Reclamação - Arquivo morto

Página 8 de 11 Anterior  1, 2, 3 ... 7, 8, 9, 10, 11  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Abr 08, 2012 4:08 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Nome – Anthony Klaus Blake

Idade –
17

Progenitor – Atena

Motivo – Sempre gostei muito de estudar e sou o que se chama de Nerd Descolado. Sei sempre as coisas e aprendo rápido, mais sem precisar me isolar no mundo real. Essas caracteristicas me levam a pensar que sou bem vinculado com os filhos da Deusa da Sabedoria e a compatibilidade é o que me fez tomar essa decisão.

Progenitor Mortal – Bruce Malkovich Klaus, Cientista, casado, possuí dois filhos e tem em seu nome uma casa em Vegas. Ganhou dois prêmios pelas suas descobertas sobre fungos e esta no auge de seus 50 anos.

Ágatha Pearce Blake, Cientista, casada, possuí um filho e tem em seu nome um carro e dois imóveis, um em Los Angeles e outro no Canada. Ganhou várias premiações pelos seus estudos, mais nada que a faça conhecida internacionalmente. Com 42 anos segue firme em seus objetivos.


Defeitos e Qualidades – Meu maior defeito é as vezes a arrogância, o sempre achar que esta certo. Minha maior qualidade é alem da inteligência a facilidade para perdoar, mesmo que isso tenha seus contras. Quando estou nervoso mordo meu lábio inferior e quando ansioso bato o pé levemente.

Cidade natal e atual –
Moro em Los Angeles com meu pai e a mulher dele.

Habilidade – Uma habilidade que desenvolvi foi a de definir a sorte ou o azar da pessoa a qual eu decida. Isso baseando as estatisticas e possibilidades que os atos tinham de dar certo, assim consegui aprender a opinar e com o tempo passei a conseguir manipular quando uma aão da certo (sorte) ou errado ( azar).

História – A descoberta de minha vida foi feita aos 7 anos quando ao entrar na escola eu já sabia praticamente mais que alunos de anos superiores. Minha capacidade de armazenar informações era muito grande e de raciocinar era ainda maior. Assim meu pai contou a verdade sobre mim para que eu entendesse o que se acontecia e me fez jurar que nada seria dito para minha madrasta e assim eu fiz. Guardamos esse segredo até os dias de hoje, pois fui para o acampamento meio-sangue e minha madrasta acha que estou em um colégio militar no exterior.

Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo


Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Tetsumi Risa em Sex Jan 11, 2013 12:38 pm

Ficha de Reclamação!
I love Rock!

Nome: Tetsumi Risa.

Idade: 15 Anos.

Raça: Semideusa.

Progenitor : Hefesto.

Motivo: Sempre gostei de montar e de desmontar as coisas, tenho muita curiosidade em saber como as coisas funcionam e como elas são feitas. Além disso gosto de ver o metal ganhando forma.

Progenitor Mortal: Sua mãe biológica é desconhecida.

Defeitos e Qualidades: Uma garota que sabe o que quer e faz de tudo para conseguir alcançar seus objetivos. Faz de tudo pelos seus amigos e aliados. Perde a cabeça com certa facilidade e, para relaxar, gosta de começar a forjar ou então ficar completamente só. Não gosta de brincadeiras, é extremamente séria, calculista e observadora. Consideravelmente fria, não se preocupa com aqueles com quem não tem afinidade.

Cidade natal e atual: Nascida em Osaka, não tem outra morada fora do Acampamento Meio-Sangue.

Habilidade: Como sua mãe adotiva é médica, a jovem tem um vasto conhecimento sobre o corpo humano.

História: As ruas estavam abarrotadas de pessoas animadas que corriam de um lado para o outro comprando enfeites coloridos para as festividades do 4 de julho. Os parques pareciam suportar o máximo de pessoas, além de estarem extremamente coloridos com as cores da bandeira americana. Já havia visto essa situação muitas e muitas vezes. Famílias hipócritas que fingiam amar uns aos outros indo fazer um piquenique no parque enquanto esperavam os coloridos fogos de artifício explodirem no céu.

Estava apoiada na parede de um beco, meu sobretudo negro encobria uma blusa vermelha que vestia, mostrando apenas minha calça escura e botas negras, as quais eu costumava vestir. Passei a mão pelo cabelo entediada por o tempo não passar de uma vez. Queria correr, queria ação, queria matar.

