Treino com Foices/Facas

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Treino com Foices/Facas

Mensagem  Hipnos em Sab Jun 16, 2012 7:10 pm

Relembrando a primeira mensagem :


FOICES / FACAS

Nessa área o campista poderá treinar suas habilidades com foices, facas e adagas. A arena é um misto com arenas de combate corpo a corpo e central de arremesso, já que essas armas permitem tanto um combate rente ao inimigo, quanto surpreende-los com um combate à distancia. Portanto há bonecos de palha com alvos estampados, distribuídos em várias distancias, alem de alvos moveis e autômatos programados para um combate que exija habilidade e pericia do campista. Há numa estante, Foices curtas para combates corpo a corpo, longas, para aumentar a distancia e com correntes, para lançamento, e numa outra parte, há facas e adagas de diversos tamanhos e curvaturas.
Regras:
* O campista pode fazer até três treinos por dia em áreas diferentes, com ganho máximo de 100 EXP de recompensa.
* Posts com, no mínimo, 8 linhas.
* Os treinos de Foices/Facas/Adagas tem um NPC instrutor, June, para ser usado nos treinos, se desejarem. Sigam a ficha dele caso forem usá-lo.



Última edição por Hipnos em Seg Maio 12, 2014 7:29 pm, editado 4 vez(es)


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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Ezio Auditore em Qui Maio 16, 2013 1:38 pm

Uma tarde calorosa e de muito sol no acampamento meio sangue, direcionava-me até a Arena para treinar um pouco, o sol ofuscava minha visão durante o caminho. Vestindo uma calça que me deixaria à vontade para fazer movimentos, e uma camiseta do acampamento meiosangue, era só o que eu iria precisar para realizar meu treinamento.
Após alguns minutos, chego à arena, indo direito ao treino de facas, adagas e foices. Carregando minhas katares, adentro o local com treinos de bonecos. O lugar não estava muito cheio, afinal não era todos que lutavam com adagas, ou Katares, como eu uso.
Parado em frente a um dos bonecos, saco minhas armas, me aproximo de um boneco, e então começo. Invisto reto contra um, assim tentando melhorar minha firmeza com a Katare, logo após isso, ponho-me em posição de luta, como no muay thai. Dou alguns socos, com a mão esquerda, outros com a mão direita, salto dando um chute com o pé direito, giro no chão dando um soco com a parte lateral da mão, porém acertando a lamina no boneco... Joelhadas consecutivas...
Ao longo de uma hora de treino, o boneco parecia completamente cortado... O que então venho a ser um problema para mim, por tal motivo, saio do local, indo para o chalé de meu pai descansar um pouco, afinal, para que treinar meu máximo em um dia só, quando posso evoluir aos poucos...



(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 17
*Criatividade do texto: 10
*Nível de Combate: 11
*Utilização de Armas: 10
Total de Exp: 48

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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Ezio Auditore em Qui Maio 16, 2013 3:27 pm

O dia era um tanto quando chato no acampamento, eu precisava de mais aventura, precisava de mais emoção... E onde mais eu poderia encontra-la se não na arena, lutar, bater em algo ou alguém... O local perfeito para descontar todo esse ódio que eu guardava dentro de mim. Estava sentado em minha cama dentro do chalé de Érebo, era um local um tanto quanto frio, seco, por algum motivo me sentia a vontade ali dentro, mesmo não sendo o local que eu estava acostumado a morar... Abaixo-me pegando uma caixa embaixo de minha cama, era completamente preta, com uma pequena placa na tampa “seja forte”. Abro-a, e vejo ali dentro os presentes que recebi de Érebo, ou não... Perguntava-me onde ele estaria e o que fazia neste momento... Coloco minhas mãos sobre as Katares, passando os dedos em sua lamina... Até chegar ao cabo que era protegido por um metal negro, coloco minha mão dentro disto, segurando o cabo... Serro minhas mãos e retiro as laminas da caixa... Visualizo-as, enquanto sentia uma estranha energia rodear meu corpo, uma sensação de vazio, desespero e ao mesmo tempo poder.
Ergo-me, então girando as katares no ar, e as colocando na bainha, em minha cintura... Abaixo-me colocando um joelho no chão, como uma reverencia... Com as duas mãos, pego a armadura que estava dentro da caixa, retirando-a dali... Colocando em meu corpo... Coloco uma capa negra que cobria parcialmente meu rosto e se estendia até minhas canelas, cobrindo meu corpo e minha armadura. Após isso saio do chalé, caminhando pelo acampamento, olho para o céu, uma chuva se aproximava, logo mais a frente já observava a arena de treinos... Caminhava lentamente em sua direção... Meu objetivo era encontrar a garota que tinha feito o outro treino para mim... Esperando que desta vez ela tivesse outro treino... Após alguns minutos caminhando, finalmente chego ao local... Vejo alguns semideuses já treinando com espadas, escudos, alguns com foices e maças... Porém ao fundo vejo a garota dos cabelos rosados sentada em um banco, indo a sua direção.
- Olá June...
Dizia me aproximando, e logo sentando em seu lado. Olho para a garota, ela estava distraída, mas logo responde:
- Ah, olá novamente jovem Auditore.
- Então, algo novo para mim hoje? – Perguntava-lhe, observando os campistas lutarem.
- Na verdade... Alguns filhos de Hefesto fizeram alguns ajustes nos robôs a qual você fira em seu outro treino... Estes estão melhores, porém, não tenho como testa-los...
Observando ela, ergo-me, abro os braços exclamando.
- O que esta esperando, solte-os! Eu irei testa-los para você.
Falava com um ar de graça, e com um breve sorriso... Ela confirmava com a cabeça, e então levantava também... Dirigi-me ao centro do local, esperando o que viria, ela então foi a uma parte mais coberta, e puxou uma alavanca. Uma porta se abre ao seu lado, e vejo quatro pontos avermelhados, como olhos... Duas criaturas saem do local... Caminhando até cerca de cinto metros de mim... Coloco as mãos sobre minhas Katares, ainda não as puxando... Vejo-a sorrir e fazer um sinal para eu os atacar... Puxo minhas armas, neste momento os robôs olham para mim, como se estivessem vendo que eu iria ataca-los.
Serro os olhos, e relaxo o corpo, sentia certa alegria e vontade de bater até cansar nesses robôs, então começo a correr na direção dos mesmos. Com os braços baixos, aproximo-me rapidamente dos deles, laminas saem de seus braços, como espadas, me aproximo do que estava na esquerda, ficando a cerca de um metro e meio, ele ataca com sua lamina em minha direção, suas aparências eram rusticas, e seus movimentos lentos, salto, acertando uma joelhada em sua cara, fazendo-o cair, caio no chão fazendo uma cambalhota e erguendo-me rapidamente, o outro vinha em minha direção... Coloco-me em posição de batalha, ele faz um ataque reto com a espada na altura de minha cabeça, apenas desvio meu rosto para o lado esquerdo, dou um passo para frente, segurando com o braço direito no que seria sua mão e usando a esquerda para acertar reto, um soco com a lamina em seu ombro... Meu erro foi tirar a atenção do outro robô, que agora colocava sua mão em meu ombro e puxava-me... Me atirando no centro da arena... Eu rolo no chão, ergo-me e recebo um chute na cara do mesmo... Assim caindo sentado, a lamina surge de seu braço, e ele ataca-me reto, dou um pequeno pulo para trás, me empurrando... A lamina crava entre minhas pernas, quase me acertando.
Giro para a esquerda, com a perna esquerda sobre a ponta da lamina e a direita chutando na altura de sua mão conseguindo quebrar sua lamina... Porem a outra criatura me chuta, fazendo-me parar entre os dois... Apoio meus pés na perna de um deles, e me impulsiono para longe, me afastando. Levanto-me, olho para eles pensando no que fazer, a dor em minha barriga era forte, e meu rosto também doía os dois começam a caminhar em minha direção novamente, fecho os olhos me concentrando no que faria... Coloco-me em posição de luta novamente, o da esquerda vem primeiro, com seu braço já com pouco movimento ataca com o outro, da esquerda para a direita, sua lamina era mais longa que a minha, o ataque é na horizontal, me abaixo deixando a lamina passar por cima de meu corpo, e logo salto em sua direção acerto uma joelhada em seu rosto, e quando ele toma uso minha força para cravar a lamina em sua cabeça... Logo giro para frente, erguendo-me... O outro corria em minha direção, ele faz duas investidas retas em minha direção, na primeira, desvio para a direita, e na segunda faço com que sua lamina acerta a minha, porém na parte de cima empurrando-a para cima, cravando minha lamina em seu peito e a girando, logo retiro-a... O robô tomba, assim como o outro a alguns segundos atrás... Sento-me no chão cansado, vejo June se aproximar dizendo:
- Hahaha, muito bom! Deve vir mais vezes...



(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 18
*Criatividade do texto: 16
*Nível de Combate: 17
*Utilização de Armas: 18
Total de Exp: 69

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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Ezio Auditore em Dom Maio 19, 2013 12:26 pm

Era uma tarde comum no acampamento meio-sangue, o jovem Auditore mais um vez locomovia-se rumo a arena de treinamento... A manha começara de modo frio, mas a tarde o sol aqueceu a todos no acampamento... Ezio, ia até seu chalé, e pegava mais uma vez suas Katares, laminas de assassinato. E sua armadura, tudo presente de seu pai... Érebo.
O semideus caminhava coberto por um longo manto negro, seus passos mal eram ouvidos pelos seres ali presentes. Chegando lentamente a arena, Ezio aproxima-se da instrutora de laminas, foices, etc...
- Boa tarde...
- Olá Ezio - Diz a garota.
- Então, um treino, eu e você... O que acha?
- Hum, tudo bem, não estou fazendo nada mesmo - ela respondia novamente...
Um breve sorriso surge em meu rosto... Me afasto da garota alguns passos... Ela puxa das costas uma foice, nem grande nem pequena, média... Ela gira a mesma no ar, e começa a caminhar em minha direção. O garoto saca suas laminas, aguardando-a. Ela gira em seu próprio eixo, e investe lateralmente, da esquerda para a direta, fazendo com que Ezio salte para trás.
O garoto, serra suas laminas investe duas vezes rapidamente contra ela, ela então gira a foice, defendendo seus movimentos, ela o chuta, acertando seu peito. Ele cai, sua foice vem de cima para baixo na direção de Ezio, ele cruza as laminas para se defender. Parando a foice. Ela puxa a foice e se afasta, ele se ergue... Corre em sua direção, e ela diz..
- Pra finalizar...
Ezio ataca com o braço direito, colocando força. Ela da um passo para o lado esquerdo, desviando... Ezio gira o corpo tentando acerta-la com a lamina do outro braço, mas ela defende com o cabo, girando por baixo de seu braço, e passando a foice parando em seu pescoço...
- Continuaremos outro dia...


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 17
*Criatividade do texto: 10
*Nível de Combate: 13
*Utilização de Armas: 14
Total de Exp: 54

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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Convidado em Seg Jun 10, 2013 1:03 pm

