A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

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A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Hades em Seg Jan 14, 2013 7:40 am

Relembrando a primeira mensagem :

A reunião do trio

A vida no Acampamento Meio-Sangue era, por vezes, somente uma vida alternativa; ou, se preferir, uma vida de parâmetros diferentes. Para se habitar lá, habilidades eram necessárias sim,afinal quem dispensa um bom guerreiro defronte ao exército inimigo? Entretanto, essas habilidades eram instruídas, eles tinham do seu lado do campo de batalha o centauro que treinou o semideus mais forte do mundo. Quem, dentro daqueles chalés, não gostaria de ser um semideus mais forte do mundo? Agora, quando entravam, uma doutrina não lhes era ensinada. Talvez, arrisco dizer, eram mascaradas por todos que ainda acreditavam na ficção de suas limitadas mentes. Juízo claro, ponderação, sensatez, equilíbrio, ou como seja chamado eram atributos daquele de bom senso, também denominado: realista. Não espere que as fronteiras lhe sirva como um agasalho nos dias de frio até o início da meia idade, porque você cresce, e não se esqueça que sempre existe um sol lá encima. E então, nessas horas de calor - encare como quiser -, você vai derreter, pois estava usando o casaco apertado e não poderia retirá-lo. Há teorias e teorias para toda essa coisa do realismo, do heroísmo e etc. Há heróis que nascem heróis, não veem distância do útero de sua mãe para uma espada, seu destino foi escrito e assim será. Há heróis que pedem uma oportunidade para serem heróis, eles escreverão seus destinos e jamais ninguém interferirá nele. Agora, há heróis - se me permite dizer, os meus preferidos -, que nascem com um destino incompleto, escrito até a parte em que terão a chance de serem os maiores heróis, e daí então tudo que existe é uma grande lacuna a ser completada por eles. Receio dizer, que heróis com o destino escrito, tendem a esperar pela morte iminente.

Dez em ponto, fazia uma grande escuridão no céu, na direção da floresta. Poucos semideuses já se aventuraram no meio daquelas densas árvores, e por isso naturalmente ficaram inquietos. A atmosfera dentro das fronteiras estava tranquila, ainda mais na hora em que todos descansavam suas cabeças no travesseiro. Mesmo assim, indefinidas irrequietas, no chalé de Hermes, insistiam em olhar para lá. Nem todos viam o que elas tinham o privilégio de ver, uma espécie de vórtex esbranquiçado tomava conta do céu, alguns quilômetros dali, ventos impetuosos inclinavam o tronco das árvores, arrancando-lhe folhas, frutos e galhos finos. Algo muito mais longe dali estava acontecendo, não simplesmente um fenômeno climático, turbilhões de água formavam funis que redemoinhavam rapidamente, devorando tudo. - Incrível, sim? - indagava uma voz, muito parecida com aqueles locutores de rodeios, levando uma arquibancada inteira a loucura com suas rimas. Ainda sim, sua voz era imensamente tranquila. Lexi inclinou seu corpo para frente, afim de olhar pela janela quem falara aquilo. O homem era careca, tinha um cavanhaque e estava sem camisa. Tinha uma boa forma, não era de se negar, trajava na parte inferior uma calça justa, azul claro. Seus traços eram bonitos também, com alguns pequenos ajustes, um implante de longos cabelos loiros e uma prancha debaixo do braço, seria um surfista, apesar da idade aparentemente avançada. - Que tal estão essa indefinida hoje? Uma bela noite para despertar a Fome entre os homens e trazer o apocalipse do mundo, não? - zombava ele, com ar superior a todas as coisas, talvez até Poseidon não era páreo para seu ego. - Deixe-me apresentar. Chamo-me Ponto, um velho deus que o pai... perdão, esqueci que não posso contar. - ele gargalhou escandalosamente, fazendo com que a garota olhasse aflita para os lados, rezando para que ninguém tivesse ouvido. - Sabe, eu apreciaria uma ajuda. Vamos ser honestos aqui. Lhe darei poder se me ajudar a libertar meu filho, o pobre anda tão chateado acorrentado debaixo de uma ilha... - por um instante, apenas por um instante, fez com que o sentimento de confusão da garota se transformar em pena.

Adormeceu, infelizmente.

Amba partilhavam de um só sonho, mas... não, mais alguém se manifestava ali, várias presenças num mero sonho. Lexi logo reconheceu a filha de Atena que lhe guiou pelo acampamento, seu nome era Elizabeth Swan. Não era uma coincidência, Elizabeth tinha uma mente avançada, digna de uma filha da deusa da sabedoria, e estava diretamente ligada com aquela jovem que se enquadrava no perfil de herói que tinha um grande traço indefinido em seu destino. A outra; porém, era desconhecida, tinha cabelos negros e emanava uma aura fria como a neve. No sonho, eram apenas plateia. Conseguiam sentir o odor pútrido do local, seres andavam gemendo por um grande campo aberto, outros apenas estavam deitados no chão de terra, em posição fetal, resguardados por capuzes marrons, já esfarrapados. Mas só um deles interessava ali, era um homem por volta dos trinta anos de idade, seus músculos eram bastante evidentes. O homem, exatamente como estava no dia em que morreu, tinha cabelos ralos e uma barba mal feita. Seus olhos eram perturbados e suas mãos apertavam um objeto um tanto estranho, que logo viriam a constatar que eram rédeas velhas que ele jamais soltara. Sua boca estava completamente fechada, não emitia qualquer ruído que fosse, diferentemente dos outros ali, mas seu corpo vibrava incessantemente. De repente ele pareceu notar a presença das três ali, auras vivas no mundo dos mortos - embora a ceifadora não estivesse completamente viva -, provavelmente unidos ao Asfódelos num sonho. - Me ajude... sou Belerofonte, vocês precisam dizer a Hades que... sei onde encontrar a espada para derrotar o monstro de Rodes. - balbuciou ele, entre batidas de queixo e secas tossidas. Então, três mulheres aladas riam à distância, com chicotes flamejantes e tochas.

Acordaram em outra surrealidade.

Quando acordaram, aparentemente estavam em outro sonho. Embora realmente parecesse, era muito real. Estavam cada uma em uma cama, uma do lado da outra, num quarto com paredes de pedra. As camas eram realmente confortáveis, e até seria mais se não se encontrassem em um lugar estranho, com três estranhos as observando. O primeiro, sentado na beirada cama do meio - a de Lexi -, era um homem com intensos olhos azuis, era magro e vestia um sobretudo beje. - Fiquem calmas, sou Morpheu. Esse é meu pai, Hipnos, irmão do seu mestre, Gabrielle, mas acho que já sabe. Esse, nosso senhor, Hades. - ele apontava em direção aos dois homens, com a palma da mão aberta. Estavam um do lado do outro, o homem prateado e alado as olhava fixamente, um tanto quanto preocupado, como se visse tudo que elas viram naquela noite, e de fato todos ali presentes viram. O outro estava mais calmo, era provavelmente Hades, segundo Morpheu, tinha cabelos negros e um cavanhaque bem feito. Seu casaco acinzentado era amedrontador, cabeças tentavam saltar do traje. - Não é sempre que o velho Ponto dá as caras, para convencer semideusas a se reunirem a eles. - falou o senhor do submundo, com uma voz rouca e um tanto peculiar. - Teria algo nesse sonho que deveríamos saber? Afinal, vocês foram as escolhidas para derrotar o monstro. - disse Hipnos, olhando para Hades, como se quisesse confirmar o que disse. Vejam bem. Temos um monstro aparentemente indestrutível nas mãos de Pontos, e sabemos bem qual é o próximo alvo depois de Atlântida: nós. Então, por que não deveríamos apostar em semideuses? Raramente preciso deles, creio que não me decepcionarão. - Hades discursou, calmamente, fitando as semideusas com ar interrogativo, à frase final. Algo na sua voz e olhares denotava que ele não falava aquilo apenas para as semideuses, e algo ainda maior dizia que não eram só elas que estavam realmente agonizadas com tudo que estava acontecendo.


Regras:
  • Máximo de 36 horas para postagem;
  • Mínimo de 6 linhas por post, embora seja um número insignificante, uma vez que sabemos que todas vocês podem fazer muito mais que isso;
  • Narre o quanto quiser, seja detalhista e não se importe com o tamanho do post, apenas tenha cuidado para não narrar por mim, por suas colegas, ou por algum eventual NPC;
  • Não se esqueça que nessa fase inicial, você apenas saberá seu rumo na missão, mas deve narrar tudo que aconteceu desde o começo, e que o meu post faça menção, lembrando que Elizabeth NÃO presenciou o episódio com Pontos;
  • A missão-teste é ON e tem relação com a trama;
  • Lembrando que a Elisabeth e Gabrielle é a única que tem poderes e armas para usar, Lexi não, apenas as que serão dadas na própria missão;
  • As suas decisões terão um grande impacto na missão, vocês decidirão como será seu fim, se ao menos chegarmos a um;
  • Não se acanhe, em caso dúvidas pergunte;
  • Boa sorte.




Última edição por Hades em Qua Jan 16, 2013 6:48 pm, editado 2 vez(es)


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Annia van Bartz em Qua Fev 06, 2013 5:43 pm



É hora de dar a volta por cima!




Novamente sua mente trabalhara rápido e seu corpo agiu rapidamente, mesmo sabendo de todos os riscos que corria, e como quando atacara seu primeiro oponente na missão, os movimentos foram rápidos e precisos o bastante para o plano, se é que a ideia que teve pode assim ser chamada, funcionar. Correu em alta velocidade e, com um ligeiro e preciso golpe cortou um membro daquele que apresentava uma nadadeira ao invés de mão. Não olhou para o morto, tinha mais com o que se preocupar, afinal um dos inimigos ainda estava “desocupado”. A única coisa que escutou foi um alto guincho que soava como música para os seus ouvidos naquela situação. Aquele era o terceiro que matara até então. O sangue pingava da lâmina da adaga e, o líquido pingava no solo e nas folhas umedecidas. “Isso! Um já foi, agora falta o outro.” Nesse momento seu olhar se dirigiu para o outro oponente, com determinação e foco. “Você é o próximo.”

Avançava agora contra o segundo, porém esse não seria tão fácil quanto o anterior, quando ia começar a por sua ideia em prática, quando começou a fazer o movimento para jogar seu corpo para o lado ele lhe deu um chute, bastante preciso e intenso, que deixou a mesma com dificuldade em respirar, além disso, fora lançada para trás pelo golpe. “ Ele é bem mais forte do que eu imaginava.” Agora tudo estava diferente, não era ela quem estava por cima, pelo contrário, estava caída no chão e via seu oponente se aproximando, sabia que se não agisse rápido iria acabar morrendo ali e não isso que ela queria. A arma dele tinha um destino certo, não podia deixar que ela o alcançasse, no momento em que seria desferido o golpe, tentaria rolar para o lado e, com uma das adagas, perfurar sua perna e, em seguida, com a outra arma, tentaria rasgar sua nuca com um golpe rápido e preciso.

Em seguida, caso tudo desse certo, puxaria a filha de Atena e começaria a correr na direção do local de onde vinha o som que escutara antes de ser atacada, quando ainda estava em cima de uma árvore. Correndo o mais rápido possível para conseguir chegar até o local onde Abel e Belerofonte deveriam estar, para poder ajudar, ou pelo menos tentar, de alguma forma. Estava preocupada com o prazo que tinham para levar de volta o cavalo fugitivo e, então a dúvida de quem seria a visita do homem de três cabeças voltou a passar pela sua mente, porém logo voltou a pensar em seus companheiros. Perguntava-se sobre o local em que a filha de Quione estaria, se a mesma estava em perigo ou se estava morta, porém não podia ficar procurando ela quando sabia que tinha um objetivo a cumprir, e faria de tudo para isso.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Hades em Qui Fev 07, 2013 3:32 pm

O marinheiro observou, enquanto mastigava o último pedaço de peixe, expelindo sangue e espinhos para fora da boca, a ponta da espada de Abel transpor seu corpo. Sua pele e músculos se contraíram, o homem foi tomado por uma excitação nervosa horripilante, cuspindo os pedaços triturados de peixes encima da mesa. - O que... como... malditos semideuses. - resmungou o homem-golfinho, guinchando em fúria seguidamente. - Não contrario meu capitão. Ele tem suas diferenças com Belerofonte por causa do tal cavalo alado, já que ficou com Belerofonte, não com Crisaor. - ele falou, delineando uma careta até considerada cômica, para quem possui tantas presas afiadas. - Agora tire essa espada de dentro de mim, porque antes de morrer, enfio minha lança na sua garganta. Prefiro morrer pelas suas mãos, do que falhar e deixar Crisaor me matar. - entrementes as palavras decididas do tripulante, o filho de Hipnos não notou que, silenciosamente, ele segurou sua lança, apoiada no encosto da cadeira, e mirava-a no pescoço de Abel, mesmo de costas. A ponta mortífera da lança apertava a pele do rapaz, mas não o feria.

