MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

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MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  David R. Feuer em Seg Maio 21, 2012 4:14 pm

MECHA VULKA
forja de david redludy feuer 
A forja Mecha Vulka do Acampamento Meio-Sangue é localizada em sua devida área no Acampamento, a área da forjas pertencentes aos herdeiros do deus da metalurgia. Mecha Vulka é pertencente ao filho de Hefesto e menestrel de Orfeu, David Blacksmith Feuer, monitor do Chalé 9, que foi licenciado pelo deus da música para manter-se no Acampamento Meio-Sangue afim de dedicar-se ao seu estabelecimento.

Mecha Vulka é composta por um espaço amplo, na entrada encontra-se uma grande porta de aspecto metálico, nela estão gravadas em uma linda letra cursiva o nome do estabelecimento, as letras parecem ter sido feitas com lava por emitirem um brilho incandescente e brilhante. Logo ao entrar é possível ver uma das áreas da forja, a área de espera onde a clientela pode se acomodar; nesta há uma série de poltronas de couro aconchegantes distribuídas em duas fileiras retas nos dois cantos do espaço, sobre os braços das poltronas algumas revistas para que os visitantes consigam se entreter. Ao final de tal espaço destinado a clientela há um balcão, que vai de parede à parede, geralmente atrás deste é onde fica o brincalhão dono da forja, David. Indo até o balcão é possível realizar um pedido de forja, sejam reparos, criações ou modificações em armas ou equipamentos. Caso seu pedido caiba a perícia das mãos do jovem ferreiro ele irá realizá-lo, para com isso há o segundo setor da forja que possui sua entrada em uma porta vaga na parede atrás do balcão de pedidos.

Atrás do balcão há um buraco no chão e uma escada que leva até uma sala subterrânea que compõe a segunda parte da forja. Há um microfone encima do balcão que fica ligado para que Dave possa escutar os clientes mesmo quando está no andar subterrâneo.
 
A parte secundária da forja é onde os trabalhos ocorrem e de único e exclusivo acesso e conhecimento de David. Nas paredes do local estão colocados alguns posteres. A área de trabalho possui algumas lâmpadas intercaladas pelo teto para iluminar o ambiente, há uma grande mesa negra onde pode se colocar as coisas com que o jovem trabalha. Para tornar o trabalho menos tedioso há um tipo de rádio ultratecnológico em um dos cantos do chão que toca músicas de rock pesado para tornar o ferreiro inspirado. Do outro lado da área e na última parede do fundo da forja estão dois armários de cada lado, em um estão os mais variados tipos de formas dos mais diversos tipos de armas e equipamentos, como moldes de espadas, escudos, peças de armaduras, entre outros; no outro armário encontram-se os blocos de materiais comprados pelo garoto na Loja de Materiais para Forja das proximidades no Acampamento. Além disso há também outros equipamentos próprios para os trabalhos metalúrgicos e uma banheira de resfriamento em um dos cantos, cheia de água gelada pronta para resfriar o metal incandescente.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Seja Bem Vindo(a) Convidado a Mecha Vulka, forja de David Redludy Feuer, faça seu pedido e espero que o resultado lhe satisfaça. Estou aqui para reparar suas valiosas armas danificadas, modificar e adicionar características as suas pertencentes armas e materializar suas ideias de equipamentos para que vocês sempre se deem bem dentro e fora do Acampamento, tudo isso por poucos dracmas. Que o metal se curve diante do martelo modelador empunhado em minhas mãos jovens porém precisas. O que seria do Raio Mestre sem o Martelo de meu pai para originá-lo? Talvez uma faísca inofensiva...
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Última edição por David R. Feuer em Sex Jun 14, 2013 9:55 pm, editado 2 vez(es)
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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  Andrew K. Maverick em Sex Jun 14, 2013 6:38 pm

