Reclamação - Arquivo morto

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Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Abr 08, 2012 4:08 pm

Nome – Anthony Klaus Blake

Idade –
17

Progenitor – Atena

Motivo – Sempre gostei muito de estudar e sou o que se chama de Nerd Descolado. Sei sempre as coisas e aprendo rápido, mais sem precisar me isolar no mundo real. Essas caracteristicas me levam a pensar que sou bem vinculado com os filhos da Deusa da Sabedoria e a compatibilidade é o que me fez tomar essa decisão.

Progenitor Mortal – Bruce Malkovich Klaus, Cientista, casado, possuí dois filhos e tem em seu nome uma casa em Vegas. Ganhou dois prêmios pelas suas descobertas sobre fungos e esta no auge de seus 50 anos.

Ágatha Pearce Blake, Cientista, casada, possuí um filho e tem em seu nome um carro e dois imóveis, um em Los Angeles e outro no Canada. Ganhou várias premiações pelos seus estudos, mais nada que a faça conhecida internacionalmente. Com 42 anos segue firme em seus objetivos.


Defeitos e Qualidades – Meu maior defeito é as vezes a arrogância, o sempre achar que esta certo. Minha maior qualidade é alem da inteligência a facilidade para perdoar, mesmo que isso tenha seus contras. Quando estou nervoso mordo meu lábio inferior e quando ansioso bato o pé levemente.

Cidade natal e atual –
Moro em Los Angeles com meu pai e a mulher dele.

Habilidade – Uma habilidade que desenvolvi foi a de definir a sorte ou o azar da pessoa a qual eu decida. Isso baseando as estatisticas e possibilidades que os atos tinham de dar certo, assim consegui aprender a opinar e com o tempo passei a conseguir manipular quando uma aão da certo (sorte) ou errado ( azar).

História – A descoberta de minha vida foi feita aos 7 anos quando ao entrar na escola eu já sabia praticamente mais que alunos de anos superiores. Minha capacidade de armazenar informações era muito grande e de raciocinar era ainda maior. Assim meu pai contou a verdade sobre mim para que eu entendesse o que se acontecia e me fez jurar que nada seria dito para minha madrasta e assim eu fiz. Guardamos esse segredo até os dias de hoje, pois fui para o acampamento meio-sangue e minha madrasta acha que estou em um colégio militar no exterior.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Ter Abr 10, 2012 6:18 pm

Nome – Sophie Header Vettra

Idade – 16, mas aparenta ter 15

Progenitor – Hipnos

Motivo – Pode parecer estranho, mas eu sempre tive o dom de fazer as pessoas dormirem ou ficar com muito sono quando ficou muito próximo a elas, o que me deixou meio curiosa sobre isso, desde pequena eu fazia pessoas dormirem só de encarar elas.

Progenitor Mortal – Karinah Vettra, 30 anos, uma grande escritora, conhecida por todo mundo por muitos de seus trabalhos e biografias de artistas famosos. Já foi atriz e agora se firma em ser curadora do museu do Louvre, na França.

Defeitos e Qualidades – Minhas qualidades é ser leal e otimista. Meus defeitos é ser sincera e arrogante.

Cidade natal e atual – Paris (cidade natal e atual).

Habilidade – Perícias com instrumentos de corda.

História – Eu estava deitada em uma rede na varanda da mansão de minha mãe em Paris, na França, quando observei um cara usando uma calça laranja, uma camisa xadrex e uma boina, o que me deixou com uma cara de surpresa.
-Me desculpe senhor, pelo visto gosta de roupas antigas? certo? - Perguntei meio otimista e com muito sono.
Ele diz com uma voz estranha, como se fosse balir:
- Sophie Vettra? Me chamo Bastion e eu vim para te fazer uma boa proposta.
Olhei para ele de cima a baixo e sentei na rede:
-Me explique essa proposta, e que não seja demorada, eu to com sono.
Ele diz:
-Eu vim de um Acampamento em Long Island, chamado Acampamento Meio-Sangue, e temos o prazer de convidar você para esse acampamento.
Arregalho os olhos e recuo:
- Meio-Sangue? Você não fala dos...
-Dos...? - ele diz com um som de pergunta
-Para pessoas órfãs de pai?? - Perguntei, e pela expressão dela, foi uma pergunta idiota.
-Meio-Sangue, é outro nome para Semideuses, e você é uma.
Fiquei meio surpresa, e quando ia chamar pela minha mãe, ela aparece atrás de mim me olhando como se dissesse que Bastion não mentia.
-É por isso que a senhora nunca falou sobre meu pai? - Perguntei ainda chocada.
Ela assentiu com a cabeça, mas Bastion respondeu:
-Temos que ir, não temos muito tempo.
Olhei para minha mãe e ela me entregou uma mochila, onde tinha tudo que eu ia precisar pra viagem, o resto seria enviado depois. Depois de grandes desafios, cheguei ao acampamento, e descobri no meio da viagem que Bastion era... Um sátiro!

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Sex Abr 13, 2012 1:01 pm

♣ Nome ♣
Solaria Magnum

♣ Idade ♣
17 anos

♣ Progenitor ♣
Érebo

♣ Motivo ♣
A garota possui afinidade com as trevas, gostando de lugares escuros e se sentindo bem lá. Cemitérios são considerados agradáveis também, além de muitas coisas que deveriam lhe causar medo não surtirem tanto efeito. Por causa dessa natureza obscura, resolvi escolher Érebo.

♣ Progenitor Mortal ♣
A mãe da jovem se chama Rosalie Magnum, sendo uma cientista importante. Tem a personalidade parecida com a da filha: fria, calculista e por vezes cruel, apesar de ser cuidadosa com a filha e geralmente a tratar bem, pois sabe que está pode ser sua pior inimiga quando esta esta irritada. Possui a mesma aparência que a filha: cabelos e olhos negros, pele clara e um corpo atraente, mas nada exagerado.

♣ Defeitos e Qualidades ♣
É uma pessoa fria, cruel e imparcial, além de um tanto calculista. Age como as pessoas esperam que uma semideusa relacionada a um deus trevoso aja: costuma sair mais a noite, ignora semideuses que julga não serem dignos de atenção, é anti-social e um tanto bipolar. Demora a fazer amigos ou inimigos, mas demora ainda mais para esquece-los. Demonstra-se incapaz de nutri amor por algum ser vivo.

♣ Cidade natal e atual ♣
Nasceu em Londres, capital inglesa, mas mudou-se para Boston, Estados Unidos assim que completou 10 anos. Decidiu morar no Acampamento, para ficar com seus iguais.

♣ Habilidade ♣
Tem afinidade com interrogatórios, devido ao seu jeito de agir e se portar diante das pessoas, sendo constantemente julgada como assustadora ou estranha por mortais sem conhecimento do que ela é.

♣ História ♣
Era um dia como outro qualquer na nova escola de Solaria. Esta estava sentada em um canto isolado refeitório, olhando o vazio enquanto terminava de beber seu refrigerante. Não havia muito o que fazer naquela escola, não agora que acabara de chegar. Sua próxima aula ainda iria demorar para começar e, por isso, ainda enrolava no refeitório. Um som chamou sua atenção. O garoto estranho de sua turma estava se aproximando dela, com um sorriso no rosto, apesar da garota continuar seria enquanto o olhava. Ele a fitou por um momento e disse, por fim. ── Acho que precisamos conversar. ── Falou para ela, enquanto esperava que ela tivesse alguma reação negativa, como costumava ter quando as pessoas puxavam assunto, mas, para sua surpresa, esta indicou uma cadeira para ele se sentar enquanto murmurava. ── Tudo bem, pode falar, mas seja breve. Não quero que achem que estou sendo sociavel. ── Ele virou a gadeira e se sentou, enquanto a garota colocava os pés na mesa, com as pernas cruzadas. Engoliu em seco a fala dela e ficou a observando. Realmente parecia com os semideuses do deus Érebo e ele podia ver que, por trás da nevoa, esta ela era de fato uma semideusa. ── Não tenho certeza ainda, mas acho que você é uma das crianças de Érebo... Sim, você é uma semideusa. Não me pergunte como ou porquê, apenas posso afirmar que você é uma e precisa ir rápido ao Acampamento Meio-Sangue, por correr perigo aqui. Sua mãe tem ciência disso, se quer saber. ── A garota estava apática, observando-o em silencio, achava que era loucura, mas preferia não comentar aquilo. Quando o sátiro se ergueu, e gesticulou para ela acompanha-lo, apenas se ergueu e o seguiu, mas sem falar uma palavra sequer ou esboçar qualquer sorriso ou expressão de felicidade. Depois do dialogo com o sátiro, permitiu que este lhe levasse até um carro estacionado e este lhe jogou a chave do carro, pois este preferia não dirigir. A garota pegou a chave e se sentou no banco do motorista, começando a dirigir. Seguindo as coordenada do garoto, chegaram ao Acampamento, onde ele levou-a até a Casa Grande para receber as instruções e informações que precisa e, depois, o sátiro levou o carro dela embora, deixando-a por ali, onde resolvera morar.


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Sab Abr 14, 2012 9:19 pm


Everybody's waiting for you to break down

Nome – Lucinda Price

Idade – 16 Anos

Progenitor – Selene .

Motivo – Pois sou apaixonada por tudo que ligue a noite.

Progenitor Mortal – Robert Price

Defeitos e Qualidades – Lucy, é um tanto convencida, divertida, as vezes consegue ser fofa meiga, outras vezes consegue ser completamente o
oposto disso tudo.. Desde o acidente que matou seu Namorado, ela passou a ser uma pessoa fechada ao mundo. Irritante, retardada, irônica e sarcástica, essa menina tem muito o que apresentar.


Cidade natal e atual – Missoula - Estados Unidos.

Habilidade – Tocar Guitarra e persuadir.

História – Lucy sempre foi confiante no que fazia, seu pai jamais falou sobre sua mãe com ela. Seu pai sempre namorava garotas diferentes, a
cada 2 semanas aparecia um nova garota na vida de seu pai, que fazia Lucy ficar com mais raiva ainda dele. Até que seu pai se casa de uma vez por todas, com uma Bilionária.
A casa era grande, grande de mais para 5 pessoas. Matt, o filho da bilionária Johnne, não ficou muito contente com a chegada de Lucy em sua casa, muito menos com a chegada de Petter, o irmão mais novo de Lucy.
Um dia, Lucy vai para uma escola nova, a onde conhece Rick, com que tem um longo namoro de 1 anos e 6 meses, mas tudo mudo, no dia 14/09/2011. Na pequena cidade de Missoula. Ela e o namorado, Rick, estavam indo para uma lanchonete, a casa da Lucy ficava em cima da montanha, Rick estava dirigindo o carro, numa velocidade muito rápida. Um minotauro surge no meio da pista, Rick perdeu o controle do carro, que saiu derrapando na pista, até ficar caído de lado. Lucy conseguira sobreviver, porém Rick havia morrido. Lucy viu uma espada ao chão, pego-a e saiu correndo atrás daquilo que viu na estrada, Lucy jamais imaginou matar algo, mas tinha que se vingar, aquilo tirou a vida da pessoa mais importante para ela.
Assim que avistou aquilo, pode perceber que era um minotauro, então ela parte para o ataque. Vários e vários cortes, profundos foram feitos na fera. Até ela conseguir acertar o coração, e ele desaparecer junto a uma poeira dourada. Ela voltou a local onde Rick havia morrido, tinha uma criatura lá, com corpo de humanos e patas de... ''Patas?'' Pensou Lucy, quando a criatura se vira, ela percebe que era o Matt. Que a leva para o acampamento, onde ela descobre ser filha de Selene.




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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Allane D. Fonttinnelly em Dom Abr 15, 2012 11:56 am


Nome – Allane Liz Dallas

Idade – 16

Progenitor – Phobos

Motivo – Phobos por ser o deus do medo se encaixa perfeitamente comigo .

Progenitor Mortal – Elizabeth Dallas

Defeitos e Qualidades – Allane é uma garota muito sombria e que não tem medo de nada e que ama uma boa batalha e faz de tudo para treinar todos os dias mas a garota já sofreu muito por causa de sua tatoo de nascença com o simbolo de uma cobra e uma espada

Cidade natal e atual – Londres - Inglaterra

Habilidade – Allane tem uma grande afinidade com espadas pois quando tinha 13 anos treinava esgrima com sua mãe .

História – Eu tinha apenas 15 anos quando estava na escola e uma garota que nao gostava de mim tentou me enfrentar em uma briga na hora do intervalo , nao sei como mas minha raiva eu conseguisse ver o maior medo daquela garota e assim fazendo a mesma sair correndo de medo com as palavras que eu dizia que para mim e para os outros que assistiam não tinha sentido mas para a garota que me enfrentava parecia refletir em um pesadelo terrível.Quando cheguei em casa e contei toda aquela historia para minha mãe ela finalmente pegou uma carta de dentro do meu guarda-roupa e me entregou me dizendo para ler e assim fiz, a carta me contava toda a verdade de minha origem me fazendo ficar muito surpresa e ate mesmo um pouco contente por saber que eu era diferente com motivo.
Sai de casa com 16 anos e fui com minha mãe até o acampamento meio-sangue para começar minha jornada como semi-deusa

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Hayden Montgomery em Sab Abr 21, 2012 4:02 pm

Nome: Maggie Murdock
Idade – 16 anos
Progenitor – Dionísio
Motivo –
Vale dizer que é meu deus preferido no off? XD
Porque Dionísio é o deus das festas, do vinho, da insânia. A maneira dele não se importar com os semideuses e odiar tanto os heróis faz com que Maggie se anime, já que nunca se importou muito com nada e o fato de adorar festas.
Progenitor Mortal – Maggie foi criada por sua mãe, Elisa em NY, até seus 11 anos quando ela sofreu um aparente acidente de carro. Depois do acontecimento, continuou vivendo com seu padrasto, porém eles não se davam bem. Graças aos deuses, poucos meses depois, Maggie "descobriu" que era uma semideusa, passando a viver no Acampamento Meio Sengue, sendo uma das que se encontram a mais tempo lá.
Defeitos e Qualidades – Maggie é uma garota calma, não vê necessidade de se esforçar quando quer algo, acha que sua maneira de enganar as pessoas lhe ajudaria mais. Adora festas e quebrar regras.
Cidade Natal e Atual: NY - Acampamento Meio Sangue
Habilidades: Maggie tem grande facilidade para enganar as pessoas, além das habilidades de uma semideusa, filha de Dionísio.
História:Maggie foi criada por sua mãe, em NY. Sempre que perguntava para sua mãe sobre seu pai, ela hesitava. Como todos os semideuses, nunca imaginava que seria filha de um deus, nesse caso Dionísio. Nunca acreditou em Deuses. Só em Deus, e olhe lá.
Demorou um pouco para passar por situações a qual a levaria a descobrir sobre seu pai. Porém, depois do acidente que sofreu com sua mãe, o que lhe fez perdê-la, Maggie passou seguidamente fugindo de situações perigosas. Ela nunca entendia o por que, e achava que estava ficando maluca. Por sorte, tinha uma tia, que conhecia a história de sua mãe. Na verdade ela não acreditava em Elisa, mas as situações a levaram crer e contar a Maggie tudo o que sabia, o que levaria ela a ir obrigatoriamente para o acampamento Meio-Sangue.



