ter Jul 10, 2012 10:50 pm

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Aquele chão me dava até uma sensação de... Sei lá, não tem como explicar. Mas parecia que eu estava pisando na areia movediça, e aquela gosma que saía me deixava preocupado. Aquilo se transformaria num globo e nos engoliria, talvez? Bom, acho que já estava pensando alto demais. Tudo bem que ser filho de Hades, e ter que lutar com monstros e blá blá blá não era muito "normal", digamos assim.

A voz daquele homem de cabelo branco ecoava na minha mente. Eu queria dizer que não sentia medo, mas um certo arrepio gelava minha espinha e soprava na minha alma. Ou o que restara dela. Fechei meus olhos enquanto caminhava sem olhar pro chão. A energia sombria daquele ser entrava em minha pele pelos poros, era algo indescritível, e também, odiável. Queria poder não sentir nada daquilo, ser mais forte e poder acabar com tudo isso. Eu era, somente precisava despertar meu poder.

Quando já estava despreocupado, algo foi saindo das brechas que o solo ofereciam. Todo aquele musgo se juntava num material preto repugnante. Vários rostos humanos, pernas e braços saiam, como se aquilo fosse uma mistura de vários cadáveres. Bem, não queria uma confirmação. Era bem mais alta que eu, parecia ter mais de 2 metros, e lançara uma bola de muco em mim.

Quando vi aquela coisa nojenta vindo em minha direção, rolei para o lado, na tentativa de sair da frente da bola. Saquei a Stygian mas a voz que parecia vir do cristal, ecoava na minha mente. "Não ganhe essa lute, siga sua trilha com vida..." isso estava me perturbando. Talvez eu não tivesse chance contra aquilo. E bem, acho que teria que salvar minha vida. Olhei para as garotas e pensei. Droga... Me perdoem, garotas. Fechei os olhos por 0.001 segundos e guardei a espada, correndo para a trilha púrpura no chão, o mais rápido que podia, e sempre afastado do monstro, e as vezes, olhando para trás para não ser pego de surpresa.








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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Thanatos em Qua Jul 11, 2012 8:45 am

O mostro, assim como parecia, não era nada rápido. Estando longe dos campistas, o seu único modo de ataque era disparar pedaços de muco ou tentar se espalhar e cercá-los. Nico tentou contra atacar, mas, tanto pelo seu próprio senso comum quanto pela voz dentro do cristal, que parecia ter consciência própria, guardou sua espada e se esquivou para longe, em direção à trilha roxa. O monstro, com sucesso, havia conseguido cercar as outras duas meio sangues, não tão sortudas ou ágeis. Nico havia abandonado as duas ali para poder sobreviver. Sentia como se devesse carregar a culpa de suas mortes por toda a sua vida, mesmo não parecendo se importar com isso. A verdade era que ele se importava com sua irmã, que iria morrer agora e por sua causa. O filho de Hades segurava firme o seu cristal roxo, como quem acreditava que ele, colocando-o nessa situação, poderia tirá-lo.

Inesperadamente, o cristal começou a brilhar. Nico já estava seguro, no começo da trilha, quando virou de costas para olhar para o local de onde viera. O monstro nada mais era do que uma bola de gosma. Dentro dele, entre os várias corpos, Nico podia ver a silhueta das duas meio-sangues. Mas como poderia ver a silhueta sem uma fonte de luz ? A verdade era que, dentro dos bolsos das duas, os outros dois cristais também brilhavam na mesma intensidade roxa. O brilho era cada vez mais forte e o monstro parecia sentir isso, já que se contorcia de poucos em poucos, até romper ao meio, fazendo um enorme estrondo. O musgo caiu quase líquido no chão, os corpos bolaram, se espalhando, e as duas meio sangues estavam lá, completamente sujas, mas vivas. A voz na cabeça de Nico voltou:

"Não tenho mais forças para regenerá-las. As levarei à enfermaria e trarei novos companheiros para você. Depois disso, ficarei totalmente sem forças..."

Assim, em uma nuvem de energia, tanto Mellody quanto Solaria desaparecem de uma vez, sem deixar rastros. Tudo que sobrou das duas foram os seus respectivos cristais, que caíram no chão sem fazer barulho. Nico ficou algum tempo, ainda na trilha roxa, olhando em volta. Será que a entidade havia ficado sem energia até mesmo para trazer novos meio-sangues ? Como que respondendo à sua pergunta, ressoou pela floresta o que parecia ser duas pequenas explosões. Uma havia sido bem perto de Nico, ao seu lado, e a outra vinha do meio da trilha. Ao lado do filho de Hades, dentre as árvores, apareceu seu próprio irmão, mais um. Sebastian, ainda com suas roupas casuais, mas com todo o seu arsenal, estava ali, na sua frente. Do outro lado, pela trilha, vinha o filho de Érebo, James. Os cristais, deixados no chão aonde estavam as duas garotas, voaram em direção aos novos integrantes do grupo, que os agarraram.

A entidade parecia só poder substituir meio-sangues com energias similares. Havia retirado uma cria de Hades e uma de Érebo, inserindo outras duas dos mesmos deuses. Tudo o que restava a Nico era explicar a situação aos dois e seguir a trilha.


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Sebastian C. Lestrange em Qua Jul 11, 2012 9:19 am

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Nada é eterno. O café esfria, o cigarro apaga, as pessoas mudam.


Algo... algo me trouxe até um lugar cercado por árvores. Meu corpo sentia-se pesado, e foi aí que me girei para ver a razão:Eu estava devidamente equipado com todas as minhas armas. Ainda estava confuso e atordoado, girando a cabeça várias vezes e deslizando ambas as mãos por ali, como se eu mesmo estivesse procurando uma explicação descente.
Mesmo continuando confuso, circulei meu braço direito até minha cabeça, e tirei dali meu gorro, que logo foi se transformando em uma lança semi-indestrutível. Segurei-na em uma região intermediária, e ergui-a para o alto, como se procurasse uma posição confortável para segurar. Golpeei boa parte das árvores que se encontravam em meu caminho, na intenção de abrir mais ainda a trilha. Olhei para baixo, e notei que continuava com vestes casuais.
- M-mas... que diabos é isso?-ainda havia praguejado algo em Grego antigo, como "Di Immortales!".
Finalmente havia chegado ao final da trilha; não era bem o que esperava. Havia um garoto de cabelos negros com a pele pálida, uma réplica mais jovem minha. Olhei para o outro lado, e tumultos como os de matas sendo afastadas eram ouvidos, com facilidade.
Deveria ser outra pessoa, mais um campista. O garoto de cabelos negros me parecia familiar, só que não era do Acampamento. Nunca havia visto um rapaz com características iguais a dele. Por fim, olhei reto, procurando saber a razão de vossa chegada. Porém, havia sido surpreendido; um cristal havia aberto voo até mim. Ele não parecia ser conduzido por um telecinético, mas sim, ele parecia voar por vontade própria até mim. Agarrei-o, apenas por precaução, mantendo-a comigo. Então passei a segurar o cristal apenas com a mão esquerda, e com a direita, segurava a lança. Mantinha-me ereto, mas ainda assim, nervoso.
- Olá. Hã, sou Sebastian- lutava para não parecer bobo, e sim, severo.- Q-quem são vocês?- havia gaguejado; para consertar este erro, girei a lança de maneira extraordinária, como se tentasse mostrar que não sou idiota.



