Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

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Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Ter Nov 20, 2012 5:37 pm

Comecemos essa pequena história com um evento não muito comum no Olimpo. Sim, seremos logo rápidos e diretos ao assunto, pelo menos o máximo que pudermos. Uma ordem peculiar para os dias de hoje chegou naquela noite á Hefesto. O deus da forja, do fogo e do metal estava tranquilo em uma de suas forjas-vulcões, comandando seu exército de ciclopes ferreiros, até o último gigante monocular. Com sua aparência humana contemporânea, digna de astro do rock, sua barba vez ou outra acendia-se em fagulhas rápidas, que a chamuscavam um pouquinho para logo voltar ao normal. Um sorriso de satisfação se estendia de uma ponta á outra de sua boca: A produção estava ótima recentemente. Seus ciclopes estavam trabalhando bem e a atual temporada de paz, essa resplandescente época sem guerras ou afins, reduzia muito os pedidos de armamentos e armaduras. Isso iria mudar muito em breve. Breve até demais.

Em alguns segundos o sorriso de Hefesto se desfez. Alguém batia em sua porta, tirando-o da imersão que fazia em seus próprios pensamentos de felicidade e realização. Hefesto procurou em seus bolsos sujos de graxa e fuligem pelo controle da porta, gastando bons segundos nisso. Revirava seu avental e suas vestes desleixadas avidamente, se irritando com a própria incompetência em achar um simples e maldito botão. Enfim, parou de tentar. Franziu as sobrancelhas e abandonou os braços ao lado do corpo, respirando profundamente. Bateu forte e rapidamente a palma da mão na própria testa: Havia finalmente se lembrado. Tirou do bolso da camisa, em cima do lado esquerdo do peito, um pequeno controle com um só botão. As batidas continuavam pacientemente. Quem quer que fosse parecia ter todo o tempo do mundo.

Hermes, de fato, tinha todo o tempo do mundo, sendo imortal do jeito que era. Mal Hefesto abriu a porta, ele se projetou com velocidades supremas em direção ao deus do fogo. Eles se cumprimentaram com sorrisos enquanto Hermes o entregou um envelope, lacrado com um selo azul de cera. O selo possuía uma marca em relevo de trovão. Um pedido de Zeus, fazia tempo que ele não recebia. Hefesto tentou perguntar do que se tratava para Hermes, mas o mesmo já havia se retirado e fizera o favor de fechar a porta por ele, menos mal. Hefesto ia assobiando para sua forja pessoal no olimpo enquanto abria o envelope e tirava de lá uma carta com o dito cujo pedido de Zeus. Da última vez que Hefesto havia recebido uma destas, não saiu mais de sua forja até que o Raio de Zeus estivesse pronto. Ele iria avaliar os materiais e providenciá-los. E foi assim que a história chegou a Nathan.

Nathan descansava em seu chalé de Poseidon. Com ele estavam todos os seus irmãos, que haviam tirado, em conjunto, a tarde de folga para descontrair em família. Ou meia-família, no caso. Às exatas cinco da tarde, um sátiro bateu á porta do chalé com uma carta, gritando pelo nome de Nathan.

- Nathan S. P. Jackson!!! Uma carta da Casa Grande para você!!!


Spoiler:
REGRAS - Mínimo de 5 linhas por post. É só o mínimo, se quiserem fazer mais, eu agradeço. ^^
- Sejam detalhistas o quanto quiserem, não tenham medo de errar na narração. Se soltem.
- O começo da missão será o único momento em que guiarei suas ações. A partir daí, estão livres. Suas decisões todas terão impacto na missão, então cuidado.
- Nesse fórum não temos atributos (Força, Agilidade, Destreza, etc). então usarei bastante lançamento de dados (Claro, quanto mais fortes vocês e mais o ambiente e a situação os favorecerem, terão mais chances) para definir se vocês têm ou não sucesso em suas ações.
- Qualquer dúvida MP
- Divirtam-se


- O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela. -


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Ter Nov 20, 2012 10:02 pm

Give up! To make me give up ...
Aquele dia realmente estava divertido, havia passado pela primeira vez estava passando um tempo com meus irmãos, não que não fizéssemos isso com frequência mas sim porque a maioria das vezes dois de nós trés estamos em missões fora do acampamento, acho que não devem conhecer meus irmãos né? Bom, irei lhes apresentar. Primeiramente vem Ninha Frabis, ela foi a segunda meio-sengue de Poseidon a chegar ao acampamento, tem lindos cabelos loiros e uma garota extremamente fofa, inteligente e amável mas no campo de batalha vira uma maquina de matar monstros, eu não demonstrava isso mas tinha um pouco de medo dela nessa horas.

O segundo vem o Percy Jackson, conhecido nos quatro cantos do mundo tanto pelos mortais como os humanos, se eu fosse contar todas as proezas que essa criatura fez antes de atingir seus dezoito anos eu possivelmente ficaria com barba enquanto falava de seus treze anos, mas para ser mais rápido, ele destruiu o titã Cronos lutando contra o mesmo em uma arriscada batalha para proteger o mundo e o Olimpo. Mas enfim, vou contar o que nós fizemos nesse dia, quando acordamos, fomos até o chalé de Hades aonde nosso primo Nico dormia tranquilamente, com um pincel fizemos um bigode idêntico ao de Hitler e aumentamos suas sobrancelhas, nem preciso dizer o quanto ele ficou furioso quando acordou né?

Logo depois fomos até os estábulos ver como estavam os pégasos, Percy quis montar no seu chamado Blackjack entretanto ele escorregou e caiu na lama, demorou horas para tirar o cheiro de estrume dele. Depois eu e Percy fomos brincar com a Ninha, assim que a mesma foi tomar seu banho, ele pegou uma bombinha de São João e estourou dentro do boxe, ela saiu correndo de dentro do chalé tão rápida quanto Hermes, na verdade, tenho certeza que ele ficou com uma tremenda inveja da velocidade de Ninha. E no final ficamos ali conversando e tocando piadas, depois que eu virei Ceifador era muito difícil me ver me divertindo então pegar um dia para se dez-estressar era ótimo.