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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Abr 22, 2012 1:20 pm



All Queen have a King


Nome – Alexandra Jessica Millar

Idade – 16

Progenitor – Dionísio.

Motivo – Bom sou apaixonada por festas, aprecio um bom vinho, gosto de curtir a vida ao maximo e adoro o deus do vinho.


Progenitor Mortal – Anne Russo Millar.

Defeitos e Qualidades – Qualidade ~> Sou muito alegre, extrovertida, e muito, mais muito sexy -q. Defeitos ~> Sou teimosa e irritante '-'

Cidade natal e atual – Liverpool - Acampamento Meio Sangue

Habilidade – Tem Afinidade com Mentiras e interrogatórios.

História

Alex, uma jovem menina de 16 anos vê sua vida ganhando um novo rumo, assim de repente.
Numa manha quente de sábado, quando ela e seu melhor amigo Tristan conseguem escapar do internato. Alex leva em uma pequena bolsa, 130 libras esterlina, que vem juntando, desde o natal retrasado. Ela e seu amigo Tristan pensavam em fugir no internato desde que se conheceram.
Eles entraram em um ônibus qualquer, que eles nem mesmo sabia para onde o ônibus ia, eles só queriam dar um fora dali. Na 3° parada que o ônibus fizera, eles desceram para dar uma andadinha. Quando voltaram, viram suas coisas jogadas ao chão e o ônibus saindo a toda velocidade.
Então resolveram seguir a pé até a próxima cidade. Alex abriu a bolsa e descobriu ainda ter 30 Libras Esterlina. Chegando numa cidadezinha qualquer, foram procurar um hotel. Pediram um quarto de solteiro, pois era a única coisa que podiam pagar. Tristan se ofereceu para dormir no chão, então alex sem reclamar foi para a cama.
-Alex? Alex! Acorde isto é sério...
E era realmente sério, após ter dado no noticiário que Tristan Hudsen e Alexandra Jessica Russo Millar haviam desaparecido do Internato, Tristan viu duas Empousai no corredor. Alex acordou totalmente assustada, recolheu suas coisas e saiu pela janela.
Então Trista conta tudo para ela, e a leva para o Acampamento Meio-Sangue.

Taggeds: tags Aqui Clothes: Link aqui Obs: Algo mais?


XoXo @ Thay

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Jade Korhonen Virtanen em Dom Abr 22, 2012 4:27 pm

Nome – Dakota Winter Krueger

Idade – 15

Progenitor – Atena

Motivo – Sempre me identifiquei com Athena. Deusa da Sabedoria,Estratégia e Justiça (entre outros fatores).Isto porque sempre gostei muito de aprender sobre tudo,da matemática simples aos mais complexos algoritmos.De história geral ao estudo das células em biologia,e também por gostar muito de ser estrategista.Na minha opinião,uma estratégia bem feita é a vitória em uma batalha.Fora que,faço tudo em prol da justiça.Luto contra tudo e todos em nome da tal,pode ser Deus,ou até mesmo um Titã,mas a justiça sempre deve prevalecer..

Progenitor Mortal – Mathew Krueger, 30 anos, grande físico nomeado um dos pioneiros da criação da antimatéria produzida pelo CERN.

Defeitos e Qualidades – Meus defeitos é me mostrar superior aos outros por ser desde pequena mais inteligente do grupo e minhas qualidades é ser leal, companheira e caridosa com os outros.

Cidade natal e atual – Lisboa, Portugal

Habilidade – Saber tocar com maestria piano e bateria.

História –
Eu estava na Biblioteca Nacional de Portugal, como de costume, sempre nas tardes eu ia lá estudar e poder pensar melhor, quando apareceu uma pessoa me encarando, ele parecia me estudar, e eu segurei minha caneta com força e a ponta preparada para qualquer coisa que ele quisesse fazer comigo.
Mas ele simplesmente sorriu e veio até mim, mancando como se tivesse tomado um chute na parte traseira do joelho esquerdo. Ele se aproximou de mim e disse:
-Oi Dakota, me chamo Max, eu vim escoltar você para um local seguro.
Eu fingi não ter escutado ele, então olhei pra ele e disse:
-Fale baixo, estamos em uma Biblioteca, e o que você quis dizer com escoltar para um local seguro?
Ele me respondeu em alto e bom som:
-Escoltar você para o Acampamento Meio-Sangue, feito para pessoas como você.
-Inteligentes e interessada em livros?
Ele balança a cabeça e diz:
-Não, em semideuses. Você é uma semideusa Dakota.
Quando eu ia falar uma coisa, um monstro metade touro, metade humano invadiu o local destruindo muitos acervos da Biblioteca Nacional.
-O...o que é isso? - Perguntei incrédula, achando que o Max tinha injetado algo em mim, mas eu não me intimidei com ele, apesar de estar assustada.
-Isso é um minotauro Dakota, se protege ai enquanto eu luto com ele.
-Me proteger, mas como?
Ele tirou as calças e mostrou uma metade bode dele, ele era um sátiro, então eu fiquei do lado dele e ele disse:
-Eu falei pra você se afastar, você não foi reclamada ainda.
Eu fiz sinal pra ele calar a boca e olhei todos os cantos da Biblioteca e disse:
-Calado, eu tenho um plano. - Corri e deixei ele distrair o minotauro.
Olhei os pontos cegos do minotauro, mesmo ele sendo grande, ele tinha muitos pontos fracos, e a Biblioteca aumentava isso, então eu comecei a armar um ataque, usando as estantes muito pesadas, as esculturas dos principais heróis portugueses, e montei todo o ataque em poucos minutos, quando voltei, estava segurando uma corda e o minotauro terminava de jogar o Max pra perto de mim e vinha correndo para onde eu marquei que ele iria aparecer, e como ele vinha cheio de fúria e cego por causa disso, não percebeu o meu movimento com o braço, quando puxei a corda. Todo o acervo muito pesado com as estantes e as esculturas cairam em cima do minotauro, e de perto de um biscuit em forma de coruja, surgiu uma caneta, quando apertei o botão dela, ela virou uma lança. Eu fiquei admirada e segurei bem firme a lança, depois esperei o minotauro reagir, pois mesmo sendo muito pesado o que caiu nele, ele era um minotauro. Quando ele levantou jogando tudo pra cima, joguei a lança em direção do peito dele, e a flecha atingiu o peito dele em cheio, o transformando em pó.
Peguei a lança e ela se transformou em caneta de novo, e então olhei pra Max que estava no chão atônito:
-Como você montou isso?
Olhei para a caneta e disse:
-Não sei, você disse que eu era uma semideusa, acho que foi uma ajuda divina.
Depois de muitas dificuldades pelo caminho, finalmente cheguei ao Acampamento, onde eu desabei na entrada e quando acordei, um ser cheio de olhos estava perto de mim, e eu me assustei.Max se aproximou de mim e disse:
-Ele é o Argos, é muito sentimental então não fale nada que possa magoar ele.
Max me guiou para o resto do Acampamento e me mostrou coisas interessantes, os chalés, e a Casa Grande, onde um centauro chamado Quírion me explicou tudo que eu já sabia sobre os deuses.


Jade K. Virtanen
Daugher of Quione - Chloe I Love You - Baby Doll

Jade Korhonen Virtanen
Filhos de Quione
Filhos de Quione

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Idade : 21
Localização : Noruega, vivendo em guerra...

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Abr 22, 2012 6:27 pm

Nome – Charllote Few

Idade – 16 anos.

Progenitor – Dionísio.

Motivo – Aprecio vinho como se fosse a arte mais bela da terra,a sua testura, cheiro e cor me fascinam, e toda vez que provo tento desvendar a sua composição, a mesma coisa com o teatro,Me indentifico com a história do Dionísio também,ele desde o ínicio foi apontado nas ruas como um inútil,depois provou a sua capacidade e poder.Eu posso parecer inútil também, mas não desisto fácil de uma luta, apesar de preferir sentar e tomar um bom vinho.

Progenitor Mortal – Ohanna Few,nasceu no Canadá mas logo se mudou para a Itália na esperança de construir uma vida melhor por lá,logo surgiu uma oportunidade de comprar um pequeno sítio vinícola,onde iria cultivar uvas para o fim de produzir vinho,com o passar dos anos o negócio foi crescendo até que se tornou uma grande empresa,e bem sucedida.

Defeitos e Qualidades – Muito relaxada ou seja nunca liga para nada, é egoísta e odeia escutar problemas dos outros,só gosta de curtir um bom vinho e apreciar uma festa sem compromissos.Apesar da vida sedentaria,Charllote tem um corpo belo,tem uma grande capacidade artistica , ou seja, consegue representar qualquer papel.

Cidade natal e atual – Florenza - Itália, atualmente moro no acampamento meio-sangue.

Habilidade –Arco e flecha.

História – Um dia tranquilo em uma das fazendas de minha mãe, eu estava em uma reda tranquila,com o empregado que sempre me acompanha me observando, e eu escrevendo uma peça,já havia escrevi do muitas,mas sempre as guardava ou jogava fora.Quando der repente uma criatura na qual não pude identificar pousou em cima da varando destruindo praticamente todo o telhado ,institivamente peguei o meu arco e flecha e atirei na criatura, mas não fez nenhum efeito,então para a minha surpresa, o meu emprego, sacou uma espada e saltou no telhado com muita astucia e começou a duelar com o animal, o animal sibilou para ele,e para mim, mas o homem fincou a espada em seu estomago transformando o animal em pó,eu estava aterrorizada,ele pego no meu braço,e disse somente :
- Nós precisamos ir, AGORA.
Pegamos um dos carros da fazenda e ele me levou a este lugar chamado acampamento meio-sangue.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Qui Abr 26, 2012 4:00 pm

Nome: Elena Champoudry.

Idade: 15 anos.

Progenitor: Apolo

Motivo: Sempre tento ver o lado belo e luminoso de cada e um e de tudo a minha volta. Às vezes meus amigos dizem que eu chego a ser boba por sempre querer ver o lado bom de tudo, mas isso não é verdade, eu tento sim ver o lado bom das coisas, mas sempre que algo ou alguém me desagrada eu faço tudo que estiver ao meu alcance para destrui-la. Apolo é um deus que vivifica todos os seres, mas também queima e desseca tudo, dando valor e proteção ao que existe, mas primeiramente ao que julga merecer existir.

Progenitor mortal: Megan Champoudry, uma artista plástica italiana renomada, algumas de suas obras já estiveram em exibição em grandes museus, como o Museu de Arte Moderna (MoMA). Hoje em dia, com 43 anos de idade se dedica dando aulas de artes na Universidade de Nova York.

Defeitos e qualidades: Ousadia e carisma é quase um sobrenome para mim! Amo aventuras e assim como Apolo gosto da arte como um todo e de ciências (em especial a medicina), também sou muito minimalista e decidida (sei o que quero, enxergo o futuro e faço as coisas do meu jeito)! Detesto quando sou contrariada, tenho a mania de ficar dizendo apenas “aham” e “ok” quando estou com tedio ou chateada, às vezes sou um pouco explosiva, mas só acontece quando estou com muita raiva.

Cidade natal e atual: Minha cidade natal é Florença (Itália), mas moro atualmente em Nova York, alternando entre o apartamento da minha mãe e o acampamento Meio-Sangue.

Habilidade: Sempre tive a habilidade de “prever” coisas, quando eu achava que algo ruim ou algo bom iria acontecer, algo realmente acontecia, eu também consigo prever quando vai chover, fazer frio ou calor, embora sempre gostei mais dos momentos de sol e calor. Também tenho uma ótima mira e uma técnica excelente sobre como descobrir se uma pessoa é confiável ou não, aprendi desde cedo que uma pessoa pode mentir sempre que quiser, mas seu corpo não.

Historia: Na época em que minha mãe foi expor suas obras no Museu de Arte Moderna (MoMA) que fica em Nova York, ela conheceu meu pai, eles ficaram juntos durante dez meses, mas quando minha mãe já estava com oito meses de gravidez ela percebeu que era hora de voltar para a Itália, ela comunicou meu pai da mudança, chamando-o para se mudar com ela e ele lhe explicou que não poderia acompanha-la, mas que estraria vigiando e protegendo tanto ela quanto a criança que ela estava esperando. Dois meses depois eu nasci em Florença, sempre questionei minha mãe sobre a identidade de meu pai, mas ela apenas dizia que ele era um homem muito bondoso e belo e que eu não deveria odiá-lo por ter nos deixado, mas sim ama-lo por ter feito dela a mulher mais feliz do mundo lhe dando o maior de seus presentes (eu)... Quando eu fiz dez anos ela decidiu se mudar definitivamente comigo para Nova York, para que eu estudasse numa boa escola, mas eu sempre desconfiei que fosse para tentar reencontrar meu pai. Em Nova York minha mãe começou a dar aulas na Universidade de Nova York. Antes de dormir minha mãe sempre contava historias sobre a mitologia grega, fazendo ligações entre os deuses e suas historias com as obras de artes famosas, as historias de Apolo sempre foram as minhas prediletas. Certa noite, quando eu já tinha uns onze anos minha mãe brincou falando que eu devia ser filha de um deus, pois era muito especial e embora eu não tenha levado muita fé coisas estranhas começaram a acontecer, eu passei a sentir que estava sendo constantemente perseguida e quando eu tinha um pouco mais que doze anos eu sofri um acidente, eu podia jurar que um cão com três cabeças, corpo de leão e cauda de serpente havia me atacado, mas os médicos disseram que era apenas um delírio da minha cabeça, causada pela forte pancada na cabeça, mas eu me lembrava claramente, era dia e eu estava brincando no parquinho da rua sozinha quando o cão apareceu, eu tentei correr, mas fui cercada, logo após apareceram três adolescentes do outro lado do parque, eles começaram a lutar com o cão, foi quando um deles, uma menina, atacou algo dourado na direção do cão que explodiu ao cair no chão depois disso eu não me lembro de mais nada, estava deitada numa cama de hospital. Minha mãe não falou nada sobre o incidente, mas sua estava claro que ela estava escondendo alguma coisa. Quando eu fiz treze anos descobri que pertencia a um lugar bem peculiar, o acampamento Meio-Sangue. Descobri também que minha historia sobre o ataque era verdadeira, que os três adolescentes que haviam me salvado também pertenciam ao acampamento e que o grande segredo da minha mãe era que a identidade de meu pai era mais surpreendente que qualquer uma de minhas ideias mirabolantes... Ele era um deus, o deus do sol, patrono dos artistas, da medicina e dos profetas, meu pai era Apolo.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Violett Wermöhlen em Dom Abr 29, 2012 7:48 pm



I've never truly loved till you

I never thought that you Would be the one to hold my heart But you came around And you knocked me off the ground from the start You put your arms around me And I believe that it's easier for you to let me go You put your arms around me and I'm home How many times will let you me Change my mind and turn around? I can't decide if I'll let you save my life Or if I'll drown __


Nome – Brigitte Mabelle Everyd.


