Treino com Espada/Escudo

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Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Hipnos em Sab Jun 16, 2012 6:21 pm

Relembrando a primeira mensagem :


ESPADAS / ESCUDOS

Nessa área o campista poderá treinar suas habilidades com espadas e escudos. A arena é bastante ampla, contendo bonecos de palha e madeira, alem de alvos moveis e autômatos programados para um combate que exija habilidade e pericia do campista. Há numa estante, espadas de todos os tamanhos e modelos, além de escudos de vários materiais e categorias pra aperfeiçoar a defesa do meio-sangue.
Regras:
* O campista pode fazer até três treinos por dia em áreas diferentes, com ganho máximo de 80 EXP de recompensa.
* Posts com, no mínimo, 8 linhas.
* Os treinos de Espada e Escudo tem um NPC instrutor,Lacaile, para ser usado nos treinos, se desejarem. Sigam a ficha dele caso forem usá-lo.
* O semideus Joe McDean  também é instrutor de espadas e escudos. Para solicitar um treino com ele, mande MP para o mesmo, mas antes leia aqui: sistema de instrutores.



Última edição por Hipnos em Qua Set 11, 2013 9:33 pm, editado 2 vez(es)


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1º Treino com Espada e Escudo

Mensagem  Joe McDean em Sab Nov 03, 2012 10:06 am




1º Treino com




Espada e Escudo




Acordei cedo, peguei uma barra de cereal energética e comi, sai correndo do chalé até a arena, enquanto corria até o meu local desejado, observava os campistas, os chalés, tudo o que me cercava, sentia que aquele era o meu lugar. Adentro a arena de treinos, e um dos campistas presentes me deus algumas instruções.

Eu vestia uma camiseta com gola “V”, uma bermuda e um tênis. Vou até um dos cantos da arena e alongo os braços, a perna, o pescoço e o pulso, e começo o aquecimento.


- 20 polichinelos
- 30 agachamentos
- 50 abdominais
- 3 voltas na arena


Isso já tinha me cansado, peguei uma garrafa de água e depois de sete minutos já tinha recuperado meu fôlego.
Vou até um arsenal de espadas e escudos e me armo, vejo em um canto bastantes bonecos de panos para os treinos, cada um com quatro estacas de madeiras enfiadas em seus corpos, porém apenas umas delas com espada sem nenhum gume, para não ferir os campistas, arrasto três bonecos até o centro da arena e alinho-os em fileira.
Eu e os bonecos:


------------ Eu -------------
------1 ---------------2-----
------ --------3--------------


1º boneco:
Corro em direção ao 1º boneco, ergo minha espada e tento um corte transversal no “peitoral” do boneco, porém ele me bloqueia com a espada e com o impulso que fiz na espada do mesmo, ele virou de um lado e voltou, batendo-me com uma de suas estacas de madeiras, me contorço de dor, estava de costas para o boneco de frente para o boneco numero 3, me viro e corto rapidamente um dos braços de madeira do boneco, porém um logo em cima se vira e tenta me acertar na cabeça, ergo meu braço direito e o bloqueio, porém ele vira 360º e com a espada que não corta atinge meu tronco, aquilo era feito de metal, e doía muito, já está em estase de raiva, peguei a espada e enrosquei na espada do boneco, tentei desarma-lo, mas com o impulso ele virou e um de seus braços tentou ir de encontro com minha cabeça, me abaixei rapidamente, e com um dos meu pés eu o chutei, o boneco caiu no chão, pulei em cima do mesmo e decepei a “cabeça” do mesmo, espalhando palha pelo chão.


2º boneco:
Estava ofegante, suor corria pelo meu corpo, o calor consumia meu corpo, por está razões me livro de minha camiseta, tomo um gole de água e vou em direção ao boneco 2, fui mais astuto, rápido como um raio, tento um corte transversal no boneco, porém é bloqueado pela sua espada, porém “enrosco” minha espada na dela e com o pé bato aonde seria o mão dele, a espada voou, porém junto com a minha, com o impulso ele vira, um de seus braços de madeira (estacas) tento acertar minha panturrilha, porém eu pulei na mesma, dei mais um impulso e pulei, um de seus outros braço surge, porém ele se localizava em cima do tronco do boneco, então com as mãos segurei o braço de madeira, me pendurando no mesmo, fico me balançando nele como um balancinho até que chego a uma altura dou um mortal para frente e com o pé quebro o braço que me apoiava, porém cai no chão violentamente, distorcendo meu braço esquerdo, me levanto com dificuldade, pego minha espada com a mão direita e corto o apoio que o fixava no chão e enterrei a espada onde ficaria seu coração se fosse ele tivesse vida.


3º boneco:
Estava ferido, com dor e calor, olho para o boneco 3 e com a força que ainda me restava eu joguei minha espada até ele, ele girava até que se cravou onde ficaria a cabeça do boneco, sabia que isso não aconteceria num duelo de verdade, porém já estava cansado, e esse era meu primeiro treino desde que cheguei acampamento.
Pego minha camiseta, deixo a espada no arsenal, peço para o campista que meu deu instruções para guardar para mim os bonecos, pois tinha que ia para enfermaria, estava machucado. Vou até a enfermaria, onde deito em uma maca e sou tratado corretamente.

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2º Treino de Espadas e Escudos

Mensagem  Joe McDean em Sab Nov 03, 2012 8:08 pm

A grande arena parecia cada vez maior enquanto eu me aproximava o vento forte jogava de lado a areia que cobria todo chão. Terminava de ajeitar-me no meu corselete, e de colocar as grevas e manoplas. Levantei com pouco esforço o escudo médio, e puxei a espada da cintura, encarando alguns bonecos de palha que se assemelhavam a espantalhos ao centro da arena. Imaginei uma situação qualquer, poderia ser em guerra ou ataque, estava cercado de possíveis monstros ou inimigos, todos vestiam corseletes e outra tira de couro que defendiam quase todo o corpo dos bonecos.

A formação era a seguinte:


------1----------
---------X------ Sendo X = Eu
--2------------- Números = Inimigos
-------------3--


Estava cercado por um número atual de 3 bonecos, e um quarto boneco maior e com defesa mais elaborada (amadura de metal e não de couro),estava mais longe, imaginei como se fosse o mandante dos inimigos.



1º Boneco - Espada, Corselete e Escudo Pequeno –
Girei para o lado em um rápido movimento, me aproximando desse boneco. Coloquei o escudo em frente ao rosto do mesmo tapando sua linha de visão. Assim, poderia ataca-lo com menos chance dele se defender, caso fosse uma batalha real. Desferi um corte em direção à coxa do boneco, onde normalmente, tem uma brecha (ou não) nas armaduras básicas, o que era o caso do boneco, e que rapidamente, soltou algumas palhas no chão por causa do corte. Pulei para trás, agora saindo à frente do boneco, tentei finalizar com outro corte em direção da sua costela de palha, mas seu escudo estava na frente. Rapidamente, voltei com a arma para trás e fiz alguns movimentos laterais com a espada, visando confundir o inimigo, enquanto eu distribuo a energia pela espada e a eletrizava. Novamente, avancei contra o inimigo fazendo um movimento de corte pela diagonal, mas o escudo do boneco, que estava na frente do seu corpo, ao tocar contra a espada, distribuiu e conduziu a energia até o boneco. Seu corpo de palha rapidamente "respondeu" ao choque e queimou, aproveitando esse momento, dei uma estocada na cabeça do mesmo e me voltei ao boneco de trás.



2º Boneco - Espada e Corselete –
Esse boneco estava sem escudo, azar o dele, como eu estava alguns metros do mesmo, poderia ver seus movimentos se tentar prever um ataque numa possível batalha. Corri até ele, porém, quando estava em alguns centímetros do mesmo, parei de correr em um movimento brusco que empurrou areia em seu rosto. Girei, e dei uma rápida estocada no peito do boneco, um golpe que o corselete não "absorveria". Segui finalizando com um corte no pescoço do mesmo, ele soltou algumas palhas e inclinou para frente, dei um chute no boneco, e ele caiu no chão, derrotado.



3º Boneco - Espada, Escudo Médio e Corselete de Couro Reforçado –
Assim me virei ao outro boneco, que estava um pouco mais distante, e corri até ele, em zig zag para confundi-lo e depois, quando me aproximei, girei para o lado saindo do campo de visão do mesmo. Dei um golpe por trás, próximo à cintura do boneco, estava do lado do mesmo, mas dei um rápido pulo para o lado e comecei a andar lentamente em círculos em volta do oponente, a uma distância que eu pudesse ver todos os movimentos do mesmo. Virei-me de lado, ficando com o escudo em frente ao corpo e pegando uma parte do rosto, o que defendia totalmente e parte do tórax. Fiz alguns movimentos para distrair o inimigo, com a parte "sem corte" da espada, bati contra a arma do oponente e o desarmei, estava começando a me cansar, então dei uma investida para acabar logo com aquilo. A espada perfurou a barriga do inimigo, gastando uma força que me fez quase cair, mas coloquei o escudo no chão para me apoiar e levantei, deixando os joelhos flexionados e diminuindo a tensão dos músculos. Dei uma seguida estocada nas costas do boneco, e outro golpe na cabeça do mesmo, sempre me movimentando para não ficar no mesmo lugar, e não dar tempo do oponente planejar algo. O boneco caiu, e a areia levantou, isso era algo bom, raciocinei rápido, e corri para o outro boneco, o último, e maior deles. Agora estava diante do último boneco, a areia que havia se levantado quando o outro boneco caiu era uma ótima distração, pois teria tapado a visão dos meus movimentos ao inimigo.



4º Boneco - Elmo completo, Corselete de Placas, Espada Longa, Escudo Médio –
Corri até ele, saindo do meio da areia com o escudo em posição de defesa, e a espada do lado, raspando a ponta no chão. Meu escudo bateu contra a espada longa do inimigo, mas desviei a lâmina com minha espada, e como o boneco era apenas um pouco maior, poderia ataca-lo com facilidade nas pernas, e fugir antes de levar qualquer golpe. Foi isso que eu fiz, desferi um corte na lateral da perna esquerda do boneco, e ele inclinou um pouco, dei um pulo para trás, me afastando, imaginei se ele tentaria me alcançar se fosse uma luta real, por causa de sua perna ferida, ele mal conseguiria andar até mim se eu pegasse uma boa distância. Chutei areia no ferimento do boneco, e corri até mais próximo dele, dei um corte em seu rosto, já que ele estava inclinado para frente e mais próximo de mim. Logo, dei um chute com a sola do pé no ferimento da perna, e ele caiu mais um pouco, com meu escudo, bati contra o escudo médio do boneco, e nossos dois escudos foram mandados ao chão. Tentei finalizar, mas não foi possível investir graças ao corselete de placas, então, tomei de distância, e cortei o antebraço do boneco, agora ele terminara de cair, a areia levantou, e eu corri até ele, o elmo rolou pelo chão, então dei um violento golpe de perfuração na cabeça do boneco, que soltou palha para todos os lados.



Havia terminado com todos, estava muito cansado, fiquei mais algum tempo treinando, fazendo todos os tipos de flexões e exercícios. Bebi um gole d'água do meu cantil da minha mochila, e voltei a treinar com os bonecos espalhados pela arena. Comecei a andar em linha reta até me afastar razoavelmente dos bonecos arrumados, pronto para começar o Aquecimento.



Aquecimento
Primeiramente comecei a correr em um pequeno pique, em círculos quase encostado aos paredões que nos dividia da arquibancada, chegando a dar cerca de 10 voltas, para começar a suar ao menos. Parei novamente ao centro do local e levei o joelho direito até o peito deixando a perna esquerda de apoio e equilibrada com o joelho reto. Repeti o movimento com o joelho esquerdo e enfim, segurei ao peito do pé direito com a mão direita, deixando novamente a esquerda ligeiramente esticada, me agachando somente para tocar a ponta do dedo do pé esquerdo enquanto segurava o direito, para adquirir estabilidade nos golpes e melhor equilíbrio oque era essencial numa luta. Repeti então o mesmo procedimento com a perna esquerda e fiquei novamente posicionado inicialmente. Rapidamente fiquei em uma base boa, perna esquerda à frente e a direita atrás, como a do disparo de arco e flecha, rapidamente comecei a saltar de ponta de pé não saindo do local, apenas aquecendo os pés desferindo sequências de chutes giratórios, com a perna que ia atrás, num alvo imaginário como se estivesse a minha frente, e logo retornando a mesma para a posição, o chute giratório consistia em girar a perna que está atrás juntamente com o quadril deixando esticada a perna de apoio, acertando maior parte das vezes o tórax. Vinte chutes com a direita e posteriormente com a esquerda, assim não tendo tanta necessidade de mais. Entrelacei os dedos e estiquei os braços rapidamente para frente, contando exatos dez segundos, fazendo o mesmo somente alternando para cima os esticando normalmente, sem ser demasiadamente para não provocar lesões como acontecia. Feito isto, pus a mão esquerda na cintura e permaneci com a direita levantada e ao momento que girava a parte acima da cintura para o lado esquerdo com a mão direita acompanhando a mesma no movimento, alternando a mão que acompanhava o corpo e a que permanecia na cintura, cerca de dez vezes para ambos os lados. Terminado isto, mexi os braços os balançando e tremendo, de um lado para o outro dando tapas nos mesmos para estimular os músculos, posteriormente sem perder tempo fiz movimentos tanto horários quanto anti-horários com a cabeça terminando e então fazendo pausar para cada um dos lados, finalmente terminando meu aquecimento, achava que aquilo já era o bastante para não sentir as ‘indesejáveis’ dores que quando não me alongava, sentia constantemente. Lembrei-me então do principal, antes que pegasse os equipamentos, dei meia volta e continuei a saltar fazendo polichinelos rapidamente, em saltos rápidos e precisos além de sincronizados, sem parar no último salto cai em posição de flexões, dei um único espaço para respirar cerca de três segundos e então comecei a fazer as flexões rapidamente, chegando ao mesmo número de polichinelos, rapidamente me deixei cair ao solo e rapidamente rolar para o lado ficar olhando para cima juntar os joelhos e os braços em “X” segurando cada um num ombro, levemente, fixei um ponto e comecei a fazer os mesmo, cerca de trinta de uma só vez em ritmo acelerado, rapidamente, levei ambos os braços ao lado da cabeça apoiando as palmas das mãos para baixo exercendo força contra o chão e rapidamente tirando os joelhos do chão levitando-os, rapidamente com um salto, fiquei de pé novamente, dando novamente meia volta em direção de meus equipamentos.

Preparação
Agachei-me um único segundo pegando minha armadura de escamas, e logo pondo a mesma sentindo um peso sobre mim, sim, aquele realmente era meu intuito, já que era um filho de Afrodite tanta armadura diminuiria minha velocidade deixando-me assim na velocidade aproximada a de um Mortal, queria então acostumar-me com os mesmos (equipamentos) para que pudesse ter um melhor desempenho nas batalhas e ter a velocidade tão apurada quanto sem os demais equipamentos. Pus somente, as grevas, o elmo para não me expor muito ao sol forte, os espaldares, as manoplas para não machucarem as mãos com o punho da espada não que me importasse com isto. Pus a bainha à cintura e então desembainhei da mesma minha espada curta com a mão direita e posteriormente com a esquerda minha adaga de arremesso ao lado de fora de minha coxa esquerda, onde possuía uma pequena bainha. Virei-me em direção dos bonecos de treinamento então indaguei um pouco pensativo, eram dos mais diversos, então peguei um a um, deixando o primeiro sem nenhuma armadura à frente, e posteriormente peguei os outros com espada e equipamentos ou não e os deixei separados uns dos outros além dos demais que estavam ao monte.