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Re: O Novo Imortal

Mensagem  James Macarthur em Qui Jul 12, 2012 1:24 pm

Algo me disse à partir do momento em que coloquei os pés no chão, pela manhã, que meu rumo deveria ser a floresta. Em geral, pressentimentos de semideuses eram relevantes e decidiriam seu destino. Eu, como não corria do meu, então, após me arrumar e vestir a camisa laranja do Acampamento, fui para a floresta. De maneira comumente, eu gostava daquele lugar porque bons pensamentos me corriam quando eu desviava das árvores que se colocavam em meu caminho. Além disso, elas interrompiam a luz do sol - que me incomodava demasiadamente, diga-se de passagem - e não falavam demais, ou nem ao menos falavam, o que era bem melhor. Meus passos eram pacientes, assim como meu estado de espírito; leve. Logicamente as sombras me faziam bem, meu pai as criou; contudo, eu era moderado ao citá-las, pois algumas boas impressões eram e não passavam disso. Momentaneamente eu apreciava algo mais que as trevas, como a sensação de sua espada colidindo com a de um oponente. Era como se no momento decisivo do coiote para capturar o papa-léguas, o galo para no exato tempo, e o coiote não consegue parar e o ultrapassa, saindo de terra firme e parando no ar, prestes a cair do despenhadeiro. Ele sabe que não pode fazer nada e que vai cair, suas pernas se movem no ar para tentar voltar, mas ele cai, todos sabem que ele iria cair. Eu era o coiote, em termos, e ainda que minhas pernas se movessem rapidamente, eu queria e sabia que continuaria para qualquer lugar em que era requisitado.

Eu continuava a passos curtos, quando meu próximo passo, numa fração de segundos, se estendeu de tal maneira que, mesmo eu ainda permanecesse na floresta, estava num lugar totalmente diferente, eu sabia. Dei conta que não estava sozinho, devido a uma aura tão sombria quanto a minha, e por puros reflexos ergui a mão direita quando um cristal negro sobrevoou até ela. Observei o artefato e senti a aura positiva e negativa que nele se misturavam, assim como o frio e o quente, produzindo tornados e chuva. Um certo vigor eu diria, e teria continuado assim se uma voz não me interrompesse. "- Olá. Hã, sou Sebastian. Quem são vocês?" - ele tentava ser imponente o suficiente para colocar medo, mas não obteve muito sucesso comigo. Sorri de leve e guardei a pedra no meu bolso, caminhando um pouco mais a frente para que os outros pudessem me ver, embora eu enxergasse no escuro e pudesse perceber que eles também.

- Me chamo James Macarthur, Sebastian. - apresentei-me, constatando se minhas armas estavam realmente ali, logo continuando a frase. - Muito prazer. - tentei transparecer uma voz amigável e pouco intimidadora para eles, afinal de contas, não queria inimizades de momento. Retirei, ainda, a camiseta do acampamento meio-sangue, deixando apenas minha armadura negra e justa no corpo, que já estava vestida por baixo. “Não precisarei disso” – resmunguei, mais para mim do que para os demais.

Intrigado, confuso, perdido. Sim, de fato eu estava, nada como ser teletransportado subitamente para outro lugar, sem alertas ou um mero aviso. Entretanto, na minha ligeira passagem como minha senhora Nêmesis, aprendi que coisas aconteciam para que coisas ainda maiores aconteçam posteriormente. Ainda que a sobrecarga em nossas cabeças pesem nossos corpos, devemos nos manter firmes e apoiados, porque se você pisar no barro, vai afundar. Aquilo não me surpreendia mais, o jogo interessante dos deuses para com campistas.





Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.
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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Nico di Angelo em Qui Jul 12, 2012 1:55 pm

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Isso iria virar uma festa, talvez? Poxa, bem que poderiam aparecer mais 2 garotas, e não homens. Enfim, isso não era hora pra esse tipo de pensamento. Confesso que levei um certo susto ao ver os dois. Depois do monstro que deixei pra trás, eu já não duvidava de mais nada. Peguei a Stygian e deixei a lâmina encostada no chão, o raspando com a espada. Olhei para o rapaz que se nomeara Sebastian, e em seguida para o outro, que se apresentava também. Fiquei quieto e joguei o rosto pro lado, ajeitando a porcaria do cabelo. Coloquei a espada nas minhas costas e abri a boca Sou Nico. E devo dizer que sua lança não nos assusta, Sebastian. Dei um sorrisinho cínico e abaixei a cabeça. Vi o cristal voando até a mão de James. Seriam eles os "definitivos", aqueles que ficariam com os cristais até o fim disso tudo? Sei lá. Isso estava muito estranho. Peguei o cristal de meu bolso e o observei. A energia dele, eu podia senti-la, era algo muito forte, porém, que se diminuía cada vez mais. Como se fosse o poder de um campista, que ao abusar de seus poderes, caía exausto no chão, tendo que ser praticamente carregado para um repouso. A aura dos dois garotos se assemelharam a minha, talvez tivéssemos algum grau de parentesco da parte de Deuses. Porém, eu sentia que a minha era mais forte que a dos dois. Ergui a cabeça e comecei a andar, seguindo a trilha e passando por James, enquanto suspirava. Parece que eu ia ter que bancar uma de contador de história Eu explico no caminho. Vamos. Disse em voz alta, enquanto continuava andando. Aquele lugar já não me dava mais medo






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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Thanatos em Sex Jul 13, 2012 7:29 am

Nico contava de suas visões com Mellody e Solaria, antes das duas serem substituídas pelo cristal. Falou da terra devastada, dos dizeres na placa, das televisões e das pragas e doenças que, provavelmente, estavam soltas no mundo naquele exato momento. A verdade era que nem mesmo o filho mais velho de Hades sabia o que devia fazer ali, com os cristais. A única coisa que sabia, aparentemente, era que eles teriam de ser levados a algum lugar e, qualquer que fosse, aquela trilha de brilho púrpura parecia os conduzir até lá. A caminhada era bem extensa. Os três tiveram tempo de ver as árvores ao seu redor ficarem progressivamente mais fracas e quebradiças conforme o tempo passava. O constante zumbido de gafanhotos e outros insetos variava de quase inaudível a estupidamente alto. Ao passo que percorriam a trilha, as árvores eram substituídas por antigos pilares gregos. Muitos estavam em ruínas, ainda em pé, outros quebrados no chão e outros ainda inteiros, envergados. Eles estavam se aproximando de uma área bem antiga do acampamento. Era o coração do seu lar, de onde ele havia originalmente se espalhado e crescido. Eles estavam se aproximando do Templo.

A trilha roxa continuava escadarias acima, porém, diferente. Ela subia também pelas paredes e por quase toda a extensão do próprio templo, como se ele mesmo estivesse brilhando por completo. Os três meio sangues estavam, ainda, no início da escadaria, quando ouviram um barulho estranho de pancada.

"Vocês não deveriam se intrometer nos assuntos divinos desse modo... Ainda mais com quem é bem mais velho que os pais de vocês"

Era uma voz feminina que adentrava na mente dos garotos. Parecia ter tanta força que balançara bastante um grupo de árvores ao redor deles. Sebastian, olhando com atenção, para o azar do trio, percebeu que não havia sido a voz. Um ciclope vinha daquela direção, derrubando as árvores, já extremamente fracas, enquanto andava. Tinha em uma de suas mãos uma grande clava de metal e, na outra, apoiada no ombro, carregava uma outra criatura. A mesma pulou do ombro do gigante, caindo um pouco distante de Nico, sem atacar. A quimera apenas rondava o grupo, analisando-os com cuidado. Sebastian e James, por terem recebido recentemente os cristais, não conseguiam perceber algo diferente nos mesmos. Nico, porém, sentia que a energia deles ia diminuindo aos poucos. Em breve ela sumiria e eles seriam apenas pedaços de jóias inúteis. Eles teriam de ser os mais rápidos possível ali.