Foi então que alguém bateu em nossa porta, como líder do chalé eu fui primeiro até lá e quando abri tomei um susto. Um sátiro provavelmente muito viciado em café expresso apareceu e me entregou uma carta lacrada o mesmo disse que era da Casa Grande, fiquei olhando ela por alguns segundos e agradeci ao sátiro que correu em direção aos Campos de Morango, me sentei na cama ao lado de Ninja e disse com um ar suspeito:
- O que será? Talvez seja muito sério para não virem pessoalmente.
- Você só descobrirá se abrir, Nate - Disse Ninha com sua doce voz. Dei de ombros e abri a carta, no mesmo momento comecei a ler.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Qua Nov 21, 2012 7:26 am

Nathan abriu a carta em meio aos seus dois irmãos. De lá, tirou uma carta de aspecto encardido e empoeirado, por mais que estivesse, na verdade, limpa e recém impressa. A carta estava dobrada ao meio, como de costume, e envolta por um laço vermelho com o selo da casa grande. Nathan imediatamente abriu-la e pôs-se a ler, ignorando uma mancha de coca diet que havia no canto direito inferior da carta. Mal havia saído da segunda linha, já sabia que seu tempinho com os irmão havia chegado ao fim e que ele teria de ir imediatamente para uma nova missão.

"Caro campista Nathan Jackson

É com grande honra informar que sua presença em uma tarefa vital para os interesses do grande Olimpo foi requisitada. A tarefa em questão foi transmitida à mim pelo deus Hefesto. Ele requer que um de nossos campistas, filhos de Poseidon, que não fosse o Sr. Percy Jackson, trouxesse para ele alguns itens exóticos para suas criações. Faz-se necessária a sua presença imediata à minha sala, na Casa Grande, para tratarmos desse delicado assunto. Venha sozinho, por favor, Nathan.

Com divina indiferença,
Sr. D."




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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Qua Nov 21, 2012 9:03 pm

Give up! To make me give up ...
Ninha me fitou preocupada quando terminei de ler e guardei a carta em meu bolso, Percy com todo seu ar engraçado e divertido ficou sério com uma expressão calculista na face a mesma que eu fazia quando tinha que lutar contra algum monstro, o que mais me deixava chateado era que não poderia passar mais tempo com meus irmãos,isso era totalmente irritante. Levantei da cama e caminhei com passos leves até a porta então disse para eles:
- Não se preocupem, eu sou um dos melhores espadachins do acampamento, nada irá me vencer eu volto em alguns dias.
E com um sorriso no rosto eu sai do chalé de Poseidon.

Andei pelas partes mais movimentadas do acampamento enquanto seguia a direção da Casa Grande, haviam muitos semideuses novos ali, alguns pulando e se divertindo mas outros tão brancos e nervosos quanto eu no meu primeiro dia nesse lugar, com esse pensamento meus lábios fizeram um sorriso. Assim que cheguei a Casa Grande percebi que a porta estava aberta, normalmente Sr. D não brigava tanto comigo quanto brigava com o Percy mas deveria ser cuidadoso afinal ele ainda era um poderoso Deus, entrei dentro da Casa e procurei pelo Sr. D dizendo em um tom normal:
- Aqui estou, Nathan Jackson ao seu dispor.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Qua Nov 21, 2012 9:48 pm

Dionísio se encontrava, como sempre, sentado em sua cadeira de madeira, atrás da escrivaninha. No móvel de madeira, pesado, estava sua latinha de coca-diet. Ele vestia sua usual camisa de leopardo e um short cor de vinho. As bochechas rosadas subiam com o sorriso que se instalava no rosto daquele deus franzino. Deu um gole demorado em sua latinha infinita de coca-diet e estalou os dedos. A porta atrás de Nathan se fechou com violência enquanto ele adentrava a sala, causando um pequeno pulo de espanto no garoto. Logo, Dionísio colocou os pés na mesa e os braços atrás da cabeça, falando em um tom meio alto:

- Nathaan! Meu caro campista! Agradeço ter atendido ao meu nada sugestivo ou obrigatório convite a vir aqui atender a um pedido divino. Vou colocar logo as cartas na mesa e dizer do que se trata, certo ? É o seguinte, se sente.

E, com mais um estalo de dedos, vinhas pareciam sair rapidamente da mesa de Dionísio e puxaram uma cadeira para próximo de Nathan. Era uma poltrona confortável de couro. Ele não sabia se aquilo era um bom sinal, de que teria um conforto ao invés de ficar em pé, ou um mal sinal dizendo que seria uma longa conversa. Para a infelicidade do filho de Poseidon, não seria tão longa assim.

- Hefesto recebeu um importante pedido de armamento novo. Não posso dizer de quem foi ou para que foi, só que ele está procurando materiais para a construção de tal. Ele pediu que eu procurasse um campista aqui, no glorioso acampamento meio-sangue, para mandar em busca exatamente de um desses... materiais. No caso, você foi o escolhido. A tarefa é bem simples, rapaz. Você vai para uma floresta específica procurar por uma ave. Na verdade, é um tipo de ave, cujas penas são duras e resistentes como diamante e, ao mesmo tempo, leves como o ar. Hefesto me prometeu que, se trouxesse muitas, poderia usar as sobras e te fazer algo legal. O nome da ave é Diamáris. Não é um nome lá muito bonito, isso eu sei. Essas foram as únicas informações que meu irmão me deu.

Sr D o entregou uma passagem de avião junto com um cartão de banco humano. Com uma rápida piscadela, brincou:

- Argos lhe espera na colina. Tomara que goste de chuvas e umidade, garoto, você vai pro meio da Amazônia!

"Adquirido:
º Uma passagem de ida para o aeroporto de Manaus, Amazonas, Brasil
º Um cartão de crédito mortal"


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Qui Nov 22, 2012 12:20 am

Give up! To make me give up ...
Assim que sai da Casa Grande uma grande dúvida percorria minha cabeça, como pode existir um pássaro com o nome Diamáris? Bom, não importava agora eu tinha uma missão a cumprir e se dentre todos outros campistas foram chamar justo a mim, acho que posso dar o melhor de mim. Caminhei de volta ao meu chalé com o cartão de crédito e a passagem para Manaus, eu me perguntava quanto poderia gastar do cartão, queria comprar um carro ou uma moto então acho que o Sr. D não se importaria se eu fizesse a compra.

Chegando ao meu chalé vi que o mesmo estava vazio, Ninha e Percy devem ter saído para darem uma volta na praia o que era de costume nosso, fui em direção a parte do chalé que correspondia a mim, lá estava uma capa negra que havia ganhado de meu mestre Thanatos quando me tornei Ceifador, tirei a camisa que estava usando e coloquei por cima minha capa rapidamente a camisa se transformou em uma camisa do System Of A Down, dei um sorriso e abri a gaveta de calças.

