Treino de Agilidade/Reflexos

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Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Hipnos em Sab Jun 16, 2012 7:18 pm

Relembrando a primeira mensagem :


AGILIDADE / REFLEXOS

Nessa área o campista poderá treinar suas habilidades com as pernas, no quesito agilidade, velocidade, esquiva e reflexos. Existe uma grande pista de corrida, separada por: 100 metros rasos, com barreiras e com alvos móveis, que surgem aleatoriamente na pista de acordo com a necessidade do trinamento. Existe também uma pista que muda de terreno, isso possibilita que o campista saiba correr em diferentes tipos de solo (úmido, quente, arenso, rochoso...). Se o meio-sangue achar tudo muito fácil, será solto cães infernais na pista, para que o mesmo, fuja pela sua vida, alem de deixar tudo mais interessante.

Regras:
* O campista pode fazer até três treinos por dia em áreas diferentes, com ganho máximo de 80 EXP de recompensa.
* Posts com, no mínimo, 8 linhas.
* Os treinos de Agilidade tem um NPC instrutor, Ian, para ser usado nos treinos, se desejarem. Sigam a ficha dele caso forem usá-lo.



Última edição por Hipnos em Qua Set 11, 2013 9:35 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Akashiel Kleinwolf em Sex Set 06, 2013 10:03 pm

Aquela era uma belíssima manha, no chalé de Hermes, eu me encontrava, me chamo Klaus, sou um dos indefinidos, hoje será minha primeira aula de agilidade e reflexos, sai do chalé com Luccas, um filho de Hermes, o qual foi a primeira pessoa que conheci assim que acordei no acampamento e da maneira mais inesperada, ele havia caindo em cima de mim.

Assim que chegamos ao local determinado, para o que iriamos fazer, Luccas, me pediu para que eu corresse cem metros, para que ele avaliasse um pouco a forma que eu corria e como ele poderia me ajudar a melhorar, como o local esta absurdamente vazio e silencioso, somente um estalar de dedos parecia mais um tiro, assim que comecei a correr, senti minhas pernas pouco a pouco ficando cansadas, minha respiração ofegante e meus batimentos cardíacos acelerados, eu com muito esforço consegui chegar ao final do percurso, mas sentia que tinha corrido uma maratona olímpica.

Assim que terminei o percurso, Luccas me avaliou e me deu um resultado desanimador, eu fui pessimamente péssimo,  eu tinha corrido como um louco gastando minhas energias, invés de mantelas ate um determinado ponto, não controlei minha respiração, o que levou meu completo desgaste. Luccas me passou algumas instruções sobre oque eu deveria começar a fazer, para habituar o meu corpo, após dez minutos de descanso e uma garrafa de água eu estava pronto para começar novamente o treino, me alonguei um pouco e assim que Luccas estalou seus dedos, eu comecei a correr, dessa vez rápido porém de uma forma um pouco mais lenta, comecei a respirar o ar pelo nariz, e a soltá-lo pela boca, devagar, nos locai elevados eu comecei a correr em um ritmo um pouco mais forte, no final eu estava cansado demais, minhas pernas estavam latejando de dor, então parei e fui descansar, Luccas, me abriu um de seus enigmáticos sorrisos, e me disse que eu tinha melhorado bastante. Por mais que seja difícil de admitir, se não fosse por Luccas, me dando algumas dicas eu provavelmente demoraria semanas para poder chegar o resultado que levei pouco menos de três horas para obter, senti meu estômago roncar e sai da arena e fui para o refeitório, para comer algo e repor minhas energias.
(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 10
*Criatividade do texto: 12
*Nível da Prova: 11
*Reflexo/Agilidade: 12
Total de Exp: 45
★Atualizado★
 
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Karol P. Czekolada em Sab Set 28, 2013 11:50 am


The Silence Ivory One


Aproveitando que ainda estou animado para treinar, decido correr na pista moderna feita pelos filhos de Hefesto. Preciso mostrar pra esse mundo que consigo acompanhar a modernidade, apesar de não entender muito a tecnologia atual. Tipo, eu sei o que é maquina registradora, sei como funciona um rádio, mas correr numa pista equipada com tecnologia do século XXI, não é pra mim. Ok, eu posso tentar correr, mas não garanto nada.

Amarro meus tênis de forma bem firme e me preparo para correr. Decido que vou tentar escapar de alguns cães infernais (Não sei o que é isso, mas foi uma das opções que o instrutor me indicou). Começo a correr devagar num bom ritmo, e quando alcanço uma boa distancia uma buzina ecoa me deixando alerta. Um dos monitores do local solta dois cães infernais para me perseguir. A princípio fiquei arredio, mas agora não tem mais volta. Limpei o suor, segurei o medo e corri pela minha vida, pulando um obstáculo comum e deslizando pelo terreno liso. Um dos cães era bem mais veloz que o outro. Dava pra sentir sua respiração quente bem atrás de mim, juntamente com seus rosnados infernais. Arrepiei-me todo e entrei num túnel. Foi a pior roubada da minha vida depois de ser largado no Cassino Lotus Hotel. Quando notei, o túnel ia se estreitando. Os cães estavam bem atrás de mim, e quando digo "bem atrás", quero dizer mordendo meus tênis. Senti um medo surreal, mas a corrida estava acabando. Suei frio e me espremi para sair do buraco. Deixei meu tênis esquerdo para trás, mas saí com vida e mais gelado que o normal.

Faltava ainda uns 50 metros  ou menos para me livras dos cães raivosos. As feras latiam atrás de mim, mas uma dose de esperança me tomou: Vi meu pé cruzar a linha de chegada, e agora estou salvo. Os cães continuavam avançando. Tive um mini ataque cardíaco. Mas sobrevivi quando vi uma parede invisível barrar a investida das bestas infernais. Levantei-me, e fui para o vestiário. Dessa vez eu precisava urgente de um banho e de um remédio para nervos a flor da pele.


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(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 13
*Nível da Prova: 10
*Reflexo/Agilidade: 12
Total de Exp: 55
★Atualizado★
 


Última edição por Karol P. Czekolada em Qui Jan 16, 2014 4:47 am, editado 2 vez(es)


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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Morgana Le Fay em Seg Set 30, 2013 1:22 pm


In The Arena :3
❛❛MY DARKNESS CAN CAUSE FEAR, SHAME MY EMPTINESS, MY MIND CONFUSION, MY EYES CERTAINLY MY WORD MYSTERY AND TRUTH, MY WAY ALONG; MOST THEME PLUS MY GLOW IN THE DARK, THE LIGHT IN MY DARKNESS❜❜

► Treinando.
► Arena.
► 7:00 pm.
► Vestindo x.
► Com xxx.
► Post 000.

Após uma pequena luta, que dera-me uma certa satisfação em treinar, decido exercitar minhas habilidades furtivas, meus reflexos. O dia amanhecia, muitos campistas saiam de seus chalés, sonolentos, enquanto me dirigia à arena, para um novo treino de agilidade, que eu nem sabia como funcionava, na verdade. A arena enchia-se mais à cada minuto. Dirigi-me ao ponto de partido de uma grande pista de corrida, enquanto pedia ao instrutor, um sátiro, que ajudasse-me.
Após alguns minutos, comecei a correr, meus passos eram curtos e estabilizados. Um obstáculo surgiu em minha frente, eu não tive tempo nem de ver o que era, apenas lancei-me ao chão, extremamente liso, escorregando até mais à frente. Me levantei e continuei correndo, desviando de diversos obstáculos que surgiam do chão: um ao meu lado esquerdo, do qual tive de me lançar ao lado contrário, embora meu ombro tenha chocado-se contra o mesmo, desnorteando-me; outro na minha frente, o qual tive de pular; outro que tive de passar de baixo, embora nesta área o chão não fosse tão liso assim; e um túnel, do qual tive de passar agachada por dentro.
Percebi, então, que estava sobre um pista de pedra, tão quente que não se suportava pisar, parecia haver lava ressecada sob ele. Corri em saltinhos, o mais rápido que pude, meus pés, por mais que estivessem sob um sapato, queimavam como brasas, até que cheguei, enfim, ao solo normal novamente.
Um sino, um uma espécie de alarme tocou, para alertar-me, haviam solto três Cães Infernais, que agora corriam velozmente em minha direção. Eles eram extremamente rápidos, e eu teria de correr mais rápido ainda para conseguir fugir. Acelerei ao máximo que eu pude, meus músculos da perna doíam. Novos obstáculos surgiam na pista, e eu desviava, sem fôlego, tentando manter-me longe dos animais, que batiam de cara nos obstáculos.
O fim da pista se aproximava, e um novo obstáculo surgiu, este era maior, cobria em cima e dos lados, deixando apenas uma passagem. Joguei-me ao chão, deslizando por baixo do mesmo, chegando ao fim, com um pequeno corte no braço causado pelo obstáculo. Respirava fundo, ofegante, enquanto os Cães Infernais estavam parados atrás do obstáculo, rosnando com seus afiados dentes transparecendo.
Controlei minha respiração e ajeitei minhas roupas, retirando-me da arena.




(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 18
*Nível da Prova: 11
*Reflexo/Agilidade: 13
Total de Exp: 61
★Atualizado★
 



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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Karol P. Czekolada em Qui Out 03, 2013 8:31 am


The Silence Ivory One

Eu havia acabado de arrancar a cabeça de um robô por causa da dose de adrenalina que sentia. Seria ruim desperdiçar essa energia extra indo dormir no chalé gelado de Quione, então  passeei pela arena em busca de algo que pudesse esvaziar minhas energias, até que  achei algo do tipo: A pista terrorista de corrida do acampamento. Não há nada melhor do que correr pela sua vida numa pista mágica da qual o solo iria se transformando e barreiras e obstáculos apareciam de repente. Ótimo, era tudo o que eu precisava. Da outra vez eu quase virei comida de cães infernais, mas dessa vez apenas quero cair e me esborrachar de cara no chão.

Eu me preparei alongando minhas pernas e dando uns saltos para aquecer meu corpo frio. Escuto alguém dando um tiro de bala de festim, o que indicava que eu podia iniciar minha corrida. Eu seguia num bom ritmo, mas corria como um pato na pista lisa. De repente, depois de 50m, um obstáculo subiu. Eu me joguei para o lado e cambaleei, mas me firmei de pé e prossegui. No mesmo instante, antes que eu pudesse correr mais 20m, o solo mudou: Um chão de terra compactada apareceu e eu senti nas panturrilhas o peso do meu corpo. Não era lá minha especialidade, quer dizer, correr não é minha especialidade, mas se sou um meio-sangue, devo ser capaz de tudo.

Eu estava com os pés doendo, mas fora isso a pista de terra compacta estava acabando. Porem a pista mudou novamente e dessa vez para um solo de pedras soltas e além disso muitos latidos ecoavam por detrás de mim. Eu não quis olhar para trás, porque deveria ser aqueles cães idiotas que correram atrás de mim na corrida passada. Nenhum obstáculo foi acionado, apenas minhas pernas em contato com os pedregulhos e cães infernais a todo vapor em busca de um pedacinho de mim. A linha de chegada estava a uns 100m e para piorar eu havia caído e me ralado todo nessa porcaria de pista maluca. Levantei-me como pude e de canto, notei os cães babões latindo desesperados atrás de mim. Movi minhas pernas o mais rápido de consegui, pois eu precisava sair com vida desse treinamento. Aliás, nome do treino era ''agilidade e reflexos'', mas parecia mais ser ''fuja-de-cães-ou-será-morto''.

A linha de chegada estava logo ali, mas os cães já tentavam morder meus calcanhares a qualquer custo. Então fiz algo que não faço com frequência: joguei-me pra frente como se fosse dar um peixinho numa quadra de vôlei para pegar uma bola torta. Eu ia me regaçar todo contra as pedras, mas era isso ou ser comido pelas bestas feras. Dei um impulso com os pés e deslizei desesperado pelas rochas soltas. Um dos cães agarrou meu tênis e quase perfurou meu pé, mas graças aos deuses, eu saí com vida da corrida. Minha camiseta não existia mais e meu shorts tampouco. Havia sangue por toda parte e acho que quebrei uma costela no “peixinho”, mas pelo menos havia completado a corrida. Pra um senhor de 80 anos, até que não estou tão enferrujado. Uns garotos me levaram para a enfermaria e eu nem me importei se eram meninos que me carregavam. Depois de quase morrer, medo algum me abalaria nas próximas horas.


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(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 12
*Nível da Prova: 17
*Reflexos/Agilidade: 17
Total de Exp: 65


Última edição por Karol P. Czekolada em Qui Jan 16, 2014 4:47 am, editado 2 vez(es)


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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Karol P. Czekolada em Ter Out 08, 2013 1:32 am


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Era mais um dia comum no acampamento e não havia nem sinal da temperatura cair. Dei de ombros quando saí do chalé de Quione, ignorando as pessoas que cruzavam em meu caminho. Eu sei que sou um mudo de 80 anos, mas não é por isso que essas crianças tem que me olhar torto. Sou uma pessoa comum como qualquer outra... Quer dizer, sou um meio-sangue comum como qualquer outro.

Chegando à pista de corrida, amarro meus tênis de cano alto com força e sinto a pista. Eu sei que essa porcaria muda constantemente e eu preciso me manter alerta, mas me sinto melhor testando a compactação do solo em contado com o atrito dos meus calçados. Assim que ouvi o tiro ecoar, arrastei o chão pra trás com meu pé direito e impulsionei meu corpo pra frente com a perna esquerda. Quando dei por mim, já estava na mara dos 30 metros e saltando uma barreira simples. A curva da pista se formava à frente enquanto outras três barreiras saltavam da pista. Pulei a primeira desacelerando o pouco, pois senti que ia cair. As outras duas estavam em série, então não me preocupei tanto. Na escola eu fazia atletismo, então eu sabia saltar. De repente a pista mudara de asfalto liso para arenosa. Sofri um pouco para manter o ritmo, pois meus pés escorregavam e eu quase caí algumas vezes.

Depois de cinco minutos ralando para me manter de pé. Parei, respirei fundo e senti a areia sob meus pés. Eu sei que descontariam pontos, mas não posso treinar igual uma barata tonta. Quando analisei a granulometria do solo com a sola do tênis e senti o atrito, voltei a correr devagar e acelerando de uma vez. Meu pai dizia que cavalos correm mais em solos de areia se correrem como se voassem. E foi o que eu tentei fazer. Gastei todas as minhas energias na corrida e quando precisei pular, acabei enroscando o pé na mesma e rolei pela areia. ralei os dois joelhos e a mãos que me segurou para evitar piores desastres. Apesar de estar doendo, levantei-me apenas para completar a prova. Por sorte a pista mudou para asfalto liso e eu completei sem mais delongas. Ainda bem que não soltaram cães em mim como nas outras vezes.


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(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 09
*Nível da Prova: 15
*Reflexos/Agilidade: 17
Total de Exp: 61


Última edição por Karol P. Czekolada em Qui Jan 16, 2014 4:48 am, editado 3 vez(es)


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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Karol P. Czekolada em Qua Out 09, 2013 6:16 am


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Eu estava de bobeira lendo um livro sobre mitologia grega, quando resolve sair da cama e me movimentar. Adoro ficar deitado fazendo minhas coisas, mas como não sou um garoto comum, creio que seria interessante usufruir dos treinamentos do acampamento.  Ultimamente eu só estou treinando o meu físico e não o manejo com o meu florete. Seria bom passar na arena e treinar com um sátiro de nome Lacaile; dizem que ele é meio exigente demais e para um velho como eu, talvez seja puxado demais.