A saraivada de flechas que seguiam rumo o corpo de Elisabeth pregaram em troncos de árvores e no solo, quando a garota esquivou-se e se protegeu. Visto que a besta já não tinha mais qualquer utilidade para o besteiro, uma vez que estava sem flechas, ele se desfez da arma, partindo-a ao meio em seu próprio joelho e jogando-a no meio das árvores. Seu corpo robusto foi em direção ao da garota, e antes que ela pudesse cravar a flecha que encontrou no chão, ele segurou seu braço com força e lhe deu uma bofetada no rosto, com as costas da mão. Elisabeth sentiu as mãos pesadas e ásperas do homem e voou para trás, caindo no chão. Ele abriu as fileiras de dentes afiadíssimos para ela, sem mostrar sinais de humor ou zombaria. - Acha que pode me combater frente-a-frente criança? Acha que sou um desses monstros ridículos e burros que vocês enfrentam diariamente? Deixe-me acabar com você com os punhos, não se faz muito isso hoje em dia, certo? - ele fechou os punhos e correu, pronto para desferir um soco na face de Elisabeth, que só tinha uma flecha na mão e o peso da mão do homem que ainda flamejavam sua pele.

Lexi rolou, e a espada do monstro penetrou o chão. Antes que ele pudesse retirá-la, a adaga da garota tinha destino certo, a sua perna. A adaga cravou ali, e ele emitiu um longo grito, misturado a guinchos de dor. - AHH! DIABOS! - mas seu pesar não se prolongou tanto, num piscar de olhos, Lexi rasgou sua nuca, sua cabeça tombou para o lado e o corpo descansou no chão. Finalmente Lexi havia vencido seus inimigos, mas a filha de Atena não tinha a mesma sorte. Quando direcionou suas atenções para a companheiro, viu mãos marcadas no rosto da garota, que ardia em vermelho. Ela tinha que ajudar, mas não havia como desconsiderar o cansaço e a aflição. Além do mais, Abel e Belerofonte também eram seus companheiros. Ela tinha ali uma questão a resolver, e rápido.

Lexi R. Snick - HP {90/100} MP {100/100}
Elisabeth Alexandra Swan - HP {75/110} MP {110/110}
Homens-golfinho II - HP {70/100} [Atacando Elisabeth]
Homens-golfinho III - {Aniquilado} [Ataque de Lexi]

Gabrielle Fountain - HP {130/150} MP {140/150} [Perdida]

Abel O. Drowsiness - HP {180/190} MP {170/190}
Homens-golfinho - HP {130/100} [Vigia do cavalo, no navio]

Belerofonte - HP {200/220} - MP {150/220} (Perdendo energia a cada rodada)
Crisaor - HP {380/450}


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Qui Fev 07, 2013 6:33 pm

Bom, acho que acabei me descuidando demais, ou dormi, sei lá. Quando dei por mim, a seta da lança dourada já estava arranhando meu pescoço de anjo. Fiquei muito chateado, mas eu acabei bocejando mesmo assim. Pai, meu pai, como podê me deixar distraído num momento tão crucial como este? Acho que minha mente pensa demais e ai acabo perdendo alguns passos durante minha travessia. Bom, de acordo com minha resposta, esse marujo foi muito útil em me dar a resposta. Khrysaor é irmão do Pégaso e, Belerofonte é o dono dele. Sinto um pouco de pirraça dos dois lados, mas de qualquer forma eu preciso pensar um pouco sobre o meu estado crítico.

Eu não sabia o que fazer, nem tinha ideia de como proceder nessa situação. Minha espada estava atravessada no peito dele, mesmo não materializada, a qualquer momento eu posso perder o controle e cortar todos os órgãos desse homem-peixo estranho, não daria tempo algum dele furar minha garganta, porem, se eu consegui puxar papo com Gerião, creio que meu oponente atual também pode ser engodado pelo meu papo amistoso, ou sei lá. Como é difícil pensar em algo que seja eficaz numa hora dessa. Revirei os olhos e senti a brisa marinha correndo pelas minhas penas. O dia realmente estava bonito para um cochilo de duas horinhas, numa cama bem grande, macia e quentinha. Meus lábios sorriram só de pensar nesse sonho. O Sol estava alto e meu corpo começara a ficar sonolento e mole. Enfim, minha vida corre perigo e só os deuses sabem o destino de minh'álma. De qualquer forma eu estou ferrado e nem sei como proceder daqui em diante - Hum.... sabe, não é preciso morrer... Eu sei que os deuses terão misericórdia de você, se, bem, é.... você se render e me ajudar... - falei com a voz calma, mas ainda em dúvida se eu falava ou não. Minha tentativa de puxar conversa pode ter sido péssima, mas não custava continuar a envolve-lo - Quíron vai achar um cantinho pra você no acampamento... e lá tem bastante água... e... - e é só isso. Não sei mais o que falar.

Tirei a espada de dentro dele sem causar dano e rapidamente inseri a arma na bainha ao lado do meu corpo. Levantei os braços e, consequentemente depois de livre, ele ficaria de frente pra mim. Levantaria meus braços e o fitaria com meu olhar calmo, tranquilo e amistoso. Eu sei que no fundo essa criatura pode ser amistosa. Se sátiros, harpias e centauros são sociáveis, além de alguns ciclopes, eu creio fielmente que esse homem-golfinho também pode se tornar um aliado - Vai, me dá uma chance... Eu não quero lutar contra você. Eu juro pelo meu pai que faremos Khrysaor cair e você será livre... - falei com minha voz tranquila e com meu rosto de anjo, puro, inocente e celestial.

Armas Levadas:
★ Luvas do sono : Se tocar o adversário e estiver usando essas luvas seu adversário adormecera por alguns minutos (em missões durante 1 post e em treinos por no máximo 5 minutos)

★ Lira do Sono: Lira feita de puro ouro, suas cordas são imunes a qualquer dano e é importante componente de algumas habilidades {By Hipnos}

★ Pijama de Guerra: Armadura grega completa de bronze celestial, semi impenetrável, que pode ser transformada em qualquer roupa de dormir, de acordo com a vontade do usuário{By Hipnos}

★ Tenebris: Espada de Ferro Estígio e Ouro praticamente indestrutível, que aumenta a moral (20% dos poderes e HP/MP) do usuário. [uma vez por missão]

★ Aurea Volucris (火): Escudo de ferro com o centro côncavo preenchido com diamante, vidro e prata. Adornado com galhos retorcidos, pássaros dourados e penas. Capaz re refletir 100% a luz que é jogada sobre o seu espelho ajudando o confundimento do inimigo.

PASSIVO:
♦Espírito Zen: Os filhos de Hipnos são extremamente calmos e tranquilos, assim eles se mantem, mesmo em situações críticas e em ocasiões de extrema pressão e perigo. Isso auxilia na preservação da racionalidade em seus movimentos e na realização de escolhas corretas nos momentos decisivos.

♦Rosto de Anjo: O filho do sono é tão calmo e sereno, que sua tranquilidade é sentida por seus inimigos, oponentes e amigos e eles simplesmente não sentem vontade de te golpear.

ATIVO:
♦Intangiblidade Parcial: Na morada de Hipnos não havia portas, já que o ruído propagado pelas maçanetas poderia despertar o deus, por tanto, seus filhos agora possuem a habilidade de atravessar objetos imóveis, inanimados de matéria sólida. {Ex.:Carros estacionados, portas,muros,paredes}.
-Gasta 15MP para cada objeto transpassado + 5MP por pessoa que leva junto

MUSICAL:
---

ESPECIAL:
♦Chryso-Puoli: O filho de Hipnos ganhará asas douradas permanentes. Porem se for do gosto do usuário, podem ser retrateis, para não causar espanto publico. As asas lhe darão um controle maior em qualquer tipo de pássaro, Alem de produzir ventos carregados com pó do sono. O usuário também pode se transformar num grande pássaro branco rajado de dourado, com garras e bico de ouro puro.
- pó do sono 30MP
- Transformação 25MP por postagem
- Asas gasto ZERO




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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Lyra Benson em Sex Fev 08, 2013 6:29 am

A saraivada de flechas que seguiam rumo ao meu corpo pregaram em troncos de árvores e no solo, quando me esquivo de modo a me proteger. O monstro vendo que sua besta já não tinha mais qualquer utilidade para o besteiro, uma vez que estava sem flechas, se desfez da arma, partindo-a ao meio em seu próprio joelho e jogando-a no meio das árvores.
Seu corpo robusto foi veio em minha direção , e antes que eu pudesse cravar a flecha que encontrei no chão, ele segurou meu braço com força e me deu uma bofetada no rosto, com as costas da mão. eu senti as mãos pesadas e ásperas do homem e voei para trás, caindo no chão.
Ele abriu as fileiras de dentes afiadíssimos para mim, sem mostrar sinais de humor ou zombaria.
- Acha que pode me combater frente-a-frente criança? Acha que sou um desses monstros ridículos e burros que vocês enfrentam diariamente? Deixe-me acabar com você com os punhos, não se faz muito isso hoje em dia, certo? -sim eu acreditava que podia,ele podia ser maior e mais forte que eu,mas eu não desistiria, ele fechou os punhos e correu, pronto para desferir um soco em minha face,eu só tinha uma flecha na mão e o peso da mão do homem que ainda flamejavam em meu rosto,que a essa altura deveria estar vermelha.
Eu não tinha tanta chance com ele,mas era menor e mais rápida com certeza,me esquivei de seu soco,e fiz a única coisa que veio em minha mente na hora,levantei o joelho e dei no meio de suas pernas com a maior força que tinha no momento,fazendo o se contorcer,já ouvi dizer que isso doía e muito nos homens, peguei a flecha e finquei-a em seu olho,e soquei seu nariz ,eu não tinha tanta chance assim,estava cançada e dolorida,mas ainda lutava pela minha vida.


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Annia van Bartz em Sex Fev 08, 2013 6:17 pm



Mais um para a conta!




Quando a morte está diante de seus olhos a mente faz milagre e o corpo consegue tornar o milagre imaginado possível. Foi isso que aconteceu com Lexi, sua mente trabalhou com rapidez e, com uma estratégia em mente, seu corpo efetuou as ações imaginadas para poder se livrar na morte, ou melhor, para atrasar a sua morte. As pessoas acreditam que tudo está escrito, que sua história é traçada do início ao fim, porém o pensamento da jovem é diferente, sabia que cada uma de suas ações, que cada pensamento seria capaz de mudar a sua história, de moldar a sua glória. A questão é, o inimigo estava a sua frente, pronto para lhe golpear, rolou para o lado rapidamente, quando viu a lâmina ser levantada pelo braço da criatura. Quando o golpe foi desferido a jovem já não estava mais lá, a lâmina da arma fincara no chão e, como a garota não era burra nem nada do gênero, aproveitou, vendo que era a melhor hora, a hora ideal para finalizar aquele oponente, por isso se levantou com rapidez, não podia, e nem queria, perder tempo e muito menos aquela chance clara.

Antes que qualquer movimento fosse realizado por ele, com a mão esquerda a indefinida desferiu um corte rápido e preciso, da perna do homem, que gritou.
- AHH! DIABOS! - Estava dando certo, agora tinha que acabar com tudo, com a adaga na mão direita, desferiu um golpe seco e veloz contra a nuca de seu oponente. O golpe fora executado com perfeição, a nuca do inimigo fora rasgada e, mais sangue foi derramado pelas ações da jovem e mais uma cabeça foi separada de seu corpo, que tombou fazendo um baixo barulho. “ Mais um para minha conta. Esse é quarto do dia. A segunda cabeça a rolar por minha causa.” A cada vez que derramava mais uma gota de sangue tomava mais gosto pela coisa, a frieza corria em suas veias, provavelmente era pelo fato de ser uma semideusa, de sempre ter que enfrentar novas criaturas que lhe querem ver morta.