O som dos meus pés arrastando-se e batendo contra o assoalho de madeira me dava uma grande nostalgia. Enfim, voltara dos meus aposentos no submundo. Enfim, estava de volta ao meu verdadeiro lar. Carregava uma sacola de pano, clara, onde levava o meu equipamento para ser trabalhado pelo dono do estabelecimento. Quase não me lembrava mais como era olhar para cima e ver um vasto e infinito azul. Já estava exausto da abóbada de pedra negra que me cobria a cabeça no lar de meu pai. O brilho das pedras preciosas e das pepitas, entretanto, eram dignas de admiração. A entrada era simples, ainda assim encantadora. A porta de metal, aberta, dava-me acesso a uma área de aguardo, com lustrosas poltronas de couro. Era acolhedor, de certa forma. "Mecha Vulka", como estava gravado com lava na porta de entrada. Os assentos estavam dispostos em filas simétricas em ambos os cantos da sala. Revistas, talvez, os acompanhassem, mas não prestei muita atenção nesse detalhe. Depois de tanto tempo longe, precisava fortalecer meu equipamento. Com minha ausência, muitos ficaram mais fortes. Apesar do meu treino intensivo no submundo, nada se comparava à experiência de campo. Não havia missões para mim onde eu estava e minha promessa de apenas ceifar os que mereciam me impedia de praticar com os lacaios de meu pai. Apesar de terem as almas sujas, não era a hora deles. Infelizmente.

O balcão largo á minha frente chamava atenção. David parecia ter estado ali a pouco tempo, sua energia impregnava na madeira e no ferro. Segui em frente, levando minha sacola sobre o ombro.

- David Feuer? A quanto tempo! Venha cá dar as boas vindas... ao seu amigo.

Corri meus olhos pelo estabelecimento, procurando qualquer sinal de David. Cerrei as pálpebras e esbocei um sorriso. Senti sua energia pulsando nas proximidades. Voltei a abrir os olhos:

- Eu realmente estou com pressa. Não vai ficar chateado se eu disser logo o motivo de minha visita, vai? Minha armadura... Disseram que você é o melhor para ajeitá-la, por aqui. E então, tranquilo ?

Falando isso, deixei a sacola no balcão e a soltei de meu ombro. Esperei que David aparecesse.


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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  David R. Feuer em Sab Jun 15, 2013 6:24 pm

MECHA VULKA
forja de david redludy feuer
Primeiramente eu removi a parte danificada de minha prótese que continuava conectado ao resto. Dividir o braço mecânico em partes havia sido uma boa ideia, tornava o concerto mais simples. Limpei os fragmentos que estavam cheios de baba de cão infernal e de óleo. Devo admitir que era difícil trabalhar com um único braço.

Com a ajuda das ferramentas e de muito fogo, eu soldei os dois pedaços fazendo-os ser um só novamente. Fiz um breve malabares para afrouxar os parafusos e remover a tampa da parte que eu acabara de restaurar. Os fios estavam danificados, por tanto os puxei e tratei de substituí-los por novinhos que acabara de achar numa gaveta. Peguei um frasco de olho com uma tampa especial para direcioná-lo somente a uma pequena parte e lubrifiquei as engrenagens internas. Serviço terminado e tampa recolocada.

Com um movimento nada delicado conectei o braço mecânico novinho em folha ao antebraço que estava intacto. Fechei os olhos e concentrei-me usando do magnetismo para firmar cada parafuso, estalidos metálicos retumbaram pelo andar. Prontinho, não era mais aleijadinho.

O alto falante começou a emitir chiados até que o som ganhou consistência numa voz de um semideus cliente que me chamava no andar de cima. Subi a escada em alta velocidade.

Emergi do balcão de frente para Andrew estampando um sorriso de orelha a orelha. Ergui o indicador metálico para ele e logo falei.