Idade – 15 anos.


Progenitor – Éris.


Motivo – Sempre admirei o modo como a Deusa era representada, e em como ela se fazia importante em relação ao que as pessoas geralmente não gostam,porém devem viver com um pouco de disórdia em seu coração para evoluirem.Para mim,seria uma honra ser filha de Éris e poder semear tudo o que aflinge a sociedade.


Progenitor Mortal – Seu pai,Arthur Everyd,formou-se em psicologia porém não chegou a exercer a profissão. Embora adorasse desvendar os sentimentos mais profundos das pessoas, sua paixão era mesmo a fotografia. Ele possuia uma sensibilidade fora do comum, o que não passou despercebido por Éris.
Ambos se conheceram em um bonito dia de verão, onde Arthur comumente tirava alguns fotos como hobby. Até que ela apareceu,altiva e atraente. Arthur sentiu que ela era especial,única e logo tratou de conhecer melhor a moça que o instigava. Ao final do dia,ambos passearam pelo Central Park,onde ele fez questão de tirar algumas fotos delas,como recordação. E depois das fotos, eles foram para a cama.
Depois daquele dia,Éris nunca mais apareceu,com exceção do dia em que deixou Brigitte na porta de Arthur. Ele ficou maravilhado, é claro.
Ele chamou-lhe de Petit Belle, fascinado com a beleza que sua filha exibia desde pequena. E a medida que foi crescendo,Anabelle retribuia na mesma intensidade o amor que recebia de seu pai. Esse amor só foi cortado quando, ele morreu e a garota ficou sozinha no mundo,sendo adotada tempos depois.


Defeitos e Qualidades –Brigitte tem uma personalidade deveras fria, e poucos são aqueles que passaram pela barreira que a morena ergueu ao seu redor. Não sente-se confortavel perto dos outros,pois não confia nas pessoas, ou melhor, nos seres vivos, sejam eles humanos, semi-deuses, sátiros, quaiquer que sejam, e assim como seu pai, ela não vai muito com a cara dos outros, afinal, o passado esta aí para provar que não são confiáveis mesmo. Nunca esperou a aceitação alheia, e nunca mostrou se importar com ela, apesar de que no fundo, deseja ser reconhecida, ou talvez seja mais um desejo de ser venerada, vai saber né. E para aqueles poucos que passaram por todas as fortalezas ao seu redor (e alguém já fez isso?) Brigitte pode ser uma garota muito doce e meiga, o que na verdade parece mais uma lenda. Mas tudo não passa de esconder-se por medo.


Cidade natal e atual – Nasceu na França, entretanto, atualmente mora no Acampamento.


Habilidade – Perícia em Machados.


História – Desde cedo, teve tudo o que desejava de seu pai. A atitude de Arthur Everyd de manter total atenção e dedicação direcionadas à garota foi considerado normal,até porque Anabelle não teve irmãos e sua única companhia se resumia aos presentes e mimos que ganhava de seu progenitor.Entretanto,ela sabia que essa era um forma que seu pai achara para dar fim sobre quem era a mãe de Brigitte ou onde ela estava. Quando seu pai morreu em um misterioso acidente de carro em New Orleans, a loira de expressivos olhos claros teve somente a base materna quando foi adotada por Emily Beaumont ,indo morar com a mesma em Nova York.
Apesar da aparência delicada,a garota que costantemente usava os furtos para conseguir seus objetos de consumo, acabou por se envolver no mundo ilícito. Seus avós maternos - Gênova e Arthur Beaumont- preocupavam-se com o sumiço dela,ainda mais quando os desaparecimentos começaram.
No momento em que sua mãe adotiva veio a falecer, os problemas se intensificaram e, a mando de seus avós, ela foi internada em clínicas psiquiátricas. Conseguiu fugir de todas,exceto pela sua última fuga que não foi bem planejada quanto ela pensara.

"O por do sol estendia-se sobre Nova York,colorindo o céu em tons alaranjados. Uma garota caminhava pela cidade, cobrindo seu rosto com um capuz escuro, deixando apenas seus longos cabelos claros à mostra. Com alguns trocados nos bolsos,a garota entrou em uma cafeteria,pedindo apenas um expresso para viagem. Ao fundo, o Central Park iluminava-se com as luzes da Grande Apple. Brigitte surpreendeu-se ao notar que já se encontrava ali, em um de seus lugares preferidos. Após ser atendida,ela deixou algumas notas no balção,saindo do estabelecimento. Imaginou como seria no dia seguinte, quando precisaria roubar para conseguir o que queria. Um sorriso apareceu em seus lábios ao pensar na idéia. Embora fosse uma atitude perigosa, ela gostava da adrenalina que os furtos proporcionavam.
Sua linha de pensamentos fora quebrada quando ela notou algo no instante em que passava por uma viela. Seu primeiro instinto foi correr, sair dali enquanto sentia que algo estava fora do comum. Ignorando pela primeira vez aquele pensamento, ela jogou o copo de café no lixo e passou a rumar tranquilamente na direção da pequena rua sem saída. Foi quando sentiu mãos a agarrando no meio da escuridão. Ela queria gritar mas foi silenciada quando sentiu um algo sendo pressionado fortemente contra suas narinas. Seu corpo foi ficando pesado e a morena fechou os olhos contra sua vontade,parando de se debater ao ver-se em situação igual a quando estava a viver em clínicas psiquiátricas. (...) Ela acordou em um lugar desconhecido. Luzes ofuscavam sua visão e descobrir onde estava tornou-se mais difícil. Novamente, Brigitte pensou em gritar,contudo, seu corpo ainda estava sobre o efeito do éter. Um grito foi abafado quando sentiu algo perfurar em seu braço.Sua pele passou a formigar,seguida de dores em várias partes de seu corpo.
O que quer que tivesse tomado,estava fazendo efeito. A garota tentou soltar-se do que a prendia, achar um modo de escapar dali porém quanto mais se movimentava,mais a dor ficava insuportável.Por fim,quando o ápice da dor chegou ao seu limite,ela não teve mais forças para continuar acordada,lutando. Seus olhos fecharam-se e o corpo cessou os movimentos."

As luzes e formas apareceram em um rompante, causando uma sensação de mal-estar na garota. Por um momento,temeu que ainda estivesse presa sob as luzes fortes. Porém,notou que o ambiente era diferente. O lugar era iluminado harmoniosamente, de modo que as luzes refetissem os objetos e pessoas que ali estavam. Por mais que sua vista estivesse um pouco turva e o efeito dopante não estivesse passando por completo, ela suspirou. A última coisa que se lembrava, porém, era do som de cascos raspando o chão frio enquanto uma voz dizia para ela correr o mais rápido que podia pois estavam sendo perseguidos. Aquele fora o primeiro sinal de que as coisas estavam indo de mal a pior no instante que a garota despertava do efeito do éter. Por fim, ela rezava para que as imagens permanecessem borradas todas as vezes em que tentava recordar o que de fato ocorrera.
Uma silhueta escura e borrada apareceu diante de seus olhos. A voz melodiosa quebrou o silêncio que ali se instalara,aparentemente feliz pela semideusa chegar viva e inteira.
-Bem-vinda ao Acampamento Meio-Sangue.






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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Christopher Swann em Seg Abr 30, 2012 11:54 pm

♦Nome: Christopher Swann

♦Idade: 16

♦Motivo: Quero ser filho de Dionisio por assim como ele, querer aproveitar acima de tudo e não ligar para as regras nem para os pensamentos de todos, contanto que eu esteja me divertindo, aproveitando e amando o resto é resto. Além do que, algumas das coisas mais simples como meu gosto por bebidas e festas até minha natural inconsequência pela diversão, me levam a isso!

♦Progenitor Mortal: Denise Swann. 23 anos, francesa, olhos verdes e cabelo castanho. Denise foi uma reconhecida atriz francesa, que após passar por problemas na França se mudou para os Estados Unidos. Onde acabou tendo um filho, perdendo porém sua custódia para a então avó de seu filho e sua mãe, desaparecendo alguns anos depois, sendo dada como morta.

♦Defeitos e qualidades: Europeu, sendo assim mais resistente ao frio. Paladar e olfato muito mais apurados por alguma razão que ele mesmo desconhece. Quando fica nervoso costuma falar confusamente em línguas diferentes por ser poliglota. Tem a mania de beber suco de uva para se acalmar.

♦Cidade natal e atual: Nascido em Paris e residindo atualmente o Acampamento meio-sangue em NY.

♦Habilidade: Poliglota, sabe falar fluentemente francês, inglês, espanhol, português, espanhol e italiano. O que pode se tornar às vezes também um defeito pois quando nervoso, troca as línguas que está falando. Também sabe mentir e representar como ninguém, habilidade talvez reforçada pelo ofício de sua mãe.

♦História: Minha história... Por onde começar... bem, se é para isso fazer sentido vamos do começo, meus pais. Pra começar eu não fui criado com a minha mãe, isso mesmo eu disse mãe pois nunca conheçi meu pai, afinal minha mãe apenas ficou, digamos que de um modo mais avançado, com um cara em uma festa depois de beber e aprontar todas e se descontrolar, uma parte que eu talvez tenha herdado dos meus dois pais foi ser o festeiro que sou hoje, afinal eu provavelmente fui gerado em uma festa. Voltando ao assunto, eles manteram contato por muito tempo, mas mesmo antes de eu nascer, aquele festeiro sumiu no mundo deixando minha mãe sozinha com um filho nos braços. Mas voltando ao assunto, como eu já disse, não fui criado pela minha mãe, fui criado pela minha avó. Minha mãe é na verdade francesa, mas viajou para a América por sempre ter tido um espírito de curtição e rebeldia que minha avó nunca aprovou, mas esse espírito passou dos limites depois que eu nasci, infelizmente. Minha avó ao receber a notícia usou de todos os seus recursos para me tirar da minha mãe antes que ela matasse a si mesma e a mim, apesar de ter sido um ato de provavel bondade da minha avó para mim, sempre estive um pouco ressentido por isso já que podia ter aproveitado mais com a minha mãe. Eu então com cinco anos idade fui para a França, obviamente aprendi a falar francês e absorvi o sotaque falando como um francês nacionalizado. Por algum motivo, um tipo de agente do serviço social, ou conselho tutelar não sei ao certo, sempre nos visitava, ele me tratava bem até demais, o que eu achava estranho mas o pior é que de visita em visita a minha avó às vezes discutia com ele, parecia que ele queria que ela fizesse, ou permitisse algo que ela ficava indignada em ouvir e depois de discutir o mandava embora, mas ele sempre voltava. E dessa maneira foi indo até a minha adolescencia, quando eu me sentia estranho e com aquele mesmo espírito que minha mãe sempre teve, querendo curtir, sair daquele país e do teto entediantes da minha avó, claro que uma vez ou outra inventava uma historia incrivelmente mirabolante e convincente para a minha avó para que eu então pudesse ir para uma festa ou uma balada enquanto ela achava que estava fazendo trabalhos escolares nas casas dos meus amigos, se é que eu tinha amigos. Todos naquele lugar se afastavam de mim, me excluiam sem motivo, parecia que eu era apenas uma gota de óleo em um copo de água, não iria me misturar mesmo que quisesse. Eu começava a me sentir deslocado e, e observado também, até o dia em que de repente um homem de um olho só tentou me matar, eu não lembro exatamente como me salvei, mas me salvei, só sei que quando eu tropeçei e ele vinha pra cima de mim me partir ao meio com alguma arma que eu não sabia dizer bem, mas achava que era um machado, alguma coisa subiu do chão e o pegou pelo pé e ele caiu, eu podia jurar que era algum tipo de raiz de planta ou algo assim, só sei que eram verdes e tinham folhas. Nesse meio tempo eu tomei coragem e o ataquei com seu próprio machado que ele tinha deixado cair, eu tinha 13 anos.
Depois disso minha avó ficou muito restritiva comigo, e eu ja não aguentava mais, porém mesmo assim conseguia dar as minhas saídas para festas ou acabaria louco. Tudo isso acabou mudando quando aos meus 15 anos, 3 dias antes do meu aniversário de 16, quando eu acabei dando uma fugida para uma festa num iate, eu voltava para casa de madrugada e cães, eu digo cães realmente ENORMES, quase do tamanho de rinocerontes, me atacaram. Eram dois deles, eu corrí o mais rápido que pude, até que os dois me cercaram, um de cada lado. Eu estava desesperado e parecia que dessa vez aquelas plantas não me ajudariam, eu fechei os olhos e implorei para que não morresse, seja la quem estivesse escutando. Daí de repente um bastão cheio de folhas e espinhos de madeira voou bem no rosto de um daqueles cães monstruosos, e o derrubou no chão. Não sei se o ataque havia matado o cão mas o deixou inconsciente, o que ja era bom. Eu então olhei para trás e ví que o bastão voou de volta na mão do seu dono, o agente do conselho tutelar, nesse momento eu tinha percebido como suas pernas eram tortas e como ele andava diferente (sim eu sei que não era um bom momento para reparar nisso, e não eu não reparei nisso por querer, e sim eu tenho deficit de atenção). O outro cão voou nele, ele gritou para eu correr enquanto tentava não ter seu rosto estrassalhado pelos enormes dentes da fera. Eu tinha que pensar em algo, qualquer coisa que me ajudasse, ou melhor, que o ajudasse já que ele tinha salvado a minha vida. Eu começei a ficar com raiva, uma vontade de que aquele cão fosse embora para que tudo se acalmasse voltava, talvez se ele ficasse atordoado, tonto, delirante. Talvez isso fosse uma boa abertura para o gente social o pegar também, por algum motivo só de pensar nisso meus olhos se fixaram no cão, ele parece ter percebido e se virou para mim, nesse mesmo momento ele começou a vir na minha direção mas não vinha em linha reta, vinha cambaleando e quase caindo como se... como se estivesse bêbado. Ele caiu antes de chegar em mim e os dois agoras estava caídos, quando olhei para trás o outro cão enorme não estava mais lá, apenas um grande montinho de areia dourada. E olhando curioso para aquilo, ouvi o grito de dor do outro cão, e outro montinho de areia estava lá agora, apenas o agente social estava na minha frente, tentando recuperar o fôlego, eu pisquei pensando se tudo aquilo era real, e na segunda piscada meus olhos de fecharam de uma vez. Quando eu acordei estava em casa, o agente social por algum motivo sem casa estava na frente da minha cama falando com a minha avó, percebi que suas pernas além de não retas eram não humanas, ele era um bode das pernas para baixo!
Minha avó deixou cair uma lágrima com o que ele disse, e eu estava quase que num estado de choque pois tudo aconteceu rápido demais, depois de tudo o que me aconteceu minha avó acabou me mandando embora para a América, não para morar com a minha mãe pois eu posso não ter comentado mas ela tinha morrido faziam 4 anos não sei como. Durante a viagem o agente social me disse algumas coisas, disse a verdade sobre mim, que deuses, monstros e criaturas magicas existem. Disse também que eu era filho de um desses deuses e que deveria ficar num acampamento que seria o lugar mais seguro para mim, pois na França eu estaria afastado demais, e na América eu não tinha lugar para ficar. Mesmo sem dar muita atenção para suas palavras eu fui, completamente perplexo com aquilo tudo, sempre achei que fosse loucura minha o que eu via, sentia e presenciava mas não, tudo tinha uma explicação, e tentando me adaptar àquilo eu fui e descobri então um lugar novo, que já me dava o pressentimento de uma vida melhor do que eu esperava, um lugar chamado "Acampamento meio-sangue"...

