Treino de Agilidade/Reflexos

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Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Hipnos em Sab Jun 16, 2012 7:18 pm

Relembrando a primeira mensagem :


AGILIDADE / REFLEXOS

Nessa área o campista poderá treinar suas habilidades com as pernas, no quesito agilidade, velocidade, esquiva e reflexos. Existe uma grande pista de corrida, separada por: 100 metros rasos, com barreiras e com alvos móveis, que surgem aleatoriamente na pista de acordo com a necessidade do trinamento. Existe também uma pista que muda de terreno, isso possibilita que o campista saiba correr em diferentes tipos de solo (úmido, quente, arenso, rochoso...). Se o meio-sangue achar tudo muito fácil, será solto cães infernais na pista, para que o mesmo, fuja pela sua vida, alem de deixar tudo mais interessante.

Regras:
* O campista pode fazer até três treinos por dia em áreas diferentes, com ganho máximo de 80 EXP de recompensa.
* Posts com, no mínimo, 8 linhas.
* Os treinos de Agilidade tem um NPC instrutor, Ian, para ser usado nos treinos, se desejarem. Sigam a ficha dele caso forem usá-lo.



Última edição por Hipnos em Qua Set 11, 2013 9:35 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Taylor P. Romanov em Sex Jan 04, 2013 1:33 pm

Após aprender um pouco mais sobre os Curandeiros e o legado que os servos de Asclépio deixavam para trás, aprendi que a defesa não é a melhor opção para os Curandeiros se defenderem, mas sim sua agilidade, sua habilidade de esquiva e velocidade para fugir de projéteis e fugir da área principal das batalhas com o paciente. Então decidi que dessa vez não iria treinar com chicotes ou correntes em sua devida ala, dessa vez eu iria para uma ala diferente: a ala da Agilidade e Reflexos. A que eu mais precisava treinar. Então dessa vez eu não saí do chalé de Afrodite correndo como se estivesse fugindo de algo como um gatinho assustado, saí com postura e graça que só os filhos de Afrodite mais experientes conseguiriam, saí com a postura de um leão dessa vez. [...] Ao chegar na arena de terra batida eu cumprimento algumas das pessoas que já estavam ali e de repente o instrutor de chicotes e correntes vem falar comigo.
─ Hey, vai treinar com a gente hoje? ─ ele estava sorrindo e com um chicote amarrado em sua cintura.
─ Não... Infelizmente, hoje eu irei treinar outra coisa. Sabe, preciso treinar minhas outras habilidades! ─ Digo, dando um sorriso.
O instrutor se despede e volta para sua aula treinar com os novos alunos enquanto eu sigo em frente para a maior das alas, a ala de agilidade. No centro da ala havia uma enorme pista de corrida com diversos tipos de terrenos para que os praticantes desta modalidade possam se acostumar a correr em terrenos úmidos, secos, escorregadios, entre outros. Conversei um pouco com o treinador daquela área e então ele apenas me disse:
─ Te vira... ─ E virou as costas.
Então tá! Resolvi primeiro me aquecer, pois o meu próximo desafio seria dar duas voltas completas sem parar na pista de corrida para poder testar meus limites. Comecei a correr num mesmo lugar e a dar pulinhos para poder esticar o corpo. Após fazer algumas flexões e abdominais, toco-me em algumas partes para curar leves dores musculares que eu estava tendo por conta do exercício físico e então preparo-me para correr. Quando começo, passo primeiro pelo terreno normal da arena, de terra batida. Aquele terreno era sem dúvida o mais fácil de se correr. Eu estava correndo tão rápido e gracioso como uma lebre, mas as surpresas daquela pista de corrida começaram: depois que pisei em uma pedra, ela automaticamente explodiu, me lançando a alguns metros à frente. Tudo bem, eu usei um rolamento antes de cair completamente no chão para assim absorver o impacto e curei algumas dores quando eu levantei, vi que um outro semideus estava correndo nessa pista também e quando ele passou por mim, gritou coisas como "corra, otário!" e "tem medo de quebrar sua unha, é?". Não, aquilo não foi bom para nenhum dos dois. Odeio quando me colocam pra baixo ou se sentem superiores à mim, porque não, eles não são e nunca serão superiores ou maiores que eu! Eu estava em completa fúria e então comecei a correr, mas agora meu objetivo não era correr para treinar, era correr para pegar e acabar com a graça daquele semideus estranho que passara. Ele estava à vários metros à frente, mas não podia desistir. Estava correndo o meu máximo e ele continuava olhando pra trás e rindo. Será que ele já ouviu falar dos riscos de provocar um filho de Afrodite? Acho que não, já que ele estava brincando com a sorte... Nós passamos pelo terreno úmido de uma floresta tropical e por um outro terreno árido de um deserto até que eu finalmente alcancei ele. Quando eu estava prestes a pular em cima dele e começar a socá-lo e estapeá-lo, penso em uma ideia melhor: nós já estávamos completando a primeira volta e então era só esperar que o primeiro campo chegasse de novo para que eu pudesse empurrá-lo em uma das pedras que explodia e depois fazer alguma coisa à mais, eu só precisaria pensar. Eu queria acabá-lo com a forma mais cruel que eu pudesse imaginar, mas creio que ele não merecesse tudo isso, então só uma explosãozinha bastava. O terreno do deserto estava acabando e eu estava lado à lado com meu oponente. Quando passamos pelos últimos grãos de areia, dei um sorriso falso olhando pra ele e então finalmente chegamos ao terreno normal. Quando avistei as pedras explosivas, logo procurei diminuir a velocidade para ficar um pouco à trás do semideus. Quando nós estávamos chegando perto de uma das pedras, pulei pra perto dele, empurrando-o e fazendo-o bater em uma das pequenas pedrinhas explosivas. A explosão foi maior dessa vez, afetando nós dois. Eu caí de um lado da pista e ele da outra, porém, diferente de mim, ele não tinha métodos de se curar. O que restava-me fazer? Ajudá-lo? Claro que não! Eu apenas curei-me um pouco, só para passar as dores mais fortes, e então saí da arena, dirigindo-me para o chalé de Afrodite para poder repousar.


PODERES&HABILIDADES USADOS:
❥ Agilité lisse: (Nível 2 - Ativo - Filhos de Afrodite)
❥ Competitividade Avançada: (Nível 2 - Passivo - Filhos de Afrodite)
Toque Curativo: (Nível 1 - Ativo - Curandeiros de Asclépio)


(Feedback do Post, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 18
*Criatividade do texto: 19
*Nível de Combate: 18
*Nível de Agilidade: 19
Total de Exp: 74
(Gostei do seu treino querido, mas cuidado para não ser tão vingativo e acabar matando alguém, ok?)
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Albafica Triantaphylos em Ter Jan 08, 2013 1:16 pm

Essa era minha primeira vez nessa pista de corrida, mas pelo fato de ser construída por filhos de Hefesto, já julgo que será um treino complicado e bem divertido. Na verdade, eu acho tudo muito divertido, e se não for, eu faço ser. Mas enfim, voltando ao que interessa, eu amarrei bem meus tênis e ajustei meu macacão para que ficasse forme ao meu corpo e não soltasse ou escapasse dos meus ombros. Arrumei meu cabelo jogando-o para trás e alonguei-me. Suspirei profundamente e aguardei darem a largada, ou permissão para começar a correr.

BOOM! Foi o que eu escutei e automaticamente, meus pés moveram-se pista a dentro. A mesma era lisa, feita de concreto simples e fácil de locomover meus pés. Eu iria dar dez voltas ao redor da quadra, e a primeira foi fácil e sem complicações. Assim que eu cruzei a linha de chegada, a pista transformou-se num gramado rente e bem trançado, tipo uma das minhas habilidades. Eu tropecei várias vezes, mas só cai quando eu tentei acelerar meus pés. Quando percebi o que tinha que ser feito, terminei a segunda volta com perícia. Em campos gramados, se precisar correr, é só dar grandes saltos e não correr. Essa é minha dica.

Na terceira volta, senti um pouco mais de dificuldade, pois a pista toda era arenosa, como se eu estivesse correndo numa praia. Porem a areia não era macia e fofa. Sabe aquelas praias em que a areia parece uma farinha de rosca, toda granulosa e escapa da planta dos pé? então, eu estava correndo em falso. Minhas coas estavam doendo de pular a pista anterior e agora minhas panturrilhas estavam ardendo, pois eu não estava conseguindo achar um ritmo adequando para correr naquela areia toda. Eu estava suando e minha camiseta ficou empapada. Acho que eu nunca vou saber correr em solo arenoso e estranho que nem esse, mas finalmente meu tormento acabou, e ficou ainda pior. A quarta volta, eu teria que correr no mangue. Um lodo profundo e pegajoso que afundava meu corpo até a altura dos joelhos. Até agora essa foi a pista mais divertida, mas também a que exigiu bastante de mim. Eu estava todo cheio de lama e o Sol ardente fazia com que parte do lamaçal secasse e isso complicava minha saída daquele pântano estranho. Meu tronco estava doendo, pois eu precisava erguer minhas pernas para sair do fundo do mangue e me equilibrar em algo, e esse algo, era o meu abdômen. Quando acabou essas pista eu estava exausto. Mas ainda tinha mais seis pistas aleatórias pela frente.

Minha barriga doía, minhas pernas doíam, mas a quinta corrida, não me perdoaria. Eu teria que correr no asfalto em alta velocidade, pois o mesmo estava quente igual um inferno. Bom, eu não tinha escolha, eu corri como se minha vida dependesse disso. Depois dessa pista, meus pés doíam e senti que estavam em carne viva. Ainda bem que um campista teve misericórdia e molhou meus pés antes da sexta corrida começar. Controlei a dor que sentia e olhei a pista que agora era formada por espinhos densos. Ainda bem que, junto com os espinhos, surgiu barras paralelas, para se pendurar. Eu teria que usar os braços para percorrer os 100 metros. Ainda bem que meus braços tem muques do tamanho de melões, mas mesmo assim, erguer um corpo como o meu, é um trabalho árduo. Quando cheguei na metade, meus braços latejavam, e meu tronco não resistia mais balançar para dar impulso. Minhas mãos suadas ousavam escapar das barras, mas eu resisti, pois não queria ficar todo esburacado. Por fim, depois de meia hora, foi o que eu estimei, consegui passar pela prova da barra. Meu corpo cansado não resistiria muito tempo nessa tortura, ou melhor, não sei qual campista aguenta toda essa pressão.

A sétima corrida, era parecida com a primeira, mas o piso era escorregadio como uma quadra e parecia que tinha sido acabado de ser encerada. Entretanto, quando dei por mim, eu percebi que era gelo. A pior coisa era correr igual um louco cansado e cair diversas vezes no chão frio e congelado. Alem dos meus pés queimados, eu estava com alguns hematomas sérios ao longo do corpo. Quando essa pista terminou, eu estava aliviado e "pronto" para a oitava corrida. Desta pista, ergueu-se várias linhas retas, como se fosse uma especie de barbante bem esticado ou varetas, ou qualquer coisa parecida. Pelo o que eu entendi, eu teria que me espremer pelos espaços que haviam ali, antes que eles se tornassem afiados como facas. Havia um cronômetro que indicava o tempo que eu podia avançar antes que eu morresse picotado. Me espremi e me enfiei pelas reentrâncias o mais rápido e o mais longe do inicio. Ouvi um "Pi" estridente e dei uma espiada para trás. Arregalei meus olhos e vi as linhas criando lâminas. Torci para que meu corpo cooperasse antes que eu virasse frango xadrez. Quando estava pra cruzar a linha de chegada, as lâminas laceraram parte da minha calça, tênis (que já estava meio derretido pelo solo quente) e parte da minha pele. Senti uma dor aflitiva, mas não o suficiente para parar de correr.

Faltava apenas duas pistas aleatórias para que eu complete meu treino, mas meu corpo não está em condições de continuar o processo. Mas eu continuo mesmo assim e, olha, não foi legal. Essa pista era comum, mas tinha uns pêndulos e bolas duras cruzando de um lado para o outro. Não resisti a pressão física e minha mente apagou-se. Não sei como, mas eu acordei na minha enfermaria. Meu corpo estava doendo e, bem, acho que terei que refazer esse desafio num futuro bem próximo.

(Feedback do Post, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 15
*Criatividade do texto: 19
*Nível de Combate: 18
*Nível de Agilidade: 20
Total de Exp: 72



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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Hallt Grace em Sab Jan 12, 2013 9:43 am

O dia havia sido completamente normal, eu estava tranqüilo sem fazer grande coisa, ate dar duas horas, esse era o meu horário comum de treinos, me levanto da clareira e me dirijo a área designada para treinos de esquiva, hoje esse seria meu único treino, pois depois de meu ultimo combate eu precisava praticar, eu sabia que estava próximo ao inicio de uma grande guerra, e se eu não me preparasse seria um daqueles que morrem sem ajudar em nada. A pista tinha 100 metros rasos segundo o que Ian estava explicando, era uma corrida simples de inicio, para aquecer, depois na volta apareceriam algumas barreiras para pularmos, acho que não deve ser difícil.

Começo a correr rapidamente para vencer os outros campista, mas já estava muito atrás dos filhos de Hermes, vou correndo um pé após outro em sintonia rápida, chego ao fundo bato a mão e volto, logo começo a correr rapidamente para voltar mas desta vez com saltos graciosos e rápidos sobre alguns tipos de barreiras, consigo chegar ao outro lado sem cair nem nada do t tipo. Ian olha para todos os campistas que estavam treinando e diz:
-Agora vamos correr de verdade, enquanto isso vou testar um novo protótipo não se preocupem, coisa pequena – Ele aperta uma alavanca enquanto nos preparamos para correr, ele levanta o dedo como se tivesse se esquecendo de algo e então por fim diz- E não toquem na gosma verde hein, não toquem.