Dez minutos de caminhada depois, chego até a pista de corrida. Havia muitos garotos pulando barreiras, correndo em ziguezague de bolas de ferro cheias de espinhos e até um garoto pregando peças em outros corredores da pista. Amarro meus tênis com força e me espreguiço perto de uma área isolada. Começo minha sessão de alongamentos, puxando meus braços de uma ponta a outra ao longo de meus ombros. No meu braço direito há 80 estrelas tatuadas, uma para cada ano em que estive preso no cassino Lotus. Puxei o esquerdo para o outro lado do meu corpo e vi os desenhos tatuados nele. Neste braço as tatuagens são aleatórias. Ergui os braços pra cima e notei um rapaz de cabelos cortados como uma tigela caminhando em minha direção. Ele tinha olhos azuis escuros, uma pele branca tipo a minha e chifres com textura de casca de arvore. Um garoto aparentemente gentil - Hum... Tá fazendo o que sozinho? - disse ele. Eu responderia, mas sou mudo. Bati uma vez no peito, toquei meus lábios e fiz um não com a cabeça como se quisesse dizer "eu não falo". O garoto, ou melhor, o sátiro demorou um tempo até cair a ficha, mas quando caiu - AH! Você é o mudinho como todo mundo fala por ai.  É verdade que tem 100 anos e... - ele começou a falar e falar e eu nada podia dizer. Até corei, pois fiquei encabulado e meio nervoso de não poder responder na mesma intensidade - Desculpa, não foi minha intenção... Me chamo Ian e você deve ser Karol, certo? - um menino muito gentil de fato. Concordei com a cabeça, afirmando meu nome

Ian era uma graça e só me deixava feliz de estar ao seu lado. Não faço amizade com facilidade, mas o Sátiro me convencera do contrário. Ele até se alongou comigo e me deu dicas de como fazer uma boa corrida. Basicamente era Disparar, economizar e dar tudo de si no final. O menino-bode levou-me até a pista simples de corrida para que eu aperfeiçoasse a técnica sem que as surpresas da pista me surpreendessem - Vou demonstrar, ai depois te acompanho - afirmou com um sorriso envolvente no rosto. Assenti e observei meu instrutor dar seu show. Dizem que ele detém 7 dos 10 recordes de agilidade do acampamento. Cocei o alto do meu nariz e analisei a posição de seu corpo, angulosidade de seus membros e a forma como ele se impulsionava. Ian era como uma bala de revolver que sem demora dá a volta na pista oval em questão de 40 segundos. Fiquei impressionado que até pensei em desistir, mas ai eu seria taxado de frouxo.

Quando ele chegou perto de mim, bateu de leve nas minhas costas e sorriu animado enquanto dizia um "vamos". Sorri torto e o segui até a linha de largada. Posicionei-me como um corredor, esticando minha perna esquerda e dando apoio com meu pé direito. Respirei fundo, tentando acompanhar o ritmo respiratório de Ian. Ele bateu novamente nas minhas costas - Respire no seu próprio tempo - advertiu-me. Me senti um velho gaga, mas depois eu soco um travesseiro com essa minha frustração. O sátiro contou até três e me empurrou, ajudando-me a dar o impulso necessário para a largada. Eu quase tropiquei em meus próprios pés, mas consegui me estabilizar. O menino híbrido corria ao meu lado, fazendo um sinal para que eu desacelerasse um pouco para economizar energia para o arranque final. Ele fez um sinal de positivo e eu já estava virando a curva. Meus pés empurravam meu corpo pra frente e Ian batia de leve nas minhas coxas, dizendo para eu flexionar mais as pernas - Quanto mais ângulos formar, mais alcance terá - comentou demonstrando enquanto corria ao meu lado. Quando estava a poucos metros pra completar a prova, o sátiro bateu palmas aceleradas para que eu aumentasse o ritmo da corrida de forma explosiva. Quando cruzei a linha de chegada, eu estava morto e minhas pernas ardiam um pouco - Parabéns Karol, agora quero que você corra mais umas três vezes e beba bastante água. Tenho que ver uns alunos, desculpa por não poder ajudar mais. Foi bom te conhecer  - disse ele feliz me cumprimentando e se se afastando para ajudar uns garotos mais novos do que eu.

Enfim, fiz o que meu mestre pediu. Corri as três corridas que ele me propôs e assim que terminei, eu não sentia minhas pernas. Sério, elas estavam formigando tanto que pra mim, elas nem existiam de fato. Minha respiração estava ótima, mas eu ainda acho que Ian tenha algum truque para não se fatigar tanto. Meus cabelos estavam ensopados, não por causa da corrida em si, mas por causa do Sol latente que banhava meu corpo. Ninguém mandou vir correr ao meio dia. Bebi uma garrafa de água sozinho e me joguei na pista para descansar. Só sai del lá, quando uma garota pediu licença para usar a pista. Fiz meus alongamentos para finalizar o treinamento e saí animado do campo de treinamento.


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(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 17
*Nível da Prova: 17
*Reflexos/Agilidade: 17
Total de Exp: 71


Última edição por Karol P. Czekolada em Qui Jan 16, 2014 4:46 am, editado 3 vez(es)


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Corrida Por Solo Quente

Mensagem  Ted F. Hunter em Qui Out 10, 2013 3:03 pm

Corrida por Solo Quente

Fora o segundo dia de Ted no Acampamento Meio-Sangue, ele sentia vontade de correr ou de escalar, um garoto disse a ele da pista de corrida na arena e um interesse bateu. Ele foi para a gigantesca arena bem arquitetada, viu alguns campistas lutando corpo-a-corpo e outros treinando arco e flecha, Ted encontrou a longa pista de corrida, ele também viu o treinador Ian o sátiro. Ted foi até o lado do sátiro que treinava um garoto.
- Corra mais rápido! - disse o sátiro, o semideus caiu no chão e Ian foi ajuda-lo a levantar, depois falou com Ted - Quer treinar com que tipo de solo?
- Talvez quente. - disse Ted, o sátiro saiu de lá e voltou algum tempo depois, Ted tocou no chão da pista e seu dedo se queimou.
- As partes mais sensíveis dos pés é a parte superior, então tente não usa-las, tire as botas e fique em cima daquela toalha até eu apitar, então você faz duas voltas - Ted seguiu as instruções com bastante medo de cair no chão quente. O sátiro apitou e Ted correu o mais rápido que conseguia, sentiu seus pés arderem por causa do solo fervente - Tome cuidado!
Ted conseguiu dar a primeira volta, mas na segunda seu pé tinha virado carne viva e tiveram que chamar curandeiros de Apolo para ajudar ele a melhorar da imensa dor, passaram um creme esverdeado e depois colocaram ataduras em torno de toda palma do seu pé, do mesmo jeito doía muito, Ian venho falar com ele:
- Vamos continuar?
- Os curandeiros disseram que pode, mas dessa vez pode colocar duas toalhas, uma na largada e uma no centro da pista.
- Ok.
Ted se pós na toalha com medo, o sátiro deu a largada com o som do apito e Ted correu o mais rápido possível, deu sua primeira volta nos 100 metros e já estava prestes a conseguir a segunda, mas caiu de vez no chão se queimando extremamente, os curandeiros o tirou da pista, Ian finalizara o treino e Ted foi para a enfermaria onde colocaram ataduras em seus braços, a sua pele se soltara e ficará presa no solo quente, ele não voltaria a tocar em algo quente tão cedo.
Depois de ter todas ataduras colocadas em seu corpo, Ted foi para o chalé de Selene onde pretendia descaçar o resto do dia ou comer um pote de Ambrosia e tomar um gole de Nectar.


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 5
*Criatividade do texto: 15
*Nível da Prova: 8
*Reflexo/Agilidade: 8
Total de Exp: 36
★Atualizado★
 

A ideia principal do teu treinamento é bem criativa e, se bem desenvolvida poderia se tornar um texto excelente.
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Sab Out 26, 2013 6:26 pm

Hoje eu acordei muito disposto, com energia de sobra, precisava gastar essa energia, então resolvi pela primeira vez, ir à pista de corrida correr um pouco. Sai de meu chalé, o tempo estava terrivelmente quente, nenhuma nuvem no céu, um sol escaldante, que faria até Apolo passar mal,  caminhei até a pista de corrida modificada pelos filhos de hefesto, de longe parecia uma pista normal, tirando as pontes levadiças, os canos de aço que cuspiam bolas de fogo,  e esses outros detalhes menos importantes. Cheguei à entrada e comecei a me alongar, depois disso fui em uma parte q tinha três botões, o primeiro estava escrito: nível iniciante. O segundo: nível intermediário. E o ultimo botão: EXTREMO. Fiquei ali parado, tentando me decidir qual botão escolher, até que apertei o terceiro botão por impulso, e logo ouvi sons de vários mecanismos embaixo da pista. Dirigi-me ao local da largada, a minha frente tinha um tipo de semáforo, estava na luz vermelha, e logo embaixo tinha uma lâmpada verde apagada. Fiquei preparado, quando a luz verde ascendeu, sai em disparada, tudo estava normal, quando um espinho de aço surgiu em baixo de mim, rolei para o lado, desviando do espeto, quando em minha direção, surge uma bola de fogo, consegui me esquivar, mas a bola flamejante pegará de raspão em meu braço, assim o queimando, eu estava já na metade da pista, quando pisei em algum piso falso, um uma cratera se abriu diante de mim, consegui me segurar no chão, me levantei com dificuldade, pois já estava exausto. Quando fiquei de pé, outra bola de fogo veio em minha direção, não consegui desviar da bola, ela pegou em cheio em meu peito, assim me arremessando para fora da pista de corrida, fiquei deitado na sombra da arvore, e quem sabe não tiraria um cochilo?


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 0
*Criatividade do texto: 10
*Nível da Prova: 10
*Reflexo/Agilidade: 10
Total de Exp: 30

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Karol P. Czekolada em Dom Nov 03, 2013 6:32 pm


The Silence Ivory One

Hoje fazia quase um mês que não treinava qualquer coisa na arena e como sou um semideus, eu precisava usar a energia de sobra que corre em meus músculos ou eu ficarei louco e sobrecarregado com tamanha disposição que carrego em meus genes. Eu precisava gastar essa energia e o melhor lugar pra isso é correr. Não qualquer corrida numa pista comum, mas sim um percurso numa trilha com armadilhas e barreiras inesperadas.

Sai de meu chalé e notei que o tempo estava abafado demais para um filho de Quione. Não havia muita nuvem no céu, o que deixava a sensação de calor maior do que eu esperava.  Voltei e vesti algo mais fresco: um shorts curto na altura das cochas, uma regata e um boné dos Detroit Red Wings. Enchi uma garrafa de água e parti para meu destino. Chegando até a pista inteligente, comecei a me alongar. Ergui meus braços tentando alcançar o céu, movimentei os quadris, agachei esticando minhas pernas o mais longe que pude, alterando para o outro apoio depois de 20 segundos. Cruzei os braços, contei as estrelas correspondentes a minha idade e estalei os ossos das minhas costas e braços. Alonguei o pescoço e corri no lugar para aquecer o meu corpo gelado. Bebi um gole d’água e respirei fundo. Caminhei até a largada e fiz um “joia” para que o moço da pista iniciasse o treinamento.

Os primeiros 20 metros foram moleza. Depois começou a brotar umas poças de água e óleo. Bastava eu me concentrar no chão e desviar de uma pista a outra onde cada poça surgia. Eu quase escorreguei em uma por conta da minha falta de coordenação. Pisei na água molhando minhas pernas e encharcando os meus tênis. Não olhei para trás, pois depois dos primeiros 200 metros, a pista começara a ficar com apenas um caminho para percorrer e não mais três. À frente algumas barreiras simples surgiam para saltar. “Um, dois, três Salta!” Era o que eu pensava toda vez que chegava perto de um obstáculo. Saltei as 3 ou 4 primeiras barreiras sem muitas dificuldades, mas as seguintes eram de tamanhos diferentes e próximas demais entre um salto e outro. Acabei perdendo o ritmo, e não executei um bom desempenho. Eu acabei caindo no final e ralei o joelho esquerdo.  Ergui-me do jeito que pude e continuei correndo. A Pista voltou a ter três caminhos e do chão brotavam estacas de madeira que surgiam com a mínima aproximação. Assustei quando desviei da primeira fileira de espinhos, mas consegui desviar. As seguintes foram mais complicadas do que parece. Não havia tempo de coordenar o meu cérebro com o reflexo do meu corpo. As estacas surgiam rapidamente e uma atrás da outra que tive que correr em ziguezague pelas pistas e às vezes dar uns passos para trás para não ser morto repentinamente.

Eu suei bastante, ainda mais quando a pista virou um labirinto de rochas lisas que me faziam escorregar. Eram quase 300 metros de parede que me fizeram cair e trombar. Assim que consegui sair do labirinto úmido, notei que meu corpo estava dolorido e acho que vou acordar roxo na manhã seguinte, além do meu joelho arranhado e os cortes superficiais em minha pele por conta dos espinhos. Os 50 metros restantes foram de boa e consegui completar aprova. Bebi o resto da água e joguei parte nos meus cabelos para tirar parte do suor que me banhava.  Vi Ian longe e lhe dei um sorriso. Ele retribuiu com um levantamento do dedão formando um "joia". Agarrei uma toalha de um campista que havia deixado ali perto e seguei meu peito e pernas. Respirei fundo e caí no chão exausto. Sorri para o Sol e aguardei meu corpo se recuperar.

❉ Under my white skin, my blood runs red ❉
Credits: Masquerade Girl by Sugar Avatars



(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 17
*Nível da Prova: 17
*Reflexo/Agilidade: 17
Total de Exp: 71
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Última edição por Karol P. Czekolada em Qui Jan 16, 2014 4:46 am, editado 1 vez(es)


Sweet chocolates are great, but loving YOU is even more...

...Amazing!

credits Killjoy Girl
.
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corridinha

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Qui Dez 05, 2013 2:17 pm

Quente, quente, só conseguia pensar nisso enquanto estava na forja de jon, fazia muito calor ali, e ainda por cima, a foice estava demorando para ficar pronto, entao resolvi ir treinar alguma coisa, ja que fazia tempo, que eu nao treinava algo.
Sai da forja, ja notava a diferença, o tempo antes ensolarado estava se transformando em uma tempestade. Nuvens pesadas se formavam diante do acampamento, e o vento frio e gélido passou por mim. Um pequeno sorriso de canto de boca se abriu, ao sentir aquele frio agradavel. Sai em direção a pista de corrida, chegando lá, me alongo um pouco, e me posiciono para correr. Quando finalmente dei a largada, dei a primeira volta sem muita dificultade, mas já na segunda começaram a aparecer obstaculos, como serras e porretes gigantes vindo em minha direção. Depois de muito custo pra completar a segunda volta, decidi em parar por ali, já estava ficando cansado e alem disso, tinha que ir ver se a foice já estava pronta.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 9
*Criatividade do texto: 3
*Nível da Prova: 0
*Reflexo/Agilidade: 2
Total de Exp: 14
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Gabriel Lebber Daniel
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Lucas Green em Qui Dez 12, 2013 8:41 pm

Fazia muito tempo que não corria, e eu estava precisando correr para melhorar meu desempenho com as pernas. Fui até a pista de corrida da arena quando cheguei lá eu disse: - Uau! - Como é grande! Eu não achei que seria tão difícil pois era só uma pista comum. Mas acabei me enganando. 