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Allyria Stella Hochscheid em Sab Maio 05, 2012 8:57 pm

Nome – Gloss Grigori

Idade – 17

Progenitor – Ares

Motivo – Ares sempre foi meu deus favorito na mitologia grega. Por que filha dele? Bom, eu sou uma pessoa bem paciente em relação às outras, na verdade eu fujo até de mais de briga, posso até ser chamada de covarde. Mas uma ou duas vezes na minha vida pessoas conseguiram REALMENTE me irritar, e quando isso acontece, é bom construir uma arca e esperar o próximo dilúvio porque a coisa fica séria. Eu juro que saio de mim. E não é exatamente por essa razão que eu escolho o deus, na verdade nem me pareço muito com ele, mas eu o respeito muito. Algo que sempre se enganam a respeito de Ares por ser deus da guerra, é que ele gosta de derramar sangue. Mas não é bem assim. Como qualquer outra coisa a guerra tem suas regras. E Ares joga Limpo. Sempre. E isso definitivamente tenho em comum com ele. Determinada e certa.

Progenitor Mortal – Bom, o que posso falar da minha mãe? Ela sempre foi minha melhor amiga. Antes de eu nascer, minha mãe trabalhava para o exército. Sempre fora uma mulher muito forte e destemida, bravia, em que defendia todos aqueles que amava. Uma mulher que tinha objetivos e que certa e sempre decidida ao fazer o seu melhor. Depois do meu nascimento, me criou completamente sozinha, nunca precisou da ajuda de outro homem, mas é claro que tomei seu tempo, por isso ela teve deixar o trabalho que tanto amava. Mas não foi sacrifício. Sempre fomos muito unidas, sempre juntas, uma pela outra. Eu nunca liguei de apresentar minha mãe aos meus amigos, aliás, era minha minha única família, mas só ela, valia muito mais do que a maior família que se pudesse ter.

Defeitos e Qualidades – Bom, eu sou uma pessoa que não suporta brigas. Por conta de alguns traumas de quando mais nova, brigas para mim, por mais boba que seja a discussão, faz-me sentir como se estivesse no meio da terceira guerra mundial, coisa que me assusta. Sou uma pessoa completamente animada. Adoro alegrar os lugares e fazer as pessoas rirem. Mesmo não gostando da arte sou muito boa em luta, muito mesmo. E tenho cabelos naturais (vamos fingir, né?) na cor de sangue.

Cidade natal e atual – Seatle. Nascida e criada em Seatle, morei próxima da minha família (ou o que tinha dela) o tempo todo. Na verdade sempre fomos eu e minha mãe, e só. Mas isso já era o bastante.

Habilidade – Sou uma pessoa muito veloz. Eu passei a vida correndo de um lado para o outro com meus amigos, seja para compromissos ou por necessidade, ou talvez até para socorrer alguém querido. Mas eu adorava sair para correr. Toda manhã era a mesma coisa, depois de tanto tempo de prática e esforços, acabei desenvolvendo certa habilidade e me tornando uma pessoa altamente veloz.

História – Era mais uma noite fria e estava na minha casa. Apenas minha mãe e eu como em todas as noites. Sempre fizemos muita companhia uma com a outra, sempre fora uma mulher forte, mas depois que havia deixado o exército, ela havia dedicado todo o seu tempo a mim, e algo que tínhamos de rotina era toda sexta feira, sentarmos as dez horas no sofá e assistirmos um filme estrelado pelo Johnny Depp. Ambas tínhamos paixão pelo ator e adorávamos seus filmes, então aquele acabou se tornando uma espécie de ritual.
O pote de pipoca esquentava meu colo na medida em que o lindo homem de cabelos negros trotava loucamente com seu cavalo, atrás da bela moça que havia sido sequestrada. Eu já havia assistido aquele filme antes, mas era tão bom que eu não ligava de ver mais uma vez. Com os olhos vidrados na tela e a mente focada na história, mal pude perceber que tinha alguma coisa errada. Algo completamente aterrorizador.
Fechando os olhos lentamente devido o sono, apoiei a cabeça em seu ombro. Pude ouvir uma risadinha e logo minha cabeça foi inundada pelo melhor cafuné do mundo. Eu havia tido um dia comum, sabe? Havia ido ao parque com alguns amigos, passeado um pouco no parque... Nada que não fizesse nos dias comuns, mas aquela noite, aquela sim, foi e sempre será uma noite avassaladora.
Não sei por quanto tempo eu adormeci, mas sei que meu sono não foi suficiente para me descansar, quando ouvi um barulho alto que me arrancou do mundo dos sonhos, sem cerimônia alguma. Dei um pulo quase caindo para fora do sofá. Me coloquei de pé tão rapido que me pareceu até idiota. Meus olhos se arregalaram em surpresa quando olhei em volta e vi, logo diante de mim as vidraças do apartamento quebradas. Olhei para o sofá, mas estava vazio, o filme estava no Pause. Onde estava minha mãe?

-Mãe?
Chamei quase em desespero enquanto corria pelo apartamento a sua procura. A casa nem era tão grande assim. Ouvi um grito vindo do quarto. Meu corpo estava no automático, não hesitei em correr em direção ao barulho familiar, mas assim que a imagem horrenda inundou minha visão, paralisei. Ali. Sem reação. Apenas olhando da porta, minha mãe apontando o abajur como única arma de defesa nas mãos, para um enorme e nojento dragão. Suas escamas verdes gosmentas brilhavam contra a luz fraca do aposento, seus enormes dentes estavam à mostra, ele tinha um olhar completamente feroz, e ao invés de tentar se defender, minha mãe apenas me olhou preocupada, e com fraca exclamou:
-Gloss! Saia daqui!
Eu não soube bem o que estava acontecendo. Foi tudo tão rápido. Mas minha mãe jogou a lâmpada para distrair o dragão para não me notar, mas o ataque o irritou, que com a cauda longa, jogou minha mãe contra a parede, que se chocou contra um quadro que quebrou seu vidro e deixou um grosso rastro de sangue na parede. Meus olhos se encheram de água e min há garganta se fechou de pânico, onde tudo o que eu pude fazer foi gritar da minha forma mais desesperada.
-Não! Mãe!
Não sei se foi inteligente, pois tudo o que consegui foi uma mãe inerte e os olhares ferozes do dragão em minha direção. Com uma expressão assustada, corri o mais rápido que pude, antes que conseguisse ser atingida, vendo o rastro de destruição deixando meu apartamento aos passos que corria. Eu precisava pensar rápido. Precisava engolir o medo e salvar minha mãe. Precisava agir. Agarrei as duas espadas que tínhamos penduradas na parede como enfeite e apontei contra o monstro. Seus olhos ainda eram mortíferos contra mim, mas tenho certeza que meus olhares estavam tão intimidadores quanto os dele. Sem pensar duas vezes avancei em sua direção com um grito, o monstro não recuou e correu ao meu encontro. Com um giro de espada consegui fazer um corte em sua cabeça, coisa que o fez grunhir e antes que pudesse ser atingida, rolei no chão para o outro lado. Eu não sabia como estava fazendo aquilo. Não sabia mesmo. O dragão avançou contra mim mais uma vez, rolei para trás do sofá que voou pelos ares como um perfeito escudo. Enquanto o monstro tentava reconcentrar-se me movimentei de forma rápida e algo me indicou onde exatamente eu deveria ter que golpeá-lo. O olho. Fechando os meus para não ver o impacto, gritei mais uma vez avançando contra ele. Tudo o que eu pude ouvir foi um último rosnado e um monstro se debatendo de dor. Enquanto ele tentava tirar a espada de si, agarrei a outra da parede e lhe desferi um golpe no exato pedaço do seu corpo onde não estava coberto de escamas, e assim acontecendo uma coisa que eu realmente não previa: Ele se desmanchou. Virou pó.
Parei por um momento um tanto atônita. Eu me sentia muito bem. Nunca havia me visto daquela forma antes, tão... Tão... Poderosa. Não pude conter o sorriso que brotou em meu rosto, mas que logo morreu assim que uma coisa veio à minha cabeça: Mãe.
Corri em disparada ao quarto onde ela permanecia no mesmo lugar. Me ajoelhei ao seu lado e vi as lágrimas descendo por minhas bochechas, minhas roupas já completamente sujas pelo sangue que escorria de seu ferimento. Um caco de vidro, em seu pescoço. O pedaço tinha o tamanho da minha mão, eu não precisava nem ver os batimentos para saber que ela estava morta. Senti meu estômago se revirar e nunca senti uma dor tão forte. Justo a única pessoa no mundo na qual eu realmente confiava. Havia dado sua vida... Por mim. Assim em meio à minha desolação, a porta do apartamento bateu. Não podia ser. Agarrei a espada e me virei de forma completamente raivosa para trás, onde no exato momento, um homem, digo... Um homem meio bode, recuou um passo me olhando de forma assustada. Ele não me parecia uma ameaça, mas nunca se sabe. O menino bode olhou o corpo de minha mãe e uma expressão triste se abriu em seu rosto. Ele olhou para mim como um pedido de desculpas e então fez um sinal para que eu abaixasse a arma. Não fiz. Logo pude ouvir sua voz farfalhante.

-Sinto muito. Eu não tenho muito tempo para te explicar. Temos que correr. Temos que ir para o Acampamento.



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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Alyssa P. M. Nott em Dom Maio 06, 2012 10:00 pm

This was never the way



nome – Jéssica Vieira Jones Evans Campbell

Idade – 15

Progenitor – Hefesto

Motivo– Bom, sempre admirei esse deus. Nunca tive um 'favorito'. Pois cada deus trata de algo diferente e eu realmente me sentia 'atraída' por hefesto.

Progenitor Mortal - Jullia Vieira Evans

Defeitos e Qualidades – Defeito ~> Possuo muitos medos, e as vezes eles falam mais alto que eu, fazendo com que eu perca fácil as coisas.
Qualidades ~> Sou boa ouvinte, amiga e tudo mais.

Cidade natal e atual – Nova York

Habilidade– Tenho afinidade com mentiras

História–
Jéssica sempre fora uma criança como qualquer outra. Brincava, se lambuzava em sorvete, ria, se sujava se machucava, e tudo mais. Jamais conhecera seu pai, somente sua mãe. Que não era lá muito presente. Pois trabalhava num barzinho qualquer de esquina, e quando não estava trabalhando, estava gastando o pouco dinheiro que tinha em bebidas. Muitas vezes não voltava para casa, deixando Jéssica se vira sozinha. Assim ela aprendeu a sobreviver de qualquer maneira com o que tinha.
Quando completou 13 anos, fez a cabeça de sua mãe (O que não foi difícil já que ela estava muito bêbada) a matriculasse em um internato.
Lá ela não era bem-vinda no grupo popular. Não era bem-vinda em grupo algum.
Jéssica tinha somente um amigo. Johnny. Eles eram inseparáveis.
Uma noite, fria e sombria, Jéssica havia esquecido de trancar a porta antes de dormir. Então Clara, uma menina que jamais gostou de Jéssica, coloca fogo no quarto de Jéssica e traca a porta, impedindo a saída de Jéssica. Ela entrou em desespero. A janela era muito pequena e muito alta para que ela conseguisse sair de lá. Ela estava ficando sem oxigênio, quando Johnny consegue abrir a porta e entrar lá. Ele vê as coisas todas queimadas e destruídas, não estava achando o corpo de Jéssica, estava temendo que ela estaria morta. Procurou mais um pouco até que a tirou de lá, levando-a para a enfermaria. Ela estava com trauma de qualquer coisa em chama. Ela nunca gostou de fogo, agora, ela tem medo dele. Havia outras coisas terríveis em seu passado envolvendo fogo. O que só pioraria a situação.
Depois de muitas semanas, Johnny resolveu contar tudo para Jéssica, ele contava sobre o acampamento, sobre os deuses, e sobre Jéssica ser uma Semi-deusa.
Ela ficou meio assustada, mas concordou em ir para o Acampamento, já que Johnny alegou que ficar aqui era arriscado de mais para ela.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Ter Maio 08, 2012 11:30 am

Nome – Jennifer Histon Smith

Idade – 16 anos

Progenitor – Éris

Motivo – Sou boa com maldade e armadilhas (isso é o que dizem por ai), enfim, acho que ser filha de Éris ,a deusa da Discórdia, seria uma grande honra, não só pelo fato de eu ter muitas coisas em comum com os filhos de Éris, mas pelo fato de realmente me considerar uma filha de Éris



Progenitor Mortal – Klaus Smith /32 anos

Defeitos e Qualidades – Meu pior defeito e querer o mal das pessoas mesmo elas sendo minhas amigas ou até parentes,e minha qualidade e que meu coração e frio e sou um pouco difícil de se seduzir.