_____1_____
2____X____3
_____4_____


1 – 4 = Bonecos
X = EU


-Primeiro Boneco -
Ergui minha espada curta a altura de meu peito pondo a mesma reta de modo que minha mão estivesse também, e para baixo, observando meu reflexo, apenas a parte direita de meu rosto aparecia na mesma, sorri, logo olhei para o primeiro boneco ao longe, cerca de dez metros tinham, quase exatos de mim até os demais bonecos. Saí em disparada apenas com a ponta de meus pés tocando o chão assim adquirindo mais velocidade, sendo que na hora da parada não teria tanta espera, iria literalmente passar reto do mesmo, mas no caso diminuíra ziguezagueando em frente ao primeiro boneco que não tinha sequer uma única armadura em seu corpo, sorri então estava aos 2 metros do mesmo, fora um salto rápido lançando as mãos para trás me dando estabilidade na corrida, foram dois saltos ao exato, levando um o joelho ligeiramente a frente do corpo e outro posteriormente levando o joelho oposto do salto anterior, parando a frente do boneco bruscamente, girei 90° para a direita, simulando uma batalha em que o mesmo bateria a espada contra mim, simulava aos pequenos detalhes em minha mente. Ao girar parei com a lateral direita do mesmo, aproveitando então desferi um corte horizontal, direita-esquerda atrás do joelho esquerdo do mesmo com a espada curta na mão direita, rapidamente avancei lançando levemente meu corpo em direção do mesmo sem demonstrar muito o movimento de minha espada que neste momento estava flexionando não demasiadamente o braço, fechando então com mais força a palma da mão envolta ao punho da mesma, e então com velocidade ao máximo estiquei meu braço em direção ao estômago do mesmo numa estocada fazendo a espada perfurar com facilidade o estômago do mesmo, rapidamente me distanciei dois passos rápidos para trás observando, girei rapidamente meu braço esquerdo de baixo para cima circulando, passando por trás da cabeça cravando-a no peito do mesmo, rapidamente ao cravar puxei a mesma com grande força, para baixo além de aprofundar mais o ferimento, mas seria apenas um apoio, rapidamente saltei, neste exato momento meu corpo estava despencando, minhas mãos estavam agarradas a adaga e neste impulso meus pés foram com velocidade batendo a sola do mesmo com força no queixo do mesmo o jogando para trás enquanto arrancava minha adaga do peito do mesmo e caia de imediato fazendo cambalhotas rápidas para trás, e logo me levantando com as penas escancaradas a direita a frente e a esquerda atrás com a espada então cravada na areia e segurando com ambas as mãos a adaga enquanto respirava de modo ofegante.



-Segundo Boneco-
Soltei um suspiro com os olhos meio arregalados e segurando a adaga com a mão esquerda com força e com sua haste para baixo, sorri, como um sanguinário, não me satisfazendo com tão feito. Retirei a mão direita de minha mão esquerda, oque me dava apoio para segurar a mesma, e então peguei minha espada curta novamente com a direita, e normalmente fui caminhando em direção ao segundo boneco, respirando e o observando bem. Este estava munido de uma espada simples, e um corselete de couro que protegia pequena parte de seu tórax, seria um alvo fácil, se comparado aos golpes mais precisos a serem desferidos. Sem perder tempo sai em disparada em direção do mesmo, como um vampiro em busca de sangue, em alta velocidade já suportando bem o peso da armadura e quase a ignorava nesta altura do campeonato. Ao chegar aos 70 centímetros do mesmo lancei a espada no chão ao lado do mesmo enquanto sem ao menos parar continuei e então levantei rapidamente um de meus pés, o esquerdo já que era melhor com o mesmo e minha força com este não se comparava a minha perna direita, com a sola do pé rapidamente saltei e então na pequena abertura girei rapidamente, girei minha cabeça sobre meu ombro como era o golpe iria a milésimos calcular o ponto de impacto, então com o pé esquerdo estiquei o mesmo de modo que já estava junto e de costas ao exato centro do peito do mesmo, tal chute o corselete não amorteceria, rapidamente o jogando para trás oque era de se esperar. Fixei novamente os pés no chão sem perder tempo lancei meu corpo para frente de modo que minha mão direita estivesse para trás numa passada rápida arrancando a espada curta que estava cravada no chão, diretamente do chão elevando-a a altura da cabeça do boneco num corte vertical, baixo-cima em direção do centro do peito acertando até a altura de seu nariz, e posteriormente com a esquerda desferi um chute cruzado com a mão fechada e com muita força e precisão diretamente na altura de seu queixo, o jogando para o lado, por fim, levei minha espada curta em direção à virilha do mesmo numa estocada, podendo não ser percebida já que a espada estava reta e também a vertical, de baixo para cima subindo até a virilha então a cravado ali de modo que o cortasse na vertical “ | “. Não havia terminado com aquele, poderia estar ferido, mas não era o bastante, a espada estava cravada na vertical na virilha do mesmo, em busca de maiores danos, segurei a mesma violentamente no punho de modo que perfurasse ainda mais o boneco, e rapidamente girei a mesma para a direita com o objetivo de perfurar o mesmo como uma estocada giratória. Rapidamente desferi um chute forte com a perna esquerda a que tinha mais flexibilidade e então em um movimento rápido laçando minha perna para cima de modo que ultrapassasse minha cabeça desci a mesma com força em um movimento de dentro para fora sendo ao lado esquerdo do corpo do mesmo indo para a direita descendo ao centro de sua testa com o calcanhar, fazendo-o desacordar, mas no mesmo apenas usara para impulsionar seu rosto contra o chão. Havia terminado, meu pé estava acima da cabeça do mesmo, rapidamente tirei de cima e logo lancei minha adaga de arremesso que estava a minha mão esquerda, em direção à testa do boneco número três, levando em conta a gravidade e o vento, além já da experiência que tinha com tal arma, com força de modo que fizesse uma boa perfuração.



-Terceiro Boneco-
Voltei meu olhar em direção ao terceiro boneco apenas ao ver o mesmo ser levemente recuado para trás ao impacto forte, mas não tão, da adaga. Que ficara logo ao centro dos olhos do mesmo, no local mais sensível, causando literalmente morte imediata. Soltei um suspiro e então caminhei em direção do mesmo, embainhei a espada curta a única arma que tinha em mãos até o instante. Então acelerei os passos nos últimos três metros que restavam. Ao chegar próximo do mesmo parei bruscamente girando os pés na horizontal levantando areia pelo local me deixando coberto, assim quando saltei em direção ao boneco me mostrei visível no último segundo, puxando sua nuca com minhas mãos num salto levando meu joelho esquerdo rapidamente de encontro ao nariz do mesmo que estava sendo trazido pelas minhas mãos. Sendo direto o golpe oque poderia causar sangramento do mesmo caso fosse num semideus. Sem perder tempo ao fixar os pés no chão desferi um soco com a mão esquerda de baixo para cima acertando em cheio o estômago do mesmo que era leve fazendo-o curvar para frente dando a pequena oportunidade de erguê-lo com determinada força, o larguei ao momento que soquei com grande força ao centro de seu peito o fazendo recuar, já que era leve. Baixei a cabeça permanecendo com o braço esticado partindo para outra sequência, fora imediato, socos diretos e fortes seguindo a sequência, direita-esquerda-direita consecutivos, nas costelas do mesmo com grande precisão, fazendo-o curvar novamente para frente, tirei a adaga do centro de seus olhos e então com um chute fraco o lancei para trás com este único intuito.



-Quarto Boneco-
Era o último boneco, já estava cansado, admito. Mas me permanecia firme, tinha energia para mais um, com minha adaga em mãos a embainho. Ficando com a espada curta na mão esquerda e a longa na mão direita. Este estava com um corselete de couro espada simples e escudo pequeno a frente do corpo bloqueando a passagem de ataque em direção de seu tórax, mas não seria problema. Corri em direção do mesmo ziguezagueando rapidamente lançando as mãos para trás ganhando estabilidade, na corrida, agachando um pouco meu corpo e aumentando a velocidade de meus passos assim consequentemente minhas passadas. Parei de ziguezaguear, e girei 180° parando atrás do mesmo desferindo dois golpes simples, cravei a espada curta na panturrilha esquerda do mesmo que afetaria sua mobilidade e então desferi um corte horizontal, direita-esquerda / fora-dentro em direção ao nervo (onde normalmente ficaria) tentando cortá-lo oque faria de imediato que o mesmo desabasse de imediato perdendo a mobilidade de uma e não podendo utilizar-se da outra. E então desferi um corte diagonal de cima para baixo direita-esquerda descendo diretamente na parte de baixo da lateral do pescoço do boneco com a espada na lateral em um corte rápido e preciso, rapidamente puxando a espada novamente para trás dando um pequeno chute para desconcertar a estabilidade do boneco que estava em pé. Feito isto comecei uma nova sequência, apenas com a espada curta, encostei a cabeça do mesmo em mim e então a cortei na horizontal com um único golpe, cortando mais precisamente a garganta do mesmo rapidamente terminando o treino.



Terminado o último boneco, os deixei ali, estava muito suado e exausto, o treino realmente rendera, corri em um pique rápido até minhas coisas. Peguei em minha mochila um pequeno pano limpando o suor parcialmente, tomei um pouco de água em meu cantil e rapidamente joguei a mesma sobre meu ombro novamente após fecha-la, coloquei as armas na mochila e fui rumo ao chalé para dormir.


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Última edição por Joe McDean em Sab Out 26, 2013 12:31 pm, editado 5 vez(es)




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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Seg Nov 05, 2012 11:50 am

Eu acordei de manhã super disposto para mais um treinamento intenso, ou não, com minha Tenebris magnânima e hostil. Não levei mais nada comigo, já que hoje pretendo combater um dos autômatos poderosos de um dos filhos de Hefesto. Calcei meus coturnos, já que pantufas não seria tão eficientes na hora que eu precisar fincar meus pés no cão ou correr. Deixei meus irmão para trás, em seus sonhos e caminhei até meu destino.

Chegando na Arena, vejo um pequeno forjador, tendo dificuldades com seu robô. O gigante de ferro parecia descontrolado e estava atacando seu mestre ferreiro. O garoto estava no chão, entre o autômato e uma parede, segurando um martelo. Abri meus olhos em pânico e corri para o ajudar. Defendi um golpe de punhos do autômato. Esse aqui era incrivelmente forte. Meu braço quase virou do avesso. Suei na hora. - SAI DAQUI! - Gritei afoito para o garoto moreno. Ele paralisou-se, entpu me coloquei entre ele e sua criação, empurrando o androide o máximo que pude aguentar - VAI LOGO, SAI DAÍ! -Gritei novamente.

Felizmente o garoto saiu as pressas. Abaixei meu corpo e o punho do androide destruiu a parede. Rolei, saindo de seu alcance. Tentei um corte em suas pernas, mas nada ocorreu. O garoto tinha feito esse robô com algum material super resistente. Fiquei com cara de bobo e ... POFT! Recebi um bofetão em meu tronco. Voei uns bons três metros, parando imóvel ao lado do jovem artesão. Tentei recuperar meu fôlego. - Do que você fez esse monstro?! - perguntei debilitado. O garoto sorriu sem graça.

O autômato estava perto demais. eu tinha que agir rápido.por sorte eu havia treinado minhas pernas para uma melhor maleabilidade de minha agilidade. O gigante de ferro havia aberto uma fenda no chão, bem na hora em que escapei do golpe. Tentei separar seu braço do corpo, mas nada ocorreu. Minha espada reverberou, fazendo meu braço tremer. O robô me encarrou e novamente fui jogado longe. Acabei acertando uma coluna grega. Cuspi sangue no chão. Meu peito obviamente estava roxo, no mínimo vermelho. Certamente vou acordar todo dolorido amanhã. Limpei as gotículas de suor e sangue e girei minha lâmina. Corri até a pilha de ferro ambulante e desferi vários golpes com meu equipamento. Tenebris estava ficando cansada de tanto falhar. Nem mesmo um arranhão a máquina tinha. Desviei de um cruzado de direita e quase recebi uma cabeçada esmagadora. Tive que agradecer um boneco de palha por salvar a minha vida.  

De repente escuto uma voz ao fundo - Você tem que ultrapassar entre a sétima vértebra! - Gritou o criador do autômato. Fiquei com cara de espanto. Esse robô não tem vértebra como eu... BOOM! o autômato havia acabado de me atirar um saco de concreto armado.  A poeira levantou e minha visão ficou turva. Senti uma movimentação de ar vindo até mim. Girei meu corpo na direção oposta e dei três passos para trás. Senti uma área plana de encontro com minhas costas. Era uma parede. Engoli seco. Eu estava encurralado com um autômato descontrolado querendo acabar com minha vida. Senti minhas costas e contei 7 vértebras pela minha coluna, depois do Axis e o Atlas. O autômato tinha praticamente a minha altura. Estiquei a espada e segurei firme na posição. Senti passos pesados na minha direção.

Ouvi um tranco e senti minha lâmina entrar em algo como se fosse manteiga. A poeira abaixou e pude ver o androide parado na minha fronte. Tenebris estava cravada um pouco abaixo do peito do robô. Suspirei aliviado e desmoronei no chão, sentindo meu corpo doer. O garoto esbanjou um sorriso e me agradeceu pelo feito. Respondi o sorriso com um dedão estendido e desmaiei. Fui acordar na enfermaria, todo enfaixado, mas não morto, o que era gratificante.  

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Sleep and Death walk together



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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Rick Evans em Ter Nov 06, 2012 3:03 pm

Era mais uma tarde ensolarada no Acampamento, o que não me agradava muito. Nada melhor que um bom dia nublado para tirar uma soneca, mas deste que eu chegara lá, não vi um dia assim graças aos limites mágicos. Eu havia acabado há uns 15 minutos, e estava totalmente pronto para sair do chalé, mas o sono ainda não havia me permitido fazer isso. No momento em que todo coragem para sair do chalé, pego minha espada e meu escudo e parto para a arena.

Ao chegar lá, encontro-a vazia, com exceção de um garoto que ali treinava. Ele vê minha aproximação e me manda um sorriso e vem em minha direção, dizendo.

- Olá, como se chama? Eu sou Matt, filho de Hermes. Bem, vejo que você veio treinar. Gostaria de lutar um pouco comigo?

E logo o respondo.

- Oi. Me chamo Rick, sou filho de Hipnos. E sim, acho uma boa treinarmos. Faz tempo que não luto contra algum campista.

Nos posicionamos no meio da arena, pronto para o combate. Começo correndo na direção dele, quando estou perto, dou um passo para o lado e tento desferir um golpe na horizontal. Ele percebe meu ataque, e o desvia com a lâmina de sua espada e em seguida tenta me acertar com um golpe diagonal. Bloqueio seu ataque com o escudo, enquanto Matt continuava fazendo força com a espada. Ele estava me vencendo, até que tento acertá-lo na barriga com minha espada e Matt é obrigado a recuar para não ter a barriga perfurada. Nos encaramos por alguns segundos, analisando um ao outro, esperando uma brecha para atacar, até que a cria de Hermes vem em minha direção. Ele corria a uma velocidade superior ao que eu estava acostumado, o que me obriga a pular para o lado para evitar ser cortado. Aproveitando o momento do qual ele estava de costas para mim, corro em sua direção e tento desferir um golpe vertical, na qual ele apara com a espada. E isso acaba me dando uma brecha, e eu o acerto com o escudo no peito, usando todo o meu peso para ajudar a derrubá-lo. Matt cai no chão e antes que eu pudesse me anunciar como vencedor do duelo, ele chuta minhas pernas, me fazendo cair também. Nós dois nos colocamos de pé, prontos para continuar o combate. Ele me encara, e torna a atacar. Em ainda me surpreendia com a velocidade que uma cria de Hermes podia alcançar, mas também tinha meus truques. Bastava em conseguir olhar em seus olhos para hipnotizá-lo, mas aquela velocidade eu não iria conseguir. Eu precisava fazê-lo correr mais devagar, caso quisesse ganhar. Corro ao encontro de Matt e ele vinha na minha direção. Quando estávamos bem perto, ele tenta me atacar. Tiro seu ataque com o escudo e olho em seus olhos, tentando controlá-lo e em seguida o chuto no peito. Tento por meio da hipnose controlar o garoto, ele muda de expressão, como se tivesse dificuldades para se controlar, mas se livra disso. Ele havia escapado de minha tentativa de hipnotizá-lo. Sorrio falsamente, impressionado por ele ter conseguido, mas a luta ainda não tinha acabado e o cansaço era grande. Uma gota de suor escorria pela lateral de meu rosto, eu ofegava. Larguei o escudo, para eliminar o peso e lutar de igual para igual com Matt. Respiro fundo e espero o garoto atacar. Nenhum de nós havia sofrido um ataque físico em cheio, o que deveria ser bom. Ele ataca com a lâmina arrastando pelo chão, em seu lado direito, e tenta me cortar na diagonal. Defendo seu forte golpe, que me faz recuar dois passos. Nós estávamos cara a cara, eu precisava tentar hipnotizá-lo. Caso não conseguisse ficaria esgotado, o que era bem ruim, mas caso conseguisse eu o venceria. Então, uso meu poder ao máximo para tentar controlar a prole de Hermes. Sua face muda, se contorcendo, como se fizesse força para recuperar os próprios movimentos. Eu havia conseguido. Uso meu poder para manter Matt parado, e logo acerto-lhe nas pernas, fazendo com que ele caia. Assim que o mesmo cai, coloco a lâmina de minha espada em seu pescoço, e libero o controle as que eu desmaiasse. Ele se vê no chão, com a lâmina de minha espada em seus pescoço, e solta a própria arma erguendo as mãos, e diz.