Ambas as armas que segurava estavam cobertas pelo líquido vermelho, mas aquilo não era mais importante, tinha que seguir em frente, deu dois passos e então se lembrou da filha de Atena. Olhou para trás e viu que ela precisava de ajuda, tinha uma escolha para ser feita, poderia salvar a garota e, quem sabe deixar algo de ruim acontecer em Abel e Belerofonte, ou ir atrás deles e deixar a garota vozinha, só com as suas estratégias e ações.
“ O que fazer? ” Olhou para os lados, indecisa, porém quando viu as marcas no rosto da jovem não teve mais dúvidas. Seu coração já era mole, com aquela situação então, não tinha outra escolha a ser feita, tinha que ajudar. Aproveitou a situação que via, o homem avançava contra a jovem com os punhos fechados, pronto para golpea-la. Em sua mente imaginou que ele estava focado e, então, tentando avançar rapidamente dando a volta por trás das árvores, para não ser vista, e sair atrás do mesmo. Quando assim estivesse, aumentaria sua velocidade e, com a adaga que se encontra na mão direita tentaria perfurar o pescoço no homem.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Hades em Sab Fev 09, 2013 10:13 pm

O navegante se levantou, com a sua arma em mãos. Ele tinha um tapa olho, que cobria o olho esquerdo. Ele se aproximou o suficiente de Abel para que ficassem olho-a-olho - do lado direito, ao menos. O homem examinou o garoto, de um jeito um tanto asqueroso, talvez, arrancando os pedaços de peixe cru da boca, com as unhas compridas e imundas. Ele separou os lábios, seus dentes amarelos e afiados se mostraram novamente, um riso discreto e silencioso, mas com um ar totalmente perceptível de perversidade e ludíbrio. - Ora essa, rapaz, não tente me tapear tão mediocremente. Eu devo minha vida à Crisaor, e embora eu quisesse pular do navio e fugir, não posso. Vamos lutar. Mas caso ganhe de mim, fuja rápido com seus amiguinhos, porque mais de nós estão se aproximando. - sua voz era pesada, penosa e, ainda sim, solene. Com exceção da barbatana e das presas, ele era bem humano, um pirata nato. O marujo girou a lança em seus dedos, indicando a maestria que possuía com a arma. - De fato podia ter me matado, mas vocês semideuses nunca fazem isso. - Quando parou, a seta apontou para a cabeça de Abel, e sua perna projetou um único passo ligeiro em direção ao semideus, onde ele dobrou o joelho direito e esticou seu braço, afim de atingir o peito do herói com a lança.

O joelho de Elisabeth encaixou no meio das pernas do marujo, seus olhos enviesaram, sua boca se movia e nenhuma palavra era desferida. Ele engolia a seco a saliva, tentando dizer algo ou libertar um gemido de dor. A flecha estava prestes e perfurar seu olho quando ele empurrou a garota com uma das mãos, fazendo-a errar o alvo, cortando o ar. De joelhos, seu esforço se voltava apenas à suprimir a dor que sentia, e logo tentava se colocar de pé novamente. Uma de suas pernas quase alcançava o tal objetivo, quando uma lâmina reluzente trinchou seu pescoço. Era Lexi. Ainda com os olhos abertos, sua expressão se estagnou, e seu corpo desabou nas ervas daninhas que se propagavam pelo solo da floresta. O verde da vegetação já começava a se tornar vermelho em volta do homem. As duas garotas, juntas e vivas novamente, escutavam tinidos de espadas colidindo ali perto.

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Elisabeth Alexandra Swan - HP {75/110} MP {110/110}
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Gabrielle Fountain - HP {130/150} MP {140/150} [Perdida]

Abel O. Drowsiness - HP {180/190} MP {170/190}
Homens-golfinho - HP {130/100} [Vigia do cavalo, no navio] [Atacando Abel]

Belerofonte - HP {190/220} - MP {140/220} (Perdendo energia a cada rodada)
Crisaor - HP {350/450}


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Dom Fev 10, 2013 4:23 am

Eu realmente não queria ter que lutar contra esse homem-golfinho. Ele, ele parece tão humano, tão capaz. Me lembrei dos sátiros do acampamento. Acho que nunca teria coragem de os matar, mesmo se estivéssemos que combate-los para promover os ideais dos deuses, eu nunca seria capaz de ferir uma criatura com traços humanoides. Mas se este é o teste que que meu quer que eu passe, terei que ferir meu orgulho e princípios de bondade, para alcançar os objetivos dos deuses. Meu oponente dizia que outros da mesma espécie que ele estavam para chegar, então é meu dever abate-lo, livrar o cavalo de se carcere tentar ajudar o restante do grupo, seja no que for. O marujo avançou com sua lança, tentando perfurar o meio do meu peito, porem eu tenho uma agilidade um tanto quanto boa, já que treinei bastante para não ser um lerdo. Assim que notei o ar se cortando com a aproximação da lança dourada do garoto peixe, dei um salto pra trás, estendendo minhas asas para dar o impulso desejado. Alguns centímetros longe da lança, apenas para dar tempo de me equipar com o escudo luminoso e brilhante e minha espada negra e obscura. Mesmo sabendo que um golpe no meio do meu peito não surtiria tanto efeito, já que eu estou vestindo uma armadura grega dourada. Bocejei enquanto girava a lâmina, afim de planejar meu contra golpe.

O plano era o seguinte (Sim, eu sou filho de Hipnos, mas minha mente funciona que é uma beleza): Esperar o garoto atacar-me novamente e refletir a luz solar diretamente em seus olhos. As pedras de diamante seriam capazes de o fazer, e nessa distancia, acho que cega-lo não seria um problema. Enfim, com ele meio cego e com os olhos ardendo, num golpe fulminante de minha espada Tenebris, cortaria a ponta da lança, impossibilitando-o de combater-me com o uso de porte de arma. Alçaria um voo de uns dois metros e bateria as asas num tornado de pó do sono. Uma areia fina, brilhante como o ouro e tão poderosa quanto o pó usado por meu pai. Ganhei esta habilidade, por ser um filho ilustre de papai - Eu realmente não quero te machucar... - falaria no meio do embate, olhando-o com meu rosto angelical e divino. Se a lufada de vento brilhante surtisse efeito, meu oponente estaria caído no chão do navio, preso no próprio sono. Entretanto, se ele continuasse cambaleando e tentasse continuar nossa batalha, eu não teria outra escolha a não ser cravar minha espada no meio de seu estomago e deslizar a lâmina de baixo a cima, até que seu esterno (o osso do meio do peito) seja rompido, assim dilacerando pulmões, estomago, quem sabe o figado e o coração. Seria um dano mortal, no qual eu me arrependeria o resto da vida.

De qualquer forma, foi isso que vislumbrei enquanto desviava da ponta dourada da lança na qual o monstro me atacava. "Pai, seja o que for, honrarei o teu nome e completarei esta missão, mesmo que meus princípios humanos caiam por terra" - pensei em minha mente cálida. Minha ansiedade se foi e o calor da batalha tomou conta de mim. Desviei, ou melhor, tentei desviar da lança, e coloquei o plano e prática: Escudo, espada, asa e espada. Escudo, espada, asa e espada.

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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Annia van Bartz em Dom Fev 10, 2013 9:36 am



A Procura do Cavalinho!




As vezes ter suas ações ligadas às suas emoções pode tirar a sua vida mais cedo do que se pode imaginar, para a sorte de Lexi, com ela foi diferente. Voltou para salvar sua companheira de missão, não podia deixar ela ali, sozinha, correndo riscos. Avançou de forma que não fosse vista, queria acabar com aquela batalha o mais rápido possível para poder ajudar os outros a capturar o cavalo e voltar ao Rancho Triplo G dentro do prazo, antes que a tal visita chegasse. A jovem viu a filha de Atena acertar um golpe no homem-golfinho, ela tinha ali a chance de acabar com tudo, porém fora empurrada. Aquele que a jovem visava estava de joelhos, tentava se levantar, porém Lexi era rápida e, com um rápido e preciso golpe, trinchou o pescoço do mesmo com uma das adagas. O corpo caiu, o sangue se espalhava. Ela olhou para Elisabeth e, com um pouco de alivio e muita determinação, desviou o olhar, só queria mesmo saber se ela estava bem. Observou o chão, o verde e o marrão dava lugar ao vermelho, havia sangue por toda a parte, assim como corpos, três corpos estava espalhados pelo ambiente. Por um momento sentiu-se feliz, havia conseguido, matara todos aqueles homens a sangue frio, se aquilo era bom, ela não sabia, porém estava satisfeita com o seu desempenho, pelo menos até aquele momento. “ Consegui! Consegui manter minha palavra.” Disse a si mesma, se lembrando do dissera no primeiro encontro com Crisaor.

Tudo indicava que estava perto, tão perto que se conseguia o barulho de lâminas se colidindo. Estava havendo uma batalha ali perto, tinha que correr para ajudar, mas antes. Foi até o local onde estava a espada do segundo morto e, depois de guardar uma de devolver a adaga da outra garota, pegou a espada que estava cravada no solo e a segurou com força.
“ Agora sim. Assim está bem melhor. ” Girou a arma em sua mão direita. Em seguida, avançou. Usava o som como seu guia, desviando de árvores e animais que cruzavam o caminho, a determinação era, sem dúvida, a sua maior virtude, sentia a obrigação de chegar até lá, de ajudar. O cansaço era algo eminente, seu corpo pesava, as pernas doíam um pouco, mas sempre continuava. “ Continua. Segue em frente! Vamos. Anda. ” Dizia para si mesma. Evitava dizer qualquer coisa pois sabia que só iria se cansar mais e quanto menos cansada chegasse, melhor seria.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Lyra Benson em Dom Fev 10, 2013 4:11 pm

Meu joelho se encaixou no meio das pernas do monstro,deixando seus olhos enviesaram, sua boca se movia e nenhuma palavra era desferida. Ele engolia a seco a saliva, tentando dizer algo ou libertar um gemido de dor,não sei.Quando fui enfiar a flecha em seu olho porém ele desviou. De joelhos, seu esforço se voltava apenas à suprimir a dor que sentia,imaginei, mas ele ainda tentava se colocar de pé todas as vezes.
Quando ele estava quase conseguindo se levantar novamente, uma lâmina reluzente trinchou seu pescoço.
Era Lexi. Ainda com os olhos abertos, sua expressão se estagnou, e seu corpo desabou nas ervas daninhas que se propagavam pelo solo da floresta. O verde da vegetação já começava a se tornar vermelho em volta do homem.
Nós duas estamos vivas,pensei.
Meu corpo estava muito dolorido e meu rosto deveria estar muito vermelho. Escutei o tilintar de armas ali perto e olhei pra Lexi com as feições preocupadas,não tínhamos muito tempo,ela guardou uma das adagas e me devolveu a minha,pegou a espada do monstro morto a nossa frente e então desatamos a correr pela floresta tentando chegar ao local onde Abel estava a tempo, meu corpo implorava por descanso,mas por hora eu não teria esse luxo.


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Hades em Dom Fev 10, 2013 8:13 pm

O marujo não pode esconder que estava fora de forma. Ele recuou, a seta dourada de sua lança brilhava imponente, ele saltou para frente e jogou a arma com tamanha força e velocidade em direção a Abel. Isso destroçou seus planos, já que, embora o brilho de seu escudo cegou o homem, ele não hesitou em fazê-lo. A lança veio cortando o ar. A precisão foi prejudicada quando os diamantes refletiram em sua cara, o que garantiu ao garoto uma defesa improvisada, erguendo o escudo como instinto natural. A lança colidiu com o escudo e o semideus foi impulsionado para trás com a força. A falta de estabilidade lhe garantiria uma queda do barco, se não fossem suas asas, que mantiveram-no no ar. Seu adversário trambecou para os lados, cobrindo os olhos com as mãos, acabou por se apoiar na borda do barco. Ele piscava freneticamente, afim de recuperar sua visão. - Fuja, garoto, leve o cavalo. Crisaor está vindo, acabará por matar nós dois. - alertou ele, fazendo gestos com a mão. Antes do esperado, Abel ouve passos acelerados ali por perto, tinha pouco tempo para zarpar dali.