Já fazia quatro anos que havíamos fugido de casa, a gota d'água havia sido quando Yuukio quase nos espancara enfurecido por um motivo ridículo quanto fui levada para a diretoria novamente. Depois de sair de casa vagamos pelas ruas de São Francisco, roubando e matando para sobreviver. Durante minha vida nas ruas coisas estranhas aconteciam, como ser perseguida por pessoas estranhas; por monstros na verdade. É estranho usar essa palavra: monstros, pois todos me olham com aquela expressão de repúdio que costumam fazer quando olham para loucos.

Avistei ao longe a pessoa que procurava. Mais cedo naquele mesmo dia um homem vestido com um sobretudo, chapéu e óculos escuros havia pedido para que eu matasse um rapaz, ele entregara-me uma foto de meu alvo e uma maço de dinheiro antecipado. Era um alvo fácil, afinal o homem andava de muletas, no entanto ele tinha olhos rápidos como se a todo momento estivesse procurando algo que o ameaçasse. Talvez já tivesse sido ameaçado por um assassino antes. Rodei minha faca na mão esquerda e a coloquei por debaixo do casaco enquanto saía das sombras da construção em direção ao homem que deveria ser morto. Os olhos dele me encontraram no meio do caminho, e pude ver claramente que ele sabia por que eu estava ali.

E sabia, pois no minuto seguinte ele correu. Droga. Não gostava de perseguições através de multidões. Suspirei pesadamente e corri atrás do homem, o qual apesar de usar muletas parecia ser mais rápido do que eu. Perdi-o de vista umas duas vezes, mas nas duas achei-o rapidamente, era como se ele quisesse que eu o seguisse, pois sempre que o perdia ele parava de correr e ficava me encarando. Antes que me desse conta eu estava em um beco. Armadilha. Foi a única palavra que passou em minha mente naquele momento.


– Eu sei porque está aqui. – Disse uma voz atrás de mim, fazendo-me virar rapidamente e empunhar a faca. Era o meu alvo. – Mas isso tudo está errado. Eu sou seu protetor, Tetsumi. E temos que sair daqui o quanto antes.

Como ele sabia meu nome? E que história de protetor era aquela?! Aquela situação era tão bizarra quanto ver que ele conseguira me enganar tão pateticamente. Abri a boca para contestar o que ele havia dito, e para xingá-lo provavelmente, porém minha fala fora interrompida pelo bater de palmas ao meu lado. Das sombras alguém parecia sair calmamente. Seus olhos estavam cobertos pelo chapéu, apenas seu sorriso sádico e esbranquiçado podia ser visto através das sombras que lhe encobriam o rosto. Era o homem que havia me contratado.

– Muito bem, Houston. Achou sua protegida, mas infelizmente não poderá protegê-la. – Uma voz feminina saiu com uma espécie de sibilo dos lábios daquele ser.

Seu sobretudo foi jogado ao chão assim como o chapéu, e sem dúvida alguma aquilo era um monstro, ou alguém com uma fantasia muito boa para o 4 de julho. A metade de baixo de seu corpo, onde normalmente ficam as pernas das pessoas, era na verdade a calda de uma cobra, enquanto a parte de cima era o corpo nu de uma mulher. Seus cabelos eram compridos e negros e seus olhos iluminavam-se num vermelho tão vibrante quanto o sangue. Havia raiva em seus rubros olhos, e eu sabia exatamente em quem ela descontaria esse ódio, porém não esperaria que ela fizesse algo antes de mim.

Avancei contra a mulher-cobra com a faca em punho, cravando-a em seu tronco, apertando com a maior força que podia enquanto girava a faca em seu tórax para causar-lhe o máximo de ferimento que podia. Afastei-me alguns passos em seguida e fiquei a observá-la, na esperança que aquele monstro caísse no chão de forma agonizante enquanto seu sangue espirrava para todo o lado. Infelizmente minhas esperanças sempre foram em vão. A mulher (se é que posso denominar aquilo como mulher) deu uma risada sinistra antes de tirar a arma de seu tronco. O ferimento que havia feito nela não adiantara de nada, pois o buraco que se criara em seu tronco fechara-se três segundos depois.


– Ok… Corre. – Gritei com um sorriso no rosto já me virando e correndo.