O tiro é dado e todos saem correndo, novamente a liderança é dada por um filho de Hermes, mas eu estava pouco atrás do quarto semi-deus que era um filho de Afrodite, caramba eu estava mesmo perdend... Escuto um zumbido passar ao meu lado, próximo a meu ouvido, mosquitos? Escuto outro a direita e algo raspa meu braço de modo cortante, percebo que são tiros dados de um autômato que surgiu atrás de nós, paro um instante para virar e logo que me viro um tiro passa no local onde minha cabeça estava.
*Caramba eles levam as coisas a serio mesmo aqui*
Começo a correr o mais rápido que posso para passar o filho de Afrodite e ao mesmo tempo correr dos tiros e então surgem mais obstáculos, algumas placas eletrificadas passam a surgir, e assim que pulo a segunda sinto um tremor e por pouco não caio, o chão atrás de nos estava abrindo, ou melhor estava nos seguindo, ele havia se tornando um liquido verde, não era mais viçoso era uma... gosma! A gosma levava e derretia todas as placas elétricas como água dilui sal, se fossemos pego por aquilo já era. Corro como um louco passando o filho de Afrodite que cai... Percebo que essa seria minha chance de vencer e corro o máximo que posso, correndo loucamente, e então olho para trás, o filho de Afrodite ainda estava caído e faltavam poucos semideuses para chegar a gosma, provavelmente Ian não saberia parar a gosma, era um teste, droga. Me forço a parar e correr rapidamente ate o filho de Afrodite que estava menos de um metro da gosma, pelo jeito o tornozelo esquerdo dele estava quebrado ou no mínimo fraturado. Seguro ele ao ombro e começo a correr como louco, ele me ajudava com seu pé direito dando saltinhos que não ajudavam muito, e por fim consigo chegar ao fim da arena, sem penúltimo, o filho de Afrodite me agradece por alguns instantes, e digo que não tinha problema, e ele se desculpa por me ter feito perder.

Acho que já estava cheio deste treino por hoje, eu havia perdido uma corrida para ajudar um campista que não conheço, mas não me arrependia disso, provavelmente isso não seria diferente em batalha...
As corridas de hoje me mostraram que vai ser difícil fugir em casos de problemas, mas a pratica leva a perfeição não é? E eu estava melhorando cada vez mais, decido voltar ao treino e correr mais umas cinco vezes a arena comum mesmo...


(Feedback do Post, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 11
*Criatividade do texto: 15
*Nível de Combate: 12
*Nível de Agilidade: 12
Total de Exp: 50
(Melhore a pontuação. Você usa vírgula em muitos cantos onde deviam estar pontos.)





Mude suas folhas, porem não perca suas raizes.
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Hallt Grace em Qui Jan 24, 2013 2:52 pm

Permanece no jogo quem joga melhor...
...não quem tem bom coração



Eu estava do lado de fora da arena próximo a uma das pistas de corrida do acampamento, aquela tinha uma pequena diferença, um campista de Hefesto me disse que havia uma geléia pastosa no chão que impedia a corrida rápida e que essa mesma geléia alem de prender era inflamável, então você deveria correr e ao mesmo tempo impedir que o fogo chegue ate você de forma rápida e quase impossível, poucos que fizeram essa corrida saíram ilesos, a maioria acaba com queimaduras de terceiro grau e na enfermaria, também há os campistas mais experientes que saem com quase nenhuma, mas não importava afinal eu não fazia parte deste grupo de veteranos.

Olho para outra pista comum de 100 metros, apenas com algumas barreiras comuns, me alongo bem para não ter câimbras ou algo do tipo e me preparo para correr, dou duas voltas nesta mesma pista sem nem ver, com minha velocidade já apurada, e então noto que quase ninguém estava nesta pista correndo comigo, apenas os campistas novatos, e que próximo a um canto alguns campistas de Ares riam de mim, e apontavam cochichando coisas um pouco algo de mais.

Resolvo não discutir apenas mostrar pra eles que eu podia ser melhor ou tão bom quanto qualquer filho de Ares, vou pra pista de corrida com a gosma, conhecida como a pior e mais difícil pista do acampamento, pelo menos por enquanto, os filhos de Hefesto adoravam criar esse tipo de coisa para ferrar, nós os outros campistas. Me coloco na marca da mesma corrida, vejo que um filho de Hefesto se posiciona ao meu lado, atrás de nós estavam diversos bastões de ferro, não entendo de inicio mas pego um assim como o filho de Hefesto. Alguns outros campistas se juntam a nós e especialmente dois filhos de Ares com rostos perversos vem para a corrida, o tiro de largada e dado e começo a correr, aos primeiros sinto meus pés presos ao chão e por pouco não caio, alvos estranhos começam a surgir na nossa frente, eu estava na primeira fileira por enquanto, pulo sobre algumas barreiras que sobem, e por um milésimo de segundo desvio os olhos para trás e vejo os filhos de Ares Destruindo a barreira com seus bastões e rapidamente volto a correr, eu já tinha feito alguns treinos de agilidade mas nada comparado a esse, pense em correr numa passare-la de super-bond, então era isso que eu sentia agora.

Corri rapidamente ficando lado a lado com o filho de Hefesto que estava no início, ao nosso lado estava um filho de Hermes, mas agora ele já havia tomado a dianteira como sempre os filhos de Hermes tinham talento natural para corrida, e então a nossa frente começo a ver alvos brilhantes vir nós, pareciam estrelas cadentes, mas... ESSAS VINHAM EM NOSSA DIREÇÃO, vejo uma quase acertar o filho de Hermes e então ele desvia, a bola em chamas do tamanho duma bola de Baseball iria em direção do filho de Hefesto que rapidamente usa seu bastão para rebatê-la para longe, ele pragueja o filho de Hermes, gritando sobre ele ser louco e coisas do tipo.

De inicio não entendo o porque, mas logo saco a jogada, se a bola acertasse o chão atrás do filho de Hermes tudo viraria chamas atrás dele, não tenho muito tempo para pensar já que mais três bolas vinham em nossa direção, rebato uma com meu bastão e o filho de Hefesto rebate outra, sigo com os olhos a outra que ia na direção de um dos filhos de Ares que apenas sorri e da um tacada para baixo, assim que a bola acerta o chão tudo começa a queimar, os campistas a trás emitem gritos e os supervisores rapidamente os retiram da pista, os filhos de Ares agora sorriam, me pego sentindo ódio dos mesmos que machucaram tantos campistas ao mesmo tempo, por motivo algum.

Pouco a frente vejo uma estatua e vejo as bolas em chamas saindo delas rebato as mesmas e assim que passo ao lado da estatua dou uma batida na mesma destruindo-a, em seguida olho para o filho de Hefesto, ele provavelmente saberia de todas as armadilhas ali, já que seus irmãos que construíram o local e digo quase gritando por causa da agitação:
-Ainda vamos usar isso? – Digo apontando para o bastão
Ele assente a cabeça de modo negativo e então tenho uma idéia...

Continuo correndo por alguns metros, e então assim que vem uma daquelas barreiras os filhos de Ares provavelmente iriam destruí-la e assim que eu a pulo jogo o bastão por baixo da barreira de modo que assim que o da frente pisasse ele iria cair levando o outro consigo, e o plano realmente funcionou, porem acabei de notar que iria ser pego na mesma armadilha o filho de Hermes ao ver o que eu havia feito joga seu bastão contra mim, eu não sabia sequer se aquilo era proibido, mas assim que ele joga o filho de Hefesto coloca seu bastão a frente do que foi arremessado contra mim me protegendo, pelo jeito ele havia gostado do que eu havia feito contra o filho de Ares.

Estávamos quase ao lado do filho de Hermes quando os dois começavam a se bater durante a corrida, e assim fui pegando a dianteira, quando resolvo dar uma trapaceada, corro o mais rápido que posso, e assim que pego uma distancia dos dois, movimento minhas mãos controlando as plantas a baixo da geléia dando uma elevação as mesmas fazendo assim que o filho de Hermes caia, o fogo atrás de nós vinha cada vez mais rápido mas estávamos próximos a barragem final, o fogo subia rapidamente com a geléia inflamável e atrás de nos seguia-se o crepitar do fogo com os gritos de nossos adversários. Correndo o máximo que posso consigo chegar... em segundo.

O filho de Hefesto havia pegado a liderança pouco depois de pularmos a ultima barragem, e então havíamos chegado a linha de vitoria, onde o fogo era apagado para não criar mais fumaça nem queimar mais ninguém. Bom pelo menos havia chegado vivo, minhas pernas doíam muito, e eu estava ofegante, prometi então a mim mesmo nunca mais ir nesta pista...
Olhei para os filhos de Ares, eu estava quase acabado, mas ainda conseguia dar um sorriso sarcástico para os mesmos, sai de lá cambaleando em direção ao meu chalé para descansar...


★Atualizado★
40XP

Foi uma corrida bem interessante, mas você coloca virgulas onde não precisa, e, onde é preciso, você não as coloca. Eu adoro virgulas, mas no teu caso, o que falta são alguns pontos finais. Há falta de palavras no teu texto e tem expressões que não fazem sentindo algum no teu texto, seria bom que você revisasse o texto antes de postar, ou que escrevesse com calma. Apesar de estar um tanto confuso, o treino foi bem interessante e seria mais empolgante se estivesse melhor escrito, ou melhor pontuado.





Mude suas folhas, porem não perca suas raizes.
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Ashley William em Dom Fev 24, 2013 4:56 pm

Brinquei de pega-pega com um cão infernal.


Eu havia estado no meu chalé tempo demais, então resolvi sair para treinar (de novo). Passeei pela arena em busca de algo diferente, então achei algo do tipo: treino de agilidade e de reflexos. O que seria aquilo?


Descobri que era basicamente, uma pista mágica do qual o solo iria se transformando e barreiras e obstáculos apareciam de repente. Ótimo, era tudo o que eu precisava. Cair e me esborrachar de cara no chão. Mas, eu prossegui.


Eu me preparei e alguém deu um tiro de bala de festim. Eu corri. Estava muito rápido, quase como desequilibrado. De repente, um obstáculo subiu. Eu me joguei pro lado e cambaleei. Mas me firmei em pé. De repente, o solo mudou. Um chão de terra. Não era lá minhas especialidades, mas acho que vou relevar.


Eu estava já achando muito fácil, e aí sons de latidos. Muitos latidos. Eu não quis olhar para trás, porque deveria ser alguma pegadinha. Mas aí eu percebi que nenhum obstáculo era acionado, então eu olhei para trás. Bem a tempo. Cães infernais vinham atrás de mim num jato, e eu devagar. Eu estava quase lá, na linha de chegada, e os cães se aproximando. O nome do treino era ''agilidade e reflexos'' ou ''fuja-de-cães-ou-será-morto''? Só sei que eu precisava correr.


Eu percebi que eles já podiam me rasgar quando quisessem. Então eu me joguei na horizontal para a linha de chegada, onde deveria ter uma barreira mágica para os cães. Eu passei, mas rasguei minha camisa cortando o chão. A camisa havia virado um colete, ela estava aberta mostrando meu corpo superior.


Os cães vinham como um trem de carga em mim, então eu rezei para que não tivesse como eles saírem dali. Eu estava certo. Eles se chocaram com o ''vidro'' e desapareceram, afundando no chão. Mas, ainda assim, eles arrancaram meu tênis, me deixando só com um.



Eu dei graças a Zeus, por não perder era o pé. Então eu saí, sujo por causa da terra e da queda no final.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 14
*Criatividade do texto: 12
*Nível da Prova: 6
*Reflexos/Agilidade: 6
Total de Exp: 38

★Atualizado★
Não há necessidade de antos pontos num texto. As virgulas existem pra deixa-lo mais agradável e, sem pausas bruscas na leitura.
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Axel B. Hanson em Qui Abr 25, 2013 4:20 pm



Treino de agilidade.

Era um dia cansativo, como todos os outros dias para mim eu estava sempre cansado, resolvi então para tirar um pouco do tédio treinar algo na arena, caminhei até a arena muito calmo olhando tudo a minha volta como sempre gostava de andar, ao chegar lá fiquei pensando por um bom tempo o que ia treinar, após um bom tempo pensando tive a grande ideia de treinar na pista de atletismo, treinar meus reflexos, velocidade e etc...
Após me aquecer e me preparar devidamente para o exercício perguntei para um filho de Hefesto que parecia estar cuidando do lugar:
-Olá,sou Axel filho de Hipnos - Falei com um sorriso forçado no olhar - você comanda aqui?
-Não,mas posso ajustar o campo e dificuldade se você quiser - ele era um tanto rude,mas enfim.
-Bom pode botar em dificuldade média, pois não sou iniciante nisto - na verdade era sim,mas como fiz capoeira achei que seria fácil - ou melhor, pode botar difícil.
O filho de Hefésto sorriu e mandou eu me dirigir até a pista, me preparei e então comecei a correr.
O começo foi fácil, eu corria, pulava , desviava de placas com a imagem de monstros nelas, estava começando a me enjoar então na próxima volta que fiz mandei o filho de Hefesto aumentar a dificuldade, e este foi um grave erro, placas vinham muito recentemente,tinha que ir rapidamente de uma faixa a outra sem parar, meu primeiro tombo foi quando tive que desvia de dois minotauros e logo depois pular um obstáculo, este obstáculo me surpreendeu e sem querer tropecei nele e cai com tudo no chão, me recompus e continuei correndo, não ia dar mole.
Após algum tempo de treino o filho de Hefesto anunciou a ultima volta pois viu que eu estava muito cansado e um tanto ralado, na ultima volta talvez por ansiedade foi derrubado por duas placas e no final do percurso fui tentar dar um mortal por cima do ultimo obstáculo e cai de costas no chão.
Levantando-me com alguma dificuldade foi em direção do filho de Hefesto que ria de mim naquele momento. Não dei muita bola e passei por ele, então fui voltando lentamente para o chalé pensando.
"Isto realmente não é meu forte!Au."


OBSERVAÇÕES

Armas


Nenhuma

Poderes Ativos


Nenhum

Poderes Passivos


Nenhum











(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 9
*Criatividade do texto: 10
*Nível da Prova: 6
*Reflexos/Agilidade: 12
Total de Exp: 35

★Atualizado★
Seu texto continua com um número absurdo de virgulas que são desnecessárias. Isso deixa o texto um tanto chato. Fora que quando era para ter o verdadeiro TREINO, passou tudo muito rápido. Tente desenvolver melhor a parte do treinamento.
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Treinando a Agilidade

Mensagem  Joe McDean em Sex Maio 31, 2013 12:39 pm



TRAINING MY AGILITY
JOE MCDEAN ф ALBAFICA TRIANTAPHYLOS ф ARENA


The first time I saw you had no intention I fell in love was mere distraction Today I am grateful to be so distracted I'm crazy about you


Levantei-me de minha cama, tranquilamente, fui caminhando em direção ao banheiro do chalé, tomei um banho longo, sai do banho e coloquei minha roupa de treino.

- "Hmm ... Irei treinar minha agilidade e minha velocidade" - Nunca tinha treinado isso antes, então, acho que já estava na hora. Pego meu tênis e coloco dentro de minha mochila, e lá vou eu, correndo para a pista de corrida da Arena.