Nico (HP: 190/190 , MP: 190/190)
Sebastian (HP: 130/130 , MP: 130/130)
James (HP: 170/170 , MP: 170/170)

Ciclope (HP: 500/500)
Quimera (HP: 400/400)


Última edição por Thanatos em Sab Jul 14, 2012 12:07 pm, editado 1 vez(es)


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Sebastian C. Lestrange em Sex Jul 13, 2012 9:40 am

Aquele dia estava indo de muito mal a muito pior. Primeiro, eu havia julgado o tal "Nico" como apenas um guri e nossa razão de vir até esta região era apenas para salvá-lo, seja qual for a ameaça. O outro rapaz, que optou por ficar um tanto isolado de mim e de Nico se chamava James. Não tinha só isso, claro, mas o sobrenome dele me soou algo estranho; esqueci depois de uma fração de milésimos de segundos. Mas por fim, largamos os cumprimentos e seguimos rumo trilha afrente. O menos jovem da missão(que eu ache), Nico nos explicou histórias de visões com fato principal sendo uma garota chamada Mellody, e outra chamada Solaria. Resolvi ficar apenas calado e ouvir todas as explicações que ele tinha para nos dizer. Pouco depois, contou também sobre uma tal 'Terra Devastada', contou de uns dizeres em uma placa, de televisões e de pragas e doenças. Não estava muito ligado no assunto, mas com certeza, aquelas pragas já haviam se espalhado pelo mundo. "Mesmo assim, prefiro ficar na minha cama do quê com um guri mais inteligente do que eu, e um esquisitão ali. ", pensei, forçando para meus parceiros de missão um sorriso, que eu não conseguia ver, obviamente, porém eu sabia que ele estava torto; esse era o máximo que eu consigo fazer para esticar ambos as extremidades dos lábios para seus lados opostos.

Olhei para Nico e joguei a lança para uma região mediana de minha mão oposta, a esquerda, e então cutuquei-o. Sabia que ele não iria olhar, mas mesmo assim, ditei:
- Ei...- por alguns instantes, me visei esquecer o nome do pequeno, mas ainda assim, consegui lembrar.- Nico. Você sabe para onde estamos indo, ao menos? Aonde essa trilha nos leva?- tentei não ser agressivo nas palavras, rasgando-as de lado pra lado; Não sei como, mas eu faço isso quando me sinto bem estressado. Com certeza, só fiz esta pergunta por conta que esta trilha era bem extensa, e eu já me sentia cansado; com energia apenas para manejar minhas armas e talvez realizar meus poderes e habilidades. Insetos que pareciam se esconder nas gramíneas mais altas fizeram seus zumbidos, tendo atração especial na voz irritante e incansável do gafanhoto.

A cada passo que andávamos, surgiam espécies de pilares, sejam eles de que idade/raça/estadia for. Haviam muitos em ruínas, porém, muitos também em pé, outros no chão, e daí vai. Mas foi aí que notei que essa área não me estranhava. Esses pilares me lembravam algo do Acampamento Meio-Sangue, sim, estávamos. No Templo, talvez. Ainda surpreso, continuei a seguir a trilha; que agora se apresentava como uma espécie de escadaria. Elas subiam pelas paredes e por quase toda a extensão do templo, como se... ele estivesse brilhando? Sim, e ainda mais por completo. Estava já focado em subir mais rápido para poder sentar em um dos degraus mais afrente, para descansar nem que seja um pouco, e então fui interrompido por um barulho estranho de pancada. E em seguida, meio que uma voz feminina adentrou a minha mente, ditando:
"Vocês não deveriam se intrometer nos assuntos divinos desse modo... Ainda mais com quem é bem mais velho que os pais de vocês"Olhei para frente, e vi árvores sendo derrubadas. Parecia que a voz teria feito isso, mas analisei com pouco mais de atenção, e vi um Ciclope abrindo caminho usando sua força bruta. Olhei com dó para as árvores, e em seguida, já transformei meu gorro ilustrado com desenhos dos Vingadores em um Elmo, semelhante ao Elmo de Hades.

Olhei com mais atenção ainda e percebi que ele estava armado com uma clava e com uma... criatura monstruosa? Sim, meus olhos haviam observado isto. Ela pulou do ombro do monstro e caiu um pouco distante de Nico, mas mesmo assim, não atacou-o. Manejei a lança de maneira engenhosa e com maestria, girando-a para manter uma proteção enquanto meu manto se transformava em uma Armadura semi-indestrutível. Quando estava totalmente equipado com meus devidos itens, ativei a magia de meu elmo e fiquei invisível seja a olho nu ou ao outro tipo de olho. Me isolei dos demais e permaneci um tanto isolado de meus amigos, e sim, do lado da Quimera. Quando for o movimento oportuno, que ela estiver distraída em James ou Nico, fincarei minha lança com ambas as lâminas dela(Ferro Estígio e Bronze Celestial) no pescoço da monstro, tirando-a dali apenas quando for interrompido.
" Oi pai. Cá estamos de novo. Por favor, me ajude neste meu golpe, pai. Lhe peço. Pelo bem de meus amigos.", orei para Hades, ainda manejando a lança no corpo da Quimera, caso ela seja atacada, claro.
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Re: O Novo Imortal

Mensagem  James Macarthur em Sab Jul 14, 2012 9:57 am

Não hesitei em intimidar Nico quando este passou do meu lado, com qualquer objetivo que ele tivesse de inspirar medo na minha pessoa, de me acovardar. Ambos sabíamos que não daria certo, eu era filho do criador das Trevas, ele era filho do atual dominador delas. Porém, eu tinha comigo que se me mostrasse amigável demais - o que de fato eu era - para ele, daria motivos para que depois viesse a me enfrentar em defronte. Eu não era fraco, e bastava deixar isso evidente para qualquer um, porque eu não pisaria no calo de ninguém, desde que não fizesse o mesmo comigo. Observei atentamente o garoto de Hades passar do meu lado, resmungando qualquer coisa a qual não dei atenção de princípio, mas me movimentei e fui vagarosamente andando atrás dele, com os ouvidos alertas, seja para o que ele iria me contar, seja para o que seres escondidos naquela floresta também quisessem me "contar". Sebastian fez o mesmo e se uniu a mim, em termos, porque me encarava como se eu fosse fora do comum para ele. Eu era um filho de Érebo, afinal de contas.

As protagonistas da peça provavelmente deveriam ser Mellody e Solaria, filhas de Hades e Érebo, respectivamente, tendo ainda a figurante filha de Íris, a qual não foi tão referida. Em geral, eu não conhecia ninguém no acampamento, nem tampouco seus genitores; contudo, pude sentir a falha na voz de Nico ao citar Mellody, o que provavelmente era denotativo que havia um instinto fraterno entre eles, porque, de certa forma, eu tinha a capacidade de ler a alma das pessoas, e o sentimento não expressado por elas quando falam, ainda que Nico fizesse isso. Solaria... bem... ela era minha irmã, e pude observar isso quando o cristal dela acelerou-se para minhas mãos. Está certo que tinha ele comigo a pouco tempo, mas eu ainda conseguia sentir o calor e a energia que ela transmitiu para aquele artefato. Pelo visto o filho de Hades ocultou algo que o abalava ali. De todas as formas, deixei o vento levar tais pensamentos e me detive a associar a explicação de Nico sobre a placa, a televisão, terra devastada e a imprecação desordenada pelo mundo. Informações pouco associáveis, diga-se de passagem, ainda mais quando ruídos de insetos me perturbavam de uma forma tão estúpida que comecei a contar os barulhos nos passos à ouvir o que Nico nos tinha a dizer. Em minha alienação, não pude deixar de mirar os lábios de Sebastian, ligeiramente se abrindo num sorriso um tanto quanto sarcástico, depois disso me perdi em minha própria e fútil contagem.

Nos meus passos fechados, entretido à contagem estúpida, não percebi que a madeira das árvores era trocada por pedras de pilares. Sem dúvida andamos muito, e ainda andávamos, mas eu ainda não reuni informes o suficientes para descobrir para onde iríamos. Sebastian novamente interrompeu meus pensamentos, quando não contentou-se em ficar calado e exibiu-se ao passar a passar a lança de uma mão para a outra, provocando seu irmão. Ele deveria ter seus aproximados 15 anos de idade, o que o tornavam verdadeiramente um carinha que gostava de ter a última palavra. - Ei... - ele iniciou a frase, sendo interpretado por mim como uma pura simulação para fomentar uma afronta entre eles. - Nico. Você sabe para onde estamos indo, ao menos? Aonde essa trilha nos leva? - findou a frase com uma pergunta totalmente prescindível, apenas ao exprimir do semblante de Nico. Descobri em meados do caminho que estava cansado, assim como Sebastian e Nico, embora eles não cedessem a ponto de, no mínimo, ofegar.