Sim, um sorriso. Aquela situação era de certa forma engraçada e talvez única. Eu e meu alvo sendo perseguidos por uma mulher-cobra que havia me contratado, mas que na verdade queria me matar. Sem contar o fato dela não morrer. Quantas vezes isso aconteceria? Era uma situação única e totalmente esquisita, só o que me restava era rir e correr.


– Uma lâmia. Droga, achava que eram só as harpias estavam te vigiando. Temos que ir para o Acampamento Meio-Sangue o quanto antes, Tetsumi! – Disse o homem correndo ao meu lado e me olhando desesperadamente.

– O que diabos tu acabou de dizer, nanico? Não entendi nada.

– Hunf.[color=firebrick] – Resmungou ele dando uma risada nervosa em seguida.

Corremos por entre a multidão novamente, a qual estranhamente apenas dava passagem aquela mulher horrível híbrida de cobra. Será que eles achavam que aquilo era uma fantasia ou todos esqueceram de trazer os óculos? Não importa, apenas queria sair dali para despistar a lâmia, como o homem havia chamado-a, ou seja lá qual era o nome daquilo. Olhei ao meu redor procurando ver para onde iria em seguida, quando o homem chamou-me, ou melhor, puxou-me para mais dentro do parque, onde havia bem menos pessoas. Ouvi um grito irado da lâmia atrás de nós, provavelmente havia nos perdido. Idiota. Paramos de correr alguns minutos depois, eu ofegando um pouco e ele nem ao menos ofegando. Do que ele era feito, de titânio?


– Ok, quem ou o que diabos é você? – Perguntei por fim, arqueando uma das sobrancelhas enquanto o encarava.

– Sou um sátiro; um protetor. Por favor, não ria, isso é sério. – O tom de sua voz fez meu riso cessar, dei uma chance para que ele se explicasse.

O sátiro contou-me várias coisas, desde a existências de deuses gregos à existência de um acampamento meio-sangue, o qual era onde os filhos destes deuses se abrigavam.

No segundo seguinte uma mulher-cobra imensa, irada e totalmente psicótica pulava por entre as árvores quase caindo com seu imenso corpo de réptil por cima de mim. No último minuto consegui rolar para o lado, erguendo-me rapidamente a tempo de desviar as afiadas garras da mulher que se cravaram à onde eu estava à poucos segundos atrás.


– Não… Tetsumi! Pegue isso! Vai matá-la. – O homem arremessou uma adaga de bronze que reluzia estranhamente. Não importava muito o que era, se desse para eu matar aquele bicho com isso então tudo bem.

Retirei o sobretudo que vestia deixando-o cair no chão enquanto um sorriso contorcia minha expressão numa máscara sádica e estranha à aquele rosto delicado e inocente. Avancei com a adaga em punhos, enquanto a lâmia corria em minha direção também. No último minuto, escorreguei para a esquerda, passando a lâmina na lateral do corpo do monstro. Viramos no mesmo momento enquanto sangue espirrava no corte feito em seu tronco.

Ela atacou-me com suas garras obrigando-me a caminhar para trás enquanto desviava ou defendia-me com a adaga. Enquanto atacava e defendia, o sátiro – que estava sem calças e mostrando aquela perna bizarra cabeluda de bode – apenas gritava ordens para mim enquanto assistia o confronto de uma distância segura. Belo protetor estes malditos deuses me mandaram! Um momento de descuido fez com que a garra da mulher-monstro atingisse-me no braço abrindo um corte não tão profundo, porém que doía bastante.


– Maldita. – Cuspia a palavra enquanto continuava com meu sorriso.

A lâmina traçou um corte horizontal, fazendo com que o monstro tivesse que afastar-se. Continuei com estes golpes: horizontal, diagonal, vertical, diagonal, diagonal… A cada passo – ou arrastar de calda, sei lá como devo descrever – que ela dava para trás, mais perto ficava de uma grande árvore bem atrás de si. Um último golpe e ela enfim encostou as costas na árvore, notou seu erro tarde demais, já que no segundo seguinte uma adaga cortava-lhe o corpo em dois partindo-lhe do ombro esquerdo até o começo de sua calda de cobra. Ela não teve tempo de gritar antes de transforma-se em pó dourado. O que era aquilo? Um monstro gay que virava purpurina quando morria?! Meu dia estava cada vez maaaaaais bizarro.


– Ok, naninco, digamos que eu acredite no que você disse aí. Onde fica esse tal acampamento?