Era o meu primeiro dia no acampamento e, minha hiperatividade jamais me deixava ficar muito tempo fechada em casa, no orfanato e isso não mudaria alí. Após meus irmãos todos saírem para seus afazeres, de manhã, eu me sentei na cama observando a adaga em cima da colcha, pensativa. Um bico se franziu em meus lábios e revirei os olhos, a segurando e a analisando conforme a girava entre meus dedos, localizando o mesmo desenho de coruja que havia encontrado no dia anterior. Dei uma risada breve e a joguei para o alto, a pegando com a mão direita. Levantei-me e, trajando a camiseta do acampamento e uma calça jeans, a prendi nas costas, caminhando até a porta de saída.
Alguns olhares desconheciam a minha presença no local, quando caminhava pelo corredor dos chalés, mas nenhum intimidador o suficiente. Foi então que avistei Quiron e franzi o cenho, caminhando até ele que apoiou as duas mãos em seu apoio, me encarando curioso. Parecia que meus irmãos também eram indagantes, pois ele aparentava saber que estava prestes a lhe perguntar por algo. Levei as mãos na cintura, estreitando os olhos acinzentados.
- Senhor, onde é que acontecem os treinamentos?
Ele arqueou uma das sobrancelhas, em reprovação, e se movimentou tentando ficar mais confortável, questionando se eu tinha pretenções mesmo de ir treinar. Dei de ombros, evitando olhar nos seus olhos gentis e severos, respondendo sem hesitar muito.
- Apenas para conhecer o local.
Não estava mentindo. Claro que não iria ficar apenas na curiosidade, e ele sabia disso, mas também gostaria de conhecer o local. Ele indicou o local da arena de treinamentos, e eu assenti, após lhe agradecer e resolvi caminhar até o local. Vários ruídos metálicos de lâminas se chocando começavam a se intensificar, fazendo um largo sorriso se formar em meus lábios, pois era sinal que eu estava no caminho correto. Olhei para trás, e me deparei com Quiron que ainda me encarava. Em um aceno para ele, lhe arranquei uma risada que foi seguida da sua retirada, sacudindo a cabeça em um tom inconformado.
Voltando o rosto para sempre, apressei o passo e pude observar os campistas que batalhavam, incansávelmente, pelo seu preparo fixo. Alguns utilizavam foices, outros adagas e facas. Fui retirada de meus pensamentos por um grupo de campistas que adentrava, conversando sobre suas táticas e as duplas que formariam para os treinamentos. Levei a mão até a adaga, nas minhas costas, a retirando e os observando, enquanto mordia a lateral de minha boca. Até que tomei iniciativa e falei, caminhando atrás deles.
- Hey, vocês! Posso treinar também?
Eles se voltaram para mim e pareciam me estudar com o olhar. Foi quando um dos meninos saiu do meio deles, dando uma risada.
- Gente, deixem ela comigo. É minha nova irmã.
Um sorriso se alargou, aos poucos, em meus lábios quando o reconheci. Dentre eles, era um dos poucos garotos do meu chalé que caminhou até mim, apoiando a mão em minhas costas e me levando para um lugar mais isolado na arena.
- Obrigada. E sou Annabeth.
Lhe disse, enquanto caminhávamos, estendendo a mão em um cumprimento que foi, prontamente, retribuido. Após ele se apresentar, perguntou o que eu desejaria treinar e lhe pedi para que começássemos pela adaga, afinal, era o único instrumento que eu possuía já alguma identificação. Alguma coisa me atraía para aquela arma, era como se eu tivesse uma ligação natural com adagas e espadas, desde o nascimento, a ligação que me traziam as lembranças inconscientes de minha mãe. Ele parecia conseguir ler meus pensamentos, ou sabia como era a sensação tão bem que simplesmente adivinhava. Logo, se posicionou à minha frente, pegando a sua adaga, idêntica à minha.
- Muito bem, Annie, o maior conselho que eu posso dar é deixar o seu instinto fluir. E não irei facilitar.
Assenti, ao conselho dele. Era um pouco estranho ouvir esse tipo de frase vinda de um filho de Atena, mas ele deveria saber o que estava falando. Dedilhando os dedos no punhal da adaga, sustentando o olhar no seu, até que um clima de tensão se formou entre nós dois e um pequeno sorriso lateral se alinhou em meus lábios. Essa sensação de suspense me deixava receiosa mas, ao mesmo tempo, gostava do estado de alerta que me deixava. E, o olhar do menino com cabelos loiros caídos ao rosto, tão lisos quanto os meus, era mais enigmático do que os das outras pessoas com quem eu já havia convivido, o que deixava tudo mais interessante.
Subitamente, ele correu na minha direção, segurando a sua adaga com o punhal apoiado na parte inferior de seu pulso, profenindo cortes diagonais na minha direção, acertando alguns cortes no alto de meu braço, que tentava bloquear os seus golpes com minha adaga. Esta, caiu para longe fazendo com que o ruído do metal no chão chegasse aos meus ouvidos. Eu, no entanto, havia perdido o equilíbrio pela hesitação de iniciante na arte da esgrima. Estendi o braço na direção de minha arma, mas este fora impedido com o pé de meu irmão sobre meu pulso. Devia liberar-me, precisava recuperar minha arma e continuar o treinamento, ao contrário, se tornaria apenas uma surra voluntária.
Ele me dera alguns instantes, de vantagem, e eu optei por utilizá-los lançando uma das pernas estendidas, na direção da parte trazeira de seu joelho, causando uma dobra ivoluntária da perna de meu irmão e a libertação de meu braço, que foi recolhido junto com a adaga. Agora a segurava de maneira mais segura, apoiando o punhal na parte inferior de meu pulso. Quando fui me levantar, recebi mais uma vez a lâmina do oponente em meu rosto, profenindo um golpe na bochecha, que foi utilizado como distração para me derrubar de costas e montar em mim, segurando a adaga contra a minha, almejando acertar a região de meu pescoço. Minhas sobrancelhas se uniam, com força, enquanto eu tentava forcejar. Fora quando uma voz, a mesma voz que eu era tão afeiçoada, invadia a minha mente. "Lembre-se, Annabeth, siga seu instinto natural". Os olhos acinzentados eram comprimidos e eu decidi usar a força que ele estava aplicando, a um certo tempo, ao meu favor ao invés de tentar superá-la o que, claramente, não estava funcionando.
Em um desviar do corpo para o lado, soltei a minha adaga, fazendo com que a de meu irmão cravasse na arena de treinamento e usando o tempo que ele levava para me esquivar para o lado e levantar-me, mais uma vez. Não podia, porém, perder o foco da luta, por mais que estivesse ficado satisfeita com o sucesso do movimento. Segurando, com mais firmeza, a adaga em minha mão, o encarava. Agora, ele já havia se levantado e estudava-me, assim como eu o fazia. Procurava por fraquezas, aparentemente, inexistentes. "Nada é perfeito". pensei, comigo mesma, quando optei por golpes duplos. Corri até ele, mas ele não se movia, bolava sua tentativa de defesa. Logo, deferia golpes na altura do alto de sua cintura, com a adaga na horizontal, acompanhado por uma tentativa de chute na direção de seus joelhos, com a perna esticada. Quando ele se esquivou da adaga, girando o corpo para trás para pegar velocidade e me atingir, caiu em minha armadilha, tendo as pernas travadas pela minha e perdendo o equilíbrio. Não poderia deixar de continuar aproveitando a situação e cortava o ar entre nós, com a adaga realizando movimentos de "x", repetitivos.
No entanto, não era a toa que ele não era somente um filho de Atena, como também era mais experiente que eu. Ele usou meu próprio golpe contra mim, enganchando as costas de seu pé em meu joelho e o puxando, fazendo com que eu caisse sentada, apoiada em meus cotovelos e tendo a sua adaga posicionada em direção ao meu pescoço, mais uma vez. Nos encarando por alguns instantes, em silencio completo, a ausência de falas foi quebrado pelo sorriso que se formou em seus lábios, seguido pelo meu que o retribuiu.
- Nada mal para uma novata no acampamento.
Dei uma risada reprimida e ele se afastou, estendendo-me a mão para me ajudar a levantar. Por um instante, eu acreditava que ele estava levando mesmo a sério aquele treinamento e que um de nós acabaria na enfermaria. Mas, não era somente por ele, todos que estavam treinando na arena eram assim, e lutavam como se estivessem em alguma guerra, interrompendo a seriedade com uma risada no final do treino. Levantei-me e sacudi a poeira das calças, prendendo a adaga nas minhas costas costas, em seguida, e semi cerrei os olhos perguntando em um tom perfeccionista. Era uma característica gritante em mim, a qual eu não conseguia controlar, sempre queria melhorar, sempre queria saber mais e almejava me superar a cada passo.
- Críticas?
Ele me olhou como se eu houvesse comprovado-lhe algo e, em mais uma risada fraca, ele deu de ombros se ajeitando, também. Parecia que, finalmente, havia encontrado pessoas tão exigentes consigo mesmas e seus resultados quanto eu e isso me fazia sentir-me mais bem vinda no acampamento.
- Não partir para o ataque primeiro, defender-se deles é mais fácil, pois se pode aproveitar a força do oponente contra ele. E tente cuidar para não perder sua arma.
Assenti, prontamente, a todos os conselhos, admitindo a validade dos mesmos e tentando memorizá-los, assim como repassar o treinamento em minha mente, procurando por falhas e vantagens que eu havia descoberto. Logo, caminhamos até a saída da arena e ele me cumprimentou bagunçando meus cabelos loiros, causando uma risada breve em mim. Acreditava que eu iria adorar aquele lugar e, já sabia, iria ser frequentadora assídua das arenas, era óbvio já para mim.


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 16
*Criatividade do texto: 20
*Nível de Combate: 12
*Utilização de Armas: 15
Total de Exp: 63

★Atualizado★
Nada muito especial a comentar, somente que sua introdução e desfecho estão em maior destaque do que seu treino, mas fora isso, continua um texto exemplar.

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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Albafica Triantaphylos em Qui Jun 13, 2013 2:00 pm

Eu estava pronto para mais um treino. Sim, eu acordei disposto a fazer um treinamento. Vestido com meu macacão velho e equipado com minhas foices gêmeas, vou descalço até a arena. Meus cabelos desgrenhados e um band-Aid por cima do nariz adornavam meu rosto bronzeado. Não estava vestindo camiseta, o macacão apenas cobria o meu peito nu e uma cueca branca que usava para segurar minha intimidade no lugar. Meus olhos castanhos feitos de chocolate me guiavam até meu local de destino.
Assim que pisei na cimento da arena, senti um friozinho percorrer meu corpo e logo despertei de meu transe. Caminhei até onde treinava-se com foices e ignorei a campista que estava destinada à treinamentos com facas, adagas e estas coisas com lâminas dúbias, tipo foices. Da ultima vez que a desafiei, não fui muito bonzinho e agora não tenho coragem de enfrenta-la novamente. Olhei em volta e escolhi treinar com uns bonecos bobos. Eu só precisava treinar precisão, do restante sou até que muito bom. Escolhi um boneco de borracha dura para meu treinamento e me distanciei do mesmo por aproximadamente dois metros. Girei minhas foices Pollux&Castor, criando um cintilante movimento em tons de prata e dourado. Alavanquei meu braço musculoso e lancei Pollux sobre o boneco. Quando notei que ia acetar, puxei a foice e lancei a outra na vertical. A lâmina fez um talho na altura do pescoço do boneco. Meu rosto sério esboçou um sorriso besta. Repeti a série por mais umas cinco ou seis vezes até ficar chato. 
Quando eu estava para desistir do treinamento e ir colher morangos, um campista jovem começou a gritar loucamente. Olhei curioso para saber o que era e - SOCORRO!! AUTÔMATO DESCONTROLADO!!! - berrou o menino. Era um filho de Hefesto que fazia testes em robôs de treino. Eu já havia parado um deles antes, mas já faz muito tempo. Geralmente esses bonecos de ferro só dão problemas. Disponibilizei-me a ir ajudar. Empurrei o garoto com uma das mãos, o lançando longe do campo de batalha. Só não pedi pra ele calar a boca, pois eu estava concentrado. O robô era magricela, sem muita lataria, mas mesmo assim portava uma espécie de espada dentada e um escudo de aço inox. Acho que fugiu do treinamento de escudo e espada. Vai dar trabalho, mas estou super animado agora. Minhas veias até saltaram de meus muques e meus olhos tornaram-se gentis para um combate mais equilibrado.
Avancei rapidamente pela lateral do autômato, lançando uma das foices na lateral do meu oponente. Meu intuito era acorrentar o tronco do robô e lança-lo ao chão sem delongas. Porem, quando eu cruzei meu adversário, eu não consegui puxa-lo pelas correntes. Ele era mais pesado que do que eu pensava. Num tranco o homem de ferro empurrou-me para trás, me fazendo cair de costas no concreto gelado. Perdi o ar, mas não tive tempo para tomar fôlego, já que o autômato estava tentando me esquartejar com sua espada dentada. Tentei esquivar-me, mas ele estava rasgando toda a minha roupa e arranhando a minha pele de bronze. Numa de suas espadadas, travei minhas foices num dos dentes de sua arma e com meus músculos trabalhando a todo vapor, consigo me livrar de meu carcere. O empurrei do jeito que deu e já tomei distancia para repensar minha estratégia de combate. Girei minhas foices, uma a uma numa série incontável de golpes circulares em cima do robô, mas aparentemente minhas lâminas não foram capazes de destruir seu escudo de aço. Apenas arranhavam a lataria, mas não chegavam a rasgar o metal, nem mesmo se fincavam ali. Meu rosto continuava sério, apesar de ter a certeza de que não conseguiria vencer esse androide, eu deveria mostrar serviço e fingir que estava no controle da situação.
Meus braços estavam cansados de girar as foices de prata e ouro no escudo laminado que barrava todos os golpes. Faíscas saltavam dali, mas nada comparado a uma possível ruptura em seu escudo. Um suor escapava da minha testa e meus golpes tornavam-se mais lentos a cada passo que o robô traçava em minha direção. Eu não sabia o que fazer e iria cair em desgraça se não fizesse alguma coisa. Eu parecia uma colhedeira massacrando uma plantação de milho. Qualquer outro campista estaria picotado no chão tipo um vinagrete. De repente tive um clarão de ideias. Recolhi minhas foices e as lancei deitadas, uma de cada lado, rentes ao chão. Meu alvo era a parte de baixo do autômato, sim, seus pés. Cada lâmina cravou-se uma de cada lado do robô e num puxão, juntando toda a força que me sobrara, fiz o robô cair de costas. Corri pra cima do meu oponente caído e sentei-me bem em cima do peito dele. Com as correntes da minhas foices gêmeas, dou duas voltas no pescoço do robô e estico os elos até que o homem de ferro pare de funcionar. Levei um baita choque, mas nada que me fizesse parar de estrangular o pescoço daquela maquina descontrolada.
O dono do robô perguntou-me se eu estava bem, e foi ai que eu notei que meus olhos estavam perdendo a visão. Senti um líquido quente escorrer de mim, manchando meu macacão de vermelho. Uma lâmina dentada estava atravessada na altura do meu ombro. Eu estava tão concentrado que nem senti o golpe. Desmaiei ao som do garoto gritando novamente. 

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 17
*Nível de Combate: 19
*Utilização de Armas: 18
Total de Exp: 74


†Atualizado†



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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Joe McDean em Qui Jun 13, 2013 8:18 pm


 
TRAINING WITH SICKLE
JOE MCDEAN ф 13/06 ÁS 21:18 ф ARENA

 
The first time I saw you had no intention I fell in love was mere distraction Today I am grateful to be so distracted I'm crazy about you

 
 Já era 14:00 horas e eu estava lá, deitado em minha cama, ainda dormindo. O Frio estava muito intenso, então não há nada melhor que ficar debaixo do cobertor. Resolvo levantar pois não ia ficar o dia inteiro deitado encima da cama. Me levanto e vou direto para o banheiro tomar um banho bem quentinho para relaxar. Penteio meus cabelos, escovo meus dentes, faço toda a minha higiene matinal. Logo me arrumo, colocando uma camisa de manga até os pulsos listrada de branco e rosa e uma bermuda longa branca. -"Vou treinar mais um pouco, dessa vez com as foices". - Um dos meus alvos era um ceifador, então, nada mal treinar com uma foice. como algo e parto para a Arena. 


Chegando na arena, vejo que ela estava bastante cheia, e como sempre, Annabeth e Natalie, minha parceira que vai ser do meu time no caça à bandeira, estavam lá. Vejo a linda Instrutora June treinando com as facas, vou até ela, interrompendo seu treino. 


- Hey, June! - Digo a cumprimentando. 
- Oi Joe, como vai?
- Eu estou ótimo, então... vim treinar um pouco com foices, poderia treinar arrumar uns autômatos para mim?
- Ok Ok , já arrumo delicious.  


June era Afilhada da Mommy Afrodite, então tenho bastante afinidade com ela, já faz parte da família. Ela arruma dois bonecos de ferro, que lembram robôs. Ela os programa para se mover sozinhos e me atacar, a batalha já estava prestes a começar, e meu braço começava a doer um pouco por causa da maldição. 


Uns dos boneco vinha na minha direção, ela aparentava ter uns dois metros, e estava com uma espada longa, e um escudo de ferro. Veio correndo em minha direção, eu apenas com a foice na mão esperava. O Robô dá um pulo bem alto, e com sua espada, ela tenta acertar minha cabeça, batendo com ela de cima para baixo. Eu me esquivo para o lado, então tento bater com a  minha foice nele, mas ele defende com seu escudo.


Enquanto isso o outro robô vinha correndo, esses estava com uma clava cheio de espinhos, em suas mãos. Ele empurra de leve o outro robô, dá um giro e tenta me acertar, eu me jogo para trás me esquivando do ataque. Um dos espinhos da clava acerta meu rosto, causando um pequeno corte. Ele pega sua clava e bate com ela debaixo para cima, mais eu defendo. Fica em uma disputa de força, eu empurrando para o lado oposto que ele empurrava. Não estava mais aguentando a disputa de força contra um boneco de ferro que quase dois metros. Me abaixo rápido, dando um giro no chão, coloco minha foice em seu pé e o puxo, fazendo o robô cair ao chão. Logo dou um giro rodopiante no ar, caindo encima da barriga do autômato, então enfio a foice no rosto do robô. E autômato para de funcionar, mas ainda faltava outro. 