No começo pareceu fácil, eu fiquei pensando: ''Ótimo já estou terminando a pista, foi fácil demais'' Mas como eu já disse acabei me enganando. Quando eu estava na metade da pista eu ouvi latidos o som estava vindo do inicio da pista. Parei um pouco para dar uma olhada, eram Cães Infernais. 


 - Droga! - Droga! Sai correndo o mais rápido que podia até que tropecei em um tronco. - Mas como? - Como isso veio parar aqui? - Obstáculos! - É claro. Levantei-me rapidamente e continuei correndo o mais rápido que podia. Até chegar quase ao final da pista me deparei com mais obstáculos. 



Desviei da maioria com facilidade, mas logo tudo ficou mais difícil. Não tinha para onde se mover eram muitos obstáculos. Comecei a pular a barreiras o mais alto que podia. Um pouco depois eu parei de ouvir os latidos. Eu havia conseguido despistar os cães. Quando olhei para frente fiquei muito aliviado. Era o final da pista!


Sequei o suor da testa com a manga da camiseta, e fui direto para o meu chalé descansar um pouco para amanha treinar mais.

(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 15
*Criatividade do texto: 9
*Nível da Prova: 9
*Reflexo/Agilidade: 10
Total de Exp: 43
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Paul Hendrix em Ter Dez 24, 2013 7:07 am

Eu quase havia morrido no treino de katares, minha falta de agilidade foi comprometedora, então decidi que era hora de parar de matar aulas e ir para a pista de corrida.
Chegando lá havia um sátiro com cabelo cuia me esperando, havia mais meia dúzia de campistas junto comigo. Me aproximei e ouvi a explicação:
-Olá campistas, meu nome é Ian, pra quem não me conhece, e eu sou seu instrutor nessa atividade. Hoje vocês irão correr em terrenos diferentes, que serão surpresa e vocês devem mudar sua postura rapidamente, Além disso bonecos vão aparecer aleatoriamente na pista, se for um campista, de camisa alaranjada, você deve simplesmente tocar na mão dele, agora, se for um monstro você deve usar suas armas para abate-lo.
Dizendo isso nos posicionou na linha de largada, o primeiro terreno era muito semelhante a vielas do acampamento. Então uma tela acima de nós marcou a contagem para a largada, 3, 2,1 Corram!!! Nesse momento todos os campistas saíram em uma velocidade parecida, nenhum se destacou e assumiu a ponta.
De repente um campista de algum material que eu não consegui identificar brotou na frente da campista que estava no meu lado direito. Ela se assustou um pouco e perdeu um pouco de tempo, aproveitei o deslize e toquei na mão do boneco. E avancei um pouco no pelotão.
Então sem aviso uma espessa neve que cobria meus joelhos apareceu. Eu já havia corrido na neve antes, eu sabia como era a sensação, mas eu vi outros campistas de países quentes se batendo para conseguir manter sua posição. Enquanto isso campistas e monstros iam aparecendo, mas nenhum que eu tivesse chance de efetuar o movimento. Foi quando de súbito um ciclope apareceu exatamente na minha frente, ativei um dos meus anéis de ouro, e com o katar eu furei a testa do meu oponente, mas sofri para tirar a arma do boneco e perdi um precioso segundo.
Meus tênis estavam ficando úmidos, olhei para baixo e vi que a neve derretia rapidamente para dar lugar a um pântano, a água batia logo abaixo de meu joelho. Eu vivi por muito tempo em um porto na Holanda, meus pés estavam mais que acostumados com aquele terreno, em pouco tempo eu havia recuperado o segundo lugar.
Foi então que para mim o desafio chegou: Areia. Eu nunca fui habituado com areia. Mesmo vivendo em um porto, não havia muita areia em Amsterdã. Tentei me focar em atacar os monstros e tocar nos campistas. Eu estava indo bem, pois estava bem colocado em segundo lugar e podia me movimentar lateralmente rapidamente. Mas aqueles semideus que sofreram na neve logo me alcançaram, torci para que o próximo terreno chegasse logo. Eu não aguentaria por muito tempo.
O último terreno foi uma surpresa, enquanto todos os terrenos eram planos aquele era uma enorme colina. Todos estavam cansados, então subir ficou mais difícil. Foi quando de repente um pinheiro brotou no topo da colina. E Ian Estava lá no topo gritando:
-Venham rápido, aqui é seguro!! Vocês eram lentos assim quando estavam subindo a colina pela primeira vez? Vamos, mais rápido.
Dei o último gás, os dois filhos de Hermes chegaram em primeiro e segundo, eu queria muito chegar em terceiro, mas o filho de Ares era mais rápido que eu e estava na minha frente. Foi quando de susto ele plantou sua lança no estômago de um boneco de campista, dando para mim o terceiro lugar. Deitei na relva mal aparada e fui o último a sair dali. Eu realmente precisava fazer isso de novo outro dia.


(Feedback do Post, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 17
*Criatividade do texto: 15
*Nível de Combate: 12
*Utilização de Armas: 7
Total de Exp: 51

Obs: Faltaram algumas modificações nas pontuações e acrescentar a divisão do texto em parágrafos. E só não tirou 20 na criatividade por não ter desenvolvido ainda mais sua ideia. Tirando esses dois pontos foi um treino muito bom =)
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Paul Hendrix
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Makarov Dreyar em Dom Dez 29, 2013 11:33 pm

My Name is Death

Makarov Dreyar
30/12/2013
5:00pm á 6:30pm
Campo de Obstáculos
Ameno, ligeiramente frio
With; Ian


Poucos dias haviam se passado desde o encontro fatídico de Makarov com o ciclope em sua antiga cidade natal. Ele estava um pouco traumatizado com a experiência de quase morte, mesmo tendo aceitado que ela viria para busca-lo um dia, e ainda mais confuso com as revelações que se seguiram após o incidente. Seu pai ainda não havia se mostrado ou dado qualquer noticia de que sabia do menino e isso certamente o preocupava um pouco. Ele não era uma pessoa que se incomodava com a opinião dos outros, tendo sido evitado a maior parte de sua infância após a morte de sua mãe e até mesmo antes, mas a opinião de Erebus era um pouco mais especial, sendo ele seu pai e tudo. A mente do menino fervilhava com perguntas e mais perguntas, seus dias pontuados pela emoção que o próprio lugar onde viveria agora parecia exalar. E ele estava no meio de tudo isso.

Quiron, o centauro residente e o treinador oficial dos semideuses, havia dito que sua condição era um pouco mais especial do que a maioria das crianças ali, sendo ele filho de um Deus Primordial e tudo mais.  Não era todo dia que o senhor da escuridão tinha filhos, e isso foi explicado pela alta taxa de monstros vindo atrás dos filhos semideuses do Deus, praticamente o mesmo ocorria para os filhos de Nyx e outros deuses poderosos. Pelo que ele conseguiu descobrir e lembrar a partir de suas leituras esporádicas na biblioteca do orfanato, Erebus era a Personificação da Escuridão e, como tal, seus filhos tinham a habilidade de conduzi-la e cria-la. Havia também as habilidades de Vácuo inerentes do Deus, algo que poucos podiam usar.

Sua estadia no chalé foi bastante curta e confortável; a escuridão ali lhe parecia extremamente natural e seus escassos irmãos eram amigáveis o suficiente, embora o menino duvidasse que surgiria alguma amizade espontânea dali. Ele estava feliz, no entanto, que eles não tinham medo de si e não zombavam da sua atitude mais quieta e retraída. Isso era novidade, e uma novidade bem vinda se Makarov tinha qualquer coisa a dizer.

Mas não podemos dizer que o filho do deus da escuridão tinha ficado parado o tempo todo que ele esteve no acampamento. Suas barreiras mentais, por assim dizer, enfraquecidas pelo ataque inesperado do Ciclope e a destruição de uma das únicas coisas que ele poderia usar para se conectar com sua mãe morta haviam feito o garoto pagar um alto pedágio e sua sensibilidade e o controle de suas emoções eram um caos nos dias que se seguiram. Sua raiva foi provocada com mais facilidade do que nunca e seus momentos de depressão eram tão extensos e, bem... Deprimentes quanto os de um emo. Não que ele fosse um emo, mas vamos lá! O ponto é que depois de encarar os fatos e fazer paz consigo mesmo, isso foi um pouco depois de sua reclamação por parte de Erebus, o garoto decidiu que não valia a pena se debruçar sobre isso e a melhor coisa a fazer era treinar para se tornar mais forte e matar o ciclope. A aparência dele foi gravada em pedra na sua mente, e ele pagaria, o garoto teria certeza disso.

Vendo como seu corpo era construído com base na agilidade sobrepondo a força a primeira coisa que Makarov fez depois de começar seu treinamento foi ir ter com o instrutor de reflexos sob os conselhos de Quiron. Segundo o centauro Ian, que era o nome do instrutor, era um Sátiro gentil e humilde que havia ganhado sete de mais de uma dezena de recordes quanto a pista de obstáculos do acampamento, e por esse e outros motivos foi feito um dos primeiros sátiros a ensinarem os jovens semideuses. Resumindo; ele era perfeito para treinar o semideus ágil.

Talvez seja por ser filho de Erebus, ou talvez seja apenas uma preferência sua, mas Makarov gostava de estar em lugares escuros e sombrios, especialmente porque podia enxergar na maioria deles, e como tal ao chegar na pista de obstáculos onde o treinador se localizava o sol já estava começando a se por no horizonte. Era bastante interessante saber que no acampamento não chovia, a não ser que eles quisessem. Embora o garoto duvidou que tal ‘controle do tempo’ poderia segurar os poderes de Quíone, a ninfa da neve, por exemplo. Era admirável, no entanto, saber que um garoto como ele poderia se centrar tanto em um único pensamento, pois tão logo que viu a figura do sátiro Ian a alguns metros de distância, seus pensamentos se voltarem única e exclusivamente ao treino.

- Boa tarde senhor – lhe deu um aceno de cabeça respeitoso – Espero que o senhor não se incomode de treinar mais um semideus que pisa nessas pistas.

- Ah, não. Eu fui feito instrutor justamente pra isso, auxiliar os semideuses que andam por este acampamento. Faço isso há algum tempo, e planejo fazer por muito mais. Bem, eu sou Ivan. - O filho de Erebus pode ver que ele falava sério, pois seus olhos emitiam isso. Seus olhos azuis brilharam com felicidade em ver um novo campista, seus cascos trotando involuntariamente no chão em empolgação. Parecia um pouco nervoso, tímido talvez, mas gentil e prestativo como Quiron havia dito ao garoto.

- É um prazer. Meu nome é Makarov, eu gostaria de saber se tem algum treinamento adequado para mim. Preciso trabalhar na velocidade e nos reflexos um pouco mais... Eu também sou filho recém-reclamado de Erebus, se isso ajuda em algo. – Makarov ofereceu-lhe algumas explicações, prestando atenção ao sátiro e aguardando uma resposta.

- Bem, é uma surpresa. Seus genes são meio raros por aqui – riu nervosamente – mas sim, tenho algo para você. Um de seus irmãos se juntou a um filho de Hefesto muito habilidoso a alguns anos e, juntos, eles criaram um método de treinamento interessante para os usuários de sombra.  Consiste em uma série de obstáculos pré-programados que tem como objetivo além de treinar os reflexos do semideus, mas também treinar seu nível de percepção sombria e seu nível de familiaridade com ela. É uma habilidade importante de se ter para você e seus irmãos, como muito dos seus poderes giram em torno disso. Os obstáculos são, por fim, divididos em três níveis; Mortal, Semideus e Deus. Não ligue pros nomes, eles foram escolhidos na aleatoriedade. Eu recomendo que tente Mortal primeiro, não deve demorar mais do que cinco ou seis semanas para passar pro próximo nível, mas não desanime se levar mais tempo que isso. Claro, há também outros tipos de treinamento que podem ser uteis, como correr em cima do gelo sendo bombardeado por bolas de neve. Não é letal, mas são frias e doem no ponto de impacto, além de ser um bom treinamento para controle de temperatura corporal.

Makarov assentiu, absorvendo lentamente conforme o discurso se estendia as informações oferecidas pelo sátiro. Esse tipo de treinamento era algo extremamente benéfico para o garoto, especialmente dado seu tamanho (ele só tinha doze anos, afinal) e estrutura ágil, se acostumar a diferentes temperaturas e ao controle das sombras era apenas um bônus. Um mínimo sorriso se espalhou nos lábios do moreno, imperceptível até mesmo para ele, antes de seu rosto cair de volta a mascara fria habitual. – Muito bem, eu acho que posso ver os benefícios desse treinamento. Pode me indicar a pista onde posso começar?

Sorrindo ligeiramente para o pequeno semideus, o sátiro apontou em direção ao local da corrida e, em seguida, falou. – Ah sim, lembre-se disso; Uma volta é o suficiente. A pista vai, embora não pareça, se ajustar ao máximo que seu corpo aguenta percorrer atualmente, o mesmo vale para os obstáculos, por isso não se preocupe em ficar tonto de correr tantas vezes ao redor do terreno. – Recebendo um aceno de Makarov, o sátiro sorriu novamente para ele, gentil como o menino tinha vindo a perceber que ele era, e voltou sua atenção para outro campista que havia acabado de chegar. Já Makarov... Bem, ele caminhou em direção ao seu doce destino nas mãos de uma pista de obstáculos.

Ao se posicionar em um local devidamente apropriado, o filho da escuridão começou a repara melhor no local onde ele deveria correr. Como Ian havia dito, a pista era inegavelmente cumprida e não parecia a ponto de acabar tão cedo, mas fora isso ela parecia uma pista de corrida normal, daquelas que você via na TV nos dias de Olimpíadas, sabe? Claro que não estávamos levando em conta os pequenos alçapões e dispositivos místicos, sem contas as bugigangas eletrônicas com propósitos variados, que existiam escondidos nela. Mas, logicamente, Makarov não sabia disso. Enfim, o garoto decidiu se alongar um pouco primeiro.

Esticando os braços acima da cabeça e torcendo o corpo ligeiramente para o lado o semideus ouviu o característico e prazeroso som de um osso estalando em seu corpo junto da ligeira sensação de dormência que o acompanhava. Ele repetiu isso um determinado numero de vezes, trocando as posições e a intensidade dos movimentos sabe-se lá quanto tempo, antes de decidir que era bom o suficiente por agora. Seu corpo estava relaxado, ainda que tenso, esperando o primeiro passo e a corrida que viria com ele. Suspirando profundamente, Makarov se concentrou no exercício atual e no seu objetivo final; sair vivo.