- Pode crer garotinho, sua armadura irá ficar do jeito que quiser, aliás, de que jeito quer?
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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  Andrew K. Maverick em Sab Jun 15, 2013 11:31 pm

Vi David aparecer na minha frente com um sorriso cativante. Ele parecia feliz em seu trabalho, o que tomei para mim como uma confirmação de que minha armadura estava em boas mãos. Dei dois tapas leves na sacola que trazia e que agora repousava sobre o balcão. Estendi a mão para cumprimentar David:

- É uma coisa rápida, Feuer. A armadura em questão cobre meu corpo inteiro, menos a cabeça, logo tenho bastantes pequenos pedidos. Serão como vários brinquedos extras. Chame de "Batmismo" se quiser. Só preciso dos seguintes pontos:
Lâminas retráteis nas duas braçadeiras. Quero elas bem afiadas, três em cada lado, alinhadas e curvas, para eu poder travar e desarmar oponentes. Se puder, adicione também um mecanismo nos punhos e botas que melhore ao máximo meus socos e chutes. Além disso, existe alguma forma de fazer um mecanismo que abrisse a armadura para minhas asas saírem ? Serão quatro no total.

Ao terminar, tiro a armadura da sacola. A desdobro em cima do balcão, um conjunto completo de peças mergulhadas em ferro estígio.

- Além disso, se puder usar ferro estígio, agradeço. Em resumo, então, lâminas nas braçadeiras, retráteis, socos e chutes melhorados e mecanismo para as asas. Gostaria também que a deixasse mais leve e móvel, para que melhorasse ao máximo minha esquiva e velocidade. E adicione um capacete embutido também, por favor. Trouxe comigo um modelo desenhado para que guie-se quando for reforjá-la. A chamarei de "Daedra". Ah, e junte esses dois itens, sim? Faça a corrente retrátil na ponta do cabo da foice.

Entreguei-o a minha foice, minha corrente com uma lâmina na ponta e minha armadura inteira.

Spoiler:
Vou pôr tudo numa só descrição.

No caso, tudo seria descrição extra na armadura. Ponho isso lá. Você ia retirar minha armadura como ela tá e adicionaria ela editada.
+ Lâminas
+ Socos
+ Chutes
+ Leveza, Agilidade
+ Capacete embutido à armadura
E ela seria mais ou menos assim, pra você imaginar, sei la kkkkkkkkkk
http://combatmetalhead3.deviantart.com/art/Daedric-Armor-352508568
http://blueraven90.deviantart.com/art/Daedric-Armor-Skyrim-289885618

As lâminas são retráteis e o capacete sempre fixo

E mesclar Foice + Corrente com lâmina, retrátil

Esse é o resumão =D

Faz uma descrição que inclua tudo isso que tá de boa.


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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  David R. Feuer em Sex Jun 21, 2013 10:07 pm

MECHA VULKA
the reaper mowing needs
Cumprimentei-o e anotei os pedidos do filho do rei dos mortos mentalmente enquanto olhava para a sacola onde estava a armadura. Sinalizei afirmação para o cliente erguendo o polegar e peguei a armadura.

- Um upgrade no seu arsenal saindo em alguns instantes.

Pulei sobre o buraco no chão caindo no andar subterrâneo da forja. Aumentei o volume do rádio e selecionei algumas músicas da fabulosa banda holandesa Dewolff. Retirei a armadura da sacola juntamente com a corrente e a foice e esfreguei as mãos para partir para o trabalho.

Comecei pondo duas medidas de ferro estígio na fornalha, era necessário potencia máxima para derreter aquele poderoso material. Então selecionei diversas peças em minhas gavetas, precisaria delas.

Comecei pegando um molde básico de uma cabeça humana e o cobrindo com um outro molde, este de um capacete. Despejei ferro estígio sobre o molde e ele foi ocupando os espaços dentro do molde. Utilizei uma espécie de tenaz gigantesca para prender os moldes para o capacete e mergulhá-los na bacia de água fria ao lado. Vapor d’água foi o que sobrou e tiver de repetir o processo de imersão várias vezes até que o metal esfriasse por completo.