O outro boneco de ferro vem correndo muito rápido em minha direção, e eu, vou correndo também na direção dele. Quando estávamos bem próximos um do outro, me me jogo ao chão, me arrastando por debaixo da perna dele. Dou um pulo, ficando assim em pé, dou um giro para pegar força e lanço a minha foice contra a cabeça do autômato. A Foice arranca sua cabeça, fazendo-a a voar longe. O robô para de funcionar, caindo de joelhos no chão e depois caindo deitado.


Os dois Autômatos estavam destruídos, e acho que meu treinamento estava terminado. Vou até o local para guardar as foices e a guardo. Deixo os autômatos destruídos ao chão, deixando para que algum instrutor recolhesse. Então vou para o meu chalé tomar um banho, pois o suor escorria da minha testa. 


 
 

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 12
*Criatividade do texto: 15
*Nível de Combate: 12
*Utilização de Armas: 15
Total de Exp: 54
★Atualizado★
Use o NPC direito Joe. Revise o texto, tem muita palavra igual, parecida que deixa o texto repetido e chato.




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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Alison P. Bolter em Sex Jun 14, 2013 12:14 pm



I Need to improve, to get out of here.

Corria. Ao olhar para frente pude ver meu pai, se afastava cada vez mais depressa, e eu, conforme tentava correr mais rápido parecia presa no mesmo lugar. A aparência daquelas ruas era branca, a neve caía graciosamente. Movi meus pés com mais esforço, dessa vez consegui correr e ao virar a rua em que meu pai tinha entrado dei de cara com uma mulher me olhando, reconhecia aquela mulher, minha mãe. Corri abraçando-a, e olhei por cima de seu ombro direito, meu pai olhava incrédulo. Quando ia me soltar da Deusa e ir até meu pai, tudo apagou. Abri os olhos.
 
Cocei os olhos ainda deitada na cama, não gostava muito de sonhar com meus pais, até porque não tinha a presença de nenhum deles, sempre ocupados. Sentei na cama e olhei para os lados, alguns dos meus irmãos ainda dormiam e outros já tinham saído para treinar.
 
Fiz minha higiene matinal, tomei um banho e coloquei uma roupa qualquer. Olhei uma ultima vez pro espelho enquanto arrumava meus cabelos. Saí do Chalé determinada, agora que conhecia melhor o acampamento estava começando a me acostumar com toda aquela adrenalina diária, todo aquele aprendizado que nenhum outro lugar parecia ter para oferecer.
 
Cheguei a um espaço em que boneco de palha com alvos estavam distribuídos por uma grande área. Alguns Semi-deuses arremessavam adagas e facas, outros usavam foices dos mais variados tipos. Caminhei até um local com uma grande estante, onde estavam depositados todos os tipos de armas que podia usar naquele treinamento. Peguei uma adaga com a ponta normal e outra com a ponta mais curvada, coloquei as duas em bainhas na cintura. Analisei novamente as armas, se precisasse depois voltaria ali.
 
Os alvos estavam espalhados, peguei uma das adagas, a com a ponta normal, parecia ser mais fácil de fazer esse tipo de treino. Arremessei a adaga em direção do boneco de palha, ela acertou a clavícula do mesmo, sorri com o canto dos lábios. Peguei a outra adaga e arremessei, esta acertou o centro do alvo.
 
- Nada mal... – Sussurrei para mim mesma enquanto voltava a parar em frente a grande estante, peguei mais duas adagas e dessa vez uma foice curta, que ficou presa em minhas costas.
 
A área em que os bonecos se moviam era mais complicada, mas nem tanto, afinal, bastava contar mentalmente para conseguir um bom resultado. Tudo tem seu tempo certo e naquele tipo de treinamento era que se aprendia isso.
 
Peguei a adaga com ponta curvada, analisei o alvo que se movia, contei até três mentalmente para que ele chegasse ao lugar que eu desejava. Arremessei a adaga com força, ela não chegou a acertar o centro do alvo, ficou a alguns centímetros dele.
 
Tirei a outra adaga da bainha rapidamente e contei, dessa vez não fiquei esperando tanto tempo, porque se fosse uma batalha certamente já estaria morta com essa paciência toda. Arremessei em direção do alvo, acertou o centro do mesmo e eu apenas sorri.
 
Olhei para os lados, e a alguns metros de mim semi-deuses lutavam contra autômatos, um desafio. Peguei mais duas adagas na estante e caminhei até onde um autômato se encontrava quieto.
Peguei uma das adagas e lancei contra ele, acertando o braço do mesmo, que pareceu ficar furioso com meu ataque sem motivo. A adaga não chegou a perfurar o braço do autômato, apenas bateu e caiu no chão por ele ser de metal.
 
O Autômato veio em minha direção, recuei alguns passos, mas quando ia recuar mais um passo, senti minhas pernas se chocarem e em seguida meu corpo se encontrava no chão, acho que tinha um pouco de atração pelo chão. O robô havia me passado uma rasteira.
 
Levantei rapidamente, puxei a foice das costas e a segurei firmemente, quando o Autômato se aproximou para me atacar novamente o acertei na perna com a foice, o rangido da lâmina da foice contra o metal me fez ter gastura e meus braços e pernas se arrepiaram.
 
Franzi o cenho e retirei a foice do autômato, enquanto me preparava para o próximo ataque algo se chocou contra minha barriga, fazendo recuar e cobrir a mesma com uma das mãos, o autômato estava furioso e seu soco era forte. Voltei a postura normal e corri alguns centímetros, fazendo o mesmo vir atrás de mim. Precisava achar o ponto fraco dele.
 
Segurei a foice com as duas mãos e desferi um golpe na barriga do robô, a foice ficou presa nele e quando tentei puxar o autômato foi ao chão. Cheguei um pouco mais perto para analisar, nas costas havia um pequeno painel de controle, naquele momento uma luz verde estava acesa, devia ser porque o mesmo continuava vivo, ou ligado, sei lá.
 
As mãos do autômato seguravam meu pé, puxou com força, mas mantive o equilíbrio e balancei o pé freneticamente para me soltar, em seguida chutei a cabeça de metal com força. Praguejei mentalmente por ter doído meu pé, mesmo calçando coturnos a cabeça daquele autômato tinha conseguido me machucar.
 
Quando o robô se preparava para levantar, bati o pé contra as costas dele, fazendo-o cair novamente, sorri com o canto dos lábios e peguei a adaga, a enfiei no painel de controle, que fez um barulho estranho e depois de alguns segundos a luz que antes era verde se tornou vermelha. Puxei a adaga e levantei calmamente.
 
Guardei a foice e adaga que sobrou na estante, em seguida meus passos rumaram para fora daquela arena. Queria aprender o máximo, porque um dia desejava sair daquele acampamento e voltar a conviver com o meu pai, o homem que cuidou de mim a vida toda, não era justo.
thanks juuub's @ cp!  

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 18
*Criatividade do texto: 16
*Nível de Combate: 16
*Utilização de Armas: 16
Total de Exp: 66
★Atualizado★


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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Joe McDean em Sab Jun 15, 2013 1:40 pm


 
TRAINING WITH KNIFES
JOE MCDEAN ф 15/06 ÁS 14:40 ф ARENA

 
The first time I saw you had no intention I fell in love was mere distraction Today I am grateful to be so distracted I'm crazy about you

 
 Ai que dia chato. Era de manhã cedo e eu já estava de pé, acordado. Estava sentado em meu sofá, vendo desenhos animados. Sim, eu adoro ver Bob Esponja. O Desenho havia terminado, e eu não sabia oque fazer. Resolvo ir para a Arena, talvez eu possa treinar um pouco antes do Caça á Bandeira, já que Quíron não dizia nunca quando iria começar. Vou ao banheiro tomar um banho. Penteio meus cabelos e me arrumo. Tomo um café da manhã e vou correndo para a Arena. 


Chegando na Arena vejo a Instrutora June do cabelo rosa, ela era a mestra nas Adagas  nas facas. Chego perto dela e a cumprimento. 


- Juuuuuune, sua linda! 
- Olá Joe, seu gato! Veio treinar?
-Sim... Vim, poderia trazer uns autômatos e umas facas?
- Ok, já trarei. 


Ela traz dois autômatos, cada um com três pontos vermelhos. Cada um tinha uma arma em sua mão, um tinha um machado e o outro um martelo. Os Robôs tinha dois metros de comprimento. June trás para minha um cinturão, com 15 pequenas facas nele. 


- Joe, existe três pontos vermelhos em cada um como pode ver! Um na Cabeça, um na barriga e o outro no peito, certo?
- Sim, certo!
- Então, para você poder destruí-los, é preciso que acerte três facas, cada uma em um ponto no robô. Entendido ?
- Sim Sim... Entendi, agora pode ligá-los 
- Irei ligar um de cada vez 
-Ok


Ele ligo a primeiro boneco. Ele vinha correndo em minha direção, apenas com um martelo em sua mão. Quando estava bem perto de mim, ele dá um pulo e tenta me acertar com a martelo, batendo de cima para baixo. Rolo ao chão me esquivando, fazendo o robô acertar com seu martelo o chão. Me levanto e saio correndo, retirando uma faca do cinturão. Ele corre atrás de mim. Me viro e taco uma faca no robô, acertando bem no ponto vermelho presente em sua cabeça. Ele não parou por isso, ainda faltava dois pontos. Quando ele chega perto de mim, eu me arrasto ao chão, passando por debaixo de suas pernas. Rapidamente me levanto com um pulo, assim que ele se vira para mim, lanço duas facas em sua direção. Uma acertando no barriga no ponto vermelho e a outra no ponto presente em seu peito. O Autômato cai ao chão, destruído. 


- Parabéns Joe! 
- Estou aprendendo com a melhor... June - Digo dando uma risada.
- Agora irei ligar o outro autômato, preparado? 
- Claro que sim!


Logo ela liga o segundo robô. Ele vem correndo muito mais rápido que o de antes, com um machado enorme em sua mão. Ele taca o machado em minha direção. Eu me abaixo, esquivando do machado. o Robô não parou, assim que chegou perto me deu um chute. Fazendo eu voar alguns metros. Sangue escorria pelos cantos da minha boca. Mas, nem por isso eu desisti. O Machado volta sozinho para o mão do robô. Sim, isso me assustou.  Ele taca novamente o machado, eu corro rápido, a parede da Arena estava bem na minha frente. Corro sobre ela, subindo na parade. O Machado acerta a parede, ficando agarrado e rachando a parede. Assim que subo, dou uns giros ao ar e taco três facas. Cada uma acertando os pontos vermelhos no robô. O Autômato cai ao chão. 


-Ótimo Joe, você está muito bom manuseando facas! 
- Obrigado! - Digo dando um sorriso. 


Vou até ela e entrego o cinturão com as facas que sobraram. 


- Pode deixar que eu arrumo tudo por aqui
- Ok, agora vou voltar para o meu chalé delicious 
-Ok, Tchau Joe!


Me despeço dela e volto para o chalé número 10. Vou direto para o banheiro tomar um banho e depois deito por cima de minha cama para tirar uma soneca. 

 
 


(Análise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 13
*Criatividade do texto: 10
*Nível de Combate: 9
*Utilização de Armas: 10
Total de Exp: 42


❦ Atualizado 




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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Matthew G. Horbach em Dom Jun 16, 2013 6:35 pm

A lua brilhava no céu, clareando todo o Acampamento. Eu estava no chalé de minha mãe, entediado. Não sentia sono algum, apenas vontade de fazer algo para ocupar minha mente. Pego minha foice e logo em seguida me retiro do local, girando-a em minha mão direita. Vou caminhando até a arena, eu iria treinar um pouco com minha foice.
Ao chegar lá, vou até um dos autômatos que tinha ali e o ligo. Ele tinha, aproximadamente, 1,85 de altura, sendo apenas poucos centímetros mais algo que eu. Ele possuía uma foice, assim como eu, só que a dele era um pouco menor que a minha. Provavelmente seria uma luta equilibrada. Inspiro fundo e solto o ar, enquanto o autômato vinha até minha direção. Ele tenta me acertar com a lâmina da foice, mas eu o bloqueio com o cabo da minha. Chuto o peito do autômato, fazendo-o recuar apenas dois passos, enquanto senti uma certa dor no pé. Ele era pesado, muito pesado. Começo a fazer movimentos horizontais com a arma, enquanto o autômato bloqueava eles ou se esquivava. Estico o braço que estava com a foice, como se fosse tentar perfurar o autômato com ela, e puxo-a de volta, com a lâmina no pescoço da máquina, infelizmente, ele percebeu o que eu estava fazendo e saiu para o lado oposto no qual estava o cabo de minha foice e me atingiu com seu punho esquerdo, com um forte soco. Grito de dor, enquanto ele se aproveitava desse momento para me jogar no chão, me empurrando com o cabo da foice. Levanto-me rapidamente e recupero minha foice, que estava no caída após minha queda. Suspiro, limpando o suor da testa. Salto para cima do autômato e usando toda a minha força, bato em sua cabeça usando o cabo de minha foice. O autômato recua, sem equilíbrio e aproveitando esse momento, salto novamente na direção dele e desfiro um golpe horizontal na direção do autômato, apenas para vê-lo se defender com o cabo da foice, porém este foi rompido. Agora ele tinha uma mini-foice e um mini-bastão, e usando o bastão, tentou me acertar, mas fui mais rápido que ele e consegui esquivar. Suor pingava de meu rosto e eu estava começando a ficar cansado. O robô usou sua mini-foice para atacar, mas a mesma apenas cortou o vento, já que nesse momento eu me abaixei e coloquei a lâmina entre as pernas dele e a puxei com toda a minha força, arrancando fora parte da perna dele. Antes do autômato alcançar o chão, subo em cima dele coloco minha foice na parte de trás do pescoço dele e com um rápido movimento, decepo-a.
Limpo o suor da testa usando a camisa, sentindo os músculos de meu corpo ardendo bastante devido ao esforço e acabo voltando para o chalé de minha mãe, para poder descansar após a batalha.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 12
*Nível de Combate: 14
*Utilização de Armas: 15
Total de Exp: 60


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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Matthew G. Horbach em Sab Jun 22, 2013 11:51 am