Lexi corria, como líder do grupo, esquivava das árvores com grande agilidade, cortando os galhos que se colocavam em seu caminho, à frente da filha de Atena. O som se tornava mais forte. Elisabeth estava logo atrás, e também reparou que o som aumentava gradualmente. Chegando lá, viram Crisaor, "o douradão" , e Belerofonte, mostrando um ao outro suas habilidades. Belerofonte tinha vantagem aparente, desviava e ataca mais rápido. O menino dourado acabou por perceber que agora, mais que nunca, estava mais na desvantagem, eram três contra um. Embora Crisaor até fosse páreo em habilidade, seriam seis mãos e pernas, três energias e ataques diferentes. Olhou para os cantos e correu para o navio, praguejando e xingando o inferno e os semideuses. O herói as fitou, sorrindo, ele estava suando, ofegando. - Abel está lá, talvez ele consiga libertar o cavalo. Receio que teremos que deixar o orgulho de lado e fugir, filha. - sugeriu o morto-vivo, apontando a espada negra para a floresta, de onde vinham diversos grunhidos e ruídos, haviam mais homens vindo. - Ainda sim, sou obrigado a dizer que a escolha é de vocês. Vão, e estarei atrás, ou vamos nos enfiar no ninho para salvar o cavalo. - outra vez, as garotas estavam num beco sem saída, onde tinham que fazer escolhas. Belerofonte dizia aquilo com pesar na voz, como se dissesse, nas entrelinhas, o que era certo a se fazer, mas por outro lado, o que era racional e seguro. Um seguro de vida, no caso.

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Gabrielle Fountain - HP {130/150} MP {140/150} [Perdida]

Abel O. Drowsiness - HP {180/190} MP {170/190}
Homens-golfinho - HP {120/100} [Lutando com Abel (Rendeu-se)]

Belerofonte - HP {190/220} - MP {140/220} (Perdendo energia a cada rodada)
Crisaor - HP {350/450} (Voltando para dentro do navio)



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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Seg Fev 11, 2013 2:11 pm

Quando eu achei que tudo iria terminar ali, o marujo aparentemente desistira da batalha. Suspirei aliviado e agradeci aos deuses por terem me liberado de carregar um fardo pelo resto da vida. O único problema era deixa-lo para trás, sabendo que Khrysaor o destruiria assim que chegasse ao barco. Seus olhos ainda pareciam arder, mas mesmo assim insistia com um gesto para que eu agisse rápidamente, antes do douradão chegar na embarcação. Guardei meus equipamentos com velocidade, dei um impulso alado até o animal e com maestria de dedos, desatei os nós do animal, deixando-o apenas cabresteado, já que seria um perigo receber uma rajada flamejante inesperada. Olhei para trás, vendo o marujo-golfinho pela ultima vez - Você vai ficar bem? - falei cabisbaixo e tristonho. Eu realmente não gostaria de o ver perecer, mas se a vida dele custar a conclusão dessa missão, creio que os deuses honraram a chama de vida desta criatura. Subi no equino, puxando sua crina para dar impulso com as perna direita, com a finalidade de lança-la do outro lado do corpo do cavalo negro. Eu fiz muito isso com Sleepy, aliás, fui eu quem o domou. Afaguei o pescoço do animal e gentilmente rápido lhe fiz uma carícia em seu masseter. Agarrei a corda do cabresto e pressionei as pernas na barrigada do animal, puxando o cabresto na direção onde eu gostaria que ele, o corcel, andasse. Dei uma batida com a palma aberta na anca do garanhão e partimos - Eia! - gritei encorajando-o.

Olhei para trás uma ultima vez, sorrindo para o homem-golfinho que me ajudara - Se cuida! E, muito obrigado! - falei e parti. Trotei para longe da embarcação, rumo ao restante do meu grupo. Notei um borrão dourado se aproximando do barco e mais a frente, três corpinhos a distancia, ainda pensando no que iriam fazer. Não dava tempo de evocar meu cavalo e etc, então só torço para que as o trio me espere chegar, ou que corram de volta para Gerião. Nossa preciosa hora estava acabando e tínhamos que chegar lá, antes da "visita" chegar - Eia, ho, Aia... - encorajava o corsel de brasas a correr.

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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Annia van Bartz em Seg Fev 11, 2013 8:39 pm



Corre Corre!




Tudo estava, de certo modo, dando certo. Nada de mais inimigos, pelo menos naquele momento de corrida rumo ao fim da floresta, nenhum sinal de armadinhas ou de obstáculos que poderiam vir a lhe atrapalhar. Com a lâmina da espada cortava alguns galhos para facilitar a sua passagem e a de Elisabeth, para que não houvesse tanta perda de tempo. O som ai ficando mais e mais alto, o que poderia ser um bom sinal, de certa forma, pois significava que estava se aproximando, porém era algo ruim, afinal estava havendo um confronto e, bem, como não sabia o que estava havendo, não tinha o conhecimento se seus companheiros estavam bem ou se encontravam-se feridos. “ Espero que todos estejam bem. ” Dizia a si mesma. Estava ofegante e preocupada. “Será que ainda dá tempo? Que horas será que são? ” Corria como nunca antes, estava determinada a chegar a tempo de conseguir ajudar seus companheiros e para salvar o corcel antes da visita chegar e que o prazo se espirasse. Era horrível ter que ficar se preocupando com horário, principalmente para uma pessoa que não tinha a mínima noção sobre o espaço temporal, como era o caso da indefinida, essas situações são aquelas que fazem com que ela se arrependa e nunca andar com um relógio de pulso, ou até mesmo um de bolso, contanto que mostrasse as horas corretamente. Depois de cortar mais alguns galhos e de correr um pouco, chegou à praia. “ Muito melhor. Adoro o cheiro do mar. ” Teve, então, uma visão não muito agradável, o “douradão” estava lá, pelo menos Belerofonte estava vivo e podia velo, porém não via sinal do Abel. Os dois filhos do deus dos mares estavam mostrando do que eram capazes de fazer, mostravam suas habilidades, que eram magníficas.

Seus olhos começaram a percorrer o ambiente, viu uma embarcação mas nada do garoto; aquilo não era bom, pelo menos não ao seu ver. Quando voltou sua atenção novamente à Crisaor, viu que ele estava fugindo, correndo na direção de seu navio, deveria ter percebido que estava em uma boa desvantagem, ou então havia conseguido tudo que queria e não queria correr mais riscos, mas o motivo não era importante, ele corria e isso era o que importava; estaria ele com medo? De repende escutou a voz do filho de Poseidon:
- Abel está lá, talvez ele consiga libertar o cavalo. Receio que teremos que deixar o orgulho de lado e fugir, filha. - Ele apontou, com a espada, para a floresta e foi então que ela reparou que daquele ambiente vinha alguns barulhos já familiares à semideusa, eram mais homens. Então ela ficou com uma briga mental interna, novamente teria que deixar de lado o seu orgulho para ter uma chance maior de continuar viva. “Não quero fugir. Quero ficar, lutar contra o que for preciso, ajudar o Abel e não deixa-lo sozinho.” Foi quando seus pensamentos foram interrompidos pela voz de Belerofonte: - Ainda sim, sou obrigado a dizer que a escolha é de vocês. Vão, e estarei atrás, ou vamos nos enfiar no ninho para salvar o cavalo. -

Estava preocupada com o tempo, porém não iria abandonar o Abel, olhou para a embarcação e viu Abel, montado no cavalo, agora não tinha mais duvida, confirmou com a cabeça para Belerofonte e começou a correr, correr o mais rápido possível. Transformava todo o cansaço em energia, determinação e força de vontade, estava com a espada preparada para derramar sangue e para fazer membros rolarem, caso fosse preciso e tivesse sorte, é lógico. O vento batia em seu rosto, lançando seus cabelos para trás e tirando os mesmos de seus olhos, o que era algo bom, além de ser bem refrescante e da sensação ser bem agradável.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Lyra Benson em Ter Fev 12, 2013 6:51 am

Lexi estava a minha frente abrindo caminho por entre as arvores na floresta,onde tentávamos chegar o mais rápido possível a Abel, quanto mais se aproximávamos mais alto ficava o barulho de espadas se chocando.
Chegando la eu vi Crisaor e Belerofonte, mostrando um ao outro suas Habilidades,ele nos viu, e correu para o navio praguejando. Belerofonte nos olhou sorrindo,ele estava ofegante e todo suado.
-Abel está lá, talvez ele consiga libertar o cavalo. Receio que teremos que deixar o orgulho de lado e fugir, filha.-disse ele apontando a espada para a floresta de onde podíamos ouvir mais monstros se aproximando.
-Ainda sim, sou obrigado a dizer que a escolha é de vocês. Vão, e estarei atrás, ou vamos nos enfiar no ninho para salvar o cavalo. -Ele dizia com um pesar na voz, fugir significava salvar a nós mesmas,mas e Abel? não podíamos deixa-lo,isso não era certo.
Meu senso de justiça estava a mil,como se gritasse,você não pode fazer isso Elisabeth, ele te salvou uma vez e é hora de retribuir,eu não o deixaria ali e fugiria como uma covarde,não podia.
Olhei para o Navio e vi um garoto montado num cavalo vindo em nossa direção,o que me fez dar um leve sorriso,era Abel,ele conseguira sair,me virei para Lexi que assentiu com a cabeça,fazendo sinal para corrermos e então disparou em direção a floresta,com a espada preparada,corri atras dela o mais rápido que conseguia,o que não era pouco,graças aos treinos eu era bem rápida, minha adaga estava bem fácil caso eu precisasse,afinal ainda não sabia quais seriam nossos próximos desafios.



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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Hades em Ter Fev 12, 2013 2:13 pm

Abel percorreu galopando, os cascos do equino batiam no pavimento de bordo do navio, e a madeira produzia chiados ásperos, intermitentes. Uma grande rampa também de madeira estava apoiada à borda do navio, a mesma que Crisaor usava para subir. O cavalo era veloz, num salto ele encontrou-se com o homem dourado, derrubando-o da prancha. Abel ouviu, enquanto se afastava, os insultos destinos à ele e ao animal. O cavalo produziu um ruído, tentativas vãs de rinchar de felicidade quando cordas fechavam sua boca. Já fora do navio, nenhum sinal dos seus companheiros. Já estavam correndo. O corpo do cavalo se movia para frente e para trás, o animal não diminuía a velocidade nem mesmo com as árvores pondo-se como empecilho em seu caminho, desviava e ejetava mais potência nas patas.

Lexi e Elisabeth estavam exaustas, mas ao menos não foram perseguidas. Logo que a respiração ficou falha, pararam de correr. Estavam saindo de floresta, e lá estava Abel com o cavalo e Belerofonte. Era um corcel negro, com o pelo lustroso, mas com algumas feridas por seu torso musculoso. Ele se debatia, gingava com a cabeça de um lado para o outro, afim de se livrar das cordas. "Tirem logo as cordas, droga!", Lexi pareceu escutar o cavalo dizendo. - Demoraram, garotas. Se tivessem me seguido, tínhamos chegado antes. - Belerofonte estava descansando na grama, com os olhos fechados. - Sinto pela Gabrielle... parece que perdemos uma boa guerreira. - - o filho de Poseidon se compadeceu. Olharam para oeste, de onde vieram, e lá estava o sol, se pondo, as altas araucárias da floresta cobriam-no vagarosamente. Estava na hora de ir, se encontravam muito atrasados.