Chegando na pista tira meu tênis da mochila e o coloco. - É, vamos começar... - Vou correndo, primeiro devagar, até os 5 metros. Até os 10 metros foi tudo bem tranquilo, a partir dos 17 metros, obstáculos começaram a aparecer. Pulava de obstáculos que apareciam na minha frente, até dava saltos rodopiantes no ar. Aos 20 metros, pequenas paredes de mármore começavam a crescer na minha frente, consegui me esquivar de todas. Aos 30 metros essas paredes já tinham enormes espinhos. E aos 40 já começavam a atirar flechas, consegui me desviar de todas, mais algumas pegaram de raspão me dando pequenos arranhões. Chegando as 60 metros, queria mais, então grito - Soltem três cães infernais. - Então , os monitores que estavam no local, soltam três horrendos cães infernais. Fiquei bem assustado e com medo, corria muuuuuuito rápido. - GOOOOOOODS , IREI MORRER. - Estava arrepiado e limpava o suor que escorria no meu rosto. Já estava aos 90 metros , só faltava mais 10 para terminar a corrida. Ouvia seus rosnados bem atrás de mim - "Tenho que chegar logo... Tenho que chegar logo" - Cheguei ao fim da pista, e vi os cães infernais sendo barrados por uma parede invisível . - Uffa, estou a salto.

Estava suado e meio que fedendo, estava também bastante cansado, minhas pernas estavam doendo, nunca tinha corrido tanto assim na minha vida. - "Irei voltar para o Chalé" . - Tiro o meu tênis, coloco na minha mochila e boto minha mochila em minhas costas, logo volto para o chalé X.







___________________________________________________________
Atualizado por Atena

~Escrita correta: 8/20
~Criatividade do texto: 5/20
~Nível de prova: 6/20
~Reflexo/Agilidade: 7/20

TOTAL: 26




Joe McDean

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Convidado em Seg Jun 10, 2013 3:54 pm

Surprises on the running
Era meu segundo dia no acampamento e nada me deixava mais feliz do que os resultados que eu estava obtendo no local. Era como se, finalmente, houvesse atividade o suficiente para extravasar toda a minha energia acumulada. Lancei um sorriso para meus novos irmãos, enquanto ajudava a caçula a se servir de suco, segurando o seu copo com uma das mãos e a jarra com a outra. Já havia terminado tudo no meu prato e, assim que terminei de servir Ruby, fiz mensão de levantar-me da mesa mas tive meu braço segurado por Annabelle que me cobrava onde eu estava indo. Anna? Foi a primeira irmã que eu conheci quando cheguei no acampamento, com quem eu já havia me afeiçoado quase que por destino.
Reprimi uma risada a respondendo, prontamente, que eu queria começar a treinar na arena de agilidade antes que a mesma ficasse cheia e, depois de analisar e estudar uma o olhar da outra, como se quiséssemos varrer nossas mentes e garantir que estava tudo nos conformes, ela me liberou para sair da mesa. Annabelle não era a conselheira do chalé, mas era a irmã mais velha perfeita, mesmo que dissesse que não gostava de crianças. Sai pela porta do chalé, correndo, e me dirigi para a arena que havia reconhecido naquela manhã como a de treinamento de agilidade. Para a minha surpresa, não tinha grandes diferenças aparentes de uma pista de atletismo da escola mortal que eu frequentava. Havia uma pista de corrida sem obstáculos e pude ver alguns bancos nas proximidades, feitos de madeira enrustida. Caminhei até eles e retirei a adaga presa às minhas costas, a colocando com cuidado sobre o assento, sem mover os olhos da pista, algo me dizia que estava comum demais para ser uma pista de corrida destinada a filhos de Deuses.
Decidi que não iria descobrir nada se não começasse meu treinamento, então, aproximei-me da mesma e repousei o pé direito na pista, varrendo o local com os olhos acinzentados semi cerrados, como se esperasse que alguma coisa acontecesse. Nada aconteceu, no entanto. Logo, repousei os dois solados dos tênis beges na pista e comecei a caminhar, aumentando a velocidade aos poucos até deparar comigo mesma correndo em largas passadas. Os joelhos dobravam-se na altura do quadril e as pernas se moviam com fácil agilidade, como se já estivessem acostumadas a tal técnica. A surpresa, em um acampamento meio sangue, acaba aparecendo sempre, mais cedo ou mais tarde. Essa foi a frase para definir o momento que esbarrei em uma parede de terra batida, da minha altura, que se ergueu com rapidez diante de mim. Um gemido de dor mudo, com o ar saindo com força pelos meus lábios, fora a única coisa que consegui fazer ao ter meu corpo chocado com a mesma. Cai no chão, sentada, por alguns instantes e, de imediato, levantei-me voltando a correr com as sobrancelhas unidas. Era curioso como aqui tudo de inimaginável no mundo real acontecia. Assim que a velocidade voltou a ser alcançada, me deparei com mais uma parede se erguendo, diante de mim. No entanto, dessa vez, eu fora mais rápida e consegui desviar por poucos centímetros, esgueirando meu corpo para o lado com o movimento do tronco enviesado. Um sorriso satisfeito e contido se formou em meus lábios, ao obter mais sucesso, quando ouvi um ruido vindo dos galhos de uma das árvores que estavam na beirada da pista. Unindo as sobrancelhas e estreitando os olhos, tentava descobrir o que aconteceria a seguir, sem diminuir o rítmo das passadas. Mais uma surpresa me pegou quando um tronco, amarrado por uma corda, tombou em alta velocidade vindo na minha direção. Em um grito reprimido, me joguei no chão, começando a me arrastar com receio do que aconteceria se eu voltasse. Senti os fios de cabelos loiros esvoaçando com o mesmo passando a centímetros da minha cabeça, enquanto engatinhava com os cotovelos no chão. Quando constatei uma distância segura e ia levantar-me, uma estaca de madeira pontuda rasgou o chão fazendo com que eu rolasse algumas voltas, deitada, sendo surpreendida por outra que saía, como em rítmos programados, do lado oposto da pista.
Fiquei de pé, mais uma vez, e voltei a correr. Nada ficava tranquilo por muito tempo naquele acampamento, no entanto pois, quando estava voltando a ficar mais calma, uma corda estendida se ergueu do chão, na altura de meus joelhos, fazendo com que eu caisse de bruços no chão. O baque fez com que o gemido de dor fosse mais forte, dessa vez. O rosto estava entre minhas mãos e a respiração já ofegante, quando o suor começava a pingar em minha testa. Levantei os olhos e pude ver que já estava na metade da pista então, em um suspiro determinado com o olhar focado apenas na linha de chegada, levantei-me apoiando em meus cotovelos e voltei a correr.
Era como se eu tivesse alcançado alguma inspiração de minha mãe pois, a partir desse momento, as respostas sobre o que fazer pareciam estar chegando em mim por mágica e o foco não fora mais desfeito. Um pequeno ruído vindo de um morro ao lado da pista, fez com que meu olhar se voltasse, imediatamente para o mesmo e o instinto do que estava prestes a acontecer estivesse ligado. Um longo cabo de metal, preso ao mesmo, girou em alta velocidade ao redor deste, varrendo a lateral da pista o que fez com que eu pulasse o mesmo, sem diminuir a velocidade. O sorriso se alastrou em meu rosto com as bochechas já rosadas pelo sol que Apolo nos enviava com força. Três sequências de cordas estendidas, na altura de minhas panturrilhas, foram os obstáculos seguintes, sendo pulados com facilidade. Mais alguns metros de tranquilidade foram seguidos, quando estacas de madeiras em formato de espadas começaram a se erguer do chão e andar na horizontal, ao longo da pista, cruzando-se entre si. Parei, assim que me deparei com elas, ficando nas pontas dos pés pela redução brusca de velocidade e os cabelos lisos oscilando nas laterais de meu rosto, como lâminas. Após a certeza do tempo que elas levavam para cruzar, comecei a correr, passando uma por vez em tempos ritmados, aguardando o momento da próxima ultrapassagem sempre.
O final da pista estava perto demais e sabia que, o espaço que restava, daria apenas para mais um obstáculo, não queria errá-lo mas, algo dentro de mim, dizia que seria o mais difícil de todos e não estava errada. O meu corpo já estava cansado, mas não deixaria por menos no entanto, quando vi lâminas afiadas se cruzando entre si, como a corda que havia ultrapassado, arregalei os olhos tentando bolar uma maneira de passar por elas. Os olhos acinzentados varriam sua estensão e não via nenhuma falha, nem espaço entre elas para que eu pudesse me movimentar ou até me jogar, se esse fosse o caso. Foi quando o óbvio bateu em minha mente, se eu não podia pular por ele, passar por entre ele, desviá-lo, a maneira para superar o obstáculo seria passar por baixo. Dei três passos para trás e corri na sua direção, me jogando de bruços no chão, com os braços estendidos à minha frente. Arrastando-me por debaixo dele, o barulho das lâminas raspando entre si chegavam ao meu ouvido, acelerando ainda mais meu coração. Então, optei por tentar esquecer esse barulho, puxando o ar em um suspiro e o liberando pelos lábios entre abertos. A chegada estava diante de mim, a apenas algumas lâminas, quando um sorriso suicida se formou em meus lábios, continuando a me arrastar na direção da mesma.
Com as lâminas ultrapassadas, arrastei-me mais dois metros e voltei os olhos grandes e acinzentados para trás, as observando ainda em movimento, quando dei uma risada de exaustão, deixando o corpo cair relaxado no chão, tendo por movimentação apenas a respiração ofegante. Depois de recuperar o fôlego, levantei-me e caminhei até o banco onde eu havia deixado minha adaga e sentei-me um pouco, dando um tempo para limpar o suor que escorria em meu rosto com as costas da mão direita e relaxando as costas no encosto do mesmo. Ao ver os campistas começarem a chegar e se preparar para seus treinos, peguei a adaga e levantei-me, a prendendo nas costas e, então, me dirigi para a saída da arena.
CREDITS @


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 18
*Criatividade do texto: 20
*Nível da Prova: 15
*Reflexos/Agilidade: 15
Total de Exp: 68

★Atualizado★
Texto exemplar, mas falta um pouquinho de pontuação e uso adequado de algumas palavras. Seu treino pareceu simples demais, apesar da quantidade de detalhes que você proporcionou. Um texto rico, mas muito simples. Um ponto BEM positivo é a vida que você deu à personagem. Parabéns!

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Convidado em Qua Jun 12, 2013 4:33 pm

Run faster!
Apolo nos abençoava com fortes e densos raios solares, naquela manhã, que nem as janelas do refeitório conseguiam contê-lo, o que era o tempo perfeito para um treino de agilidade na arena do acampamento. Tomei mais um gole de suco e levantei-me da mesa dos filhos da deusa da sabedoria lançando um sorriso aos meus irmãos e corro na direção da porta de saída do local. Poucos campistas caminhavam pelo acampamento e isso era uma vantagem de ter saído mais cedo da refeição, pois poucas pessoas estariam ocupando a pista de corrida com obstáculos para aperfeiçoar minha agilidade e velocidade.
Ao chegar à arena, alongava os braços e as pernas, enquanto meus olhos varriam a pista completamente vazia, silenciosa e se semicerravam desconfiada das surpresas que os Deuses guardavam para mim, mas, de uma coisa eu sabia, seria inimaginável. Caminhando até a linha de largada, tomei um fôlego sabendo que só sairia dali quando já houvesse superado todos os obstáculos. As passadas iniciaram devagar, com a poeira da terra batida se erguendo cada vez que o tênis prensava o chão com precisão. Foi então que as surpresas já esperadas se iniciaram e o chão de terra batida começou a se transformar em pedregulhos e as alturas que deveria superar aumentarem, causando oscilações na posição da pista e obrigando-me a forcejar mais para manter o ritmo nas subidas.
A primeira volta havia sido apenas um pequeno aquecimento perto do que estava por vir e sabia que, não importava o quão fosse difícil, era para meu bem e meu preparo. Ao início da segunda etapa, as mutações na pista estavam a transformando em um gramado verde e denso, onde as folhas se entrelaçavam e formavam telas que dificultavam minha corrida, prendendo meus pés em suas armadilhas ocultas. As passadas faziam com que meus joelhos ficassem na altura do quadril para evitar perder velocidade e isso facilitava a corrida, mas dificultava minha resistência causando a sensação que, ao mesmo tempo em que eu forçava as pernas a se erguerem, algo me puxava com força de volta para o chão. Aquela sensação deixava os músculos de minhas coxas em chamas, ardendo e implorando por um descanso, este que não aconteceria até eu terminar o treinamento. Por sorte, no entanto, a segunda volta já estava em seu final e eu tinha esperanças que a terceira fosse realizada com mais facilidade, o que não aconteceu.
Assim que meus pés cruzaram a linha de chegada e a terceira volta se iniciou, o suor começava a escorrer contornando meu rosto e o pulmão já forcejava por ar. As altas e densas gramas abandonaram, instantaneamente, a minha visão sendo substituída por um cascalho que encobria um solo duro fazendo com que, a cada passada, meus joelhos latejassem. Foi então que a surpresa me foi enviada quando um rosnado feroz chegou aos meus ouvidos, fazendo com que meus olhos tentassem varrer toda a extensão da pista procurando pelo ponto de onde vinha aquele barulho digno de filmes de terror. Diminui as passadas e a primeira reação que tive foi de correr de costas, procurando por algo atrás de mim e este foi facilmente encontrado quando um cão infernal saltou na pista. Ele era imenso, seu corpo era negro e a criatura mostrava-me os dentes afiados que transbordavam em mais um rosnado com as patas caminhando em minha direção. Os meus olhos acinzentados se arregalaram e voltei o tronco de frente, mais uma vez, fazendo com que eu me esquecesse da dor que eu sentia e começasse a correr o mais rápido possível. Suas presas miravam meu corpo como se a vida dele dependesse disso e eu arqueava as costas em um instinto involuntário para evitar as mordidas a qualquer custo. No entanto, assim que meu pé cruzou a linha de chegada para iniciar a próxima volta, o cão infernal se transformou em fumaça e desapareceu, fazendo com que eu tivesse a certeza que qualquer coisa que acontecesse naquele treino seria mais fácil do que eu havia passado.
A quarta volta se deu em um ambiente com água até a altura de minha cintura, fazendo meu abdômen se contrair para que eu conseguisse superar a tensão aquática. Era uma filha de Atena, não me sentia à vontade nesses ambientes, mas pelo menos, nada me atacaria. Tentava impulsionar as pernas com ajuda dos braços dobrados ao lado do corpo e evitava as escorregadas no chão humedecido dando pequenos saltos para cima a cada passada. Apesar de cansativa e de saber que meu corpo implorava por um descanso, aquilo havia tido uma dificuldade apenas moderada.
Quando cruzei a quinta volta, a surpresa que me aguardava era algo que havia unido todos os meus treinamentos até ali em um único, na pista se elevaram paredes de escalada e, a cada obstáculo ultrapassado, havia uma surpresa diferente do outro lado. A primeira parede de escalada tinha uma corda dependurada que usei de apoio para me ajudar a subir, era feito de terra batida com cascalhos do outro lado ajudando na minha velocidade na descida, pois os utilizei para escorregar sentada. O chão que encontrei após o primeiro obstáculo foi de altos pastos verdes que enleavam meus tênis em suas teias naturais causando alguns tropeços. Com sorte, me deparei com a segunda parede de escalada, feita de pedras com musgos escorregadios e verdes dando uma dificuldade extra para a mesma, pois a cada vez que eu apoiava meu pé, ele tendia a escapar. Sua subida foi auxiliada por uma corda semelhante à anterior e a descida se deu por lama, deixando-me em meio a um nível aquático que alcançava meus joelhos. Não me dei por intimidada e continuei a correr até que o som semelhante a algo caindo em uma poça d’água se formou atrás de mim e o rosnado se repetiu. Não precisei ser inteligente para saber o que me perseguia.
A cada passada do animal, jatos de água se espalhavam para os lados e eu tentava aumentar o ritmo até conseguir subir mais uma parede de escalada, sendo incentivada por investidas vindas debaixo. A nova parede era feita de uma correnteza que surgia do topo e forçava-me para baixo, com um cipó que me servia de apoio, e sua descida se formava de cascalhos revelando a linha de chegada. Não consegui conter o sorriso em meu rosto ao avistar aquela pequena fita vermelha pintada no chão. Depois da sua ultrapassada, tão rápido quanto tudo havia aparecido tudo desapareceu e eu pude continuar com outras modalidades de meu treinamento.
CREDITS @