- É, parece que você me ganhou. Foi uma boa luta, podemos fazer isso outra vez, Rick.

Eu embainho a espada e ajudo Matt a levantar.

- Sim, podemos.

E juntos saímos da arena, voltando cada um para seu respectivo chalé, para um descanso merecido.


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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Shion Shimizu em Qua Nov 07, 2012 2:43 pm

Treino - Shion Shimizu
Você? Me matar? Você não consegue nem matar meu tédio!

Foi na noite passada que fui reclamado por meu pai, Hefesto, tudo estava acontecendo tão rápido, eu não entendia nada do que estava acontecendo. Mas como isso não tinha como ser mentira, eu levei na boa. Mas ainda era tudo novidade para uma mera pessoa como eu. Mas, como minha mãe sempre diz: "Aproveite o máximo que puder em cada situação". Então, durmo tranquilamente, foi uma das únicas vezes que eu dormi por muito tempo, quando acordei era em torno de 11:25, disseram-me que tinha uma Arena pelo Acampamento, assim eu fui explorá-la. Levei somente minha Phyruk, que tinha uma aparência muito bonita, eu nunca na vida vi uma espada como aquela, então a caminho eu descobri que ela pode virar um isqueiro, deixei nesta forma, pois assim eu economizaria peso.

Adentrando na arena vejo alguns poucos campistas treinando com suas armas e decido treinar contra um boneco que estava posicionado diante à mim. Então peguei o isqueiro e comandei - Transforme-se em Espada! - então, parecendo mágica, o isqueiro que eu estava segurando vira uma espada de lâmina de Titânio e Bronze Sagado, mas para não estragar o boneco de palha e madeira ou cortá-lo, eu pensei em usar o lado sem corte da espada.

Então começo a atacar, primeiro na cabeça, então percebo que a espada era bem pesada, pois a cabeça do boneco quase saiu do corpo, quase. Então desfiro outro golpe, mas em vez de ser na cabeça, foi no lado esquerdo de seu corpo de palha, logo em suida ataco sua perda direita. Mas os ataques não foram rápidos o suficiente, se eu lutasse contra alguma coisa que tivesse movimento, todos os meus ataques seriam bloqueados. Então tento fazer mais rápido, ergo a minha Phyruk e o acerto na cabeça, depois acerto em seu lado esquerdo e em seguida em sua perna direita, agora foi mais rápido, mas ainda não está como eu queria. Tento mais uma vez, faço um movimento brusco com a espada, assim acertando a cabeça do boneco, mas esse ataque foi bem forte, desta vez mesmo eu tendo batido no boneco com a parte sem corte da espada, eu acabo tirando a cabeça do boneco de seu corpo, assim muita palha voa ao redor, sujando todo o chão, mas não perco tempo e acerto a lateral esquerda de seu corpo, faço rapidamente um movimento que acerte a perna deste mesmo boneco, mas como eu tinha decepado o boneco decido que ainda não terminei e logo depois de ter acertado a perna do boneco, viro rapidamente a espada, e com a parte cortante da espada, acabo cortando o suporte que prendia o boneco ao chão. "Missão concluída" penso eu, mas o chão em volta estava cheio de palha.

Após um tempo limpando, estava quase na hora do almoço, então saio da Arena e me dirijo ao refeitório, morrendo de vontade de comer um pedaço suculento de carne.


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15 pontos de exp.

Fiz alguns descontos pelos erros de português, e por ele não ter sido tanto emocionante, mas foi bem descrito o peso da arma e tudo mais, só se esforce um pouco mais.


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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Convidad em Qui Nov 08, 2012 7:54 pm

Em meu segundo treino, eu pretendia ter um desempenho melhor que no primeiro. Peguei duas espadas médias, para poder maneja-las melhor.

Fiquei de frente para um autômato, e logo comecei a atacar e desviar. Sem o temor da vez anterior, eu logo cortei o autômato no meio, e tive de ir para outro. Este foi ainda mais fácil, talvez fosse a confiança que crescia em mim que me fazia melhorar, mas em três movimentos – agachar, bloquear com a esquerda e cortar com a direita – eu venci mais um autômato.

Aqueles robôs estavam, de certa forma, fáceis de lutar, então decidi comprovar indo para um terceiro, porém acabei quebrando a cara e descobrindo que os autômatos tinham níveis, aquele quase arrancou meu braço, porém com a ponta da espada eu desviei seu curso, recebendo apenas um corte.

“Vamos lá, robozinho” pensei eu, “não deve ser tão diferente, tem um ponto fraco!”. Eu esperei ele atacar e, me defendi com a espada da mão esquerda, dei um giro para controlar a pressão que o golpe me fez e ao completar, desferi um golpe com a mão direita no autômato, que simplesmente continuou intacto.

“Indestrutível?” pensei, “Assim é sacanagem...”. Eu que ataquei desta vez, com golpes velozes de ambos os lados, intercalando entre a mão direita e a esquerda, eu apelei para um ataque combo, as duas espadas atacaram ao mesmo tempo em direções opostas, o robô usou toda sua defesa para impedir-me de – não se machuca autômatos... - machuca-lo.

Eu aproveitei-me da situação e dei-lhe um chute na cabeça, ele caiu para trás, eu subi nele, pisando no seu ‘braço’ direito e bloqueando o esquerdo com uma espada, então – finalmente - decapitei o robô. Eu cansei, porém valeu a pena, guardei as armas e voltei para o chalé, para descansar.


Atualizado:
30 de exp

Você não é um super semideus, deveria ter colocado que tomou dano, e você não fez isso. O treino foi curto, teve pouca ação e pouco drama, na próxima tente descrever mais isso.


★Atualizado★

Convidad
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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Oliver P. J. Duncan em Sex Nov 09, 2012 9:38 pm

RAWR!

Yo dormir




Treinos


Acordei com um raio de sol vindo de uma fresta na cortina batendo no meu olho, o que foi muito chato, poderia ter dormido por mais meia hora e só sair do chalé na hora do almoço, mas como eu tinha dormido muito cedo, umas 06h30min da noite, não consegui me manter no sono por muito tempo.
Levantei-me da cama muito lentamente, fiz um pequeno alongamento, que geralmente preenchia a cota de exercícios do meu dia, e bocejando muito peguei uma toalha, uma camisa laranja com o nome do Acamamento, um jeans azul meio velho, e um tênis All-Star preto, produtos de higiene pessoal e saí do Chalé de meu pai e fui até o banheiro do Acampamento para tomar um banho e comer alguma coisa antes de voltar a dormir.
Por sorte, só havia duas pessoas na fila do banheiro, um cara alto, musculoso, um cabelo preto cortado num estilo militar que, por sinal, tinha combinado perfeitamente com seu rosto feio e cheio de cicatrizes de batalha, ele olhou pra mim e deu uma risada, possivelmente por causa do meu pijama amarelo com um capuz igual à cabeça do Agumon, nesse momento pensei “Provavelmente, um filho de Ares. Por que, o deus da guerra não tinha filhos mais agradáveis de olhar?”, e a outra pessoa era uma filha de Afrodite, ela era loira, muito bonita, olhos castanhos e aparentava ser muito patricinha e reclamava constantemente da demora da pessoa que estava no banheiro. Depois de várias cochiladas ali mesmo, em pé, chega a minha vez. Entro no banheiro comunitário, surpreendentemente limpo, e tomo um banho demorado com água gelada, nem assim o meu sono passou. Visto a roupa que tinha levado, deixo minha toalha e meu pijama do Agumon no meu chalé, e pego em minha mala o meu boné com o rosto e asinhas do Patamon (É, sou fã de Digimon!), a espada que ganhei ao chegar ao Acampamento, apesar de nunca tê-la usado, e sigo para o Refeitório.
Nada de importante aconteceu no caminho pra lá, foi só uma caminhada monótona de meu Chalé até o refeitório, apesar de duas ou três vezes trombar com alguns filhos de Apolo que estavam brincando de Pega-Pega ou algo parecido.
O refeitório era um lugar muito grande, capaz de abrigar todos os campistas de uma vez. Havia uma mesa para cada chalé, mas alguns campistas sem irmãos costumavam burlar as regras e sentar-se á mesa de seus amigos, eu não tinha um ou dois irmãos, que por sinal inda estavam dormindo. Que inveja deles! Pego um prato e me sirvo do que acho de melhor, coloco uma mini-pizza no prato, coloco feijão, despejo um bocado de espaguete por cima, acrescento um pedaço bem gorduroso de carne de boi e outro de porco, coloco ketchup e pego uma Coca-Cola Ks, e me dirijo à lareira do refeitório. Jogo a carne gordurosa de boi e metade da mini-pizza na fogueira e depois vou até minha mesa comer.
Muitos, por saber que eu geralmente fico o dia todo dormindo, estranhavam o fato de eu ser magro, isso por que eu comia muito quando eu estava acordado e não engordava nada, até mesmo eu estranhava isso. Devia ser alguma coisa em ser filho de Hipnos. Por causa desse fato, a maioria dos meus amigos no bairro em que eu morava me deu um apelido engraçado: Garfield, pelo fato de que eu só comia e dormia.
Depois de ter me alimentado como deveria, deixo meu prato ali em cima da mesa mesmo e saio dela indo em direção ao meu chalé. Arrependi-me muito disso, devia ter ido por outra rota, mas como eu ia saber que alguns amigos de outros chalés iriam me forçar a ir para a Arena treinar um pouco?
Eu não sabia manejar espadas, e muito menos ferir alguém, e também não estava muito disposto a aprender a o fazer.
Cheguei à arena e peguei uma espada comum, era a arma mais usada e pra tentar pegar o treinamento mais fácil e ver como os outros faziam, foi a melhor opção. Meus amigos estavam deixando a arena, quando perguntei:
-Ei, vocês não vão treinar comigo?
Um filho de Hermes que estava com eles me respondeu com um sorriso travesso em seu rosto meio élfico:
-Este é o treino para iniciantes, aguarde Quíron para que ele comece a treinar vocês! Boa Sorte, Soneca!
Meu Hipnos! Isso não podia estar acontecendo! Fico lado a lado com os outros iniciantes, um filho de Ares (reconheci pela aparência, um pouco do cheiro e um elmo de javali), uma filha de Hermes (rosto muito élfico e com cara de quem quer roubar a primeira coisa brilhante que aparecer, um filho de Afrodite (provavelmente, por que reclamava muito da demora e constantemente arrumava seu cabelo loiro e grande) e um garoto filho de Dionísio (esse eu já conhecia, gordinho, baixinho e meio louco). Esse dia não podia piorar, fiquei ao lado do filho de Ares, e da filha de Hermes, que estava olhando os bolsos da minha calça procurando algo.
Depois de um tempo de espera, Quíron, o centauro havia chegado, trazia em suas costas um arco e nas mãos uma simples espada como a que eu havia pegado. Precisei ser acordado pelo filho de Ares, pois estava dormindo, e por sinal, apoiado nele. Meio zonzo ouvi o que Quíron estava falando.
-Bom dia caros semideuses. Como vocês sabem, os monstros nos perseguem em todas as horas, e só não penetram nossas fronteiras pela mágica do Velocino de Ouro. Mas algumas vezes vocês irão sair da segurança do acampamento para prestar serviços e favores ao acampamento e aos seus progenitores divinos, aqui vocês receberão o treinamento adequado de ataque e defesa para que não morram no mundo mortal. A primeira lição será o treino de espadas.
Olhei para os outros campistas, eles estavam um pouco nervoso com o discurso de Quíron sobre o mundo lá fora, monstros e o resto, menos o filho de Ares, que mostrava um sorriso no rosto. Esses filhos do deus da guerra eram muito estranhos.
-Alguns de vocês têm no sangue vantagens em algumas modalidades, como os filhos de Ares na espada e lutas marciais, filhos de Apolo na arquearia, a prole de Hermes na corrida, descendentes de Hefesto nas forjas e outras qualidades de diversos meio-sangues.
Levantei a mão e perguntei para Quíron:
-Mas alguns meio-sangues como eu não são tão chegados a exercícios físicos... Podemos ser treinados como qualquer... – dei um longo bocejo - qualquer outro?
-Depende, filho de Hipnos, a vontade é uma força maravilhosa sabia? Se você quiser, você pode fazer coisas maravilhosas.
Pensei nisso que ele falou, e ele deu início ao treino chamando o primeiro da fila, o filho de Ares. Pra um iniciante, ele se comportou como um verdadeiro profissional, decapitava bonecos de palha com golpes de espada, reagia rápido aos bonecos que se mexiam em sua direção dando inúmeros cortes em áreas que matariam pessoas normais: Entre as costelas, na garganta, fígado e no coração, se não estivesse com tanto sono, ficaria surpreendido ou até aterrorizado com a cena que estava vendo. Depois de inúmeros bonecos em pedaços, Quíron parabenizou o ser que se intitulava “humano”. O próximo da fila era eu. Peguei minha espada, meio sonolento, e fui até o meio da arena cheia de bonecos de palha e de madeira animados e inanimados, Quíron me ensinou o básico: como segurar uma espada e como golpear basicamente.
-Lembre-se, a melhor arma de um meio-sangue é a inteligência, numa luta contra monstros, ou outro espadachim, se não ser inteligente a ponto de achar uma brecha ou ponto fraco você... Morre!
Me aproximo de um boneco de espada e faço bem vagarosamente um corte no tórax dele. Foi fácil, fiz um movimento de na horizontal, também vagarosamente, fazendo um corte no abdômem do boneco. Era até legal fazer isso, até que os bonecos de madeira começaram a se mexer, estavam pendurados por alguma coisa que eu não conseguia ver, eles não socavam, nem cortavam com espadas, mas vinham de encontro com quem treinava, podendo derrubar e machucar alguns ossos. Para uma pessoa lenta como eu, era muito difícil esquivar e golpear os bonecos, um veio rapidamente na minha direção pelo meu lado direito, pulei para frente para me esquivar dele, mas não sendo rápido o suficiente, o boneco de madeira bateu no meu ombro, me desequilibrando, e não me deixando ver outro boneco, que me acertou em cheio nas costas, me fazendo cair, fiquei ali deitado por um minuto, um cochilo rápido, me recomponho e levanto-me. Esse treino tinha que acabar para que eu fosse dormir.
Com minha espada nas mãos, tento me desviar e atacar o mais rápido. Um boneco veio pela minha direita, fiz um movimento da esquerda pra direita na horizontal com a espada, fazendo um corte na barriga e evitando o golpe. Outro boneco veio pela minha frente, deixei a espada horizontalmente firme em minhas mãos, retardando o golpe, mas não vi o boneco que me acertou no ombro direito por trás, me fazendo cambalear, coloquei por instinto a espada na horizontal me protegendo de algo que veio pela esquerda, outro boneco.
“De onde surgiram esses reflexos?”
Um boneco veio por trás, me virei rapidamente e bati com o cabo da espada no tórax do boneco, mas um boneco veio muito rápido pra mim e para meus reflexos misteriosos, e bateu com força na minha cara, me jogando no chão.
Com o nariz e o canto da boca sangrando, rastejo até longe do alcance dos bonecos e falo com Quíron:
-Por hoje chega, estou com muito sono... Até mais Sr Cavalo.
E saio tentando estancar o sangramento do meu nariz com a camisa do Acampamento durante o caminho não tão distante da Arena para o meu chalé, tinha sido até legal o treino, apesar de ter provavelmente quebrado meu nariz, machucado os dois ombros e minha coluna, mas tinha sido uma sensação boa, como se eu tivesse nascido para fazer isso.
Pego meu pijama no meu chalé, e vou até o banheiro do acampamento que graças a Zeus estava sem fila, entro e tomo um banho, lavando e tirando o sangue de meu nariz e boca. Depois de fazer isso, visto meu pijaminha do Agumon, coloco o capuz, e vou até meu chalé dormir.
Meus irmãos ainda estavam dormindo, que inveja, ou não. Deito-me na minha cama, pego meu bichinho de pelúcia do Tsunomon e durmo abraçado com ele.



Legenda

MeActionsThe Others "Toughts"



Template by ~moony
(a.k.a. ~justnina)


Avaliado:
20 de exp
Bela surra que tomou shuashuashuashuahsu brincadeira. Eu desconsiderei as falas, e eu pensava que você não iria desistir, mas de qualquer forma foi um treino enorme, não teve muitas surpresas.