Aproximando-se do rancho, lá estava o gigante de três torsos colocando comida no cocho dos animais. Ele reparou na chegada dos heróis e do seu bagual, acenando, suas três cabeças sorriam medonhamente. O aspecto aconchegante do velho rancho continuava intacto. - Estão um tanto quanto atrasados, mas... meu convidado não veio, então lhes perdoo. - falou o anfitrião, tomando as rédeas do cavalo de Abel, depois amarrando num dos esteios de madeira que fechavam a invernada . - Vamos por aqui, vou lhes levar até o Pégaso. - ele indicou as mãos um velho estábulo, era menor e visivelmente mais limpo que os demais, talhado exclusivamente para o primeiro cavalo alado. Gerião empurrou as grandes portas com as mãos do torso central e deixou que os semideuses adentrassem. Belerofonte estava vidrado, os outros pareciam ouvir as batidas de seu coração à quilômetros. De primeiro momento, ninguém viu o cavalo, mas logo que percebeu o seu dono, ele alçou as asas. Estava na última baia. - Ali está ele... quando o capturei, achei que ganharia algum dinheiro, afinal era um cavalo alado, difícil de se encontrar por aqui, depois um forasteiro que passava por estas bandas veio ver o cavalo e me disse que este era o pégaso original, mas nunca o vi ao menos levantar-se. - estava ali, deitado no chão, o Pégaso que tentam queriam encontrar. Belerofonte agarrou suas rédeas avermelhadas e chegou perto do corcel. O cavalo estava com parte do corpo sem pelos, com um inchaço escuro e maltratado. - A vespa de Zeus... por que não fizeram nada? - Belerofonte parecia indignado, se recordando do dia em que se perdeu do seu bicho de estimação. - Tentei de tudo, não consegui reanima-lo. Mas faz dois dias desde que fui ao templo de Asclépio, e obtive a resposta necessária. Para curá-lo, precisa-se do sangue do lado direito de sua mãe. - o anfitrião deu uns dois tapainhas no ombro de Belerofonte, como consolo. - Onde vou conseguir o sangue da medusa? - indagou o homem, colocando, mesmo que inutilmente, as rédeas no Pégaso. - Ora, filho, quase não te reconheço... no lugar onde ela foi amaldiçoada... no templo de Atena... fica a leste, e eu até cedo uns três dos meus cavalos para irem até lá. Depois voltam e curam o cavalo, e devolvem os meus.

Lá fora estavam três garanhões bem alimentados, já com os devidos equipamentos de montaria, inclusive aquele que Abel capturou do navio de Crisaor. Um para Belerofonte, um para Abel, e outro, claro, para a líder, Lexi, e Elisabeth.


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Ter Fev 12, 2013 5:18 pm

A galopada foi intensa e meus quadris iriam sofrer depois de descer dessa beleza negra. Sleepy era bem comportado, quase tão sonolento e calmo quanto eu. Aos trancos e barrancos, o cavalo de pelo escuro atravessou como um trator a floresta. Não importava se havia tronco, galhos, pedras ou limo no chão, o corcel cruzou a floresta como se fosse qualquer outro terreno aberto. Meu corpo estava ficando dolorido, pois fazia tempos que eu não andava a cavalo sem que o mesmo estivesse selado. Enfim, apesar destes contratempos, e dos xingamentos que recebi do mister dourado, a sensação de liberdade era ótima e o garanhão parecia sentir essa liberdade. Mesmo com o focinho atado, eu conseguia ver um sorriso em seus lábios (sim, cavalos tem lábios). Até mesmo uma ou outra brasa luminosa fugia das amarras. Meus olhos claros brilhavam no calor das chamas, ou melhor, na esperança de ver uma rajada flameante. O corpo do animal era quente e me lembrava um dia gostoso em minha cama. Eu sei que é estranho, mas foi o que eu senti, e achei muito bom. De qualquer forma, depois que voei pela mata fechada, Belerofonte estava deitado na grama, descansando de olhos fechados. Controlei o animal para que não fizesse muito barulho e logo em seguida as duas loucas do grupo apareceram. Aparentemente sem folego algum, com folhas e galhos pelos cabelos. Eu sorri simpático, mostrando minhas covinhas amigáveis. Minha mãe sempre disse que dos trigêmeos, eu tinha o sorriso mais bonito, Cain o mais sedutor e Seth o mais misterioso. Dei de ombros ao meu pensamento e só me dei conta de que minha "prima" não estava presente quando o filho de Poseidon comentou a falta dela. Não sei o que houve com a pobrezinha, mas espero que meu tio a tenha salvo, se é que ele salva alguém. Esbocei um sorriso - Estamos atrasados, olha... - Apontei - O Sol já está se pondo... - falei cálido.

Seguimos até o rancho Triplo-G. Não sei se isso se chama sorte, mas a visita do triplo cabeçudo, não havia chego, e por isso ele não estava tão irritado. Não disse nada, apenas desci do animal e o entreguei ao seu dono original. O animal era realmente muito belo e acho que daria qualquer coisa para monta-lo novamente e sentir todo seu poder explosivo. Enfim, sonhos são sonhos e só se concretizam quando eu durmo. Depois que o gigante o amarrou nalgum lugar, ele nos guiou até um velho estábulo. O lugar era aparentemente menor que o restante e um tanto mais limpo. O cheiro de fezes de cavalo ainda era forte, mas não me importava com isso. Apesar de ser bom com aves canoras e tudo quando voa e pia, os equinos são minha segunda paixão. Senti saudades do Sleepy e do canarinho que deixei em casa, Goldy, espero que minha mãe esteja cuidando bem dele. Bom, de qualquer forma, Gerião abriu a estaleira e deixou-nos entrar. Assim que Belerofonte viu seu parceiro de aventuras, seu companheiro animal, sua alma gêmea de combate, dava para ouvir seu coração batendo forte como um tambor. Parecia uma parada, com aquelas bandinhas e tal. Fora esta imensa alegria do reencontro, Pégasos era um animal muito belo: Asas com o dobro do tamanho de seus descendentes, os Pegasois , corpo musculoso e alvo como a neve. Tinha os olhos de seu pai, Poseidon, verde-azulados como o mar Cáspio. Um animal raro e lindo, nenhum de sua prole é tão belo quanto este.

Suspirei, chegando perto da baia, pois eu queria vê-lo de pertinho. Vi Belerofonte agarrando sua rédeas avermelhadas. Pégaso não estava conseguindo levantar, não sabia o motivo, até que Belerofonte comentou - A vespa de Zeus... por que não fizeram nada? - Ele parecia muito indignado com a situação de seu alado, e bom, quem não ficaria pasmo. Eu surtaria se não vivesse com sono e essa tranquilidade toda estampada no rosto. Gerião em resposta, disse que havia levado o bicho até Asclepios, aquele maldito. Um deus fajuto e boçal com quem eu lutara alguns meses atrás, ou um ano, não lembro bem. Eu sei que não se deve confiar muito em asclepios e até mesmo em nossos curandeiros do acampamento, creio que todos estejam armando alguma coisa. Até mesmo Albafica meu amigo pacífico deve ter algum pacto cruel com seu mestre. Dei de ombros e guardei esta informação pra mim mesmo. A ira que me atingira já se havia ido embora com uma brisa de paz e calma. Sorri ao grupo, esperando mais informações. Aparentemente, era preciso sangue da mãe do animal, sim, ela mesma, senhora Medusa dos olhos petrificantes e eternos - Onde vou conseguir o sangue da medusa? - falou o antigo herói. Gerião pareceu incrédulo quando ouviu a pergunta do zumbi. O triplo gigante disse que era preciso retornar ao local onde Medusa fora amaldiçoada, e este local era o Templo da mãe de Elizabeth, Atena, que ficava ao Leste.

A bondade do nosso anfitrião era tamanha que ele oferecera três de seus cavalos para que possamos viajar, e bem, eramos quatro e somente três cavalos. Isso não iria dar muito certo, já que Pégaso não conseguia ficar de pé. Lá fora estavam três garanhões bem alimentados, já com os devidos equipamentos de montaria, inclusive aquele que eu resgatei. Em minha mente, ficaria eu com um, o negro claro, Belerofonte com outro e as duas garotas num terceiro, porem, acho que elas iriam se atrapalhar nessa montaria, então - Olha, vamos cada um num cavalo... - sugeri, pegando minha lira e tocando-a. As notas lembravam um country animado e ritmado - Essa musica consegue invocar meu parceiro animal, onde quer que eu esteja - continuei tocando - acho justo cada um ir num animal... - dei os últimos acordes e pude escutar um relinchar sonolento. Pelo menos parecia meu prateado Sleepy-Head. Claro, eu me sentiria melhor montando-o, já que ele me entende e eu o entendo como se fossemos um só.

Armas Levadas:
★ Luvas do sono : Se tocar o adversário e estiver usando essas luvas seu adversário adormecera por alguns minutos (em missões durante 1 post e em treinos por no máximo 5 minutos)

★ Lira do Sono: Lira feita de puro ouro, suas cordas são imunes a qualquer dano e é importante componente de algumas habilidades {By Hipnos}

★ Pijama de Guerra: Armadura grega completa de bronze celestial, semi impenetrável, que pode ser transformada em qualquer roupa de dormir, de acordo com a vontade do usuário{By Hipnos}

★ Tenebris: Espada de Ferro Estígio e Ouro praticamente indestrutível, que aumenta a moral (20% dos poderes e HP/MP) do usuário. [uma vez por missão]

★ Aurea Volucris (火): Escudo de ferro com o centro côncavo preenchido com diamante, vidro e prata. Adornado com galhos retorcidos, pássaros dourados e penas. Capaz re refletir 100% a luz que é jogada sobre o seu espelho ajudando o confundimento do inimigo.

PASSIVO:
♦Espírito Zen: Os filhos de Hipnos são extremamente calmos e tranquilos, assim eles se mantem, mesmo em situações críticas e em ocasiões de extrema pressão e perigo. Isso auxilia na preservação da racionalidade em seus movimentos e na realização de escolhas corretas nos momentos decisivos.

ATIVO:
---

MUSICAL:
♪ Pet's Country Theme: Uma melodia country que ecoa no ar, e trás em poucos segundos o seu mascote até seu encontro

ESPECIAL:
♦Chryso-Puoli: O filho de Hipnos ganhará asas douradas permanentes. Porem se for do gosto do usuário, podem ser retrateis, para não causar espanto publico. As asas lhe darão um controle maior em qualquer tipo de pássaro, Alem de produzir ventos carregados com pó do sono. O usuário também pode se transformar num grande pássaro branco rajado de dourado, com garras e bico de ouro puro.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Lyra Benson em Qua Fev 13, 2013 9:11 am

Eu estava exausta, os músculos do meu corpo imploravam por descanso, mas ao menos não fomos perseguidas. Logo minha respiração ficou falha assim como a de Lexi e paramos de correr. Estávamos saindo da floresta, e lá estava Abel com o cavalo e Belerofonte. Era um corcel negro, com o pelo lustroso, mas com algumas feridas por seu torso musculoso,ele era lindo.Se debatia, gingava com a cabeça de um lado para o outro, afim de se livrar das cordas.
- Demoraram, garotas. Se tivessem me seguido, tínhamos chegado antes. -Disse Belerofonte que estava descansando na grama, com os olhos fechados. - Sinto pela Gabrielle... parece que perdemos uma boa guerreira. - se compadeceu ele.Eu também sentia de certa forma,mesmo não a conhecendo bem. Olhei para oeste, de onde viemos, e lá estava o sol, se pondo, as altas araucárias da floresta cobriam-no vagarosamente. Estava na hora de ir, já estávamos muito atrasados.
Aproximando-se do rancho, lá estava o gigante de três torsos colocando comida no cocho dos animais. Ele reparou na nossa chegada , acenando, suas três cabeças sorriam medonhamente. O aspecto aconchegante do velho rancho continuava intacto. - Estão um tanto quanto atrasados, mas... meu convidado não veio, então lhes perdoo. - falou ele, tomando as rédeas do cavalo de Abel, depois amarrando num dos esteios de madeira que fechavam a invernada .
- Vamos por aqui, vou lhes levar até o Pégaso. - ele indicou as mãos um velho estábulo, era menor e visivelmente mais limpo que os demais, talhado exclusivamente para o primeiro cavalo alado. Gerião empurrou as grandes portas com as mãos do torso central e deixou que nós entrássemos. Belerofonte ficou vidrado. No primeiro momento, ninguém viu o cavalo, mas logo que percebeu o seu dono, ele alçou as asas. Estava na última baia.
- Ali está ele... quando o capturei, achei que ganharia algum dinheiro, afinal era um cavalo alado, difícil de se encontrar por aqui, depois um forasteiro que passava por estas bandas veio ver o cavalo e me disse que este era o pégaso original, mas nunca o vi ao menos levantar-se. - estava ali, deitado no chão, o Pégaso que tentam queriam encontrar. Belerofonte agarrou suas rédeas avermelhadas e chegou perto do corcel. O cavalo estava com parte do corpo sem pelos, com um inchaço escuro e maltratado,era a criatura mais linda que eu já vira,mesmo estando machucada,pensei em como poderiam deixar algo tão belo e puro naquele estado,e isso me deu um aperto no coração.
- A vespa de Zeus... por que não fizeram nada? - Belerofonte parecia indignado,eu também estava,não fizeram nada para ajudar.
- Tentei de tudo, não consegui reanima-lo. Mas faz dois dias desde que fui ao templo de Asclépio, e obtive a resposta necessária. Para curá-lo, precisa-se do sangue do lado direito de sua mãe. - o anfitrião deu uns dois tapainhas no ombro de Belerofonte, como consolo.
- Onde vou conseguir o sangue da medusa? - indagou o homem, colocando, mesmo que inutilmente, as rédeas no Pégaso.
- Ora, filho, quase não te reconheço... no lugar onde ela foi amaldiçoada... no templo de Atena... fica a leste, e eu até cedo uns três dos meus cavalos para irem até lá. Depois voltam e curam o cavalo, e devolvem os meus.-O templo de minha mãe, é la vamos nós de novo, e enfrentar outro monstro que provavelmente me odeia
Saímos pra fora onde se encontravam três garanhões bem alimentados, já com os devidos equipamentos de montaria, inclusive aquele que Abel capturou do navio de Crisaor.
- Olha, vamos cada um num cavalo... - sugeriu Abel, pegando uma lira e tocando-a. As notas lembravam um country animado e ritmado,era até bem divertido - Essa musica consegue invocar meu parceiro animal, onde quer que eu esteja - continuou ele tocando a Lira - acho justo cada um ir num animal-completou ele.
-Por mim tudo bem Abel, o que acha Lexi?- perguntei me virando pra ela sorrindo.