Ele abriu a boca para falar, mas neste momento um grito vindo do céu, e alguns rosnados provindos das árvores o calaram. Eu sabia perfeitamente que toda aquela situação ficaria um pouco pior. Ou seja, mais divertida, porém estava cansada até aquele ponto… Apertei a adaga em minha mão dando vários passos para trás junto com o sátiro.

– Tetsumi Risa, certo? – Perguntou ele aflito.


– Sim. – Voltei meu olhar pro "protetor" com clara apreensão. – Bom… CORRE! – Consegui gritar antes de sair em disparada enquanto quatro mulheres aladas e cães estranhos corriam atrás de nós. Nem preciso dizer que nossa chegada até o acampamento fora toda uma fuga insana de monstros estranhos e carnívoros. O bom disso tudo? Bom, acho que não tem lado bom.



avatar
Tetsumi Risa
Filhos de Hefesto
Filhos de Hefesto

Mensagens : 5
Pontos : 7
Data de inscrição : 11/01/2013

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Carolyn A. Skywalker em Sex Jan 11, 2013 4:27 pm

Ficha


No more pencils No more books No more teacher's dirty looks Well, we got no class And we got no principles And we got no innocence We can't even think of a word that rhymes School's out for summer School's out forever School's been blown to pieces

POST: #001
TAGGED: Ficha.
CREDITS: LOONY @ ETVDF

Nothing; Nothing; Nothing; Nothing ;

Nome – Juliet Clark Hanks

Idade – 16 anos.

Raça - Humana, descendente.

Progenitor – Edward Joshuan Collins, não era um mortal comum, era um semi-deus, filho de Poseidon. O sujeito sempre correrá grande perigo ao ser perseguido por monstros, passou um breve período com Jennifher, a mulher que engravidou. Para segurança da própria filha, Edward as deixou. Depois disso, ninguém teve mais notícias da prole de Poseidon.

Motivo – Como uma mortal descente, desejo apenas provar que não se precisa ser um semi-deus para tornar-se o herói. Como humana, desejo lutar pelos meus valores e minha própria segurança.

Progenitor Mortal – Jennifher Clark Hanks, uma mera mortal sonhadora, dona de um restaurante próxima a praia. Logo se apaixona por Edward, com quem tem um breve relacionamento conturbado, repleto de mistérios e mentiras.

Defeitos e Qualidades – Vingativa, detesto pessoas que se metem no meu caminho ou ousem criticar meu jeito de ser. Fora isso, sou passiva e amigável, consigo fazer amigos com facilidade. Com tudo, sou extremamente observadora, costumo acompanhar as ações das pessoas ao meu redor para conhecer seus defeitos e qualidades, nisto, noto os baixos e altos de cada um. Sou fiel com meus amigos, ousaria me sacrificar por eles, se fosse preciso. Aliás, costumo ser determinada, lutando por aquilo que acredito.

Cidade natal e atual – Nasci na Austrália, em Sidney. Atualmente moro no Acampamento Meio Sangue.

Habilidade – Possuo vasto conhecimento em mitologia grega, constando as breves aulas de Hipismo.

História –

Nasci na Austrália, na cidade mais populosa, Sidney. Minha mãe, Jennifher, pouco me informou sobre o meu pai. Que nos abandonara após minha mãe engravidar de mim. Tínhamos uma pequena casa de madeira próxima a praia, onde Jenny, como mais gostava de chamar minha mãe, tinha um restaurante de frutos do mar. Não havia familiares próximos de nós duas, sempre cuidamos uma da outra, desde que era pequena. Estudei em casa até meus 10 anos de idade, até que o trabalho de minha mãe tornou-se mais intenso, e maç tempo ela tinha para me ensinar alguma coisa. Logo, entrei em um colégio particular. Desde o começo, Jenny negava-se a deixar que me matriculasse em um, dizia que corria perigo ao ficar sozinha, que nem acompanhada estava em segurança. Quando fazia alguma pergunta referente á isso, Jenny respondia que era por causa do meu pai, que amaldiçoara nossas vidas. Realmente não entendia o que minha mãe dizia naquela época, muito menos o perigo que corria por causa de meu pai. Mas por ela, sempre fui chamada de especial. As vezes me perguntava se tinha alguma doença na qual não sabia, mesmo que tivesse, Jenny não permitira que ficasse no mesmo espaço que as outras crianças da minha idade. Meu período no colégio fora tenso, não me enturmava com as outras crianças. Sendo criticada por não ter meu pai do meu lado. Com isso, comecei a me perguntar na época qual era o meu problema, por qual motivo fora deixada por ele.