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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Convidado em Sab Nov 24, 2012 10:34 pm



I Believe That...
Everybody Finds Love In The Ends

Evil Me
♥♥♥
Mais um dia de decepção. Não sei eu estava um pouco chateado comigo mesmo and well, eu preciso destruir algumas coisas e esquecer parte de quem eu sou. Em ouras palavras, botar de volta ao mundo uma pessoa que eu escondi fazia tempo, o meu dark side, versão estendida. Lambi meus lábios na frente do espelho, penteei meus cabelos de ouro fino e saí do chalé, portando o presente que mamãe me dera. Uma espada segmentada.

Sem mais delongas e enrolações de percurso, moi (eu) adentrei as portas da arena, empurrando um grupo de dois campistas no chão. Um deles levantou portando uma espada curta. Ouvi seus passos altos em minha direção. Olhei de canto, sorri maldoso e dei uma estalada de dedos. Ouvi o garoto gritar algo, but i don't care. Saquei minha espada e mesmo ele estando longe, foi o suficiente para chicotear o garoto para longe. Dei um giro bailarino e sentei o chicote de lâminas no ombro do garoto. Chutei sua espada e pisei em sua cabeça (de leve claro) - Sai do meu caminho garoto!

Os outros campistas pareciam ter ficado comigo, mas eu nem dei bola. Subi num ringue e chamei alguém para treinar comigo. Alguém forte que me proporcionasse desafio. Precisava ser pressionado, pois preciso ver o nível de lembrança do meu outro eu. Chicoteei o chão do ringue, arrancando lascas do tatame. Girei a lâmina pra cima, fiz a curva pelo meu corpo e segmentei de volta as partes da espada, numa lâmina integra. Ouvi alguns comentários ruins, outros até me surpreenderam, mas o que eu queria era alguém para eu dar uma surra.

Depois de um tempo xingando a plateia, um cara apareceu. Forte, robusto, lindo, acho que teria um caso com ele se eu estivesse com a minha antiga personalidade. Ele tinha uma lança grande e grossa, uma lâmina tipo um machado. Sorri. Acho que terei uma great battle com esse aqui. Nem perguntei o nome. Estalei meu pescoço e tirei a espada da lateral do corpo. Ele deu uma investida longa. Meu corpo é super flexível, logo deslizei pela lateral da lança, coloquei a base da minha espada sob a lança e numa estrela passei para o outro lado da arma. O garoto pareceu surpreso. Sorri malicioso e ergui minha espada. Quando eu fui acerta-lo, ele brandiu a haste da lança e golpeou a lateral do meu corpo. Senti minhas costelas doerem. Cuspi, segurei um grito de dor e olhei aterrorizado para o monte de Músculos.

O garoto voou em mim, puxou-me pela gola e me chutou com força pra fora do ringue. O chão rachou em pedaços e meu corpo ficou ali estatelado. A galera vibrou. As palmas se preencheram o eco da arena. Obriguei meu corpo a reagir e levantar. Cuspi sangue no chão e consertei meu ombro deslocado. Doeu muito, mas nessa altura do campeonato, a dor não me era importante. Levantei. Meu braço esquerdo sangrava de cima a baixo. Lambi meus lábios, absorvendo meu sangue doce. Olhei furioso para meu oponente - Ainda não acabamos! - vociferei. O garoto olhou-me e pulou da arena.

Ele correu em minha direção, gabando-se que iria me destruir dessa vez. Segurei um riso. Quando o machado da lança dele me alcança, movo meu corpo pra o lado esquerdo e o machado passa por mim, fico ileso. O restante da haste passa pela minha lateral. Quando ele ameaçou fazer o mesmo, prenso minha espada com a haste e deixo o garoto se aproximar. Quando estávamos frente a frente, lhe dou um selinho. Ele se enfurece e tenta um soco no meu rosto. Eu deixo ele me bater, pois não me importo com a minha beleza. Uma boa luta it's more juicy to me. Cuspi sangue na cara dele e lhe dei um soco no queixo. Saquei a espada e com o cabo bato com força no ombro do garoto. Ele exprime algo com um grito surdo e derruba a lança. Num chicotear da espada, segmento a mesma e sem pena faço vários cortes ao longo do corpo do garoto. Não profundo, apenas arranhões superficiais. Meu rosto iluminou-se de ódio. Virei a espada de lado, e chicoteei o rosto do garoto com a parte plana. Deixei uma marca vermelha em seu rosto.

Virei de costas e saí de perto dele. Ouvi passos e um urro correndo atrás de mim. Olhei de canto, girei meu corpo num lacear de ar. Prendi as lâminas no braço monstruoso do warrior. Ele parou e me olhou com dúvida. Puxei o cabo da espada segmentada, mostrando que eu podia destruir o braço dele em questão de segundos. Meu oponente abriu a mão e eu desenrolei a espada do braço dele. Saí vitorioso, mas todo surrado. But, anyway, i like the color of the blood on my skin tone


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Gostei do treino. Foi rápido, ritmado, deu pra entender bem o que acontecia. Aliás, gostei muito da sua narração de batalha. Continue assim.

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Meu primeiro treino

Mensagem  Laurent Giroud em Qua Nov 28, 2012 4:08 pm

Era uma tarde ensolarada no acampamento. Eu não saia do meu chalé para nada além de comer. Não praticava exercícios há dias, o que era estranho para uma pessoa como eu vindo de família militar.
Eu resolvi sair do meu chalé. O sol era forte lá fora e assolava tudo o que conseguia tocar. Eu ainda não estava acostumado com a ideia de ser um semideus. Todos aqueles deuses realmente existiam e isso não parecia ser possível.

Eu vestia meu grande casaco, o que não me parecia ter sido uma boa ideia com o calor que estava fazendo. Eu não sabia para onde ir e o sol começava a me irritar cada vez mais. Eu sentia que precisava bater em alguma coisa então me lembrei de que no acampamento havia uma arena, eu poderia descontar minha ligeira raiva naquele local. Poucos campistas falavam comigo, parecia ter medo de mim, medo da presença que eu causava. Eu descobri que era filho de Phobos o deus do medo, mas não achei que isso influenciava em mim ao menos até chegar ao acampamento.

A arena era um lugar espaçoso com arquibancadas ao redor, em um canto alguns garotos estavam ao lado de armamentos e escudos. Eu poderia nomear todos. Minha tia me forçava a estudar sobre armas e estratégias de batalhas sempre que podia. Fui até eles que ao me verem eu tive a impressão de terem recuado. Seus olhos se encheram de medo e ficaram arregalados, mas logo depois eles pareceram voltar a si. Eles me deram boas vindas e disseram que eram filhos de Ares o deus da guerra o que teoricamente os transformavam em meus tios, mas resolvi não pensar nisso.

O treino iria começar, eu havia escolhido uma espada que se adequava com minha personalidade que possuía o peso ideal em minhas mãos. Não usava um escudo eu precisava de mobilidade e velocidade não podia carregar muito peso, pois também estava fora de forma. O instrutor filho de Ares prostrou-se ao meu lado dizendo que cinco bonecos esperavam por minha fúria. Disse dois golpes que eu poderia utilizar, pois além de estar treinando a forma física eu deveria saber como usar uma lamina. Ele demostrou ambos os golpes um deles era uma estocada, eu deveria encravar a espada no centro da barriga dos bonecos e gira-la, não faria muito efeito na palha, mas eu sabia que um golpe daqueles faria com que o sangramento em um ser humano não estancasse tão rápido, isso também deveria funcionar com monstros. O outro golpe servia para cortar o inimigo, não era muito forte, mas servia para minar a concentração do adversário e seus movimentos.

Minha respiração era ofegante, meu braço pesava mesmo não estando com a espada muito tempo. Estar fora de forma não era uma coisa boa. O instrutor deu partida e eu corri na direção dos bonecos. Parei em frente ao primeiro bruscamente e dei uma estocada logo depois retirando a espada, deferi um golpe e palha voou por todo o lado. Corri na direção do segundo espantalho e cortei sua cabeça. No terceiro eu só iria dar um leve golpe, mas acho que me entusiasmei de mais e parti-o ao meio. Meu braço pesava ainda mais, minha respiração era cada vez mais profunda e meu coração batia de forma absurda. Os filhos de Ares olhavam para mim com expressão de espanto e admiração, deveriam estar pensando como um novato lutava tão bem. Eu só pude fazer aquilo, pois já havia treinado com espadas antes quando minha mãe ainda era viva. As lembranças vinham rápidas e a raiva aumentava. Fui à direção do quarto boneco e o golpeei duas vezes, uma na cintura e outra na base da cabeça. Virei-me para o ultimo boneco, minhas lembranças apareciam como raios em minha mente, por ironia do destino o espantalho possuía um olho pintado no centro do rosto. Um olho era o que o único monstro que eu havia enfrentado possuía, um olho era o que a fera que me provocou o maior medo que eu já sentira tinha no centro de seu rosto. Eu parei em frente ao espantalho tão rápido e tão pasmo que qualquer um que estivesse olhando estranharia. Meu coração batia mais rápido e não mais pelo cansaço e sim pelo medo que eu sentia. Eu precisava reagir deixar o medo que tomava conta de meu ser. Eu era filho de Phobos o deus do medo, não sentir tal medo eu levante a espada e desci-a no alto da cabeça do espantalho. Palha se espalhou o suar descia pelo meu rosto eu estava exausto.

Virei-me na direção do grupo de filhos de Ares que pareciam empolgados com minha luta eles disseram: -“Você foi muito bem, mas parece mal melhor voltar a seu chalé.”. E foi exatamente isso que fiz, voltei à meu chalé para tomar um bom banho e dormir.

Φ Atualizado Φ
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Texto bem estruturado. Só mais cuidado nas pontuações. Gostei de como chegou usando sua habilidade de filho de Phobos nos filhos de Ares, sem querer. A narração do treino em si foi bem legal. Você deu atenção a detalhes como a respiração e o cansaço, o que é importante.
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Laurent Giroud
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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Leo Klaus Cooperfield em Qua Nov 28, 2012 6:24 pm










Death Note

Filho de Eos - Treino de espada/escudos



Eu estava ansioso em estar no acampamento e principalmente para iniciar minha vida como campista, realizando meu primeiro treino. Abri as cortinas do chalé de Eos, minha mãe e me vesti com as roupas do acampamento e uma jaqueta por cima de tudo, esperando me aquecer em meio aquela manhã fria e cinzenta de outono no acampamento. Corri em meio ao chalé, carregando um Pen Drive que era presente de minha mãe. Adorava aquele lugar. Era sempre cheio de campistas com quais vivia conversando e passando o tempo, havia várias coisas para se fazer em um enorme acampamento de verão de sobrevivência. Mantinha contato com minha mãe agora, sendo próxima a ela e conhecendo seu suposto padrasto rei do submundo, Hades. Eu geralmente não demonstrava, mas gostava muito de conversar com ele, já que meu antigo pai não me dava atenção antes de morrer. Isso e várias outras coisas rondavam minha cabeça, me fazendo pensar muito e ficar mais animado ainda enquanto corria pela garoa fina que caía em direção a Arena do acampamento. Ao chegar a grande porta aberta da arena e olhar para dentro, tive certeza naquele instante de que era aquilo que queria. Definitivamente.

A arena era um lugar incrível a meu ver. Ela se estendia vastamente em uma área de aproximadamente 350 metros quadrados, árida e com o chão fixo e agradável que proporcionava aparentemente um melhor desempenho no quesito de flexibilidade. Caminhei pela arena, observando alguns semideuses curiosos que olhavam pra mim e aparentemente sorriam, notando minha presença. Não entendia o por quê de tantos sorrisos repentinos e felizes, fazendo-os me apreciar. Seria que talvez minha mãe tivesse me abençoado ou algo do tipo? Talvez... Mas decidi continuar andando, mantendo meu rumo ao conseguir sair dali vivo em uma luta e aperfeiçoar minhas habilidades com espadas. Cheguei em um canto da arena, onde se encontrava uma arquibancada de pedras. Coloquei ali a bolsa que carregava com roupas e outros itens, me alongando em seguida e me preparando. Fiz vários exercícios antes de começar, sabendo que teria que me aperfeiçoar todos os dias, afinal, não é sempre que se é atacado por monstros e se pode sair ileso e/ou ter tempo para se alongar antes da luta. Respirei fundo e caminhei até alguns bonecos de palha no centro da arena, que estavam fixos e que pareciam se mover em minha mente, a cada passo aproximado. Mas, logo me lembrei que estava sem espada; fui em direção as prateleiras da arena e escolhi a melhor das espadas que tinha.

Sorri, encarando o boneco e vendo que minha mente pregava uma peça em mim. O encarei e disse:
– Bem... Tenho que treinar e você irá me ajudar!
Levei a mão direita ao cume da espada, que estava quente em minha cintura. Saquei minha espada e girei ela em mãos, um pouco sem jeito e a deixando escapar. Praguejei e a segurei novamente, tentando manter o porte de ataque e estrutura corporal perfeita. Fiquei parado por alguns segundos, encarando o boneco e me concentrando. Não sabia o que fazer ao certo, mas teve uma rápida percepção de movimentos. Com os joelhos flexionados, forcei os pés e coma espada, comecei a desferir golpes desajeitados e diferentes de como pensei. A espada atingia o boneco principalmente na área do tórax, com força mas sem nenhum de corte aparente. Eu estava já rodeando o boneco, desferindo ataques simples e um pouco rápidos, enquanto pegava o jeito. Segurei mais firme no cume da espada, sentindo a mesma escapar de minhas mãos antes com a força do impacto. Comecei a me mover mais rápido, sentido a espada esquentar seu cabo estranhamente. Junto a isso, pratiquei minha esquiva também, correndo em direção a outros bonecos e desviando de alguns, enquanto os cortava na diagonal com a espada que a cada segundo em minhas mãos, esquentava como se estivesse a ponto de explodir.

Corria como nunca. Adorava a sensação de adrenalina e de sentir meus nervos e músculos do corpo trabalhando em perfeita harmonia, correndo em uma extrema velocidade entre os bonecos e os acertando já com mais precisão e conseguindo fazer cortes em meio a seus corpos imóveis, despejando um pouco de areia e penas em meio a arena. Enquanto corria e me esquivava, senti a espada se esquentar ao máximo e começando a sair do controle - Ou Talvez ficar mais rígida - e vibrar intensamente. Parei meu corpo, indo um pouco pra frente e perdendo equilíbrio, enquanto dava um salto pequeno e atingia o último boneco ileso e ao corta-lo perfeitamente, a espada se esfriou rapidamente e disparou no mesmo eixo do corte um filete de água dourada, que sibilava uma aura dourado e fria, atingindo o boneco em cheio além do corte e o derrubando ele ao chão, se despedaçando. Segurei firme no cume e surpreso, mantendo o equilíbrio ao ver a água sair de minha espada, mantendo ela firme o tempo todo e quase perdendo o equilíbrio de tempos em tempos. Caí pra trás, sentando sobre a arena e soltando a espada ao chão, que se resfriava e soltava uma fumaça densa. Sorri, encarando-a e vendo seus desenhos entalhados perante o sabre e disse a mim mesmo, em um tom suave enquanto respirava ofegante:
– Interessante... Eos me abençoou mesmo. Parece Âmbar.
Me levantei, já um pouco recuperado e caminhei até um antigo depósito de ferragens na arena de lá, retirei duas espécies de pedras metálicas, colocando-as no centro da arena e as analisando. Apertei alguns botões e logo, eles se mexeram e começaram a andar, mostrando suas presas de prata em meio ao pequeno corpo de bronze e olhos dourados cravados em pedras preciosas. Me afastei, olhando pra eles e segurando novamente minha espada firmemente, dizendo:
– Com bonecos fui bem... Agora eles se mexem. Isso vai ser... Interessante.