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Annia van Bartz em Qua Fev 13, 2013 11:40 am



Mais Uma Tarefa!




Começou a correr. Corria como se sua vida dependesse disso e, para falar a verdade, poderia até depender, mas não pensava nisso enquanto corria, só pensava no tempo e em correr mais e mais rápido. Novamente estava dentro da floresta, cada passo estava exigindo muito esforço do seu corpo, estava muito cansada, mas tinha que continuar. Depois de um tempo correndo, sempre olhando para trás para ver se estava sendo perseguida, parou, estava exausta, quase não conseguia mais se locomover, sua respiração estava ofegante, o suor escorria pelo seu rosto, os batimentos cardíacos estavam um pouco mais acelerados do que de costume. Olhou para frente e viu o filho de Hipnos com um sorriso bem simpático, com o cavalo, esse era negro, seu pelo era lustroso, muito belo e forte, de fato um animal encantador, porém estava com algumas feridas expostas em seu tronco. Ele não aparentava estar confortável, uma vez que se debatia e girava a cabaça para os lados, queria se livrar das cordas que o envolviam. Mas algo de estranho aconteceu em seguida, uma espécie de voz ecoou em sua mente. "Tirem logo as cordas, droga!" Não era a dela e nem mesmo a de algum de seus companheiros, então de quem seria? Então uma ideia meio louca lhe passou pela mente, seria a voz do corcel? Estaria ela escutando um animal falando?

Belerofonte estava deitado na grama, descansando enquanto reclamava que elas haviam demorado, e tudo mais, porém não foi uma questão de escolha, pensou em discutir, porém uma discussão naquele momento não seria uma boa ideia, por isso preferiu calar-se. Novamente a voz do filho de Poseidon foi ouvida, dessa vez para dar os pêsames pela filha de Quione, que havia se perdido na floresta, mas Lexi esperava, sinceramente que ela estivesse sã e salva. Olhou para o oeste, o sol estava se pondo, aquilo não era um bom sinal, estavam atrasados, não tinha mais tempo para descansar, Abel disse que eles estavam atrasados, e estava certo, então a jovem olhou para Belerofonte e lhe disse:
– Não temos tempo para descansar. Desculpe se não fomos rápidas o bastante, mas não estamos podendo perder tempo, então vamos. – Acariciou o animal ainda meio confusa, porém feliz por ele estar bem.

Todos eles seguiram rumo ao Rancho Triplo G, onde o cara de três troncos lhes recebeu e, bem, por sorte, ou não, o tal convidado misterioso ainda não havia chegado, o que explicava o fato de ele não estar completamente irritado, então o atraso foi perdoado. Abel desceu do animal e entregou o mesmo ao seu dono, que amarrou as rédeas do mesmo em algum lugar e começou a guiar todos até o local onde o Pégaso estava. Chegou ao estábulo, era menor que os outros, também aparentava ser mais limpo, porém o cheiro de estrume ainda era intenso. Olhou para todos os lados, mas não via nenhum sinal no cavalo alado, até que, depois de algum tempo viu asas se alçando na última baia. O gigante de três corpos, então, começou a falar. A única parte que ela prestou atenção foi a última, a que dizia que o animal nunca havia se levantado desde o dia em que ele havia chegado ali.

Lexi se aproximou da baia, viu o filho do rei dos mares abaixou e agarrou as rédeas avermelhadas e chegou perto do Pégaso, que estava com algumas partes de seu corpo sem a pelugem.
- A vespa de Zeus... por que não fizeram nada? - Ele aparentava estar indignado com a situação, também é algo meio que entendível, uma vez que aquele era o seu animal, qualquer um ficaria assim se estivesse naquela situação. Gerião respondeu dizendo que já havia levado o animal até Asclépio, que falou que a única coisa que poderia curar o Pégaso era o sangue do lado direito da mãe dele, ou seja, da Medusa, a mulher que, com apenas um olhar, poderia petrificar aqueles que fitassem seus olhos. - Onde vou conseguir o sangue da medusa? - – Indagou o herói. O cara de três cabeças pareceu incrédulo ao escutar tal pergunta, então ele disse que teriam que retornar ao local onde a Medusa fora amaldiçoada, ou seja, no templo da deusa da sabedoria, que ficava a leste dali.

De certa forma o gigante demonstrou muita bondade, ofereceu três cavalos para os quatro ali presentes, o que não iria dar muito certo. Saiu do estábulo e, lá fora, deparou-se com três cavalos fortes, bem alimentados e belos, encantadores. Abel sugeriu que cada um fosse em um animal, e que ele poderia invocar um cavalo, o cavalo. Elisabeth concordou e lhe dirigiu a pergunta. Não poderia haver ideia melhor naquele momento.
– Claro, faça isso Abel. – Respondeu e, em seguida, montou em um dos garanhões.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Hades em Qua Fev 13, 2013 2:44 pm

A melodia de Abel foi ressoando ao redor, música a qual cruzou lindamente com o rancho agasalhador de Gerião. Logo que a música cessou, pareceu fazer eco lá na floresta, até ouvir-se um rincho chegando mais perto progressivamente. Sleepy-Head revelou-se por entre as árvores, sua pelagem negra malhada de prateado era realmente bela, seu corpo musculoso se movia rapidamente, se aproximando de Abel, mostrando o quão resistente era. Ele roçou a crina no garoto, como se estivesse pedindo para que montasse nele. Estavam, então, cada um com o seu cavalo. Lexi acabou por montar no cavalo que antes haviam resgatado, o belo tordilho negro; Belerofonte ficou no seu cavalo de tons avermelhados, um dos cavalos mais temperamentais de Gerião, e no entanto, bastante forte. Nesse caso, sobrou para a filha de Atena o corcel branco, o mais dócil, mas destacado da criação por sua enorme resistência. Os cavalos de Gerião relinchavam fogaréus, até serem libertados e correrem livres em direção ao templo, como se soubessem exatamente o caminho a seguir, cavalos que não precisavam ser guiados.

Ao longe, podiam vislumbrar, perto do riacho que circundava a colina, vários templos de mármore que se erguiam majestosos. Não havia circulação de mortais comuns por ali, e os que alguma vez chegaram a passear por aquela colina, nunca se dariam conta do que estava lá, impedidos pela névoa e o barulho inebriante que parecia encantado do rio. O segundo templo, considerando por aproximação, tinha, como uma de suas várias estátuas em tamanho humano de deuses e titãs, a do deus Apolo e de Asclépio, com seu manto branco e barba rala, nada parecido com o real deus, que o filho de Hipnos conhecia bem; entretanto, aquele cajado era bastante familiar, envolto por uma única cobra. - Ali. - confirmou Belerofonte. Os olhos perversos do deus quase fizeram Abel vacilar, mas isso não fazia parte do feitio dele, embora jurasse que viu os olhos do monumento brilharem.

Lá dentro, os quatro semideuses foram caminhando receosos em direção ao local de idolatração ao deus da medicina, filho de Apolo. Algo, então, colocou-se em seu caminho, era como um holograma com os olhos intensos azulados, que cegava os quatro. - Vocês adentraram em um dos templos de Apolo. Eu sou Têmis, à antiga protetora de Delfos, guardiã dos juramentos e da lei dos homens. Se quiserem passar, terão que responder à minha pergunta. - a figura disse. Seus olhos foram tomados por um azul ainda mais intenso, até cegarem-nos por completo.

Quando conseguiram abrir as pálpebras, se depararam com um nascimento. Sim, era um parto, e a, aparentemente, parteira, já retirava os bebês do ventre da mãe. Eram dois, e não eram exatamente bebês, eram como jovens, com seus aproximados quinze anos de idade. Primeiro um menino, com seus cabelos loiros e sua bela feição, e depois uma garota, com seus cabelos ruivos. Subitamente, a imagem de Têmis surgiu novamente.

Nascida do lodo da Terra,
o anoitecer era sua fome.
Apolo, com uma flecha a encerra.
Qual é o seu nome?

E assim foi dito.

Aviso:
Nessa rodada, a ordem de postagem será a seguinte: Abel, Elisabeth e Lexi. Lexi, a última a postar, deverá ser a única a responder a pergunta, enquanto os outros dois deverão apenas ajudá-la.




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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Qua Fev 13, 2013 3:52 pm

Montado em meu cavalo prateado, meus dedos agarraram sua crina com devoção, enquanto meu olfato sentia o cheiro almiscarado que dele emanava. Era um cheiro gostoso de cavalo bem cuidado. Seu pelo de inserções brancas brilhava em tons prateados à luz solar. Um indo garanhão. Meu garanhão. Seus cascos estavam bem aparados e seu relinchar, mesmo não soltando brasas, era suave e me encantava. Uma pena não montar o corcel negro, mas, enfim, vale mais cavalgar no meu parceiro do que num animal que pode ter uma personalidade indomável. Por sorte, Lexi parecia se dar bem com ele. Isso só acentuava ainda mais minhas conclusões sobre quem seria seu progenitor, mas isso não vem ao caso no momento. Bocejei e, em galopes longos, nosso grupo partiu viagem à leste do rancho Triplo-G. Eu fui atrás da manada equina, pois os cavalos de Gerião pareciam ter uma espécie de GPS. Sleepy os seguiu com devoção na mesma velocidade. Eu poderia facilmente passar o cavalo de Belerofonte e Elizabeth, mas não o fiz, preferi ficar atrás do grupo, me certificando de que nada inesperado iria acontecer. Porem nada houve e nossa viagem parecia estar chegando ao seu final.

O Sol havia acabado de se por, quando nós vislumbrávamos um riacho manso com som de trovão. Junto dele havia uma espécie de concentração de templos gregos que a olho humano, não pareciam ser visíveis. O segundo templo, tinha em sua entrada, a estátua de um Apolo esculpido com o tronco descoberto, mostrando toda a atração fatal de um ser divino. Espero que me pai seja assim também. Esbocei um sorriso e a trotes calmos, percebi uma segunda estátua ao lado. Meus pensamentos foram a mil. Aquela estátua não tinha nada a ver com aquele velho, barbudo, tosco e nojento. O pior foi que eu mordi o pé feio daquele deus miserável. Perdão Apolo, mas seu filho merece sofrer. Pensei em passarinhos, em dormir numa cama quentinha e em galopar em Sleepy até o dia virar. Com isso, meus pensamentos negativos logo se foram, me trazendo de volta a calmaria espiritual e mental que tanto prezava. Bom, nós estávamos procurando o templo de Athena mesmo, então não seria incomodo passar reto pelo templo mais odioso de todos, porem, para minha total infelicidade, o herói disse que estávamos no lugar correto. Revirei os olhos e senti que Asclepios havia gostado do jogo. Seus olhos pareciam brilhar. Sleepy pareceu sentir meu receio de entrar no templo, mas eu afaguei seu pescoço com ternura e sussurrei em seu ouvido - Tudo bem amigão, vamos em frente...