Coloquei o molde encima da mesa e retirei o conteúdo de dentro. Enfiei a mão no bolso pegando meu isqueiro negro, com um clique fiz uma chama surgir e em um piscar de olhos uma coluna de chamas foi em direção ao capacete de forma ainda bruta. Fiz isso até deixá-lo suficientemente quente. Agora era hora de meu martelo entrar em ação, ele bateu várias e várias vezes contra o ferro estígio deixando-o em uma forma totalmente perfeita, com a ajuda de outro equipamento o elmo ficou com três afiados chifres de cada lado que tinha o tamanho crescente. Também fiz duas aberturas na frente do capacete de onde Andrew observaria. Esperei um tempo até que ele resfriasse e o levei junto do resto da armadura. Fixá-lo foi fácil com a somatória de minha pirocinese, meu isqueiro e o nível exato de concentração. Agora dos pés a cabeça a armadura lhe protegeria.

Peguei mais uma parte da medida de ferro estígio e dessa vez despejei sobre um molde que imitava a forma de seis lâminas curvadas. Levei-as para um mergulho na bacia de resfriamento e depois de algum vai e vem elas estavam frias e sólidas. Retirei as seis lâminas de dentro da forma, elas haviam ficado perfeitas. Porém eu ainda precisava afiá-las, passei um bom tempo esfregando-as sobre uma pedra bruta que eu tinha por ali. Uma por uma foram passando por minha hábil mão de metal. No fim as pontas da meia dúzia de lâminas brilhavam. Fiz o teste na parede da forja que ganhou um grande risco, estava perfeito.

Agora era minha parte favorita, a mecânica. Naturalmente já havia separado e derretido uma medida de aço para isso. Montei a armadura em um manequim especial no centro da sala de trabalho. Encaixei algumas pequeninas peças em determinadas partes para construir uma espécie de sistema interno na armadura, graças ao constante trabalho em minha prótese mecânica já estava acostumado. O mecanismo funcionaria naturalmente sobre pressão dos movimentos do ceifador, seu funcionamento faria com que os movimentos tornassem-se bem menos exigentes em relação aos músculos e bem mais potentes graças as ilimitações das máquinas. Tudo trabalharia para aumentar a força e a agilidade. Eu diria que o mecanismo combinado com a rigidez da armadura teriam por consequência socos e chutes nem um pouco agradáveis de se receber.

Também adicionei quatro aberturas nas costas para que as asas do garoto pudessem passar com extrema perfeição. Aproveitei o momento mecânico e fixei as seis lâminas curvas, uma em cada braço. As instalei de forma que pudessem ser retraídas e depois expelidas novamente, tudo isso mais rápido que um piscar de olhos. Depois de alguns testes e ajustes tudo ficou excelente.

Concentrei-me na armadura que havia criado e de olhos fechados pedi que meu pai a abençoasse com grande leveza e que conservasse os atributos anteriores. Alguns momentos se passaram até que ela emitiu um brilho intenso que cessou repentinamente. Agora ela era extremamente leve.

A ligação entre a corrente e a foice era bem simples. Abri uma incisão no cabo e deixei-o oco. Inseri a corrente pelo espaço e do outro lado ajustei o mecanismo especial. Algumas engrenagens e o mecanismo estavam prontos. Com um clique na parte central do cabo da foice um mecanismo era ativado e a foice expelia uma corrente de quatro metros pela sua base, na ponta da corrente eu inseri uma lâmina extremamente afiada que estaria também na ponta da foice quando a corrente fosse retraída.

Com alguns equipamentos detalhistas abrumei as últimas coisas minuciosas nos itens. Gostava de fazer um serviço totalmente perfeito e livre de erros. Subi as escadas com os novos itens em mão e os apresentei sorrindo para o ceifador.

- Hey bro, cá estão seus mais novos acréscimos ao arsenal. Espero que curta e que ceife uma porrada de monstrengos por aí.

Código:
Retirar de minha conta:
- 2 medidas de ferro estígio.
- 1 medida de aço.

Adicionar a minha conta:
200 dracmas.