Cidade natal e atual – Natal (Nova york),atual (Nova York)

Habilidade – Tenho um certo talento para mentiras e a sou uma ótima dançarina.

História –

Me chamo Jennifer H. Smith, tenho 15 anos, nasci e cresci em Nova York. Nunca conheci minha mãe, quando era pequena meu pai apenas dizia que cada vez que eu olhasse para o caos, minha mãe estaria lá, me protegendo.
Mesmo sem nunca ter conhecido minha mãe, eu tinha uma vida normal e feliz. Sempre morei apenas com meu pai, um homem incrível. Ele era engraçado e divertido e sempre me deu carinho e proteção, era um repórter, sempre vivendo no mundo de horror,caos e Discórdia. Eu não era muito diferente, adorava observar o caos e me perdia em pensamentos facilmente. Porém, tudo mudou depois de uma fria noite de inverno, eu tinha oito anos, era uma garota indefesa. Nunca vou me esquecer daquelas imagens, um...monstro nos atacou. Eu não tinha outra definição para aquilo, era simplesmente sobrenatural. Meu pai morreu para me salvar, não sabia o por quê, a minha única certeza era que o monstro estava atrás de mim. Até hoje, as imagens dos acontecimentos daquela noite, me perturbam. Tenho pesadelos constantes, sempre os mesmos. Mas o mais estranho foi perceber que apenas eu havia visto um monstro, polícia e testemunhas disseram que uma pessoa o assassinou e que eu estava em estado de choque, por isso havia imaginado aquilo.
Depois disso eu fui mandada para um orfanato, onde morei até agora. Aquele lugar era rígido, igual aqueles orfanatos de filme. Minha vida lá sempre foi horrível, eu vivia solitariamente. Mas tudo mudou radicalmente.
Era uma fria manhã de outono, eu havia saído de uma aula chata de história com a desculpa que precisava ir ao banheiro. Quando chego lá, vejo que estava vazio, então resolvo passar o tempo lá mesmo. Na noite anterior eu novamente não havia conseguido dormir direito, o mesmo e perturbador pesadelo tirou o meu descanso. Fui tirada de meus pensamentos quando ouço a porta do banheiro se abrindo, rapidamente me levanto quando vejo que é a Sra. Rachel. Uma professora muito chata, que nunca gostou de mim e eu sentia o mesmo por ela.
-Er...Sra. Rachel, eu só...precisava urgentemente vir ao banheiro, mas....já estou voltando para a aula. -digo indo em direção à saída, a última coisa que eu precisava era de mais um castigo. Ora, tentem entender, quando se tem deficit de atenção e dislexia, dificilmente você se torna um aluno exemplar.
-Calminha mocinha -ela diz com sua voz que era um tanto....assustadora.
-Sra. Rachel, eu juro que já estava voltando, por favor não me deixe de castigo novamente. -impoloro e me viro para olhá-la, um erro.
Eu simplesmente não conseguia me mover, naquele momento todas as imagens daquela noite de inverno voltaram à minha mente. A morte do meu pai, o monstro, tudo. Eu achei que estava em mais um pesadelo, o monstro era igual ao que havia me atacado quando eu tinha oito anos. Seus dedos se tansformaram em garras, ela tinha asas de couro, parecidas com a de um morcego e suas presas eram amareladas.
-Parece que teremos banquete de semideusa -a Sra. Rachel fala...ou melhor o monstro que era a Sra. Rachel...aquilo estava me deixando confusa, deveria ser mesmo mais um pesadelo.
Continuo sem reação, até que monstro investe furiosamente contra mim, em um reflexo, que nem eu sabia que tinha, me jogo no chão, desviando do seu ataque. Me viro, olhando para o monstro, que investe novamente e me pega pelo pescoço, tentando me enforcar com suas garras. Ele me prensa contra uma parede e cada vez faz mais pressão contra o meu pescoço, seu mau hálito invadia minhas narinas e eu começava a ficar com falta de ar. O desespero que aquilo me provocava, a dor, a situação, o monstro, absolutamente tudo parecia real de mais para ser um sonho.
Meus esforços para tentar escapar pareciam ser inúteis. Eu achava que meu fim estava próximo, o desespero já tomava conta do meu corpo e da minha mente. Estava rezando para que aquilo fosse mesmo mais um dos meus loucos pesadelos e que eu despertasse logo. Quando o ar já era necessário e eu estava quase desmaiando, ouço uma melodia, calma mas ao mesmo tempo agressiva, parecia estar vindo de um lugar próximo e era o som de uma...flauta.
De repente uma revoada de passáros entra pela janela, mas não eram passáros comuns, eles pareciam estar muito raivosos e começam a atacar o monstro. Ele rapidamente me solta e eu caio no chão. Vejo que os passáros atacam furiosamente o monstro, mas mesmo assim só irião servir como uma distração. Então uma pessoa pega o meu braço, olho para o lado e vejo que é o nosso zelador manco, Sr. Phil.
-Sem tempo para explicações Srta. Smith, apenas me siga. -ele diz e me puxa pelo braço para longe dali.
Sigo o Sr. Phil automaticamente, meu cérebro estava tentando processar tudo o que havia acabado de acontecer. Eu procurava uma solução lógica, mas não encontrava, aquela hora eu já duvidava muito que aquilo era apenas um pesadelo. Quando percebo nós estávamos no estacionamento, entrando em uma van do orfanato. Então solto o meu braço e pergunto:
-Para onde o senhor está me levando? O que era aquilo? Por que me atacou? Isso só pode ser mais um delírio. -falo rapidamente, havia tantas perguntas passando pela minha mente naquele momento.
-Srta. Smith, nós não temos tempo, preciso levá-la para um lugar seguro. Mais monstros podem atacá-la e eu garanto que aquilo não foi um delírio. Você sabe que o que aconteceu com o seu pai, não foi um delírio, você realmente viu um monstro. Mas eu não sou a melhor pessoa para lhe contar sobre isso.
Eu fiquei sem reação, como ele poderia saber sobre o que eu tinha visto? Ninguém mais viu ou acreditou em mim. Sr. Phil então me puxa pelo braço e eu entro na van. Rapidamente saímos de lá, a viagem se seguiu em silêncio, eu estava perdida em pensamentos. Tentava raciocinar sobre tudo que estava acontecendo, encontrar um sentido, mas não conseguia.
Quando percebo já é noite e nós havíamos chegando em uma colina. Ele para a van e eu desço, ele sobe a colina, mancando como sempre, e eu o sigo. Ele então me alcança uma mochila, abro e vejo que minhas coisas estavam lá. Olho desconfiada mas continuo o seguindo, quando vejo já estamos no topo da colina. Olho uma placa onde estava escrito "Acampamento Meio-Sangue".
Quando chego lá vejo um homem de cadeiras de rodas. Ele me explica que aquele lugar era um lar para semideuses, pessoas que eram filhos de Deuses com humanos. Achei que era loucura, mas depois tudo acaba fazendo sentido. Porque que aqueles monstros me atacaram, porque apenas eu os via e quem era a minha mãe. Eles me explicaram tudo, e eu finalmente encontrei um sentido para a minha vida, encontrei as respostas que procurava. Agora passo as noites no chalé de Hermes observando o céu, esperando que minha mãe me reclame.





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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Christopher Winshester em Sab Maio 12, 2012 5:28 pm

Nome: Joseph Stevan Winshester.

Idade: 17 anos.

Progenitor: Apolo

Motivo: Sempre tento ver o lado belo e luminoso de cada e um e de tudo a minha volta. Às vezes meus amigos dizem que eu chego a ser bobo por sempre querer ver o lado bom de tudo, mas isso não é verdade, eu tento sim ver o lado bom das coisas, mas sempre que algo ou alguém me desagrada eu faço tudo que estiver ao meu alcance para destrui-la. Apolo é um deus que vivifica todos os seres, mas também queima e desseca tudo, dando valor e proteção ao que existe, mas primeiramente ao que julga merecer existir.

Progenitor mortal: Megan Winshester, uma pintora italiana renomada, algumas de suas obras já estiveram em exibição em grandes museus, como o Museu de Arte Moderna. Hoje em dia, com 43 anos de idade se dedica dando aulas de artes na Universidade de Nova York.

Defeitos e qualidades: Ousadia e carisma é quase um sobrenome para mim! Amo aventuras e assim como Apolo gosto da arte como um todo e de ciências (em especial a medicina), também sou muito minimalista e decidida (sei o que quero, enxergo o futuro e faço as coisas do meu jeito)! Detesto quando sou contrariado, tenho a mania de ficar dizendo o que os outros tem que fazer, às vezes sou um pouco explosivo, mas só acontece quando estou com muita raiva.

Cidade natal e atual: Minha cidade natal é Florença (Itália), mas moro atualmente em Nova York,ou melhor no Meio-Sangue.

Habilidade: Sempre tive a habilidade de “prever” coisas, quando eu achava que algo ruim ou algo bom iria acontecer, algo realmente acontecia, eu também consigo regenerar pequenos ferimentos com os raios de sol. Também tenho uma ótima mira e uma técnica excelente para cuidar de pessoas com enfermidades.

Historia: Eu nasci na Itália mas logo fui para Washington D. C. Passei a vida toda percebendo que era mesmo diferente de todos só não entendia o por quê. Mas assim que eu fiz 14 às coisas foram se esclarecendo.
Varias coisas relacionadas a Apolo foram aparecendo a minha frente e com isso eu fui ganhando habilidades que eu nunca tive nem nunca imaginaria ter. Eu ganhei a habilidade de escrever poesias e musicas sem dificuldade nenhuma, e também comecei a ter conhecimentos sobre o que é certo e o que é errado muito alem do que eu já conhecia. Mas infelizmente não parou por aí. Desde pequeno eu fui tratado como o ultimo, sempre o ultimo a ter direitos, sempre o ultimo a ter presentes sempre o ultimo a ter o carinho que uma criança necessita de seus pais, porem, a ultima coisa que eu não era o ultimo era com as culpas e as injustiças. Eu tive que aguentar isso por muito e muitos anos até que aconteceu. Eu tinha acabado de arrumar a casa completamente (coisa que como sempre é só minha tarefa) foi quando minha mãe chegou reclamando de um monte coisa que eu fiz, mas pra ela não estava bom. E dai do nada veio a minha cabeça “Ah! Por que você não morre?" hum... Eu não deveria ter feito isso.
Sem ter conhecimento dos meus poderes de prever o futuro,tive um sonho em que ela morria e recebi em pouco tempo a notícia de sua morte foi ai que tudo começou a se encaixar, mesmo assim não quis acreditar que eu era especial e considerei como uma simples coincidência.
Com o passar do tempo eu havia tentado esquecer essa história, mas não tinha como, pois pra todo o lado que eu olhava eu via algo que me lembrava a Apolo e eu não fazia a menor idéia do porque e dai eu decidi aprender mais sobre ele.Assim que eu descobri que ele podia controlar a morte fiquei super espantado mas continuei considerando como coincidência.
Foi ai que um dia eu fui ganhando mais habilidades, e dessa vez eu já percebi que era real. Eu e uma amiga decidimos fazer um pequeno passeio no bosque, não sabíamos o que nos esperava. No caminho da nossa viajem achamos um buraco que imaginamos não ser muito fundo nem tão perigoso afinal havia vestígios de passagens humanas por ali. Com isso entramos naquele buraco para explorar um pouco mais sobre onde andávamos por cima.
Lá Dentro já havíamos andado bem para o fundo e não encontramos nada, então decidimos voltar para cima, e no caminho de volta que aconteceu. Ela acabou cortando a perna em algo e não imaginamos que tinha sido tão fundo. Quando chegamos finalmente na superfície ela estava com a perna muito dolorida e conseguíamos perceber que estava muito fundo o corte que em sua perna havia sido feito, e do nada no fundo de mim eu comecei a sentir algo estranho, como se eu fosse outra pessoa sabendo o que fazer e o que aconteceria se eu ajudasse. Foi ai que eu automaticamente coloquei a mão sobre o ferimento e ele começou a se fechar e assim que ele estava totalmente fechado ela não estava mais acordada, mas eu conseguia perceber que ela estava viva ainda. E de repente tudo ficou branco e uma voz muito grave e firme veio a minha cabeça dizendo: “Parabéns Joseph, parece que você encontrou seu real destino. Chegou à hora” e assim ela me deu todas as coordenadas que me levaram até o acampamento meio-sangue e lá eu tenho aprimorando todas as minhas habilidades.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Sab Maio 19, 2012 9:43 pm

Nome – Jaden Zhang

Idade – 17 anos

Progenitor – Atena

Motivo – Desde pequeno sempre busquei resolver problemas da maneira mais complexa e elaborada, quando precisava escolher entre força e inteligencia sempre escolhia a segunda. Aos 6 anos comecei a por em pratica minha capacidade dedutiva em jogos de cartas colecionáveis e de tabuleiro, ficava horas imaginando estratégias de vitória e adorava mostrar para meus amigos que a inteligencia é o melhor dos dons. Quando descobri sobre Atena e seus poderes e influencias me identifiquei completamente e desconfiei que poderia ter alguma ligação com minhas manias e maneira de ver o mundo como um grande jogo de estratégia.

Progenitor Mortal – Sean Zhang ex-desenvolvedor de jogos de aventura e estratégia online, ganhou milhões e ficou famoso por criar um dos programas que revolucionou a criação de sistemas inteligentes online, o Projeto Atena. Atualmente desempregado desde que a única pessoa que amou partiu, tenta encontrar uma nova maneira de ganhar dinheiro. Carismático e inteligente sobrevive com o pouco que resta de um fundo de emergência, atualmente mora em Kansas City, Missouri.