Jenny não aguentou por muito tempo, minhas perguntas tornaram-se inteligentes e manipuladoras, deixando-a com os nervos á flor da pele. A resposta fora unanime, meu pai, era simplesmente o filho do deus do mar, Poseidon, da antiga mitologia grega. Aquela fora a época mais difícil de minha vida, descobrindo a existência de deuses e monstros, que eram o pior perigo para semi-deuses, filho de deuses. Meu pai havia feito o sacrifício de nós deixar para manter-nos em segurança. Tal fato me fez especial, e percebi que não sofria tanto perigo como meu pai, nunca tinha feito o sacrifício de deixar minha família, que na época, era minha mãe. No colégio as coisas eram mais passíveis, não importava os que meu colegas falavam sobre mim, sabia que era especial, e isso já bastava.

Em uma tarde qualquer, no horário de saída do colégio, encontrava-me á caminho de casa. Fora um longo dia no colégio, e realmente queria um momento de sossego na praia. Era um dia normal, até aquele momento. Virei em um beco que era sem dúvida, um trajeto de pouca duração para casa. Me vi em uma bizarra cena, pior em que um filme de terror. Um garoto de cabelos loiros segurava uma espada de prata, finalizando um combate com um monstro... que não poderia descrever naquele tempo, mas podia reconhecer agora. Uma dracaenae, uma mulher reptiliana, com duas caudas no lugar das pernas. Com o semi-deus de cabelos loiros, encontrava-se um sujeito de pernas cabeludas, que mais lembrava um burro da cintura para baixo. Soltei um grito de horror, mesmo com aquela cena, minhas pernas estavam moles demais para andar. O sátiro correra em minha direção, mas a inconsciência tomara conta de mim, naquele dia. Despertara no Acampamento Meio Sangue, tomando conhecimento que não existia só eu de adolescente especial, e sim muitos outros. Assim, o Acampamento Meio Sangue tornou-se meu novo lar, mesmo que atreve-se passar as férias de verão com minha mãe.


avatar
Carolyn A. Skywalker

Mensagens : 3
Pontos : 3
Data de inscrição : 11/01/2013
Idade : 21
Localização : Nos seus sonhos.

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Candice E. Lockheart em Dom Jan 13, 2013 7:02 pm

_____________________________________________________________________________
Reclamação Divina



Nome: Candice Elise Lockhearth

Idade? 17

Raça: Semideusa

Progenitor: Hipnos, Deus do Sono.

Motivo: Porque Hipnos é o deus do sono ou a própria personificação deste e dormir é simplesmente uma das melhores coisas que se pode fazer na vida. Dormir recupera suas energias tanto físicas como emocionais, dormir é prazeroso, não há pessoa que não goste de acordar de manhã e poder voltar a dormir aquele sono leve. Acho que me tornando filha do mesmo,poderia ter mais liberdade para me dar bem no acampamento, já sabendo que poderia usar o sono uma das melhores coisas da vida a meu favor e assim, sobreviver.

Progenitor Mortal: Minha mãe, Caroline Elise Lockhearth era uma mulher fantástica. 28 anos, loira de olhos claros e pele morena e dona de um belo corpo que chamava a atenção de qualquer um. Minha mãe era um pouco quieta e trabalhava numa cafeteria em Long Island, próximo a praia num quiosque. Cresci com ela, morando num pequeno apartamento a poucas quadras da praia onde ela conheceu meu pai até agora desconhecido. Ela descreve ele como um homem perfeito, sendo sedutor por simplesmente respirar de maneira diferente e ser uma pessoa extremamente trabalhadora e por isso, sempre estava cansado em seus encontros. Mamãe sempre fora batalhadora e adorava servir e ajudar a todos,tendo uma personalidade amável e adorável.

Defeitos e Qualidades: "Quando não está dormindo, Candice é uma garota simpática, alegre e muito distraída. É uma boa guerreira, não tão boa quanto as de Ares, mais como uma filha de Hipnos, pau pra toda obra."Um de seus principais defeitos é a falta de noção do perigo das coisas, é um tanto quanto lerda ao extremo e demora para processar as coisas. Uma tipica genia retardada.