Fomos andando e eu fui assistindo os monumentos gregos que faziam parte de nossa trajetória. Alguns eram tão antigos que apenas pedaços deles espalhados pelo solo. Dariam pilares são magníficos quanto os inteiros, eu devo dizer, bastava apenas um olhar diferente para eles, e eu conseguia construí-los na minha cabeça. Outros, que ainda tinham resquícios de esplendor, formavam um caminho óbvio para nós, que levava a uma enorme escadaria. Meus olhos subiram os degraus e eu assumo que por pouco não praguejei, embora o faria se não fosse severamente cortado por uma voz feminina. - Vocês não deveriam se intrometer nos assuntos divinos desse modo... Ainda mais com quem é bem mais velho que os pais de vocês. - a tal voz feminina me alertava, uma voz que invadia minha cabeça e desvendava todos os lugares escondidos por mim. Sim, logo a ficha caiu, eu estava no Templo, ainda no Acampamento Meio-Sangue, pelo que bem sei. Eu estava dando voltas, afinal de contas? Nem sequer deve ter uma estátua de Érebo lá dentro, a troco de que me trariam ao templo? Como tinham monstros lá dentro?

Pelos meus ouvidos, em fração de segundos foi perceptível a queda de uma árvore e o barulho das folhas voando e da madeira se rompendo. Estava explicado, então. Um ciclope vinha vindo e demolia como um trator tudo que se oponha no seu caminho. Sua figura ficava mais terrificante a cada novo passo que ele dava, do modo desajeitado que ciclopes costumavam ser. Primariamente, pude ver em uma de suas mãos, uma enorme clava de metal que tinha pelo menos o meu peso; na outra mão, um... Bicho de estimação, talvez. Apoiado no ombro, o bichinho saltou e nos rodeou, com seu corpo de leão. Pude ver a expressão espavorida de Nico di Angelo; entretanto, eu tinha certeza que o medo dele não eram bestas mitológicas que queriam nos aniquilar. Coloquei a mão no bolso e senti a pedra ali, ainda pulsando fraca, e percebi de imediato o motivo pelo qual ele recuava. Em questão de segundos, minha outra mão agarrou o cabo negro da minha espada, a lâmina era bem curta, mas logo que entrou em contato com as sombras, desenvolveu-se significantemente. Posicionei a lâmina no centro de meu rosto, separando-o em dois lados, e não pude deixar de sorrir com a circunstância.




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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Nico di Angelo em Sab Jul 14, 2012 3:31 pm

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Sorri ouvindo a pergunta de Sebastian. Eu na verdade também não sabia para onde iríamos, e nem o que íamos fazer ao certo. Somente aquilo que havia visto nas televisões ainda com Solaria e Mellody. Olhava para os lados atentamente, com Stygian em minhas mãos. A gente estava no templo? Acho que sim. Pilares destruídos, outros ainda intactos, mas como se um simples sopro pudesse acabar com eles. Nada ali me intimidaria, tinha passado por muita coisa e tive que amadurecer muito mais cedo, apesar de já ser bem "velho", com a morte de Bianca, eu tinha ficado sozinho. Meus únicos amigos não podiam me ajudar agora, e eu sentia a energia do cristal cada vez mais fraca. Como se nós tivéssemos uma ligação, sei lá como era isso, é muito difícil descrever. Acho que depois de tirar Mellody e Solaria dali, e trazer os outros 2 garotos, ele teria usado todo seu poder e acabado sem forças. Seu poder ia diminuindo pouco a pouco e eu sentia que deveríamos ir logo. Precisamos entrar no templo com os cristais. E isso tem que ser muito rápido, sinto que eles perdem a força a cada segundo Disse já cansado. Não ofegava e não demonstrava nada, não ia deixar que um cansaço tomasse conta de mim e nos fizesse ficar preso lá. Talvez isso acontecesse caso a gente não conseguisse.

A voz feminina ecoava na minha mente, arrancando os pensamentos mais obscuros e profundos, do lugar que eu não queria que se revelasse. Desde aquele dia na escola militar que Bianca se uniu às Caçadoras de Ártemis. Eu entendia o lado dela, mas isso me deixara muito triste. Depois, a perdi. Aquilo acabou comigo e fiquei muito triste, confesso. Somente meus pensamentos ruins vinham a tona naquele lugar, enquanto aquela voz invadia minha mente e vasculhava cada centímetro do meu cérebro. Apalpei o cristal sentindo sua energia já muito baixa. Passos destruidores foram ouvidos. Um filho de Poseidon, um ciclope, aparecera, talvez com seu animalzinho de estimação. Ele tinha uma clava e usava somente uma tanga, o que seria mais fácil. Logo que vi a Quimera saltando pra perto de mim, entrei em posição de ataque, pensando que ela viria para cima de mim. Estava com medo, não dos monstros, claro e sim dos cristais, e o que aconteceria se a gente não conseguisse. Fui me afastando um pouco da Quimera enquanto vi Sebastian se tornar invisível e fiquei afastado da quimera, mas perto do ciclope, e não o suficiente pra ele esticar a clava e acabar me esmagando. Coloquei a espada a frente do meu peito e a segurei apenas com uma mão. Com a outra, abri bem e uma bola de fogo infernal com um tamanho razoável surgia, e a lancei no único olho do Ciclope, com a intenção de cegá-lo ou quem sabe, matá-lo.
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Precisamos ir rápido, os cristais estão perdendo a força









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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Thanatos em Sab Jul 14, 2012 4:17 pm

- Precisamos ir rápido, os cristais estão perdendo a força

Ecoaram as palavras de Nico. Sua bola de fogo rápida havia atingido o olho do ciclope de surpresa. O gigante levou a mão livre até o olho, ficando momentaneamente cego e desorientado, enquanto balançava a clava de metal em direção a Nico, batendo perto dele. Com o impacto, Nico caiu no chão, bem perto da Quimera. O ciclope dava passos aleatoriamente, como se buscasse os campistas pelo cheiro. A cada passo, um novo pequeno tremor era feito. Ele balançava a clava no ar, na altura de seus tornozelos, para tentar acertar os meio-sangues.

- MEIO-SANGUE RUIM! OLHO QUEIMA! MATAREI TODOS!

Sebastian havia ficado invisível e se esgueirado para perto da Quimera, com a lança em mãos. Sua lança possuía duas lâminas, e era bem leve, o que possibilitava uma vasta gama de ataques de grande dano. A criatura, porém, ainda conseguia farejá-lo com sua cabeça de leão, enquanto a cabeça de dragão carregava uma rajada de fogo em sua garganta, fazendo com que os olhos da parte reptiliana da criatura brilhassem em um laranja intenso. Procurando o meio sangue, ela balançava as três cabeças em direções diferentes, tentando travar aquela que seria correta. Enfim, pareciam ter encontrado o garoto, mas tarde demais. Ele havia se aproveitado da distração da criatura perante o seu desaparecimento e atacou com a lança. Acertando a cabeça de bode, arrancou-a e, no segundo golpe, perfurou a barriga da criatura, que havia levantado o tronco. O seu golpe desestabilizou a mira da criatura que, com as suas chamas, queimou apenas o ombro de Sebastian, atacando também com as garras no seu peito. Sebastian caiu para trás e se pôs agachado, ainda invisível. A criatura agora havia movido as suas cabeças. No lugar do buraco onde havia a cabeça de bode, não havia mais nada. Ao invés disso, as duas restantes, de leão e de dragão, haviam se distribuído igualmente.