As criaturas - Que deduzi serem Autômatos criados por Hefesto, deus das Forjas e da Mecânica - se remexeram ao chão, esticando suas patas metálicas e mostrando suas garras e pressas de puro bronze celestial. Dei alguns passos pra trás, prevendo uma luta e fui atacado por um dos cães de bronze, que avançou sobre meu peito e me derrubou, me arranhando e mordendo minha blusa com suas pressas. Se não fosse minha armadura de couro, estaria sem um rim ou algo parecido. Dei uns socos em sua carapaça sólida e com os punhos quentes e doendo, girei o corpo derrubando o animal e me levantando novamente com a espada em mãos. Olhei para o outro cão que vinha em meu encontro e não tive escolha a não ser me esquivar dele com uma cambalhota sem jeito para a esquerda, desviando dele e parando de joelhos ao chão. Pisquei e fui atingido pelo outro autômato que me mordeu na altura dos ombros e me jogou pela arena, de bruços. Me levantei, apenas me aquecendo e pronto para começar a luta de verdade contra cães de bronze.
Sorri e decidi atacar, correndo até eles e flexionando a espada em mãos, assim como fizera com os bonecos. Esperava que minha esquiva não decepcionasse. Não agora, pelo menos. Cheguei ao primeiro cão que avançou em mim, segurando a espada de lado e o parando no ar, fazendo-o cair pra trás com um pouco de esforço. Rodei em meu próprio eixo e tentei desferir golpes sobre a lataria do cão exposta, causando alguns amassos. Me abaixei e por uma fração de segundos, não perdi a cabeça pelo outro cão que passou a alguns centímetros próximo a minha cabeça. Me levantei e fui mordido pelo cão que estava próximo de mim, já uma pouco amassado. Puxei meu pé e rasguei minha calça, tomando espaço e sendo cercado novamente pelos cães. Pensei em uma estratégia diferente, tentando pelo menos tomar um pouco de tempo.

Sorri e disse em voz alta, levantando uma das mãos para cima e segurando mais firme ainda na espada e sentindo uma pressão no estômago:
– Morram...
Em uma série de espinhos caiu do céu, vindo de algum lugar. Senti um esforço profundo, tentando manter a velocidade dos espinhos que caíam do céu e acertavam em cheios os autômatos, aparentemente envenenando a grossa camada de bronze que se encontrava ali e a amassando. Sorri e ao notar que os espinhos pararam, os autômatos ainda se moviam, um pouco mais devagar, mas ainda assim queria continuar a lutar. Me aproximei e com coma espada, desferi uma série de cortes em um deles, variando entre diagonal e horizontal, não esperando corta-lo, mas sim, amassar sua estrutura e faze-lo entrar em curto com as batidas fortes. A espada novamente voltou a se aquecer, deixando os ataques mais precisos e fortes. Me animei e girei a espada em mãos, cravando a espada em sua carapaça já não tão firme de bronze, seguido de um grito. Respirei fundo e olhei para o automato, se desligando automaticamente e retirando minha espada de seu corpo, que agora estava imóvel e estralando. A espada em minhas mãos estava quente. Pensei se conseguiria mais uma rajada daquela espécie de água estranha, acabando com o outro automato de uma vez. Estava terminando, certo? Errado. Da janela de madeira antiga da arena, surgiram dois pássaros metálicos, autômatos também. Eles tinham olhos penetrantes na cor verde jade, que pareciam que iriam pular para fora do corpo. Fiquei decepcionado ao ver os pássaros se aproximarem em velocidade, apenas duplicando meus problemas. Queria acabar com aquilo logo, já estava tudo se tornando chato.

Corri perante os pássaros que planavam entre mim, me dando bicadas e me ferindo nos braços. Resisti e cheguei até o segundo automato cão, que estava caído ao chão e se movendo vagarosamente, já perdendo energia e indo para o mundo submerso das máquinas. Dei um chute em seu foucinho, desferindo um corte profundo em seus olhos de prata - Que eram atualmente, o lugar mais frágil - e o desligando permanentemente. Me virei e fui atingido pelos pássaros, que me jogaram a alguns metros pra trás e bati a cabeça com força ao chão da arena. Me levantei, já nervoso e sendo rodeado de pássaros malditos. Gritei e praguejei, acertando um dos pássaros metálicos e o derrubando ao chão:
– Chega!
Me descuidei e fui atingido nas costas pelo outro pássaro, que me derrubou de joelhos ao chão novamente. Me levantei, esperando o momento certo de sua investida e com a espada fervente em mãos, desferi um corte na diagonal, acertando o pássaro em cheio e perdendo o equilíbrio ao sentir novamente a pressão de um corte da água dourado emergia da espada, derretendo o pássaro e o derrubando, parado e imóvel. Soltei a espada que se esfriava novamente, levando as mãos a cabeça e dizendo:
– Nossa.... Que complicado lutar.
O silêncio tomou o local, sendo cortado pelo meu riso em seguida, enquanto caminhava com a espada vagarosamente em direção a saída. Estava feliz por ter feito minha parte e descobrir várias coisas novas e de que principalmente, odiava cães de lata celestiais. Corri ao chegar do lado de fora da Arena, indo em direção a enfermaria e pensando como minha mãe ficaria orgulhosa e feliz em ver seu suposto filho todo machucado. Pelo menos era por uma boa questão. Uma questão de Sobrevivência.
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Bem, o treino foi legal, Leo. Sério mesmo. Consegue usar as vírgulas pra dar um ritmo a mais. Descrições bem feitas e usou bem o ambiente ^^ Deu gosto de ler teu treino, continue assim.
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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  James F. Köller em Qua Nov 28, 2012 10:30 pm



1º Treino Espada/Escudo


Era uma manhã calma no chalé de Héracles, pois como era um lugar quase vazio nem sábia se algo podia me acordar. Sai de lá cedo com vontade de treinar. Eu em direção ao lugar destinado ao treino de Espadas e Escudos.
Chegando ao local e avistando vários campistas lutando contra autômatos ou contra bonecos de palha. Eu peguei uma espada e um escudo e fiquei frente a frente com um autômato fiz uma cara que não podia assusta-lo já que ele não era bem humano. Com a espada tentei fazer um ataque no braço esquerdo ele revidou segurando a lamina e me empurrando com o braço direito.
Depois tentei um novo golpe que caso acertasse o autômato poderia parti-lo no meio, mas ainda nada adiantou, pois ele segurou a espada com as duas mãos a arremessou longe me levando junto a ela. Eu me levantei e raivoso tentei segurar sua mão e amassa-la usando minha força, pensei que era capaz disso, pois era filho de Héracles, mas me enganei, pois quando entortei um dos dedos do autômato ele me arremessou no chão.
A cada segundo eu ficava mais irado com o autômato, mas consegui manter a calma e no momento em que ele tentou tomar a espada de minhas mãos chutei a cabeça dele. Ele ficou um pouco desorientado mais logo voltou a si e tentou me esmurrar. Com toda força que minha mão esquerda tinha segurei o punho dele e com a espada na mão direita cortei o punho do autômato.
Alguns parafusos começaram a cair no chão eu achando que o combate não tinha acabado tentei cortar a cabeça do autômato que ao tentarum esquivar tropeçou e caiu no chão nesse momento ele achou uma espada e começou a lutar usando a arma. Tentou cortar minha cabeça, mas me defendi com o escudo. Logo depois ele tentou um novo golpe e como eu havia cortado a mão direita ele não pode se defender. Atravessei a barriga dele com a espada pena que sua carcaça metalica o protegeu u suficente para mante-lo no combate.
Em um novo ataque ele baixou a guarda novamente e acabei por cortar sua perna direita. Ele ficou caido no chão então aproveitei o momento e retalhei seu corpo metalico em varios pedaços.


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Cuidado com a pontuação. Para quem escreve pode não parecer muito, mas muda o ritmo do texto. Também alguns verbos estão fora do padrão como "Chegando ao local e avistando vários campistas". A ideia de partir um autômato ao meio com um golpe também me é estranha. Além disso, robôs não ficam desorientados com golpes. Tente apenas visualizar cada detalhe do oponente durante o treino. Fora isso, fez um bom treino.
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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Lukas T. Montecchio em Sab Dez 01, 2012 9:46 pm

Simba e Ted me assistem treinando

Lukas, Ted e Simba
Felizmente hoje não tive pesadelos com a morte do papai. Tirei o pijama de bolinhas com um sorriso enorme nos lábios. Escolhi uma roupa confortável para treinar. Ted me ajudou a me arrumar. Uma calça de moletom preta, a camisa do acampamento e um tênis de corrida. Prendi o Escudo Arco-Íris em forma de bracelete no braço, coloquei a Espada Curta na bainha e prendi a bainha na minha cintura, passei o dedo delicadamente pela tatuagem em forma de borboleta. Psiquê era uma deusa realmente incrível. Sai do chalé e o Simba veio correndo em minha direção. Gargalhei enquanto fazia cafuné nele.

- Vou treinar, vem comigo? – perguntei enquanto me punha de pé. Simba latiu e abanou o rabo com velocidade. Como quem diz: “Mas é claro!”.

Escutei um barulho e olhei para trás. Ted corria na minha direção com todo seu jeitinho desengonçado. O peguei no colo e o coloquei nas costas do Simba. Ted se agarrou no pescoço dele e nós três seguimos para a arena.

Ao chegar à arena, mandei que Simba ficasse sentado mais afastado, junto do Ted. Pedi que um filho de Ares que treinasse comigo. Ele fez uma cara de deboche. Apertei meu bracelete, ele se transformou no escudo de Arco Íris. Tirei a Espada da bainha e esperei o primeiro ataque.

Nessas horas meu coração estava muito, muito acelerado. O garoto veio correndo pra cima de mim. Ele não pareceu ligar muito para o meu um metro e meio. Aproveitei minha baixa estatura pra desviar dos golpes da espada. Ele era alto, e tinha tendência a certar golpes mais altos, mirando na minha cabeça. A brecha que eu vi foi deixá-lo da minha altura.

Ele segurou a espada com as duas mãos e tentou acertar um golpe com toda força em um arco. Dei um passo para o lado e a espada cravou com força no chão. Usando o cabo da espada acerte-lhe no meio das pernas. Ele travou e caiu de joelhos com a mão entre as pernas. Eu senti uma parte da dor com ele, mas precisava ganhar a luta.

Usando o escudo, rodei nos calcanhares e acertei o escudo na lateral da cabeça dele. O garoto de Ares caiu no chão. Com a cabeça sangrando. Ele pegou uma pedra e a jogou no meu braço esquerdo. Gritei de dor e levei a mão até ali. Ele levantou e chutou minha perna. Cai no chão com lágrimas nos olhos. Eu estava com dor e muito brabo. Peguei a espada no chão e fiz um arco, criando um corte na barriga dele. Ele apertou a mão contra a barriga.

Eu ia acertar outra vez a espada nele, mas senti dentes apertando minha mão levemente. Virei para trás e vi Simba me olhando com retenção. Arregalei os olhos e soltei a espada. Olhei para o garoto a minha frente. Me afastei aos poucos sentindo lágrimas.

- Me desculpa! – Gritei e me virei correndo para longe. Apertei o escudo e ele se transformou novamente em bracelete. Eu imaginei que o Ted iria pegar a espada que havia esquecido na arena. Entrei no chalé respirando com dificuldades. Eu não queria machucar mais ninguém, mas era necessário por causa da vida que eu tinha.
thanks, baby doll @ etvdf


> Escudo Arco-Íris [Escudo de prata com um arco íris de diamante que brilha em sete cores. Fora de uso, torna-se um bracelete com um diamante pequeno que brilha cada vez de uma cor.]

> Espada Curta [Item feito de Bronze Sagrado num total tem 45cm de comprimento]

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Bom, o texto não tem muitos erros, mas está um tanto corrido e um pouco sem coerência, já que seu personagem é uma criança, lutando contra um adolescente. Reveja alguns conceitos, essa é a minha dica




Lukas Triantaphylos Montecchio

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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Ian McCready em Qua Dez 05, 2012 10:11 pm


Serious?
The Night
Mine...

O sol mantinha o reflexo garantido no centro do escudo que Ian carregava sobre o braço. Quíron o havia avisado sobre um treino que teria logo pela manhã, antes mesmo do meio dia. O rapaz tinha passado duas semanas fora treinando arco e flecha e agora iria treinar a luta com espadas e escudos. Sua tutora no treinamento seria uma filha de Ares, acostumada a lutas e a decisões sanguinárias. Sem avisos a garota retirou a espada do escudo e desferiu um corte direto em direção a cabeça do rapaz que esquivou, por pouco, mas esquivou. Ian se assustou segurando o escudo com mais força e ficando bem atento aos movimentos que ela fazia. Os passos dados ao lado era como um suspiro antes do mergulho, somente a tensão entre ambos já bastaria para machucar um dos lados. Ian atacou, com um corte lateral que foi defendido pelo escudo da adversária, mesmo assim girou o calcanhar e a espada surgiu de cima para baixo acertando o centro da defesa que o empurrou para trás e desferiu um corte horizontal que rasgou a camisa do rapaz e fez um fio avermelhado aparecer no abdômen do filho de Atena, um corte que sangrava, mesmo que levemente. Ian então, olhando para aquilo bufou ficando sério, concentrado e obscuro.

Os olhos demonstravam a raiva e as decisões foram tomadas em milésimos de segundos. Como se recordando de uma postura antiga grega, Ian prendeu o escudo entre os ombros, cobrindo as costas e sacou a segunda espada manipulando uma em cada mão. As girava com certa maestria, havia aprendido a equilibrar os pesos, sem perder tempo investiu contra a adversária que lançou o escudo para o lado e começaram assim um embate de espadas. As lâminas dançavam com cortes certeiros e secos que eram defendidos com mais lâminas. o rangido de cada extremidade se chocando e os esforços musculares feito pelos dois. O suor brotava nas frontes, digno de um treinamento com filha de Ares, talvez não fosse páreo para ela, mas no momento sabia o que fazia como um bom lutador que era. Após alguns minutos de luta intensa e frenética ambos cortaram-se na altura do antebraço e caíram sorrindo de cansaço.

Treinar com espadas e escudos era mais dinâmico e trazia maior desgaste corporal para ambos , mesmo a garota sendo forjada na luta. Voltaram a se levantar e Quíron deu como encerrado o treino e ambos seguiram para tratar dos pequenos cortes que possuíam.




tags: Arena
Notas: -
Roupas: Calça Jeans, camisa branca social com a manga enrolada até os músculos do antebraço, com o colete marrom feito de pele de animal e que o protegia por cima.
musica: November Rain
Créditos : Elena Gilbert @ Mystical Falls



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Muito dinâmico e empolgante, porem, ainda peço que você tome cuidado com a falta de pontuação e com o sumiço de algumas palavras, tipo pronomes, e bom, há uma ou outra sentença sem sentido. Fora isso seu texto está gostoso de ler.

Ian McCready
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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Ellen H. Dellatorre em Sab Dez 08, 2012 1:52 pm

Provocações







Caminhei calmamente para a arena, caçando sombra no caminho. Meu novo e caríssimo óculos escuro estava fazendo seu trabalho, mas ainda assim era desagradável ficar sob o sol. Eu esfregava sem parar meu colar novo, presente do meu pai que viera dentro da mala. Sem bilhete, sem parabéns, sem nada. Só roupas caras e um colar de lua com uma estrela. Simples assim.

Mas eu não estava chateada. Até me dei bem com alguns meio-irmãos. Eu tinha ouvido conselhos de uma meia-irmã bastante legal e resolvi seguir o primeiro, que por acaso já havia sido dado a mim pelo nosso... Treinador centauro... Ah, diretor de atividades.

Então eu percebi que já que o conselho fora me dado duas vezes seguidas, valeria a pena segui-lo. A arena era um lugar... Animado. Havia campistas para todo lugar que eu olhava. Os filhos de Ares eram os mais barulhentos. Eles gritavam e brandiam espadas e escudos, me assustando.

Me recostei do lado de uma estante cheia de espadas e escudos, provavelmente para emprestar aos campistas, e fiquei olhando os campistas treinarem. Eu era a favor da paz e do sossego, então me senti tentada a ir embora e estava quase virando quando alguém me chamou.

- Você, garota loira do óculos de sol!

Chamar é elogio. A garota gritou tão alto que todos pararam para olhar o que houve.

- Te conheço? - falei ao me virar.

- Venha, mostre-me que não tem medo. Lute comigo. - ela brandiu a espada.

"Aham, já estou indo" pensei sarcasticamente. Qual é, a menina tem o dobro do meu físico e já estava a mais tempo aqui, pelo que pude ver no seu colar. Três contas.

- Está com medo? - perguntou ela.

Bem, é o seguinte: se você quer que eu aceite um desafio, me pergunte se eu estou com medo. Meu ego jamais me deixa recusar um desfio assim.

- De você? - eu ri alto - Só nos seus sonhos, filha do cara da guerra.

Ela deu uma espécie de grito/rugido e eu peguei a primeira espada que vi. Ela me golpeou na barriga pelo lado direito, mas eu desviei. Anos de esgrima, muito obrigado. Fiquei em posição enquanto ela dava outro golpe. Foi aí que eu percebi. Ela era movida pela raiva, não tinha nenhuma estratégia, nenhum plano. Eu recuei dois passos e sua espada passou inofensiva no ar à minha frente.

