Missão hunter de Oliver Duncan - Vingança??

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Missão hunter de Oliver Duncan - Vingança??

Mensagem  Oliver P. J. Duncan em Ter Nov 20, 2012 7:06 pm

Bem, eu não estava achando minha estadia no Acampamento Meio-Sangue legal, era muito parado e monótono, isso é claro, considerando o fato de que eu raramente saía de minha cama, salvo na hora do jantar, almoço e café da manhã. Meus irmãos, por (increça que parível) incrível que pareça, pareciam dormir mais que eu, acho que eu era o filho de Hipnos menos dorminhoco que havia, não sabia se era uma coisa boa, e ainda não sei (deve ser meu sangue Espanhol), mas muita monotonia deixava qualquer pessoa inquieta, até mesmo um filho de Hipnos.
Deixei meus irmãos no sono profundo em que estavam e já tendo me arrumado pela manhã ali mesmo no meu chalé, coloco minha armadura que ganhei do meu pai por cima de uma camisa do Acampamento Meio-Sangue e de um jeans azul meio surrado e transformo a armadura num pijama do Agumon (até tinha um capuz com o formato e a carinha dele), coloco minha espada comum numa bainha presa a um cinto por fora do pijama e saio do meu chalé.
O dia estava muito belo, Apolo deveria estar passando muito perto com sua carruagem que puxava o sol pelo mundo, pois estava muito calor, o lago estava belo e calmo como sempre fora, as náiades brincavam na margem do mesmo entre si, e com alguns filhos de Poseidon, a floresta estava como sempre, calma e cheia de mistérios e algumas ninfas da floresta corriam de sátiros apaixonados, filhos de Apolo jogando vôlei contra filhos de Atena, enfim, mais um dia normal.
Começo a andar pelo acampamento, buscando algo para fazer, quando encontro um grupo de pequenos elfos perto da arena. ELFOS!? Bem, eles eram baixos, trajavam peitorais gregos, tinham orelhas meio pontudas e rosto bem... Élfico! Depois de me aproximar bem, vi que eram filhos de Hermes, “Maldito sono” pensei. Travis Stoll, um dos conselheiros do chalé de Hermes, me olhou com um sorriso no rosto e começou a falar:

-Soneca! Era você que estávamos esperando aqui! Posso pedir um favorzinho pra você?

Bem, por estar sem nada pra fazer, o que tinha a perder?

-Oi Travis, o que você quer? – Bocejei.

-Meu irmão Connor, foi para a floresta procurar algumas frutas para comer, mas ele deixou a cestinha dele, pobre cestinha, lá na floresta, poderia ir buscá-la para nós?

Ergui uma sobrancelha e perguntei:

-Por que vocês não vão pegar? – Outro Bocejo.

-Porque estamos muito doentes, não é rapazes?

Os outros filhos de Hermes começaram a fingir que estavam tossindo, até minha avó sabia fingir melhor, mas como estava querendo alguma emoção, ou qualquer coisa pra me deixar acordado.

-Ok! Onde está mais ou menos essa cesta?

-VOCÊ TOPA?... Digo... Está a uns 500 metros daqui, mais ou menos.

-Ok, se eu não voltar em 24h chame alguém pra me buscar.

Ativo meu pijaminha (não me pergunte como), e fiz ele virar uma armadura grega completa e entro na floresta escura e úmida.

Você deve estar imaginando, porque em um dia tão claro, a floresta estava tão escura e úmida? Bem, se você estivesse no meu lugar saberia a resposta só olhando pra cima, as árvores eram muito altas e suas folhas eram muito juntas, o que não deixava que a luz do sol penetrasse e tocasse o chão, a umidade não conseguia escapar e isso fazia do local, muito úmido .(Dãããããããa).
Ando por um bom tempo até que ouço um barulho de galho se mexendo, puxo minha espada da bainha e me viro, não muito rápido, e vejo o que tinha feito o barulho. Em um galho baixo de uma árvore atrás de mim, estava lá sentado um gato. Era uma criatura belíssima, era esbelto, com uma postura elegante e de uma cor branca, seu pêlo estava totalmente limpo e parecia que tinha fugido de casa, pois tinha uma coleira com seu nome, que não deu para ler direito na hora, e tinha seu olhar fixado em mim. Fiquei um tempinho olhando pro animal e chamando ele, até que ele desceu do galho e ficou frente a frente comigo, senti uma coisa legal nele, algo que não sabia explicar. Andei uns dois metros e observei que o gato havia desaparecido.

“Adeus Gato”

Andei mais um pouco e vi uma cesta de frutas, então havia mesmo uma cesta! Me aproximo para pegar, mas vejo algo que me assusta pra baralho, saindo de alguns arbustos, uma harpia, como a que tinha me atacado quando o sátiro me trouxera para cá. Algo me dizia que era a mesma, acho que foi pelas cores dela, ou talvez, pelo fato de ela ter começado a falar:

-Nos encontramos de novo filho de Hipnos. Irei te matar para me vingar de você agora.