- Nada pode ser melhor do que tentar... – Como se correspondendo a sua fala, seus pés dispararam em direção ao final, velozmente correndo e manobrando as áreas superiores do corpo ao redor da travessia. Os braços do moreno estavam inclinados em um ângulo propicio para a corrida e a administração de sua percepção geral, ao mesmo tempo. Seus olhos, estreitos, captavam os movimentos que seu próprio corpo fazia assim como os do mundo ao seu redor, junto de seus ouvidos preparados para o menor sinal de um ‘ataque’.

O primeiro veio não muito tempo depois, este na forma de um disco giratório de trevas que fora lançado por uma maquina emergida do chão alguns minutos depois de começar a correr. Makarov inclinou o corpo para o lado, dobrando os músculos e acomodando os ossos de forma que seu torso se inclinasse o suficiente para o disco passar reto sobre ele e, assim, não causar nenhum dano. Claro que não era somente isso, pois o disco voltou após ter feito um percurso de alguns metros, quase que raspando sua cabeça fora se não fossem seus reflexos rápidos que permitiram o semideus abaixar-se a tempo sem, no entanto, parar a corrida.

O suor começava a escorrer por seu corpo conforme o tempo se passou, embora o garoto não poderia dizer quanto tempo tinha se passado exatamente, e seus olhos eram estreitos, quase tão estreitos quanto se poderia para um humanoide, atento a qualquer coisa diferente. O disco de trevas fora perigoso, mas ele já havia sido superado. Sem contar, claro, a paredes ocasionais de escuridão que emergiam do chão, obrigando o garoto a salta-las para não sair da pista ou, em casos mais extremos, contorcer seu corpo de forma a passar em um pequeno vão entre duas. Era uma verdadeira prova de reflexos, velocidade e percepção de seus arredores.
Makarov poderia dizer que ele estava amando aquilo, muito. O filho de Erebus amava uma boa emoção, tão frio quanto ele estava, e os pequenos pulsos de sentimentos eufóricos que ele podia sentir nelas eram o suficiente para fazê-las, em primeiro lugar. O vazio emocional que parecia sugar sua alma dentro de seu corpo era doloroso demais para não ser preenchido com algo. Algo que ele geralmente não tinha.

- “Em baixo, esquerda, direita, cima, baixo, baixo, direita, esquerda, em cima, abaixo... Direita!” – Gritou mentalmente, esquivando-se de outro golpe dum martelo feito de sombras crescido a partir do chão, este tentando esmagar seu quadril com uma ferocidade estupidamente correta. – “E esse é o nível mortal?” – Zombou, antes de assentir para si mesmo mentalmente e continuar na corrida.

- “A chegada... Mas é muito fácil. O que está planejando?” – Era um sinal de loucura falar com objetos inanimados, mas ele não poderia deixar de pensar que as sombras tinham vida própria. Especialmente depois dos sussurros que elas emitiam ao rasparem contra seu corpo, e os gemidos que sua própria sombra parecia fazer em correspondência. Bem, ele não era normal, então isso poderia ser acreditado... Em partes. – “Eu estava certo.” – Suspirando, usou do chão ligeiramente pedregoso do final para se impulsionar para cima em um salto, antes de cair um pouco desajeitadamente em um rasgo feito na parede de sombras, um rasgo para apoiar os pés, claro.

- “Aqui vamos nós, novamente.” – Seus joelhos se flexionaram e seus lábios pareciam mais secos do que antes, e a ação começou. – “Saltar, desviar, encontrar ponto de apoio, pular para o outro lado, esquivar projétil, evitar ser esmagado... Ponto de apoio novamente... Aqui!” – Em uma malabarismo gracioso e mortal digno do deus das trevas o menino de doze anos, ainda inexperiente e propenso a erros, saltou por entre a parede, apoiando-se em pontos que a sombra era ‘escavada’ e se esquivando de ataques automáticos da própria sombra. Ele quase foi esmagado por uma enorme bola de trevas caindo em cima dele uma vez, antes de, claro, chegar ao topo. – E aqui... O final.

Makarov respirou com uma dificuldade anormal para ele, embora estando tão cansado quanto estava era algo natural, antes de lentamente manobrar seu caminho para baixo da parede, esta que já afundava no chão e permitia uma margem de manobra mais fácil ao moreno. Suspirando quando, finalmente, atingiu o chão, ele passou pela chegada com uma espécie de orgulho vitorioso, caindo no chão logo que atingiu o outro lado. – “Olhe por mim pai, espero que o senhor se orgulhe dos meus feitos desse dia em diante. Vamos nos encontrar um dia, eu tenho esperanças de que sim.”




(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 19
*Nível da Prova: 20
*Reflexo/Agilidade: 20
*Interpretação do NPC: 18
Total de Exp: 97
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Seu texto foi excelente. Faz tempo que não dou pontuações tão altas ^^
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Makarov Dreyar
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Makarov Dreyar em Ter Dez 31, 2013 12:01 am

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Makarov Dreyar
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Não muito tempo depois de cair no chão da pista de obstáculos sombria, vemos Makarov sentado, solitário, na mesa correspondente ao Chalé de Erebus. O menino tinha poucos irmãos e a maioria deles estavam ocupados com seus próprios assuntos para se juntarem ao moreno, ao menos naquele dia em particular. O dito semideus estava, no momento, comendo uma refeição simples e energética que lhe daria forças para um novo treino na pista de obstáculos; algumas torradas untadas com geleia de morango dos campos do acampamento, uma barra de cereal nutritiva e algumas fatias de melão junto de, claro, um suco de framboesa magicamente concedido pelo acampamento.

O garoto comeu com calma, apreciando a comida. Seus pensamentos lentamente iam e viam e sua concentração era focada em uma multidão de coisas diferentes. Curiosamente, contudo, ele estava bem informado dos seus arredores e não se incomodou com os sons de madeira raspando contra o chão cada vez que um campista se levantava apressadamente, provavelmente atrasados para algum treino programado ou para a aula de grego antigo. Neste dia o menino não se preocupou com isso, e em vez disso saboreou os dons que se permitiu comer antes de mais um dia exaustivo. Francamente, apenas algumas horas haviam se passado desde o momento em que Makarov tinha desmaiado no chalé, exausto, mas isso não fazia muita diferença. Oito horas de sono para um semideus eram mais do que o suficiente para revitaliza-lo.

Suspirando, o filho de Erebus se levantou com a graça natural dos filhos da personificação das trevas enquanto fazia uma breve prece a seu pai para que ele o abençoasse naquela dia. Um pouco de comida já havia sido dada como sacrifício antes, claro, mas pedir por uma segunda vez nem sempre era ruim. E ele sabia que seu pai o escutaria, ao menos o esperava. Ainda sim, o menino sorriu muito ligeiramente, seus lábios se contraindo em um sorriso um pouco maior do que o imperceptível, conforme ele verificou seus equipamentos habituais, tratando de garantir que o tênis era confortável e a armadura leve de couro que nunca era usada fora do acampamento, segundo os campistas, amarrada firmemente. Ele remexeu brevemente na capa de trevas dada a ele por seu pai, feita em um verde escuro profundo como uma esmeralda, se certificando de que a fivela segurando-a era firme.  Por fim, então, começou seu caminho a pista de obstáculos mais uma vez, decidido a ter uma conversa leve com Ian antes de realizar seu treino supostamente diário.

Não demorou muito para o semideus chegar ao local desejado, sua graça natural era uma das coisas que ele mais gostava em ser filho de Erebus já que com ela foi muito fácil evitar os poucos semideuses fora das aulas no momento. A manha era um dos períodos mais acirrados para todos, pois era nesse horário que a maioria dos treinos importantes acabavam por acontecer. Os filhos de Apolo geralmente preferiam esse horário, também, para começar a exercitar seus poderes pois o sol começara a raiar meia hora antes, as seis da manha.  E sem duvida alguma esse não era um dos períodos favoritos do dia de Makarov. O sol era muito forte e a sombra da noite se tornava escassa, e o único conforto verdadeiro que ele tinha era a sombra natural da sua capa. Ela era feita das próprias sombras, afinal. E, claro, sua espada que podia mudar seu tamanho geral era muito menos afiada nesse período de tempo, em comparação a noite onde a escuridão predominava.

- Bom dia Ian, espero que a noite o tenha tratado bem? – Saudou o jovem filho da escuridão ao avistar seu recém-nomeado sátiro favorito. Ele não tinha conversado muito com o mesmo, sinceramente, mas de todas as poucas pessoas que o garoto havia conhecido no acampamento, Ian era sua favorita. O sátiro era gentil e um pouco tímido para desconhecidos, ele tinha percebido ontem, e o jovem semideus só poderia esperar que o outro se abriria para ele no momento certo. Claro, o menino não era a pessoa mais confiável para conversas envolvendo amizade e esse tipo de coisa, ele nem sabia se estava confortável com esse conceito ainda, mas era mais do aceitável produzir um vinculo de companheirismo das sortes com o sátiro. Era algo que talvez o ajudaria no futuro. Embora Makarov só poderia especular sobre se ele mesmo se abriria a Ian. Provavelmente não tão cedo. Seus pensamentos e emoções eram muito fechados e reclusos para fazê-lo assim do nada.

- Olá Makarov – baliu o homem-bode – Sim, eu dormi muito bem. Alguns novatos tiveram uns problemas com a coluna depois que você foi embora, mal jeito ou algo do tipo, enviei-os para a enfermaria antes de ir descansar. Bem, o seu estado não era muito melhor – riu ele.

- Eu acabei me esforçando um pouco demais ontem, sim – admitiu sem vergonha de assumir a verdade, ele faria todo o treinamento do mundo para ficar mais forte sem reclamar, se necessário – Mas os resultados me agradaram. Sinto-me um pouco mais rápido do que antes e tudo, acho que posso aguentar mais dessa vez. – Uma das coisas que qualquer um notaria ao conversar com Makarov era seu modo pausado e contemplativo de falar. Ele parecia, e de fato o fez, medir todas as palavras e consequências que suas falas teriam para só depois começar a falar, e ainda sim fazia isso com cautela. Os anos de ser zombado das outras crianças por causa da sua Dislexia e seu TDAH, o que o levou em algumas encrencas problemáticas no orfanato.

- Esperemos que sim, venha – apontou para a mesma pista de ontem – Eu já deixei tudo preparado para você. Tinha um palpite sobre se viria hoje ou não, acho que foi sorte – a mesma risada nervosa de ontem estava presente hoje também – Seus irmãos não costumam treinar muito sua velocidade e reflexos atualmente, contando mais com sua furtividade e a pericia de matar com sombras e essas coisas – inclinou os ombros em um gesto de confusão – pessoalmente eu acho que um treino extra é sempre bem apreciado. Pensando em treinar com armas também?  - Perguntou, seguindo direto para a pista.

Makarov fechou os olhos e contemplou uma resposta, pensando se deveria ou não começar a treinar com armas leves, o que segundo seus irmãos eram perfeitas nas mãos de um filho de Erebus, ou se deveria focar-se mais na velocidade primeiro. Decidindo-se, finalmente, depois de algum tempo pensando – tempo esse que levou para ambos chegarem na pista, respondeu ao sátiro. – Não, eu não acredito que vou, por enquanto. Quero me focar primeiro na velocidade e nos reflexos, e posteriormente irei realizar treinos neste quesito. – O garoto agradecia aos deuses que ainda estava aprendendo a confiar, e acreditar, que o sátiro não estava com medo dele, assim como as crianças no orfanato, ou mesmo repugnado com a ideia de quem era seu pai. Ser descendente da própria escuridão não era algo exatamente agradável aos olhos de muitos.

- Acho que posso te entender – afirmou, pensativo – Enfim, boa sorte por aqui. Tenho de ir ver e inspecionar o treinamento dos outros novatos. Não queremos mais colunas doendo igual a ontem, queremos? – rindo um pouco, afastou-se de Makarov acenando para ele, antes de trotar em direção a seus novos ‘alunos’; um par de gêmeos da cabine de Apolo.

Assentindo para o sátiro de partida o moreno começou a se alongar, um habito que havia pegado alguns dias depois de chegar no acampamento. Ele dobrou as pernas e manteve-se de pé com somente uma delas na tentativa de encontrar um ponto de equilíbrio por exatos quarenta segundos. Repetindo isso com a outra perna, inclinou-se de modo que sua coluna ficasse reta e seus dedos tocando os pés, mais quarenta segundos nisso também. Seu ultimo ‘exercício’, por assim dizer, de alongamento era virar e torcer o corpo em direções variadas para estalar os ossos, oferecendo um alivio aos músculos tencionados.

Suspirando com ligeira decepção, retirou a capa de trevas dada a ele por seu pai, dobrando-a perfeitamente para só então coloca-la em cima de uma pequena mesinha com garrafas de água para o pós-treinamento. Não havia ninguém do seu lado do campo, assim ela era segura lá por enquanto. O resto de suas roupas, enquanto longas e tentando cobrir uma grande parte da pele numa tentativa inútil de aquecer o interior gelado do semideus, era leve o suficiente para não precisar da remoção. Seu exterior continuou uma espécie de mascara de pedra fria, mesmo após a conversa com o sátiro, como se fosse esculpido em gelo pelas ninfas da neve. Branco, sem emoções, um olhar vago e vazio, a palidez mortal associada ao contraste das trevas, a luz, junto dos cabelos negros e desalinhados como a mais profunda treva lhe davam uma aparência meio real, como a de um anjo que caiu do céu. Bem, era algo do tipo.

Franzindo o cenho em concentração absoluta que somente pessoas extremamente centradas conseguiam fazer, Makarov inclinou um pouco seu corpo de modo a se posicionar melhor para dar a ‘largada’. Ele tinha a impressão de que o percurso de hoje seria ligeiramente mais difícil do que o do dia anterior, como a corrida e o treinamento de reflexos que fez antes deve ter aumentado sua aptidão, ao menos um pouco. Estalando o pescoço em um gesto ansioso, antecipando os novos obstáculos e a corrida que estava por vir, flexionou as pernas uma ultima vez naquele lugar antes de disparar velozmente para frente.

O ar bateu contra seu rosto no momento em que começou a acelerar. O vento assobiava em seus ouvidos conforme suas pernas se moviam a um ritmo constante, pra frente e pra trás, mas nunca parando. Seus braços se inclinaram ligeiramente para trás de modo a deixar o torso ‘deitado’ para frente e os braços esticados a partir das costas para pegar um impulso muito maior que pegaria numa postura normal. Por ser flexível e gracioso, como a escuridão, essa postura não atrapalhava os movimentos do semideus e até ajudava, por manter um ritmo rápido e constante sem cansa-lo em demasia. Isso combinado a seus esforços para manter um ritmo constante o fazia percorrer longos caminhos sem gastar energia desnecessária, ao mesmo tempo em que exercitava um monte de músculos no corpo, em suma, era um método perfeito.

Foi nesse pequeno momento, cerca de cinco minutos ou menos, em que começara a correr que as coisas ficaram um pouco mais, bem, digamos... Complicadas. Uma foice feita de pura treva emergiu de pequenos dispositivos pendurados no ar acima da pista, muito bem empenhadas em ceifarem a vida de Makarov. O garoto, tentando aprender a economizar seus movimentos em situações como essa, se moveu um ou dois centímetros a mais do que o necessário para desviar da lâmina, inclinando a cabeça para o lado e continuando a corrida, seu corpo se ajustando para acomodar os movimentos perfeitamente.