O Sol brilhava forte no céu, um vento refrescante passava pelo Acampamento, deixando o lugar bem agradável. Eu estava de pé, diante da arena, com minha foice em mãos, pensando se deveria ou não treinar. Por fim, suspiro e adentro-a.
Lá dentro, em um canto, vejo alguns bonecos feitos de palha, possuindo armadura, jogados no chão. Caminho a passos largos até lá e pego três, um de cada vez, e coloco-os no meio da arena. Dois estavam na minha frente com um certo afastamento de 5 metros, cada. O outro, estava atrás de mim, a uma distância de uns 7 metros dos outros bonecos. Eu estava entre eles, me preparando. Respiro fundo e vou até o primeiro boneco, ficando a meio metro de distancia dele. Segurando firme a foice, coloco-a na forma horizontal, como se estivesse bloqueando um golpe de outra foice. Rapidamente, levo-a para o canto do corpo, como se bloqueasse outro golpe. Corro com velocidade para a lateral do boneco, como que se estivesse fugindo de um ataque, e enquanto corria, tento acertar a lâmina na garganta do mesmo, mas fingo errar por alguns poucos centímetros. Vou um pouco para trás, cambaleando, como se o boneco me acertasse uma cotovelada nas costas. Giro o corpo, brandindo a foice, mas sem acertar nada. Rolo para o lado, e quando me ponho de pé, faço um rápido movimento com a foice, abrindo um corte na armadura do boneco e no peito do mesmo, tirando a vida deste, se ele a tivesse. Passo a língua pelos lábios, umidecendo-os e vou até o segundo boneco.
Assim que estou diante dele, a quase um metro, pulo para o lado, como que evitando algum ataque, me aproximo e giro o corpo, parando atrás do boneco. Uso o cabo da foice para tentar atingi-lo, mas propositalmente erro, como se meu oponente tivesse se esquivado. Passo o cabo de minha arma pela frente de meu corpo, protegendo-me e e com um movimento vertical da lâmina, de baixo para cima, retiro o braço do boneco. Inspiro lentamente, tentando controlar a respiração e acerto um chute na barriga do boneco, logo em seguida recuo com alguns poucos passos curtos. Inspiro fundo, tentando controlar a respiração. O suor brilhava em minha testa e eu já estava começando a ficar cansado. Corro na direção do de meu oponente inanimado e bato com o cabo da foice em sua perna, que iria diminuir a velocidade dele. Ainda neste embalo, faço um movimento como se chutasse as pernas de meu oponente e acerto a foice no pescoço dele com certa força, causando um dano profundo. Passo o braço pela testa, limpando o suor enquanto me dirigia até o terceiro boneco.
Quando me posiciono na frente deste, acerto sua barriga com meu joelho e rolo para a frente. Assim que me ponho de pé, tento acertar sua cabeça com a lâmina da foice, mas paro-a antes de atingir o boneco de palha, como se este tivesse bloqueado o golpe. Afasto-me e torno a avançar, com velocidade e, enquanto tentava atacar o boneco, mudo a direção da lâmina instantes antes dela acertá-lo, como se o golpe tivesse sido desviado. Giro o corpo e passo a lâmina por cima da cabeça do boneco, imaginando que ele teria esquivado. Chuto o vento, na tentativa de acertar o boneco. Mordo o lábio inferior, varrendo a foice a altura da cintura, um golpe que se houvesse atingido o alvo, teria partido-o ao meio, porém faço com que apenas a ponta da foice acertasse, causando um pequeno mas doloroso corte na altura do umbigo do oponente. Imaginei-me sendo atingido com o cabo de outra foice, no rosto e recuo, fingindo cambalear. Recupero e inspiro fundo, eu já estava cansado. Aproveitando o resto da energia que ainda tinha, salvo na direção do boneco e o acerto na cabeça com o cabo da foice, usando certa parcela de minha força, e imaginei que ele ficaria, no mínimo, atordoado. Aproveitando-me disto, dou uma rasteira nele, o derrubando. Enquanto o corpo do boneco caia no chão, atravesso o peito dele usando a lâmina de minha foice, e quando este entra em contato com o chão, a retiro de lá.
Respiro lenta e pesadamente, recuperando meu fôlego enquanto seco o suor de meu rosto. Depois de estabilizar minha respiração, saio da arena, com a foice apoiada nos ombros, indo em direção ao chalé de minha mãe, para ter um longo descanso.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 16
*Nível de Combate: 17
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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Lyra Benson em Ter Jun 25, 2013 10:08 am

Se podemos sonhar também podemos tornar nossos sonhos realidade

Era noite no acampamento meio sangue e a maioria dos campistas dormiam, eu no em tando permanecia inquieta, não sabia porque mas não conseguia ficar na cama, me levantei vestindo-me de preto, e prendi minhas adagas nas coxas, me ocultaria na noite, sai do chale de esgueira e fui em direção as arenas de treinamento, tomando cuidado pra não ser pega pela arpias.
Entrei na arena para treinar com minhas adagas, eu ainda tinha muito que melhorar, e eu sabia que isso nem era hora, mas estava agitada demais pra ficar no chalé.
Avistei um boneco a minha frente e outro a direita avaliando cada centímetro deles com os olhos, uma brisa entrou pela porta entreaberta me fazendo perder um pouco o foco,alguém tinha entrado na arena eu sentia isso,mas não me importei,provavelmente era outro campista querendo treinar.
Voltei a minha avaliação observando tudo atentamente,os bonecos eram autômatos, já tinha notado.
Virando em direção ao boneco mais perto parti em disparada correndo a toda velocidade.
Com os braços colados ao lado do corpo para ganhar mais velocidade,tirei a adaga da coxa,colocando uma em cada mão ainda correndo, eu deslizei por trás do primeiro boneco enquanto abria os braços passando levemente uma das adagas pelas costas do mesmo, então fazendo o caminho reverso com o outro braço enfiei a arma no peito dele.
Não esperei para ver o estrago que tinha feito e sai correndo até o outro automato.
Ao chegar perto o bastante,percebi que ele andou para trás,mas eu sabia que ele era um automato,pois tinha reparado antes de começar o treinamento,e foi preciso apenas por a adaga atrás do boneco fazendo com que ele cometesse suicídio, bonecos imbecis,pensei e revirei os olhos.
Isso pra mim nem foi uma luta direito,olhei a minha volta e comecei a brincar com outros autônomos em passos ritmados ia destruindo um por um, sem pena, no final percebi os estragos que havia feito mas não me importei, ofegante escutei palmas atras de mim e me virei assustada assim que vi o centauro pensei "me ferrei"...
-Muito bem criança, estas melhorando, mas Lyra isso não é hora, volte para o seu chalé filha de Atena, amanha continua seus treinamentos...
Assenti rapidamente e sai da arena correndo de volta ao meu chalé antes que ele mudasse de ideia e eu tivesse que lavar os estábulos ou algo pior...

Nada a Declarar


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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Matthew G. Horbach em Qui Jul 04, 2013 12:28 am

O Sol brilhava alto no céu enquanto eu entrava na arena, apenas com minha foice em mãos. Caminho nela por alguns instantes, até encontrar um outro garoto que aparentava ter mais ou menos minha idade que batalhava contra alguns bonecos de palha. Fico observando o rapaz lutar durante alguns segundos, mas logo este nota minha presença e caminha meio que se arrastando em minha direção, dizendo.
- Ei, tudo bem?
Forço um fraco sorriso.
- Olá. Hã... Vejo que está treinando, poderia me juntar a você?
Ele sorri.
- Claro, esses bonecos não são desafio algum... Vamos lá.
Nos posicionamos no centro da arena, cada um com sua foice em mãos e logo pergunto se ele estava pronto. Ele balança a cabeça, positivamente e eu corro na direção dele. Seguro a foice mais forte, enquanto me abaixo e miro a lâmina nas pernas do garoto. Ele salta para trás e assim que seus pés tocam o solo, ele corre em minha direção, descendo a foice em um golpe vertical, que eu bloqueio usando o cabo de minha foice. O rapaz continua forçando sua lâmina, tentando fazê-la atingir meu rosto. Mordo o lábio inferior, fazendo força para o não deixar o garoto ter sucesso. Chuto o estômago dele, fazendo recuar alguns passos e aproveitando disso, acerto um soco em sua orelha. Ergo uma sobrancelha, enquanto perguntava se estava tudo bem. Ele respira fundo, enquanto permanecia agachado com um dos joelhos no chão. Ele balança a cabeça levemente e se põe de pé, correndo em minha direção. Ele parecia tonto e não estava tão rápido quanto podia ser. Sorri diante de minha vantagem e vou de encontro ao meu oponente. Assim que estávamos próximos, giro meu corpo um pouco para o lado esquerdo e deixo o cabo de minha foice atingir as pernas do rapaz. Ele tropeça e cai, mas rola tornando a ficar de pé, enquanto me acerta nas costas com o cabo da foice. Ando para frente aos tropeços, tentando evitar minha queda, e nesse instante, ele aproveita para me acertar com a lâmina da foice nas costas. Aquele local explode de dor e eu reprimo um grito devido ao corte. Respiro fundo, me afastando do rapaz, que levou novamente a mão ao estômago e aparentava não estar bem. Aproveitando este momento e tentando ignorar a dor, corro na direção dele, jogo meu corpo para um lado e desfiro um golpe com a foice no lado oposto. O garoto se abaixa e me dá uma rasteira. Ele se aproxima mais, lentamente e faz menção de por a foice em meu pescoço. Enquanto fazia o movimento, chuto as pernas dele, derrubando-o. Levanto o mais rápido possível, enquanto o rapaz ainda tentava se por de pé, com o auxílio das mãos. Acerto com o cabo da foice nas costas dele, deitando-o no chão da arena, enquanto colocava a lâmina de minha foice no pescoço dele. O garoto ergue as mãos, em sinal de desistência, enquanto engole em seco.
- Muito bem... Ahn, como é mesmo seu nome?
- Matthew.
- Sim, sim... Matthew. Você é bom, Matthew. Bem, poderia me ajudar a levantar?
Tiro a foice de seu pescoço e ergo a mão, para ajudar o rapaz a se levantar.
- Eu me chamo Robert. Foi bom treinar com você, Matthew. Treinaremos juntos outra vez, agora preciso descansar. Até a próxima.
Observei o rapaz sair da arena, enquanto eu permanecia lá, parado, recuperando o fôlego aos poucos. Assim que o recupero, caminho lentamente de volta ao meu chalé, com a foice atravessada nas costas. Eu precisava relaxar um pouco.



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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Andrews Biersack em Seg Jul 29, 2013 8:03 pm

Athena, Esteja Comigo - Treino com Adaga
"Apanhar gera dor, dor esta que nos faz vencer tudo aquilo que precisamos ser."

Girei a espada na mão, meus olhos lacrimejavam e meu lábio inferior era fortemente pressionado por meus dentes. O garoto em minha frente não movia um músculo. A raiva que se tornara dor em mim, agora me fazia sentir vigor. Com Alkis em mãos, assim como o escudo que ganhara do Acampamento, fixando os olhos no maldito que havia me feito estar assim. Ele ergueu sua lança, com um sorriso sádico na face. Fechei os olhos por alguns segundos, sacudi a cabeça e parti para cima do semideus.

Eu sabia, desde o início, que seria espancado. Meti-me em uma roubada, as armas eram verdadeiras, não fora uma atitude pensada, mas a ação daquele miserável me fizera agir por impulso, o que era raro. Aceitei seu desafio e lutei com alguém mais experiente, com melhores armas e mais força. A minha determinação me faz sobreviver ao primeiro golpe.

O garoto ergueu a lança acima da cabeça e a me ver chegar perto, descreveu um arco com ela, pulei e desviei facilmente da arma, que ficou presa no chão. O garoto tentou se defender com um soco, mas acertou em cheio o escudo, a dor fez ele se distrair pelo tempo que era suficiente para minha adaga atingi-lo logo abaixo das costelas, fazendo um machucado não muito profundo. Ele era lento e previsível, mas isso não seria vantagem por muito tempo.

Eu já estava a metros de distância quando ele socou o ar em busca da minha face. Segurava o ferimento com força, mas logo se recompôs. Puxou a sua arma e veio correndo como um búfalo em minha direção. Arregalei os olhos, já tinha algo em mente. Eu havia ganhado certa confiança e apenas sai da frente dele, usei o escudo como bloqueio e girava a adaga na direção do ferimento que eu já fizera, quando o impacto de algo contra meu escudo fez a arma de defesa ir a minha direção, batendo em minha boca com força e me lançado para trás. Eu não sei explicar, apenas doeu muito, mas a adrenalina me fez levantar com velocidade e mais raiva, partindo para cima do oponente.

O garoto certamente estava mais irritado do que eu, antes que eu me aproximasse o suficiente para qualquer coisa, o cabo da espada dele vinha em minha direção, eu tentei evitar ser atingido, mas ele conseguiu mudar o sentido da arma e acertar com força o meu braço esquerdo. O escudo caiu de minha mão, que não era capaz de se fechar completamente. Ele atingira um local que eu não podia me dar ao luxo de deixar exposto. Somente a adaga persistia comigo na luta. Eu não parei de avançar, consegui cortar a lança ao meio enquanto ele a fazia retornar para uma boa posição. Era uma estaca de madeira contra uma adaga, eu encontrei um local vulnerável, a lâmina já havia rasgado parte da pele e atingia os músculos do antebraço dele quando minha mandíbula fora atingida por um punho. Era um adversário muito forte, eu não era tudo aquilo, portanto fui lançado para trás e para cima, caindo a uns dois metros dele. Ele parecia não sentir o braço, porque segurou a lâmina com as duas mãos e tentou cravar em meu peito, eu consegui rolar para o lado, não conseguia falar nada, o sangue escorria de minha boca descontroladamente.

Ele preparava um ataque, mas eu já estava de pé, percebi a aproximação de um vulto cumprido e negro, nesta hora eu intervim com a adaga e uma forte colisão me fez estremecer. Não era o cabo da foice, o garoto empunhava uma espada com as duas mãos e eu, apenas com uma, estava prestes a ceder e deixar a arma dele cortar-me ao meio. Forcei a adaga contra a espada e a tirei rapidamente dali, ao colocar meu corpo para a esquerda, deixando o adversário cair em um vácuo de força. Girei o corpo com velocidade para a direita, usando a perna esquerda como apoio e erguendo a direita aos poucos. Ao fim da volta, meu pé achou as costas do garoto, que murmurou algo e caiu de barriga no chão.