Retirar da conta de Andrew:
200 dracmas.

Foice [Kazeshini]: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento. {tatuagem de foice no braço esquerdo}

Corrente de Aço - Um pedaço de corrente de 4 metros, que pode ser conectada a qualquer item/arma, isso permite um maior alcance no ataque. [Une-se à foice como tatuagem]

Armadura grega banhada em ferro estígio [†Camisa preta com o desenho de uma caveira que quando colocado vira uma armadura de ferro estígio semi-indestrutível que só pode ser retirado pelo dono †]

Adicionar a conta de Andrew:
• Daedra – Armadura completa semi-indestrutível de ferro estígio cheia de detalhes, acompanhada por um elmo com chifres afiados e aberturas somente para os olhos. Há três lâminas curvas e retráteis em cada braço que retalham e desarmam com perfeição. Potencializa os socos e chutes, além de ser extremamente leve e ampliar a potência de atributos físicos.

• Foice & Corrente – Uma foice do tamanho do corpo do usuário, além de sua grande lâmina curva há outra na base do cabo, ambas fatais. Basta um clique no dispositivo em forma de caveira no centro do cabo e uma corrente é expelida do cabo, a lâmina passa a encontrar-se na ponta dela, que tem quatro metros de extensão.
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† Atualizado †


Última edição por David R. Feuer em Sex Jun 28, 2013 6:44 pm, editado 1 vez(es)
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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  Andrew K. Maverick em Sex Jun 21, 2013 11:14 pm


- Hey bro, cá estão seus mais novos acréscimos ao arsenal. Espero que curta e que ceife uma porrada de monstrengos por aí.

David voltava com um sorriso no rosto. Em suas mãos trazia minha sacola bege, repleta de peças negras. Eram de ferro estígio, lindas e obscuras como as próprias trevas. Enchi-me de ânimo quando, pela sacola, percebi saírem diversos espinhos do que parecia ser o capacete e partes da armadura. Minha foice também estava lá, a lâmina saindo pelo lado de trás da sacola. Sorri de volta para David e peguei a sacola. Apertei sua mão calorosamente em um cumprimento sincero.

- Obrigado David. Sabia que podia contar com você.

Concentrei-me na armadura. Abri a sacola e coloquei minha mão em cima do ferro estígio. A armadura pareceu se dissolver em sombras e subir pelo meu braço. As sombras, então, se compactaram na forma de uma grande tatuagem de um dragão negro no meu peito e costas. Podia vê-lo por debaixo da camisa, queimando minha pele com seu imaginário fogo infernal. Pressionei meu peito com a mão e, em instantes, os olhos do dragão brilharam. A tinta voltou a se tornar puras trevas e cobrir meu corpo por inteiro. Ali, restava apenas uma armadura, negra, leve, que encaixava-se em mim como um terno, feito nas minhas medidas. Movi os braços e dedos, encarando a nova aparência de minha vestimenta de batalha pela fissura de meu capacete. Procurei um espelho ao redor, no que pude ver um elmo que mais se parecia com o bico de uma ave de rapina negra ou algo do gênero. Haviam chifres e espinhos, além de não conseguir enxergar meus próprios olhos, vendo apenas sombras. Dei um pulo e um soco no ar. Estava rápido, ágil, leve. Mirei a sacola, ainda ao lado de David, que observava sua criação com um orgulho bem mais que merecido. Peguei minha foice e a empunhei, realizado, e girei-a no ar, tomando cuidado para não quebrar nada no estabelecimento. Parei e encarei David:

- Você é um gênio. Vou me lembrar disso, estou em débito.

E, levantando a palma da mão direita para cima, senti minha armadura e minha foice sumirem. A grande armadura voltou a tornar-se um dragão negro em meu peito, enquanto a foice tornou-se uma nova versão de meu antigo escorpião no braço esquerdo. Ele agora cobria o braço inteiramente, estando o abdome e as patas no ombro, com um símbolo de Hades no meio, e uma cauda que dava voltas e voltas no braço, entrelaçada com inscrições em grego antigo até as costas da minha mão. Assenti para David e o joguei seu dinheiro. Eram 200 dracmas, bem contados. Peguei minha sacola, vazia, e saí da forja.