Lá eu guardava uma especie de porta anéis, com todos meus anéis que se transformavam em armas, no centro havia um com uma caveira reluzente em prata brilhoso, coloquei o mesmo no dedo anelar, em seguida meu bracelete de prata, o qual já usava em meu pulso direito e for fim algo que ganhei de um Deus de aniversario, um broche que ficava junto dos anéis, o mesmo tinha um símbolo de uma gota de água, o coloquei perto do peito, usava também uma calça preta com uma corrente bem ao estilo "Bad Boy" e um tênis All Star e por fim estava pronto.

Saindo do chalé eu já estava acompanhado de uma mochila preta sem muitos detalhes com alguns suprimentos para a viagem, um par de roupas, um tênis extra e uma
foto com meus irmãos. Encontrei os dois antes de ir, expliquei a eles a situação e como eu fui chamado para ajudar o deus Hefesto, prometi a eles que voltaria em alguns dias e iria cumprir essa promessa, e assim fui em direção ao topo da colina. Assim que cheguei encontrei Argos e seus mil e um olhos, dei um aceno para o mesmo que entrou dentro do carro, eu fiz a mesma coisa, abri a porta e me sentei no banco de passageiro e assim fomos rumo ao aeroporto mesmo que isso me desse um medo tremendo, não é muito "seguro" para um filho de Poseidon viajar pelos céus mas agora que era Ceifador talvez Zeus reconsidere em explodir um avião inteiro.

Armas Levadas:
º Mochila com suprimentos.

º Sapatos da Maré: Permitem andar sem fazer um único som. Quando molhados, ganham a capacidade de se prender firmemente no solo, chegando ao ponto de perfurá-lo se assim o dono quiser. (Vira par de tênis)

º Cascade Badge [Um broche/insígnia num formato de gota d'água feita de lápis lazúli e correntinha feita de ouro branco que permite o usuário a habilidade chamada de pluviocinese, que é a capacidade de criar ou manipular a chuva]{10MP para garoa até 100MP para uma chuva torrencial}(presente de aniversário do tio Hipnos)

º Foice Ceifeira: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento. Perfura corpo e alma. Vira um anel de caveira.

º Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 15% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode. Vira uma camisa do SOAD.

º Jarro de Almas - Guarda almas ceifadas para uso posterior. Vira um bracelete de prata.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Qui Nov 22, 2012 9:57 am

Nathan estava dentro do carro de Argos. Se sentava ao lado do monstro de muitos olhos, animado com a missão. Nathan, porém, ainda tinha o desejo de passar um tempo com os irmãos, plano que não pareceu ter dado muito certo por muito tempo. Assim, o garoto apenas permaneceu em silêncio por algum tempo enquanto Argos dirigia pelas ruas. Curva após curva, o garoto reconhecia cada praça em que passava e cada pequeno lugar, sabendo estar indo rumo ao aeroporto. Mas isso logo mudou repentinamente, o o filho de Poseidon percebeu.

Sem avisar, notificar ou nem mesmo fazer um gesto, Argos começou a tomar rumos não muito usuais e os quais, Nathan tinha certeza, não iriam de modo algum para o aeroporto. Sem pensar muito no que podia estar ocorrendo, ele apenas estranhou, até que percebeu uma leve ofegação de Argos. Ele estava nervoso e olhava várias vezes para os retrovisores. Fazia manobras bruscas e acelerava cada vez mais. Argos trocou de marcha uma vez, duas vezes, três. Repentinamente, os dois se encontram em uma das estradas que saíam da cidade, em meio a uma paisagem desértica, com muita areia e poucas árvores. Ainda podia-se ver a cidade ao fundo, apesar do carro de Argos estar com uma velocidade obviamente mágica, superando o mais veloz dos Camaros. A estrada era, também, visivelmente vazia. Olhando bem para aquele cenário todo, Argos estava fugindo de algo. Algo perseguia os dois seres e nenhum dos dois sabia o que era. Nathan já tinha percebido isso a muito tempo e agora sabia que entrar naquela estrada vazia tinha sido uma jogada, talvez desesperada, de Argos. Os seus olhos encontraram um dos de Argos, que pareceu sussurrar no interior de sua mente.O monstro não fazia ideia do que os seguia mas, talvez, o meio-sangue pudesse identificar.

Uma olhada rápida no retrovisor direito e Nathan já tinha sua resposta. Duas empousais cortavam o céu atrás do meio-sangue e do monstro Argos. Elas seguiam o carro com velocidade superior, se aproximando rapidamente. Argos torceu o volante e entrou com o carro na areia do deserto que cercava a estrada. Afundou o pé no freio e continuou a torcer cada vez mais o volante, realizando um grande cavalo de pau. Argos continuou a girar ou carro em círculos, usando a roda dianteira direita como eixo, levantando o máximo de areia que conseguisse. Pela primeira vez ele ouviu Argos falar:

- Aproveite a nuvem de areia!

E a porta ao lado dele se escancarou de uma só vez, lançando-o no deserto.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Qui Nov 22, 2012 11:26 am

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De certa forma, eu não estava surpreso com o que acontecerá na verdade era até menos do que eu já esperava fora das áreas do acampamento, monstros atacando e tal coisas de semideuses. O que me deixou assustado foi com Argos finalmente falar, isso me fez tirar de minha cabeça qualquer possibilidade de que o olho que existia em sua língua o impossibilitasse de falar, aparentemente ele não falava porque não queria mesmo.

A porta do carro se abriu e eu fui jogado para fora, se não fosse meus reflexos naturais de batalha eu teria arrastado minha cara no chão na hora mas com um simples impulso de minha mão direita eu consegui me levantar rapidamente, olhei para o que parecia ser as duas Empousais e sorri, rapidamente toquei o símbolo de caveira nele existente, que se expandiu e criou uma foice do meu tamanho havia ganhado de Thanatos como prova de minha lealdade para com o mesmo. Fiz um sinal para que Argos se afastasse para que eu pudesse cuidar das Empousas sozinho, e assim que ele seguiu minha ordem eu virei para os monstros e disse com um olhar frio e um tom tão frio quanto:
- Vamos brincar.