James era o único que não havia feito seu movimento inicial. Sebastian mantinha a atenção da Quimera e Nico havia acabado de cegar o ciclope, pronto para continuar com a ação. A clava do ciclope estava sendo balançada com força, indo em direção a James. Seria fácil para ele se esquivar, mas o ciclope já estava recuperando a visão. Logo logo, ele estaria de volta na batalha com força total e com bem mais raiva, o que era um grande problema.
Os cristais nos bolsos dos campistas agora pulsavam ainda mais fracos. Além disso, o brilho no templo estava começando a se esvair. Era uma questão de tempo até aquela presença que os três sentiam dentro dos cristais ir embora e toda aquela luta não ter razão alguma.

Nico (HP: 190/190 , MP: 180/190)
Sebastian (HP: 110/130 , MP: 130/130)
James (HP: 170/170 , MP: 170/170)

Ciclope (HP: 450/500)
Quimera (HP: 300/400)

Quimera:
Ciclope:




Última edição por Thanatos em Sab Jul 14, 2012 8:00 pm, editado 1 vez(es)


- O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela. -


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Sebastian C. Lestrange em Sab Jul 14, 2012 5:28 pm

Meu golpe havia sido considera mais ou menos neutro, ou então algo do tipo. A Quimera havia conseguido lançar alguma parte de sua grande energia de rajada de fogo em meu ombro; senti arder, arder bastante, como se eu fosse o prato principal de um Churrasco, no entanto, precisaria ser queimado sem dó nem piedade, para tornar-me mais apetitoso. A sensação de ser queimado não é legal, acredite, você não se sente mais um semideus, assim como eu não me senti mais um príncipe do Mundo Inferior. Virei as orbes para meu ombro direito, local afetado pelo ataque da Quimera, e percebi que estava feio, mas não o suficiente para inutilizar este braço. Pelo menos, sentia que ele poderia servir por mais algumas rajadas de fogo. Seguidamente, olhei para a Quimera; comparei ambos os estragos, e o meu parecia ter derrotado o dela. Ela se encontrava sem uma de suas três cabeças, coisa que me indignou.

Olhei para minha lança e visei sujeiras minúsculas de sangue, sendo elas apenas gotículas, que talvez pudessem ressecar e ficar por ali para sempre, tornando-se apenas algum detalhe da lança. Olhei para James, e fixei meu olhar ali por alguns segundos, dividindo minha íris esquerda em seu lado direito e minha direita em seu lado esquerdo, reparando que ele não tinha dano algum, sinal que ele tampouco havia se movido. Girei a cabeça de esquerda a direita, em um sinal negativo; se ele estava esperando sua vez ou não para atacar, mesmo assim eu estava bem decepcionado. Enquanto Nico lutava com o Ciclope ás pressas, e eu sentia a imensa dor de queimar o ombro direito, aquele gótico estranho totalmente tatuado estava parado, movendo sua Espada contra o vácuo, como se estivesse treinando. A hora de treinar não era aquela. Fixei meu olhar no piso de onde estávamos, e me lembrei bastante do Mundo Inferior. Imaginei da entrada, sendo recepcionado por Caronte até os Elísios, o provável final daquela Terra que ninguém desejava ir, mas ainda assim, era ali onde todos tinham destino, querendo ou não.

Fuzilei o chão com o olhar, tentando fazer com que algo surgisse dali, mais necessariamente, queria que guerreiros Esqueléticos, conhecidos como Stalfo erguessem do Submundo e me ajudassem ou pelo menos distraíssem a Quimera. Fechei os olhos e fui contando mentalmente:"1...2...3...JÁ!", e então ouvi abalos sísmicos da região onde fixei meu olhar fuzilante; estiquei a pele que guardava minha íris para o alto, e entanto, vi; um grupo de cinco Stalfos se erguiam de um enorme buraco, como zumbis invocados por um dos feiticeiros macabros dos filmes antigos, tendo apenas uma motivação: Destruir, destruir, destruir. Um segundo objetivo? Esmagar,esmagar,esmagar. Eles também pareceram sentir meu cheiro, mas dei leves pisadas ao solo modificado pelo homem como sinal para que eles não se aproximassem. Finalmente, abri um sorriso, mesmo com que ninguém conseguisse olhar, e ditei:
- ATACAR!

Aproveitei que todos eles foram atacar a Quimera em conjunto, e me escondi, ficando um pouco do lado da cabeça de Dragão. Tentei me movimentar ao máximo, para isolar o cheiro de semideus e dificultar as coisas para a Quimera. Na hora certa, enquanto elas tenham se distraído suficientemente nos guerreiros criados por mim, eu empunharei a lança no pescoço da cabeça Draconiana, na esperança de arrancá-la daquele corpo. Não sabia o motivo, mas estava extremamente e profundamente sedento por ver a gotícula de sangue de tom amarelo e brilhante; este era o tipo de sangue dos Monstros, que era pouco diferente do sangue dos imortais, sejam eles deuses, titãs, gigantes, tanto faz.

Olhei para James, e balancei a cabeça para cima, assentindo alguma coisa. Era a hora certa para ele me ajudar, e finalmente, juntos finalizarmos aquele monstro quão rebelde que saíra do Tártaro apenas para ser aniquilado mais uma vez. Era agora uma corrida contra o tempo, e eu precisava mais do que tudo de alguma coisa para ajudar meu ataque.


Considere:
† Absorção Dolorosa - Quando você fere um adversário o dano nele é revertido em HP para você. A HP dependerá da intensidade do ferimento [e do narrador].
† Stalfo Evoker I- Pode invocar cinco esqueletos para guerrear por você, eles usam armadura, machado e escudo. Cada esqueleto tem 50 de vida e energia e duram até 3 rodada.
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Re: O Novo Imortal

Mensagem  James Macarthur em Dom Jul 15, 2012 12:11 am

- Precisamos ir rápido, os cristais estão perdendo a força - foram as últimas palavras emitidas em voz oscilante, por Nico. Tínhamos pouco tempo, muitos riscos e obstáculos que se colocavam em nosso caminho, como gigantescas pedras, colocadas por um ser incerto, provavelmente que queria nossas cabeças por um motivo maior. Eu estava a muito pouco tempo ali, e já tinha consciência de que nossa principal meta era demolir outra, isto é, alguém tinha um objetivo maquiavélico por trás dos panos, panos os quais me custavam entender quais eram. Me custava ainda mais compreender a voz feminina, a tão misteriosa e familiar voz que explorou meus íntimos; ou talvez o fato de enviarem uma Quimera, sendo esse último fato o mais intrigante, considerando que em poucos minutos de batalha pude ver os irmãos de Hades em ação, quase derrotando seu inimigo. Porém, alguém não esqueceu da minha presença ali.

Meus olhos estavam fechados, eu me encontrava no centro do ringue e ainda não tinha sido atingido pelas bombas que os adversários jogavam um no outro. Concentrava todo o poder das sombras do meu meio envolvente em minha mente, distribuindo para o meu corpo em seguida. Vislumbrava e tentava projetar momentos de meu pai no Tártaro, pensamentos os quais me levavam ao êxito sempre que eu manejava as sombras, aventurando-me a tê-las como minhas aliadas, uma extensão de minha espada; meu sustento. Entrementes a meus pensamentos cada vez mais profundos, a batalha se sucedia, até eu sentir um calor fora do comum esquentar meu rosto; uma fagulha pegar minha armadura. Minhas pálpebras ainda suspendiam minha visão, embora eu pudesse sentir algum dos dois semideuses caindo no chão, seguido de um estrondo e um berro. Passos pesados tremeleavam o solo, ainda pude sentir aos meus pés uma misera rachadura se abrir. - MEIO-SANGUE RUIM! OLHO QUEIMA! MATAREI TODOS! - vociferava o ciclope, dando-me ainda uma narração completa e sucinta do que ocorreu.