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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  Convidado em Seg Jan 06, 2014 6:18 pm

Passava em frente a algumas forjas do acampamento, alguns haviam me recomendando vários filhos de Hefesto que faziam armas ótimas, mas disseram que havia já um antigo semideus que fazia as muitos boas e estava em frente a sua forja, adentrei o local vendo um garoto com uma mascara no rosto trabalhando com algumas peças, fiquei olhando por dois minutos.

-Oi, preciso de uma arma.

Fiquei olhando ao ver ele se virar, não tinha uma boa aparência, mas aquilo não me importava, apenas queria uma arma e se ele poderia fazer com toda cautela e sua capacidade.

-Preciso de umas luvas com garras, onde as luvas sejam de aço ou ouro branco e nas garras bronze sagrado, e também que tenham duas pedras em cima de cada uma, um diamante e outra um rubi, onde as garras se desprendessem, mas que voltassem, e que tenha também alguns detalhes rosado em alto relevo para combinar com as minhas outras, consegue fazer? Quanto custaria?

Fiquei parado, olhando cada detalhe da loja, esperando ele fazer o calculo sobre quanto iria custar e se poderia saber, o local era bem rústica e ainda tinha uma cadeira para o cliente se sentar, onde acabei ficando ali, sentando.

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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  David R. Feuer em Ter Jan 07, 2014 4:57 pm

MECHA VULKA
home again, forge again
Ultimamente andava afastado do Acampamento, havia passado algum tempo rodando pelos Estados Unidos procurando algo para me distrair, mas agora eu estava de volta.

Guardei minhas bagagens no chalé de Hefesto e resolvi visitar minha forja que estava fechado fazia algum tempo. Virei a placa e adentrei o local partindo para trás do balcão. Abri a tampa de meu braço direito mecânico e fui reparar algumas engrenagens desgastadas pelo tempo. Ouvi alguns passos que tornavam-se cada vez mais próximos. Observei um semideus chegando com o canto dos olhos enquanto terminava de fuçar na prótese. O garoto ficou olhando e logo disse:

- Oi, preciso de uma arma.

Rodopiei na cadeira giratória virando meu corpo para o garoto e o observei com um sorriso enquanto fechava o tampão de meu braço.

- Preciso de umas luvas com garras, onde as luvas sejam de aço ou ouro branco e nas garras bronze sagrado, e também que tenham duas pedras em cima de cada uma, um diamante e outra um rubi, onde as garras se desprendessem, mas que voltassem, e que tenha também alguns detalhes rosado em alto relevo para combinar com as minhas outras, consegue fazer? Quanto custaria?

Fiquei traçando projeções em minha mente de acordo com a descrição que ele dava.

- Claro que posso e te custaria 60 dracmas. Certo?
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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  Convidado em Ter Jan 07, 2014 5:12 pm

Fiquei olhando para ele que parecia pensar um pouco de como poderia ser a arma, ou então estaria absorvendo tudo que havia falado, fiquei mordendo o lábio inferior esperando sua resposta, algumas vezes revirava os olhos até ouvir suas palavras.

-Claro que posso e te custaria 60 dracmas. Certo? Seu tom foi alegre e fiquei pensando, 60 dracmas? Suspirei.

-Certo, mas preciso dela rapidamente. Falei batendo os pés ao chão, olhando para o local rústico com várias peças espalhadas e  penduradas pelo local, alguns metais e havia pedras também pelo local, e um calor grande que vinha de dentro. Fiquei me abandando um pouco.