Quando chegamos perto do templo de Asclepios, amarramos nossas montarias do lado de fora e caminhamos pelo templo adentro. Revirei os olhos para a estátua do "deus" e me untei ao grupo para explorar as profundezas do templo sombrio do senhor da cura e da doença. Não demos muitos passos e logo fomos surpreendidos com uma espécie de aparição ou holograma. Tampei meus olhos, iluminação demais me é ruim, já que tenho fotofobia (meus olhos lacrimejam quando exposto a luz forte). ma voz firme e suave, tipicamente feminina ecoou pelo templo - Vocês adentraram em um dos templos de Apolo. Eu sou Themis, à antiga protetora de Delfos, guardiã dos juramentos e da lei dos homens. Se quiserem passar, terão que responder à minha pergunta - Então aquela que estava nos falando era Têmis, a titânide responsável pelas leis e ordens divinas, e do cumprimento dessas normas de conduta estabelecida pelos deuses. Em outras palavras, Themis era o peso da justiça e, como ela mesma disse, uma protetora de Delfos. A luz intensificou-se, cegando meus olhos por completo. Quando pude abri-los, havia uma espécie de miragem. Havia uma moça dando a luz a duas crianças, espera, a dois adolescentes. Um era belo como a luz do dia, seus cabelos eram loiros, mais claros e brilhantes que os meus, e o segundo "bebê" possuía cabelos arruivados, como uma chama. Quando essa ultima nasceu, Themis reapareceu, lançando o enigma no ar - Nascida do lodo da Terra, o anoitecer era sua fome. Apolo, com uma flecha a encerra. Qual é o seu nome?

Achei curioso, já que me lembrava de vários contos sobre gêmeos bivitelinos na mitologia grega. Por exemplo, Castor e Helena nasceram de um ovo e Pólux e Clitemnestra de outro. Todos filhos de uma mesma mortal, Leda, porem de pais diferentes. Zeus e Tíndaro. Bom, mas isso é outra história. Nyx e Erebus, Ares e Enyo, Apolo e Artemis, Aether e Hemera também fazem parte deste grupo de gêmeos que nascem diferentes. Lembrando um pouco das dicas, me vem uma coisa na cabeça: A resposta é fácil para a questão, porem basta saber se - Pessoal, basta saber se a resposta é um fenômeno ou o nome de alguém... - disse e logo bocejei - Pela dica que foi dada, é preciso saber quem foi que deu a luz protegida pela terra, logo, isso nos leva até Gaia eu acho. Lembro-me que minha mãe contava uma história de uma.... uma tit.... ni... de, que engravidou de... us... e ai... Hera... z z z - Depois disso, eu tinha praticamente tudo na ponta da língua e daria a resposta sem pestanejar, porem um sono fora de mim tomou-me e eu perdi a linha de raciocínio, dormindo de pé. Agora era uma questão de Lexi e Elizabeth responderem a questão.

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★ Luvas do sono : Se tocar o adversário e estiver usando essas luvas seu adversário adormecera por alguns minutos (em missões durante 1 post e em treinos por no máximo 5 minutos)

★ Lira do Sono: Lira feita de puro ouro, suas cordas são imunes a qualquer dano e é importante componente de algumas habilidades {By Hipnos}

★ Pijama de Guerra: Armadura grega completa de bronze celestial, semi impenetrável, que pode ser transformada em qualquer roupa de dormir, de acordo com a vontade do usuário{By Hipnos}

★ Tenebris: Espada de Ferro Estígio e Ouro praticamente indestrutível, que aumenta a moral (20% dos poderes e HP/MP) do usuário. [uma vez por missão]

★ Aurea Volucris (火): Escudo de ferro com o centro côncavo preenchido com diamante, vidro e prata. Adornado com galhos retorcidos, pássaros dourados e penas. Capaz re refletir 100% a luz que é jogada sobre o seu espelho ajudando o confundimento do inimigo.

PASSIVO:
♦Espírito Zen: Os filhos de Hipnos são extremamente calmos e tranquilos, assim eles se mantem, mesmo em situações críticas e em ocasiões de extrema pressão e perigo. Isso auxilia na preservação da racionalidade em seus movimentos e na realização de escolhas corretas nos momentos decisivos.

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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Lyra Benson em Qui Fev 14, 2013 8:07 am

Montar no garanhão branco me trouxe uma sensação de paz,me fez lembrar minha infância quando meu pai me levava ao Aras pra cavalgar.
Todos acomodados partimos em direção ao templo, a sensação de liberdade em cima do cavalo era ótima, e me deu vontade de sorrir.
De longe, podíamos vislumbrar, perto do riacho que circundava a colina, vários templos de mármore que se erguiam majestosos. Não havia circulação de mortais comuns por ali, e os que alguma vez chegaram a passear por aquela colina, nunca se dariam conta do que estava lá, impedidos pela névoa e o barulho inebriante que parecia encantado do rio. O segundo templo, considerando por aproximação, tinha, como uma de suas várias estátuas em tamanho humano de deuses e titãs, a do deus Apolo e de Asclépio, com seu manto branco e barba rala,mas aquele cajado não deixava duvidas , envolto por uma única cobra.
- Ali. - disse Belerofonte. -olhei o templo majestoso a minha frente, desci do cavalo e me encaminhei para dentro com os outros.
Adentramos o local, e fomos caminhando meio receosos em direção ao Deus Apolo, então algo se pôs no meio do caminho, me fazendo parar subitamente assim como os outros, era um tipo de alo-grama com olhos tão azuis que me cegaram.
- Vocês adentraram em um dos templos de Apolo. Eu sou Têmis, à antiga protetora de Delfos, guardiã dos juramentos e da lei dos homens. Se quiserem passar, terão que responder à minha pergunta. -disse a figura estranha, nesse momento eu já no encher-gava nada, a sensação era horrível.
Quando enfim consegui abrir os olhos, me deparei com um nascimento.
Sim, era um parto, e a, aparentemente, parteira, já retirava os bebês do ventre da mãe. Eram dois, e não eram exatamente bebês, eram como jovens, com seus aproximados quinze anos de idade. Primeiro um menino, com seus cabelos loiros e sua bela feição, e depois uma garota, com seus cabelos ruivos.
Então a garota voltou a surgir na nossa frente Dizendo.

Nascida do lodo da Terra,
o anoitecer era sua fome.
Apolo, com uma flecha a encerra.
Qual é o seu nome?

A resposta instantaneamente surgiu na minha mente.
- Pessoal, basta saber se a resposta é um fenômeno ou o nome de alguém... - disse Abel e logo bocejou - Pela dica que foi dada, é preciso saber quem foi que deu a luz protegida pela terra, logo, isso nos leva até Gaia eu acho. Lembro-me que minha mãe contava uma história de uma.... uma tit.... ni... de, que engravidou de... us... e ai... Hera... z z z -então ele simplesmente caiu num sono profundo, cutuquei-o pra ver se acordava mas nada aconteceu, então me virei para Lexi e Belerofonte.
-É dormiu mesmo-suspirei, eu já sabia a resposta,mas estava fácil demais, o que era estranho,nada nunca era fácil pra nós semideuses, foi então que entendi, não era eu quem devia responder a pergunta, era Lexi, era um teste pra ela e não pra mim, eu sentia isso, e sabia que estava certa.Olhei bem fundo nos olhos delas, e então falei com a voz doce e límpida.
-Eu sei a resposta Lexi, no entanto sinto que quem deve responder a pergunta é você, ajudarei apenas se for preciso, acredito que você já saiba o que é!- então lhe sorri levemente e fiquei esperando o que viria a seguir.



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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Annia van Bartz em Qui Fev 14, 2013 8:29 am



A Charada!




A música efetuada por Abel ao tocar sua lira era, de fato, bastante agradável, e então o cavalo do garoto apareceu. Agora estava tudo certo, cada um com a sua montaria, Lexi acabou ficando com o animal recém resgatado, por um momento achou estranho, afinal ele tinha que estar ali quando a tal visita chegasse, mas preferiu ignorar essa parte. Acariciava o corcel com a mão esquerda, enquanto a espada estava bem guardada na bainha, do lado direito. Segurou as rédeas como de costume, porém não havia nem muita necessidade, os animais não precisavam ser guiados, eles , antes mesmo de um comando de voz ou qualquer outro, relincharam e, assim que foram soltos, comelaram a galopar de forma rápida. Seguiam na direção do templo, era como se eles já soubessem o caminho a ser seguido, como se já tivessem passado a eles a localização exata do local para onde estavam indo. O vento acariciava seu rosto, afastava os cabelos para trás e causavam uma sensação agradável, além de refrescar, obviamente. Amava andar a cavalos, era uma sensação de liberdade inexplicável, talvez seja a sensação que mais chega perto de ser a verdadeira liberdade.

O sol já havia se posto, a claridade já não era a mesma, porém mesmo assim conseguia avistar ao longe um riacho, não sabia o motivo, mas sempre que estava perto de um rio, do mar ou coisas do tipo se sentia melhor, mais forte... por fim, além desse, conseguia ver uma colina e alguns templos, todos majestosamente belos. Não havia muitas pessoas ali. Um dos templos lhe chamou muito a atenção, era o segundo, havia várias estátuas de deuses, todas em tamanho real, os deuses esculpidos eram, aparentemente, Apolo e Asclépio, ambos deuses da cura. Mas bem, independente de quais fossem os deuses, era linda tal escultura, Lexi sempre teve um grande amor pela arquitetura, principalmente as mais antigas, sempre via uma magia, um que a mais, que faziam dessas mais encantadoras do que as construções modernas. Estava admirando o templo, quando a voz de Belerofonte se manifestou:
- Ali. - – A jovem achou estranho, uma vez que aquele não era o templo que procuravam, não era o templo de Atena. Pensou em se manifestar, porém achou que o herói deveria ter alguma informação desconhecida pela jovem, então com certa precaução seguiu o filho de Poseidon. “O que será que ele está havendo? Pelo que eu havia entendido teríamos que seguir para o templo da mãe de Elisabeth, não para esse.” Nessa hora olhou para Belerofonte com curiosidade, queria saber o que passava pela mente dele, depois olhou para Abel e, em seguida para a filha de Atena. Seria apenas ela que não estava entendendo nada?

Chegou ao templo em não muito tempo, descendo da montaria e amarrando suas rédeas do lado de fora, encarou o templo por alguns segundos e, em seguida, adentrou no mesmo. Não havia, aparentemente, nada e especial ali, porém após alguns passos em direção ao local de adoração ao deus, uma surpresa; uma espécie de holograma apareceu na frente dos heróis, uma luz bastante forte e intensa cegava Lexi, que colocou a lateral da mão esquerda sobre a testa e, além disso, apertou suas pálpebras. Então uma voz feminina ecoou, vinha do holograma, ou do que achava ser um, a voz dizia:
- Vocês adentraram em um dos templos de Apolo. Eu sou Têmis, à antiga protetora de Delfos, guardiã dos juramentos e da lei dos homens. Se quiserem passar, terão que responder à minha pergunta. - Era estranho pensar que estava frente a frete, ou quase isso, como uma divindade. Foi então que a luz ficou bem mais intensa e, nesse momento, a jovem ficou cega por completo. “Uma pergunta? Mas que pergunta?” Aos poucos fora conseguindo abrir as pálpebras e quando assim fizera, estava diante de um nascimento, mas não era um parto de gêmeos, pelo menos não um comum, a mulher não estava dando a luz à luz a dois bebês, mais a sim a dois adolescentes. Um tinha cabelos tão claros quanto o sol, enquanto a sua irmã era ruiva, seus cabelos pareciam as chamas de um fogo que “dançava” em uma fogueira. Com o término do parto, Têmis reapareceu e lançou a pergunta.

Nascida do lodo da Terra,
o anoitecer era sua fome.
Apolo, com uma flecha a encerra.
Qual é o seu nome?