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º Foice Ceifeira: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento. Perfura corpo e alma. Vira um anel de caveira.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Qui Nov 22, 2012 8:37 pm

Argos já havia parado de girar o carro e se trancara lá dentro. As empousais, entretanto, pouco se importavam com aquele ser. Naquela caçada, o prato principal seria um dos filhos dos três grandes, Nathan, e, se sobrasse espaço nas barrigas das duas criaturas repugnantes, pensariam em matar e devorar Argos. Elas se aproximavam pelos lados, cortando o céu com suas asas negras como a noite. Riam e gargalhavam verdadeiras sinfonias angustiantes e, mesmo sendo apenas duas, soavam como mil unhas arranhando mil quadros negros. Caso perdesse aquele conflito, Nathan não sabia se seria por conta da batalha ou puramente por conta do grito das criaturas. Ele empunhava sua foice com força e desejo de matar, como todo bom ceifador o faria.

- Olhe, um meio sangue! Sinto seu cheiro!

- E é um dos filhos dos três grandes! Revele-se, garoto! Queremos apenas devoraaaaar você!

- Isso, saia dessa cortina de areia e venha dos cumprimentar! Poseidon não o ensinou bons modos?


E, então, algo pareceu acender na cabeça de Nathan. As empousais diziam que ele estava coberto por uma cortina de areia. O problema era que Argos, o responsável pela areia atrapalhando a visão dos monstros, já havia parado de girar com o carro a um bom tempo. O que, então, o estava escondendo ? De fato, ao seu redor, a visão se fazia turva, mas nada que caracterizasse uma tempestade de areia ao seu redor. Ele olhava para os lados sem entender do que as duas criaturas falavam até que resolveu encará-las. Nunca Nathan havia procurado elas no céu, procurado encará-las diretamente e, quando procurou fazê-lo, descobriu que não conseguia. Não era medo. Era a cortina de areia. Ela se concentrava exatamente apenas no espaço entre ele e as criaturas, formando uma espécie de globo. Aquilo, com certeza, não era natural. Alguém estava manipulando a areia ao seu favor, mas não era hora de se preocupar com isso. O jeito era aproveitar que estava em vantagem e atacar.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Qui Nov 22, 2012 9:30 pm

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Eu não estava entendendo a areia que se levantava e me protegia assim, era tão incomum mas para falar a verdade nada no meu mundo era comum, já que essa areia estava me protegendo não custava nada tirar vantagem disso. Fechei meus olhos e tentei me concentrar, em poucos segundos minhas asas começaram a crescer cada vez mais até chegar a sua forma total, assim que abri meus olhos a coloração verde brilhante que havia sumiu, se transformando em um preto denso e sombrio, arrastei meu pé pelo chão tentando pegar impulso para se lançar.

Bati minhas asas algumas vezes antes de voar até que em fim eu sai do chão e como um raio eu parti em direção a elas, a areia que me protegia devia ter se espalhado pelos cantos devido a violência das batidas de minhas enormes asas. As Empousas devem ter ficado surpresas pois a velocidade que eu cheguei até elas era imperceptível eu já estava com minha face em sua frente, meu sorriso frio se tornou maior por ter finalmente algo para Ceifar.

Em um movimento rápido, fiz um corte nas mesmas, um corte profundo que um corte profundo que em minha cabeça deve ter sido realmente forte mas isso podia não ser nada, dei um giro em 360º e fiz mais trés cortes nelas, continuei girando para longe delas. Quando parei continuei com minha expressão fria e esperei para que o ataque me trouxesse resultados positivos.

Poderes usados:
º Perícia com Foice I. Terão uma certa habilidade ao manusear foices, realizando golpes incríveis com a arma.
º Dano Espiritual I. Sendo ceifadores, vocês conseguem atacar consideravelmente a alma do oponente em vez do seu corpo físico.

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º Mochila com suprimentos.

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º Cascade Badge [Um broche/insígnia num formato de gota d'água feita de lápis lazúli e correntinha feita de ouro branco que permite o usuário a habilidade chamada de pluviocinese, que é a capacidade de criar ou manipular a chuva]{10MP para garoa até 100MP para uma chuva torrencial}(presente de aniversário do tio Hipnos)

º Foice Ceifeira: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento. Perfura corpo e alma. Vira um anel de caveira.

º Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 15% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode. Vira uma camisa do SOAD.

º Jarro de Almas - Guarda almas ceifadas para uso posterior. Vira um bracelete de prata.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Sex Nov 23, 2012 10:14 am

Nathan sabia que não podia ser visto pelas Empousais e que a velocidade de seu ataque, devido ás asas trevosas de ceifador, iriam deixar sua investida quase infalível. Claro, quase. Isso por que, assim como as criaturas tinham dificuldade em enxergar Nathan pela cortina de areia, Nathan também tinha essa dificuldade. Porém, nada que sua percepção espiritual não compensasse mais do que bem. Seu sorriso se estendia de um canto ao outro do rosto, revestido com puro sadismo e satisfação por ter, finalmente, presas para matar e aprisionar dentro de seu jarro para uso futuro. Com um impulso rápido das pernas e das asas, projetou-se para frente com velocidade incrível e posicionou sua foice perfeitamente. Tentou não ficar nem um centímetro a mais nem um centímetro a menos. E, assim, Nathan quebrou a cortina de areia, fazendo um redemoinho do buraco onde saiu e um barulho abafado de impacto.

Mesmo assim, ele mantinha sua direção e velocidade. Nathan era um vetor cuja seta, a foice, apontava diretamente no pescoço da primeira empousai. Fez seu primeiro giro, impulsionado ainda pelas asas, passando a foice em um só eixo para cortar os monstros ao meio. Ouvindo o barulho e vendo com o rabo de olho a aparição de Nathan pela areia, a primeira empousai não teve tempo o suficiente para reagir, levando um corte profundo na garganta e soltando um longo grito de agonia e dor. Sua alma foi absorvida pela foice do garoto e levada ao seu jarro. A dor daquela criatura dava novas forças ao ceifador, aumentando o sorriso em seu rosto. O giro do meio-sangue continuou pelos céus, em direção á outra Empousai. Essa, ouvindo o grito da companheira, tirou-se do caminho de Nathan, levando ainda um grave corte no braço, inutilizando-o. Ele, ainda rápido, se distanciou do monstro, ficando cerca de 15 metros longe dela. A criatura, enfurecida, avançou em direção a Nathan, sedenta por sangue e vingança, atacando com as suas garras.