(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 17
*Nível da Prova: 17
*Reflexos/Agilidade: 17
Total de Exp: 70

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Convidado em Sex Jun 14, 2013 3:59 pm

- AQUECIMENTO -
Após o treino de machados me dirigi até a arena de agilidade tendo a certeza de que nenhum segundo do dia poderia ser desperdiçado com pausas nem descansos, cada instante contava e poderia ser a diferença entre a vitória e a derrota em batalhas. Adentrando na mesma fui direto para a linha de partida posicionando as pernas separadas e ao ouvir o disparar de um tiro comecei a primeira volta apenas para aquecer os músculos que estavam enrijecidos. Nada aconteceu nesta e eu cheguei ao final dela intacta já me preparando mentalmente para o que os Deuses me reservavam.  
A segunda volta já começaram as surpresas assim que foi iniciada, com o solo se transformando em uma areia fofa semelhante às movediças, onde minhas pernas se afundavam até os joelhos fazendo com que as passadas me forçassem até o limite de meus músculos para conseguir manter a mesma agilidade. Os braços tentava ajudar a impulsionar meu corpo para frente e Apolo fazia questão de enviar seus raios solares mais fortes e quentes, fazendo com que o calor dificultasse minha energia para continuar correndo. A volta foi de evolução de minha resistência para correr longas distâncias em situações adversas.
- PRIMEIRA PARTE DA CORRIDA –
Era agora que as dificuldades iriam começar e eu sabia perfeitamente disso assim que todas as luzes que iluminavam a arena se apagaram de uma única vez. – Alguém está ai? – perguntei em um tom gritado e nada me respondeu. As minhas passadas diminuíram e eu comecei a olhar ao meu redor com receio de que fosse algum monstro prestes a me atacar, estreitando os olhos em todas as direções. Um rosnado atrás de mim fez com que uma batida em meu coração falhasse me virando para o local de onde vinham os barulhos desconhecidos e minha voz gaguejasse ao repetir a pergunta. – Quem está ai? – Foi então que o barulho de patas pisando forte no chão começou a ecoar pelo ambiente obrigando-me a virar de frente para a pista e começar a correr com as sobrancelhas unidas. Era um cão infernal que me enviavam como um pequeno incentivo à minha velocidade, induzindo-me a correr cada vez mais fácil pela pista que obtinha pequenos obstáculos feitos de terra para serem superados aos pulos e assim eu os fazia.
A cada novo obstáculo os músculos de minhas coxas aumentavam a dor e gritavam por um descanso, mas os tremores das grandes patas negras que chegavam pelo chão anunciavam que se eu parasse de correr seria meu fim, então aguentei por mais duas voltas. Como por mágica, assim que cruzei a linha de chegada o cão desapareceu e as luzes se acenderam, no entanto, com uma pequena nova surpresa para segunda parte de meu treinamento.
- SEGUNDA PARTE DA CORRIDA –
Nuvens encobriam toda a extensão do céu acima da arena e o que antes era um terreno de areia batida se tornava poças de lama fundas com um pequeno temporal improvisado com gotas e rajadas de vento que rasgavam meu rosto como navalhas afiadas. Os olhos semicerravam para conseguir manter o campo de visão mesmo naquela situação e os tênis afundavam no barro prendendo-se e fazendo com que as passadas acontecessem aos socos dificultando ainda mais a minha velocidade.
Ao completar o percurso a arena começou a encher com água até o joelho, intensificando os ventos vindo contra a minha direção e prejudicando dessa vez, não só minha velocidade, mas também meu equilíbrio. As passadas se tornavam mais lentas como se Poseidon segurasse com suas próprias mãos minhas pernas dando mais resistência para cada uma delas, além dos nós que prendiam meus pés no fundo segurando meus tênis como redes. Minha mente procurando pelo lado otimista naquilo, no entanto, agradecia que não estava com um cão infernal atrás de mim.
- TERCEIRA PARTE DA CORRIDA -
Ao cruzar a linha de chegada a próxima etapa de meu treinamento pareceu um preparo perfeito de uma prova de atletismo quando outros campistas se aproximaram da pista perguntando se podiam apostar uma corrida comigo. Prontamente, eu concordei e ao disparar do sinal de início começamos a correr lado-a-lado em um ritmo semelhante. O semideus deveria ser um dos mais antigos no local, pois seu tronco já era bem desenvolvido e suas pernas varriam grandes distâncias a cada passada.
Ao me ultrapassar tive que voltar a me focar na corrida, o que era bem difícil com tantos pensamentos percorrendo minha mente e tentando descobrir de qual progenitor olimpiano ele era filho, era o que se chamava de hiperatividade mental esse problema tão comum entre meus irmãos e eu. Com tantas informações chegando, conseguir se concentrar em uma única coisa se torna um desafio mental que exige pratica treinamento e força de vontade. Tentando ajudar com os braços dobrados ao lado do corpo, esforçava-me para alcança-lo novamente até cruzarmos a linha de chegada com ele em vantagem.
Diminuindo o ritmo das corridas ele estendeu minha mão e me cumprimentou pela corrida dizendo-me que eu deveria me lembrar de me imaginar como um pequeno projétil se quisesse aumentar minha velocidade. Para a maioria das pessoas aquilo não fazia o menor sentido, mas eu havia compreendido perfeitamente o que ele me dissera sabendo o que faria nas duas próximas voltas.
- ÚLTIMA PARTE DA CORRIDA -
Assim que ele saiu da arena murmurei para mim mesma enquanto me posicionava na linha de partida, pronta para uma última etapa antes de passar para o próximo treinamento. - Concentração, Annabeth, você consegue. – Então iniciei as passadas devagar, aumentando a velocidade aos poucos e inclinando meu corpo para frente de maneira a deixa-lo mais aerodinâmico. A diferença com a primeira volta fora inacreditável e eu estava, de fato, mais rápida e sentindo o ar causando menos resistência ao meu corpo. 
Em poucos instantes cruzei a linha de chegada e a segunda volta não fora diferente da primeira além do cansaço causado em minhas pernas ter sido menor do que em qualquer outro treinamento que eu já havia feito. Estava satisfeita ao terminar o treino e pronta para a próxima arena.

___________________________________________________________
Atualizado por Atena

~Escrita correta: 19/20
~Criatividade do texto: 20/20
~Nível de prova: 16/20
~Reflexo/Agilidade:  14/20

TOTAL: 69

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Lyra Benson em Ter Jun 25, 2013 10:25 am

Se podemos sonhar também podemos tornar nossos sonhos realidade

Estava do lado de fora da arena próximo a pista de obstáculos criada pelos filhos de Hefesto,algum campista havia comentado sobre isso comigo alguns dias atras, eu não tinha treinado nela ainda,só observado de longe outros campistas treinando.Mas hoje me deu vontade de treinar ali também.
Cheguei a pista e comecei me alongando um pouco para não ter câimbras, e me preparei.
O caminho tinha vários obstáculos, mas eu sabia que eles não eram os únicos, como já tinha visto outros campistas fazendo aquele trajeto, já tinha ideia do que acontecia, lembro de ter ficado impressionada quando vi eles treinando aqui pela primeira vez. Haviam tantos mecanismos ali que me deixava cada vez mais impressionada.
Sem mais delongas, comecei a correr. Eu possuía uma agilidade e velocidade natural dos campistas daqui,acho que um pouco era culpa da hiperatividade que não deixa-vá me ficar muito tempo parada.Eu não era como um filho de Hermes, mas,certamente era rápida o suficiente para me locomover com facilidade em qualquer ambiente ou obstáculo.
Os obstáculos comuns não eram desafio algum. Eu os pulava com confiança, esperando ansiosa pelos mais complicados. Quase tropecei quando vi, do nada, uma estaca de madeira do meu tamanho, girando com uma bola de aço, cheia de espinhos, presa por uma corrente. Ao mesmo tempo em que pulava o obstáculo no chão, que começavam a subir,me joguei para trás fugindo da bola de aço em um salto mortal dado com precisão e segurança,agradeci mentalmente ao meu pai por ter me obrigado a fazer ginastica quando tinha 9 anos.Parei levemente entre dois obstáculos. Senti o chão embaixo de mim abaixar alguns milímetros e o som de algum tipo de gatilho embaixo sendo ativado. Era um sensor de pressão, senti. Com um impulso, rolei para o lado algumas vezes, conforme colunas de chamas irrompiam do solo, ativadas pelos diversos sensores estrategicamente posicionados pelo local . No fim da última esquiva, me projetei para frente com um impulso dos pés e passei pelo próximo obstáculo rapidamente.Já estava quase no final da pista. 
Uma parede de ferro se levantou ao meu lado, repleta de furos. Dali, tinha certeza, sairia algo que me acertaria, a não ser que eu agisse antes,pensei rapidamente.
Peguei velocidade e corri verticalmente na parede, enquanto ela subia, ficando no seu topo. De lá, foi fácil chegar ao fim do percurso,caindo em segurança no solo. Todas as armadilhas se desativaram quando terminei o trajeto.
E eu estava tão cansada que resolvi sentar no gramado próximo a pista de corrida e ficar olhando os campistas treinando enquanto descansava.

Nada a Declarar


♦ The White Swan ♦ @CG


(Análise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 13
*Criatividade do texto: 11
*Nível de Prova: 11
*Reflexo/Agilidade: 13
Total de Exp: 48


❦ Atualizado 


Lyra Benson

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  David R. Feuer em Sex Jun 28, 2013 2:51 pm

AM I USAIN BOLT?
somedays you need to run for your life
A pista de corridas da arena do acampamento... Bem mais exigente que qualquer maratona por aí. Ela foi desenvolvida obviamente pelos filhos de Hefesto, mas mesmo auxiliando em sua criação fica impossível prever o nível criativo das mentes de meus irmãozinhos. A única coisa que eu tinha certeza é que aquilo não era nada fácil, mesmo por que a maioria dos moradores do chalé nove são avessos a qualquer tipo de treino, eu era uma exceção.

Eu me posicionei no início da pista pronta para aprimorar meu gingado. Um apito soou e meu corpo impulsionou-se para frente partindo em disparada. Tentei ficar atento a qualquer anomalia enquanto meus se chocavam freneticamente contra o chão liso. Eu mantinha um ritmo confortável para meu corpo e tudo ia muito bem. Mas sempre há espinhos no mar de rosas.

No meio do caminho uma corcova surgiu no chão e isso ocorreu em uma piscada. Naturalmente eu mal tive tempo de pensar antes que me estatelasse no chão.

- Malditos irmãos do reggae. – Eu resmunguei enquanto me erguia e batia o pó da roupa.

Lá vamos nós novamente, prossegui a corrida e dessa vez desviei das corcovas com os olhos focados no chão. Ergui a cabeça sorrindo por ter passado pelas armadilhas, mas acabei dando de cara com uma pequena parede metálica plantada no meio da pista. Girei os pés na maior velocidade que poderia para me esquivar do obstáculo. Sambei pela pista, não caindo, mais uma vez, por muito pouco.

Continuei firme e forte na corrida, contornando periodicamente as paredes paranormais. Então percebi que pequenos buracos abriram-se nas bordas da pista logo mais à frente. Destas aberturas emergiram máquinas semelhantes a aquelas usadas no treino de jogadores de tênis. Assim que passei por elas uma saraivada de bolas de madeira voou em minha direção. Instantaneamente eu aumentei a velocidade consideravelmente, meus braços e pernas tornaram-se vultos enquanto as rajadas esféricas colidiam-se as minhas costas.

Uma se chocou contra meu joelho, outra contra a testa e outra contra a barriga. Até que consegui despistar as atiradoras dos infernos. Voltei a aumentar o ritmo depois de recuperar um pouco de fôlego, havia uma rampa a minha frente e eu pulei sobre ela inocentemente. Enquanto meu corpo se deslocava pelo ar tiver a curiosidade de olhar para baixo e encarar um imenso, profundo e sombrio buraco. Meu corpo desceu pouco antes da outra rampa, mas graças aos deuses consegui usar os reflexos e grudar a mão na beira da outra rampa.

Depois de um tremendo esforço consegui lançar meu corpo para o outro lado. Desci a rampa rolando e parei deitado ao chão. Meu corpo estava dolorido, minha respiração tão discreta quanto um liquidificador e pelo meu rosto parecia uma panela de cuscuz de tanto suor. Ao menos o circuito estava finalizado até ali.

Ouvi alguns passos e de ponta cabeça consegui encarar o sátiro cabeça de cuia que funcionava como instrutor daquela bagaça.

- Parabéns garoto, você completou a primeira parte da pista. – Ele disse sorrindo humildemente. – Quer tentar com novas armadilhas?

De olhos esbugalhados eu me reergui e sinalizei de todos os modos possíveis que já estava de bom tamanho.

- Bode, eu quero tentar é um dia de Bela Adormecida.
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(Análise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 16
*Nível de Prova: 16
*Reflexo/Agilidade: 17
Total de Exp: 68


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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Annye Stark em Seg Jul 15, 2013 1:17 pm


Tendo velocidade

"...Basta que me se aproxime e olhe no fundo dos meus olhos para que saiba quem sou de verdade."