Ataquei, tentando bater no cabo da espada dela com a lâmina da minha, mas ela desviou meu golpe sem dificuldades. Eu girei para trás quando ela atacou meu rosto. De relance, pude ver bonecos que usavam para treinar. Tinha um bem atrás de mim. Apliquei um golpe em baixo do seu braço, que ela tentou desviar, mas não conseguiu, então esperei.

Sorri para ela com escárnio e separei um pouco os pés. Ela atacou. Teria fincado a espada bem no meio da minha linda barriga se eu não tivesse me desviado girando. Enquanto ela pegava a espada, eu lhe dei uma rasteira. Ela caiu como uma maçã madura e eu apontei minha espada para o seu pescoço.

- Acho que não foi dessa vez. - provoquei sorrindo.

- Revanche! - ela exigiu.

Eu fingi um bocejo e então me virei, indo calmamente até o lugar onde achara a espada.

- Acho que não, estou a fim de enfrentar um desafio. - eu falei enquanto colocava a espada no lugar.

Me mandei rapidinho dali, impressionada com minha sorte. Bem, acho melhor não abusar e dormir até o almoço.



CLOTHES: HERE TAGGED: Filha de Ares Sem Nome



Made By: Lollipop @ Sugaravatars


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Bom, há um pouco de não concordância genérica no teu texto, uma introdução longa demais antes do treino rápido e MUITO fácil. Sua personagem é tipo uma amazona, mulher maravilha ou sei lá o que, seria bom se apanhasse um pouco. Fica a minha dica.


Última edição por Hipnos em Dom Dez 09, 2012 7:17 pm, editado 3 vez(es) (Razão : HTML, como sempre.)


Ellen H. Dellatorre






tks, Cind @ sa

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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Angelique L. Sullivan em Dom Dez 09, 2012 2:43 pm









POST:001
VESTINDO:Clica
ONDE:Arena
COM QUEM: Instrutor (NPC), Semideusa (NPC)
Tanks






Vamos Treinar!
Podemos nos distrair um ou dois dias, mas sempre temos de ter um tempo para treinar, afinal, o mundo é dos mais fortes e mais espertos.



Uma semana. Fazia uma semana que eu havia chegado naquele acampamento, e fazia uma semana que minha querida babá havia morrido, tentando me salvar de um terrível ciclope.
Bom, Rachalle, minha falecida babá, era a pessoa mais próxima de mim. Minha mãe, Rubby, vivia trabalhando, já que era uma atriz famosa e sempre esteve com a agenda lotada.

Saí do chalé de Hipnos, sonolenta, como sempre. Usava jeans novos, uma camiseta de mangas longas na cor lavanda e sapatinhos all stars. Em meu cinto, pendia minha espada, presente de meu pai. Carregava minha lira no ombro, e minha adaga estava escondida na manda da camiseta.
Passos largos, olhadas curiosas, assim eu caminhava em direção a arena.
Passei pelos demais chalés, que pareciam quase vazios, pois os semideuses deviam estar em suas atividades habituais pelo acampamento.

Minha mente estava tão avoada que nem percebi a chegada no meu destino. A arena estava cheia de semideuses, todos fazendo treinos diferentes. Os filhos de Apolo treinavam com seus arcos. Os de Ares com as lanças... enfim.

Bom, fiquei meio indecisa. O que eu iria treinar? Eu era só uma garotinha de 7 anos, qualquer semideus poderia me derrubar com um empurrão... Não! Eu não iria deixar que fizessem isso comigo. Fui reclamada antes da hora? Dane-se, haviam outras crianças no acampamento, por que não chamá-las para treinar?
- Olá, garotinha! - Disse uma voz atrás de mim.
Virei-me e me deparei com um garoto. Deveria ter seus 18 ou 19 anos. Tinha cabelos escuros, ondulados. Olhos castanhos maus. Ele sorriu para mim.
- Ahn... Olá! - Disse, colocando a mão no punho de minha espada, preparando-me para um possível combate.
- Acalme-se. Sou o instrutor. - Ele ergueu uma mão para me cumprimentar. - Scott Wayne, filho de Ares.
Apertei sua mão. Bom, ele não iria fazer nada contra mim. Relaxei, esperando o que iria acontecer depois.
- Bom, temos outra garotinha que quer treinar... que tal uma luta de espadas entre vocês duas? - Ele apontou para uma menina a uns 5 metros dali, que estava sentada num banco, fitando uma luta. Ela era ruiva, tinha olhos verdes e uma carinha de elfa. Deveria ser filha de Hermes. Ela segurava uma espada e bronze na mão direita. Usava jeans escuros, um casaco de camuflagem do exército estava por cima de sua camiseta vermelha.
- Por que não? Vamos lá. - Disse a Scott. - A propósito, meu nome é Angelique Glammier, filha de Hipnos.

Scott me levou até a garota. Ficamos frente a frente. Eu realmente não queria rivalidade no acampamento, e pelo que pude notar, a garotinha também não. Ela estendeu uma mão, sorrindo e se apresentou. Lianna Parker. Poderíamos ser grandes amigas.

Scott nos posicionou no centro da arena e depois de um "Já!", Lianna começou. Ela girou a espada na mão como uma verdadeira perita e desferiu um golpe, que eu aparei com minha espada.
Lianna tinha força, muita força, mas eu também. Empurrei a espada dela e avancei com a minha.
Ela desviou com agilidade. Bom, era de se esperar de uma filha de Hermes.
- Você é boa, Angelique.- Ela riu.
- Você é ótima!- Disse a ela e avancei, brandindo a espada.
Ela veio ao meu encontro. Desferi um golpe alto, e ela o aparou com a lâmina de sua espada. Estava repetindo o mesmo movimento que eu, provavelmente ela iria empurrar a espada agora. Coloquei toda a força que eu tinha no braço direito e empurrei também.
Ela se afastou, surpresa, mas avançou de volta.
Saltei para frente, brandindo a espada, mas Lianna, com um movimento rápido, tomou minha arma e colocou sua lâmina na minha nuca, enquanto a ponta de sua espada apontava para meu pescoço. Ela me olhava nos olhos.
Parecia estar tudo perdido, mas uma ideia me veio a cabeça.
Olhei bem nos olhos dela e disse:
- Você não quer fazer isso. Por favor, me solte e coloque as espadas no chão.
- Por que eu faria isso?
- Ela perguntou, erguendo uma de suas sobrancelhas arqueadas.
Droga, a hipinose não funcionara. Mas ela estava distraída, tomei sua espada e a minha também, deixando-a do mesmo modo como ela me deixou.

- Temos uma vencedora.- Scott veio ao nosso encontro. Sorri para ele e para Lianna, devolvendo sua espada.
A filha de Hermes me abraçou e me parabenizou. É legal achar uma pessoa que saiba perder.

----

De volta ao chalé, depois de um longo banho, eu estava morta de cansada.
Me joguei na cama e fui ao encontro dos meus sonhos.



PODERES USADOS:

Passivos:
♦Sonolencia Natural: Os filhos de Hipnos possuem uma natural aura interna de sonolência, assim podem dormir a qualquer período durante o tempo que quiserem, enquanto estiverem dormindo suas mentes bloqueiam qualquer ataque psíquico e sua alma torna-se imune a habilidades espirituais.
♦Espírito Zen: Os filhos de Hipnos são extremamente calmos e tranquilos, assim eles se mantem, mesmo em situações críticas e em ocasiões de extrema pressão e perigo. Isso auxilia na preservação da racionalidade em seus movimentos e na realização de escolhas corretas nos momentos decisivos.

Ativos:
♦Hipnose I: Você pode utilizar habilidades hipnóticas por meio do olhar, fazendo uma única pessoa realizar suas vontades. Dura apenas dois turnos e o custo de energia tanto quanto a efetividade da habilidade depende muito da capacidade mental e do auto-controle da vitima.
- gasta 10MP por cada tentativa



★Atualizado★
20XP

Escreve muito bem, um pouquinho enrolado às vezes, mas dá pra entender. Olha, sua introdução apesar de bem escrita, não pode ser incluída na sua pontuação de treinamento, pois nada ocorreu, foi apenas um fato antes do seu CURTO treinamento. Mas valeu a oportunidade. Vou tirar 10 pontos de MP, já que você usou a Hipnose.
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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Convidad em Qua Dez 12, 2012 4:21 pm



Time of combat!

Let's play?




Como qualquer semi-deus do acampamento, devia tratar de meus afazeres, ou seja, treinar. Seria meu primeiro treino, desde havia chegado no acampamento. Não me acostumara com essa rotina, aliás, monótoma, quando não estávamos em missões que arriscariam nossas vidas. Tudo bem, isso foi dramático demais. Caminhava em passos largos em direção a arena, esperando treinar nesta tarde. O tempo não havia risco de chuva, no entanto, o céu encontrava-se coberto de nuvens, assim, nenhum raio de luz encontrava-se á vista. Sorria para alguns semi-deuses que olhavam para mim, com curiosidade. Carregava consigo apenas meu escudo inicial, deixando minhas outras armas guardadas em meu chalé. Esperando que o treino não fosse grande coisa, ainda era uma novata no local. Chegando a arena, avistei alguns semi-deuses lutando entre si, ou com monstros os quais não pude distinguir. Um garoto de cabelos escuros, alto e de estatura atlética vinha em minha direção, um sorriso sarcástico preenchia seus lábios. - Olá, novata. Sou Dave, filho de Hermes e você...? - apresentou-se ele, estendendo sua mão. Ergui uma sobrancelha - Isso não lhe importa, sim? - dei de ombros, sim, estava sendo grossa. Ele deu de ombros, seu sorriso se alargava. - Vamos começar com algo mais fácil, sim? - disse ele, direcionando-me ao lado Oeste da Arena. Fiquei alguns minutos sozinha, esperando que a prole de Hermes retornasse.

Deparei com uma criatura incrivelmente grande. O cão era enorme, do tamanho de um tanque de guerra. Seus pelos eram de tonalidade preta e bagunçados, seus dentes e garras aparentavam ser extremamente afiados. Só seu peso e massa corporal acabariam comigo. '' Amy, filha de Atena, você é auto suficiente para aniquilar essa fera'', disse minha consciência, trazendo uma onde de determinação sobre o meu corpo. Endireitei minha postura, analisando cada movimento feio pelo animal. Enfim, ele era grande, forte e com seus dentes e garras eram capazes de me perfurar, que estratégia tinha em mente? Minha respiração era rápida, no entanto, controlada, meus batimentos eram acelerados. Isso era bom, me fazia pensar mais rápido e agir com mais rapidez, tal fato me deixava mais forte. O animal foi-se solto das grossas correntes de ferro, os semi-deuses que o arrastava, deram espaço suficiente para o combate. A espada fornecida pela Arena encontrava-se empunhada em minha mão direita, á esquerda, encontrava-se o escudo de bronze, os segurei com mais firmeza, pensando em várias formas de atacar o cão infernal. Estava Pronta.

Sem pensar duas vezes, a grande criatura avançou em minha direção, passando-me para trás, após recuar alguns passos para trás. Tudo bem, como qualquer animal, digamos que um cão infernal não tenha muita inteligência, mas era rápido. Por uma fração de segundos, a criatura me atingiu, jogando-me para trás. Cambaleei, ficando na ponta dos pés, porém, consegui me equilibrar antes que fosse derrubada. Meus olhos continuavam observando a criatura, que se aproximara. A atingi com meu escudo, usando minha força. A criatura balançou a cabeça peluda de um lado para o outro, tonta. Aproveitei esse momento para atingi-lo novamente. Usei minha espada e feri seus olhos, provocando cortes artificiais na cara do animal. Este usou sua pata dianteira para se proteger, me atingindo no busto. Fui arremessada para trás, deixando que minhas armas caíssem. Oh, droga! Meu escudo encontrava-se há dois metros de mim, diferente de minha espada que estava ao meu lado, pelo menos isso. O cão logo percebeu minha queda, claro, aquele animal não era tão tolo á tal ponto. Não perdi tempo observando a criatura se aproximar, meus cabelos claros flutuavam em torno de meu rosto, enquanto desviava do ataque do animal.

Agora é sério, vou acabar com você. Pensei um tanto mais confiante, dei um passo pra trás, passando meu corpo para frente. Já tinha ideia do que faria. O cão infernal soltou um latido de fúria, ele tinha o mesmo desejo que o meu, ou seja, acabar comigo. Posicionei o escudo á minha frente. Arqueando uma sobrancelha para a criatura que avançava em extrema velocidade. De primeira, achei que fosse ser golpeada. Mas como qualquer semi-deus, tudo fora bem diferente, era como se acena passasse lentamente sobre os meus olhos. Pulei para as costas do animal, suas pata dianteira quase dissipou meu braço. Suas garras fizeram três cortes superficiais em meu braço esquerdo. Ardeu por um breve momento, mas não deixei me levar pela dor. Me agarrei em seu ombro largo, quase arrancando seus pelos negros fora. Alarguei um tanto o braço esquerdo, fazendo força para chegar ao peitoral da criatura. No entanto, esta corria e se balançava, com o objetivo de se livrar de mim. '' É agora ou nunca, Amy''. Dei impulso e me joguei no peitoral do animal, cravando minha longa espada de bronze em seu coração. Me joguei no chão, observando o último ruído feito pela criatura, esta, encontrava-se se desfazendo em pó dourado.

Passei alguns minutos sentada no chão, tomando o fôlego. - Se divertiu, novata? - perguntou o filho de Hermes, estendo a mão com um pequeno sorriso malicioso em seus lábios. Bufei, levantando-me sozinha. Ele ergueu uma sobrancelha. - Foi divertido- respondi-lhe, dando as costas. Depositei a espada de bronze em seu devido lugar, deixando o escudo de madeira inicial comigo. Voltei-me em direção ao chalé, esperando, assim, finalmente descansar.

Armas&Itens:

>Escudo comum [inicial]
Espada de bronze fornecida pela Arena.



TAGGED: Prole de Hermes; Cão Infernal; VESTINDO: clicaclicaclica. NOTES: NOOPS! e post 1-templated my mari from OPS!


★Atualizado★
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Seu texto é confuso demais. Tem muita pontuação fora do lugar, ou ausência da mesma. Apesar de ter entendido, seu treinamento pode muito bem confundir qualquer um. Seria bom rever alguns conceitos antes de postar. Há também palavras repetidas demais, e algumas palavras foram escritas erradas ou fora de lugar. Uma dica, é reler o texto. Sempre ajuda.

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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Lucy Donavan em Dom Dez 16, 2012 8:23 pm

A Hot Klatring!



O nascer do sol crescia no céu tingindo-o de rosa e amarelo alaranjado. Lucy Donavan, filha de Eos, estava deitada no topo da Colina Meio-Sangue observando amanhecer, seus olhos estava encantados com tamanha beleza, a temperatura não era a das mais agradáveis, estava consideravelmente frio, mas isso não tirava a beleza do nascer do sol.

“ Será que isso tudo é verdade? Eu realmente faço parte desse mundo mitológico que tanto rejeitei? Pelo menos tenho um lar agora e um pouco mais de segurança.”

Não, a ficha ainda não havia caído, recebera a notícia de que era filha de uma deusa e havia chegado ali no dia anterior. Sua mente ainda estava confusa, mas sabia que tinha que se adaptar a sua nova vida o mais rápido possível, por isso havia acordado cedo, antes de sair do chalé para admirar o amanhecer, pegou sua espada e a colocou na bainha, iria ir treinar depois de assistir o nascer do sol. Depois de alguns minutos admirando o céu, Lucy se levantou e, com determinação, seguiu rumo à arena.

(...)


Adentrava na arena, um lugar bastante amplo, não estava muito movimento devido à hora, afinal não eram todos que acordavam junto com o nascer do sol. Foi até a área em que havia algumas poucas pessoas treinando com suas espadas. Não sabia direito por onde começa, havia alguns bonecos, uns de madeiras, outros de palhas, além de alguns autômatos feitos, provavelmente, por Hefesto. Como esse seria o seu primeiro treino, resolveu ficar com os bonecos de madeira. Pegou a sua espada, fez algumas gracinhas com a mesma e, por fim, resolveu começar a treinar.

Inicialmente desferiu alguns golpes no ar para aquecer, em seguida, se aproximou de um boneco de madeira, então começou a realizar alguns movimentos e golpes com a intenção de acerta-lo aonde queria. Começou com uma sequencia fácil: um golpe de cima para baixo que deve acertar o ombro esquerdo, em seguida, girar o corpo e desferir um corte da esquerda para a direita que deve ferir a lateral direita do tronco do fantoche, depois tinha que, cravar a lâmina da espada no pescoço, isso em uma velocidade considerável.