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Empousai 2: HP-(80/100); MP-(95/100)


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Sex Nov 23, 2012 10:36 am

Give up! To make me give up ...
Meus olhos continuavam cor negra e meu sorriso frio e sádico só crescia cada vez mais, logo que absorvi a alma da primeira Empousa me senti revigorado minha primeira alma me dava tanto poder assim? Era surpreendente, eu queria mais. A segunda Empousa voou em minha direção, claro que meus instintos de Ceifadores me mudavam totalmente na batalha era como se eu tivesse uma segunda personalidade que adorava brincar com os inimigos, pensando isso eu avancei junto a Empousa, assim que ficamos face a face no último segundo graças a as minhas asas eu girei meu corpo mais uma vez e penetrei a ponta afiada da foice dentro da barriga da Empousa esperando ter acertado, mas eu já tinha quase que certeza que havia vencido.

Poderes usados:
º Perícia com Foice I. Terão uma certa habilidade ao manusear foices, realizando golpes incríveis com a arma.
º Dano Espiritual I. Sendo ceifadores, vocês conseguem atacar consideravelmente a alma do oponente em vez do seu corpo físico.

Armas Levadas:
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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Seg Nov 26, 2012 8:48 am

O ceifador brincava com a empousai. Esperando sua óbvia investida, preparou um contragolpe que mataria a criatura. Pelo menos era esse o esperado. Avançando em direção ao meio-sangue, a empousai estava totalmente tomada pela ira, se perceber que estava entrando cada vez mais em uma armadilha. Sentindo sua personalidade de ceifador tomando conta de sua alma, o garoto de sangue frio também avançou em direção à empousai. Os dois voavam em alta velocidade rumo a uma colisão inevitável. Nathan sorria no caminho, como se soubesse exatamente o que fazer ou não fazer e, no último instante, ambos fizeram a mesma coisa. Nathan se virou, evitando a colisão, enquanto a empousai virava no sentido oposto. Ela já havia preparado um golpe com as garras dos pés, cortando o braço de Nathan de forma a pagá-lo pelo que havia feito com ela, na mesma moeda. Nathan, mesmo com um braço gravemente ferido, ainda conseguiu usar o outro para passar a foice na empousai, partindo-a em duas pela linha da cintura. No fim, os dois pedaços da criatura caíam na areia abaixo de Nathan. O seu braço ensanguentado o preocupava, mas nada que algumas bandagens não dessem conta, por enquanto.

Argos o esperava lá embaixo. Já havia destravado o carro e portava algumas bandagens e o que parecia ser uma pomada medicinal nas mãos. Enquanto o filho de Poseidon pousava e fechava suas asas, ele passava a pomada no interior das bandagens, enfaixando o braço de Nathan assim que ele se aproximou o bastante. Argos nada falara no momento, apenas apontando para trás de Nathan. Atrás dele podia se ver, agora claramente, que as duas empousais mortas estavam com diversos ferimentos e furos profundos na pele, como se tivessem sido atingidas por milhares de balas minúsculas. Nathan logo entendeu. A areia havia acelerado e literalmente sido atirada contra as empousais quando a cortina surgiu, sem que elas nem ao menos notassem. A areia preenchendo os furos impedia a saída do sangue. Ao lado das empousais, estava um garoto de roupas maltrapilhas e aspecto sujo. Seu sorriso era largo e ele acenava, sumindo na areia.

- É um elemental da areia... Veio lhe ajudar nessa batalha. Ele deve ter sentido confiança em você para ficar do seu lado.

Disse Argos abrindo a porta do carro, esperando por Nathan para seguir viagem.


Nathan: HP-(150/170); MP-(140/170)
Empousai 1: MORTA
Empousai 2: MORTA


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Seg Nov 26, 2012 5:28 pm

Give up! To make me give up ...
Meu ataque havia funcionado entretanto acabei ferindo meu braço, ele nem doia tanto mais ainda sim eu deveria cuidar imediatamente do mesmo do contrario poderia infeccionar. Desci dos céus com as almas das Empousas já no meu jarro/bracelete, assim que meus pés tocaram o chão minhas asas sumiram assim como a cor negra de meus olhos que agora era de um verde intenso como de costume, Argos fez um curativo em meu braço mas foi ai que vi a silhueta de um garoto de roupas sujas e rosto travesso, como se fosse um filho de Hermes, seu sorriso se abriu e ele acenou sumindo na areia.

Assim que Argos terminou o curativo ele explicou quem era o garoto elemental da areia, disse também que ele acreditou em minha confiança e tal, bom, minha segunda personalidade diria algo do tipo "Não precisava da ajuda desse merda, eu posso resolver meus problemas sozinho" mas eu simplesmente sorri e agradeci para ele em silencio. Argos entrou no carro e esperou que eu entrasse, dei uma última olhada nas Empousas e entre no carro indo em direção ao aeroporto, esperando que não houvesse mais imprevistos.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Ter Nov 27, 2012 6:53 am

Nathan e Argos seguiam seu caminho até o aeroporto de Nova York. Eles haviam retomado a estrada e não demorou muito até que finalmente chegassem ao seu destino final. Agora sim, Nathan sabia para onde ia. Segurava sua passagem para Manaus com força e sabia que, agora, não estava longe da verdadeira aventura tomar seu lugar de direito. Saiu do carro, levando sua mochila e se despedindo de Argos. Nathan não perceberia isso tão cedo, mas um pouco de areia, uma quantia minúscula, ainda estava guardada em seu bolso por conta da cortina. Sem nem se dar conta disso, Nathan continuou seu curso, indo até a sala de embarque. O voo sairia dali a vinte minutos, então ele teria de fazer algum tipo de enrolação. O bom era que ele tinha um cartão de crédito divino. O bom desses cartões eram que, além de claramente ilimitados, sua conta era anulada assim que o campista voltava de missão, ou seja, dinheiro de graça. Claro que gastos desnecessários e luxuosos demais iriam ser punidos severamente pelos deuses.