Já se passará algumas horas desde que a jovem prole de Ares havia acordado, ela se encontrava sentada na varanda do chalé do Paladinos, sua nova morada, sentia os raios de sol penetrarem por seus poros em quanto o calor lhe trazia uma imensa sensação de calma momentânea, ela gostava de ficar ali sentindo aquela energia que lhe renovava as forças a todo momento, estava tudo em um silêncio atordoante e desde que se tornou Paladina a jovem ainda não havia treinado pois passará um longo tempo arrumando suas coisas e ajudando Annabeth nos deveres, mas agora estava pronta para por seu corpo novamente em treinamento pois agora além de ter a responsabilidade de carregar a honra de seu pai teria também que mostrar ser dignar de continuar como Paladina então arrumou a braçadeira no braço direito e se pois a caminhar até a arena.
Tudo se encontrava muito movimentado pelas áreas de treinos, algumas proles de Apolo treinavam tiro com arco, proles de Herácles e Hefesto treinavam com machados e martelos em quantos os herdeiros de Hermes corriam pelas pistas de corrida, ela mal sabia o que quereria treinar primeira mas estava ciente de que não seria nada que envolvesse lanças ou arcos pois lhe recordará do seu último treino com arcos e que Anthony lhe ficará sorrindo o tempo inteiro deixando que ficasse incomodada a todo momento, estava indecisa e não sabia como se decidir então fechou os olhos e pensou por um momento qual era o seu ponto fraco, ficou ali pensando até se lembrar na última corrida que apostará com as amigas, foi uma grande humilhação naquele dia e a garota estava disposta a não ter que passar por aquilo novamente então se decidiu correr pela pista.
Estava chegando ao fim o treino de um jovem de Hermes que fitou a garota da cabeça aos pés com cara de reprovação, Ann não sabia ao certo o motivo daquela olhada mas como resposta balançou a cabeça em sinal de indiferença que fez com que o rapaz revirasse os olhos e se aproximasse – Não vai conseguir correr com isso preso na cintura – Ele apontou para a espada que a jovem receberá ou se tornar uma Paladina, literalmente ele tinha rasão pois a espada lhe atrasaria mais ainda, mas ela não queria se separar da espada e jogá-la em qualquer lugar, o rapaz aparentemente havia percebido então lhe estendeu a mão e sorriu – Ande deixe ela comigo – Ann revirou os olhos e se lembrou do que Mellody havia lhe falado para nunca confiar em uma prole de Hermes pois nunca se sabe quando ele vai sair voando de tênis alado com suas coisas, a garota negou com a cabeça e fincou a espada com força em uma árvore próxima, agora ela teria certeza de que não seria roubada pois o rapaz precisaria de muita força para retirar a espada da árvore, o jovem deu de ombros e se afastou falando algo não compreendido pela garota. Ela estava pronta, o peso da espada havia desaparecido e agora ela poderia correr com mais liberdade então amarrou os cabelos em um rabo de cavalo perfeito e se postou no local de inicio da pista, a jovem se preparou em alongamentos nas pernas e braços para que não ficasse dolorida depois do treino, arrumou a blusa para que não subisse no momento em que estivesse correndo e se colocou em postura de corredor com uma perna esticada com a ponta do pé tocando o solo, a outra dobrada pra pegar impulso no momento da largada e com as mãos apoiadas para ajudar no momento do impulso, agora ela estava pronta só bastava o sinal da largada soar para que ela começasse a correr como nunca antes, ela estrala o pescoço com um movimento lateral rápido e em seguida o sinal soa para ela começasse.
Ainda está no começo da corrida, seu fôlego se encontra estável e ela ainda queria continuar a correr cada vez mais, primeiro começou em de um modo extremamente lento com passadas mais curtas e logo depois que pegou o ritmo aumentou para passadas mais largas dando mais impulso a cada passo, sentia que ainda estava lento e queria acelerar mais e assim fez, poucos minutos se passaram e Annye estava correndo do jeito que desejava até se descuidar dos obstáculos e ir ao chão quando pisou em falso sobre uma cratera -Aah mas que droga! – Logo a jovem praguejou ao maldito buraco, ela se levantou rápido e bateu as mãos na roupa com o objetivo de limpar a poeira que lhe cobrirá as pernas ao cair, agora ela estava disposta a correr e ficar atenta aos próximos obstáculos que aparecessem em seu caminho.
Ela respirou fundo e recomeçou com o ritmo já bastante acelerado mas com a pequena diferença de que desviava as vezes com dificuldades das crateras que apareciam constantemente, a garota se encontrava esperta demais com os buracos e não cairia novamente, pelo menos não por causa delas, estava tudo certo até que lombadas com cerca de 60 cm de altura começaram a aparecer, ela nunca foi uma boa aluna nas aulas de ginástica no colégio e tinha dificuldade para saltar sobre obstáculos nas competições mas agora ela teria que tentar para poder cumprir seu objetivo. Um, dois, três saltos efetuados com sucesso até que no quarto novamente veio ao chão pois no momento de saltar a jovem não havia observado que do outro lado havia uma cratera próxima e ao concluir o salto foi ao chão por pisar sobre ela.
Já estava cansada e não sabia se podia aparecer coisa pior, ela queria um descanso e até mesmo um pouco de água para se refrescar então se levantando com dificuldade ela se colocou para a margem de saída da pista e respirando forte se foi a caminhar até a árvore onde fincará sua espada, ela olhou para a árvore e suspirou, colocou as mãos no cabo da espada e com um único puxão a retirou guardando logo em seguida em sua bainha em quanto saia do local respirando fundo.


"A sede de vingança e guerra está em meu sangue"
CLUMSY @ SA!



(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 17
*Nível da Prova: 18
*Reflexos/Agilidade: 17
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Andrews Biersack em Seg Jul 29, 2013 10:16 pm

Em Busca da Forma Ideal
"Não adianta correr a trás, acho preferível andar, se isso me garantir estar na frente."

Eu cheguei naquela pista alegre. Havia tido uma noite boa de sono e o dia foi ainda mais animador. Nada melhor para fazer do que treinar, então! Eu me dirigi até a enorme pista onde eu poderia correr e saltar as barreiras colocadas ali. Comecei em uma marcha veloz, na velocidade que os corredores de uma maratona começam a correr, para poupar energia. Foi simples, um salto atrás do outros, ajeitando-me para saltar antes de chegar à barreira. Eu continuei nesta pista por uns dez minutos, quando soube que precisava intensificar o treino.

Eu agora estava na pista onde diversos tipos de solos eram apresentados. Comecei a correr da mesma forma que antes, mas agora olhando para o chão e para frente, em busca de equilíbrio e concentração. O chão rochoso era complicado, eu precisava achar um local seguro para os pés, colocar o pé em um anterior e procurar outro, em seguida colocar o pé neste primeiro, enquanto procurava um terceiro, para que soubesse onde pisar antes de estar prestes a fazer isso. Creio que foi um desafio mental acima do que foi um desafio físico.

O terreno rochoso deu espaço para um terreno arenoso, com algumas ou outras pedras e raízes pelo caminho. Muitas vezes era inclinado e eu precisava me esforçar para não perder o pique e ignorar a dor. Por outro lado, havia as descidas, onde eu procurava, mais uma vez, espaço para meus pés que estavam a dois passos na frente, para que não me perdesse na velocidade. Parecia uma trilha, eu estava quase perdido, mas conseguindo manter um belo ritmo. Senti minhas pernas fraquejarem algumas vezes, mas resistiram bem até o final.

O terreno úmido, creio que foi o que mais me complicou. Era grudento e meu coturno não estava mais pesado do que nunca. Uma leve chuva começou a cair e eu comecei a correr mais rapidamente, em um ritmo embalado com os pés, mas ainda sim, sendo suave e focado. Estreitava os olhos e fazia, com rapidez, as difíceis curvas e estreitas passagens do local. Foi então que eu comecei a sentir o efeito do esforço. Alguns tropeços, alguns esbarrões – bem ridículos – com árvores e diversos arranhões pelo corpo. Isso tudo causado pela baixa visibilidade que eu tinha na chuva, o estado mais complicado que meu corpo enfrentava e o pior de tudo, o estado congelado de minha cabeça, estava mais lenta em seu raciocínio a cada segundo.

Agora a chuva se findara. Eu tropecei feio no final daquele terreno e rolei alguns metros. Me ergui e comecei a correr antes que a dor invadisse meu corpo, tomando o lugar da adrenalina. Em seguida eu cheguei em um terreno semelhante ao deserto, onde minhas vestes molhadas pesavam e me faziam sentir o frio vento gelar-me. A areia começou a grudar em meu corpo e os coturnos, encharcados, batiam no terreno como se eu estivesse usando baquetas nos pés e o chão fosse uma bateria. Era terrível mente desconfortável. Eu continuava olhando para frente, determinado, quando olhei para baixo e vi o sangue escorrendo por baixo da calça e ficando, ao lado da água, parado no chão a cada vez que eu pisava nele formando pegadas.

Apertei o passo, minhas costelas já pediam por socorro, minha expressão não deveria ser a mais bela, mas meus olhos acinzentados estavam determinados e focados. Eu senti um puxão na perna, mas segui em frente, sentindo cada passo como se fosse um soco e cada segundo como sendo tortura. Não via a hora de chegar ao final daquilo, louco para desistir, mas certo de que deveria terminar.

Por fim, cheguei de volta ao começo da pista, com um suspiro de alívio eu limpei a testa fiz uma atadura na ferida, após limpa-la. Voltei mancando para o chalé e logo peguei um caderno, nele comecei a fazer anotações. Aqueles treinos formariam quem eu seria no futuro e eu não sei até onde eles estavam sendo proveitosos. Mas sabia que aquilo que eu escrevia um dia me viária a ser útil, porque eu não anotaria se não fosse.

✍ Parabéns pelo treino (Atena) ✍

Escrita correta: 17/20 pontos;
Criatividade do texto: 15/20 pontos;
Nível da prova: 16/20 pontos;
Reflexos/Agilidade: 15/20 pontos;

Totalizando: 63 pontos.

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Andrews Biersack em Qua Jul 31, 2013 9:41 pm

Correr Sem Cair, Eis o Desafio
"Do que o equilíbrio do corpo, somente o equilíbrio da mente é mais necessário."

Suspirei antes de dar a partida. Como era de costume, eu estudava os passos que ia dar dois a frente do que eu estava, estando concentrado em não deixar que minha mente fosse alcançada pelo meu corpo e que meus passos não fossem planejados. Minha face estava, provavelmente, estranha e contorcida na difícil tarefa de pisar somente nos locais onde eu havia marcado os círculos, dando passo após passo, em velocidade, mas sem errar até o final. Quando enfim sai daquela parte, comecei a correr por entre as árvores rumo à ponte que fora montada na floresta. Eu corria entre as árvores que davam estreitas passagens. Uma vez ou outra tropeçando em algumas raízes ao longo do trajeto, que contava com algumas paradas bruscas para desviar de árvores  e partidas em velocidade ao encontrar espaços vazios. Minha panturrilha explodia a cada arrancada, assim como quando eu apoiava meu corpo nela ao tentar parar.

Por fim notei a elevação na floresta que me levaria ao inicio da ponte. Subi com dificuldade, enquanto minhas pernas clamavam por descanso. Encarei a ponte, ainda sem parar de correr e subi nela dessa forma, em velocidade. Eu quase caí de cara no chão. A ponte era feita de corda, apenas as madeiras para apoiar os pés eram diferentes do restante. Não havia apoio para as minhas mãos, portanto as ergui em busca do equilíbrio de peso. Em alguns segundos, eu não podia mais correr, mas o perigo de cair já havia passo, portanto eu acelerei o passo.

Logo começaram a serem lançados os projéteis de se- lá-o-que com serventia de me atrapalhar. O primeiro passou longe eu pude seguir sem problemas, porém, o segundo vinha na direção de minha cabeça. Tive de parar e me agachar rapidamente, o que quase me fez cair. Eu me levantei e voltai a andar, mas um novo lançamento mirava minhas pernas. Esperei o momento certo antes de pular e, assim que pulei, comecei a analisar de que forma deveria pôr os pés na ponte, a fim de não cair dela. Tudo deu certo.

Cada vez que um projétil era lançado, a distância entre ele e o próximo diminuía. Foi complicado ter até que rolar para frente uma vez. Eu dei sorte de não cair, porque o risco era enorme. Passei por 75% da ponte, quando algumas colunas fazem dela algo mais concreto, porém continuava estreita. Eu comecei a correr, as distrações vinham de duas em duas e eu pulava para passar entre elas, me atirava no chão para passar por baixo ou pulava, quando a altura das duas era a mesma.

Não demorou muito para que eu caísse no chão do outro lado da ponte. Exausto, mas com um sorriso na face. Levantei-me com esforço e decidi que precisava de mais um pouco de treino. Foi então que comecei a correr em direção ao chalé, passando pela estreita floresta mais uma vez.

✍ Parabéns pelo treino (Atena) ✍

Escrita correta: 18/20 pontos;
Criatividade do texto: 15/20 pontos;
Nível da prova: 14/20 pontos;
Reflexos/Agilidade: 14/20 pontos;

Totalizando: 61 pontos.

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Alice Charlotte McHallen em Qui Ago 01, 2013 10:23 pm



Treino de agilidade/reflexos

     Algumas horas depois de ter saído do treino com arco e flecha, no final da tarde, minha vontade de treinar continuava. Eu ainda estava muito disposta, mesmo tendo acordado mais cedo que o habitual e treinado por bastante tempo pela manhã. Além disso, me sentia confiante e animada hoje. Rumei, então, até a pista de corrida, onde eu iria treinar agilidade e reflexos. Fiz alguns alongamentos antes de começar, para evitar câimbras (que eu tinha com frequência, por sinal): entrelacei as mãos esticando os braços o máximo que eu podia, para frente, para o alto, para trás, e apontando para o chão, com as pernas esticadas; dobrei a perna direita para trás, segurando-a com a mão e me equilibrando apenas com a esquerda, e logo após, ao contrário. Continuei fazendo alongamentos, e quando achei que já estava bom, me preparei para correr, ficando na posição de largada. Contei até três, respirei fundo, e comecei a correr.

Eu estava correndo em uma velocidade não muito rápida, para poupar energias. Várias vezes apareciam obstáculos no meio do caminho: Pedras, pequenos buracos, poças de lama... Esses eram fáceis, é claro. Ao longo do percurso, os obstáculos iam dificultando. Comecei a aumentar minha velocidade cada vez mais. Depois de um tempo eu já estava correndo muito rapidamente, e ainda por cima, minha mente estava viajando, por isso, não pude reparar em um largo buraco de lama que havia no chão. Quando o vi, era tarde demais. Tentei parar, mas isso só piorou a situação. Minhas pernas tropeçaram e meu tornozelo dobrou. Eu caí com tudo no buraco, ficando toda suja de lama. – AAAAAAARGH! QUE DROGA! – Eu praguejava diferentes palavrões que nem eu mesmo sabia que conhecia. Felizmente, não havia acontecido nada de grave com meu tornozelo, mas estava doendo. Levantei-me do chão com dificuldade. Apesar de eu estar toda suja de lama, eu ia continuar meu percurso. Peguei a garrafa cheia de néctar que estava dentro da bolsa que eu havia trazido comigo – só por precaução – e tomei alguns goles. Rapidamente comecei a me sentir muito melhor, então, recomecei a correr, desta vez, um pouco mais devagar, assim, podia visualizar melhor os obstáculos.