Defeitos e Qualidades – Sou carismático e simpático, além de sincero se a pessoa quiser ouvir a verdade. Sou prestativo, as vezes até demais, oque faz alguns se aproveitarem de mim. Quando estou bolando algum plano ou criando algo tenho a mania de falar coisas sem sentido, muitas vezes elas tem relação com os muitos jogos que jogava quando pequeno, o que me faz um pouco desatento e desastrado . Sempre incentivo o progresso das pessoas mesmo sabendo que elas tem poucas chances de ter sucesso (acostumado a fazer isso com meu pai).

Cidade natal e atual - Nasci em Manhattan, mas fui criado em Kansas City, Missouri.

Habilidade – Tenho a habilidade de analisar toda uma situação como um grande campo de batalha e como em um xadrez tento estar sempre um passo a frente do inimigo, memoria intuitiva e pensamentos rápidos me ajudam nessas situações.

História – Meu pai sempre desenvolveu minhas capacidades com suas brincadeiras e jogos inventados, ele me fazia testar algumas de suas criações alegando a importância daquele aprendizado algum dia na minha vida. Aos 8 anos já ajudava meu pai a sobreviver na nossa pequena casa em Kansas City e sempre via meu pai ainda folheando páginas de seu antigo projeto Atena como se fosse uma foto de um parente já falecido, e até os 12 anos me divertia sozinho criando jogos e estrategias o tempo todo, um dia pesquisando na ala de historia da biblioteca mais próxima descobri o maravilhoso mundo da Grécia e por consequência o nome Atena apareceu diante de mim novamente. Resolvi descobrir por mim mesmo a ligação oculta que havia naquilo, resolvi conversar com meu pai que estava novamente admirando os gráficos e estatísticas do seu antigo projeto.
- Pai a nossa vida melhoraria bastante se a mamãe ainda estivesse aqui não é?
- É claro. Disse ele sem olhar para mim, somente para os papéis. - Mas ela tem muitas outras coisas para resolver e nenhuma delas inclui passar um final de semana com a família.
- Estranho eu achei que Atena sendo a deusa que é teria uma agenda na mesa do escritório com os horários reservados a família escritos. Eu disse esperando a reação dele.
- Como você descobriu? Ele pulou da cadeira e me segurou pelos ombros. - Você ainda não está pronto, a quanto tempo sabe?
- Eu não sabia de nada, mas graças a isso minhas suspeitas se confirmaram.
Depois disso ele me explicou tudo, e me disse o motivo de todos aqueles testes e problemas que eu tinha que resolver. Depois de muita discussão meu pai me levou para a casa de um adolescente que sempre falava com ele nas nossas raras tardes de passeio. Mais tarde descobri com o garoto sobre deuses, semi deuses e sátiros também. Meu pai pagou nossa passagem de avião e transporte seguro até o acampamento com o pouco que restava das economias, alegando que conseguiu uma ideia para um jogo online e compensaria todo o gasto, coisa que não acreditei, mas com um sorriso e um abraço me despedi.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Lily Fyorni Doelinger em Seg Maio 21, 2012 5:35 pm

Nome – Lily Fyorni Doelinger

Idade – 08 anos

Progenitor –Dionísio

Motivo – Sempre desrespeitei regras, regras para mim são como pedrinhas no sapato, fácil de chutar e tirar. Eu adoro vinho, por incrível que pareça eu adoro vinho. Festas, eu amo festas, não importa o tipo de festa que for eu adoro festas.

Progenitor Mortal – Lilian Fyorni Doelinger, uma mulher dos cabelos castanhos e olhos da mesma coloração, tem 43 anos e cuida da filha desde que a mesma nasceu, morava na Itália em Verona, trabalhava em vinhedos. Quando atingiu 36 anos se mudou para São Francisco onde mora até hoje com sua filha Lily. A mulher via através da névoa e atingiu a loucura quando o poder subiu-lhe a cabeça.

Defeitos e Qualidades – Qualidades-
Pode se dizer que a fofura é uma qualidade minha assim como a inocência, porém, além disso eu não possuo qualidades
Defeitos-
Lily tem a grande mania de levar um cantil com vinho para qualquer lugar, ela não suporta largar daquela garrafa, não deixa ninguém ver o que tem dentro.


Cidade natal e atual – Nasci na Itália, Verona e cresci em São Francisco

Habilidade – Sei como usar as palavras muito bem, sempre distorcendo-as.

História – Fora o dia mais tenebroso da minha vida, eu estava com Emma e Rosie. Brincávamos de bola, embora estivesse chovendo permanecíamos no telhado.
– Vou pegar algo para beber. – disseram as duas em uníssono – Voltamos já.
Ignorando as palavras das duas continuei a brincar sozinha jogando e pegando a bola.
Alguém gritava “Lily! Lily! Lily preciso lhe ver!”, eu não conhecia uma pessoa com uma voz tão esganiçada, antes que eu pudesse correr um homem meio bode apareceu.
– Quem é você e o que quer?– disse apontando a bola para o bode – Estou armada!
- Acalme-se Lily, temos que sair daqui antes que suas amigas...- ele fez uma pausa – cheguem.

Minha vontade era de bater no bode, porém mal tive tempo quando vi quem estava na porta. Era Rosie segurando uma flor morta, ao seu lado estava Emma, porém não podia ser. Elas pareciam pássaros, pequenos pássaros que se preparavam para me atacar.
– Venha conosco, estamos com fome. – dei um passo para trás elas me atacaram – Não resista. – disseram me derrubando, eu estava perdida – Você dará um belo jantar. –levantaram-me pelos braços tentando içar-me do chão. Algo atingiu Emma na cabeça e a mesma virou pó. Vi a flecha no meio de toda a poeira. Outra atingiu o braço de Rosie que recuou para seu ninho em cima da caixa d’água.
Encolhi-me no chão tremendo, senti algo me suspender, arrisquei olhar, vi uma garota dos olhos verdes e dos cabelos loiros, ela estava me protegendo daquelas criaturas.

– Acalme-se pequenina, vou te explicar tudo - sua voz era doce e aconchegante fazendo com que cedesse – Você é um meio-sangue assim como eu, somos metade deusas e metade humanas, ou seja, filhas de um deus com um humano. Sou filha de Eros com uma humana, é só isso que posso lhe dizer, o resto caberá a você descobrir.


Última edição por Lily Fyorni Doelinger em Sex Dez 14, 2012 5:22 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Dylan Langdon em Ter Maio 22, 2012 6:44 pm

Nome – Dylan Langdon

Idade – 17

Progenitor – Phobos

Motivo – Dylan é um cara sombrio, sem muito a temer e um pouco perturbado por seu passado. Phobos é o deus das fobias, saí a origem da palavra. Me identifico com o deus, e o admiro pois os medos são a grande cina de qualquer ser humano, e uma das únicas coisas que lhe tornam fracos, sejam irracionais ou racionais, como o medo de perder um simples ente querido ou então o medo de algo realmente sólido. O personagem mostra bastante isso, que mesmo parecendo um cara inofensivo, debaixo daquela pele pode estar o pesadelo de qualquer um.

Progenitor Mortal – Moira Langdon. Cabelos loiros e olhos negros como os do filho. Moira teve Dylan com Phobos, porém aceitando o fato de ele ser um deus, resolveu se casar de novo e dar o nome do homem como o pai de seu filho. O casamento não durou muito tempo.Abatida com a traição de seu marido, Moira o deixou, mas mesmo se livrando do certo "problema" outros apareceram para si. A mulher começou a se envolver com qualquer homem que lhe fosse interessante de alguma forma, seja financeiramente, seja fisicamente. Muitos homens entraram e saíram da casa de Dylan, muitos odiados mais do que o outro. A raiva por sua mãe viria a crescer também. Viveram a vida inteira em Los Angeles, não tem emprego concreto.

Defeitos e Qualidades – Dylan não é muito correto. Frequentou psiquiatras por toda a sua vida e sempre por algum motivo, eles deixavam o tratamento do garoto inacabado e passando-o para as mãos de outro especialista. Dylan também é agressivo quando tem seus acessos de raiva, é incapaz de pensar com clareza e tem um pequeno vício por droga em especial. xD

Cidade natal e atual – Los Angeles - Califórnia.

Habilidade – Tem uma persuasão incrível. Consegue convencer as pessoas a escuta-lo, acreditar nele e as vezes até a obedecê-lo com um simples pedido e um olhar "ameaçador" e intuitivo.

História – Dylan morou com sua mãe a vida inteira. Seu pai havia o abandonado quando tinha apenas seis anos de idade quando acabou fugindo com a empregada. Sua mãe desde então veio sofrendo muitos transtornos emocionais e simplesmente começou a se envolver com todos os homens de boa qualidade financeira do bairro, se tornando uma verdadeira vadia e destruidora de lares. Dylan nunca lidou muito bem com isso, ele não suportava o fato de ver homens entrando e saindo de sua casa, que no fundo sabia que tentavam ocupar o lugar do seu pai. Na verdade, odiava o seu pai por tê-lo deixado com ela. Mas talvez, se tivesse o conhecido melhor teria partido com ele para longe e nunca mais voltar. Não demorou muito para o garoto começar as tentativas de se matar, ele simplesmente não aguentava viver assim, e Moira ao ver seu filho perfeito se tornando uma pessoa errada, o pagou muitas sessões psicoterapêuticas. Nada nunca funcionou bem para ele. Pelo menos os seis primeiros psiquiatras desistiram dele o mandando para outro especialista, ele estava cansado de ouvir a mesma história e desculpas sobre como não poderia mais ser tratado, sofrendo constante rejeição por tudo à sua volta. Com apenas nove anos de idade, o garoto já havia sido expulso de pelo menos dez escolas diferentes, todas por brigas e confusões ou até mesmo por aterrorizar alguns de seus colegas. O garoto só não entendia o porque. O que fazia de tão errado? Com um tempo, ele foi vendo que suas "habilidades" não eram ruins... Na verdade poderiam até ser boas para ele. Usando-as, Dylan começou a ser temido pela escola, ninguém sequer tinha coragem de olhar para ele, caminhava pelos corredores como um fantasma. E não reclamava. Na verdade adorava, ainda mais ao ver os garotos apanhando e se lembrando, que aqueles dias haviam acabado para ele. Que antes só do que atolado.
Ele nunca odiou a solidão também. Não que uma companhia não fosse boa de vez em quando, mas era bem melhor para ele conversar com seu violão e seus assuntos do que com pessoas reais. Na verdade ele as odiava. Todas. Aos quinze anos Dylan começou com a cocaína. O garoto havia achado uma saída para as atolações constantes da vadia de sua mãe e agora conseguia relaxar um pouco. Sequer sabia onde estava se metendo, mas não tinha paz na escola, nem em casa. Nada lhe restava a não ser escolhas drásticas.
Aos dezessete anos descobriu quem realmente era, e que seu pai não havia o abandonado com seis anos. Não o seu verdadeiro pai. O babaca havia feito isso muito antes.
Era uma tarde quando Dylan caminhava pelos corredores da escola com a cabeça abarrotada de problemas. Ele tinha que estudar para a prova, mas não havia conseguido com tanto barulho no quarto ao lado do seu, ele havia acordado completamente irritado e ainda tinha que aturar o atual babaca que estava saindo com a sua mãe. Aquele era o pior de todos na sua opinião. Sequer suspeitava que não era amado e havia deixado toda a sua família para ficar com a destruidora de lares, Moira. Estavam juntos há o que? Menos de um mês? Ele nem sabia, mas sabia que não era tempo o bastante para um cara se apaixonar do jeito que seu padrasto maldito era. Um babaca completo que trabalhava em um escritório e que chegava com um sorriso no rosto todos os dias com animação para assar Cookies, o garoto tinha vontade de vomitar só de olha-lo.
Seus pensamentos e lembranças foram cortados quando bateu contra alguém. A menina com quem havia trombado o olhou de forma superior e fez uma careta, Courtney, já havia a observado e com certeza a conhecia bem. A garota o olhou dos pés à cabeça e deu uma risadinha.
-Olha só o que resolveu sair da caverna
Falou o fuzilando com os olhares. Dylan limitou-se a abrir um sorriso sarcástico e assentir.
-Sim. Olha quem deveria se esconder em uma imediatamente.
Falou em um tom neutro e a observando de forma vitoriosa se preparando para sair, mas a garota trincou os dentes e tentou puxa-lo. Dylan riu com o esforço.
-Escuta aqui, garoto. Eu não sei quem você pensa que é, mas não pode falar assim comigo.
Dylan abriu um sorrisinho e assentiu escutando o show da garota enquanto vasculhava algo em sua mochila. Tirou de lá um papel com um número qualquer e abriu um sorriso.
-Se quiser, me ligue para reclamar depois, mas eu realmente não estou afim de ouvir agora.
Falou de forma seca e firmemente enquanto lhe dava as costas e caminhava. Pode ouvir a menina bufar e gritar enquanto Dylan caminhava pelos corredores.
-E lá vai o garoto revoltado. Filho da maior vagabunda da cidade! Quem é o seu papai dessa vez? Até já perdi a conta, preciso de uma listinha.
Os olhos do garoto se voltaram lentamente na direção da menina que ria e se retirava quando sentiu seu coração acelerar. Caminhou lentamente em direção à saída, logo começando o percurso até sua casa. Alunos malditos, padrasto maldito. Tudo era culpa dela. Estava com ele só pela casa e aquilo era nítido, mas o idiota não percebia... Dylan jogou o pó sobre a mesa enquanto enrolava a nota de um dólar que levava para si, para conseguir cheirar a substância. Eles tinham que pagar. Todos eles. O garoto sentiu o corpo apitar como um despertador. Seus olhos correram o quarto onde as armas puderam ser vistas debaixo da cama. Olhou para o lado os fósforos pousados e uma ideia lhe bateu na cabeça.
Saiu pela porta sem olhar para trás. Havia levado algumas armas sob a roupa e tinha os olhos tão vazios quando o vácuo. Não via nada além do caminho brilhante que o levava até o escritório do seu padrasto. Entrou sem ser anunciado apenas parando ao seu lado. A raiva brotando dentro de si, o homem o olhou de canto de olho e logo abriu um sorriso ao reconhecê-lo. Se levantou imediatamente.
-Dylan, filho! O que faz aqui?
Perguntou com um sorriso. Dylan não respondeu. Apenas despejou todo o conteúdo do galão de gasolina sobre o homem e riscou o primeiro fósforo. O homem olhou-o atordoado, enquanto as chamas voavam sem dó em direção ao ser corpo e lhe atingia com um clarão. Queria ver sua mãe fingir amar um cara repugnante ou até mesmo um cadáver agora. Assim que deixou o prédio tomou noção do que havia feito. Ele seria preso. Era o fim. Seus olhos viraram-se espantados quando uma mão tocou seu ombro e um rosto conhecido lhe apareceu. Não conhecia exatamente o garoto, mas havia o visto no colégio algumas vezes.Um garoto estranho que mancava... Pois é, o que ele estava fazendo ali Dylan nunca descobriria. Até que o garoto olhou espantado em direção ao prédio e à Dylan mais uma vez.
-O que você fez?! O que você fez?! Oh meus deuses! Tudo bem! Me acompanhe! Eu sei o que fazer!
Gritou o menino enquanto puxava Dylan. O garoto recuou o olhando estranho. Do que ele estava falando.
-Não vou a lugar algum com você
Falou seco. O menino do seu colégio o observou por um tempo, e logo balançou a cabeça de uma forma apressada.
-Não vamos à lugar nenhum. Vamos ao acampamento Meio-Sangue.