Seguido da foice um par de lâminas redondas e rotatórias surgiram no chão e imediatamente convergiram em direção aos seus pés para decepa-los. Com a única escapatória que tinha, Makarov saltou de modo a evitar as lâminas e o dano, caindo efetivamente no chão seguro. Isso é, até que seu pé se firmou no mesmo e uma parede lateral cresceu, topo afiado e aceitavelmente em posição para lhe cortar ao meio.

Utilizando de seus instintos recém-desenvolvidos com a ajuda do treinamento, girou para o lado enquanto momentaneamente para a corrida para evitar ser eviscerado. Para sua sorte o tênis que usava foi o suficiente para evitar alguns machucados sérios nos dedos e ele conseguiu escapar ileso desse empecilho na corrida. Em seguida, voltou a disparar para frente mantendo-se atento ao seus arredores. Seus pés pisavam cautelosamente no chão e cada passo era calculado para evitar possíveis discrepâncias no mesmo que poderia simbolizar armadilhas de sombra escondidas.

Felizmente ou não uma boa meia hora da corrida foi feita sem muita dificuldade, após os iniciais dez minutos tensos, mas por causa disso seu corpo estava suado e grudento com o esforço implicado para se esquivar e correr por esse período de tempo, sem paradas. Mas o garoto ainda não estava cansado, tão determinado a acabar em, pelo menos, uma hora. Mas, como se ouvisse os pensamentos de Makarov, novos objetos muito mais letais feitos da escuridão emergiram tentando atrasa-lo ou lhe causar danos. Abaixo de si o chão foi engolido em um alçapão de trevas, forçando-o a saltar para evitar cair no buraco, mas ao mesmo tempo em que o fazia um martelo de bom tamanho tentou esfacelar seu crânio com um golpe ardente, puramente evitado pelos reflexos do semideus que inclinou o corpo para trás e caiu com um baque surdo no chão a frente, só para ter de se esquivar novamente do martelo transformado em uma espada altamente afiada que cortou e se fincou no chão, raspando no semideus por poucos centímetros. Abençoada seja a cambalhota.

Isso tudo ocorreu num espaço de dois minutos, quase que instantâneo, e logo o caminho se seguiu sem muitas intercorrências por mais meia hora, antes de ser apresentado ao desafio final. Duas paredes feitas de sombra que formavam um corredor, obviamente uma armadilha. – “Mas que tipo?” – Perguntou-se, curioso. Decidindo a testar isso e acabar logo com a corrida desgastante (uma hora e dez minutos sem parar eram difíceis ate para semideuses) podendo, assim, descansar de uma vez por todas. Suspirando profundamente, convergiu em direção a parede, mal preparado para o que aconteceu.

Quanto mais avançava dentro dela, mais o espaço se tornava menor. Makarov entendeu quase que instantaneamente o que estava acontecendo; As paredes estavam tentando esmaga-lo. Estando no meio de ambas quando constatou esse fato, decidiu que ir para frente era a única opção, e logo avançou correndo o mais rápido que pode. Uma das surpresas desagradáveis que teve, perto do final, foram picos que saiam de alguma das paredes, pegando-o de surpresa e forçando seu corpo se contorcer em ângulos estranhos para evitar ferimentos fatais. Doeu muito ser acertado, mesmo de raspão, por eles.

Suspirando em sincero alivio ao chegar no final da pista, Makarov novamente caiu em exaustão, fechando os olhos numa tentativa de encobrir o sol a pico no céu. Uma sombra emitida por campistas correndo lentamente faziam o menino recuperar-se de sua fadiga, embora como ela era inconstante isso era lento na melhor das hipóteses. Bem, uma boa soneca de meia hora no chalé resolveria tudo, provavelmente. Fechando os olhos, ele decidiu que um pouco de descanso antes disso não faria mal algum.





(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 18
*Nível da Prova: 17
*Reflexo/Agilidade: 18
*Interpretação do NPC: 17
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Convidado em Seg Jan 06, 2014 4:07 pm




Treino!


Eram duas da tarde e o sol estava um tanto quente, e eu começava a caminhar pelo acampamento indo para a arena, precisava treinar agilidade, velocidade, esquiva e reflexos e soube que tinha uma ótima pista para isso, e como filho de Eros deveria saber bem sobre essas coisas, pois para se usar um arco deveria ter esses quesitos bons para nunca errar o alvo. Alguns outros semideuses passavam entre mim, indo correndo para o treino e como não tinha pressa, cheguei devagar. Havia uma pista diferente que mudava de solo, e um semideus corria para conseguir escapar de alguns cães infernais, também havia barreiras e alvos móveis. Logo um sátiro, de olhos azuis fortes, pele alva e um cabelo tipo cuia, com um jeito desajeitado e carregava em sua cintura duas adagas curtas e ao se virar quatro maiores nas costas. Ele apenas olhou para mim e ficou falando alguma coisa que não pude escutar. -Oi, como é que começo? Mordendo o lábio inferior esperando sua resposta. -Para se começar, você deverá ir pela pista que muda de solo e que terá algumas barreiras e alvos pelo caminho para poder treinar a agilidade e velocidade, mas cuidado eu ficarei olhando e caso veja que está fácil, irei dificultar mais ainda. Dando um sorriso um tanto irônico.

-Mas para os alvos, posso usar uma arma? Ele apenas assentiu que sim com a cabeça e soltou um sorriso maldoso com se fosse fazer algo de errado. Estava no inicio da pista, passando a mão em minha pulseira caso eu precisasse usar o arco e logo um tiro foi dado, corria entre a pista dando um salto na primeira barreira onde quase caia, mas por sorte consegue saltar direito ao chão e ao tocar a mão nele, pude sentir que estava um pouco quente e um pouco de vapor estava saindo da terra, o solo havia mudado de úmido para quente e ao correr novamente um alvo apareceu na pista e tocando na pulseira fazendo-a vira um arco soltando com tudo o brilho vermelho, acertando ao centro dele, passando pelo lado quando outra barreira apareceu e chegando com tudo saltando por cima, podia sentir o cansaço em meus pulmões, o solo logo estava arenoso e pulando para rochoso com alguns buracos para poder medir a passagem o arco estava a minha mãe e logo apareceu um alvo atrás do outro e tive que atirar seguidamente para acertar neles. Estava percebendo que ele havia colocado agilidade, velocidade, esquiva e reflexos, pois quase não havia enxergado os primeiros alvos e ao olhar para o lado o chão estava úmido e um tanto escorregadio. -Está sendo muito fácil para você, mas só por enquanto. Ouvia ele gritar alto de lá de trás, abrindo algumas jaulas e ao olhar vejo que três cães infernais estavam correndo atrás de mim rapidamente.

-Só me faltava essa. Correndo rapidamente, pulando nos obstáculos que estavam aparecendo e atirando ao mesmo tem nos alvos, vendo que já estava bem longe, ainda correndo, dei uma virada e atirei para trás para acertar algum dos cães infernais, mas não sabia se deu certo, pois ou eu corria ou morria se parasse. Chegando ao final da pista no terreno rochoso cheio de pedra para atrapalhar meu caminho e quase cai, mas consegue ficar de pé, chegando ao final onde ele se encontrava. -É você foi bom, acertar ao alvos daquele jeito e pular nos obstáculos e ainda correr para salvar a vida contra os cães infernais, e aproposito, está me devendo um cão infernal, você acertou um na cabeça e foi praticamente sem olhar para trás. Fiquei olhando para ele, colocando as mãos no joelho respirando profundamente, estava bastante cansado. -Como é? Terei que pagar um cão infernal? De onde eu irei tirar do submundo? Falava sentindo a agonia do cansaço dentro de mim, sentando ao chão respirando um pouco. -Não sei, mas você é bom no arco e não esqueça do cão. Ele falava saindo dali e eu fiquei parado descaçando um pouco, pegando um pouco de água passando no rosto e bebendo, deveria ficar melhor para o próximo treino.

@thanks LG

[/i]


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 16
*Nível da prova: 18
*Reflexo/agilidade: 17
*Interpretação do NPC: 15
Total de Exp: 85

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Karol P. Czekolada em Qui Jan 16, 2014 4:43 am


The Silence Ivory One


Assim que acordei, vesti um shorts preto para dar contraste na minha pele branca, uma camiseta do laranja e meu anel de madeira. Calcei meus tênis vermelhos de molas e caminhei entre as camas congeladas do chalé de Quione. Fui ao banheiro para fizer minha higiene matinal (escovar dente, fazer xixi e escovar minhas madeixas esbranquiçadas), passei um desodorante bem forte e protetor solar fator 100, pois eu me queimo muito fácil. Hoje iria ser um treino puxado, ou quase isso. Deixei minha "casa" de gelo para trás e parti sem muito ânimo para a pista de corrida.

Era muito cedo e por mais que eu achasse que não haveria ninguém, o instrutor Ian estava lá. Ao seu lado, alguns obstáculos um tanto diferentes. Entre eles, estava um saco com algumas estacas de aço que ao fitar arqueei uma das sobrancelhas intrigado, mas sorri curioso para os items, passando a mão direita nos cabelos - Hey, Karol né?! Quer ajudar com o treino? - disse o sátiro atencioso. Fiz que sim com um menear de cabeça, abraçando meus braços - Pois bem, vá para o final da linha da pista de corrida, pois quero avaliar seus reflexos - Ele falou, com um sorriso infantil nos lábios, tomando em mãos as estacas de aço pontiagudos. Encarei-o curioso e temeroso pelo que aconteceria, mas ele deu de ombros, alargando o sorriso. Me senti calmo e relaxei os braços, batendo meus pés na pista - Não vou te machucar, fica tranquilo mudinho - respondeu-me sem mesmo eu perguntar, como se conseguisse ler meus pensamentos. Logo me dirigi até a posição pedida preparando-me para correr na direção dele.

Os pés se posicionaram um atrás do outro e o tronco se inclinou para frente aguardando o sinal de partida. Fiquei atento para o som da largada, um tiro alto e estalado depois de uma contagem de três. Assim que o som soou pelo ambiente, comecei a correr em direção à Ian  e, para o meu espanto, umas duas estacas metálicas  foram arremessadas em minha direção, atingido meu ombro de raspão - Urg! - grunhi, pois eu não sei falar "ai", levando a mão até o local onde o projétil atingira-me, unindo as sobrancelhas e mordendo os lábios, mas sem deixar que minhas pernas trabalhassem na pista. Meu ombro estava arranhado, deixando minha pele de mármore avermelhada.  

Minha missão era tentar desviar dos itens afiados arremessados, mas sem sucesso em sua maioria. Quanto mais perto eu chegava de Ian, mais difícil ficava de esquivar-me dessas porcariazinhas. O pior, era que eu nem podia dizer para ele parar, pois eu não tenho a porcaria da voz para falar uma palavra sequer. Além dos itens arremessados, havia essas coisinhas no chão, então além de tentar escapar dessas coisas que voavam, eu tinha que ter percepção o suficiente para trançar as pernas para correr entre os espinhos de ferro do chão.  Quando percorri quase metade da pista, meus olhos azuis/vermelhos (depende da iluminação) enxergaram o objeto que lançava esses espinhos. Eram dois autômatos com braços adaptados como se fossem bestas disparadoras. Arregalei os olhos e desviei com quase perfeição do lançamento que cruzava meus domínios na pista. Uma das pontas aranhou uma de minhas bochechas, mas eu firmei o pé e segui com a corrida.

Felizmente, eu já estava próximo do final do treinamento e agora, minhas pernas estavam latentes e meus pés pareciam queimar por estarem trabalhando ao máximo para avançar e desviar das estacas que rolavam pelo chão. Não havia mais tantos espinhos que cruzavam os céus, mas os que me atingiram, ainda faziam meu corpo doer. Minha camiseta estava rasgada e minha pele alva arranhada pelos projéteis. Meu rosto estava sério e meus olhos fixos na linha de chegada. Meus músculos da perna trabalhavam juntos para me fazer correr por um tempo mais na pista. Meus pulmões ardiam, pois eu ainda não estava acostumado a hiperventilar e nem gastar energia numa unica explosão. 30 segundos depois, eu termino a corrida e me aproximei-me do sátiro, diminuindo as passadas afobadas dos meus pés, desacelerando gradativamente  - Não foi muito ruim, se tivesse Sol, seria pior pra você - dei um breve sorriso, passando o dorso do meu antebraço na testa para limpar meu suor. Agradeci à Zeus pelo dia ameno - Como te disse antes, o teu problema é a respiração Karol. Sua atenção é boa e concentração também... Só falta um pouco de organização na hora de usar seus órgãos -  Disse ele atencioso. Ofeguei, pegando água da garrafinha de Ian, afogando a minha sede de uma vez.  Ele deu de ombros dando uma breve risada contida e divertida - Próxima vez será mais puxado - Revirei os olhos e caí morto de cansaço na pista de corrida, mergulhando meus pensamentos do próximo treinamento no meu silêncio profundo.


❉ Under my white skin, my blood runs red ❉
Credits: Masquerade Girl by Sugar Avatars



(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 18
*Nível da Prova: 17
*Reflexo/Agilidade: 18
*Interpretação do NPC: 19
Total de Exp: 92
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Sweet chocolates are great, but loving YOU is even more...

...Amazing!

credits Killjoy Girl
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Maya Goldsmith em Seg Jan 20, 2014 8:02 pm

Give me a reason to believe that you're gone. I see your shadow, so I know they're all wrong. Moonlight on the soft brown earth, it leads me to where you lay. They took you away from me, but now I'm taking you home. I will stay forever here with you, my love. Even in death our love goes on. ❝ lari ❞
Silencio, morte, terror. Ceifar e ir embora antes que alguém perceba o que houve. Guiar a alma daqueles que estão marcados e impedir fugas. Para tal coisa, a pericia com suas armas de trabalho eram necessárias. Um bom manuseio da foice, uma capacidade acima do normal em se esconder com a capa. Meios de andar sem ser vista ou ouvida e, acima de tudo, velocidade. Era relativamente hábil com a foice e a capa ajudava muito. Porém ainda não era rápida e silenciosa o suficiente. Eu deveria ser a assassina perfeita, uma pessoa de quem Thanatos se orgulharia em ter em seu pequeno e restrito grupo de devotos. Isto auxiliaria também quando fosse defender um aliado. Mal sairá da invasão e já havia ido a arena, para treinar. Quero dizer, havia ido tomar um banho e trocar de roupa antes, claro, mas fui no mesmo dia. As vestes eram bem simples, alias: calça short jeans escuro, meia arrastão negra, tênis all star na mesma cor e a baby look do Acampamento. Olhei para as pistas de corrida e fui até o instrutor, um sátiro que eu conhecia vagamente pelo nome.

Ian? Sou Maya, de Atena e Thanatos. Gostaria de lhe pedir umas dicas. Já tenho certa habilidade, porém me falta muito da prática e da teoria. Poderia me ajudar?