A grama se encontrava vermelha. As constantes cuspidas que eu dava faziam da vegetação um rio de sangue. As vestes de nós dois não eram diferentes, assim como quase todos os nossos membros expostos, como nossos braços e as pernas dele, que usava um calção. Ele se ergueu, sem estar com a espada. A minha visão começou a ficar turva, não conseguia enxerga-lo de completo. Apenas um vulto negro se aproximava cambaleante. Não conseguia me lembrar muito bem do que eu pensei naquela hora, mas meus olhos se fecharam quando uma pedra atingiu em cheio meu nariz e me lançou para trás, em um sono sangrento. O garoto caíra, de joelhos, mas ao ouvir trotes e a voz de Quíron chamando por meu nossos nomes, correu para não sei aonde. Eu não deveria saber disso, mas foi o próprio Quíron que me disse assim que eu acordei na enfermaria. EU não lembrava muito bem o que o garoto fizera, nem quem ele era, mas Quíron me disse que isso não importava, pois o garoto havia pagado por aquilo enquanto eu estava adormecido. Que ele nunca mais faria algo do tipo e, muito menos, andar pelo Acampamento com roupas manchadas de sangue logo após ter sumido junto a um campista que foi encontrado em pior estado – e ao lado das armas dele, o que pode ser ou coincidência, como ele alegou de início, ou ele realmente estava fazendo algo errado – pois isso seria burrice.

O mais legal foi que eu também paguei por ter lutado com ele, afinal, também estava errado. Eu não me importei, apenas  tentava, de algum modo, encontrar em minha mente os dizeres e ações do garoto. Isso estava me deixando triste, mas eu não sabia o que era, então ficava confuso. E ficar confuso me deixa triste. Resumindo, eu estava duplamente triste por um motivo, mas isso não é de seu interesse, não é?

✍ Parabéns pelo treino (Atena) ✍

Escrita correta: 14/20 pontos;
Criatividade do texto: 17/20 pontos;
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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Eliot A. Baskerville em Seg Ago 12, 2013 10:01 pm

Um filho do deus do sono sem sono algo impossível? Não, infelizmente isso acontece, eu não estava conseguindo dormir, eu não sei por que disso, preocupação demais, quem sabe?

Era uma bela tarde, fui a arena para ver se fazer um treino poderia me fazer sentir sono, assim que lá entrei vi uma foice de cabo longo, a foice era feita de ouro e adornada com diamantes, havia um desenho de papoilas e caveiras entalhadas nela, provavelmente Abel, meu irmão o anjo do sono da morte a havia deixado ali, ou talvez fosse de algum ex-ceifador, não sei ao certo, mas nem uma outra arma chegou a me dar tanto interesse em treinar quanto aquela foice, Trevor entrou na arena e acabou estranhando eu estar com uma foice e treinando ainda por cima, quando lhe disse que estava sem sono ele quase que teve um ataque cardíaco, e deu uma de palhaço, para varia vendo se eu estava com febre ou alguma doença esquisita.

– Trevor, eu somente estou com um pouco de insônia – disse fazendo alguns movimentos lentos com a foice, para me acostumar a ela,  seu peso e seu tamanho, ela era pesada, mas dava para suportar o peso, era um pouco grande demais, mas não chegava a atrapalhar, eu nunca havia mexido com foices antes, mas eu estava achando fácil a utilização daquela, talvez por que meu tio fosse o deus da morte e como ele era irmão gêmeo de meu pai, e eles tinham um forte vinculo, talvez sem perceber meu pai acabou adquirindo as experiências de meu tio.

– Eliot, quero testar uma coisa com você – disse Trevor em um tom temeroso – mas não sei se você vai gostar – continuou ele me fazendo ficar curioso e com um pouco de medo.

– Um treino utilizando uma ilusão da sua sombra – disse Trevor por fim, provavelmente vendo que eu estava curioso.

– se e só uma ilusão que mal pode ave nisso? -  disse abrindo um sorriso, mas eu estava um pouco nervoso, parecia que eu estava em uma montanha-russa, subindo ate o seu ponto mais alto, para aquela primeira decida, a mais alta de todas as outras. - se bem que eu nunca vi a aparência da minha Yami se somente a voz dela me deixa assustado imagine só a aparência dela?  – disse completamente assustado, só de imaginar suas possíveis formas, era mais ou menos como imaginar Tifão, o pai de todos os monstros como e mais conhecido.

– Era por isso que eu achei que você não gostaria... - disse Trevor mais eu o interrompi.

– Trevor, meu querido amigo, eu tenho que enfrentar meus medos – disse tentando parecer confiante, mas por dentro estava tendo um conflito entre o medo e a coragem – e além do mais vai ser só uma ilusão, qualquer coisa e só fazê-la sumir -

Trevor concordou e levantou sua mão direita e saiu dali uma luz branca, a sua mão esquerda ficou abaixada com sua palma votada em minha direção brilhando em uma aura negra, de relance, vi um vulto atrás de mim, senti uma sensação de frio, meu corpo sentiu um grande arrepio, quando eu me virei, havia um mostro, com uma cara de caveira, com um par de chifres que apontavam para baixo,  ele vestia apenas um manto negro e segurava uma espada que tinha cerca de um metro e setenta, feita de um material negro, que eu não conhecia, mas sentia que era familiar.

– Ferro estígio, que maravilha – disse Trevor como se soubesse que eu não sabia o nome do metal.
–  sou tão assustador quanto você me imaginou – disse o ser que se encontrava a minha frente com uma espada – Eliot – ele disse com o mesmo tom que minha Yami, então foi que percebi que aquela ilusão era a minha Yami.

– Não, mas me deixou impressionado – disse me colocando em uma posição defensiva.

– Para sua sorte essa não e minha verdadeira forma – disse ele soltando uma risada um tanto sarcástica.

“essa não, provavelmente ele deve ser algo feito das mais profundas trevas” pensei.
– vamos logo começar!!! - disse a minha Yami começando a me atacar, apenas fiz alguns movimentos com a foice para interceptar o golpe da espada, mas ele me deu um chute, na região das costelas, sua perna era branca e seu pé parecia ser a fusão de uma pata de dragão com o pé de um ser humano.

Eu senti a dor do golpe e então trevor me disse mentalmente “Você pode sentir dor, mas não se preocupe, essas ilusões não matam, apenas faz com que você sinta dor quando atingido”
eu fiquei um pouco preocupado, com aquilo, tentei ignorar a dor e girei a foice de modo que coloquei a espada da minha yami, apontando para o chão e desferi um chute, que ele acabou defendendo, ele ria a cada tentativa de golpe que eu fazia, então tentei lhe dar uma rasteira, por algum motivo ele não queria usar sua espada, parecia que ele tinha mais prazer em utilizar as mãos, ele saltou, me dando um chute na cara, que doeu muito, em seguida ele apontou sua espada a centímetros do meu rosto e disse com uma voz fria e assustadora levando sua mão ate sua face que parecia uma caveira demoníaca.

– Eu achei que você tinha ficado mais forte Eliot – Pelo visto me enganei, então ele levantou não sei como a parte da frente de seu rosto, revelando que aquilo era apenas uma mascara, mas o que me surpreendeu foi que o rosto da minha Yami, não era nada mais nada menos que o meu, só que mais velho e misterioso, uma versão minha com vinte e três anos com cabelos longos ate a altura da cintura, eu realmente fiquei assutado e impressionado com aquilo.

– Quem... quem e você? – perguntei nervoso.
– Eu sou Aoi, eu sou você – então ele me deu um golpe com a espada, mas desapareceu em fumaça, Trevor estava ofegante, eu estava sentindo dores por todo o meu corpo, pelo visto Aoi a minha Yami, tinha me dado vários golpes sem que eu tivesse percebido, ele era bastante poderoso eu tinha que admitir, mas se um dia eu conseguisse me igualar a ele, em matéria de força eu não precisaria me preocupar tanto em deixar meus amigos a salvo.

Coloquei a foice no mesmo lugar onde eu a encontrei e fui a enfermaria, eu confiava em Trevor, mas precisava saber se minhas dores não significavam algo a mais.

✍ Parabéns pelo treino (Atena) ✍

Escrita correta: 20/20 pontos;
Criatividade do texto: 17/20 pontos;
Nível da prova: 16/20 pontos;
Reflexos/Agilidade: 16/20 pontos;

Totalizando: 69 pontos.

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Somente quando estamos afundados nas trevas, que notamos a luz, com um olhar diferente.

Eliot A. Baskerville
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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Noelle B. Mercier em Ter Ago 20, 2013 4:29 pm


Say, won’t you stay forever? Stay...


Não era à toa que estava na arena, mesmo depois de tanto tempo queria me tornar uma filha de Afrodite melhor, que fazia algo. Por isso resolvi ir treinar um pouco com facas, já que sabia mais ou menos como manuseá-las.
Quando cheguei à arena, já tratei de pegar algumas adagas, de estilo variado, colocando-as em um cinto previamente preparado e parei a uma boa distância dos bonecos variados aos quais queria acertar. Verificava meu arsenal, então corria em direção a um dos bonecos para que não ficasse parada, não é como se eu precisasse de uma estratégia, quando me aproximei do boneco me lembro de que para combates próximos uma adaga com pequena curvatura e mais longa poderia ter um melhor rendimento, então retirei uma dessas de meu arsenal e com a mão livre finco no boneco e deslizo pelo chão, rasgando-o de um lado a outro antes de jogar a mesma adaga ao mesmo tempo em que me levantava para outro boneco, acertando o que eu achava ser mais ou menos o estômago dele. Girei, pegando mais uma adaga do arsenal, olhando em volta, ainda não sabia bem o que fazer, então avancei no boneco que estava mais a minha frente e com a adaga na “barriga” e cortei-lhe fora a cabeça, ou ao menos tentei, pois a mesma ficou pendurada no pescoço. Tentava fazer a mesma coisa com o que estava atrás de mim, com um golpe só. Joguei aquele objeto longe e levei as mãos ao corpo do quase decepado boneco saltando sobre ele e quando caio, pego várias facas pequenas e jogo-as em um alvo mais alto para fazer vários “ferimentos”. Coloco o joelho no chão, percebendo minha respiração acelerada pelo esforço, alguns arranhões pelos braços e um na bochecha. Levanto-me sorrindo.
- Agora posso voltar para o chalé e lavar esses ferimentos. – falava dando as costas para os bonecos e caminhando para fora dali.
... We can stay forever young

Esse é meu post de número {41}. Estou falando com {ninguém}. Estou postando na {arena}. E agradeço a Lari ❥ por esse template.


✍ Parabéns pelo treino (Atena) ✍

Escrita correta: 18/20 pontos;
Criatividade do texto: 14/20 pontos;
Nível de combate: 15/20 pontos;
Utilização de armas: 15/20 pontos;

Totalizando: 62 pontos.

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Noelle Burk Mercier

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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Charlotte S. Devereaux em Qui Set 05, 2013 4:01 pm


THE TRAINING TIME!

I'm here... in the shadows...


Charlotte suspirou lentamente, enquanto buscava a adaga na cama macia. O chalé de Hermes continuava o mesmo de sempre, mesmo depois de um mês dentro dele. Estava cansada dos sussurros de noite, tanto que já se submeteu a passeios noturnos várias vezes. E naquele dia, havia se alistado para uma sessão de treinos de armas brancas a curta distância. Imaginava que a maioria das pessoas carregavam adagas, por isso seria uma boa oportunidade para testar a sua própria e melhorar seus movimentos ao lutar com tal arma.

A mão finalmente alcançou o objeto duro, e reconheceu rapidamente a adaga nova com um sorriso, dando um pulo para fora da cama com a mesma desembainhada. Rodou por entre os dedos a pequena arma, sentindo-se finalmente segura. Os passos ecoaram no local quase vazio. Ela suspeitava que todos estavam jogando algo ou realizando alguma atividade idiota, como um campista normal faria. Porém, ela não era uma campista normal. Ela não seguiria aquelas pessoas.

Você só está piorando, garota. — resmungou consigo mesma, saindo do quarto (consequentemente, do chalé) e dirigindo-se com calma até a arena. Esperava chegar na hora pelo menos dessa única vez.


[ ... ]


Bom dia a todos! — a monitora do treino exclamou, sorrindo e dando uma mordida rápida na maçã que segurava. — Vocês, calouros, estão agora participando de um treino de armas de curta distância. Por isso, peguem suas armas agora e vamos aprender o básico sobre as mesmas. — algumas pessoas resmungaram baixo com suas espadas na mão, e encararam receosos a treinadora. — Uma arma de curta distância é uma coisa que não é maior do que uma espada e que não possibilita a luta se você está longe do adversário. Por isso, qualquer idiota que estiver vindo aqui com um arco, lança ou até mesmo uma pistola, eu recomendo a vocês que saiam desse treino e se alistem no próximo. — ela disse, e uma ou duas pessoas saíram lentamente dali. Sorriu novamente. — Agora, vou me apresentar. Meu nome é Claire Matson, e monitoro todos os treinos de armas de curta distância. A primeira coisa que faço ao começar um treino é mandar você me mostrar suas habilidades com a adaga, ou o que quer que você esteja usando. Por isso, calouros, calem a boca e vão cada um para um dos bonecos.

A campista assustou-se um pouco com a treinadora, que por mais que aparentasse ser calma, era violenta de seu próprio jeito. Porém, como sempre, Charlotte não demonstrou nenhuma emoção por fora, somente voltando-se para um dos bonecos. Ela estudou os mesmos por alguns segundos. Aqueles, como poderia perceber, eram para iniciantes como ela e todos os outros que treinavam no momento. Eram feitos de um tecido que não conseguiu identificar, e que era duro, mas não tão duro assim. Depois de apalpar um pouco conseguiu descobrir que estavam preenchidos com feno, provavelmente o que sobrava dos estábulos. Então eles estão me subestimando, certo? manteve o pensamento para si mesma, e novamente, não demonstrou emoções.

Segurou a adaga relaxadamente, e avançou para um ataque rápido. Poderia dizer que dera um combo de dois ataques seguidos, porém nenhum dos dois fora suficientemente forte para rasgar totalmente o tecido que cobria o boneco. O tecido era surpreendentemente forte. Não. Eles não estão me subestimando. praguejou contra si mesma, pulando para trás, como recuando. Porque sabia que se isso fosse um monstro de verdade e ficasse perto por esse tanto de tempo, seria morta em...

Devereaux! A intenção não é fingir que é um monstro, é praticar seus cortes! — gritou Claire de longe, e ela finalmente se manteve parada por alguns segundos. É. Eles realmente estavam subestimando-a.