-Eeeei –bocejo – Calma aí! Quem te matou, não fui eu! Foi o sátiro.

Ela pensou um pouco e retrucou:

-Mas sátiros não morrem, não exatamente. E você que pediu por socorro, então a culpa é sua!

-OK. Cai... – Bocejo – dentro dona galinha.

Bem, eu já tinha cortado alguns bonecos na arena, e já tinha treinado com alguns outros iniciantes, não deveria ser tão difícil lutar contra uma harpia. Ela avançou em minha direção, lembrei do treino com bonecos que se mexiam e vinham em nossa direção, e dei um pulo rápido para o lado esquerdo, e ainda com minha espada na mão direita, tento fazer um corte o monstro.
Sem sucesso.
A harpia não esperou mais nada e investiu em mim novamente. Com as garras de seus pés apontadas para meu peito, pensei em desviar, mas lembrei que tinha uma armadura, tomara que o presente do meu pai fosse bem resistente, pois ia tentar alguma coisa muito louca. Estufei meu peito, e esperei pelo impacto, segurando firme minha espada na mão. A harpia estava perto, fechei os olhos.
O solavanco foi forte pra burro, minhas costas bateram numa árvore, e meu corpo estava dolorido dos pés à cabeça, pelo menos as garras da harpia não tinham atingido meu tórax, nem olhei para minha armadura para ver se houve algum dano. A harpia estava em cima de mim e ria á beça.

-Meio-sangue tolo, desviar te daria alguns minutos a mais de vida. Agora morrerá, seu bastardo!!

Ela abriu as asas, provavelmente para dar a impressão de ser maior, e me deixar assustado. Funcionaria, se eu não estivesse com sono demais. Com um movimento rápido e certeiro (obrigado reflexos de semideus!) corto a asa direita dela.

O grito que ouvi a seguir foi o pior barulho que ouvi em toda minha vida, muito agudo e alto, ensurdecedor ao extremo, com uma raiva de mil demônios, a harpia bicou minha mão, me fazendo derrubar a espada, e fez um enorme corte, que doeu pra caramba, mas acho que não doeu tanto quanto ter uma asa arrancada. Logo depois a harpia cravou suas garras em meus braços, cada pata tinha suas unhas cravadas em um de meus braços, doeu pra burro, mas ainda a harpia estava na frente no quesito: sentir dor.

Eu estava a alguns segundos de ser morto, quando algo inesperado me aconteceu. Um borrão branco passou na minha frente e atingiu o rosto da Harpia, que ia me atacar com uma bicada no rosto, derrubando-a e fazendo-a embolar no chão e bater numa árvore à um metro e meio de onde eu estava.

Ouvi um miado distante, e ligeiramente familiar. O GATO!!! Então ele não tinha me deixado!! Sabia que ele tinha gostado de mim. A harpia estava se levantando, eu tinha que me apressar se quisesse viver mais um pouco. Peguei minha espada no chão e corri em direção à Harpia que já estava de pé, mas mais uma vez foi impedida pelo gato branco do tamanho de um filhote de tigre, que avançou com tudo e empurrou a harpia para sentar de novo aos pés da árvore, então, tentando ignorar a dor enorme que estava sentindo nos braços, costas e no resto do corpo, chego perto da harpia e falo:

-Tomara que demore para – bocejo – nascer de novo! Até lá... Xauzinho!

Cravei minha espada no coração da harpia, e com minha arma ainda dentro do corpo da harpia, aumento o corte. Isso fez com que ela virasse um tipo de poeira amarela e fedida que se espalhou no vento e desapareceu da minha vista.

Ando até a cesta de frutas e pego-a, peguei uma maçã e comi, estava com um gosto estranho, mas de qualquer jeito, eu tava com fome um gosto diferente não faria diferença nenhuma para mim.
Acabo de comer, aliso a cabeça do gato que á pouco salvara minha vida.

-Obrigado... – olho para a coleira dele para ver o nome – Barry! Vem comigo, aposto que quer um lar.

Pego a cesta, coloco-a em baixo do braço e vou com Barry até a arena, onde os filhos de Hermes estavam rindo à toa, não sei do quê, mas estava tão cansado que nem perguntei o que era.

-Travis, aqui está a cesta, me agradeça depois, mande lembranças para Connor.

-Tinha uma cesta?? Digo... Obrigado. Mandarei.

Vou ao meu chalé do mesmo jeito que estava, transformo minha armadura novamente num pijama e vou dormir, mas antes disso coloco Barry na minha cama e oro silenciosamente para meu pai:
“Pai, ele me seguiu! Posso ficar com ele? Deixa! Deixa! Deixa!”
E apago sem ouvir a resposta.



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Re: Missão hunter de Oliver Duncan - Vingança??

Mensagem  Hipnos em Ter Nov 20, 2012 7:59 pm

----------------------------------ATUALIZADO----------------------------------
Missão feita com sucesso! Tem uma boa história, eu achei bem criativa. Alguns pontos do seu texto deixam a desejar no quesito concordância, mas no geral está tudo Ok!


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