Senti ele me avaliando e deu um sorriso, concordando com a cabeça. Ele olhou para a pista de corrida e pareceu avaliar alguma coisa antes de me responder falando, como eu esperava que ele fizesse, afinal a anti-social aqui sou eu e não ele. Ahm, vocês sabem: Ceifadores não são um exemplo de socialidade e eu não era uma exceção tão completa assim.

Claro, quer que eu explique como funcionam as pistas? Os obstáculos te ajudam a melhorar a percepção e sua reação a desafios. Não se culpe ou assuste caso algum deles lhe acerte, está tudo bem. Aconselho a começar pelos 100 metros rasos que não muda o terreno e os obstáculos são mais lentos, depois nós tentamos a próxima pista e depois soltamos os cães infernais. Pode parar antes caso queira e pode sempre solicitar conselhos ou dicas, estarei aqui observando e, caso precise, pronto a ajudar.

Meneei a cabeça e me aproximei do começo da pista. Ouvi o sátiro pedindo para tomar posição e dobrei levemente os joelhos, inclinei o corpo para frente suavemente e olhei a pista, porém sem focar a visão. Isto poderia atrapalhar a ver algum movimento ou obstaculo. O sinal foi dado e eu disparei pela pista. Os primeiros cinco metros foram até mesmo fáceis. Porém depois se iniciou o problema. Buracos, troncos, cipós, vinhas, vigas. Tudo aparecia de repente. Eu demorei a me acostumar com aquilo. No primeiro tronco caido, eu dei uma tropeçada, porém meus reflexos já adquiridos pelo exercício em missão, a velocidade nata dos filhos de Athena e o treino de artes marcias me cederam a oportunidade de dar uma cambalhota para não me ferir tanto e me levantei, voltando a correr, quase no mesmo instante. Por uma curta fração de segundos, fechei o foco e as palavras ecoaram em minha mente "feche o foco e não verá realmente. Deixe-o aberto e verá as coisas e pessoas como o movimento, não como algo físico" e deixei a visão vagar. Um leve movimento ocorreu a esquerda e me joguei no chão de joelhos, jogando o corpo para trás e o deixando deslizar pela pista. Um pendulo feito com uma lâmina em um semicírculo passou próximo ao meu corpo e rasgou de leve minha roupa, porém estava, no mais, intacta. Pulei para me erguer e dancei para o lado enquanto corria e me esquivava de uma bola presa por uma corrente que balançava. Meu preparo físico me poupou de ficar cansada antes da hora. Meu raciocínio aprimorado também me auxiliava a pensar onde as próximas armadilhas poderiam aparecer e procurava aliar isto aos sentidos para me defender. Usei a casca meio podre de um dos troncos no caminho como um boomerang usando o preceito básico de fazer isto com um escudo a minha frente e, por sorte, ele recebera duas adagas em meu lugar. Estava tão ansiosa para completar aquela parte que não notei as vinhas no chão, que se enroscaram em um dos meus pés e eu precisei lutar para me soltar. No começo, usei força em demasia, depois relaxei e fiz com mais atenção. Funcionou. Me levantei e voltei a correr. Inclui então o chão no meu foco e aos poucos as pancadas e erros começaram a ficar menores, eu havia aprendido a dominar a pista. Sabia o segredo para conquistar a menor, mas não me sentia pronta para a maior ainda. Corri o restante da pista sem muitos problemas, apesar de receber mais alguns cortes, hematomas e estar com um verde e marrom a mais nas vestes e na pele, porém nada que não pudesse me recuperar. Ao finalizar a pista, fui mancando até o instrutor, que durante toda a corrida havia dado dicas para mim, sugerindo onde pisar, como escapar de certas armadilhas, me dizendo para usar o cenário que a pista me dava ao meu favor. Cansada, com sono e dolorida, estendi a mão para ele e a apertei. O sorriso que se surgiu não foi tão forçado quanto o de costume.

Muito obrigada pelas dicas, te vejo outro dia. Até mais.

Depois disto, dei as costas e fui embora, retornando ao meu chalé para outro banho bem demorado e trocar minhas vestes. Verifiquei se não havia nenhum bilhete contento instruções dos próximos passos da Ceifada em nenhum lugar, caso os sonhos e aparições estivessem inviáveis por hora e, ao não achar nenhum, tombei na cama para dormir.


Referencias de Postagem:
• Físico Atlético. Filhos de Athena são grandes esportistas e atletas em geral. Por isso possuem um físico bem dotado, não exagerado, possuem uma grande força física e também agilidade bem aprimorada e digna de destaque entre os semideuses. [Passivo, nível 3]
• Inteligência Avançada. Os filhos de Athena são dotados de um nível intelectual avançadíssimo, superior a de qualquer mortal, semideus, monstros e deuses em sua maioria. Possuem uma memória desenvolvida e um QI avançado, podendo utilizar dos dados que armazena em seu cérebro para criar teorias e soluções, utilizando-se de seu ótimo raciocínio.  [Passivo, nível 1]
• Estrategista. Filhos de Athena conseguem realizar planos e estratégias com grande velocidade e a probabilidade deles darem certo é muito grande, seja planos para combates ou estratégias de guerra. [Passivo, nível 2]
•Arremesso boomerang. Filhos de Athena são capazes de arremessar tanto escudos quanto adagas ou espadas em seus inimigos, com extrema precisão. No caso do escudo, estes irão retornar para seu dono após atingir seu alvo.  [Passivo, nível 3]
• Reflexos e Agilidade. 1/5, Alfa
• Artes Marciais - Domínio do Kung Fu. Alfa, 0 pontos
• Guarda Costas. Alfa, 0 pontos


godricsen hffley


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 16
*Nível da Prova: 17
*Reflexo/Agilidade: 15
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Qui Maio 15, 2014 7:58 am

Não sou a favor de correr e me exercitar fisicamente, mas eu preciso me mover, pois senão eu ficarei preguiçoso e perderei as manhas no combate. Antes de fazer qualquer coisa na pista, alonguei os músculos de minhas pernas, coxas e me espreguicei. Eu quase desisti do treino, pois me bateu um sono incontrolável depois de espreguiçar-me, mas continuei firme e forte. Amarrei bem firme meus cadarços e me posicionei na linha de largada. Movi meus braços e corri no lugar, levantando bem meus joelhos. Um campista ali presente atirou pra cima, dando inicio ao meu treino.

A princípio só havia obstáculos comuns, e salta-los me era fácil. Mas então a pista comum, mudou para uma que imitava o solo arenoso. Acho que isso vai me ajudar a melhorar minha estabilidade e segurança em meus movimentos. Comecei a correr e instantaneamente meus pés começaram a deslisar, mas continuei a correr, ou saltar, não sei bem o que era. O primeiro entrave foi fácil pular, só tive um pouco de dificuldade para aterrissar, pois solos arenosos não são fixos ao chão e por isso há dificuldade. Não caí, mas dei uma leve escorregada. Por mais que eu corresse, parecia que nunca acelerava, por conta disso não consegui pular algumas barreiras que apareciam de surpresa e nem aquelas que eram seguidas de três obstáculos. Essa foi a primeira volta.

Nessa segunda volta, pulei o primeiro obstáculo. Consegui aderência e consegui saltar uma série de dois obstáculos seguidos. O solo mudou novamente e quando percebi estava caminhando em pedras soltas. Meus tênis se desgastariam e questão de segundos, mas não desisti. Saltei o restante que me apareceu, mas acabei aterrissando numa pedra solta e acabei escorregando. Ralei o joelho, e rasguei a pele do meu braço e mãos. Doei um "pouco" demais, porem levantei as pressas. Em todo caso minhas pernas estão cansadas. Catei uma toalha que estava jogada por ali e limpei meu rosto suado e cheio de areia.

(Feedback do Post, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 18
*Criatividade do texto: 13
*Nível da Prova: 10
*Reflexo/Agilidade: 10
Total de Exp: 51

Obs: Você escreve muito bem, parabéns querido! Alguns errinhos por falta de atenção são comuns, por isso é importante reler antes de postar. Apesar de não ter muitos desafios em seu treinamento, você especificou bem as características do seu personagem e o porquê de não ficar muito tempo na arena. O objetivo é melhorar em cada post, sempre =)




Sleep and Death walk together



There is no sorrow that sleep doesn't win  ✫@
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Abel O. Drowsiness
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Henrique Reichmann em Sab Maio 17, 2014 11:15 pm






O

Renegado

O sol estava a pino, o céu estava extremamente azul e não havia uma única nuvem no céu.
Eu passara a noite descansando, pois sabia que o dia seria um tanto cansativo.
Eu não podia usar nenhuma habilidade ativa ou passiva, então deveria compensar esse desfalque com muito trabalho duro.
Há muito tempo, eu ouvi a história de um personagem de anime. Rock Lee era um ninja que mostrou não ter talento para utilizar as técnicas ninjas, então focalizou todo o seu treino apenas para o combate corpo-a-corpo e acabou se tornando um grande ninja.
Na época, eu não liguei muito para a história, mas agora, parado na entrada da arena, eu me identificava com aquela história.
Eu estalei os dedos e suspirei; Eu me arrependia amargamente de ter abrido a boca, mas agora não tinha mais volta; Eu não queria passar a impressão de bebê chorão, eu faria o que fosse preciso para me tornar bom.
Um sátiro estava sentado em uma cadeira de balanço, lendo Harry Potter, no meio da arena, despreocupado com o sol que queimava sua nuca.
Eu me aproximei, tentando fazer o máximo de barulho possível para chamar a atenção dele; Demorou alguns minutos, mas ele me viu e abriu um largo sorriso:
- Olá! Eu sou Ian! - O sátiro estendeu a mão e eu a apertei. Ele tinha os olhos muito azuis e a pele branca. - Veio treinar?
Eu assenti e Ian se levantou sorridente.

Eu fiquei esperando ele dar o sinal; Estava à postos no início da pista, que tinha o terreno arenoso.
BUM , eu ouvi e disparei pela pista.
Eu corri no máximo possível. Uma barreira de pedra surgiu no meu caminho, devia ter apenas um metro de comprimento, mas surgira tão repentinamente que eu consegui salta-la por pouco.
Continuei correndo, a adrenalina correndo pelo meu sangue, até que uma estaca de madeira surgiu na minha frente; Ela tinha um formato humanoide e segura uma espada na 'mão'. Ela girava rapidamente formando um redemoinho cortante. Eu tinha poucos segundos ou a lâmina da espada ia me cortar. Consegui deslizar no chão arenoso, fazendo a espada passar à centímetros do meu rosto. Eu me levantei tão rápido quanto me joguei e continuei.
Eu sentia o coração acelerado e quase não percebi as estacas negras que surgiam aleatoriamente do chão. Eu me joguei para o lado, desviando de uma e usei o pé para apoiar em uma estaca já existente e dar impulso para a frente, me desviando de uma que crescera no lugar onde estava há poucos segundos.
Abri um largo sorriso e continuei correndo; A pista estava quase no fim quando flechas foram lançadas de ambos os lados; Por sorte aquilo era um treino, então as flechas não eram muito densas, foi fácil desviar delas.
Eu cheguei ao final da pista, Ian dava saltos e socava o ar:
- ISSO FOI IRADO! - Ele me encarou e endireitou a coluna: - Quero dizer... Ótimo treino...

✖ Don't be scared, You'll never change what's been and gone ✖



(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 12
*Nível da Prova: 11
*Reflexo/Agilidade: 15
*Interpretação do NPC: 10
Total de Exp: 52
★Atualizado★
 

Treino sucinto. Tua introdução é muito maior do que o treino em si e, isso não é muito bom. Além disso, sua interpretação do NPC é um tanto vaga... Não é ruim, mas poderia ser mais envolvente.


Henrique Reichmann

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Lavínio Jhonson em Qui Jun 05, 2014 8:57 pm

Run Bitch Run


O ócio do chalé de Hermes estava agonizante... tão poderoso que poderia ser um Deus, teria filhos incrivelmente capazes de fazer a vida dos outros um saco. Já estava cansado de fazer nada além de cuidar das minhas coisas para não ser roubado no chalé de Hermes... acabei deixando as coisas guardadas em um bosque por ali, no meio de umas moitas. Hoje eu não iria precisar delas.

Certo dia, no refeitório, conheci um sátiro que era meio tímido e recluso, mas de longe, senti calafrios intensos. Ele exalava poder, não parecia ser um sátiro qualquer. Carregava várias lâminas e pude intuir que era boa nelas, tinha uma potente aura, o que não combinou com a forma gentil que ele mostrou a mim ao dizer:
-Aula de Agilidade e Reflexos, espero que compareça ^-^ - Disse entregando um panfletinho simples mostrando vários semideuses em ação e havia um texto mostrando a importância de se ter agilidade e reflexos.

Achei interessante. Olhava para meu corpo não tão definido e me sentia o Macauley Culkin depois de anos nas drogas, num sei por quê essa sensação. Mas ok, precisava melhorar meu metabolismo, como eu já mencionei, passar anos sendo rato de biblioteca não me favoreceu nessa vida nova até agora.


Chegando atrasado


Eu sei, mesmo tendo nada pra fazer no acampamento (além de treinar) eu me atrasei. Bom, é que eu nunca foi de ter rotina, quando cheguei lá, haviam grupos montados e a arena já estava lotada. Tive apenas que esperar e assistir, sentei na arquibancada e observei.
A arena era tão grande que dava para fazer muita coisa dentro, de um lado, havia um campo restrito para que alguns semideuses brincassem de pega-pega, parecia algo besta, mas eram tão habilidosos e estratégicos em se esquivar dos outros, que fazia a brincadeira de criança parecer algo bem mais emocionante, um garoto, filho de Hermes (reconheci por VIVER naquela joça), estava correndo de outro semideus que também era ágil, corriam em direção a uma parede e o filho de Hermes parecia estar encrencado, até que o mesmo consegue andar pela parede e dar uma cambalhota para trás do semideus que estava prestes a alcança-lo, uma esquiva e tanto! Pra variar, o astuto filho dos ladinos saiu zoando da cara do seu oponente.

Em outra parte da arena, podia ser visto alguns semideuses armados com flechas, atirando-as em outros, que deviam desviar das flechas... com certeza, algo que eu demoraria para conseguir. Flechas eram rápidas e aquilo era incrivelmente perigoso.