Depois de passar por várias rochas, desviar de buracos com diversas substâncias nojentas, e principalmente, várias bolas de espinhos penduradas sabe-se lá onde, que balançavam de um lado para o outro e atrapalhavam meu caminho, as coisas começaram a piorar. O solo, que até agora era comum, começou a se transformar em areia movediça. A mesma tentava me engolir, me puxando para baixo. Comecei a gritar e tentar subir, mas sem sucesso. Então, percebi que quanto mais eu tentava me desvencilhar dela, mais eu afundava. Sendo assim, passei a me mover cada vez mais devagar, e estava funcionando. Finalmente, consegui  me desprender da areia movediça.

Voltei a correr, e o solo voltou a ficar normal, mas por pouco tempo. Logo, ele havia ficado úmido e escorregadio, o que me fez cair várias vezes e ralar os joelhos. Ignorando a dor, voltei a correr, passando por vários obstáculos e várias mudanças no tipo de solo: Quente demais, queimando meus pés e me fazendo dar pulinhos ridículos a cada passo que eu dava; arenoso, que me fazia correr lentamente e não conseguir desviar dos obstáculos; rochoso, que me fazia tropeçar várias vezes; até mesmo congelado que me fazia deslizar e escorregar no chão, incapaz de correr. Foi bastante difícil para mim, mas no fim, consegui chegar ao final do percurso sem muitos machucados graves.
Eu estava suja da cabeça aos pés, suada, com fome e arfando. Comi um pequeno pedaço de ambrosia que havia trazido comigo, que fortaleceu minhas energias. Sentei apoiada em uma árvore ali perto da pista, para descansar por alguns minutos e depois retornar ao meu chalé. Fiquei observando os campistas ali correndo, todos sujos e fazendo diversas caretas de dor, alguns correndo de criaturas ferozes. Podia até ser cômico, se não fosse trágico. Por fim, cansei de ficar ali e voltei ao meu chalé, extremamente cansada.


✍ Parabéns pelo treino (Atena) ✍

Escrita correta: 19/20 pontos;
Criatividade do texto: 15/20 pontos;
Nível da prova: 14/20 pontos;
Reflexos/Agilidade: 14/20 pontos;

Totalizando: 62 pontos.

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Teresa X. Liethor em Dom Ago 11, 2013 4:57 am



Teresa of the faint smile

Dragon Rider



Dois anos passados sem que nenhum treinamento que em seus termos fosse considerado rigoroso ocorrera. Dois anos em que seus músculos sentiam o desgaste do tempo em demasiado conforto. A estadia no Acampamento era diferente da sede das Amazonas. Seu ritmo era mais lento, e era exigido menos dos meio-sangues do que das mulheres-guerreiras.
Teresa encontrava-se junto ao galho baixo de uma árvore, a espreita. Era de se esperar que, mesmo ela tendo consciência de quem era filha, sua reclamação oficial demorasse a vir — afinal, quem sairia da guarda no meridiano para reclamar uma cria qualquer?
Maledetto — murmurou consigo, ignorando a possibilidade do pai estar de ouvidos abertos. Seria assim tão hipócrita para negar-lhe a reclamação e puni-la por reclamar disto? Ridículo. Ela soltou um riso baixo e esticou a pena esquerda, buscando o terreno abaixo da árvore, ponderou duas vezes e recuou a perna, prosseguindo seu conforto no galho. X recostou-se no tronco à sua esquerda e fitou o horizonte. A tarde corria-lhe bem, calma e serena como sempre. Os dias monótonos do lugar estavam se tornando devidamente chatos a ela. Seus planos, obviamente, eram sair dali o quanto antes, mas ela pensava em Raki e pensava também no que faria assim que partisse. O que a motivaria?
Ignorando toda reflexão de uma tarde refrescante, ela pulou da árvore e caiu de pé, quase esboçando um sorriso. Quase.
Seu rumo agora restringia-se ao acaso. Ela contornou as árvores e tomou a trilha mais rápida até a Arena. Não tinha consigo sua espada, que por infelicidade acabou por esquecer em seu chalé, visto que não pretendia arrumar brigas hoje; aliás, planejava transformá-la em uma bela espada claymore. Aquilo sim seria divertido, decapitar monstros com uma lâmina gigantesca? Não existia ideia que iria entretê-la mais.
Cogitou a possibilidade de um teste físico mais simples enquanto locomovia-se até a Arena, algo fora dos padrões de lutas, como os semideuses costumavam e tinha desejo por treinar. Quem sabe aprimorar e desenferrujar seus reflexos?
Porventura a pista de 100 metros rasos com obstáculos foi a primeira coisa com a qual Teresa deparou. Alguns outros semideuses cercavam Ian, o responsável pelas atividades desse específico local, quando X aproximou-se sorrateiramente ela acabou por ouvir trechos de conversas sobre uniformes, suposições sobre a quantidade de cães infernais do dia entre outras coisas. Relaxou as sobrancelhas e olhou para baixo, fitando-se. Estava utilizando o traje que comumente usava, as vestes de Amazona usava apenas quando tinha alguma missão exterior ou algo relacionado, no entanto, enquanto estava no Acampamento tratava de usar roupas simples e surradas, nada muito apertado ou sofisticado — o ideal para treinamentos. Entretanto, depois da auto-análise ela destacou que não utilizava dos melhores calçados para corrida, e logo dirigiu-se direto pela pequena confusão e buscou entre um amontoado de tênis um confortável e de seu número. Encontrou um perfeito. Retirou os seus e os calçou. Sentia-se preparada para qualquer coisa que viesse. Embora de fato não estivesse.
Outros meio-sangues tratavam de se aprumar para a corrida. Não ocorriam competições oficiais, a corrida focava-se no melhoramento da agilidade e noção de hora certa e hora errada, porém em qualquer lugar era possível denotar que os adolescentes ali gostavam de concorrer entre si. Dois filhos de Hermes — reconhecidos por sua estatura e corpo esguio — e um outro um tanto baixinho que de primeira impressão lembrava-lhe um garoto qualquer que tinha visto nas proximidades do chalé de Dionísio (era surpresa que um filho do Sr D estivesse disposto a fazer algum esforço) estavam em posição, lado a lado, para iniciar a prova. Teresa esperou que eles partissem e em seguida posicionou-se, respirou fundo, sentindo alguns olhares em torno de si. O pé esquerdo na frente e o direito atrás. Fez uma contagem regressiva mental.


3...2...1

Seus pulmões encheram-se de ar como balões e ela iniciou a corrida. O vento batia-lhe de ambos os lados da cabeça, assoviando e dando-lhe a impressão de que estava em pleno ar. A pista reta de primeira era só uma sensação ingênua que tinha. Repentinamente o solo onde pisava havia tornado a forma de cascalho, o barulho foi o que a despertou. Continuou com um pé atrás do outro. Puf, uma pedra do tamanho de uma bola de basquete apareceu misteriosamente no seu caminho e quase foi o motivo de um tropeço, no entanto, ela saltou a tempo por cima da pedra, pegando impulso no seu topo para também ultrapassar um terceiro obstáculo: um metro de chão coberto por lava que por pouco não havia tostado seus calcanhares. Ela pensou consigo em parar de correr ou ao menos diminuir o ritmo, mas exigia-se mais. Cerrou os punhos durante o movimento de vai-e-vem dos braços e inclinou-se um pouco mais para frente, aumentando sua velocidade. Uma rajada de vento a açoitou por sua direita e ela quase foi retirada da pista — uma ajuda dos filhos de Éolo, presumiu. Malditos.
Novamente uma mudança de solo, sentia o frio correr por baixo de seus pés, uma extensão de 4 metros de puro gelo. Ela resolveu adentrar nessa situação e impulsionou o corpo para frente, escorrendo pela plataforma, tentando ao máximo deixar os pés juntos para que não perdesse o equilíbrio. Ela quase esboçou um sorriso ao escapar desse 6º obstáculo.
Bonecos começaram a aparecer do chão por fissuras, ela com um arranque socou um dos dos bonecos à sua esquerda. Vinha mais um a direita, outro na última fileira à sua esquerda e outro na sua frente. Ela, ainda sem perder o ritmo, atingiu o flanco do boneco à sua direita com uma cotovelada e mudando para a pista à sua esquerda, abriu os braços, pegando ambos os outros bonecos pela cabeça e os desvencilhando de seus pontos fixos. Tinha um boneco embaixo de cada braço quando outro solo de lava apareceu. Ela parou por um instante a ponto de seus ouvidos atentos detectarem o som de latidos ferozes. Em sequência: três. Três cães.
Jogou os dois bonecos por cima do solo abrasador fazendo assim uma ponte precária, mas suficientemente boa para que pudesse atravessar antes que o material de palha dos bonecos pegasse fogo. Ela passou de forma cuidadosa mas rápida por cima deles e continuou seu caminho. As suas costas os latidos tornavam-se ainda mais estridentes e irados e, o pior, o sol estava sendo encoberto por nuvens, o que sugeria uma boa quantidade de sombras para teleporte. Teresa tinha ainda 30 metros pela frente!
Seu coração era puro ritmo, junto com seus passos e os tênis que esforçavam-se ao máximo para conter o impacto. Uma rampa foi erguida repentinamente e ela teve de lutar contra o material escorregadio para conseguir atingir o topo ainda com impulso para saltar. Dali de cima observou dois outros 'competidores' atingindo bonecos-alvos com grandes setas que mais pareciam arpões, no entanto faltava um; ela o achou em seguida, o garoto provavelmente-filho-de-dionísio estava lamentando dores onde ela deveria aterrissar após o salto, provavelmente com um tornozelo torcido (ou talvez algo pior). Antes de saltar ela arriscou uma olhadela por cima do ombro, os três cães estavam muito próximos e a metade da pista já estava escura, ao menos restava-lhe um pouco de sol. Saltou e avistou o chão, o que a fez anotar mentalmente a não se olhar para o chão quando se está saltando dessa forma.
Seus tênis amorteceram boa parte do impacto, embora ela ainda tenha sentido um tremor nas pernas. Era de se esperar sofrer destas consequências quando se estava beirando o sedentarismo. Ela olhou para cima da rampa e viu as sombras locomoverem-se lentamente por cima dela, os cães infernais teleportaram-se para o topo, perdendo um pouco do tempo por causa do seu tamanho, já que nem todos cabiam lá em cima. Ela olhou para o garoto estirado no chão que nem tinha notado que sua vida poderia estar correndo perigo e olhou para os dois outros filhos de Hermes lá na frente. Eles, assim que viram as figuras dos cães infernais, deram meia volta e correram na direção do garoto ferido; entretanto, Teresa continuou. Um meio-sorriso tomando conta do seu rosto enquanto os últimos 5 metros estavam em sua frente.
Puf, viu os olhos vermelhos de um dos cães infernais na sua frente, antes de desviar de sua mordida brutal. Ela enrijeceu os ombros e contornou o corpo do monstro, mirando um soco bastante forte em suas costelas. Ele urrou de dor assim que foi atingido, mas isso só foi o suficiente para que se enfurecesse mais. O cão arriscou uma patada na direção da heracliana e fios de sangue escorreram pelo seu braço. Ela deu de encontro novamente com os olhos vermelho-sangue do animal e os seus mesmos que eram donos de um prata, acabaram por tonalizar um dourado meio amarelo, lembrando os de um felino. Ela correu em torno do animal e quando estava prestes a atacá-lo ouviu um apito, seguido do desaparecimento do monstro frente aos seus olhos — tão rápido quanto surgiu. Olhou para trás, as orbes novamente tomando a coloração prateada, e visualizou Ian. Lia seus lábios à distância, murmurava alguma praga ou algo do tipo. Ao invés de parar e esperar alguma censura ou repreensão, ela girou o corpo e terminou seus últimos cinco metros.

Vitória.


✍ Parabéns pelo treino (Atena) ✍

Escrita correta: 20/20 pontos;
Criatividade do texto: 17/20 pontos;
Nível da prova: 15/20 pontos;
Reflexos/Agilidade: 15/20 pontos;

Totalizando: 67 pontos.

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Ian McCready em Ter Ago 13, 2013 8:26 pm

- Só mais um pouco....

O suor escorria do meu rosto enquanto as árvores passavam ao meu lado. Zupt e mais uma vez o giro no ar me fez bater contra o chão e encontrar apenas uma coisa a minha frente... a árvore.
O gosto acre que descia garganta garganta a baixo me fez enjoar enquanto me erguia e tentava me orientar para voltar a fugir. Camisa rasgada e calças em estado igual. Não tinha uma parte sequer do meu corpo que estivesse sem arranhão e a dor não podia mias ser ignorada. E tudo isso poderia ser evitado se os acontecimentos daquela manhã não tivesem sido tão intensos.

Sexta, 5 de Julho.

O trombar com Nikka poderia sugerir um dia agradável e fácil, porém, isso passou junto com ela. Nikka era bonita e isso fazia com que os outros campistas também a quisessem e para um idiota, bater no cara que trombou com ela parecia uma boa forma de chamar sua atenção. Eu a observara por muito tempo e conhecia todos os trejeitos que a mesma tinha, não ia ser aquilo que a agradaria, mas foi o que ele pensou quando cruzou o refeitório e lançou seu punho contra meu rosto.

Para o azar dele, minha observação ajudou no movimento de jogar o tronco para trás e puxa-lo contra a janela aberta, o jogando do lado de fora do mesmo. A briga estava armada. Os irmãos do mesmo começaram a comprar briga e três deles colocaram as mãos nos pescoços, mostrando o que aconteceria a mim quando os olhos do guardião não estivessem ativos. Pensei, tinha o dom de fazer isso. Nada poderia me acontecer ali, todos tinham regras muito rigidas e ninguém enfrentaria em 3x1 na Arena, seria covardia. Me traquilizei então e continuei a rotina diária. Começei o treinamento de luta com um campista, socos, chutes, chão. Tudo misturado com esquivas, abdominais e tudo que uma rotina de treinamento intensi vo pedia a alguém. No treinamento de lança o garoto arremessou mais longe do que deveria e a mesma caiu em meio a uma mata muito fechada.