Um rugido deu continuidade ao combate, este que eu não estava nem como participante, nem como expectador. Em poucos segundos, minha circulação sanguínea era tão veloz quanto meu desejo de usar aquela espada que empunhava ia aumentando. Nessa breve meditação, era como se eu possuísse meu pai ou Nêmesis como meus guias, e minha confiança para com eles era extrema, não iria decepcioná-los ou provar o contrário. As dobras dos meus dedos ficaram brancas quando apertei o cabo negro da arma, meus olhos rapidamente se abriram ao som de uma voz. - ATACAR! - a tal voz me disse e em reflexos avançados, me inteirei de todos os golpes. As roupas de Sebastian, no peito, estavam rasgadas e com marcas da garras, além das centelhas de fogo em seu ombro. A besta, porém, pareceu a mais afetava, e saiu no prejuízo em uma cabeça de bode, ao enfrentar os filhos de Hades. Nico, por sua vez, jazia caído no chão, levantando-se em seguida.

As esferas que eram meus olhos, então, direcionaram-se para a frente e se focalizaram no que estava por vir. Minha carne era tão apetitosa quanto a dos meus "companheiros", afinal? Pelo sim ou pelo não, o ciclope não estava brincando quando meneava a enorme clava de metal em minha direção. Diferentemente da Quimera, eu só possuía uma cabeça e queria ela no lugar. Ainda que o ciclope estivesse com a visão turva, era muito maior que eu, e suas dimensões aumentavam de acordo com a sua aproximação à mim. A lâmina negra de minha espada que dividia meu rosto, também cortava, ilusoriamente, o gigante de um olho só. Jamais, olhando para aquela arma, poderiam imaginar que ela faria algum estrago, aparentava mais um brinquedo de plástico nas mãos de uma criança, por mais que gozasse de sua forma pontuda.

Meus pés foram retrocedendo, vagarosamente, à medida que o monstro se aproximava de mim. Passos curtos que, menos velozes que o ciclope, aos olhos de outro não seriam boa estratégia. Sebastian me observava, como um pedido desesperado e enraivecido de auxílio. Mas não, eu não o ajudaria, preferiria uma peça ganha do que arriscá-la em outra que poderia ser colocada em segundo plano, levando em conta que dois cavalos do tabuleiro poderiam enfrentá-la. Eu olhava para as crateras vazias do ciclope, enquanto seu olho na testa me olhava também, recuperando aos poucos sua visão. Num acesso de poder, quando meus pés estavam suficientemente perto de um pilar caído, subi nele e alcei a espada. Com um salto, levei minhas mãos para trás e depois novamente para a frente, como um impulso, indo na direção contrária da massa do meu adversário. Enquanto a arma dele foi para minha antiga localização, eu avancei para o lado, afim de cortar o braço vazio da besta, no momento em que minhas mãos recendiam de puro poder sombrio e a lâmina da minha espada se desenvolvia ainda mais. Após isso, virei-me e tentei cravar a lâmina em seu crânio. Ele não poderia bloquear, era gordo demais para isso, assim como sua massa era deveras pesada. Ainda sim, eu não tinha ciência de sucesso ou fracasso, apenas efetuei meus movimentos com o objetivo de eliminá-lo.


Armas e Equipamentos em uso:
Darkra Blade: Espada feita de sombras que cresce ou diminue sua lâmina de acordo com a vontade do usuário. Quanto mais escuro o ambiente, mais afiada é a lâmina da espada;
Dermathoi: Uma armadura feita de um material negro que fica totalmente justa ao corpo. É de grande tenacidade e reduz os impactos causados por ataques físicos.

Poderes e Habilidades em uso:
Perícia com Espadas: Justiceiros de Nêmesis possuem uma maestria única no manuseio de espadas dos mais variados tipos, executam seus movimentos e golpes com extrema habilidade e maior perfeição quando estão utilizando tais armas;
Perito Assassino: O filho de Érebo é perito no manuseio de armas como katares e hidden blades. Com tais armas são mais precisos e conseguem executar movimentos com grande habilidade;
Trevosidade Natural: Como filhos das trevas, filhos de Érebo tem seus poderes e habilidades aprimoradas quando estão em um ambiente sombrio, além disso também conseguem enxergar normalmente em ambientes escuros e se aprimoram durante o período noturno;
Elegância: Os filhos de Érebo possuem uma extrema elegância, sendo dificílimo abalá-los emocionalmente ou fazê-los perder sua postura, cabeça sempre erguida, coluna ereta e olhos intimidadores geram o respeito alheio;
Equilíbrio Emocional: O Justiceiro possui um grande equilíbrio emocional, nunca se exaltando em suas emoções e sempre mantendo-se estável, um dom importante nos instantes decisivos e que exigem auto-controle do individuo;
Reflexo Extremo: Justiceiros possuem uma capacidade de reação a estímulos externos extremamente avançada, podendo desviar de ataques extremamente rápidos e surpreendentes que o peguem desprevenido;
Trevosfera: Consegue concentrar quantias de escuridão em sua mão formando esferas formadas por trevas. Estas podem ser lançadas contra algum corpo.



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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Nico di Angelo em Seg Jul 16, 2012 4:41 pm

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Fiquei com ódio. Aquele ciclope era MEU! EU ia acabar com ele. Enfim, nem dei muita bola, a gente teria que acabar aquilo logo, antes dos cristais se esgotarem. Se a força deles acabarem agora, todo nosso esforço teria sido em vão. Fui me afastando da linha de ataque do ciclope, vendo que James daria conta dele. Olhei pra Sebastian apreensivo e girei a espada nas mãos, sempre atento ao ciclope, e olhando pra quimera. Estendi meu braço pra ela e fiz a metade de uma concha com os dedos. Fechei os olhos por um segundo me concentrei, nas sombras, no submundo. Imaginando as almas que eu sempre via, e meu pai, me direcionando energia, pra que eu pudesse vencer a batalha. Toda aquela energia, entrando em chamas. Chamas negras e verdes, que se misturavam. Abri meus olhos e eles pareciam arder no mesmo fogo da minha imaginação. Logo, uma rajada contínua de fogo infernal saía da palma de minhas mãos, durando uns 8 segundos, somente na direção da Quimera. Eu ia fazer churrasco de Quimera. Queria acabar com aquilo logo.
Spoiler:
† Fogo Fátuo Intermediário








DID I FIGHT A LOT WITH THALIA, SINCE SHE WAS A DAUGHTER OF ZEUS?
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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Thanatos em Seg Jul 16, 2012 10:22 pm

Sebastian havia invocado os seus minions infernais. Os esqueletos cresciam do solo como plantas super-fertilizadas, desenterrando-se com velocidade. Ao mesmo tempo que retiravam suas partes da grama, retiravam também pedaços de armadura, espadas e machados. Seguindo fielmente o comando de seu mestre, levantaram suas armas e avançaram na Quimera. A criatura carregou um bafo de chamas e o direcionou ao primeiro esqueleto. Esse, não tendo carne ou coisa alguma organicamente fraca ao fogo para se preocupar, apenas continuou seu caminho e cravou sua espada na cabeça de dragão, que estava ocupada demais cuspindo fogo. Pouco antes de cair, com os ossos carbonizados e duros no chão, havia completado seu objetivo, atingindo-a no chifre e atordoando a cabeça de dragão, a espada atravessou as escamas. Sua ponta emergia agora na parte inferior da mandíbula da criatura. Ela não parecia voltar a cuspir fogo tão cedo.

O segundo e terceiro esqueleto avançaram nas pernas dianteiras do bicho. A quimera se pôs em duas patas e afundou em cima dos dois, quebrando-os no chão e fazendo um enorme barulho. Ela logo começou a se movimentar. Mesmo para uma criatura grande como aquela, com tantas cabeças, eram oponentes demais. Ela possuía um dos crânios arrancados - o de bode - e o outro praticamente inutilizado. Com a cabeça de leão, soltou um poderoso rugido. O rugido não só parecia ensurdecer os três campistas, inutilizando sua audição por algum tempo, como fazia os ossos dos outros dois esqueletos vibrarem e caírem, destroçados no chão. Até o próprio solo à frente da quimera rachou com o som. Sebastian tinha sorte por ainda estar à uma distância razoavelmente segura do bicho. Ainda ficou com a audição danificada e um pouco atordoado, mas bem o suficiente para realizar o seu ataque.