Seguiu os seus ataques, tentando ser o mais ágil possível. Nisso ela era boa. Estava em perfeita forma física, e mesmo que parasse de se exercitar diariamente, a estatura continuava a mesma. Isso significava que, em questões de agilidade e rapidez, ela era a melhor. E não iria perder para um boneco idiota feito de feno. Os cortes repetitivos que dava no boneco consequentemente cortaram o material que o continha. A profundidade não era tão grande assim, porém era algo de que ela se orgulhou. Por mais que fosse somente derrubar um boneco de palha.

Estudou por alguns segundos o material do boneco, além do corte que causou nele. O feno caia pausadamente pela fenda larga, sujando o chão e deixando seus tênis cheios do material. Respirou fundo e se virou, sem prestar atenção em qualquer um dos outros, andando até Matson. — Eu acabei. — murmurou, dando um passo para trás assim que avisou a adolescente. Ela deu um sorriso e apontou para os outros bonecos (tinham alguns de madeira, ferro e até mesmo de couro de monstro).

Então mude de nível. — respondeu, e enquanto a outra andava em direção a um deles, puxou sua blusa, chamando-a de volta. — Quando terminar todos eles, teremos lutas de verdade para provar o quanto vocês melhoraram. — avisou. — Não gaste toda sua energia...

Não vou. — interrompeu-a, voltando-se novamente para os bonecos com a adaga em mãos. Eles realmente estão me subestimando.


[ ... ]


O boneco de madeira foi o mais fácil depois do de palha. Seus ataques seguidos faziam pequenos furos em toda a superfície do mesmo, porém nada mais do que raspões que não fariam muito efeito em um combate de verdade. Ela aumentou a força frequentemente, tentando alcançar o objeto de metal que equilibrava o boneco no chão. Descobriu que se utilizasse muita força e rapidez em um dos ataques, conseguiria um corte rápido e certeiro que alcançaria o final. Claro, ele deveria ser sobre um outro corte, o que dificultou um pouco as coisas.

Ela estava suando e um pouco irritada com a própria falta de força. Se esperava viver lá — no mundo de fora, ainda mais agora que sabia de tudo sobre quem realmente era —, deveria ser forte, e não uma idiota indefinida que não consegue nem atacar a madeira. O pensamento de raiva motivou a mesma a atacar com mais força ainda, e assim despertando seu lado violento. Nem acreditou em si mesma quando viu que acertou. Era tamanha a felicidade que até deixou escapar um sorrisinho de meia-boca. Nada mais, nada menos.

As gotas de suor pingavam por todo o rosto, e ela decidiu descansar por alguns minutos. Avisou Claire que tinha terminado com o de madeira e foi beber um pouco de água em um canto qualquer, observando de esguelha as outras pessoas e como tentavam "derrotar" o boneco de madeira. Sim, aquelas pessoas são aquelas que ficarão isoladas nesse acampamento idiota para sempre. pensou, estreitando ainda mais os olhos. Na mesma hora que percebeu que estava somente pensando, levantou-se de um pulo e se dirigiu para o último nível disponível para os semideuses daquela sessão — o autômato de ferro. Os passos começavam a alcançar o monstro parado, até que a voz estridente de Matson foi ouvida. — Pois bem! O tempo acabou. Espero que estejam bem descansados. Agora, eu qualifiquei adversários de seu nível para um treino de dois contra dois. Já que temos pessoas demais, teremos de fazer uma luta em dupla. Será formidável! Vou falar as duplas agora... — Claire Matson gritou animada, rodando a adaga por entre os dedos. — Primeiro! May Gilderoy e Charlotte Devereaux! — a campista finalmente ouviu seu nome, e esperou para ver quem seriam seus adversários. — Contra Louise Perveret e Golbert Monsie. — ela continuou a falar, enquanto as quatro pessoas saiam do amontoado de semideuses e andavam até um canto vazio.

May era uma parceira perfeita para ela. Tinha cabelos pretos e uma franja que tampava um dos olhos. Ela percebeu que o visível tinha um tom vermelho. E não parecia faladora, muito menos animada demais. Perfeita. Os outros tinham a mesma aparência, menos Louise, que era mais animada do que Gilbert. Isso a interessou mais ainda, e lhe deu mais força ainda para lutar.  Eles se prepararam, ainda sem falar nenhuma palavra.  — Começamos...agora.  —  alertou Gilbert, e logo ambas começaram a atacar.

Ela não prestou atenção na luta de May com Gilbert, somente atacou Louise. Diferente do que aparentava, ela era uma boa lutadora, e desviou dos três primeiros golpes de Charlotte. No quarto, ela mesma desferiu um ataque. Estava com um florete, uma arma rápida e que era um dos pontos fracos da espadachim. Não gostava de armas maiores que uma adaga, e elas a faziam dar distância. O golpe foi mais rápido do que ela conseguiu acompanhar, e acertou a parte central do tronco. Praguejou baixo, batendo levemente no corte superficial e voltou ao ataque.

Louise estava evitando defender-se com o florete. Ambas sabiam que se Charlotte desse um golpe forte com sua adaga, era possível que o florete se quebrasse com a força jogada contra. Ou pelo menos Charlotte pode deduzir, porque a arma parecia ser do acampamento, e armas do acampamento eram normalmente velhas. A indefinida suspirou, sem encontrar uma estratégia enquanto atacava, e simplesmente tentou seguir seus instintos. Desferiu um "combo" de dois ataques rapidamente, passando a adaga de uma mão para a outra e atacando Louise em um giro no ar.

Ela conseguiu chegar perfeitamente no chão, com um sorriso sarcástico no rosto ao observar o mesmo dano na adversária. Naquele segundo, ela pode ver de longe a luta de May e Gilbert. Porém, era rápido demais para seus olhos acompanharem. Não prestou mais nenhuma atenção na luta da parceira e focou-se na sua. Logo recebeu os efeitos da distração: um corte raso próximo ao pescoço. A semideusa deu um pulo para trás, levemente assustada com o ataque surpresa. Estreitou os olhos e pensou em um outro jeito de atacar Louise mais seriamente.

E foi ao ataque novamente, com a adaga estendida e pronta para desviar de ataques desferidos pelo florete naquele momento. Ambas eram ágeis e boas. Parecia que Claire havia escolhido bem as duplas e seus adversários. Ela deu um sorriso de meia-boca enquanto desviava de um dos ataques, dando um pulo para trás. Mesmo assim, o braço esquerdo começou a arder, até que ela percebeu o sangue pingando no chão. Maldição, praguejou.

Em um raio de segundos, elas se encararam. E isso somente incentivou a garota mais ainda, que tomou impulso e desferiu um golpe forte com sua adaga. Louise recebeu o corte com menos força do que o planejado, mas mesmo assim recebeu-o. Charlotte percebeu que a intenção dela era proteger a espada de ataques que poderiam a quebrar, e não proteger a si mesma. O braço da outra também fora acertado, e ela praguejou baixo. Um último ataque. Aquele que acertar, vai ganhar a batalha.

Ela deu um grito de guerra, junto com a Perveret, e a adaga e o florete finalmente se chocaram em uma melodia de espadas. Ambas faziam a maior força que conseguiam para ganhar a pequena disputa, e nenhuma das duas parecia disposta a desistir. Charlotte aumentou a pressão que fazia no florete, utilizando assim tudo o que lhe restava. Mais forte...mais forte...mais forte ainda. Rangeu os dentes e usou até mesmo o que não conseguia: parecia o suficiente para ela. Tentou continuar naquela força surpreendente por mais alguns segundos... não. Ela não conseguiria.

Louise teria que desistir naquele segundo. Ou, ela cairia para trás e...

O ruído ecoou nos ouvidos das duas por alguns segundos, até Louise cair para trás, surpresa. Porém, a espada não estava inteira em sua mão direita, e sim metade de uma espada. Os olhos arregalados, a usuária do florete arfou, e Charlotte caiu totalmente no chão. Sua força... estava se esvaindo... maldito acampamento. Ela não poderia ser tão fraca assim. Fungou e suspirou, rastejando até a parede e se apoiando nela, percebendo que a luta de May e Gilbert tinha acabado. Eles não comentaram o vencedor, somente viraram o rosto e saíram do local com o consentimento de Claire Matson.

Apoiando-se na parede, ela começou a preparar seu caminho para fora dali. — Até mais, Perveret. Nos enfrentaremos de novo. — murmurou baixo, baixo o bastante para somente a garota escutar. Ela deu uma piscadela para a indefinida, e saiu pelo lado contrário, provavelmente para as arquibancadas. — Maldição. Vou ter que passar na enfermaria. — resmungou consigo mesma, rolando os olhos e saindo do local.


Observações e Considerações:

— Os personagens, exceto Charlotte, são NPC's criados por mim. Qualquer problema, favor, avisar.

— Levar em consideração a trama da personagem: Charlotte e a irmã passaram BOA parte de suas vidas nas ruas, consequentemente, tiveram que aprender a defender a si próprias. Charlotte aprendeu a lutar.


Charlotte Selina Devereaux

And your nightmare comes to life!


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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Convidado em Sex Set 06, 2013 7:27 am

Back to the beggining
Eu não era mais a mesma desde o fim da caça à bandeira e, de alguma forma, sabia desde o começo que isso aconteceria, eu havia trabalhado lado-a-lado com campistas muito mais experientes que eu, lutado corpo-a-corpo com oponentes que não hesitavam em me machucar e isso me deu uma certa maturidade em batalha. Havia aprendido a controlar meu perfeccionismo contra os erros, sabendo que se eu me apegasse demais neles poderia me afastar da vitória, aprendi o conceito de “O que passou é passado”. Se antes eu já não me via como criança, agora essa imagem que os que me receberam logo que eu cheguei no acampamento estava ainda mais afastada do conceito que eu tinha de mim mesma. Após a oferenda aos Deuses seguido de um café da manhã reforçado pedi permissão à Andrews e Savannah para me retirar mais cedo da mesa do refeitório e essa me foi concedida. Então, levantei-me dando um beijo na cabeça de Ruby e sai correndo em direção às arenas sem pensar duas vezes.

Trajando o casaco que cobria a camiseta laranja do acampamento e a adaga que havia ganho como presente de reclamação quando cheguei ao local, adentrei na arena observando que poucos campistas se localizavam ali, a maioria deveria ainda estar tomando os seus cafés da manhã sem preocupar-se em iniciar seus treinamentos. Eu, ao contrário, sabia que algo grande, muito grande estava por vir, como se minha mãe estivesse tentando me alertar sem palavras, apenas com pressentimentos de que eu deveria me preparar ao máximo. E com a Deusa da Sabedoria como sua figura materna, quem se atreveria a discutir quanto aos seus conselhos? Iniciaria com um breve aquecimento para tentar desenferrujar meus músculos adormecidos ainda então, saquei a espada a empunhando e me aproximei de um dos bonecos inanimados apenas para soltar as articulações do corpo com alguns golpes.

Nada jamais iria se comparar com enfrentar um oponente de verdade, mas para o início estava de bom tamanho, quem sabe depois alguém viesse para o local e poderia começar um treino mais realista. Enfim, apoiando o cabo trabalhado da adaga sob o pulso encarei o boneco com enchimento de palha e recoberto por um tecido grosso, começando com um golpe na direção de seu ombro em diagonal, com a lâmina voltada para baixo como um punhal. O rasgo no tecido foi pequeno, mas eficiente e logo afastei-me dois passos flexionando os joelhos e afastando as pernas na largura do quadril em posição de defesa. Rapidamente, semicerrei os olhos e corri na sua direção golpeando em um “x” a frente do boneco e combinando o golpe com o enganchar de minha perna na parte de trás de onde ficariam seus joelhos, dando um puxão para frente.

Ao ver o boneco inanimado tombando para frente não hesitei em girar meu corpo para fora e deferir um golpe na região de suas costas lhe cravando a lâmina da adaga e, assim que me posicionei atrás do mesmo, chutei-lhe as costas vendo-o terminar de cair. Porém, era fácil demais lutar contra um oponente que não revida e muito menos reage aos seus golpes como aconteceria no mundo fora do acampamento, ou até mesmo em treinos corpo-a-corpo contra um oponente campista. Olhei ao meu redor e pude observar dois bonecos autômatos com uma envergadura de metal que lhe recobriam, localizados no fundo da arena. Ajeitando a adaga com o cabo segurado pelos meus dedos de maneira firme, trinquei o maxilar e corri na direção dos mesmos pronta para um ataque frontal. Por mais que eu preferisse realizar defesas contra outros ataques, todos sabemos que nem sempre as lutas reservam essa facilidade para semideus, pelo contrário, os Deuses parecem se entreter em testar nossa criatividade.

Com as passadas rápidas, observei um dos bonecos ligando e erguendo uma adaga vindo na minha direção. Uma luta de adaga contra adaga tenderia a ser mais fácil, mas parte do que eu havia aprendido era de que não devemos jamais subestimar nossos oponentes, pois isso pode vir a ser a última coisa que faríamos em batalha antes de perecer. Precisava de um truque para induzir o mesmo a fazer o que eu desejava, e assumir o controle da luta, logo, empunhei a adaga com a mão esquerda sabendo que o mesmo tenderia a dirigir sua arma naquela direção para uma tentativa de bloqueio. Quando estávamos próximos o suficiente, minha velocidade não cessou tampouco diminui a expressão de um ataque de força bruta, mas quando nossas lâminas se aproximaram tirei proveito da velocidade que eu já estava para desviar-me para o lado mantendo a perna estendida na frente dele. Um truque bem simples, mas eficaz em uma situação de grande velocidade de ambos os lados. Foi então que os filhos de Hefesto demonstraram o quão talentosos estavam se tornando na criação de seus bonecos de luta, já que eles começaram a parecer pensar por si só.

Ainda empunhando sua arma o mesmo a arremessou na direção de minha perna, pegando-me desprevenida e acertando em cheio na lateral de minha coxa causando uma mancha de sangue se espalhando pelo local. Ajoelhei-me com a respiração ofegante sem tirar os olhos cinzentos irrequietos do boneco que me encarava e arranquei de uma única vez a lâmina de meu corpo, reprimindo um grito com os maxilares trincados e a respiração ofegante. Não tinha nem hipótese de devolver aquela arma que havia me ferido e eu não estava cogitando a ideia de não utilizar aquela adaga em meu favor, eu iria lutar com duas contra aquele boneco. Com um pouco de dificuldade, levantei-me empunhando uma adaga em sua mão e o oponente de hipótese não se conteve e veio em minha direção realizando uma investida contra meu tronco. Fui arremessada contra longe mas, assim que meu corpo entrou em contato com o dele, realizei dois cortes ao longo de suas costas que arranharam seu revestimento.