Os movimentos eram feitos, a cada vez que conseguia realizar a sequencia aumentava a velocidade e, consequentemente, a dificuldade. Logicamente errou muitas vezes até conseguir realizar a sequencia de forma perfeita e em alta velocidade. Depois que conseguiu isso, sua respiração estava acelerada, músculos do braço direito doíam um pouco, porém nada que chegasse a ser insuportável. Algumas gotas de suor escorriam de sua testa enquanto ela caminhava na direção dos autômatos, iria lutar com um para se testar, colocou em uma dificuldade baixa, afinal, aquela era a sua primeira vez.

Como ainda não tinha habilidade com a arma, resolveu que seria melhor esperar que o robô tomasse a iniciativa. O mesmo avançou, ao invés de ter o braço direito, tinha uma lâmina bastante afiada, no braço esquerdo havia um escudo. Seria perfeito para o seu treinamento, mesmo tendo em mente que seus futuros oponentes seriam monstros ferozes, que tinham o dobro do seu tamanho e o triplo da sua força. Esperou até a hora que achou ser adequada, então girou o corpo para o lado e, em seguida, desferiu um golpe de cima para baixo e da esquerda para a direita, que acertou as costas do ciborgue, nada que surtisse muito efeito.

O autômato se virou rapidamente e, com rapidez desferiu um golpe de baixo para cima que tinha a intenção de acertar o tronco da jovem, porém ela saltou para trás, mesmo assim sua blusa fora cortada, assim como sua barriga, porém essa fora ferida levemente. Como resposta Lucy desferiu mais um golpe, dessa vez de baixo para cima, no mesmo instante o robô se defendeu com o escudo, e novamente com o que era para ser o seu braço, cortou, dessa vez, a lateral esquerda do tronco da jovem, que se afastou, girou a espada enquanto voltou a avançar, e na hora certa girou o corpo para o lado e fez um movimento de cima para baixo, que arrancou o braço com o escudo do ciborgue.

Naquele momento as coisas ficaram mais justas, pois ela também não tinha uma arma de defesa. Sua respiração estava acelerada, o coração disparava, o suor escorria por todo o seu corpo, estava ficando cansada. Enquanto a jovem se recompunha, o autômato deu meia volta e avançava, no mesmo momento em que ele atacou, ela se defendeu com sua lâmina, o barulho das duas lâminas se chocando ecoou pela arena. Assim aconteceu por alguns instantes, mas aquilo tinha que ter um fim, então Lucy deu um grande salto para trás.

Viu o robô avançando, então fez o mesmo, quando a distância quase não existia, desviou para o lado e aumentou a velocidade de forma que conseguiu, em mais uma girada de corpo, se posicionar atrás do autômato, a lâmina da sua espada estava no pescoço do robô, em um movimento frio, rápido e preciso, arrancou a cabeça da máquina. Fim de treino. Depois disso, seguiu para a enfermaria onde trataram seus ferimentos, depois disso voltou para o seu chalé.


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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Fernanda Martinez em Qui Dez 20, 2012 5:55 pm

____________________________________________________________________________
Treino com Espada!


A lua já estava no céu, a noite havia chegado e a jovem Fernanda estava acordando do cochilo que tirara no final da tarde. Já havia feito um treino e, como estava descansada depois de um bom sono, então resolveu fazer mais um treinamento, dessa vez com a sua espada. Pegou a mesma e seguiu para a arena, onde encontrou um filho de Poseidon aquecendo, inicialmente ignorou-o.

Começou a realizar alguns golpes no ar, porém logo fora interrompida pelo garoto, que se apresentou e perguntou se ela queria duelar com ele, pois seria uma melhor forma de treinar. A garota aceitou, observou que seu oponente estava com dois tridentes, o que era interessante, nunca havia visto uma pessoa usando um tridente. Se afastaram e começaram a se analisar, ninguém queria errar e ambos eram novatos.

Ele avançou. Seu ataque era descuidado e ele não parecia ter qualquer tipo de experiência em combate. Ele tentou bater na jovem com um golpe lateral, sem utilizar as pontas dos tridentes. Eu desviei com facilidade e, com a parte plana de espada, atingiu-o na parte de trás da cabeça.

Ele começou a cambalear. Acabou caindo no chão, meio atordoado. Os olhos da filha de Hipnos demonstravam seriedade, dedicação e concentração. Ela esperou ele se levantar, em um gesto de honra e de respeito.

Quando ele finalmente ficou de pé, Nanda avançou. Erguendo sua espada no alto e desferi um golpe de cima para baixo. O garoto bloqueou a investida com os tridentes, fazendo-os em forma de X. Ela continuou a pressionar o ataque, mas os dois tridentes eram bem resistentes. Por fim, optou por um bom e velho chute no estômago. Ele cambaleou para trás e eu avancei novamente.

Desta vez, tentou um golpe da esquerda para a direita, lateralmente. Ela havia feito uma grande envergadura do corpo, o que tornava meu golpe mais rápido, com uma distância maior para ganhar velocidade e força. Ele, inutilmente, tentou defender com um dos tridentes. O tridente do seu adversário foi jogado longe.

Novamente ela avançou. Desta vez pegou ele desatento e com a guarda abaixada. Com o punho da espada, acertou o maxilar inferior do filho de Poseidon. Nesse momento foi a vez dela abaixar a guarda, estava achando que a batalha estava ganha, porém, obviamente estava muito enganada. Ainda tinha muito o que aprender, enquanto isso, a garoto se levantou e avançou, dessa vez com mais velocidade e inteligência, usou o cabo do tridente para desferir um golpe na nuca da jovem, que curvou o corpo e, antes que pudesse se virar, sentiu a arma do adversário lhe dando uma rasteira, com isso, a jovem ficou caída no chão.

Seu oponente não perdeu tempo, viu ali a ocasião perfeita para acabar com o duelo, ergueu o tridente e, quando foi crava-lo nas costas da filha de Hipnos, a mesma girou o corpo para o lado, porém teve a sua coxa esquerda perfurada pela arma. Um grito de dor ecoou pela arena, tinha que fazer algo, então se lembrou de que sua espada era de fato grande, então fez um movimento da esquerda para a direita com a arma quase encostando no chão, o que resultou em uma rasteira, agora da parte da semideusa.

Aproveitou a situação e se levantou com rapidez, porém seu oponente também era rápido. Ambos avançaram juntos e desferiram golpes nos mesmos instantes, por algum tempo as armas apenas se colidiam, ninguém feria ninguém. A respiração de Fernanda estava acelerada, estava cansada, porém queria vencer. Saltou para trás, porém não havia sido uma boa ideia, pois a perna machucada fez com que ela quase caísse.

Esperou, não iria avançar, deixaria o garoto tomar a iniciativa, o que não demorou muito para acontecer. Ele corria como um louco, parecia que havia perdido a cabeça, porém tinha um plano, fingiu que ia atacar na direita e desferiu um golpe na esquerda, a jovem havia saltado para a esquerda. Isso resultou em três intensos cortes, pois o filho do deus do mar não cravou a arma, mais sim fez suas pontas deslizarem pela pele da jovem, que novamente gritou de dor.

Apertou o cabo da espada, então girou a mesma e desferiu um golpe da direita para a esquerda, que causou um leve corte no tronco do jovem, que se afastou alguns metros. Ambos estavam se analisando apenas, até que Fernanda teve a ideia para acabar com aquilo. Juntou todas as suas forças e correu, quando a distância era pequena, ela cravou uma das lâminas da espada no chão e, segurando o cabo, levantou o corpo e deu um chute do centro do abdômen do jovem, em seguida voltou ao chão e colocou o pé sobre o corpo da prole de Poseidon.

Havia acabado, sabia disso, então virou de costas, pegou sua espada e saiu da arena com um sorriso no rosto. Estava satisfeita com o resultado da batalha, sabia que tinha de tratar de seus ferimentos, então foi até a enfermaria onde cuidaram dos mesmos.


CODED BY: IG de SA

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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Thomas Friedrich em Seg Dez 24, 2012 8:37 am


Treinamento de Espada/Escudo.

Eu estou quase como um filho de Hipnos, dormindo pra caramba, e isso faz eu dar uma acordada...



Cheguei a arena, me sentindo super disposto, olho para os montes de bonecos de palha espalhados a minha frente, começo, então, a organizá-los para que eu pudesse treinar, depois de deixar tudo arrumado, fui até a pilha de espadas, apenas para ver se elas se adequavam a minha mão, todas eram boas, mas...não tão boas quanto a minha Espada da Guerra, eu poderia usar ela, mas eu tinha certeza de que o resultado não seria tão bom. Comecei a me aquecer, girei o pescoço algumas vezes e ergui os braços alternadamente. Uso o polegar para apertar o meu anel na mão direita, que se transforma em minha espada, seguro seu cabo firmemente e então começo a treinar.

Observo todos os bonecos que estavam arrumados do jeito que eu havia os deixado, me concentro e respiro fundo e forte, seguro a base da espada com mais força em minha mão e me preparo em investir para o ataque, corro em direção ao boneco e corto sua cabeça com um movimento rápido, enquanto inclino minha perna para o lado, dou um meio salto e corto a parte inferior do seu tronco; giro para o lado movimentando rapidamente os pés, e mantendo meu olhar fixo no alvo, inclino a espada em minha mão e acerto com força as costas do boneco de palha, rasgando-a; avanço até o próximo boneco mirando em seus braços esticados, com um lance rápido e vertical da espada, arranco de uma forma brutal o braço esquerdo do alvo,dou um giro em torno do mesmo, movimentando minhas pernas com rapidez e acerto a espada na parte inferior esquerda de seu tronco, cortando-o ao meio, paro por um segundo para observá-lo e em seguida, avanço com um tanto de fúria e velocidade na direção de um boneco, algo que filhos de Ares fazem muito bem, próximo a coluna, movimento meu braço num movimento rápido e horizontal, acerto o pescoço do boneco com a extremidade da espada, em seguida giro para a esquerda, agachando-me ergo a espada num rápido movimento cortante e vertical, partindo,assim, o boneco ao meio. Tiro o suor da minha testa com as costas das mãos e movimentando meus pés num rápido movimento de 160 graus, ergo meu baço direito e corto o pescoço de um boneco que estava atrás de mim, arfando um pouco giro a espada em minha mão enquanto corro na direção de outro boneco, flexionando os pés dou um pulo algo e em seguida me agacho, já na frente do boneco cortando-o na tronco pela parte esquerda de seu corpo de palha. Dou uma investida rápida contra outro alvo, ao me aproximar dou um giro em torno dele movimentando rapidamente as pernas e acertando suas costas com uma estocada, guardo a espada e aciono o Escudo Farpado e com eficiência e corto seu pescoço com um movimento brusco e horizontal do escudo, dou um sorriso rápido. torno a transformar meu escudo num anel e coloco no dedo anelar da mão esquerda, respiro fundo e saio da arena sobre olhares de alguns desconhecidos. Fito eles por um segundo e enfim sigo eu caminho para o refeitório, estava com muita fome.




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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Anthony B. Malkovich em Sex Dez 28, 2012 8:34 pm

Ocupe a mente, treine o corpo

Quando se cresce mendigando e vivendo na miséria, é meio complicado estar acostumado com toda essa regalia que era possível ter no Acampamento. Veja bem, não estou reclamando, só comentando que é estranho mudar da água pro vinho.

Cheguei a conclusão de que depois de ser perseguido por dois meses por um Cão Infernal (descobri o nome dele faz pouco tempo), eu precisava treinar essa estranha força a mais que eu tinha. Tirei de baixo da cama a Hydra Sword, que segundo um irmão meu, toda vez que quebrasse a lâmina, cresceria novamente e criaria um gancho afiado na base. Ah, cheguei a comentar que Hydra Sword foi presente do meu pai. O Hercules das histórias? Então, foi presente dele.

Vesti uma camiseta laranja e uma calça jeans, tênis de corrida e sai do chalé. Observando tudo com olhos curiosos e atentos. Cheguei a um lugar onde muitos campistas lutando. Aquilo me animou.

Segurei direito a espada e a rodei ao lado do corpo. Igual aos filmes de gladiadores. Um garoto veio pra cima de mim a me ver. Ele parecia brabo e possuía uma espada escondida atrás do corpo. Ele veio pra cima de mim com velocidade e força. Levantou a espada curta e mirando na minha cabeça, desferiu um golpe. Usei peso do meu corpo pra rolar por cima do ombro e desferi um chute com força na panturrilha dele. O garoto perdeu o equilíbrio e caiu com um joelho no chão. Rapidamente levantei, junto dele.

Ele me chamou de imbecil e babaca. Meu humor mudou de nervoso pra irado. Ele me atacou novamente com um golpe diagonal, usei a parte chata da lâmina para mudar o ângulo da espada dele, que foi direito para o chão. Usando meu ombro esquerdo, dei um encontrão no peito dele.
Que perdeu o equilíbrio e cambaleou para trás. Olhou-me irritado e sibilou: “Você não fez isso...” Um sorriso provocativo surgiu nos meus lábios.

Dessa vez eu avancei contra ele. Porém, ele desviou e eu cortei o ar. Por conseqüência recebi um corte na base das costas. Com um pouco de dor, rodei nos calcanhares e lhe acertei com a parte chata da espada na lateral esquerda do rosto. Ele cambaleou para o lado. Virei o corpo e com o cotovelo, acertei o queixo dele.

Achei que tinha ganhado, mas me enganei. Ele chutou minha perna e me cortou na barriga. Usando o restante da minha força, chutei o tronco dele e cai de joelhos.

Respirando com dificuldade olhei pra ele e estendi a mão. Murmurei: “lutou bem.” Ele apertou minha mão e eu não sei muito bem o que aconteceu... Acordei a noite na enfermaria.
Thanks PurePoison from BG!
Armas usadas:
▶ Hydra Sword: Uma espada encantada com as habilidades da Hydra, ou seja, sempre que rompida, ou quebrada, a lâmina volta a crescer e adiciona na lateral da espada, um gancho afiado na base. {by Herakles}


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Anthony "Stark" Blanchar Malkovich

Morra como um herói, ou viva até se ver com seu pior vilão!

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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Thomas Friedrich em Ter Jan 01, 2013 8:42 pm


Treinamento de Espada/Escudo.

Treinar era a única coisa que serviria para mim naquele momento...



Eestava muito irritado, digamos que a maioria dos conhecedores tinha certeza de que quando um filho de Ares está irritado ele fica muito forte deixando vários semideuses mais experientes bem para trás. Bom, para mim isso poderia se encaixar perfeitamente, se não fosse o ódio interno de mim mesmo que me deixava tudo muito estranho, poderíamos dizer que eu me sentia naquele momento o semideus mais fraco de todos e ao mesmo tempo eu poderia ser um dos mais fortes do acampamento. No mesmo momento eu peguei meus dois anéis e segui para a arena de treinamento. Quando eu vi aqueles bonecos, aqueles alvos móveis e tudo mais. Comecei a rir por dentro e muito mais por fora, tinha sorte que estava sozinho, todos me achariam louco, portanto segui andando para frente em direção aos alvos de palha.

Chegando mais próximo dos bonecos eu me senti feliz e irritado ao mesmo tempo, via que agora eu poderia soltar tudo que eu tinha preso dentro de mim. Sorri novamente acionando a minha Espada da Guerra, eu deveria fazer jus do nome que meu pai deu e honrar a espada fazendo dela uma verdadeira guerreira. O primeiro, sim, já avistava meu primeiro alvo, um boneco de palha, com certeza o mais fácil, assim eu imaginei com a imagem de alguém que não me dava bem e não ligaria de sua morte. Em minha mão direita estava minha espada e na esquerda uma Adaga de Bronze que tinha ganhado logo que cheguei ao acampamento, talvez eu pudesse usá-la ali, ou não.

Dei mais um passo, ficando á alguns centímetros do boneco de palha que iria aniquilar em segundos. Estendi minha mão direita e golpeei o boneco na altura da cintura fazendo seu corpo se separar das pernas. Posicionei minha adaga melhor na mão esquerda e segui em um golpe direto ao boneco na altura de seu rosto o cortando um pouco e em milésimos de segundo de um golpe mais forte com minha espada cortando ele na diagonal ao meio, deixando ele cortado em três partes no chão. Isso em poucos segundo, poucos mesmo, pensei sozinho.