All the other kids with the pumped up kicks, You better run, better run, outrun my gun! I've waited for a long time, the slight of my hand is now a quick pull trigger.


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  William B. Ignis em Sab Maio 26, 2012 5:01 pm

Nome: William Belphergor Ignis

Idade: 17

Progenitor: Hefesto

Motivo: Sempre gostei de ficar brincando com fogo, e as vezes tive a impressão de que o controlava. Outra diversão era montar e desmontar e construir equipamentos eletrônicos, faço tudo isso desde que me entendo por gente.

Progenitor Mortal: Amanda Ignis

Defeitos e Qualidades: É um garoto calmo, o único momento em que se irrita é quando um monstro qualquer aparece, ou quando tem que lutar. Perfeccionista, não cansa de consertar, melhorar tudo.

Cidade natal: Vancouver - Canadá/ Atual: Nova York

Habilidade: Perícia em fazer fogueiras, lutava boxe e tinha uma facilidade para aprender artes marciais. Tem a capacidade de tornar qualquer pedaço de metal em armas além de identificá-lo.

História:
Era uma manhã fria como todas as outras em Vancouver. Eu estava tranquilo, lendo um bom livro que minha mãe trouxera pra mim. O trabalho de bibliotecária lhe permitia me dar esses mimos. Estava enrolado em um edredom, deitado no sofá, enquanto bebia uma boa xícara de café.

Minha mãe ainda não havia chegado. Geralmente ela só chegava de noite, e muitas vezes eu já estava dormindo. A Chuva havia parado, estranhamente quando eu decidi sair. Abri a porta de madeira e vi vários garotos e garotas correndo desordenadamente. Eu não costumava sair, então meus únicos contatos eram no colégio, que eu só não era expulso por ser um rostinho bonito, e ter conquistado todos os professores.

Entre as pessoas que estavam lá, consegui identificar uma garota. Alice Galilen. A garota por quem eu era apaixonado, mas nunca tive coragem de me declarar. Automaticamente, sorri e acenei, mas meu sorriso logo se desfez. Ela estava cercada por 3 homens extremamente parrudos e estranhos,e acho que nem me viu acenando. Ela sorria como se estivesse feliz, mas eu vi os homens batendo nela, e eu sei bem quando uma mulher é agredida. Ocorreu muitas vezes com minha mãe, e as diversas tentativas de maridos que ela levava pra casa.

Um dos homens com pele mais escura deu um tapa que a fez cair, e vi o sorriso se transformar em lágrimas. Então, eu perdi o controle. Investi contra ele com um chute e imendei com um soco no que estava do lado dela, seu cabelo era vermelho e curto, mas era uma peruca pois a fiz voar. O terceiro, que tinha um olho azul(sim, um olho) investiu contra mim com uma cabeçada, mas eu segurei a cabeça dele e gritei para Alice:
- Sai daí, rápido! - gritei para Alice

Ela acatou e correu para trás de mim. Então vi que todos os homens tinham apenas um olho. Um olho enorme e grotesco no meio da cara. Um Garoto veio correndo até mim, mas com certeza tinha algo errado naquele café. O garoto tinha pernas peludas e casco no lugar dos pés. Tinha pequenos chifres que havia escondido com uma boina. Ele me entregou um arco.
- Rápido, use isso - ele me alertou - Se viu que são ciclopes vai poder matá-los com isso, rápido
- Ciclopes não existem - eu disse revirando os olhos, mas com a impressão de que ele estava certo - Nunca usei uma faca na minha vida...

Um dos "Ciclopes" grunhiu e vei em minha direção, eu instantaneamente peguei uma flecha e disparei com o arco, acertando no meio do olho dele. Seu corpo caiu inerte e se transformou em pó, então, ainda com o instinto assassino, disparei nos outros 2 e o mesmo ocorreu. O garoto das pernas peludas sorriu e então disse:
- Sim, você é um semideus - ele disse com um belo sorriso no rosto.

Alice pareceu confusa, estranhamente ela me beijou, disse obrigado e saiu correndo. Eu fiquei vermelho, mas continuei ali parado, afinal, havia acabado de receber a notícia de que era filho de um Deus. Por sorte a notícia não foi um choque total, o livro que eu lia falava de mitologia. Escrevi um bilhete rápido para minha mãe e deixei na caixa do correio, e então o garoto das pernas peludas(que eu descobri ser um sátiro, chamado Victor) me levou para o acampamento meio sangue.

★Escolta Realizada★


Última edição por William B. Ignis em Sab Jun 09, 2012 7:49 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Maio 27, 2012 10:18 am

Nome – Roberto Barthes

Idade –13

Progenitor – Hermes

Motivo – Por os filhos de Hermes são Ótimos com armas e com a velocidade que ajuda muito em uma batalhar , Além de que os filhos de Hermes podem furta (não tem nada mais legal do que ser um ladrão )

Progenitor Mortal – Eliza Barthes

Defeitos e Qualidades –tenho mania de ficar mexendo os dedos quando fico impaciente , não consigo resistir a roubar armas de inimigos caídos seja mortal , deus , Monstro ou um semi-deus , sou disposto a arriscar minha vida para salvar meus amigos e inimigos . só e meu amigo quem realmente arrisca a vida por mim .

Cidade natal e atual – moro numa casa em new York

Habilidade – eu faço Judo e Muay thai

História – Era no ultimo dia de aula , eu tinha saído do colégio e estava indo direto para minha casa quando uns caras estranhos encapuzados estavam me seguindo , no inicio eu pensei que era só coincidência , mas depois de um tempo , eu descido dar uma volta no quarterão para ver se eles estavam realmente me seguindo , quando chego na esquina da minha casa apos passar pelo quarterão , dou de cara com 2 daqueles cara , vou correndo para trás , ai vejo na outra esquina se aproximando de mim ,mais 2 caras estranhos , vejo um beco e decido entrar essa foi minha pior decisão ,pois o beco era sem saída , apos chegar no muro , tento subir nele , mas não consigo então tento me acalmar , apos ver eles se aproximando decido parar de fugir e parto para cima de um deles com um chute direito no rosto , mas ele segura minha perna e me joga no chão , me levanto com dificuldade , um cara investe em mim com um bastão , ele tenta atacar com o bastão meu braço esquerdo ,mas eu agacho desviando , contra-atacando com um chute de esquerda na cabeça , ele vai pro chão , eu invisto contra um outro dando um soco fraco no rosto dele com a esquerda enquanto eu boto minha mão direita para trás e depois dou um soco potente com minha mão direita , mas ele segura minha mão então eu dobro meu cotovelo encaixo no sovaco dele e com a mão esquerda puxo ele jogando ele no chão , logo um cara todo musculoso com mais ou menos 2 metros de altura entra no beco dizendo '' nunca mande um mortal fazer o trabalho de um monstro '' , ele chega perto dos dois caras que não estavam no chão pega a cabeça deles e fazem as cabeças deles se chocarem fazendo os dois desmaiarem , apos isso ele vem andando até mim sorrindo , eu engulo em seco e parto para cima dele com um giro e um chute de direita nele , mas ele segura o meu pé e me joga longe , logo isso vejo a minha visão escurecer , e no inicio do beco vejo uma criatura estranha , e só isso que lembro , depois acordo no minha casa ao lado da minha mãe e de um cara estranho cheio de ferimentos e com o nariz sangrando , me levanto rapido , mas minha mãe fala
-Roberto calma este e o Logan
Eu olho para ele e falo
-Era você aquele cara do beco
Ele fala
-Sim , Roberto você tem que ir para o acampamento
Eu falo
-Que acampamento ? e quem era aqueles caras ?
Ele suspira e fala
-Aqueles caras que você derrubou era mortais e o outro cara e um ciclope , e o acampamento e para crianças meios-sangues ou semi-deuses
Minha mãe completa dizendo
-Roberto você e filho de Hermes
Eu olho para eles como se eles fossem loucos e falo
-Hermes , da mitologia grega ?
Ele fala
-Sim ele mesmo
Eu falo
-Então eu sou como Perseu , Hércules e Aquiles ?
Eu olho para o tal Logan e fala
-E você quem é ?
Ele fala
-Sou um Sátiro
Eu começo a rir , mas minha mãe fala
-Isso não e brincadeira , estamos falando a verdade
Eles passaram umas meia hora me explicando sobre esse negocio de semi-deus e do acampamento ,depois agente foi até o carro da minha mãe e fomos até esse tal acampamento , apos chegamos la minha mãe me deixa no acampamento .
Fim

~Reclamado~
Porém, tenha mais cuidado com a pontuação, e acentuação das palavras.


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Última edição por Hipnos em Sex Jul 20, 2012 12:21 pm, editado 4 vez(es) (Razão : uns erros cometidos)

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Maio 27, 2012 5:29 pm

Nome - Brian Minnog Stronghold.

Idade - 16 anos

Progenitor - Macária

Motivo - Macária é uma deusa que não é muito comentada na mitologia grega,tornado-a um tanto quanto misteriosa.

Progenitor mortal - Miguel Minnog Stronghold,escritor mundialmente conhecido por seus livros.

Defeitos e qualidades - Sou tímido e muito calado,preferindo ficar sozinho.Também sou amigo e muito companheiro depois que me torno mais amigo.

Cidade natal e atual - Londres e New York,já que estou no acampamento.

Habilidade - Além um ótimo desenhista e um com escritor,passei muito tempo viajando então sou ótimo em mapas e reconheço algumas cidades por seu clima e seus prédios mais conhecidos.

História - Minha vida nunca foi quieta,morava em Londres mas sempre que meu pai viajava eu ia junto com ele,assim conheci vários países pelo mundo.Nunca me perguntei por que minha mãe havia ido embora,talvez ela não gostasse de verdade de meu pai,talvez ela não estivesse preparada para uma família,não sei e também não queria saber.Até aquele dia,viajamos para New York meu pai iria fazer uma apresentação para alguns críticos do New York Times,sobre seu mais novo livro,um romance que envolvia um lobisomem e uma vampira. O livro havia sido feito com minha ajuda,por isso em minha opinião,estava ótimo,doses cestas de suspense em uma aventura contínua intitulada Prazer,Amor e Paixão.Estava sentado na terceira fileira como sempre faço nessas ocasiões,estava um pouco nervoso já que ajudei meu pai a construir o livro,a expressão dos críticos era fria com se não quisessem revelar se gostaram ou não.Já estava quase terminando suas conclusões finais,a parte mais chata,já que ele fala apenas de como fez o livro,eu o ajudei,então sabia exatamente como havia sido.Saí em auditório,em minha mãos meu caderno de desenhos e um lápis.O prédio era grande,da própria editora,ficava próximo ao Central Park,ótimo lugar para passar um tempo.Caminheí próximo ao lago,poucas pessoas passavam,talvez por ainda estar cedo algumas pessoas corriam,outras apenas usavam como atalho,sem aproveitar as belezas em parque.Sentei na sombra de uma árvore,estava sem vontade de país dali,comecei a desenhar algumas coisas,o sol por cima das árvores,pessoas que passavam de um lado pro outro,até ser interrompido por um garoto.
-Você!Estava te farejando já faz um tempo,vamos rápido!
-Como assim me farejando?
-Conhece algo sobre mitologia grega?Monstros,deuses e semideuses?
-Sim.Mas o que isto tem a ver?
-Estas "lendas" são reais e você deve vir comigo.
O garoto parecia com medo,olhava de um lado para o outro como se estivesse sendo perseguido.
-Eu não vou a lugar nenhum sem uma prova de que você não é louco.
O garoto olhou para mim como se eu não fosse o único a falar sobre isso.E levantou a barra de suas calças,enquanto tirava o sapatos.Ele tinha cascos e pernas peludas.
-Agora vamos!Sou um sátiro,meu nome é Adam.
Estava paralisado,o garoto,Adam saiu me arrastando.Paramos em um orelhão e eu liguei para meu pai,ele pediu para que eu passasse o telefone para Adam.Eles ficaram durante um tempo conversando e depois saímos em direção a um ponto de ônibus.
-O que meu pai disse?
-Que tenho de cuidar de você e quando dos para você voltar para Londres ele irá mandar as passagens de avião,só deve esperar.
-E para onde vamos?
-Para o acampamento.Quíron já sabe que você irá chegar.
No caminho até o campaneoun Adam explicou tudo para mim,a viajem pareceu bastante longa e assim que chegamos eu vi no alto de uma colina,ao lado de um pinheiro um homem notado em um cavalo,não ele era um centauro.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Luna M. Cooper em Seg Maio 28, 2012 11:40 pm


Nome – Beatriz Cobain Dean

Idade – 15 anos

Progenitor – Atena

Motivo – Gosto muito de estudar, digamos que sou uma Nerd, sempre fui desde os primeiros dias na escola. Sou um pouco boa com jogos estratégicos também.

Progenitor Mortal – Kurt McGonagall, médico, tem mais uma filha, vive em Londres com sua esposa e filhas.

Defeitos e Qualidades – Meu pior defeito e ser muito tímida quando não conheço a pessoa. E minha qualidade é que eu sou inteligente, isso me ajuda em várias coisas.

Cidade natal e atual – Nasci em Londres, e vivi lá até vir para o Acampamento.

Habilidade – Sou amigável, gosto de fazer amigos mas sei ao certo em quem confiar e em quem não confiar.