O tombo fez com que eu soltasse o ar de meus pulmões em uma única golfada de soco, caindo de costas no chão de terra batida da arena. Ainda segurando as adagas, apoiei-me de lado com o peso sobre o cotovelo dobrado no chão e voltei o olhar acinzentado para o boneco que voltava a avançar em minha direção. Dessa vez não tentaria bloqueá-lo, seria inútil comparando nossas forças, apenas deixei que o mesmo se aproximasse e virei-me de costas no chão, erguendo as pernas flexionadas quando ele já estava próximo o suficiente e apoie as solas do tênis na região pouco abaixo dos seus joelhos canalizando toda a sua velocidade para que caísse no chão passando por cima de mim. Assim que o boneco tombou com a cabeça próxima a minha, pude ouvir uma voz na minha direção de alguém que se aproximava.

- Nada mal para uma novata.

Seu tom era masculino, mas não fora aquilo que me chamou a atenção, foi o fato de que ele achava que eu era novata ainda. Uni as sobrancelhas em uma expressão de irritada e comecei a erguer-me, já estava no acampamento a um tempo razoável para continuar a ser chamada assim. Logo, apoiei-me de lado sobre os cotovelos e comecei a erguer-me ignorando a mão que ele estendia na minha direção, não precisava de ajuda mesmo sabendo que talvez isso não fosse sutil. Com a respiração ofegante e já em pé, encarei o garoto, tinha cabelos negros e lisos caindo ao rosto de uma maneira que me fazia lembrar Nathan, o filho de Poseidon. Mas os olhos eram de um castanho-barro com o ar sonolento que me fez desconfiar de uma ideia sobre quem seria o seu progenitor divino: Hipnos, o Deus responsável pelos sonhos.

- Quer treinar um pouco?

Devolvi a adaga que pertencia ao oponente metálico e apenas assenti em silêncio indicando que aceitava o desafio. A respiração estava pesada e as mechas loiras me caiam ao rosto, já indicando de que em breve eu estaria chegando no meu limite físico antes de precisar de uma pausa para recuperar o fôlego. Afastei brevemente minhas pernas flexionando os joelhos e limpei o suor da testa com as costas da mão livre, enquanto ele se preparava, dedilhando o cabo de minha adaga para baixo do pulso com a lâmina voltada ao contrário do que deveria estar uma espada. Era uma maneira de transformar a adaga em uma espécie de garra, uma extensão de meu braço. Os olhos cinzentos estavam semicerrados já vasculhando cada ponto e articulação do seu corpo, pulsos expostos, espada segurada normalmente, joelhos estendidos e pernas levemente afastadas, enquanto meu cérebro já me guiava para uma linha de ataque iminente.

Deixei ele fazer as honras da luta, seria respeitoso já que o convite havia sido feito por ele. O garoto ergueu a espada na altura da cabeça e tentou realizar uma investida diagonal contra a região de meu ombro, meu desvio foi fácil e simples girando o corpo para a lateral e aproveitando a velocidade adquirida pelo movimento para deferir um golpe na região do seu antebraço. Ele retribuiu com uma cotovelada na região da parte frontal de meu corpo, fazendo-me desequilibrar com algumas passadas para o lado e o encarar tentando recuperar o fôlego. Estava ferida e atacar não era mais tão fácil do que parecia quando se está sem um corte na coxa, mas nem assim eu iria deixar-me abater, era um treinamento que eu levava a sério, bastava não pensar na dor. Dor, era isso! Nada impedia que eu usasse um pouco de minhas habilidades divinas para que me auxiliassem em batalhas, afinal era para isso que elas existiam, não é mesmo?

Concentrei-me o suficiente mentalizando as veias da cabeça do rapaz começando a dilatar-se, enquanto ele já se aproximava para mais um ataque. De início até eu mesma duvidei que iria funcionar, pois ele não se demonstrava nem um pouco afetado pelo poder, mas a duas passadas de me atingir novamente com a sua espada o mesmo segurou sua cabeça se contorcendo até o chão em gritos. Esse estardalhar rapidamente atraiu a atenção de um grupo de campistas filhos de Ares que estavam ali presentes. Ajudei o possível filho de Hipnos a levantar-se e, francamente, eu não precisava de mais uma luta pois já estava suficientemente cansada, mas quem convence os filhos do Deus da Guerra a desistir de uma batalha?

Dois do grupo já se aproximavam enquanto o garoto era levado até a enfermaria e mantinham o sorriso de desdém irritando em seus lábios, enquanto me encaravam. Já sabia o que eles procuraram e sabia que nem precisavam de convites formais para iniciar um ataque. Conforme eles se aproximavam, já ajeitava a adaga em minha mão na posição contrária novamente, fazendo com que a lâmina quase acompanhasse a subida pelo meu pulso da mão direita. As pernas, como por reflexo involuntário, já afastavam-se e os joelhos se flexionavam conforme os olhos observavam os mesmos soltando os pulsos com suas espadas girando ao redor do corpo. Essa rivalidade saudável entre os chalés dos dois Deuses um dia ainda iria me render muita encrenca, mas não tinha tempo para pensamentos do tipo no momento.

Precisava de uma maneira de me colocar no controle daquela luta, mas antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, tive uma lâmina do primeiro filho rasgando a pele da maçã de meu rosto e fazendo com que eu desse uma volta ao meu redor pelo impacto, levando a mão livre no corte. Uma risada debochada foi emitida pelo campista e eu sabia que poderia fazê-los se jogar no chão gritando de dor de cabeça, no entanto, aquilo havia se tornado pessoal, apenas precisava pensar em alguma maneira de ataca-los. Minha primeira ideia foi diminuir as armas deles, afinal duas espadas contra uma adaga não seria muito fácil de enfrentar, logo comecei a correr induzindo que eles começassem a correr atrás de mim de maneira atrapalhada.

Minhas passadas eram dadas com certa dificuldade, mas logo um deles jogou sua espada na minha direção, essa era minha deixa e eu imediatamente me arremessei rente ao solo batido da arena, de bruços fazendo com que sua espada passasse por entre meus cabelos. Suspirei aliviada por não ter sido pega, mas minha paz durou muito pouco quando fui virada de costas no chão e erguida pelo pescoço fazendo com que o ar me faltasse aos pulmões. Eu teria pouco tempo antes de perder a consciência, logo enquanto esperneava e tentava afastar os dedos dele que apertavam minha pele, deferi um golpe com a mão que segurava a adaga na região de seu rosto, fazendo com que o sangue lhe escorresse pela face. Essa estratégia foi seguida de um chute na direção do baixo ventre do rapaz o afastando e o obrigando a soltar minha garganta.

Meus pulmões imploravam por ar enquanto ambos caíamos sentados no chão da arena e não podia perder tempo, sabia que um filho de Ares naquela situação usaria de toda a sua fúria e era bem provável de não se importar com as punições em tentar me deixar, no mínimo, em cadeira de rodas por ter sido atingido. Levantei-me cambaleando e fui na sua direção deferindo um golpe com a adaga ao longo de sua perna. Ele contraiu seu rosto raivoso em dor e me deu um chute que teria atingido com muita força se eu não tivesse dado um passo para trás fazendo com que eu apenas cambaleasse um pouco. Dando impulso na parede da arena atrás de mim com o cambalear na sua direção e aproveitei usando a força com a qual ele havia me empurrado para voltar com mais velocidade na direção do filho da Guerra.

Até respirar estava difícil, mas a investida fez com que ele segurasse em meus pulsos forçando-me para trás. Minhas pernas não respondiam mais tão bem aos meus comandos e eu sentia minhas forças se esvaindo já, como se eu estivesse prestes a desistir, mas era uma filha de Atena, desistir não estava no meu vocabulário. Estava fraca demais para utilizar meus poderes ativos e quem dera reagir, mas uma frase ecoou em minha mente como se fosse minha mãe dando um único restante de esperanças que me restava: “Até a força deve curvar-se para a sabedoria”. Um sorriso se formou nos cantos da boca causando um arquear das sobrancelhas de meu oponente, quando forcejei mais um pouco a adaga na sua direção e depois, simplesmente, abaixei-me o fazendo cair como se eu fosse um grande monte no chão, como um tropeçar. Rapidamente, levantei-me e apoiei meu joelho sobre o seu peitoral metálico com a adaga rente à sua garganta o obrigando a se render. O outro campista, devem estar perguntando-se onde estaria, tinha voltado aos seus afazeres e não referia-me a treinar e sim a assistir a luta da arquibancada.

Sem fôlego, senti uma mão em meu ombro e dei um pulo com o susto, pronta para contra-atacar, mas era apenas Quiron declarando o fim da luta e o meu encaminhamento para a enfermaria analisar o corte profundo em minha coxa. Com uma certa dificuldade e a ajuda do centauro, ambos nos levantamos e caminhei em direção a saída da arena pronta para o meu descanso merecido.

Poderes Utilizados:
Tormenta Mental Inicial: Pode usar poderes telepáticos para afetar outros seres, por enquanto, somente faz com que ela tenha uma dor de cabeça relativamente forte e que seu raciocínio sofra uma leve deficiência, diminuindo a velocidade e a precisão dos pensamentos da vítima.
Armas utilizadas:
> Alkis - Adaga feita de bronze celestial, é leve e maleável e possui uma lâmina curta extremamente afiada, o punho é decorado com uma coruja e ela sempre retorna a mão do usuário.{By Athena}

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 15
*Criatividade do texto: 11
*Nível de Combate: 10
*Utilização de Armas: 16
Total de Exp: 52
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1º dia de treino com foice

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Qui Set 12, 2013 2:51 am

Bom se passara uma semana desde o começo de minha nova vida a vida de um semideus, bom era estranho no começo pensar que eu era um filho de um deus, no primeiro dia eu estava achando um máximo, ser filho de um deus deve ser muito legal cheio de previlegios e poderes etc.  mas não eu estava completamente enganado, depois de um tempo eu percebi que avia milhares de meninos como eu, e ainda por cima eu ganhei centenas de irmãos e irmãs um mais carinhoso q o outro, (deve ser por que somos filhos de ares um dos deuses mais amistosos da Grécia) bom mas nem dei muita bola, e hoje eu decidi ir treinar no campo de batalha.
     Chegando la, eu falo com o instrutor sobre o que que se pode treinar ele responde-''temos varias opções, temos espadas,lanças,adagas,chicotes,foices e arco e flecha, se decidiu ?''
     Quando ele falou foice meus olhos se arregalaram, eu sempre tive a vontade de manusear uma, acho que era a unica arma que minha mãe não tinha guardada, eu disse que gostaria de aprender a usar uma foice, ele deu um sorriso e apontou para um área onde tinha vários garotos e garotas de minha idade, alguns mais velhos outros mais novos, todos estavam usando foices.
     Chegando mais perto eu percebi que alguns lutavam uns com os outros fazendo duelos amistosos, e alguns nem tao amistosos assim, e outros estavam praticando sozinhos em bonecos feitos com palha.
     Peguei uma foice que estava em um barril de madeira, e me dirigi ao boneco de palha, embora eu tivesse um pouco de habilidade com espadas e facas, não tinha a minima noção de como manusear uma foice, um dos treinadores vem em minha direção, ele chega e pergunta se eu preciso de ajuda respondo que sim, e ele pergunta:
-O que você sabe fazer com uma foice?
eu respondo:
-não sei fazer nada, nunca manuseei uma antes, poderia me ensinar?
-Pra um filho de ares até que você é educado, preste atenção nos movimentos que eu faço garoto, bom vamos lá.
     Ele pegou a foice de minha mão, firmou os pés no chão e começou a girar a foice, quando a foice fico no alto ele a desceu com força na região onde era o braço do boneco, e o arrancou com a parte de dentro da foice.
     Ele me entregou a foice e disse pra eu tentar repetir o que ele fizera, peguei posição e comecei a girar a foice, por pouco ela não cortara meu braço, então quando a lamina da foice ficou na parte mais alta, eu a desci com toda minha força, e ela cortou o ombro do boneco.
     O instrutor olhou para mim com um sorriso e disse:
-bom trabalho se você treinar mais pode até virar um ceifador.
     Não entendi o que ele quis dizer mas levei como um elogio, eu acho que me saíra bem pela primeira vez com esse tipo de arma.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 7
*Criatividade do texto: 8
*Nível de Combate: 4
*Utilização de Armas: 4
Total de Exp: 23
★Atualizado★
 

Olha, há muitos erros de pontuação e pouca narrativa. Lembre-se que quanto mais você narrar e descrever o que faz, colocando emoção certa na hora certa, mais o teu texto prende a atenção. Melhoras nos próximos textos!!!
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2º dia de treino com foice

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Qui Set 12, 2013 5:08 pm

Bom la estava eu, no meu chale (chale de ares) de bobeira sem fazer nada meus meios irmão nao iam muito com minha cara, bom mas eu nunca liguei para a opinião das pessoas não é hoje que ia começar, eu decidi ir no sótão (fiquei sabendo que se tinha varias armas) descendo la, começo a procurar algo que me interesse.
Acho uma pilha de armas espadas, clavas, lanças, algumas estavam enferrujadas e quando eu acho uma foice que me chamou a atenção.. não era uma comum como que eu peguei para treinar na arena, essa o cabo dela era um preto emanava uma aura forte e aterrorizante, tinha um molde onde encaixava a mão bem confortavelmente, e a lamina era feita com bronze celestial, bom eu pensei como ela esta aqui largada, acho que posso pegar ela emprestada.
sai do chale com a foice em mãos, chegando na arena um cara um pouco mais velho, não dava para saber idade jã que usava um manto preto igual ao de um ceifador, o capuz cobria seu rosto, ele empunhava uma foice de uns 60cm com duas laminas,
quando ele chegou ate mim falou:
- Que foice interessante essa que estas segurando, que tal um duelo filho de ares ?
O jeito como ele dissera, me deu raiva, aquele sorriso irônico por debaixo do capuz estava me deixando com uma ira incontrolável, sem hesitar eu disse sim eu sabia que não era muito habilidoso com uma foice, mas não sei aquela foice que eu empunhara estava me ajudando me dando mais coragem, eu me sentia muito mais forte, e também não podia deixar que um um moleque qualquer me insulta-se daquela maneira.
Antes de começar ele disse que o primeiro que caísse 2 vezes perdia, e que não poderíamos fincar as laminas.
Apertamos as mãos e começamos a luta, eu queria ir pra cima com tudo, mas sabia que não era uma boa ideia eu deveria ter paciência e contra atacar o adversário no memento certo, eu comecei a girar a foice para tentar distrai-lo como meu instrutor falara no dia passado de nada adiantou, ele deu um passo a frente e acertou minha perna, e cai no chão.
Agora minha raiva tava virando um ódio, eu não podia simplesmente perder assim, fiz o mesmo esquema de girar a foice, mas desta vez quando ele deu um passo a frente, eu dei um pulo pro lado e o acertei com o cabo da foice, bem no meio da testa, ele tentou se equilibrar mas eu não o deixei se recuperar, bati com a foice em suas pernas com o máximo de força que pude coloca, e ele caiu foi lindo velo cair daquele jeito, parecia um boneco de pano.
Ele se levantou rapidamente, agora era a parte decisiva quem caísse perdia, dessa vez ele parou de brincar, ele invocou 5 corvos que vieram em minha direção e ao mesmo tempo ele começou a girar a foice com uma velocidade absurda, ele a tacou em minha direção, eu não sabia o que fazer 5 corvos vindo em cima de mim e uma foice girando em minha direção igual uma hélice vindo pela esquerda, eu consegui me esquivar de alguma maneira dos corvos e da hélice, quando os corvos colidiram no chão sumiram virando um tipo de fumaça preta, e a foice passara direto por mim, eu fui em cima do ceifeiro, pois se houvesse uma chance de ganhar seria aquela, quando eu estava prestes a acerta-lo nas pernas para que caísse novamente.. sinto um clarão branco e quando vejo por mim estava no chão com um corte na cabeça.
O ceifeiro me ajudou a levantar e me explicou o que acontecera, que ele pode manipular a foice vindo em minha direção depois, devo confessar que foi uma ótima luta a foice que eu usara tinha se quebrado pelo impacto, só espero que eles nao deem falta dela la no sótão, já era de noite se passara umas 2 horas desde que eu saíra do chale, daqui a pouco seria a janta já podia me imaginar comendo picanha bem mal-assada.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 8
*Criatividade do texto: 10
*Nível de Combate: 15
*Utilização de Armas: 12
Total de Exp: 45
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O DESAFIO