Cidade natal e atual: – Nova York, Longs Island. Idem a cidade Atual.

Habilidade: Flautista. Ganhara de presente uma flauta de Ouro de sua mãe quando pequena, a qual aprendeu a tocar perfeitamente com nove anos de idade.

História:

Candice estava no colégio. Era um dia normal na vida da garota sonolenta e simpática, só que quando ela saiu do colégio para casa algo muito estranho aconteceu. Viu uma coisa no céu, voando em sua direção, a coisa tinha pernas enormes de pássaro, corpo e cabeça de mulher, e no lugar de mãos e braços possuía garras, suas penas eram alaranjadas e vinha em alta velocidade em sua direção. A sonolência passou e a garota começou a correr pela rua, tentando fugir da coisa que se aproximava.

Candice entrou num beco pra ver se cortava caminho para chegar mais rápido num Wall-Mart contando com a idéia de que lá ficaria segura, mas ao entrar no beco, viu que não tinha saída, e quando tentou voltar, pisou de mal jeito, escorregou e caiu no chão úmido e repleto de musgo do beco. Ela nunca tinha ido por esse caminho na vida dela, tentou se levantar, mas não conseguiu, seu pé estava provavelmente torcido. Olhando para a entrada do beco viu o monstro chegando e aterrissando em frente a ele e falou:
-Você vai morrer meio-sangue!!

“Meio Sangue? O que diabo é isso” pensou a garota, que viu a mulher pássaro que se preparava para atacar. Ela abriu suas asas alaranjadas, deu um berro que pareceu mais um grito de águia e assim que terminou de berrar veio com seu bico em direção da minha garganta. Rapidamente, com um reflexo e habilidades vindas de não sei onde, seguro o bico da coisa e fico forçando o bico para longe, mas a mulher-galinha não tinha somente o bico como arma, senti as garras das patas dela rasgando minha coxa. Dei um berro que foi numa altura igual ao grito dessa aberração que tentava me matar, porém , não soltava o bico da mulher galinha da minha mão.
Fiquei dez minutos segurando o bico dela e gritando por socorro, quando ela se soltou e falou:
-Chegou sua hora, semi-deusa!!

Fechei meus olhos e esperei o fim. Acabou... Nada tinha acontecido, ousei abrir os olhos para ver o que tinha acontecido e não acreditei no que vi, um garoto estranho que estudava na minha classe, estava lutando contra a mulher pássaro, mas ele não era exatamente o mesmo garoto. Da cintura para baixo ele era um bode, pernas peludas, cascos, tudo ali. Ele segurava uma flauta, a qual tocava e fazia cipós saírem do chão e se amarrar nas pernas da harpia, então, quando a coisa estava bem presa, o garoto, que pelo que eu lembrava se chamava Will, pegou uma faca brilhante cravou na barriga da harpia que berrou e logo após virou pó que foi espalhado rapidamente pelo vento. Willian olhou pra mim e perguntou:
-Você está bem Candice? Te levarei a um local seguro.

-O que é você? – A perna do garoto ardia em chamas, o corte tinha sido muito profundo e estava doendo, era como se alguém tivesse jogado álcool na ferida. Ele tinha que confiar no rapaz.
-Venha comigo Srta. Lockhearth, a cada segundo que você passa aqui, outro monstro pode te atacar, você tem que vir comigo!

Sonolenta, a garota assentiu e com esforço tentou se levantar, mas ao sentir sua perna cortada e sangrando doer e arder, Candice desabou no chão e sem energia nenhuma fechou os olhos e fez uma coisa que fazia melhor do que tudo nessa vida: A garota dormiu.
Dormiu por um bom tempo e acordou num lugar completamente diferente, sua perna estava sem cicatriz nenhuma, seu pé parecia normal e o sono ainda não tinha passado. Olhou para os lados, ainda meio tonto, e viu Will, o sujeito meio bode.
-Onde eu estou Will?
-Você está no Acampamento Meio-Sangue, um lugar para filhos de deuses como você. Sua mãe ou seu pai era um deus ou deusa grega, fique calmo, essa notícia é impactante para todo mundo, relaxe.
-Eu estou calma! E se isso for verdade mesmo minha vida se explicaria fácil, e possivelmente minha mãe que é uma deusa, não conheci meu pai.
Um brilho sobre a cabeça da garota e ela fechou os olhos, com um sinal de "z" a altura de seus ombros. Will sorriu,vendo Candice dormir e disse:
-Bem vinda, filha de Hipnos.