Chorando, o menino me convenceu a busca-la já que a mãe o havia dado e por algum motivo ele jurava que ela iria ficar irada. Fui em busca da lança e um golpe forte me fez adormecer por inteiro assim que entrei na mata. O corpo caiu e apenas vi os trâs me cercarem com sorrisos sádicos. Minha touca se ativou e sumi antes de qualquer outra coisa. Mesmo assim, ao levantar, fiz movimentos demais e eles viram meus pés ficarem evidentes entre a folhagem, foi o bastante para que eu usasse minha inteligência para correr e sem conhecer o caminho, tudo que pude fazer foi tentar co mtudo que eu podia fugir daquilo tudo.

Eles eram bons com arremessos e pedras, madeiras, tudo que podiam jogar jogavam, e quando algo me acertava a queda era invetável, mas a vontade de viver era maior, o que fazia as pernas ficarem fortes o bastante para fugir.  A respiração faltava a mim e como filho da Deusa da Guerra apenas fiz  oque devia fazer, fugindo de um confronto direto, quando palavras resolveriam tudo.
Gravava exatamente o caminho e tinha certeza que hora ou outra eu conseguiria voltar sem grandes problemas, mesmo que ferido.

Agora

O cansaço me dominava e aos poucos eu revia o acampamento. Diversas vezes fui obrigado a desviar de projéteis, incluindo lanças e hora ou outra eles seriam punidos por alguém. A verdade é que a caçada estava acabada e os portões da volta já eram vistos. Um reflexo de quem estava vencido mas insistia em ficar de pé me fez cair pela última vez diante do mesmo portão.

- Não aguento mais.....

Eles arremessaram uma lança que não me acertou pela velocidade que tive em me jogar ao solo, mas continuar era impossível. Mesmo assim vi um deles olhar bem para mim e falar em alto e bom som:

- Não achei que aguentaria mais de uma hora. Já é de noite, vá descansar e outro dia nós continuamos.

Fiquei a olhar para o sujeito e um sorriso brotou em meu rosto, satisfação de ter conseguido sobreviver. Todos deram as costas e a voz do mesmo ecoou pela mata:

- Da próxima vez, espero mais diversão.

O levantar de m campeão desonrado, isso resumia minha caminhada de volta ao chalé. Tentei passar por Annabeth sem ser notado para evitar perguntas e assim que consegui tomei um bom banho e deitei para descansar. Foi um dia intenso, diferente e engraçado. Jamais ficaria feliz em ter perdido.

Treino Inválido! †

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Ian McCready em Dom Ago 18, 2013 11:27 am

- Só mais um pouco....

O suor escorria do meu rosto enquanto as árvores passavam ao meu lado. Zupt e mais uma vez o giro no ar me fez bater contra o chão e encontrar apenas uma coisa a minha frente... a árvore.
O gosto acre que descia garganta garganta a baixo me fez enjoar enquanto me erguia e tentava me orientar para voltar a fugir. Camisa rasgada e calças em estado igual. Não tinha uma parte sequer do meu corpo que estivesse sem arranhão e a dor não podia mias ser ignorada. E tudo isso poderia ser evitado se os acontecimentos daquela manhã não tivesem sido tão intensos.

Sexta, 5 de Julho.

O trombar com Nikka poderia sugerir um dia agradável e fácil, porém, isso passou junto com ela. Nikka era bonita e isso fazia com que os outros campistas também a quisessem e para um idiota, bater no cara que trombou com ela parecia uma boa forma de chamar sua atenção. Eu a observara por muito tempo e conhecia todos os trejeitos que a mesma tinha, não ia ser aquilo que a agradaria, mas foi o que ele pensou quando cruzou o refeitório e lançou seu punho contra meu rosto.

Para o azar dele, minha observação ajudou no movimento de jogar o tronco para trás e puxa-lo contra a janela aberta, o jogando do lado de fora do mesmo. A briga estava armada. Os irmãos do mesmo começaram a comprar briga e três deles colocaram as mãos nos pescoços, mostrando o que aconteceria a mim quando os olhos do guardião não estivessem ativos. Pensei, tinha o dom de fazer isso. Nada poderia me acontecer ali, todos tinham regras muito rigidas e ninguém enfrentaria em 3x1 na Arena, seria covardia. Me traquilizei então e continuei a rotina diária. Começei o treinamento de luta com um campista, socos, chutes, chão. Tudo misturado com esquivas, abdominais e tudo que uma rotina de treinamento intensi vo pedia a alguém. No treinamento de lança o garoto arremessou mais longe do que deveria e a mesma caiu em meio a uma mata muito fechada.

Chorando, o menino me convenceu a busca-la já que a mãe o havia dado e por algum motivo ele jurava que ela iria ficar irada. Fui em busca da lança e um golpe forte me fez adormecer por inteiro assim que entrei na mata. O corpo caiu e apenas vi os trâs me cercarem com sorrisos sádicos. Minha touca se ativou e sumi antes de qualquer outra coisa. Mesmo assim, ao levantar, fiz movimentos demais e eles viram meus pés ficarem evidentes entre a folhagem, foi o bastante para que eu usasse minha inteligência para correr e sem conhecer o caminho, tudo que pude fazer foi tentar co mtudo que eu podia fugir daquilo tudo.

Eles eram bons com arremessos e pedras, madeiras, tudo que podiam jogar jogavam, e quando algo me acertava a queda era invetável, mas a vontade de viver era maior, o que fazia as pernas ficarem fortes o bastante para fugir.  A respiração faltava a mim e como filho da Deusa da Guerra apenas fiz  oque devia fazer, fugindo de um confronto direto, quando palavras resolveriam tudo.
Gravava exatamente o caminho e tinha certeza que hora ou outra eu conseguiria voltar sem grandes problemas, mesmo que ferido.

Agora

O cansaço me dominava e aos poucos eu revia o acampamento. Diversas vezes fui obrigado a desviar de projéteis, incluindo lanças e hora ou outra eles seriam punidos por alguém. A verdade é que a caçada estava acabada e os portões da volta já eram vistos. Um reflexo de quem estava vencido mas insistia em ficar de pé me fez cair pela última vez diante do mesmo portão.

- Não aguento mais.....

Eles arremessaram uma lança que não me acertou pela velocidade que tive em me jogar ao solo, mas continuar era impossível. Mesmo assim vi um deles olhar bem para mim e falar em alto e bom som:

- Não achei que aguentaria mais de uma hora. Já é de noite, vá descansar e outro dia nós continuamos.

Fiquei a olhar para o sujeito e um sorriso brotou em meu rosto, satisfação de ter conseguido sobreviver. Todos deram as costas e a voz do mesmo ecoou pela mata:

- Da próxima vez, espero mais diversão.

O levantar de m campeão desonrado, isso resumia minha caminhada de volta ao chalé. Tentei passar por Annabeth sem ser notado para evitar perguntas e assim que consegui tomei um bom banho e deitei para descansar. Foi um dia intenso, diferente e engraçado. Jamais ficaria feliz em ter perdido.

__________________ ^^__________________



TREINO RECUSADO (Hécate)


 Meu querido, estou ciente de que outro(a) deus(a) já havia lhe comunicado que é proibido o post de treinos em quanto se encontra em Missão ou em MvP, se não esta a par de tal regra peço que releia os termos do fórum, como você efetuou tal post em quanto se encontra em uma MvP seu treino não poderá ter uma avaliação.
 Espero que esteja ciente de que errar uma vez podemos perdoar, uma segunda dependerá muito do nosso humor e em uma terceira haverá consequências que tenho total certeza de que não irá gostar.

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Metis Bruske em Ter Ago 20, 2013 3:10 pm

O meu último treino e atividade do dia talvez fosse um dos mais importantes para minha sobrevivência no acampamento. A arena da agilidade encontrava-se em torno da de armas e consistia, principalmente, de uma pista de corrida com obstáculos durante o percurso, a maioria envolvendo mais do que apenas velocidade e sim a rapidez com que os membros se movimentavam de maneira combinada. Um garoto que reconheci do chalé de Hermes encontrava-se com um apito na mão recostado na entrada da arena de armas e fui até ele, colocando as mãos nos bolsos.

- Olá, pode...Sei lá, marcar o tempo? – Indaguei erguendo os ombros juntos ao pescoço e ele pareceu me analisar com o olhar enquanto o sorriso fácil tomava conta de sua face, assentindo em seguida. – Claro, vamos para a linha de chegada. – Disse ele em um tom simpático até demais que me deixou desconfiada o encarando, mas o que fazer? Fui até a linha de partida preparando-me e aguardando o sinal dele dado em seguida.

A primeira etapa da corrida consistia em um zigue-e-zague demarcado por pneus e meus pés pareciam se embaralhar nas concavidades ocas dos objetos, obrigando-me a diminuir a velocidade para evitar de cair, mas o filho do Deus dos ladrões vinha logo atrás marcando o ritmo das passadas com sopros no apito e exigindo maior velocidade da minha parte. O correr nesses obstáculos se davam de maneira desengonçada, mas consegui superar a etapa do percurso, passando pela seguinte.

Agora, cordas estavam dependuradas em galhos de árvores com nós marcando os locais de apoios para os pés e eu deveria subir nelas tentando passar de uma para a outra da maneira mais rápido possível. Para completar, o solo abaixo delas estava encharcado, dando lugar a uma única poça de lama alongada e larga na pista. Segurei no alto de uma delas e meus pés se agarraram no enorme nó de sua extremidade, forçando o balançar na direção da próxima corda e estendendo minha mão livre a fim de pegá-la. Na primeira parte, precisei de algumas tentativas com a corda escapando de meus dedos como se estivesse banhada em creme.

Quando consegui segurá-la, aproximei ela de mim e passei a dependurar-me nela passando para a corda seguinte e então a próxima. As etapas seguintes dessa parte da trajetória foram mais fáceis e passei para o novo exercício da pista de corrida que contornava a enorme arena de treinamento. Este envolvia em uma rede erguida cerca de trinta centímetros do chão enlameado onde eu devia me arrastar por debaixo deste. A prole do Deus dos Viajantes continuava a soar com o apito atrás de mim fazendo com que eu me sentisse em pleno exercício militar, mas não tinha escolha àquela altura do trajeto e não iria desistir.

Coloquei-me de joelhos e depois deitada sobre os cotovelos, conforme começava a me arrastar por debaixo da rede que tinha alguma substância afiada pois senti, no início, que alguma coisa raspava e causava ardência em minhas costas forçando-me a abaixar meu tronco ainda mais. A única coisa que permanecia acima do nível da lama era minha cabeça e meus ombros apoiados nos cotovelos que auxiliavam em minha locomoção. Felizmente, terminei inteira essa etapa da corrida. Coberta de lama dos pés à cabeça, mas ainda assim inteira.

Colocando-me em pé novamente, a última etapa do treinamento envolvia esteiras que se locomoviam, cada uma forçando a movimentação em uma direção oposta à anterior e tirando o equilíbrio de qualquer um que se aproximasse delas. Assim que meu pé repousou sobre a primeira esteira, meu corpo foi içado na direção esquerda sendo forçado a se locomover neste trajeto e causando uma queda de lado no chão móvel. Ao colocar-me novamente de pé, tentei pular na próxima esteira que se movia na direção contrária à anterior, quase perdendo o equilíbrio assim que meus pés pousaram sobre ela. O corpo era puxado para a esquerda e afastei minhas pernas e braços reestabelecendo meu equilíbrio, enquanto observava a seguinte e me preparava para o próximo salto que daria.

A etapa das esteiras teve sua dificuldade superada e agora eu caminhava de volta para o chalé do Deus dos ladrões a fim de tomar um banho e me preparar para a janta, afinal estava imunda e suada dos pés à cabeça e não gostaria que minha primeira habilidade adquirida fosse o poder de matar qualquer um que se aproximasse devido ao cheiro. Despedindo-me do rapaz, fui imediatamente para o banheiro de minha casa temporária até que o meu progenitor divino decidisse me reclamar, seja ele quem fosse.



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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Metis Bruske em Qui Ago 22, 2013 10:38 pm

Estava no último treino do dia e, por mais que eu não gostasse tanto dele, era um dos mais importantes, pois seria o que definiria a minha velocidade de golpes e a minha agilidade para escapar dos problemas. Caminhei até a borda da arena de armas e pude observar diversos obstáculos no decorrer da pista de corrida que se dispunham para que nós os saltássemos. Eram como obstáculos de uma pista de corrida com diversos níveis de altura, indo apenas da metade de minha canela até a cintura.

Coloquei-me na linha de partida e aguardei pelo “bum” do começo da corrida. Assim que o som de estouro chegou aos meus ouvidos, as passadas se iniciaram devagar, tomando velocidade aos poucos conforme a distância era percorrida, mas já no primeiro obstáculo tive uma queda quando meu pé ficou com as costas presas na barreira que eu não vi surgir na minha frente. Levantei-me e continuei a correr na esperança de que as dificuldades não aumentassem tanto assim.

A primeira volta foi muito mais tranquila que a segunda, mesmo sob penalização de algumas quedas pelo caminho, mas a seguinte se deu com a oscilação de alturas das barreiras de corrida que aumentavam e diminuíam de altura por vontade própria e sem aviso prévio. O que dizer? Acabei levando incontáveis tombos de todas as posições possíveis e imagináveis, no entanto era de suma importância que eu não parasse na metade do exercício, então corria como se minha vida dependesse disso.

Na terceira volta as alturas continuavam alternando-se entre si de acordo com a vontade dos Deuses, porém o solo também era modificado, agora eu estava correndo em um ambiente pantanoso, onde não enxergava um palmo abaixo do nível da água, quem dirá seus obstáculos. As quedas eram evitadas em minha mente pela sensação de nojo que tomava em meu nariz quando o mal cheio o alcançava, mas precisava continuar a correr, não podia parar. E, mesmo assim elas aconteciam. Milhares delas seguiam uma após a outra para os obstáculos mais baixos e até os visíveis pela dificuldade em pular com a tensão aquática do local me segurando junto à ela, como se fossem duas mãos prendendo-me ao chão.

A volta que sucedeu fora um pouco mais leve do que a anterior, e mais fácil em teorias de conseguir ver o que estava na pista de corrida: Lama e chuva torrencial. Não que eu fosse muito fã de temporais, mas ainda era melhor do que o ambiente pantanoso o qual eu havia a recém superado. Os pés soltavam o chão aos solavancos como se estivessem colados nele por uma substância pegajosa, ou escorregavam na superfície lisa obrigando-me a diminuir a velocidade para evitar as várias quedas que ainda acompanhavam meu percurso, em sua maioria quando eu aterrissava após pular algum dos obstáculos mais altos, mas nada traumatizante, apenas algumas rogas de praga em grego antigo.