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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  Paula Huber em Ter Jan 07, 2014 5:51 pm

Hora de fazer uma arma.
Estava vagando pelo acampamento depois de alguns treinos e decido fazer uma arma, começo a andar entra as forjas e decido ir na de David, que estava com alguém já la dentro, o Christopher se não me engano. Cheguei sem fazer muito barulho, olhei em volta, era um lugar muito bonito, tinha uma aparência aconchegante e bem confortável, me aproximei do balcão onde estavam os dois garotos e botei um papelzinho onde tinha escrito meu pedido em cima da mesa na frente deles, depois dei um sorriso meio psicopata para ambos e fui me sentar ali perto esperando preços e etc enquanto mexia na minha jaqueta re-costurada por Alba
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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  David R. Feuer em Ter Jan 07, 2014 6:51 pm

MECHA VULKA
home again, forge again
Primeiramente tirei a medida das mãos do garoto. Sempre gosto de fazer itens que caem como uma luva, nada melhor do que ir para missões com equipamentos com os quais você se identifica. As luvas deveriam ser úteis, mas também deveriam garantir liberdade nos movimentos do usuário. Desapareci do primeiro andar da forja, desci até o segundo pelas escadas e estalei os dedos. Liguei o bom e velho som no máximo.

- Hora de trabalhar.

Abri os armários que estavam no canto e peguei duas medidas de ouro branco, coloquei-as sobre a mesa de trabalhos e estendi minhas mãos sobre elas. Cada um estava bem encima do contorno das mãos do filho de Eros. Exalei ondas magnéticas que foram lentamente deformando o ouro branco até que ele estivesse adequado ao formato que deveria ter. Obviamente foi necessário aquecer as peças logo depois e sacar o bom e velho martelo para ajeitar os detalhes. Aquecer e martelar quantas vezes fossem necessárias, um processo repetitivo, mas prazeroso para mim.

O formato básico das luvas estava pronto, agora era a hora de incrementá-las. Despejei uma medida de bronze sagrado recém aquecido e derretido nas fornalhas em uma forma para quatro lâminas, depois repeti com outra medida em outra forma semelhante. Fechei os moldes e os levei para um refrescante mergulho na banheira de resfriamento. O chiado da água fria evaporando tentando vencer o metal aquecido se misturava com o heavy metal que tremia o ambiente.

Abri uma forma de cada vez e retirei o conteúdo. Com olhos minuciosos, mãos maestras e um equipamento adequado tratei de segurar cada uma das oito lâminas, corrigir qualquer tipo de deformação nas silhuetas e depois afiá-las, afiadas como navalhas ficaram para degolar monstros ou qualquer outra coisa que entrasse no caminho do semideus.

A parte mais agradável foi a criação dos mecanismos da luva, sempre tudo muito minúsculo para que as mãos não ficassem pesadas, somente mortais. Moldei adereços na luva acima da base dos dedos, lá instalei as lâminas e fechei para garantir a surpresa do adversário. O mecanismo interno da luva iria expelir as quatro garras afiadas em um piscar de olhos, elas iriam se expandir prontas para retalharem. A outra função do mecanismo lançar as garras, uma por uma, todas juntas, enfim, de acordo com a vontade do usuário. Pensei que obviamente ele não ia querer perdê-las e não é todo mundo que pode atrair metais com magnetismo. Portando haveria imãs e uma fina linha metálica que recolheriam as garras mesmo se lançadas, obviamente a distância não poderia ser exagerada.

A parte final era a decoração da luva. Um diamante e um rubi, poli ambos e os prendi cada um sobre uma luva. Depois peguei um pouco de tintura rosada e metal derretido, um bisturi cirúrgico tratou de criar os detalhes decorativos em alto relevo. Ativei o mecanismo, as garras foram expelidas e depois retraídas, também testei o dispara delas e o armário ganhou algumas cicatrizes. Estavam finalizadas e perfeitas.

Subi a escada levando o equipamento para o garoto. Coloquei as luvas sobre o balcão.

- Luvas fatais quentinhas, acabaram de sair do forno. - Sorri chamando o cliente.
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Retirar de minha conta:
- 2 medidas de ouro branco.
- 2 medidas de bronze sagrado.