Com um giro rápido da lança, aproveitou o corte feito pelo esqueleto na cabeça draconiana e a arrancou fora. Ele havia inserido a ponta da lâmina bem no meio do corte e o atravessado novamente, torcendo e puxando a arma de modo que a cabeça viesse com ela. A criatura parecia entrar em uma fúria descomunal. Com um pulo, se jogou para o lado, para longe de Sebastian. O buraco feito em seu corpo, como o da cabeça de bode, se fechava. A cabeça de leão crescia e tomava o lugar de todo o pescoço do animal, como se sempre tivesse havido apenas uma cabeça. Com outro pulo, investiu uma cabeçada em Sebastian, de modo que ele fosse parar perto de James e Nico. A fera, então, pulou na direção dele, ficando sobre Sebastian. Deitado e com os braços presos pelas patas da criatura, sentia a baba da cabeça de leão pingar no seu rosto, junto ao sangue da fera. Ele enfim tinha o que queria: gotas de sangue do animal. Aquilo, porém, não era o melhor modo de consegui-las. Podia sentir a cabeça de serpente, na cauda da fera, subindo-lhe pela perna, pronta para dar-lhe um bote. Foi quando uma luz verde e azul, quente, incindiu sobre a criatura.

Nico estava próximo. Observava James atacar o ciclope com fúria. Talvez fosse apenas o fato de não querer que o filho de Érebo roubasse sua presa mas, naquela situação, aquele era um pensamento consideravelmente inapropriado. Sentia a força dos cristais diminuindo consideravelmente. Era como se, com a força que tinham, eles tentassem efetuar pequenas ajudas aos três campistas. Nico podia sentir, além disso, a presença de outros focos de energia como aqueles cristais. Por um segundo, passou pela sua cabeça a hipótese daqueles não serem os únicos cristais e que, provavelmente, haveriam mais meio-sangues na mesma situação que eles: tentando chegar ao templo. Rapidamente, vendo que James parecia estar em vantagem quanto ao ciclope, voltou sua atenção à Quimera. Sem parar de tomar cuidado com a clava prateada do ciclope, correu alguns passos em direção à ela e Sebastian. Se abaixou rapidamente quando a arma do ciclope quase lhe passou a cabeça, antes de James tomar a atenção do gigante toda para si. Agora que não precisava mais se preocupar com o ciclope, usou toda sua concentração para disparar uma rajada de fogo infernal na quimera, logo quando a cabeça de cobra ia morder Sebastian. O monstro saiu de cima do garoto e recuou metros. Ficou lá, em chamas, quase caído no chão, encarando Sebastian e Nico. Com um grande impulso, pulou na direção dos dois garotos com toda a sua força e fúria.

Algo estranho parecia estar acontecendo com a arma de James. Ele corria na direção oposta à do ciclope e, quando o mesmo tentou acertá-lo com sua clava, pulou em um dos pilares e em direção ao braço livre do monstro. No ar, conforme avançava à frente, as trevas no ambiente pareciam convergir na direção de sua espada e fazê-la crescer consideravelmente. Era agora grande o bastante para cortar a mão do ciclope, que não esperava por isso. Com um movimento rápido, ele a decepou. A satisfação de James, entretanto, foi cortada rapidamente pela clava do monstro. Ele teve tempo o suficiente para levantar a clava e bater lateralmente em James, lançando-o direto pro chão. Ainda com a sua espada, em mãos, mas caído no solo, o garoto a fez crescer novamente na intensão de que ela cortasse o crânio do ciclope ao meio. O monstro, porém, também tentava acerta-lo com sua arma. O descomunal pedaço de ferro desceu rapidamente e se encontrou com a lâmina de James, de forma a parear o golpe do garoto. Com o impacto, James se afundou ainda mais no chão, fazendo nele uma cratera. O ciclope caiu para trás, em cima da escadaria do templo. A própria escadaria ainda estava iluminada com a luz roxa, vinda da energia do cristal. Uma vez em contato com ela, era como se o gigante tivesse levado um choque enorme, ficando paralisado. Seu corpo se tornava de um brilho arroxeado. Ele não conseguia se mover devido à alguma força estranha e, devido ao esforço, dava a sensação de estar tremendo. James não teria grandes problemas para se levantar e finalizar o ciclope.

"Insolentes! Não preciso que morram! Só preciso de tempo! Logo logo nada mais poderão fazer com esses inúteis pedaços de pedra!"

Ecoava a voz gélida pela noite. Todos os três podiam sentir a força arroxeada indo embora. Manter o ciclope preso era um novo grande esforço à ela. Era como se, não importando o que lhe acontecesse, ela tentasse manter os meio-sangues vivos o máximo possível. Mas o que seria isso que ela estava esperando ?

Nico (HP: 190/190 , MP: 130/190)
Sebastian (HP: 100/130 , MP: 90/130)
James (HP: 120/170 , MP: 120/170)

Ciclope (HP: 100/500)
Quimera (HP: 50/400)


- O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela. -


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Re: O Novo Imortal

Mensagem  Sebastian C. Lestrange em Ter Jul 17, 2012 10:07 am

Eu queria pedir uma pausa na batalha para ir até o Mundo Inferior e agradecer a presença dos Guerreiros Stalfo. Eles ajudaram-me em muita parte de meu ataque, e não iria deixar de considerá-los. Um dia ou outro, eu desceria até o reino de meu Pai e os agradeceria. Mas ainda assim, aquela Quimera era insistente e resistente; ela parecia não querer voltar ao Tártaro novamente. Por enfim, me visava deitado, com uma criatura antes com três cabeças, agora com duas. Baba caia dos lábios da única cabeça principal restante, e então escorria em minha camisa laranja do Acampamento; a cada passo que passava, a baba mudava a coloração de minha blusa, como sempre, quando uma camisa é molhada. Arregalei meus olhos quando vi algumas gotículas de sangue também caírem. Meu objetivo estava quase-completo, faltava apenas aniquilar aquela coisa.

Fiquei um pouco nervoso quando senti escamas de cobra percorrem meu corpo, visando chegar até mim. Tentava mover-me para os dois lados, chamar a atenção de Nico ou então de James. Tentei várias vezes, até ficar certo que eles não me ouviriam. Fechei os olhos e esperei que a Cobra me mordesse, para então a minha possível morte. Mas até perceber que não sentia mais peso algum sobre meu corpo; abri as íris, e verifiquei se a Quimera ainda estava em cima de mim. Mas não estava. Ela parecia ter recuado, e também parecia em chamas, chamas anormais, talvez chamas originadas do fogo Grego. Boatos me disseram que eu também conseguia controlar este tipo de fogo, mas ainda sequer não testei.

Uma voz. Antes que eu me aquecesse com movimentos medianos e arriscados para minha saúde, uma voz ecoou. Não havia receptado-a direito por conta de minha Audição estar um pouco danificada, graças a Quimera, mas a voz bem havia dito assim:
"Insolentes! Não preciso que morram! Só preciso de tempo! Logo logo nada mais poderão fazer com esses inúteis pedaços de pedra!"

Levantei-me, com velocidade, aproveitando que a Quimera continuava no chão. Provavelmente, havia sido um momento épico de sorte e de glória ao Nico. Ele havia me salvado da possível morte, não podia deixar de agradecer.- Te devo uma...- e pisquei minha íris direita; não costumava fazer isso, mas fiz agora. Olhei para a Quimera e a visei pegar impulso; eu tinha certeza absoluta que ela iria saltar em nossa direção, visando acertar-nos. Fixei meu olhar para o chão e me lembrei dos Esqueletos surgindo e tudo mais... aquilo me fez lembrar-me do Fogo Grego, coisa que Nico sabia manejar.