Já no saguão de embarque, Nathan podia ficar mais solto e relaxado. Nenhum monstro atacaria dentro de um saguão de aeroporto, certo ? Bem, provavelmente certo. O portão do meio-sangue era o D e, próximo dele, havia um grupo de adolescentes mortais. Eram duas meninas e três meninos, todos com suas blusas de marca, calças jeans coladas, tênis coloridos e, alguns, como óculos de lentes hippies. Dois deles mexiam em seus IPhones e outro com seu Nexus. As meninas discutiam as últimas "fofocas" de seus cantores favoritos, enquanto os garotos, entre uma ou outra piada de mal gosto com pessoas que passavam, seguida de risos escandalosos, davam suas opiniões nas conversas das garotas. Foi quando Nathan passou e a atenção daquele bando de lobos domados pela mídia voltou toda sua atenção para ele. Ele estava, sim, cansado, ferido, com alguns rasgos nas roupas e um enfaixado no braço, mas nada que chamasse tanta atenção. Os garotos, porém, riam e debochavam.

- Parece que alguém aqui brigou com o gato de estimação.

- Esse aí não deve ter dinheiro pra comprar nem um hamster.

- Eu tenho cinco hamsters.

- Eu tenho seis e três gatos!

Seus 20 minutos no aeroporto provavelmente seriam assim. Ele sabia que preferia mil vezes as empousais e atacando do que aquele maldito bando de garotos mimados.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Ter Nov 27, 2012 10:08 am

Give up! To make me give up ...
Finalmente havia chegado ao aeroporto para minha sorte sem nenhum outro ataque de monstros ou algo do tipo, me despedi de Argos enquanto ele voltava para a Colina meio sangue, eu me perguntava se algum outro meio sangue ouviu ele falar alguma vez, se fosse eu era o primeiro em muitos anos. Depois que verifiquei o horário de embarque descobri que para meu azar ou sorte, meu voou iria sair em vinte minutos então eu poderia aproveitar um pouco antes de ser despedaçado por Zeus.

Entrei no saguão de embarque com minha mochila nas costas e meu cartão de crédito nas mãos, percebi alguns garotos falando sobre mim, passei por eles sem me importar muito. Cheguei até o que parecia ser uma lanchonete, vi uma jovem na bancada e pedi para a mesma um sanduíche ela me entregou um recém-feito e eu paguei com o cartão de crédito então voltei para o saguão. Chegando lá me sentei em uma das cadeiras e comecei a comer o sanduíche. Terminei ele rapidamente devido a mesmo não ser tão grande, os garotos idiotas possivelmente adoradores de Justin Bieber voltaram a me encher a paciência, suas vozes de certa forma ativaram minha segunda personalidade fazendo a cor verdes de meus olhos ficar negros novamente como na batalha.

Felizmente, meus olhos voltaram a cor verde original fazendo com que eles ficassem com um certo medo de mim pelas suas faces eu entendi que fosse isso, então virei meu rosto para o lado esperando a chamada de embarque.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Ter Nov 27, 2012 9:38 pm

De fato, Nathan havia assustado demais os garotos. Os primeiros a virem a íris do garoto transmutar de verde para um forte preto foram as duas meninas sentadas na ponta, que logo chamaram a atenção dos outros para o fato. Perplexos, eles apenas mudaram rapidamente de local, correndo juntos e olhando para trás várias vezes. O guardanapo usado por Nathan para comer o sanduíche agora estava caído no chão, junto a algumas migalhas de pão e gotas de sangue. Os ferimentos do garoto continuavam a sangrar incessantemente, mas em ritmo bastante reduzido, graças às bandagens de Argos e aquela sua pomada curandeira. O filho de Poseidon tinha muito que o agradecer e nem mesmo ainda acreditava ter ouvido o monstro pronunciar palavras. Argos tinha a fama de ser bastante calado. O campista não sabia, porém, que Argos falava através do pensamento, sendo seu movimento de boca apenas uma ilusão que fazia parte do truque. Ele falava ocasionalmente, mais do que todos imaginavam, mas sempre apenas para pessoas específicas. Nunca chegou a falar com três ao mesmo tempo e duas ou três vezes em sua vida com duas. Já havia falado com Percy, seu irmão, mas o havia pedido que guardasse seu segredo.

Em pouco tempo, respondendo à espera de Nathan, os megafones do aeroporto ligaram e começaram a transmitir a mensagem de que o embarque do vôo para Manaus pelo portão D havia sido iniciado. Os adolescentes que haviam rido da cara de Nathan agora o observavam se levantar e pegar suas coisas de longe, como se sentissem agora que ele não era uma simples pessoa, mas uma pessoa bastante "especial". Assim que seus olhares encontraram o do meio-sangue, viraram suas cabeças em um reflexo invejável até aos filhos de Hermes e se afundaram nas cadeiras, escondendo-se. Nathan não tinha tempo algum a perder e teria de rezar para que Zeus estivesse de bom humor. Assim, sua atenção se voltava ao portão e ao eminente embarque. Sua passagem indicava a classe economica, poltrona 19-A, que ficava na janela. Dionísio, de fato, sempre conseguia os melhores assentos, mesmo que não fossem de primeira classe.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Qua Nov 28, 2012 12:34 am

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Até que fim! Pensei no momento que disseram que o meu voou já iria sair, eu rapidamente me levantei e peguei a mochila que havia deixado em cima do banco, quando estava indo em direção ao portão de embarque dei uma última olhada nós garotos loucos pelo Justin Bieber, eles disfarçaram da melhor forma possível mas eu ainda abria um sorriso pensando em como eles correram quando minha segunda personalidade entrou em atividade e assim continuei a andar.

Eu adentrei o avião com um rosto levemente sonolento, caminhei por entres os lugares sem olhar ninguém diretamente nós olhos, não queria dar uma de maluco no avião apesar de já parecer um ou um mendigo rockeiro. Achei minha poltrona e rapidamente me sentei nela, realmente era bastante confortável, devo uma a Dionísio. Antes do avião levantar voou, eu estava com o estômago embrulhado e meu coração acelerava muito rápido e fiquei com medo de ter um enfarto agora mesmo, acho que séria aconselhável rezar para Zeus.