Adicionar a minha conta:
60 dracmas.

Retirar da conta de Christopher:
60 dracmas.

Adicionar a conta de Christopher:
• Arcaic  - Par de luvas de ouro branco decoradas com detalhes rosados em alto relevo, sobre uma um rubi e sobre a outra um diamante. Quatro garras afiadíssimas de bronze sagrado podem ser expelidas por cada uma, o mecanismo também pode lançar estas garras e depois recolhê-las de acordo com a vontade do usuário.  

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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  Convidado em Ter Jan 07, 2014 7:28 pm

Estava vendo quando ele tirou o molde da minha mão, descendo algumas escadas e ficou fazendo alguns barulhos, me sentei e peguei uma revista de motos para me entreter durante o processo, mas aquela música pesada estava acabando com meus tímpanos. Mesmo com todo o barulho, o som das máquinas funcionando poderiam ser escutadas, junto às batidas do martelo, aquilo estaria ficando prazeroso, alguns minutos se passaram depois algumas horas, tive um momento que já tinha olhado mais de cinco revistas, quando ouço um barulho de máquinas sendo desligadas e a música também, poderia escutar alguns passos vindo e o garoto estava segurando as luvas nas mãos com os detalhes do jeito que havia pedido.

-Luvas fatias quentinhas, acabaram de sair do forno. Ele falou sorrindo e dei um grande sorriso, pegando elas que estavam cobertas por um plástico, olhando cada detalhe desde as pedras que me encantaram aos minúsculos detalhes.

-Uau, adorei mesmo, ficaram muito bacanas. Trabalho bem feito. Pegando os 60 dracmas de meu bolso dando para ele, pegando as luvas e colocando em minhas mãos, vendo um ferro ao lado do garoto, atirando as garras que se soltaram cortando metal.

-Isso que é um bom serviço, bem afiadas, capazes de matar monstros. Virei aqui outro dia para poder fazer as botas para combinarem. Muito obrigado. Passando umas das mãos no dedo cortando um pouco, saindo um pouquinho de sangue, elas logo se retraíram ficando escondidas, saindo dali com elas já colocadas nas mãos, vendo que o brilho das pedras ao encontro do sol se intensificava bastante.

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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

Mensagem  David R. Feuer em Qui Jan 09, 2014 7:37 pm

MECHA VULKA
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Fiquei contente com a satisfação de Christopher em relação a sua mais nova aquisição ao arsenal. O filho de Eros saiu com suas luvas em mãos, literalmente. Muitos monstros iriam sofrer com aquelas garras. Notei a presença de uma garota de cabelos ruivos sentada em um dos bancos enquanto acendia um cigarro e levava até a boca. Peguei o papel que ela deixou encima do balcão e li o pedido. Uma arma com balas de bronze sagrado, interessante. A garota devia ser filha de Deimos ou de Phobos, sua simples presença causava um friozinho na nuca que só ocorria quando andava perto deles.

- Hey, Como vai? - Disse sorrindo e acenando para a cliente. - Bem, posso fazer seu pedido e como é uma bela garota faço por apenas 60 dracmas, arma e munição. O que me diz?

Um outro semideus adentrou a forja, ele parecia afobado. Era Joe McDean, um filho de Afrodite, um dos poucos sobre os quais não caia meu desejo de vingança.

- Oi Dave, poderia fazer duas alianças para mim? Sabe, vou pedir o Albinha em casamento, nós já estamos tanto tempo juntos, quero que elas sejam de ouro com um triângulo de diamante em cima de cada, uma com a letra J e a ou com a letra A. Entende? Thanks Cat. - Assenti com a cabeça para o mentalista e revirei os olhos. - É para agora!

- Okay, não posso deixar de ajudar meu amigo Green.

Voltei o olhar para a garota esperando a permissão para ingressar a área de trabalho e suar metal.
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Re: MECHA VULKA - Forja de Dave Feuer

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