Candice E. Lockheart

Filha de Hipnos -- Sonolenta -- 17 anos -- Solteira
avatar
Candice E. Lockheart
Filhos de Hipnos
Filhos de Hipnos

Mensagens : 2
Pontos : 2
Data de inscrição : 13/01/2013
Idade : 19
Localização : Acampamento Meio Sangue

Ficha do personagem
HP:
110/110  (110/110)
MP:
110/110  (110/110)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Daren K. Connor em Dom Jan 13, 2013 9:04 pm

Nome – Daren Kenwey Connor

Idade – 15

Raça - [Humano] - [Semi-Deus]

Progenitor – Ares.

Motivo – Fanático pelo tal Deus desde pequeno, é o único cuja personalidade acho admiradora. Ele não é o " Bonzinho" nem o " Herói " das histórias, e sim um guerreiro sádico que faz de tudo para alcançar seus objetivos. Ares será meu futuro pai .

Progenitor Mortal – Minha mãe é chamada de Katty Connor, ' pavio curto ' são as palavras ideias para descrever aquela mulher. Além de ser totalmente perfeccionista em relação com seus objetivos.

Defeitos e Qualidades – Meus defeitos podem ser minhas qualidades do meu ponto de vista. Impiedoso, estressado, impaciente, perfeccionista, objetivo. Tais palavras me definem completamente.

Cidade natal e atual – Nova York. Um apartamento de classe alta próximo ao Time Square, onde tem a melhor vista para o Ano novo possível .

Habilidade – " O Leão domina o local por onde passa apenas com seu rugido " . Palavras cujo não sei de onde li, porém as mesmas nunca sairão de minha cabeça desde pivete. Tenho a voz da liderança por onde passo independente da ocasião .

História – Sempre desconfiei que algo acontecia com minha família. Minha mãe tem esquecimento rápido de tudo que fala, então a morte de meu pai as vezes gerava dúvida. Meu ' irmão adotivo ' sempre me contava histórias sobre um acampamento mágico, até eu completar 13 anos, onde ele me ensinou muitas coisas gregas cujo eu me identificava. A Surpresa não foi grande ao saber que estava em perigo, talvez a surpresa relativa foi o fato de meu irmão e melhor amigo ser metade homem e metade bode, porém não vem ao caso. Eles vieram me preparando desde criança, então o choque não foi tanto. Fiquei surpreso, mas não assustado. A não ser por algumas mentiras cujo completavam 75% de minha vida passada. Agora terei de ser um novo eu denominado Semi-deus filho de Ares. Como diz Quíron. Irei começar direito.
Era uma tarde totalmente comum para minha família, minha mãe estava sentada ao lado de meu irmão cujo mais velho ( 4 a mais que eu ) na sala da diretora de meu antigo colégio. Eu tinha batido num garoto cujo recusou me imprestar 1 Dólar para inteirar o dinheiro do meu almoço.
Tudo bem que a Sra. Wilson já tinha deixado por aquele dinheiro, porém eu odeio dever algo para qualquer pessoa.
Minha mãe saiu da diretoria acompanhada de meu irmão com um papel em mãos. Caminhamos em silêncio até o carro no estacionamento, e ao entrar ela me olhou com uma cara de desprezo.
- Já é sua 4º Escola esse mês, e graças a isso, seu irmão também tem de se mudar. Poxa Daren, não quero lhe tirar uma tira de couro toda vez que bater em algum garoto.
O silêncio dominou o carro novamente, e foi quando meu irmão pediu para que ela parasse o carro, e ela olhou com uma expressão de perdão para ele. Ambos sairam do carro, e deram alguns passos para longe do mesmo. Tentei abrir a porta, porém a mesma estava trancada, percebi que era algo particular. Consegui olhar apenas as expressões de ambos, o qual minha mãe parecia desesperada e Debby ( Meu irmão cujo não me lembro de ter citado seu nome anteriormente ) tocando seus ombros como um desconhecido tentando lhe acalmar.
Percebi que o assunto se trata de mim, e foi quando percebi que o assunto era sobre mim, cujo ela sempre apontava o dedo para o carro, na janela em que eu estava sempre que ele citava me nome ( pelo menos aparentava ).
Os dois voltaram ao carro, e ela deu o retorno para o suposto interior da cidade.
- Vamos visitar a vovó ?
Perguntei, porém o silêncio dominava o recinto. Toquei os braços de meu irmão, cujo como se estivesse esperando por aquele toque, me entregou um livro o qual eu não lia desde os 7 anos. O acampamento mágico de hungers. Se tratava de um acampamento o qual crianças mal-educadas vão para se tratar com adultos que passam pelo mesmo problema. Parecido com um internato. Porém, no desenho da capa, tinha algo que eu nunca tinha reparado antes, a escrita daquele desenho a mão não era Inglês, e sim grego. Minha mente entrou por alguns segundos em choque, e as palavras começaram a se dilatar no livro formando algumas letras cujo eu nunca avistei na vida, porém eu pudia entendê-las de alguma forma inexplicável.
- Não vai me dizer que estão me levando para o internato ?
Disse bruscamente, tentado abrir a porta do carro em movimento, foi quando vi uma lágrima escorrer do rosto de minha mãe, algo que eu nunca tinha visto antes.
- Leia o livro. E não pergunte nada quando acabar.
Disse Debby, foi quando para evitar uma discussão de 5 minutos aceitei o pedido do mesmo, cujo parecia sério. Eu não era mais uma criança, o qual eles podiam entreter com livros infantis, porém as ilustrações pareciam mais reais de alguma forma, anotações em amarelo grampeadas no livro fazia ele ficar grosso. Assim que comecei a ler, percebi que Debby estava acompanhando a leitura, com as páginas e ele ia me explicando, com as mãos e com os lábios desesperado como se estivesse lutando contra o tempo. Foi quando fechei o livro desesperado, e encostei minha cabeça no banco.
- Aconteça o que acontecer, você estará comigo ?
- Nunca te deixarei de lado, irmão.
- Então vamos.
Fechei meus olhos lentamente, como se estivesse entrado em transe, e acordei em meio a entrada do acampamento com minha mãe se despedindo de mim, não entendi muito no calor do momento, porém fui seguindo Debby conforme o mesmo continuava.
Alguns minutos depois estava em meio ao acampamento, um lugar totalmente estranho para mim, porém me sentia confortável como se já estivesse lá em algum momento, com um ar de lar doce lar, ainda meio confuso, porém sóbrio para aceitar qualquer tipo de desafio, ou questão que possa me confundir. Estou pronto para o Acampamento meio-sangue.
avatar
Daren K. Connor
Filhos de Ares
Filhos de Ares