História – Nasci em Londres, morava com meu pai e não sabia quem era minha mãe, meu pai não gostava de falar sobre o assunto. Era um dia normal como qualquer outro, eu estava trancada em meu quarto escutando musica, pois não gostava muito das minhas irmãs mais novas elas sempre foram muito mimadas pela sua mãe Lucy, a essas horas elas deviam estar 'brincando' de Salão de Beleza. De repente a porta do meu quarto se abre, era meu pai dizendo que eu tinha visitas. Tirei os fones do ouvido e fui até o Jardim, pensava que seria um dos meus amigos mas não era um homem, pelo menos da cintura para cima era igual a um home, as pernas eram igual a de uma cabra ou algum outro animal parecido. Fiquei de boca aberta, não sabia o que era aquilo, me afastei e fui até meu pai que estava na cozinha ajudando Lucy com o almoço perguntei quem era e o que aquilo estava fazendo ali. Meu chamou a criatura e então os dois me explicaram tudo, explicou que eu era filha de uma deusa e que aquilo que eu chamará de 'criatura' era um Sátiro que viera me buscar e me levar para o acampamento meio-sangue onde todos outros semi-deuses como eu ficavam. Eu estava apavora com tudo isso, subi para meu quarto novamente, peguei a maior das malas que eu tinha e coloquei tudo o que pude, todos os tipo de roupas para quando estivesse frio ou quente. Coloquei todos os livros que couberam na mala, pois eu gostava muito de ler e não sabia como ia ser no tal acampamento meio-sangue então era melhor garantir todo tipo de livro para ocupar meu tempo. Mandei um sms para todos meus amigos avisando que iria viajar e não sabia quando voltaria. Depois disso me despedi do meu pai, de Lucy e das duas mimadinhas Clara e Isbelly, assim parti com o sátiro para o acampamento.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Will Bosley em Sab Jun 02, 2012 11:29 pm

Nome – Willian Gustav Bosley “Will Bosley”
Idade – 15 anos

Progenitor- Macária.

Motivo – Macária é a deusa da boa morte, e sempre me encontro pensando, como é bom morrer dormindo, que se eu tivesse que escolher, escolheria uma morte pacifica e calma, a uma morte heroica e honrosa.

Progenitor Mortal – Gustav Percival Bosley, “Guga Bosley”, um pesquisador de antigas civilizações que tem como projeto, estudar as diferentes formas que o homem já olhou para morte ao longo dos anos.

Defeitos e Qualidades – Sou uma pessoa calma e reservada, não faço amigos facilmente, mas sou leal aos que tenho, tenho um senso próprio muito forte, e sempre sigo o que acho certo não importa se o mundo discorde, “poucas vezes mudei de opnião”.

Cidade natal e atual – Augusta, Maine.

Habilidade – Como sempre fiquei afastado das pessoas ganhei o habito de estuda-las, e via suas mentiras e falsidades, por isso geralmente sei quando alguém mente, “não sempre’. Como meu pai é um pesquisador sei muitas informações sobre civilizações antigas em todo o mundo, incluindo Grega e Romana.

História – Horário de almoço na escola, um momento onde eu podia ver e estudar a mediocri vida dos alunos da Árcadia High School. Nerds que sabiam que não iam ser populares e estudavam até se matar, atletas que sabiam que teriam poucas oportunidades na vida por isso treinavam ate se matar, lideres de torcidas que sabiam que não iam ser inteligentes por isso se maquiavam ate se matar, e os coitados mas até que interessantes impopulares, pessoas que sabiam que não eram nem muito inteligentes nem muito bonitas, por isso ficavam em um grupo separado. Eu pertenço a um grupo separado, sou um espectador, alguém que só observa não interfere, não incomoda e não é incomodado, poucas foram as vezes que interferi na vida das formigas da Árcadia, só quando a situação não pode ser mais ignorada, mas mesmo assim as formigas não mexiam comigo, não importava que entre os esquisitos eu fosse o maior deles, TDA, dislexia e Hiperatividade, que por um acaso eu controlava eram só o começo.
Terminei meu almoço e deixei as formigas socializando, comecei caminhar pelos corredores, fazia 19 graus, em Augusta, Maine. O que era quase confortável, vestia uma jaqueta sobre um camisa azul escura, com os dizeres “A novela da vida alheia”, uma calça Jens preta com tênis all star, meus cabelos negros volumosos se assomavam calculadamente assanhados na minha cabeça e meus olhos castanhos escuros se escondiam atrás do óculos. Seguia pelo corredor sozinho quando ouço um barulho atrás de mim, me viro, mas não tem nada, continuo andando e sinto que alguém me vigiando vou até uma parede e me sento em uma posição onde possa vê todos os lados do corredor, como um espectador natural sempre que algo esta acontecendo eu paro e observo, mas esse não é meu primeiro instinto, a hiperatividade sempre me manda continuar em movimento, eu não sabia, mas eu devia ter obedecido.
Eu realmente queria me concentrar em vigiar o corredor, mas o déficit de atenção atrapalhou, eu ficava pensando em o que estava me observando, se não devia estar imaginando coisas, e outras coisa. E não percebi o que estava acontecendo ate que fui literalmente arrancado dos meus pensamentos, uma mão parcialmente forte me levantou até que vi o rosto da Coisa olhando me olhando. A Coisa que na verdade era nosso professor de biologia Sr. Dulcan, era chamado de a Coisa em homenagem a um dos livros de Sthefany King. O Sr. Dulcan media 1,60 o que me fazia mas alto que ele uns 17 cm, tinha os olhos e os cabelos cor de palha, e usava uma bengala pois tinha o passo meio incerto, e tinha a chata mania de meter a bengala em quem não prestasse atenção em sua aula.
- Vamos garoto nos temos que sair daqui agora- falou o professor enquanto segurava meu braço.
- o que?- Foi a única resposta que me veio a mente.
- Escuta, Bosley a um ano seu cheiro me atraio para essa escola, só que pra seu azar eu não fui o único.- Dessa vez a conversa estava meio louca, pelo que eu entendi meu professor era uma espécie de pervertido por cheiro, e havia alguém pior que ele.- Veja garoto, mesmo tendo vindo aqui por você só me dei conta de quem era você a algumas semanas, afinal você fica intocado nos canto sem chamar atenção de ninguém, mas enfim não só eu percebi quem você era, mas uma dos outros também.
- siiimmmmmmm vellhotee eu finnnnnallllmennte ssssssssssssssssseeeeeeeeeeeii quem é o garoto, e eu vou devoralo eu messsssma.- Uma terceira voz se ajuntou a conversa, olhei e vi um rosto meio reptiliano com olhos verdes muco, que estava na minha frente era Karry uma das três irmãos estranhas que começaram a estudar esse ano na escola.
- o que esta aco...- não consegui terminar minha sentença pois o Sr. Dulcan me empurrou para trás enquanto praguejava algo em uma língua desconhecida, ele me entregou um objeto deu um passo a frente, e começou tirar as calças, mas o que mais me assustou foi que invés de pernas normais ele tinha patas de bode.
- Garoto corra enquanto eu lhe encontro daqui a pouco.- ele girou sua bengala e ela se tornou uma clava de madeira.- vem aqui cobrinha para eu esmagar sua cabeça.
- Voccccccccê essssta ficccccanndo gaaggggaa vvvellllho euu vouuu maata-lo e depoooooois voou devaraaarrrr ellllee- E na minha frente a garota começou a se transformar, primeiro sua pele criou escamas depois suas pernas se estenderam e viraram cada uma um corpo de cobra e de algum lugar não me pergunte da onde ela retirou uma lança .
Eu não podia acreditar no que estava vendo um sátiro e uma Dracaenae estavam na minha frente, isso não devia estar acontecendo só devia acontecer em lendas, mas estava acontecendo ali bem na minha frente. Os dois depois de se estudarem por um tempo se atacaram, como não entendia muito de lutas não conseguia compreender direito o que acontecia, mas parecia que a luta estava equilibrada a dracaenea usava o tamanho da arma como vantagem desferindo estocadas e golpes com a parte cega da arma com velocidade e precisão que chegaram a quase acertar seu alvo, e já o professor usava sua velocidade e pernas de bode para desviar e dar em pulso para golpes com a clava que o monstro mal conseguia bloquear. Quando eu pensei que o Sr. Dulcan tinha uma chance tudo escorreu por água abaixo, depois de dar um salto combinado com um golpe sobre a cabeça da mulhercobra, no momento em que seus cascos tocam o chão ela lhe da uma rasteira com uma de suas “pernas” assim que ele cai e ela lhe acerta com o cabo na lança, ele é lançado alguns metros no chão e se separa de sua clava, naquele momento um click vem a mim, seguro o objeto que o Sr. Dulcan me deu e só agora percebo que era uma faca, a seguro firme e vou em direção a dracaenea.
Gostaria de dizer que eu fui um herói que matei o monstro é salvei o pobre bode indefeso, mas as coisas não aconteceram assim. Em enquanto a dracaenea estava ocupada olhando sua presa no chão me aproximei e tentei acertar sua barriga em arco com a faca, mas ela se desviou um pouco surpresa, porem logo de um riso sarcástico e se preparou para o meu próximo ataque, que viria a ser a maior vergonha da minha vida, me lancei em um ataque frontal que ela repeliu com simples movimento com lança mandando minha faca para trás. Meu corpo ficou tenso, mas mesmo assim ataquei com as mãos nuas, ela riu e se desviou e com a base da lança me fez cair, abriu um sorriso satisfeito enquanto botava a ponta da lança no meu pescoço e se preparava para o golpe final, porem logo seu sorriso virou uma careta e ela se desfez em pó, no lugar onde ela tinha estado o Sr. Dulcan estava segurando uma faca.
- Achei que você fosse um espectador.- falou ele enquanto me levantava.
- Até um espectador deve se envolver na cena quando o momento pede!- respondi, ele riu e me devolveu a faca.
- Nós temos que ir ela foi egoísta e não contou as outras que você era, mas elas logo vão perceber principalmente agora.
-Então eu agora eu vou pra onde? Pra casa?
- Não seu pai já esta nos esperando.
- Aonde?
- Na estação de trem, ele vai se despedir, porque nos vamos a um acampamento.

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Última edição por Will Bosley em Qua Jun 06, 2012 9:06 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Alex Hudson em Ter Jun 05, 2012 3:34 pm

Nome – Alex Hudson

Idade – 14 anos

Progenitor –Quione

Motivo – Pelo fascínio pelos elementos do inverno e ser filha da deusa, que em minha opinião, é a melhor. Quero honrá-la e mostrar que só por ela ser uma deusa menor não quer dizer que seja fraca.

Progenitor Mortal – David Hudson,Empresário

Defeitos e Qualidades –Amiga,brincalhona,meio louca, sarcástica,arrogante, insensível e cruel

Cidade natal e atual –Cidade natal e atual:New York

Habilidade – Ótima escaladora e manejadora de facas

História – ótimo, realmente ótimo ser a novata: todos te olham torto, curiosos para saber qual deusa ou deusa vai mandar um sinal divino e se algum dia você vai servir para alguma coisa produtiva no acampamento. para minha sorte aquela manhã no café enquanto comia sem muita animação uma torrada na mesa de hermes notei todos os campistas olhando para minha cabeça, óbvio olhei também e lá estava o tão aguardado sinal: um floco de neve. me levantei meio boba mas o instrutor disse:

- bem-vinda Alex Hudson, filha de quione. a deusa da neve.

deusa da neve? fazia sentido considerando que eu era canadense. naquela mesma manhã me mudei para o chalé de quione, era lindo e me lembrava o canadá que eu tanto sentia falta. um fato sobre mim antes de continuar: eu sou muito teimosa e pensava que agora que tinha uma mãe podia enfrentar qualquer coisa pois tinha poderes. ainda não tinha ganhado algum item do acampamento a não ser uma pequena faca que não parecia lá um item muito mortífero e simplesmente assim, novata e sem arma alguma saí para a floresta do acampamento.

andei e andei, já começando a achar que naquela lugar de perigoso não tinha absolutamente nada. estava cansada de tanto andar em busca, na verdade não bem em busca do que estava, um teste talvez? não sabia. sentada na pedra sussurrei olhando em volta quando ouvi um barulho suspeito:

- o que é esse barulho? - me levantei e peguei a faca dizendo com o tom mais alto de voz - quem está aqui?!

a resposta veio com um empurrão que fez minha faca voar longe. quando me dei conta vi algo que eu certamente podia morrer sem ver: um cachorro, mas não um cachorro daqueles fofinhos que achamos em pet shops e sim um cachorro preto e imenso com um olhar um tanto intimidador. minha reação? a mais provável, corri. tudo bem admito, não foi um ato corajoso mas o que esperava? era um cão imenso, eu era uma novata sem qualquer treino em combate e ainda mais desarmada. deveria ter pensando nisso antes de entrar na floresta, também não sou uma covarde total. não conhecia meus poderes muito bem mas havia ouvido alguns comentários e outros de alguns irmãos e irmãs de quione sobre algumas coisas que eu podia fazer. não custava tentar. limpei minha mente de tudo somente pensando em uma coisa: neve e frio, muito frio. com esse pensamento algo realmente legal aconteceu: começou a nevar e eu podia sentir que estava frio, embora alguns minutos antes estava suando por correr. o cão tremeu um pouco mas logo estava voltando a investir contra mim. se eu podia fazer nevar e ficar frio por que não poderia congelar coisas? e ao pensar isso me concentrei nas patas, somente nas patas do cão e podia mentalizar elas congelando e deixando cada vez mais difícil o mesmo se locomover. assim estava sendo. mas ele sem muito esforço estava quase quebrando o gelo, olhei em volta desesperada e dizia:

- calma cãozinho, muita calma. alex não quer te machucar.

ele parecia nem ouvir. ouvi dizer que minha arma no acampamento seria provavelmente o arco e flechas já que era filha de quione. pensei rápido, para utilizar um arco tinha que ter uma mira um tanto boa. mira. podia congelar coisas, fazer nevar e usar um arco, juntando todos esses pensamentos peguei um pedaço de madeira que estava jogado no chão e metalizei o máximo que pude ele congelando-se e uma ponta aguada surgindo nele. claro que assim foi. sussurrei antes de fazer o pensado:

- não é pessoal cãozinho, toda ação tem uma reação. a sua vai chegar agora.

e ao terminar lancei meu graveto recém feito lança no coração do cão. de alguma forma minha mira foi perfeita e atingiu em cheio. ele gritou e se transformou em algo bem nojento, meio que um pó amarelado. nojento. suspirei aliviada e saí o mais rápido possível da floresta, não queria ficar ali mais tempo para achar outro amiguinho.
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