Fechei os olhos e comecei a pronunciar as palavras em minha mente, "Tio, quer dizer, senhor Zeus. Peço ao senhor que permita minha entrada em seu território, estou em uma missão do acampamento e ficaria muito agradecido se o senhor não explodisse o avião em mil pedaços. De seu sobrinho, Nathan Jackson ". Abri meus olhos já um pouco mais calmo e esperei o avião levantar voou.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Qua Nov 28, 2012 6:34 am

E assim, após a pequena prece do garoto, o avião de Nathan levanta voo, mirando os céus com velocidade. Ele sabia que se aproximava cada vez mais das nuvens e se distanciava cada vez mais do solo e do mar. Aquilo não era muito bom, já que saia dos domínios de seu pai e entrava nos de Zeus, seu tio que não gostava muito de semi-deuses fortes. Torcendo para que um raio não explodisse o avião e não só o matasse como também a dezenas de pessoas inocentes, Nathan procurou se distrair de qualquer forma. O homem ao seu lado resolvia uma palavra cruzada, super entretido. A mulher do lado do corredor, por sua vez, dava pequenas olhadas para a janela ao lado do filho de Poseidon, como se quisesse ter se sentado no lugar dela. Era uma mulher bastante bonita, tanto de rosto quanto de corpo, diga-se de passagem.

Começava a se pôr o sol. Nathan conseguia ver o crepúsculo alaranjado da janela do avião. Era uma visão linda, não apenas por sua natureza mas pelo que ela representava. De noite, na escuridão, os poderes dos ceifadores eram aumentados. Satisfeito com o fato de que nada de tão ruim havia acontecido pela manhã, ele ainda poderia usar da escuridão que se aproximava para cuida de seu ferimento no braço, o qual o incomodava bastante. Eles entravam em uma nuvem tempestuosa, cujos raios podiam ser ouvidos de dentro do avião. Nathan logo pensou que sua preçe pra Zeus poderia não ter sido o suficiente. Quando os trovões e relâmpagos já estavam enchendo todos no avião de puro pânico, a nuvem de dissipou. Talvez fosse uma pegadinha de Zeus ou alguém o havia parado, não tinha como saber.

E, assim, após algumas horas de vôo, o avião de Nathan pousou com segurança no aeroporto de Manaus. Já era noite e a temperatura estava mais elevada do que Nathan estava acostumado nos Estados Unidos, no acampamento. O fuso horário talvez o pegasse de jeito, mas ele tentava não pensar no sono agora. O piloto havia permitido o desatamento dos cintos e a saída dos passageiros quando o nome de Nathan foi chamado pelos megafones do avião.

- Nathan S. P. Jackson, por favor compareça à cabine de controle.

Nathan não se encontrava tão no fundo - aliás, estava antes mesmo do meio do avião - mas as pessoas saíam apressadamente com suas coisas e não pareciam o deixar sair tão cedo do seu assento. Por sentar na janela, afastado do corredor e bloqueado por outras duas poltronas, ele teria de esperar. Quando quase todos haviam saído e, finalmente, ele conseguiu pegar seus pertences e chegar ao corredor, o piloto o chamava novamente.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Qua Nov 28, 2012 5:11 pm

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Assim que o avião pousou minha primeira iniciativa era cair fora dali pois precisava encontrar a tal pena e voltar para o acampamento, entretanto alguém não queria que eu fosse embora aparentemente me chamavam na cabine de controle, eu ainda estava sentado e pensei seriamente em ignorar essa chamada e ir embora mas por vias das dúvidas. Depois que a maioria dos passageiros saíram me posicionei até a cabine já com minha mochila nas costas, como eu já suspeitava de algum monstro passei os dedos algumas vezes no meu anel de caveira. Abri a porta da cabine e disse em uma voz grossa e firme:
- Me chamou capitão?
Esperei a resposta ciente de que fosse um monstro.

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º Foice Ceifeira: Foice afiadíssima, tem o tamanho do ceifador, sua lâmina tem um metro de comprimento. Perfura corpo e alma. Vira um anel de caveira.

º Capa Negra: Uma capa desfiada que cobre completamente o corpo do ceifador, escondendo sua identidade e tem a resistência de uma armadura. Protege em 15% dos ataques desferidos, não é possível outra pessoa retira-la apenas o ceifador pode. Vira uma camisa do SOAD.

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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Qui Nov 29, 2012 9:52 pm

O capitão virou a cadeira giratória em que estava sentado quando Nathan se aproximou. Ele possuía uma barba branca e olhos azuis fortes. O filho de Poseidon conseguia identificar seu tio quando ele se mostrava em uma forma humana. Aquela era uma situação desconsertante que Nathan rezava para acabar o mais breve possível. Eles passaram alguns segundos apenas se olhando e, então, com uma voz que soou nos ouvidos e na mente de Nathan como mil trovões enfurecidos, o deus falou:

- Eu podia ter lhe matado, sobrinho. Não gosto de semideuses que não sejam meus filhos invadindo meus domínios sem serem convidados, muito menos se podem causar uma confusão enquanto o fazem. A única razão para eu não ter papocado sua janela e assistido você ser puxado pela pressão exterior foi seu pai me enchendo toda hora. Agora vá e cumpra sua missão, não faça com que eu me arrependa.

Um clarão então invadiu o local, como um relâmpago. Quando Nathan se deu conta, o piloto agora não passava de um homem magro, de pele morena e cabelos enrolados, que encarava o garoto como quem perguntava mentalmente "O que esse menino faz aqui?". Assim, Nathan sabia que não havia passado de ilusão, a voz nos auto-falantes e a aparição de Zeus, mas ilusões reais, claro. Ele sabia que devia continuar a missão e sair dali em busca da ave. Sentiu em seu bolso um peso extra enquanto andava e tirou de lá uma pequena pedra com as inscrições: "Terceira rua à leste da Igreja do Evangelho Quadrangular, casa vermelha. Bater cinco vezes na porta e tocar a campainha."


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Sex Nov 30, 2012 11:50 am

Give up! To make me give up ...
Esse deve ter sido o encontro familiar mais sinistro que eu tive na vida. Ainda sim o que mais me surpreendeu foi o fato de Zeus ter mencionado Poseidon e dizer que o mesmo se preocupou comigo. Eu achei a ideia absurda era mais fácil acreditar que ele me salvou porque sentia um certo carinho familiar por mim, dei um risadinha de leve com meu pensamento enquanto descia do avião. Enquanto caminhava senti algo pesado em meu bolso, no mesmo momento verifiquei, era uma pedra pequena mais possuía algumas instruções, "Terceira rua a leste da Igreja do Evangelho Quadrangular, casa vermelha. Bater cinco vezes na porta e tocar a campainha.". Parece que já tinha algo por onde começar.