Na quinta volta, o ambiente que veio me acompanhar fora o de chuva de granizo no asfalto. Tive que levar as mãos sobre a cabeça e as pequenas pedras que despencavam do meu amado céu eram do tamanho de um quarto da palma de minha mão, causando obviamente diversos hematomas em minhas pernas e braços ao me atingirem. Poseidon estava se divertindo naquele dia, disso eu tinha certeza. Talvez pelo fato de eu reclamar tanto na canoagem? Provavelmente, mas como sempre eu continuava me exercitando.

A sexta volta não foi das melhores opções, as nuvens se abriram e um sol escaldante atingiu minha cabeça que, nos primeiros instantes não foi afetada tão facilmente pelo fato de ainda estar molhada. Apenas os olhos que, ao voltarem-se para frente eram cegos pelos raios de luz que pareciam vir de todas as direções atingindo o azul de meu olhar com força e fúria. Os tombos não diminuíam em nada, mas já estava no final da corrida...Felizmente.

Quando a volta se acabou, dei graças por mim e fui olhar o resultado em meu corpo, um verdadeiro estrago feito. Nenhuma parte de mim estava sem arranhões, sujeira, cortes e sinais de hematoma pelas quedas, era como se tivessem me colocado em um liquidificador enraivecido. Sem nem mesmo olhar para ver se alguém me observava, retirei-me do local e fui em direção ao chalé de Hermes para tomar um banho, estava precisando, mas esperava que aquele treino tivesse sido de boa valia para o meu futuro.



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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Metis Bruske em Sex Ago 23, 2013 4:27 am

Talvez, começando o dia com aquilo que mais se tenha dificuldade em fazer não fosse de tão ruim, melhorasse as coisas, tornasse o exercício menos cansativo. Estava disposta a testar essa tão conhecida teoria entre os mortais naquele dia. Acordei no dia seguinte em um canto do chalé de Hermes e, tentando não acordar nenhum dos campistas, levantei me dirigindo até a porta de saída com uma muda de roupas em mãos, uma escova de dentes e uma de cabelo, visto que meu par de All Star já estava calçado. Era impressionante a capacidade dos filhos do Deus dos viajantes de ceder seu chalé para aquela quantidade exuberante de proles até que seus pais os proclamassem.

Já no banheiro, eu fiz minha higiene matinal e me vesti reprimindo um grito ao deparar-me com um dos filhos de Hermes já reclamados quando abri a porta do cômodo onde eu me encontrava, pronta para ir para a arena. – Você quase me matou de susto...! – Sussurrei um gritar abaixo da respiração e comecei a me encaminhar na direção da saída quando ele deu um sorriso fácil e foi atrás de mim. – Não diga isso. Indo treinar agilidade? – Ele indagou e eu arqueei uma das sobrancelhas o encarando confusa quando ele reprimiu uma risada, acompanhando-me. – Você fala dormindo. Vamos, vou te dar uma mão.

- Já ouvi essa história antes. – Falei lançando um olhar estreito para ele referindo-me à simpatia que eu soube pelos campistas que Luke recebia a todos e terminou da maneira como foi de conhecimento de todos. Ele sorriu brincando com a adaga. – Você quem sabe, mas sou bom. Talvez, até o melhor.

- E o mais modesto também. – Completei sua frase e bufei, revirando o olhar de um azul intenso. – Tudo bem, já que insiste... – Voltei o rosto na direção dele, fulminando-o com o olhar e falando em um tom de ameaça. – Mas sem gracinhas! – Ele elevou as mãos em sinal de rendição e deu mais um dos sorrisos típicos das filhas de Hermes. – Olha como ela é marrenta. – Revirei os olhos bufando e falei incrédula e estupefata, olhando para frente. – Por que mesmo aceitei esse trato? – Ele sorriu lateralmente, e falou próximo ao meu ouvido em um tom arrogante. – Porque me acha lindo.

Poderia ficar discutindo ali com ele a manhã inteira, mas tínhamos mais o que fazer e havíamos chegado ao local do treino. Cruzei os braços e suspirei, olhando para ele com desdém, elevando as sobrancelhas. – Muito bem, como pretende fazer isso? – Perguntei o encarando e ele esfregou as mãos, alternando o peso de um pé para o outro pensativo. – Bem, vamos trabalhar na sua agilidade de esquiva, tente escapar de meus golpes. – Assenti e afastei-me um passo para trás.

Antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, recebi um punho reto em meu rosto causando um cambalear para trás. Levei a mão ao rosto massageando o local do golpe e os olhos de um azul hipnótico se voltaram, de uma única vez, na direção do garoto. A expressão de meu rosto fazia com que qualquer um pensasse que eu fosse explodir naquele mesmo segundo, mas apenas abaixei a mão de minha pele facial e a fechei em punho, em seguida mirei na lateral do rosto dele. Ele facilmente desviou, esquivando-se para o lado e disse entre risadas. – Ei, ei! Isso que é uma reação, calma gracinha! – Sua voz era tão brincalhona quanto a expressão em seu rosto. Ele ergueu as mãos em sinal de rendição, ainda rindo. – É só um treino, não é como se eu tivesse atingido um soco de verdade em você.

Novamente, colocamo-nos nas nossas posições defensivas e mais um soco veio na minha direção, porém eu estava preparada dessa vez e desviei a tempo, empurrando a parte interior de seu antebraço com a superior do meu. Este movimento foi seguido de um soco na direção do alto de seu abdômen, na boca do estomago. Logo, ele desviou-se virando o corpo para a direita e escapando de meu golpe com maestria, mas com um sorriso satisfeito nos lábios. – Muito bem, agora sim está parecendo um movimento de uma garota marrenta. – Sua fala estava encharcada de diversão e eu apenas revirei os olhos abaixando os braços. – E agora? – Indaguei, cruzando-os junto ao peito. – Agora você vai para a próxima parte dos seus treinos, já acabamos por aqui. – Ele respondeu dando de ombros e saindo do local. Por que filhos de Hermes conseguiam ser tão irritantes? Bufei e rolei os olhos azuis indo para a arena treinar um pouco de lança ou arco e flechas, após ensaiar novamente mais alguns golpes que ele havia me ensinado.



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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Metis Bruske em Sab Ago 24, 2013 3:00 pm

O dia havia começado já tarde, mas o chalé de Hermes estava particularmente barulhento devido a uma discussão causada por um furto com dois moradores que decidi caminhar até a arena e treinar alguma coisa. Em uma olhada para dentro, observei que nenhuma arma estava disponível para treinamentos, decidindo então a partir para a o treinamento de agilidade, quem sabe melhorasse meu dia que já não estava muito bom. Observei a pista de corridas, mas já estava cansada de me focar em minha velocidade, quem sabe um pouco de esquiva em corpo-a-corpo? Caminhei até alguns campistas que se focavam neste tipo de estudo, dando um sorriso breve.

- Ei, sou Metis. Se importam se eu treinar com vocês? – Indaguei, levando as mãos aos bolsos e dando de ombros. O grupo constava em quatro garotos que, pelos troncos altamente desenvolvidos e uma maldade no olhar, poderia jurar que eram filhos do Deus da Guerra. Um deles lançou-me um sorriso cruel e caminhou até mim, causando um arrepio em minha espinha e um pensamento rasteiro sobre eu estar me arrependendo de ter feito este convite, mas não voltaria atrás. Fosse filha de quem fosse, eu não queria ser conhecida como uma covarde.

- Claro que lhe ajudo. – O rapaz em questão respondeu, apoiando a mão em meu ombro e se afastando comigo do seu grupo. Meus olhos azuis permaneciam atentos a qualquer brincadeira que ele pudesse tentar fazer, mas aparentemente ele estava realmente disposto a treinar comigo. – Vamos para um corpo-a-corpo em batalha, sem armas nem poderes, okay? – Ele sugeriu e eu assenti, parecia-me bastante justo já que eu não tinha acesso a nenhuma habilidade fora do normal por não ter sido ainda reclamada. As únicas coisas em minha manga eram o TDAH e a dislexia, nada que pudesse me ajudar naquela luta.

Posicionei-me diante dele, mesmo que ainda desconfiada, e começamos o treinamento conforme eu tentava lembrar-me das lições do filho de Hermes no dia anterior. Com o punho da mão fechado, ele estendeu o braço deferindo um soco na direção de meu rosto, mas desviei inclinando o corpo para o lado podendo visualizar o braço passar pela lateral de meu rosto. O primeiro golpe havia sido desviado com maestria e um sorriso surgiu em minha face, mesmo que contido, orgulhosa por ter conseguido escapar do golpe que havia pego minha pessoa de surpresa no dia anterior. Porém, pequei nesse quesito quando outro golpe atingiu a boca de meu estomago, fazendo-me reprimir um gemido de dor.

As mãos se voltaram para o local onde fui atingida e massageei o local voltando os olhos para a face de meu oponente que sustentava um sorriso irritantemente desdenhoso causando uma invasão de raiva em minha face. – Fica uma gracinha quando fica irritada, seu rosto fica vermelho e inchado. – Ele comentou em um tom divertido. Era isso, aquele garoto estava pedindo para morrer. Trinquei meu maxilar e, se fosse verdade que eu ficava assim quando zangada, eu deveria estar parecendo um tomate falante naquele momento.

Minhas mãos abandonaram meu corpo e fechei a destra realizando um meio círculo no ar com tanta rapidez que acertei o queixo do rapaz, arregalando os olhos azuis elétricos em seguida (provavelmente, um golpe de muita sorte). Não sabia se estava mais surpresa com o fato de tê-lo acertado, ou mais preocupada com o fato do que ocasionaria aquilo. O rapaz levou as pontas dos dedos até o queixo, massageando-o com cuidado e formando um sorriso no seu rosto como quem não acreditava que eu tinha me atrevido a tanto. Reprimiu um rugir em sua garganta e empurrou-me contra a parede de uma única vez, fazendo com que eu batesse as costas na mesma com força, não era mais um treino, era um assunto pessoal.

Para a minha sorte, ou ajuda de meu progenitor divino fosse ele quem fosse, nesse momento George apareceu dando um tapinha no ombro dele aproveitando para segurá-lo e piscou um dos olhos para mim, ou então era apenas a visão se duplicando em minha mente pela pancada da cabeça que ricocheteou no muro da arena. – Ora, vamos. Prometi para Metis que a treinaria em lanças e já estamos atrasados. – O filho de Ares murmurou ainda com os olhos sanguinários voltados para mim. – Não se mete nisso, George. Não é assunto seu.

- É, mas é assunto meu o meu horário para treiná-la. Vamos, Metis. – Falou indo até mim e guiando-me para dentro da arena. Em partes, eu estava zangada. Podia tomar conta de mim mesma, mas por outro ele tinha me livrado de levar uma grande surra. – Obrigada, metido. – Murmurei, enquanto caminhávamos em direção ao armário para o meu treinamento vistoriado por ele.



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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Metis Bruske em Dom Ago 25, 2013 10:08 am

Assim que acordei, peguei uma calça jeans, uma camiseta do acampamento, minha escova de cabelos e minha escova de dentes. Calcei meus tênis All Star de cano longo e caminhei entre os colchonetes do chão por entre os habitantes do chalé de Hermes, conforme murmurava que o progenitor responsável por ele deveria começar a pensar em fazer uma casa para seus filhos com dois andares. Ao menos antes que começássemos a aprender a dormir no ar, já que era o único lugar onde havia ainda algum espaço para descansarmos.

No banheiro, fiz minha higiene matinal e, após tomar banho, vesti minhas roupas me encaminhando para a pista de corrida que contornava a arena do acampamento, porém não estava com o humor correto para treinar minha velocidade naquele dia. Por sorte, um dos filhos de Hermes já se encontrava lá e ao seu lado, alguns obstáculos um tanto interessantes. Entre eles, estava uma sacola com algumas laranjas que ao fitar arqueei uma das sobrancelhas intrigada, mas um sorriso breve se posicionou em meu rosto e levei as mãos até os bolsos do casaco. - Hey, poderia me ajudar com o treino? – Indaguei, elevando sutilmente uma das sobrancelhas como uma pequena mania minha.

- Claro, vá para o final da linha da pista de corrida e eu vou te esperar aqui, vamos trabalhar sua esquiva. – Ele falou, com um sorriso fácil nos lábios e tomando em mãos a sacola com as laranjas. Encarei-o ainda mais intrigada e ele deu de ombros, alargando o sorriso. – Em breve entenderá. – Respondeu como se conseguisse ler meus pensamentos, então me dirigi até a posição pedida preparando-me para correr na direção dele.

Os pés se posicionaram um atrás do outro e o tronco se inclinou para frente aguardando o sinal de partida. Quando o “BUM” soou pelo ambiente, comecei a correr em direção à prole de Hermes e, para minha surpresa, uma laranja foi arremessada em minha direção, atingido meu ombro. – Ai! – Murmurei, levando a mão até o local onde o projétil atingiu, unindo as sobrancelhas, mas as passadas continuaram sem diminuir minha velocidade.

Tentava esgueirar-me entre os arremessos, mas sem sucesso em sua maioria. Pelo contrário, aos meus olhos tinha a sensação de quanto mais me aproximava do filho de Hermes, mais arremessos ele acertava em mim, logicamente. Encontrava-me na metade da trajetória e digamos que agora a cada dez laranjas lançadas em mim, ele conseguia acertar em meu corpo seis. Elas atingiam diversos pontos: rosto, pernas, braços, ombros, quadris, pés. Cada uma tinha sua vontade própria e aquilo estava, de fato, levando-me à loucura. Perto o suficiente, pude identificar o objeto que estava responsabilizado pelos lançamentos: era como uma máquina de lançamentos de bolas de tênis, já havia visto uma no mundo mortal. ”Maldita criatividade dos filhos de Hefesto.” O pensamento assolou minha mente.

Não que eu tivesse nada contra eles, pelo contrário, alguns dos meus melhores amigos faziam parte da prole, mas suas invenções dificultavam meu sucesso nos treinamentos em caráter significativo. Felizmente, já estava próxima do final do treino e agora, assim como as laranjas arremessadas tinham mais força ao me atingirem, eu conseguia desviar melhor de suas trajetórias, calculando uma estimativa de apenas três delas atingindo o alvo com sucesso a cada dez. Não que isso pudesse significar um grande sucesso, mas constava como uma evolução razoável para mim considerando o início do exercício.

Aproximei-me do filho de Hermes, diminuindo as passadas alongadas gradativamente e massageando o ombro – local preferido para ser usado como alvo naquele dia – dei um breve sorriso o fitando. – Exercício interessante. – Um tom de sarcasmo não conseguiu evitar de sair junto de minha voz, mas ele deu de ombros dando uma breve risada contida e divertida. – Sabe, fazemos o que podemos. – Revirei os olhos e adentrei na arena pronta para a segunda parte de meu dia.



Metis Bruske
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Localização : Presa no chalé de Hermes. Pai, se estiver ouvindo...socorroooo!!

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