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Qui Set 12, 2013 8:35 pm

Passara uma semana que eu lutei contra aquele ceifeiro, treinei bastante e me preparei para uma revanche.
Eu acordei animado, até meus irmãos estavam parecendo legais.. hoje eu eu vou ganhar dele a qualquer custo, desci no subsolo a procura de alguma foice, mas dessa vez só achei foices quebradas ou extremamente enferrujadas, bom isso não me estresso, eu subi de volta com toda a calma do mundo e dessa vez perguntei pra um de meus irmãos o nome dele é filipe eu ficara sabendo que ele praticara com foices, não custa nada perguntar..
Eu chego no beliche dele e pergunto:
- eae filipe, é cara tu tem uma foice pra me emprestar ?
- tenho.. mas não sei se eu estou muito afim de emprestar ela pra você, um fracote como você deveria desistir e virar comida apara ciclope.
- Cale a boca seu lixo, se você se acha tao superior a mim que tal um duelo?
- claro.. to loco pra te arrebentar, na arena as 15 horas. Se você não tem uma foice pegue a de treinamento da arena.
- Estou ansioso para poder te humilhar na frente do chale inteiro.
- haha digo o mesmo.
Eu sai lamentando que não poderia lutar contra o ceifeiro, mas do mesmo jeito eu daria uma surra naquele verme, filipe é alto tem uns 1,80 de altura e é bem musculoso, ele tem o cabelo ruivo com corte militar, olhos castanhos e sobrancelhas grosas.
Ja era 14 horas, so daria tempo de ver as pessoas reunidas indo ver a batalha, enquanto eu ia indo começou a garoar pequenas gotinhas de chuva caiam sobre mim, aquele frio era aconchegante.
Chegando na arena, eu pego uma foice do barril,e vou em direção a minha marca, filipe ainda não chegou, mas eu podia ver todos os meus maninhos vindo ver o confronto, e pessoas de outro chale também, enquanto isso eu podia sentir o vento mudando, a chuva estava engrossando, e estava ficando mais frio, eu não podia pedir mais nada, pra mim era a melhor sensação do mundo, naquele clima de tempestade esperado um confronto.
Quando ele filipe chegou ele usava uma calça jeans, uma botina preta, a camiseta laranja do acampamento, e sua foice, não era muito diferente da de treinamento, a unica coisa que mudava eu acho era uns desenho de caveira que tinha em sua lamina, antes de começar chegou o instrutor e disse:
- O primeiro que cair 3 vezes perde, e é proibido golpes baixos, que comecem a luta!
eu estava confiante, já lutara contra alguém mais habilidoso antes, e eu também estava bem mais forte, comecei a girar a foice, ele veio correndo e tentou me acertar um golpe com as costas da lamina mas eu consegui desviar e contra atacar ele com o cabo da foice nem na testa (como eu fizera quando lutei contra o ceifeiro), mas não surgiu o mesmo efeito ele ficou um pouco tonto mas consegui contra atacar me dando uma rasteira.
Cai com tudo no chão, a plateia gritava e vaiava, me ergui rapidamente, estava com muita raiva, corri pra cima dele, quando ele foi atacar desviei, passei a foice atras das pernas dele e a puxei com toda minha força, e ele caiu de cara no chão, a multidão ria, gargalhava e zoavam filipe.
Ele se ergueu.. deu pra ver o ódio em seus olhos, a raiva estava tomando conta dele, embora ele estivesse com muito raiva e seus ataques estivessem muito forte ele não raciocinava direito, assim que ele veio correndo em minha direção eu pulei pro lado e coloquei a foice em frente a seus pés, e novamente outro tombo, e a multidão cada vez ria mais alto.
Ele se levantou rapidamente  e veio na minha direção com tudo, tentei bloquear o ataque mas foi muito forte que acabei caindo pelo impacto,  a multidão começou a vaiar novamente, mas dessa vez eu não fiquei com raiva.
Me levantei tomei pose, e ele veio correndo em minha direção novamente, ele tentou fazer o mesmo ataque que fizera antes, mas dessa vez eu firmei meu pé no chão, e ele me atacou o impacto foi forte mas não o bastante para me derrubar, deslizei a foice com a dele ataquei no peito dele, rasgando a camiseta e cortando o peito , a multidão delirou. eu e ele fomos atacar e nossas foices colidiram, consegui dar uma cotovelada nele nesse momento, e dei uma rasteira ele desabou no chão.
O instrutor vei no meio de nós dois anunciando o vencedor, e a multidão começou a gritar e rir. fui ajudar filipe a levantar ele deu um tapa em minha mão levantou e saiu  bufando em direção ao chale, nesse momento um raio cortou o céu e uma tempestade começou, o instrutor pediu que todos seguissem para seus dormitórios.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 8
*Criatividade do texto: 15
*Nível de Combate: 10
*Utilização de Armas: 10
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FINALMENTE A REVANCHE

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Sab Set 14, 2013 11:43 am

Hoje acordei meio cansado, tivera um sonho estranho como de costume mas não dei muita bola, levantei e vesti minha capa, e peguei a minha foice, ela era enorme muito diferente das que eu usava para treinar, essa era maior e parecia ser muito mais resistente claro a própria morte que me deu, bom me levantei me retirei do chale e fui em direção a arena, quando eu vejo aquele mesmo ceifador que eu lutara meses atras andei mais de pressa pra tentar alcançar ele, chegando lá ele esta em me  esperando, estava com as mesmas roupas e a mesma foice que eu usara, bom eu era um ceifador como ele agora, e finalmente.            
Ele diz: estava te esperando gabriel, vejo que se tornou um ceifador, mas vamos ver se é bom o suficiente.
Aquele sorriso irônico por debaixo do capuz me deixava louco de raiva. E finalmente eu disse:
-Vamos duelar então. As regras são as mesmas da ultimas vez só para lembrar.
Ficamos em posição, o dia não estava muito bom. era um dia ''bonito'' um céu azul, um sol escaldante, não tinha nenhuma nuvem no céu, fazia uns 30 a 45 graus, tinha mais gente do que de costume na arena.
Quando bateu um vento frio. o ceifador veio em minha direção com um pulo e a lamina de sua foice em minha direção, eu esquivei o contra atacando, mas ele bloqueou girando a foice rapidamente com os punhos e veio em minha direção novamente com a foice girando rapidamente, me esquivei novamente pulando para a esquerda e desferindo um golpe em seu braço, ele pulou para traz e arremessou a foice como da ultima vez, eu sabia que ela era controlada não podia me dar o luxo de cair no mesmo truque duas vezes.
Eu pulo a foice vindo em minha direção e  invoco os corvos para tentar atrapalhar o adversário, mas não adianta ele invoco os 5 corvos também, e cada um se colidiu com um dos meus, virando uma fumaça escura nesse momento eu percebi a foice vindo em minha direção, eu me virei e tentei bloquear o ataque, consegui arremessar a foice para longe, mas já era tarde de mais, o ceifador estava atras de mim e me deu uma rasteira com toda sua força.
Cai de cara no chão, como fui tão burro a ponto de esquecer e me virar de costas a ele?, Bom isso não importava mais eu tinha que ganhar dele, me levantei peguei minha foice do chão e ajeitei meu corpo para um ataque, e pulei em cima dele, girando a foice em meus punhos, e o ataquei com tudo mas ele se esquivou para o lado, ele tentou me dar outro chute nas pernas mas eu apoiei o cabo da foice no chão assim fazendo uma proteção,ele bateu com com sua canela no cabo da foice, nesse momento eu dei uma rasteira na unica perna que o mantinha em pé.
consegui fazer ele cair, o calor daquele dia estava já me incomodando, e ainda mais com aquela capa negra como a noite fazia ficar mais calor ainda, quando o ceifador se levantou pegou a foice e concentrou concentrou energia em sua lamina e disparou 3 projeteis negros e extremamente afiados do tamanho de sua lamina e minha direção.
Invoquei os corvos novamente para que tentassem impedir os projeteis mas não adiantou de nada, todos os corvos viraram fumaça assim que encostaram nos projeteis, sem ter o que fazer comecei a girar a lamina para tentar me defender, o primeiro projetil eu consegui defender mas os outros dois não tive tanta sorte um pegou em minha coxa direita  desferindo um terrível corte, e outro perfurou o meu braço direito.
Fiquei muito fraco, quando fui tentar cair me apoiei com  o cabo da foice no chão, e vindo andando em minha direção o ceifador, nesse momento uma nuvem passou pelo sol, escurecendo a arena, um vento forte começou a soprar balançando a capa do meu adversário, um momento de panico começou a tomar conta do meu corpo, eu sabia que isso era algum poder do ceifador, eu não podia perder novamente.
Consegui me recuperar com um pouco de dificuldade, mas nisso a arena escureceu um pouco mais e o ceifador veio correndo e minha direção com a capa parecia mais que estava deslizando, com a foice em suas mãos preparando um ataque, eu dei um pulo para o lado mas não dei muita sorte minha coxa ainda estava ferida embora eu me sentisse melhor na sombra que aquela nuvem fazia, não era o suficiente para me curar por completo, quando tentei levante a foice meu braço amoleceu por causa do corte profundo que o projetil me fizera antes.
O ceifador me deu um golpe na testa com o cabo da foice, e eu desmaiei. Acordei dentro da enfermaria enfurecido por nao ter conseguido ganhar a batalha. mas eu irei treinar mais e com certeza da próxima vez eu irei ganhar.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 10
*Criatividade do texto: 15
*Nível de Combate: 14
*Utilização de Armas: 14
Total de Exp: 53
★Atualizado★
 

Seus textos são bem criativos, mas a sua escrita compromete os outros quesitos.


Última edição por Hipnos em Dom Set 15, 2013 2:46 am, editado 2 vez(es) (Razão : correção de erros)
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Gabriel Lebber Daniel
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Re: Treino com Foices/Facas

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Sab Set 14, 2013 7:53 pm

Mais um dia extremamente entediante. Era uma sexta-feira agitada, um céu limpo quase sem nuvens um clima quente, e varias pessoas andando e fazendo suas coisas rotineiras. Eu decidi não ficar parado, me vesti com a capa de ceifador peguei minha foice e sai pela porta do chalé. No caminho para a arena o sol estava muito quente, parecia que eu ia derreter por incrivel que pareça eu não estava disposto para fazer muita coisa alem de praticar no boneco de palha.
Chegando lá, tinha bastante gente na arena até mais do que o costume pelo menos, pessoas batalhando e praticando com  bonecos. Isso só me fez ficar mais desanimado eu não sabia o que estava acontecendo comigo nesse dia, mas resolvi nao ligar. Parei em frente ao um boneco de treino e comecei a desferir golpes sem animo. Até chegar um instrutor.
- Que desanimo é esse? Vamos recomponha-se vamos duelar um pouco, que tal ?
Demorei um pouco para me ligar que ele estará falando comigo. Depois de alguns segundos encarando o horizonte eu afirmei com a cabeça.
Fui em direção a minha marca com a foice, e esperei o treinador dar a ordem que iniciasse o treino. Ele deu soprou o apito e logo veio em minha direção com a foice no alto. Definitivamente eu não estava bem esse dia pois ele me acertara em cheio no peito com o cabo da foice. Eu cai surpreso não me ligara ainda no que estava acontecendo, me levantei e tomei posição novamente e o apito soou novamente. O professor veio em minha direção novamente com a foice erguida. Consegui me esquivar mas no momento que pulei pro lado ele tentou me acertar um chute, segurei sua perna e o puxei tentando lhe aplicar uma rasteira mas não deu muito certo. Ele me acertou com o cabo da foice em minha cabeça eu voei uns 2 metros de distancia minha cabeça latejava. Acho que essa pancada me fez bem, me fez acordar. Eu estava me sentindo disposto novamente.
Me levantei, e assim q ele soprou o apito sai correndo em sua direção. Quando ele foi me acertar um golpe com a foice eu me esquivei pro lado esquerdo e o desferi um corte em sua coxa, cortando-a. ele deu um giro para tentar me acertar mas eu abaixei e me esquivei para a direita desferindo dessa vez um corte em sua costela e por fim o dei uma rasteira. Ele caiu no chão sorrindo.
- Bom movimento, adoraria continuar o combate mas tenho que ajudar outros campistas, bom trabalho e continue assim. EI EI PAREM COM ISSO!
E o treinador saiu correndo em direção a um combate que não estava muito amistoso, dois campistas se socavam e definitivamente não era um treino.
Bom, já que eu finalmente tinha me recuperado da minha ''depressão'' nada melhor que fazer um lanche no refeitório.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 8
*Criatividade do texto: 13
*Nível de Combate: 9
*Utilização de Armas: 5
Total de Exp: 35
★Atualizado★
 
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Gabriel Lebber Daniel
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Re: Treino com Foices/Facas

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