Quando cheguei a frente do aeroporto esperei um táxi que sem demora apareceu, dei as instruções que estava na pedra exceto a parte de bater cinco vezes na porta, poderia soar maluco ainda mais para um garoto com o braço enfaixado em um pano que estava mais vermelho do que branco. Quando chegamos ao local indicado dei um dinheiro que havia em meu bolso e eu não havia percebido a presença dele durante todo esse tempo. Cheguei a uma casa, a fitei por alguns segundos então finalmente tomei coragem. Bati nela cinco vezes seguidas e toquei a campainha, esperei tranquilamente enquanto passava a mão no curativo de Argos.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Sab Dez 01, 2012 11:22 am

A porta da casa, também vermelha, começou a se contorcer e mudar a partir do momento em que Nathan tocou a campainha. Momento após momento, sua cor também mudava, indo para uma espécie de vermelho bem amadeirado, além da textura da porta cada vez mais lembrar um tronco de árvore. Quando ela parou de se transformar, parecia que alguém havia cortado parte de uma árvore, do tamanho de uma porta, pintado de vermelho e colocado na entrada da casa. Vinhas verde-musgo a amarravam aqui e ali à entrada. Nathan olhou em volta, procurando o taxista. Por sorte, o humano já havia se retirado. O filho de Poseidon nem mesmo sabia se ele poderia ver aquela porta transformada ou se a névoa a esconderia dele. Alguns segundos depois, para o alívio ou espanto de Nathan, uma linha começou a percorrer a madeira, criando uma fissura retangular que acabou por se abrir, assemelhando-se novamente à uma porta.

Convidando-o a entrar estava uma mulher velha, bem baixinha, carregando uma vassoura de palha bem puída na mão esquerda e algumas chaves na direita. Esperou Nathan entrar e, logo depois, fechou a porta, trancando-a. A mulher tinha pernas curtas, mas era bem rápida. O meio-sangue mal a viu girar a fechadura e correr para a sua frente, chegando à sala antes dele. Lá, ela apontava com as mão abertas para uma mesinha de centro, onde repousavam um bule de chá e duas xícaras. Sem mesmo esperá-lo, ela colocou chá nas duas e se sentou, falando com uma voz lenta e trêmula.

- Eu estava esperando você. Faz muito tempo que alguém não usa a verdadeira porta dessa casa. A maioria chega abrindo a vermelha sem antes bater e acaba caindo em um fosso de lava. Ainda bem que não fez isso.

A velha tomou um gole do seu chá e continuou olhando para Nathan. Ela não tremia, era saudável, firme. Era apenas visualmente velha.

- Os deuses mandaram você aqui para que eu o instruísse na caça ao pássaro que procura. Pois bem, comecemos. Desde os tempos antigos, quando dado o fogo ao homem, criou-se o medo de que, de certa forma, eles conseguíssem matar todas as criaturas fantásticas que já existiam. Assim, criamos uma espécie de reserva para elas no meio da amazônia, em um canto no qual ninguém pode entrar. Existe uma passagem para lá dentro dessa casa e é lá onde se encontra a ave. É importante que você não a mate, apenas pegue a pena, e não mexa em mais nenhuma. E tome cuidado com os guardiões.

E, assim dizendo, arrancou uma de suas chaves do chaveiro e a entregou. Era uma chave dourada com uma árvore esculpida em uma das pontas. Nathan olhou ao redor, procurando por outras portas. Não havia nenhuma, nem mesmo nos quartos.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Nathan S. P. Jackson em Dom Dez 02, 2012 4:36 pm

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Tenho que admitir nunca vi uma chave estranha como essa. Olhei para a senhora e fiz que sim com a cabeça enquanto abria um sorriso levemente, eu deveria procurar uma porta nessa casa ou um tipo de passagem secreta. Me levantei com calma e respirei fundo, com o que a senhora disse achei que tinha permissão para olhar toda a casa se necessário mesmo que não fosse já que havia apenas uma porta na casa e ela não chamaria a policia mas mantive-me alerta para com a mesma, quando você é um semideus que luta contra monstros a algum tempo você aprende que senhoras boazinhas podem ser um morcego gigante careca querendo comer sua cabeça, como o que aconteceu no dia da minha descoberta em ser Semideus. Me levantei e peguei a chave da mão da senhora e chequei a mesma, com passos rápidos e sem brutalidade em direção a porta na qual a mesma eu abri.


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Re: Missão de Nathan S. P. Jackson - Uma pena entre outras mil - Amazônia, Brasil

Mensagem  Thanatos em Ter Dez 04, 2012 9:50 am

Nathan seguiu com a chave dada pela senhora até a porta pela qual havia entrado. A porta de madeira parecia comum vista de dentro da casa. A senhora, sem falar muito, apenas o esperou se mover e abrir a porta enquanto tomava seu chá lentamente. A mulher balançava as pernas com uma visível animação. Enfim, Nathan enfiou a chave na fechadura vermelha da porta e a girou. A porta começou a brilhar em uma luz azul intensa. A luz saía de suas frestas e da própria fechadura, incomodando bastante os olhos de Nathan e, logo depois, começou a brilhar por completo. Era como se a própria porta estivesse se convertendo em uma espécie de diamante, irradiando luz branca por todos os lados. O corredor, depois a sala, e logo toda a casa foi tomada por aquela luz branca e Nathan já não via mais nada além de um vazio alvo e profundo. Para todo o canto que ele olhasse, só via o branco. Pensou estar cego por conta da luz, mas quase deu um pulo de susto quando percebeu que ainda via seu próprio corpo. Suas mãos estavam lá, seu peito, suas pernas. Ainda segurava a chave com a mão direita.

O filho de Poseidon se encontrava solto no vazio branco. Não demorou muito para que ele tentasse andar e percebesse que ainda era possível. Mesmo que não visse ou apenas não distinguisse o chão, ainda podia senti-lo. Parecia aqueles pisos de hospital com ar-condicionado. Era liso, frio, e grudava um pouco na pele se ficasse parado muito tempo. Ele olhava para todos os cantos, procurando qualquer coisa que fugisse ao branco eterno. Então, andando em frente, o meio-sangue deu de cara em algo parecido com um poste. Além de coçar seu nariz e, talvez, desferir algumas palavras de ódio ao ambiente, ele estava intrigado. Finalmente achara algo sólido ali mas não conseguia vê-lo. O que seria tal coisa e como ele sairia dali ? Na chave, o garoto podia ler as inscrições: "Os olhos do homem não são donos de sua visão.".


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