Eu a vi pular em nossa direção com toda sua fúria e força. Ergui ambas as minhas mãos e fixei meu olhar nelas. Dali, consegui ver um pouco de Fogo Infernal surgindo, como se fosse uma matéria do Planeta Terra. Joguei ambas as labaredas infernais em ambos os olhos da criatura, criando mais esferas a partir de fogo Infernal a todavia e jogando ao decorrer do corpo do monstro. Afastei-me dali enquanto continuava a jogar e jogar labaredas, ficando a uma distância consideravelmente segura para se arremessar bolas de Fogo. Olhei com um pouco de desdém e ansiosidade para Nico, mordendo um lábio.
-Arremesse esferas de Fogo Infernal na Quimera, rápido! -minha mira não era das melhores, que poderiam me indicar um prêmio como melhor atirador de Fogo Infernal.

Era possível que esse fosse nosso passaporte de ida ao Tártaro para os monstros. James iria com certeza dar conta do Ciclope, e talvez seja por esta razão que Nico havia deixado de atacar. De todas as maneiras, os Cristais pareciam querer-nos acertar um baita soco em nossa face; a voz parecia se referir aos Cristais, eles deveriam estar no Templo, não ali. Pareciam mais fracos.

Poderes:
† Noturno - Os meus filhos enxergam normalmente no escuro.
† Regeneração Sombria I - Os filhos de Hades podem se regenerar nas sombras. A quantidade de cura depende do tempo que fica no escuro, mas varia entre 20-30 HP.
† Absorção Dolorosa - Quando você fere um adversário o dano nele é revertido em HP para você. A HP dependerá da intensidade do ferimento [e do narrador].
† Fogo Fátuo Inicial - Meus filhos têm grande perícia com fogo infernal, podendo criar pequenas esferas que causam queimaduras no oponente.

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Re: O Novo Imortal

Mensagem  James Macarthur em Ter Jul 17, 2012 7:28 pm

Com um salto, a lâmina de minha espada deslizou pelo braço do ciclope facilmente, desunindo-o do corpo. Um urro colossal foi ouvido por nós, semideuses, e provavelmente qualquer um que estivesse na floresta naquele momento. O tal líquido dourado que circulava nas veias da besta esguichou algumas vezes, até mesmo em mim, depois começou a coar daquele grande talho; era denso e fluía como se possuísse grãos sólidos por entre si. Tentei, então, rapidamente, cravar no crânio do monstro, mas minha arma impactou-se à dele, pareando meu golpe e medindo forças comigo. Era evidente que eu perderia, e apenas na colisão, senti uma escala de vibrações, sendo impelido para trás, com a imensurável força que o ciclope possuía, compensação de sua desinteligência. Meu corpo foi pressionado contra o solo, pude ouvir o som de pedra trincando. Concentrei minhas forças em minha armadura, como parte de mim, e o ciclope caiu para trás, na série de degraus que supostamente levariam ao templo. De forma deveras invulgar, era como se a incomum energia roxeada que preenchia o piso da escadaria, desse-lhe um choque. Sua pele rude adquiria o tom roxo da luz que ali continha; seus membros iniciaram tremuras. Meus olhos foram consumidos em trevas, eu via agonia no ciclope, entrementes ao fluir de seu sangue dourado, gotejando e expelindo com força para a escadaria. Quando ele tornou-se incapaz de se mover, por qualquer força estranha que o estivesse mantendo preso ali, a lâmina da Darkra Blade foi diminuindo gradualmente até suas dimensões normais. Meus dedos fechavam-se e abriam-se no cabo da espada, batendo e obtendo pequenos barulhos, harmoniosamente. Na minha mente: como finalizar?

Como se uma lente de contato do tipo slow motion fosse colocada em meus olhos, tudo pareceu brando demais para que fosse real. Os bramidos do ciclope, tentando livrar-se daquela força sobrenatural que o impedir de sair dali, tornou-se pesado e moroso para se compreender, e eu não compreendi. Tudo que ali era perceptível para mim era a mesma voz de antes; feminina e pavorosa. " -Insolentes! Não preciso que morram! Só preciso de tempo! Logo logo nada mais poderão fazer com esses inúteis pedaços de pedra!" - incitava ela, colocando em jogo não só nosso sucesso, em suas palavras, mas em nossa capacidade de concluir nosso objetivo. Seria alcançado, pensei comigo mesmo. Lentamente meus olhos corriam aos arredores, tentando absorver tudo que ocorria ali, naquele momento. As expressões dos filhos de Hades pareceu focada no combate, e por isso algo sussurrava para mim que fui diretamente afetado pela voz da mulher. Somente o soar de sua voz me afrontava face-a-face. "Ela trairá você também, meu filho!" - outra voz, certamente bem masculina, me alertava. Lampejos de cor negra, verde e azul, cintilavam à alguns metros de mim, no local onde dava continuação a batalha com a Quimera. - Arremesse esferas de Fogo Infernal na Quimera, rápido! - era Sebastian esbravejando, num misto de anseio, o que soou melhor como uma ordem ao seu irmão, embora eu soubesse que aquele garoto merecia respeito, e tinha o meu.

Era de total certeza que Nico di Angelo e Sebastian Lestrange não mediriam esforços para vencer nosso adversário, eu via neles o espírito de luta; nenhum de desistência. O animal antes tricéfalo, possuía agora uma única cabeça, e creio eu que não nasceria outra no lugar. Ainda sim, eles não seriam nossos únicos inimigos, a voz gélida que me causou arrepios, não me intimidou, de fato, e sim a mensagem que se escondia nas entrelinhas. Era evidente que alguém estava vindo, evidente também que esse alguém estaria contra nós, e mais evidente que esse alguém não era esse alguém, eram "esses alguéns". Não tínhamos muito tempo a gastar, o que oferecia medo não eram as forças que se opunham a nós, eram o que eles podiam tirar de nós. Será mesmo que eles queriam apenas nosso tempo e os cristais tornariam-se obsoletos?

Subitamente, tudo começou a acelerar novamente; minhas pálpebras fechavam e abriam com força, os rugidos da Quimera eram mais audíveis, até mesmo os ruídos insignificantes da floresta eram notáveis, quando tudo passou. Notei em minhas mãos as cargas de energia trevosa. Eu não havia gastado-as, apenas concentrei-as em minhas mãos para "carregar" minha espada. Quando a ideia de usá-las me passou pela cabeça, o ciclope já tinha aceitado seu destino no tártaro. Sorri, ligeiramente, e lancei as esferas de trevas na direção do ciclope, num movimento reto com as mãos, de trás para frente. Ainda, alcei a espada e dei poucos passos até chegar perto o suficiente para levantar a espada e soltar todo seu peso e fúria na cabeça do monstro, com a intenção de acabar com sua trajetória ali, agora, o que não seria problema, considerando que nosso meio envolvente tornava minha espada afiada o suficiente para tal.


Armas e Equipamentos em uso:
Darkra Blade: Espada feita de sombras que cresce ou diminue sua lâmina de acordo com a vontade do usuário. Quanto mais escuro o ambiente, mais afiada é a lâmina da espada;
Dermathoi: Uma armadura feita de um material negro que fica totalmente justa ao corpo. É de grande tenacidade e reduz os impactos causados por ataques físicos.

Poderes e Habilidades em uso:
Passivos
Perícia com Espadas: Justiceiros de Nêmesis possuem uma maestria única no manuseio de espadas dos mais variados tipos, executam seus movimentos e golpes com extrema habilidade e maior perfeição quando estão utilizando tais armas;
Perito Assassino: O filho de Érebo é perito no manuseio de armas como katares e hidden blades. Com tais armas são mais precisos e conseguem executar movimentos com grande habilidade;
Trevosidade Natural: Como filhos das trevas, filhos de Érebo tem seus poderes e habilidades aprimoradas quando estão em um ambiente sombrio, além disso também conseguem enxergar normalmente em ambientes escuros e se aprimoram durante o período noturno;

Ativos
Trevosfera: Consegue concentrar quantias de escuridão em sua mão formando esferas formadas por trevas. Estas podem ser lançadas contra algum corpo.



Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas nos céus, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.
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