Era a vez do próximo, um boneco de madeira, mais complicado de se cortar com uma lâmina de mão, portanto corri em sua direção acertando no centro do peito fazendo um bom estrago no mesmo e um belo buraco na altura do coração, era um golpe fatal, mas o boneco continuava ali, claro que ele não iria morrer, era madeira. Respirei fundo e dei um chute aonde se localiza a costela, se fosse um ser vivo, estaria com os ossos quebrados, praticamente ao mesmo tempo, com a mão direita golpeei o pescoço, dando um corte preciso e fazendo a cabeça “voar”. Sorri e quando a madeira que estava no ar chegou a altura de meu rosto, eu joguei a adaga de bronze, não sabia se daria certo, mas tentei e acertei bem no meio a fazendo ficar presa na árvore que se localizava logo atrás no boneco. Segui em direção a árvore e arranquei a adaga daquele lugar.

Suspirei e fui até um dos alvos móveis, esses sim poderiam dar algum trabalho, mas tentei não usar a espada, agora acionando o escudo e apenas me defendendo dos fortes encontrões que eu levava durante o treino, algumas vezes usava a espada para golpear bem no centro da cabeça, era um dos modos mais fáceis de matar alguém, acertando com a espada no meio de seu rosto, entre os olhos e logo acima do nariz. Algumas vezes eu desviava abaixando e pulando, outras, deixava meu Escudo Farpado, dava alguns empurrões no meio fazendo seus espinhos penetrarem um pouco no “corpo” que era meu rival, com aquilo eu poderia me defender e desferir ataques ainda atrás do escudo que me protegia de ataques. Naquele momento me via sendo empurrado por um boneco um pouco maior, olhei para baixo e fui para o lado abaixando para não ser atingido pelos braços e o atingi com um golpe da adaga e da espada que estavam nas duas mãos, já que eu acabara de guardar o escudo o transformando em anel. Ao ver que estava preso no boneco e ele me arrastava pela arena, eu tentei e consegui girar com toda a minha força, soltando o abdômen do boneco do resto de seu corpo. Ao ver a cabeça cair eu sorri, apenas sorri e dei um chute, realmente não vi para onde foi aquilo, só ouvi depois um barulho de água, com certeza caiu em algum lago ou rio. Arranquei o pedaço do boneco que estava preso e suspirei novamente.

Olhei agora para a minha direita e me virei, tinham outras coisas em que poderia bater e descontar minha raiva, mas agora ela era menor, sorri dessa vez, bem aliviado e guardei ambas as armas, adaga e espada, transformando uma em anel e a outra colocando na cintura, não havia mais o que eu fazer ali, portanto dei às costas a arena e segui até algum lugar onde eu pudesse descansar, logo começaria uma missão à qual eu quis participar, por isso queria ficar mais forte a cada minuto que se passava e um descanso ajudaria muito. Em breve eu voltaria para a arena.




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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Ástrid L. Skywalker em Qua Jan 02, 2013 9:15 pm

sweet dreams are made of this.
Sweet dreams are made of these Who am I to disagree? Travel the world and the seven seas Everybody's looking for something Some of them want to use you Some of them wanna get used by you Some of them want to abuse you Some of them want to be abused I wanna use you And abuse you I wanna know what's inside Movin' on, movin' on Movin' on, movin' on Movin' on, movin' on Movin' on!
A manhã clara e fria me acalmava, levanto-me em meu chalé passando as mãos sobre meus fios de cabelos desgrenhados. Pisco os olhos algumas vezes para desembaçar a visão que me cegava. Balanço a cabeça para os lados e dou um profundo suspiro. Um novo dia, novos desafios, um novo recomeço. Faço minha higiene pessoal e visto uma camiseta adequada do acampamento, colocando um short jeans logo em seguida. Amarro meus cabelos em um alto e arrumado rabo de cavalo, partindo para o refeitório, onde apenas observo as comidas e os outros campistas que me rodeavam. Confessava, não gostava de muitas pessoas a meu redor, isto me afligia, preferia ser eu, eu e eu mesma sempre e para sempre, mas ao chegar ao acampamento, tivera de me acostumar com multidões.
Entediada, levanto-me rapidamente e em passos firmes, caminho em direção ao local de treinamento. Pego minha primeira arma, uma espada a qual manejava muito bem e analiso a área, uma grande arena, com bonecos espalhados pelos arredores. Giro a espada em minha mão, segurando-a pelo cabo, caminho em volta do boneco, analisando-o. Miro outro com os olhos, estreitando os mesmos e puxando-o para mais perto, formando um par de bonecos, deixando um espaçamento suficiente para eu passar e treinar. Faço o mesmo com mais cinco bonecos, montando um circuito para treinar.
Coloco-me com a postura ereta e o queixo um pouco levantado passando a mão na lâmina da espada, rapidamente inclinando-me para baixo e cortando o que seriam as pernas do boneco, o desequilibrando. Corro por trás do “cadáver” passando a desferir golpes no outro boneco, sempre desferindo um golpe de defesa, pois tudo o que vai, volta. Finalizo a luta empunhando a espada no pedaço de espuma que simulava o pescoço do boneco. Agacho-me passando por baixo do cabo de vassoura que seria o braço do boneco empurrando meu cotovelo contra o ponto G das costas dele, fazendo-o tombar. *Dois já foram apenas mais três* Tinha todo o tempo de minha vida para destruir os outros três bonecos da forma que quisesse, mas, resolvo separar um dos para treinar minhas habilidades e poderes.
Não penso duas vezes e já começo a desferir golpes nos bonecos restantes, enquanto atacava um com a espada, me lembrava de minhas aulas de esgrima e minha equipe de ginástica na antiga escola, chutando-o e desferindo rápidos movimentos. Trocando as posições, desfiro um golpe horizontal com a espada, perfurando a barriga do boneco de minha esquerda e chutando o peito do de minha direita com um grito desferindo um corte sobre seu pescoço.
Dou-me conta do que havia feito, estava cansada, exausta para ser exata. Observo o horizonte, o sol já não estava na mesma posição, devia ter passado uma hora treinando. Empurro o último boneco ao chão, sem ligar muito para ele, mas conferindo meus feitos nos outros. Não podia contar com o ovo que a galinha ainda não havia botado.
Retiro os fios de cabelo que se mantinham em meu rosto, grudados pelo suor e limpo com o dorso da mão o mesmo [suor]. Dou um leve suspiro e parto para meu chalé novamente, esperando procurar água logo em seguida. Por mais que não expressava estava feliz com meu resultado.


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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Lyra Benson em Sab Jan 05, 2013 8:19 pm

Entrei na Arena e fui até o instrutor,ou pelo menos eu achava que era ele,estava um pouco nervosa, eu ainda não conhecia ninguém por aqui.Ele chamou um grupo de campistas que estavam ali perto e mandou-nos posicionarmos.
Cada campista escolheu sua arma, eu apenas peguei a espada que ganhei quando cheguei aqui e a segurei com firmeza.
O instrutor dividiu todos em duplas, eu havia pego um filho de Apolo como parceiro,e me concentrei no que devia fazer,ele parecia ser bem mais experiente do que eu, não que eu fosse,ainda era meu primeiro dia aqui ,foi ai que o instrutor nos mandou começar, ambos nos posicionamos no centro da arena e ficamos em posição de luta. Ataquei primeiro, depois de alguns minutos olhando para ele e estudando o modo que ele se posicionava. Investi na direção de seu peito com a lamina em posição horizontal na altura de seu coração, não queria feri-lo muito gravemente apenas um pouco, mas sua lamina foi muito veloz e posicionou-se entre sua pele e a minha espada soltando algumas fagulhas, empurrei seu corpo para trás com a mão livre e ele afastou-se de mim, quase caindo sobre seus calcanhares, ele sorriu para mim e eu retribui de forma leve. Ele deslizou seus pés para o lado esquerdo e correu até mim, sua arma veio em meus braços e tocou-os apenas fazendo um ferimento superior graças aos reflexos rápidos que tive no momento, saltei com o corpo todo para trás em um impulso iniciado nas pernas, acertei meu cotovelo em suas costas e passei minha espada por seu braço,mas pegou apenas de raspão e o corte não foi nada grave , havia ferido-o um pouquinho abaixo do ombro. Chutei as costelas do garoto e o empurrei alguns metros a diante pela arena, ele conseguiu parar e recuperar seu equilíbrio, voltando a me encarar. Fitei seus olhos um pouco e então decidi voltar a atacar, cheguei perto dele e saltei empurrando minha perna na direção de seu rosto tentando um chute, meu All star tocou o rosto do garoto na altura de seus olhos e ele perdeu a concentração fazendo-o deixar sua adaga cair no chão, nessa hora agradeci mentalmente por ter feito aulas de mai tai ano passado. Meus pés tocaram o solo e eu fiz um movimento rápido na direção do garoto, parecendo que iria atravessar seu rosto, seus olhos fecharam no mesmo instante, nervosos,mas eu não iria machuca-lo apenas deixei a espada presa no chão ao seu lado.Fiquei impressionada comigo mesma,não fazia ideia do que era capaz até alguns momentos atras. Chamei pelo garoto e ajudei-o a levantar,ele me parabenizou pela luta e eu agradeci, peguei minha espada e sai da Arena cansada.

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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Ástrid L. Skywalker em Sab Jan 05, 2013 9:52 pm

Treino com espadas


Parte I

Acordo suando frio em minha cama, havia tido vários pesadelos, monstros, seres com poderes sobrenaturais, tudo o que pudesse atormentar um semideus, rodeava minha mente. Claramente estava aflita, não sabia que horas eram, e meus irmãos ainda dormiam em suas camas, rapidamente, visto uma de minhas calças jeans e uma camiseta do acampamento, pego minha espada que havia ganhado quando meu pai me reclamara, era fria, mas não desconfortável. Nunca havia usado uma espada em minha vida, não sei como conseguira chegar ao acampamento sã e salva. *Acho que é hora de treinar, Arena das Espadas, lá vamos nós...*

Parte II

Saindo do chalé, percebo a baixa temperatura do acampamento, isso me favorecia, por minha lógica, sairia terrivelmente péssima em meu primeiro treino, então, minha teoria se exercia como: menos campistas = mais espaço na arena = menos riscos de eu acidentar alguém. Caminho um pouco até chegar ao local desejado, um campo cheio de bonecos, recém arrumados, de palha e madeira. *Certo, como se usa uma espada?*
Vejo meus conceitos e lembro-me de quando vira um dos campistas treinando com uma espada, comprida, com cabo em madeira, seu tilintar, seus movimentos, onde mirava, onde acertava a força que empunha. *Ele não conseguia acertar muitos, a espada parecia pesada demais para ele, deveria soltar com mais força o objeto.*
Ergo minha espada, que até agora carregava sem muita convicção. *Pulmões, coluna, pescoço, cabeça e... Coração*- listara em minha mente os pontos mais fracos de alguma pessoa, mas não lutaria com pessoas, seria estranho treinar assim, mas sempre se deve ter uma primeira vez.
Dou meu primeiro golpe traçando a espada de prata em uma diagonal do ombro esquerdo até a cintura. A arma tinha o peso perfeito para minhas mãos, bastava concentrar-me. Vamos, você consegue! Uma voz soa em minha cabeça dando-me esperanças, era minha mãe, podia sentir isso. *Irei conseguir!* Ergo a espada novamente e giro-a no ar, fazendo um corte certeiro nos pulmões do boneco, ando como se estivesse lutando, em torno do boneco, sempre alfinetando golpes e mais golpes, extravasando, tudo o que estivesse ou que já tivesse acontecido de ruim comigo, as piadas de meus antigos colegas, os xingamentos que viam contra mim, a exclusão por minha dislexia e o défcit de atenção, estava chorando... Não, estava chovendo, isto, não parei, continuava a golpear o boneco, cada vez, aprimorando minha mira, os sentimentos se esvaiam e ficava mais leve, cada vez mais fácil de conseguir acertar o alvo, mirando cada vez em um ponto diferente. A espada era cortada na diagonal, na horizontal ou vertical, até que, um dos braços do boneco cai ao chão. Paro um pouco assustada com o barulho que havia feito, mas logo após um sorriso se espalha por minha face.
Vejo que o boneco já estava bem desgastado, então, parto para outro plano de treino, sem nenhum campista ainda por causa da chuva e do frio, arrumo os bonecos a minha disposição em um circuito, alguns obstáculos para treinar, e monstros, para matar.
- Isso será... Interessante – Digo franzindo o cenho.
Deveria usar algumas habilidades que conseguira passando meu tempo escalando para me esconder e me isolar das pessoas que se retraiam de mim. *Não mais!*
Começo a correr em direção a um dos bonecos, atravesso-lhe a espada, pulo um dos obstáculos e raspo o braço de outro, mais a frente o último alvo me esperava. *A cabeça* Com a espada em punho, miro no pescoço, imaginando cortar a cabeça, e o mesmo se dá por final, com alguns problemas, caio no chão e torço um músculo de minha mão, estava doendo, mas havia tido um bom treino para uma iniciante. Percebo que a chuva já havia parado, e o sol clareava tudo, campistas saiam do chalé. *Acho melhor voltar para meu chalé, vamos cuidar disto* Saio com a espada na mão boa pressionando a outra mão contra minha perna, a mesma latejava, mas nada que uma visita à enfermaria não curasse.
Legenda:

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Re: Treino com Espada/Escudo

Mensagem  Albafica Triantaphylos em Ter Jan 08, 2013 1:55 pm

Espadas, não é meu treino preferido, mas eu sou consideravelmente bom no manejo desse equipamento. Eu queria um treino sossegado, mas acho que o destino não vai me proporcionar algo tão bom assim. Pois bem, a primeira coisa que eu fiz, foi escolher alguma espada. Estre as disponíveis, escolhi uma não muita curta, mas também não muito longa demais. Peguei aquela com o tamanho do meu braço, com a grossura da minha mão e de dois fios, ou seja, que corte dos dois lados, fora a parte plana.

Depois de escolhida a lâmina, pedi para que o instrutor, Lacaile, um sátiro albino e, bem, extremamente bonito, me ajudasse a aperfeiçoar alguns golpes. Meus olhos até doíam de pedir ajuda, pois ele era muito branco - É... tem como me ajudar? - pedi. Ele apenas assentiu sério e rolou uma espada pelo braço, que eu nem sei de onde veio. Cara, ele deve ser muito bom. Enfim, minha mente ficou avoada por um breve minuto enquanto ele me guiava para um ringue. Bati meus pés no chão, e respirei fundo. Empunhei a espada como sempre e aguardei Lacaile dar alguma instrução.

Meu instrutor balançou a cabeça e eu avancei, girando a espada pela esquerda e rolando pela direita, ao mesmo tempo que girava meu corpo num anglo de 45 graus. Nossas lâminas chocaram-se e pude ouvir o barulho de ferro gritando. Apesar da aparência, o sátiro era bastante forte para aguentar uma porrada do meu braço, pois nossas lâminas ficaram presas bom longos segundos, antes que ele, o sátiro, me empurrasse com os cascos para longe. Quando eu pisquei os olhos, ele já estava próximo de mim, com a lâmina correndo pela lateral do corpo. Empunhei a espada na perpendicular e inclinei meu tronco. AO A espada dele passou pelo burrado deixado pelo meu corpo e a espada, tudo o que eu queria, pois foi só terminar de girar mu corpo numa volta completa, que consegui desarmar o sátiro. A espada dele rolou longe, mas como era de conhecimento publico o hibrido era muito mais rápido que eu. Correm boatos que ele é filho de Hermes, por isso ele tem pé de vento.

A luta estava para recomeçar, mas tive um pressentimento que não duraria por muito tempo. Meu instrutor correu velozmente até mim, num golpe de cima a baixo. Quando fui manejar minha espada para bloquear seu golpe, no mesmo ato, Lacaile mudou o sentido, a direção e a posição da lâmina. Misteriosamente ele golpeou minha mão com a base da espada. Senti um dor imensa e soltei minha arma. Quando dei por mim, a espada do meu adversário, cutucava meu pescoço - Acabou - disse o sátiro. Eu havia perdido.

Recolhi as coisas, e antes que pudesse sair, Lacaile deu-me algumas dicas e sermões. - Olha, você tem um bom instinto de defesa, mas não se adiante quando for atacar. Tenha certeza da vitória desde o início do combate, autoconfiança é sempre o melhor truque - disse ele com os braços cruzados, como se tivesse tirando sarro de mim. Assenti ao que ele disse e parti.

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Re: Treino com Espada/Escudo

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