Não sei quanto tempo permaneci ali, mas me senti tão "por fora" da situação (por ser ágil como uma tartaruga), que já estava levantando e indo embora, desistindo. Até que um trompete é tocado e todos resolvem ir embora, já tinha chegado o fim. Segui adiante tranquilo, até que senti o calafrio de leve subir pelas minhas costas. A alguns metros, o Sátiro, chamado Ian pelo que vi no panfleto, me chamou:
-Hey! você da arquibancada

Me virei meio cínico, com uma cara de "Eu?'' Mas num teve jeito.
-Sim você, por que não treina agora?
Fiquei meio tenso.. mas estavam todos indo embora, achei que ia ser só eu e algum treino mais simples...aceitei.
-Ok, vamos lá


Eu costumava amar as Aves


Na arena... de frente para o sátiro, silêncio total...perguntei:
-O que tenho que fazer ?
O sátiro olhou para mim e disse:
-Apenas desviar - e retirou do seu cinto, uma flauta.
Começou a tocar uma linda melodia, fiquei meio atento, o que iria acontecer? pude sentir que aquela música era algo mágico, e tudo se comprovou quando um grupo pequeno de andorinhas apareceu e pousou no sátiro em vários locais distintos... os que sobraram, ficaram na areia.
-Nossa!! que incrível!!
ZUUUUUUUUP!
Um pássaro passa a centímetros da minha orelha e pousa ao lado do sátiro. Aquilo foi perigoso... comecei a deduzir que eu deveria...
-Desviar dos pássaros Disse o sátiro Isso que você deve fazer.
Arregalei os olhos por um instante... vi que ele estava levando a flauta na boca e ... corri.
Ok, não foi a coisa mais inteligente, em segundos, várias andorinhas passaram por mim, me machucando com seus bicos, passando como flechas e eu já estava todo machucado e cheio de plumas. O cheiro delas não era muito bom também não. Por um instante, todas começaram a dar uma volta no céu, o que me deu tempo de virar até elas para ver o que iam fazer. Vinham em fileiras, uma atrás da outra, organizadinhas, porém, vinham em distintos pontos.

Algum instinto semideus foi despertado, por que por um instante, consegui me esquivar de 3 andorinhas consecutivas, mas não consegui manter o ritmo da esquiva e outras 5 me acertaram, aquilo doía muito.
Novamente elas faziam seu arco em volta do céu, prontas para mais um round.
Eu não estava morto, só com várias partes do corpo levemente doloridas, ardendo, dava pra me manter de pé. Olhei para os pássaros e para a sequência em que viriam. Vi pelo tempo que me restava, que eu deveria ir para esquerda, depois direita, um pulo mais pra direita, esquerda novamente. Fiz a sequência, com dificuldade claro, fui para a esquerda e para a direita tranquilamente, ir para a direita de novo foi difícil mas o pássaro não me pegou por centímetros, outro vinha na minha direção logo após de já ter esquivado, impulsivamente dei um giro para a esquerda e novamente a andorinha passou de raspão.
Me abaixei, deixando 4 andorinhas passarem sem levar minha cabeça.
E novamente elas davam a volta, por quanto tempo aquilo ia durar?
Me esquivei novamente com dificuldade, mas meus pés já estavam bem posicionados e menos desengonçados na hora de se esquivar, acabei sendo golpeado na bochecha, mas fiquei de pé.
Com isso, a música parou.

-Muito bom, aprendeu o básico, que é a postura e forma de se mover correta para fazer boas esquivas. Está liberado
Ele era gentil demais pra todo aquele poder. Ofegando, diz um joinha para o sátiro, e fui direto para meu chalé. Precisava de um banho.


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 20
*Criatividade do texto: 19
*Nível da Prova: 15
*Reflexo/Agilidade: 15
*Interpretação do NPC: 17
Total de Exp: 86
★Atualizado★
 

Treino muito bom, mas tome cuidado com a introdução longa em comparação ao treino em si. Mas, tipo, parabéns ^^
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Pandora Jones em Sab Jun 07, 2014 3:57 pm

Sátiros são fodas

Novamente levantei e fui para a arena, aquele lugar tirava meu tédio.
Iria fazer um treinamento diferente, relacionado a agilidade e reflexos. Manejando uma lança, minha agilidade e reflexos pareciam bons, mas acho que aquilo se tratava de pernas apenas.

E por falar em pernas, me deparei pela primeira vez com um sátiro. Lembro de dar um pulo de surpresa ao ver pernas de bode e o sátiro, pelo qual chamavam Ian, também deu um susto.
-Er... não tenha medo, eu sei que causo isso mas pode relaxar.
Ele me olhou meio cauteloso e disse:
-Veio para o treino?
-Lógico, amo essa arena, é o melhor lugar que estive até hoje aqui no acampamento. Fora o refeitório
O sátiro bonitinho começou a rir um pouco. Mas aquilo me deixou um tanto perplexa. Nunca pensei que conseguiria fazer alguém rir, estava acostumada com caras de desconfiança, retidão, medo, susto. Aquele menino bode me pegou de surpresa.

Na arena, ele me deu as instruções, disso que eu faria uma corrida de obstáculos e que algumas coisas iam passar por mim tentando me matar e que eu deveria ser esperta. Fui ver o trajeto e era algo feito de pedras altas, haviam mecanismos em cada uma das pedras e várias outras coisas. A arena havia mudado da noite pro dia.
-Uau, até ontem isso não estava aqui
Ian explicou:
-Er... venho trabalhando nisso a tempos, entrei em acordo com alguns filhos de Hefesto e falei com alguns guardiões das rochas, não vai ficar por muito tempo
Ajeitei meus coturnos e fiz um leve alongamento.
-Bom, então vamos aproveitar

Tirei meu casaquinho e me preparei.
Ian deu um berro de bode e acho que aquilo era o sinal para começar.

Entrei pelo mini corredor que estava formado pelas grandes rochas e dei entrada ao primeiro espaço amplo.
Ouvi um zumbido ao lado de maquina e um atirador de alguma coisa apontou para mim, e mal pude piscar e uma bola de dodgeball vermelha veio com muito vigor em minha direção. Tentei me desviar mas passei tempo demais babando e olhando a maquina, levei na cara.
Ouvi outro barulho e não ia deixar isso acontecer de novo, rolei para frente e parei em pé, outra bola de dodgeball havia sido lançada até a mim aonde eu estava, havia mais mecanismos ocultos nas paredes se revelando, olhei para eles e corri para frente, algumas bolas passaram reto, outras acertaram meu braço mas me mantive firme para não ser derrubada, precisava chegar ao próximo mini corredor sendo pouco acertada e estava indo mal, mas estava fazendo tudo que podia. Me abaixei e outra bola passou pela minha cabeça, rolei para o lado e outra bola foi desviada, me levantei e me esquivei de três consecutivas, meio desleixada mas consegui. Me virei em direção ao corredor e me deparei com uma bola de dodgeball a centímetros da minha cara, meus reflexos de semideusa me deram uma vantagem e antes mesmo de conseguir captar o que via, fui para o lado, a bola de dodgeball passou raspando e levantando meus cabelos, pude ver tudo em câmera lenta devido a sensação.
Em algum tempo, cheguei no corredor seguinte. Arfei um pouco... nossa, aquilo era divertido!
Fui para a próxima área aberta e me deparei com duas paredes cheias de tubos. A primeira delas, ao meu lado, soltou um jato de água fervendo forte, dei um pulo para frente mas pude sentir o vapor tocar centímetros das minhas costas.  Outro canhão de água surgiu e me abaixei, passando pela "linha" de jato de água que era formada, continuei a correr, dei alguns pulos para sair rápido dos jatos de água, mas me surpreendi sendo atingida por baixo. Doeu pouco, causava apenas um incomodo, mas pior foi não ter percebido canos de água no chão também, eu não podia para, continuei, mesmo molhada, um jato quase me atinge e me desequilibrei na esquiva indo para o chão, mas apoiei minhas mãos e dei uma leve estrelinha para frente para me manter de pé... e segundos depois, um passo para trás, pois outro jato ameaçou meu rosto. Corri e fui para o próximo corredor.

Depois de andar um pouco, vi o próximo compartimento e me deparei com uma árvore, de galhos longos  e gigantes
E imediatamente um dos galhos da  árvore vieram até mim, me esquivei, rolei para o lado, aprendi que não deveria ficar parando e analisando demais , isso me custou uma bolada na cara e roupas molhadas. Já estava imunda por bolar na areia mas não dei importância, a árvores não tinham piedade, continuei me esquivando de supostas chicotadas.
-Hey, eu já assisti esse filme!
Pena que não tinha feitiços estuporantes como o professor Snape, mas ignorei, tentei cruzar a árvore e ir para o próximo corredor.
Mas não havia próximo corredor.
Fiquei um pouco surpresa, o que eu deveria fazer? Morrer de exaustão?
Foi quando parei e vi desenhado no tronco da árvore, uma marca de uma Mão e as escritas "Ponha a mão aqui e vença"
Isso me custou uma chicotada no peito de galho de árvore. Era piro que apanhar de cabo de vassoura da mãe... BEM pior.
Me levantei meio agonizada, mas respirei fundo, e corri em direção ao tronco.
Estava suportando a dor, e quanto mais chegava perto, pior ficava, mais galhos, mais eu deveria me esquivar, já havia sido acertada no braço e estava sangrando, estava a centímetros da árvore quando um galho ameaçou me chicotear no rosto.
Me abaixei , dando uma cambalhota, me levantando e finalmente tocando o tronco da árvore.

Cai exausta.
-Uou! muito bom! não foi a melhor de todas mas pelo menos conseguiu tocar o tronco!
Nem ouvi, tava preocupada com a dor na barriga ainda.
Me levantei e faei:
-Pow.. ta da hora seu treino, mas essa árvore apelou, p**a dor!

O Sátiro deu uma risada e tocou sua flauta, com partituras de musicas que estavam me fazendo bem, a dor estava sumindo. Era uma música curativa?
Agradeci e voltei para o chalé.


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 17
*Criatividade do texto: 15
*Nível da Prova: 14
*Reflexo/Agilidade: 15
*Interpretação do NPC: 11
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Corrida

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Dom Jun 08, 2014 9:48 am


Corrida


Eu estava sentado embaixo de uma arvore para me proteger do sol. Só estava esperando dar a hora de sair. Mas eu não vou fazer nada hoje se eu não sair da sombra dessa arvore.
Levantei-me esticando os braços para espreguiçar. Fui andando na direção da pista de obstáculos.
Quando cheguei no lugar, fiquei olhando para o tamanho da pista enquanto passava uma mão nos cabelos para tirar eles do rosto. Me posicionei no começo da pista, me preparei e com um impulso iniciei a corrida. No começo estava parecendo fácil, mas só parecia mesmo. Do nada surge um tronco no caminho.
- Mas que...
Exclamei dando um salto por cima dele e caindo rolando de frente no chão. Num segundo me recomponho e volto a correr. Saltei por cima de mais dois troncos, uma pedra, uma cerca e quando já estava achando aquilo ridículo eu escuto um latido atrás de mim. Ainda correndo eu viro a cabeça para olhar por cima do ombro. Com espanto enxerguei dois cães infernais vindo em minha direção. Foi aí que minha distração resulto em dor. Olhando para trás eu não percebi um tronco de arvore no meio do caminho e acabei por cair de cara no chão. Rapidamente me levanto e volto a correr, podia escutar os latidos e os passos deles cada vez mais perto. Lá na frente eu vi uma coisa que parecia um monte de madeira empilhada, era muito alto para pular por cima e só tinha uma pequena abertura na parte de baixo. Naquela parte o terreno ficava coberto de areia e dificultava a corrida. Quando estava bem perto das toras eu me abaixei e milagrosamente conseguiu rolar por baixo delas. Quando sai no outro lado escutei duas batidas que indicavam que os cães tinha colidido com as toras. Sorrindo eu paro no final na pista.
Passo as costas da mão na testa para tirar o suor. Respirando bastante para recuperar o fôlego eu volto para o meu chalé pata tomar um banho e descansar.  




(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 15
*Criatividade do texto: 17
*Nível da Prova: 12
*Reflexo/Agilidade: 10
*Interpretação do NPC: 0
Total de Exp: 54
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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Convidado em Sex Jun 13, 2014 2:55 pm




Treino 02


Eu havia acabado de sair de um treino quando decidi que estava na hora de eu praticar um pouco a arte marcial que meu tio havia me ensinado durante os onze anos e que eu tanto amava: Savate, a arte marcial francesa. E então eu simplesmente fui direto para a arena que me falaram que servia para esse tipo de treino e tirei a camisa, ficando somente com minhas calas e meus coturnos ( No Savate o uso de sapatos é permitido)  e sorri enquanto pedia a ajuda de alguns outros campistas que estavam ali para montar uma versão menor do redemoinho, pegando vários objetos de madeira e amarrando de baixo  de uma árvore de metal que se encontrava por algum motivo no canto mais afastado da arena.

                                                   (...)

Assim que a árvore estava repleta de fios segurando objetos de madeira eu comecei o meu treino, dando um chute lateral contra um dos objetos e vendo acertar outro, começando um efeito domino com todos os objetos amarrados em baixo da árvore que logo começariam a me atacar por todos os lados.

                                                 (...)

O primeiro objeto de madeira a tentar me acertar feio pela direita em uma velocidade mediana e eu o impedi golpeando com um chute de calcanhar de cima para baixo que o tirou do fio enquanto outro golpe vinha por trás de mim  me forçando a abaixar e sustentar meu peso com as mãos enquanto usava os meus dois pés para agarrar o objeto e o chutar com força para fora, e me levantar em um salto, segurando um dos objetos que vinham em direção ao meu rosto enquanto com a outra mão socava com força o que vinha pelo meu lado esquerdo, o fazendo colidir com outro objeto que vinha na mesma direção enquanto eu largava o que segurava e dava um passo para trás, desviando de quatro objetos que vieram juntos contra mim, minha respiração ficando mais ofegante enquanto eu notava que estava cansado do outro treino e tinha sido uma má ideia já fazer outro em tão pouco tempo, mas mesmo assim não ia cair fora da arena.
 
Senti uma dor aguda contra minha perna assim que um dos objetos a acertou e decidi que era hora de acabar com aquilo de uma vez.  Desviando e socando alguns outros objetos que tentavam me acertar fui até o centro da arena e plantei bananeira e  deixei minhas pernas completamente esticadas enquanto usava minha mãos para girar todo o meu corpo, fazendo assim com que minha pernas agissem como hélices e chutasse todos os objetos para fora de seus fios para fora de uma vez só.

                                                  (...)

Sorri para mim mesmo vendo todos os objetos de madeira espalhados para tudo que era lado e despenquei no chão, esperando meu fôlego voltar ao normal antes de ir buscar os objetos de madeiras e os guardar para outro treino. Eu havia exagerado daquela vez.




Thanks: Alice R @ TPO & WE



Corrida


Eu estava sentado embaixo de uma arvore para me proteger do sol. Só estava esperando dar a hora de sair. Mas eu não vou fazer nada hoje se eu não sair da sombra dessa arvore.
Levantei-me esticando os braços para espreguiçar. Fui andando na direção da pista de obstáculos.
Quando cheguei no lugar, fiquei olhando para o tamanho da pista enquanto passava uma mão nos cabelos para tirar eles do rosto. Me posicionei no começo da pista, me preparei e com um impulso iniciei a corrida. No começo estava parecendo fácil, mas só parecia mesmo. Do nada surge um tronco no caminho.
- Mas que...
Exclamei dando um salto por cima dele e caindo rolando de frente no chão. Num segundo me recomponho e volto a correr. Saltei por cima de mais dois troncos, uma pedra, uma cerca e quando já estava achando aquilo ridículo eu escuto um latido atrás de mim. Ainda correndo eu viro a cabeça para olhar por cima do ombro. Com espanto enxerguei dois cães infernais vindo em minha direção. Foi aí que minha distração resulto em dor. Olhando para trás eu não percebi um tronco de arvore no meio do caminho e acabei por cair de cara no chão. Rapidamente me levanto e volto a correr, podia escutar os latidos e os passos deles cada vez mais perto. Lá na frente eu vi uma coisa que parecia um monte de madeira empilhada, era muito alto para pular por cima e só tinha uma pequena abertura na parte de baixo. Naquela parte o terreno ficava coberto de areia e dificultava a corrida. Quando estava bem perto das toras eu me abaixei e milagrosamente conseguiu rolar por baixo delas. Quando sai no outro lado escutei duas batidas que indicavam que os cães tinha colidido com as toras. Sorrindo eu paro no final na pista.
Passo as costas da mão na testa para tirar o suor. Respirando bastante para recuperar o fôlego eu volto para o meu chalé pata tomar um banho e descansar.  