Tá bem, tudo estava seguindo bem, pelo menos era isso que acreditava a jovem, era apenas um enigma, bastava dar a resposta certa, só isso. Pensou por alguns segundos e então se lembrou de uma das aulas de mitologia que tivera na escola, o único problema era que ela sempre dormia nas aulas. Mas mesmo assim um nome surgiu em sua mente. Então escutou a voz de Abel, pensava que ele iria responder a questão, porém se surpreendeu. - Pessoal, basta saber se a resposta é um fenômeno ou o nome de alguém...Pela dica que foi dada, é preciso saber quem foi que deu a luz protegida pela terra, logo, isso nos leva até Gaia eu acho. Lembro-me que minha mãe contava uma história de uma.... uma tit.... ni... de, que engravidou de... us... e ai... Hera... z z z “Ele não respondeu, o que era estranho, será que... Foi quando a filha de Atena se pronunciou: Eu sei a resposta Lexi, no entanto sinto que quem deve responder a pergunta é você, ajudarei apenas se for preciso, acredito que você já saiba o que é! Então era isso, ela quem teria que responder a tal questão. De fato ela sabia, ou melhor, achava que sabia a resposta. Respirou fundo e, então, pronunciou a resposta: – Obrigada pelas dicas Abel, mas a melhor dica foi a própria charada. A resposta é Píton, a serpente.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Hades em Qui Fev 14, 2013 11:37 am

Lexi sentiu-se não só perturbada por não ter nenhuma de suas questão respondidas, como também enraivecida. A pergunta de Têmis parecia tão ridícula que, até para ela, uma ainda leiga em mitologia grega, era fácil. - A resposta é Píton, a serpente. - Serpente gigante criada por Gaia, ordenada por Hera à devorar Leto. O solo agitou-se, um terremoto pareceu, por um instante, tentar levar o templo abaixo. Logo as visões desapareceram, as atenções dos semideuses foram tomadas pelos equinos, que relinchavam e libertavam rachadas de fogo, erguendo as patas da frente em revolta; algo os inquietava naquele lugar. A titânide reapareceu, agora não era apenas um mero holograma, e sim uma mulher com vestes gregas e olhar repreendedor, seus cabelos loiros lisos que escorriam pelas costas. Ainda possuía intensos olhos azuis, sua voz soava mais imponentemente. - Apenas os justos passam daqui. - disse a guardiã, estendendo a mão para o fim do templo. As paredes foram se movendo, revelando um grande saguão lá atrás. Uma gigante escultura de Atena estava em pé no fim do saguão, muito maior que as outras, lá fora. Ela, com seu elmo e lança, postura divina, era sem dúvidas Atena, mãe de Elisabeth, que só pode sentir orgulho de ser quem era. A parede se fechou assim que passaram por ela, e Têmis se aproximou novamente. - Aqui está o templo de Atena, lugar o qual a górgona foi amaldiçoada pela deusa da sabedoria. Daqui, estão sozinhos. - advertiu a deusa, e então desvaneceu num piscar de olhos.

Sozinhos ali, eles se entrelharam, até ouvirem sibilares vindos de uma espécie de piscina vazia, ao lado do monumento da deusa. Não ousaram chegar perto, mas não demorou até que várias serpentes saíssem rastejando dali. Os répteis foram se aproximando deles, no mínimo uma dúzia. - A víbora gigante. - a voz de um certo deus ecoava na mente do filho de Hipnos. - A maior de todas. - dizia. - Nascida do sangue do lado direito da Medusa. Mate-a. - o garoto, já despertado, vislumbrou uma víbora ligeiramente maior que as outras, de escamas escuras e olhos amarelados. Enquanto isso, as víboras foram seguindo em direção à eles.


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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Abel O. Drowsiness em Sex Fev 15, 2013 9:13 am

Eu estava sonhando com um caminho reto, escuro cheio de colunas gregas feitas de mármore branco e altas. No fim do caminho meus olhos claros contemplavam a estátua majestosa de Athena. A deusa guerreira equipada com elmo, lança e escudo. Seu rosto sério e sábio fitavam o infinito horizonte. A imagem estava plantada um ninho de cobras. Muitas delas, saindo para todos os lados e de todos os buracos possíveis e imagináveis. De repente eu me vi sozinho num mundo de peçonha. Um passarinho no matadouro. O som do sibilar já não se podia mais ouvir, pois meu corpo já não existira mais. As cobras haviam me devorado e consumido meu ser. Somente meus olhos vislumbravam as presas afiadas de uma serpente bem maior do que aquelas que me matavam. Minha mente entrou em colapso e eu acordei.

Quando me dei por mim, meu corpo já estava em movimento. Apenas consegui dar uma rápida olhada na titânide da justiça, antes que ela sumisse no meio de uma frase de desesperança. Acompanhei o grupo pelo corredor grego. Os tremores de terra e abalos me deixavam mais sonolentos do que eu já estava, mas concentrei minha mente e seguir em frente, forçando meus pés a se firmarem no solo do templo. Themis havia mostrado ao fundo, uma estátua colossal da mãe de Elizabeth. Sofri, pois lembrei-me do meu sonho. Senti um arrepio, mas continuei o caminho e, bom, quando chegamos mais perto, nos olhos se cruzaram. Estávamos perplexos com o que estávamos vendo ali. Uma piscina cheia de cobras e serpentes sibilantes e asquerosas. Desde o meu encontro com Asclépios, detesto estes répteis. Até senti um arrepio na nuca e minha pele ficou eriçada - Quanto mais longe dessas coisas melhor! - disse desperto e altivo. Até batia as asas em agonia aquelas coisas. Entretanto, por mais longe que tentávamos passar, as benditas rastejavam até nosso encontro. Saquei Tenebris, a espada das trevas e segurei meu escudo brilhante em mãos. De noite, ele não brilha tanto por causa da pouco iluminação, mas ainda assim, por ser de diamantes, me fornece uma boa defesa. Bom, de qualquer forma, meu corpo congelou, como se minha alma estivesse ausente de mim. Meus olhos olharam a piscina de víboras com melancolia e seriedade - A víbora gigante. A maior de todas, nascida do sangue do lado direito da Medusa... Mate-a! - A voz de um deus desconhecido ecoava em minha mente. Não era meu pai, pois eu reconheceria a tranquilidade e elegância de sua voz calma.

Despertei do meu transe e rapidamente vasculhei as serpentes que corriam em nossa direção. Com calma, notei uma cobra um tanto maior que as restantes: Escamas negras, olhos feitos de puro ouro. Percebi que aquele era meu alvo, então alcei voo, pairei no ar e estendi minha lâmina aos céus. O brilho negro da espada me era reconfortante. Mirei o ser rastejante e imaginei a cobra idiota de Asclépios, aquela maldita. Daria tudo para arrancar a cabeça daquela cobra desgraçada. Sério, estou com raiva agora, mas devo acalmar meu furor antes de decepar a cabeça de ônix dessa cobra. Visualizei a distancia entre mim e meu alvo desci num voo rasante até o alvo. "A ti que falastes a mim, matarei essa cobra como me ordenastes!". Clamei ao deus desconhecido e se desse tudo certo, minha lâmina negra fincaria bem no meio da cabeça da serpente, destruindo-a.

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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Annia van Bartz em Sex Fev 15, 2013 1:51 pm



Surpresa!




A resposta fora dada, pela jovem, com certeza. A jovem estava achando tudo aquilo muito estranho, afinal aquela pergunta era muito tosca, qualquer um que soubesse um pouco sobre mitologia saberia responde-la, não poderia ser apenas aquilo, era um desafio muito simples e fácil de ser superado. A intriga estava exposta em seus olhos, queria saber o que estava por vir. Estava tudo muito calmo, calmo até demais, e foi então que o chão começou a tremer, aquilo não era um bom sinal, de forma alguma. Por um instante parecia que o templo seria levado abaixo, tentando manter o equilíbrio, Lexi olhava para os lados procurando por alguma coisa. Mas logo o tremor passou, porém as não havia voltado nada ao normal, os cavalos chamaram sua atenção, eles relinchavam e soltavam rajadas fogo, além disso, eles erguiam suas patas frontais, algo estava os inquietando naquele lugar.

Têmis, então, reapareceu, porém agora ela não era apenas um holograma, era ela uma mulher com vestes gregas e com um olhar repreendedor, tinha longos cabelos loiros e lisos, que escorriam pelas suas costas e seus olhos eram de um azul intenso. Pela primeira vez estava frente a frente com uma Titânide, era uma sensação meio estranha, mas nada muito acima do normal. A voz da mulher soou mais uma vez, porém dessa vez era mais majestosa:
- Apenas os justos passam daqui. - Foi quando as paredes se moveram e revelaram um grande saguão, lá havia um enorme escultura de Atena, com seu elmo e sua lança. Então continuou andado, até que a parede se fechou e a mulher de vestes gregas voltou a aparecer dizendo: - Aqui está o templo de Atena, lugar o qual a górgona foi amaldiçoada pela deusa da sabedoria. Daqui, estão sozinhos. - E num piscar de olhos ela desvaneceu. Novamente ela estava sozinha com seus companheiros de missão, ou pelo menos era isso que a jovem pensava, até reparar na piscina que ali havia, foi então que ficou perplexa com o que via, ela estava repleta de cobras e serpentes, que sibilavam.

Abel então disse algumas palavras, porém era algo que já era de se imaginar, disse que quanto mais longe dos répteis melhor. As cobras rastejavam na direção deles, não dava para saber o número exato das criaturas, porém, com certeza, havia mais que dez delas ali. Imediatamente, pegou as duas armas que portava, a espada estava em sua mão direita, já a adaga, na esquerda. Dependendo da aproximação dos répteis tentava desferir cortes com a intenção de decapita-los, sabia que era a melhor maneira de matar uma cobra. Aquela situação não era nada agradável, era aterrorizante, ela odiava cobras, porém tinha que se manter calma, com a cabeça no lugar. Viu o filho de Hipnos indo na direção de uma cobra, mais essa era diferente, ela era negra e, aparentemente, tinha olhos feitos de ouro, o que era um tanto estranho, mas não se importou com aquilo, estava preocupada com as cobras que avançavam.
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

Mensagem  Lyra Benson em Sex Fev 15, 2013 8:21 pm

- A resposta é Píton, a serpente. -disse Lexi e sorri com sua resposta,ela havia acertado
O solo agitou-se, um terremoto pareceu, por um instante, tentar levar o templo abaixo,me desequilibrei e quase cai. Logo as visões desapareceram da nossa frente, e minha atenção foi tomada por outro coisa, pelos equinos, que relinchavam e libertavam rachadas de fogo, erguendo as patas da frente em revolta; algo os inquietava naquele lugar.
A titânide reapareceu, agora não era apenas um mero holograma, e sim uma mulher com vestes gregas e olhar repreendedor, seus cabelos loiros lisos que escorriam pelas costas. Ainda possuía intensos olhos azuis, sua voz soava mais imponentemente.
- Apenas os justos passam daqui. - disse a guardiã, estendendo a mão para o fim do templo. As paredes foram se movendo, revelando um grande saguão lá atrás. Uma gigante escultura de Atena estava em pé no fim do saguão, muito maior que as outras, lá fora. Ela, com seu elmo e lança, postura divina, era sem dúvidas Atena,minha mãe, uma felicidade se apoderou de mim, eu sentia orgulho de ser filha da deusa da sabedoria,mesmo nunca tendo visto minha mãe pessoalmente,sabia que ela me protegia de onde estava.
A parede se fechou assim que passamos por ela, e Têmis se aproximou novamente.
- Aqui está o templo de Atena, lugar o qual a górgona foi amaldiçoada pela deusa da sabedoria. Daqui, estão sozinhos. - advertiu a deusa, e então desvaneceu num piscar de olhos.
Quando ficamos sozinhos,olhei para meus companheiros, até ouvir sibilares vindos de uma espécie de piscina vazia, ao lado do monumento de minha mãe. Não ousei chegar perto, mas não demorou até que várias serpentes saíssem rastejando dali. Os répteis foram se aproximando de nós, eram varias e faziam arrepios passarem por meu corpo,eu odiava cobras e rapidamente saquei a adaga,assim como meus companheiros que pegaram suas armas, Abel parecia de certa forma perturbado com algo, e Lexi desferia golpes nos repteis tentando arrancar a cabeça dos repteis, eu tentava o mesmo com a adaga,afastando os bichos pra longe de mim, desferindo um golpe atras do outro com rapidez.


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Lyra Benson
Filhos de Atena
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Re: A Espada do Cavaleiro [Grécia] - Elizabeth, Gabrielle e Lexi.

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