(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 17
*Criatividade do texto: 20
*Nível da Prova: 15
*Reflexo/Agilidade: 15
*Interpretação do NPC: 0
Total de Exp: 67
★Atualizado★
 

AHUHAUAA É a primeira vez que um campista usa essa arena pra treinar artes marciais! Achei sucesso e por causa disso, vou te dar 1 ponto de combate corpo a corpo!

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Re: Treino de Agilidade/Reflexos

Mensagem  Aragom C. Mclaster em Qua Nov 12, 2014 5:15 pm



Correr pra quê?

 
Quando saí do meu treino de espada, eu passei no meu chalé tempo suficiente apenas para guardar as minhas armas e me dirigi para o que seria, talvez, o me último treino de dia. Afinal, eu estava cansado e realmente desanimado para praticar aqui no acampamento. Não que os treinos daqui não sejam legais, o problema é que depois de tanta coisa que já aconteceu esse ano, eu já não vejo tanta emoção aqui. eu queria estar lá fora, onde os monstros estavam; queria mudar um pouco as coisas e ir atrás deles, em vez deles virem atrás de nós. Porém, tudo o que me resta nesse momento é treinar, para depois fazer lá fora o que se aprendeu aqui dentro. Sendo assim, caminhei até chegar na pista de corrida.
 
 A pista de corrida: 100 metros de um terreno que foi construído por alguém muito indeciso - mudando de areia para cascalho, lama, lodo, areia movediça, lava... -, e que certamente nunca se deu o trabalho de andar na própria pista. Aqui não parecia haver ninguém, esse lugar nunca foi muito popular mesmo, e isso era bom. Faz quase um ano desde a primeira vez que eu estive aqui, mas ainda assim consigo me lembrar bem da ocasião. Digamos que não foi uma experiência muito boa. 
 Mordi o lábio inferior enquanto olhava pensativo para a pista, estudando ela à procura de suas armadilhas. Mas, é claro, não consegui identificar nenhum daqui. Quem a projetou pelo menos sabia o que estava fazendo. Sem mais opções, caminhei até a linha de largada e tomei posição para iniciar a corrida. Respirei fundo para tomar folego - que na verdade eu nem necessitaria por estar meio morto e tal - e dei um impulso com o pé iniciando a corrida. Primeiro foi fácil, apenas correr sobre a areia; mas depois de algum tempo a pista mudou para um terreno mais pedregoso, onde era mais fácil escorregar. Foi o sol que revelou a primeira armadilha. Apenas a alguns passos afrente, um brilho provocado pela luz sendo refletida revelou o que devia ser uma linha-de-tropeço. Em plena corrida, saltei para passar por cima da linha e continuei a corrida do outro lado dela, mas as coisas só foram piorando. Tinha acabado de mudar para um terreno que parecia mármore, quando um som de "Trec" foi seguido por duas bestas se erguendo em cada lado da pista, ambas apontadas na minha direção. No instante exato, eu caí de joelhos e dobrei a coluna para trás, dessa forma fui deslizando de joelhos pelo chão enquanto as duas frechas passaram acima de mim. Rapidamente me pus em pé novamente e continuei a correr, mas o mármore era liso e eu quase caí duas vezes. Enfim, a pista voltou a mudar para areia, o que era um terreno igualmente complicado de correr e duas vezes mais cansativo. Então, es que do nada surgi um tronca de árvore na minha frente, como se tivesse saído do chão. Só tive tempo de pular, usando a mão esquerda para me apoiar no tronco e passando o resto do corpo meio de lado por cima do dele. Caí meio desajeitado do outro lado e acho que quase quebrei o tornozelo, mas felizmente estava tudo bem... Por enquanto. Antes mesmo que eu voltasse a correr, ouvi um latido atrás de mim e me virei para olhar.
-Ah, de novo não! - exclamei, vendo um Cão Infernal ser solto em uma jaula e correr na minha direção.
 Girei o corpo voltando a olhar para frente e disparei na corrida. Uma característica espartana é ser otimista, então sendo assim: que bom que dessa vez só há um Cão Infernal.
 O final da pista estava perto, mas o cão estava igualmente chegando perto de mim, principalmente porque tive que saltar por cima de uma armadilha-de-urso (isso é sério?). Escutava os passos dele chegando cada vez mais perto, então vi que ele me alcançaria antes que eu chegasse no final do percurso e resolvi fazer o que eu faço de melhor: uma completa idiotice. girei meu corpo, ficando de frente para o fera bem na hora que ela saltou para cima de mim, e desferi um soco em gancho que o acertou na mandíbula inferior. O cão deu um perfeito giro no ar, caindo no chão completamente desorientado.
- Vira lata! - Filhos de Ares podem quebrar muros de concreto com as mãos, acho que dou conta de nocautear um cão do inferno. 
Sem parar para ver se ele se levantaria, eu me virei voltando a correr mais uma vez, agora a poucos passos do final da pista. Estava quase chegando. Cinco metros. Quatro metros. Três metros. Quase lá. Dois metros. Um metro. PUM. Tropecei em alguma coisa e caí de cara na areia. Ainda caído, olhei para onde eu tinha tropeçado e vi um fio esticado bem no finalzinho da pista. Tive vontade de arrancar aquela coisa e queima-la no fogo do Hades, mas me contentei em me levantar, espanando a sujeira para fora de minhas roupas, e voltar andando para o meu chalé. 
                      
        

Talvez para não morrer...

© Ross at CupcakeGraphics


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 17
*Criatividade do texto: 18
*Nível da Prova: 15
*Reflexo/Agilidade: 17
*Interpretação do NPC: 0
Total de Exp: 67
★Atualizado★
 


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Treino de agilidade

Mensagem  Tris D. Lopes em Sab Nov 22, 2014 11:22 am

Primeira Corrida

Fui tola ao achar que faltando aos treinamentos conseguiria manter a forma. Tirando a caminhada no lago, eu estava ficando sedentária. O que não é admissível a semideuses.  Então após o desagradável episódio ocorrido na cantina esta manhã –no qual quase perdi o olho por uma faca lançada do outro lado do recinto- resolvi treinar.
Logo após o café da manhã, fui ao chalé de Deméter e arrumei minha mochila - garrafa d’água, kit de primeiros-socorros, e um pouco de néctar. Com a adaga presa ao cinto, me dirigi à arena de agilidade, pois se quisesse continuar com meus dois olhos intactos, teria q me esforçar.
No caminho era perceptível a agitação dos campistas. Todos aguardavam ansiosos o culto aos deuses, os jogos dos quais todos comentam há meses. Como iria completar um ano que entrei para o acampamento, não havia participado de muitos eventos, talvez por vergonha ou apenas incapacidade, mas esses jogos chamaram minha atenção, e não seria nada ruim usá-los como uma forma de passar uma boa impressão minha aos campistas.

Quanto cheguei à arena, recuei. Pelo que se podia ver, eu não havia sido a única a querer me preparar. Por todos os lados campistas – ou melhor, vultos laranjas – corriam desviando de obstáculos, em uma rapidez impressionante. Eu sabia que podia correr rápido, na infância deixava todos meus amigos comendo poeira quando apostávamos corrida, mas, com certeza, esses caras corriam muita mais que eu. De relance pude ver um filho de Érebo, que parecia se esconder nas sombras com tamanha rapidez. Intimidei-me quase que imediatamente, querendo me retirar e ir cuidar de alguns lírios. Mas agora já era tarde para fugir, um sátiro de olhos azuis absurdos vinha em minha direção com passos firmes.
-Hm, olá!- disse ele estendendo a mão, duas adagas em seu cinto cintilaram contra a luz do sol- Sou Ian, instrutor. Você é nova por aqui? Precisa de instrução?
-Sou Tris- apertei sua mão timidamente, seus olhos azuis fortes me fizeram desviar o olhar- Sim, sou nova aqui, resolvi me preparar para o culto, sou filha de Deméter e por ter me alistado para sobrevivência creio que esse seja um dos treinos que mais precisarei, ou talvez não, não sei...
Ian levou a mão ao meu ombro, me fazendo parar de tagarelar- Irei te ajudar com isso. Como você é nova teremos que começar devagar- ele olhou ao redor- você é boa em corrida?
-Hm- olhei ao redor vacilando ao responder, aquele filho de Érebo não brincava em serviço!- digamos que sou razoável.
Ian seguiu meu olhar e sorriu- Não se deixe envergonhar por ele, com o treino pesado que esta tendo não me surpreende que esteja se saindo tão bem. Venha, me mostre o que sabe fazer.
Fomos caminhando em direção a pista de corrida. Conforme andava, o cabelo de Ian cachoalhava nas laterais de seu rosto. De tempos em tempos ele acenava para algum conhecido e continuava a caminhada, até que chegamos à pista. E tenho que dizer “Uau”, pois a pista não só parecia não ter fim, como também tinha terrenos diferentes ao longo do trajeto. Encarei Ian, abismada.
-Você esta de brincadeira, certo? –perguntei, torcendo para que ele concordasse.
-Não, não, esta não é sua pista, ela esta mais a frente- disse ele soltando uma risada e continuando o trajeto.
Suspirei aliviada e continuamos andando em direção a forte luz do sol matinal. Esbarrei em alguns campistas empolgados, que pareceram nem perceber que eu estava tentando passar. Abri caminho entre eles e pude sentir olhares raivosos de filhos de Ares. Nunca entendi por que subestimam tanto os filhos de Deméter, só porque somos delicados ao cuidar das plantas, não significa que iremos ser delicados em batalha. Podemos estraçalhar uma dracaenae tão bem quanto um filho do deus da guerra.

Agora sim, a pista de obstáculos da qual precisava. Ela era cumprida e bastante plana, a placa marcava 100 metros rasos. Observei uma garota correndo e desviando dos obstáculos que misteriosamente apareciam em seu caminho. Claro que preferiria correr livremente primeiro, para aquecer e adaptar, mas se quer ser um bom campista, tem q começar pela parte difícil. Posicionei-me na linha de largada e aguardei Ian dar as ordens.
-Primeiro: saiba que a qualquer momento aparecerá um obstáculo, você tem que estar atenta e preparada, pois se quer chegar ao fim da linha, tem que ultrapassar todos eles - ele disse apontando para a pista como se estivesse indicando obstáculos invisíveis.
Respirei fundo e esfreguei as mãos, alonguei os braços e estiquei as pernas. Era acostumada a alongar antes de correr, então o fiz. Toquei meu tênis com a ponta de meus longos dedos brancos e senti meu quadril estalar. A sensação de estar de volta as pistas de corrida me tomou por completo. Olhei para Ian e aguardei um sinal, e com um rápido aceno com os dedos fui liberada para correr.
Quando dei meus primeiros passos senti uma brisa leve com aroma de morangos frescos  atingindo meu rosto e passando por entre meus emaranhados cabelos. Meus tênis de corrida atingiam a pista rapidamente. Acelerei o passo, estranhando por ainda não ter aparecido um obstáculo. E como sempre, pensei antecipadamente. Logo a minha frente uma máquina parecida com um mini canhão atirou bumerangues com lâminas cortantes em minha direção. Um atrás do outro rodopiavam pelo ar em busca de seu alvo –que, infelizmente, era eu. Esquivei-me dos três primeiros, que passaram aproximadamente um metro acima da minha cabeça. Mais dois vieram golpeando o ar em direção a minhas pernas, pulei alto o suficiente para escapar deles. Ao ato de meus pés atingirem o chão, tropecei e desequilibrei, rapidamente tentei dar uma cambalhota –muito mal feita- bem a tempo de estar no chão para não ser acertada pelos três primeiros discos que haviam sido lançados. Assim que levantei continuei a corrida, olhei para trás garantindo de que os outros dois bumerangues não estivessem em seguindo, e felizmente não estavam.

Eu estava arfando e meus pulmões pediam por ar. Realmente, estar fora de forma estará fora de cogitação de agora em diante. Tentei capturar o máximo possível de ar e acelerei o passo novamente. Ao que se via a pista estava livre, porém continuei atenta. Dez metros a frente uma amurada saída do chão como uma planta crescendo rapidamente. Ela ocupava toda a pista e impediria minha passagem. Respirei fundo e forcei minhas pernas a irem mais rápido. O suor brotava pela minha nuca e testa, e minhas pernas ardiam por tamanho esforço. A amurada estava na altura da minha cintura quando consegui chegar, segurei o topo com uma das mãos e impulsionei minhas pernas para o outro lado. Ao baque dos meus pés no chão ouvi algo que indicava uma alavanca sendo acionada. Olhei ao redor e apurei os ouvidos, porém não percebi nada de perigoso. Quando meu corpo se impulsionou para continuar a corrida, chamas dispararam de diferentes buracos na pista, como várias bocas abertas de dragões. Avancei desviando da primeira chama, que alcançava uma altura de pouco mais de um metro. Em meio as chamas pude ver que eram três buracos com chamas da altura da primeira. Uma leve fumaça começou a invadir meus pulmões, queimando os pelos de meu nariz. Continuei a corrida desviando do fogo e cobri o nariz com a gola da camiseta laranja do acampamento. Ao passar pelas três chamas vi a linha de chegada. Minhas pernas doíam e meus pulmões imploravam por ar puro, juntei a força que me restava e corri até o final da pista.
Ao chegar lá Ian me ofereceu água e me supervisionou, segurando um copo de néctar. Respirei fundo e tossi a fumaça para fora de meus pulmões, nem tinha percebido que estava com sede, mas quando peguei a garrafinha não sobrou uma gota d’água.
-Você disse que ia começar devagar- olhei para ele incrédula- nem quero saber como é o treino puxado.
-É, foram poucos obstáculos, mas você tem o direito de reclamar- ele deu um sorrisinho de lado- se vier aqui todos os dias, isso será fichinha pra você.
Mordi o lábio e olhei pra arquibancada da arena, se eu quiser ser boa, terei que me esforçar. Ficar boa em agilidade e reflexos é um objetivo, mas conseguir sobreviver ao culto aos deuses é uma obrigação. Terei que dar muito de mim para orgulhar minha mãe, e orgulhar a mim mesma.
-Pois é- disse para Ian- Se eu tiver forças amanhã, eu volto aqui. Mas não garanto q terei- sorri e me despedi.
Tinha uma grande jornada pela frente, da qual precisarei de ajuda para conseguir vencer.


(Analise do treino, pontos de 0 à 20)
*Escrita correta: 19
*Criatividade do texto: 19
*Nível da Prova: 18
*Reflexo/Agilidade: 18
*Interpretação do NPC: 15
Total de Exp: 89
★Atualizado★
 


Tris Drew Lopes
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