Mensagens : 1
Pontos : 1
Data de inscrição : 13/01/2013
Idade : 20
Localização : Just in New York

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Klaus Foster Noah em Dom Jan 13, 2013 11:06 pm

Klaus Foster Noah
Teste de Reclamação


----------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------------



Nome – Klaus Foster Noah

Idade – 18 Anos.

Raça - Semideus

Progenitor – Hermes

Motivo – Me faz pensar muito, mais tenho uma breve e rápida resposta para isto ... afeição. Não sei explicar mais é bem motivador e elevante ressaltar um personagem como filho de Hermes.

Progenitor Mortal – Sua mãe, Charlotte, desistiu de tentar curar Klaus de seu Déficit de Atenção desde que o garoto fizera seis anos, sendo tratado por babas constantes e creches integrais,sequer obtendo o carinho da mãe que ligaria mais a afins lucrativos e reservaria maior parte de atenção a seu marido; padrasto do garoto. Com a Dislexia a mulher sequer deu-se ao trabalho de tentar algo, ao acreditar que dinheiro seria a solução para tudo o disponibilizaria várias consultas médicas e psicológicos sem sucesso; logo pensando a creditar que a criança fosse uma aberração. A mãe continuou a dar a mínima para o garoto até que o levou a obter problemas psicológicos e ao uso de drogas e as bebidas.


Defeitos e Qualidades – Pouco calmo consigo mesmo, na maior parte do tempo, Klaus costuma mover-se de um lado para o outro ao prólogo de suas vontades, nem sempre lógicas. Egoísta e um pouco mais egocêntrico do que o senso comum e ele mesma admitiria, Klaus é muitas vezes preguiçoso quanto aos seus deveres e muito raramente seus companheiros, irmãos ou amigos conseguem fazer com que faça algo quando não está com vontade. Bagunceiro, além de tudo. Não consegue manter sua parte do chalé em perfeito estado nem por um segundo sequer.

Cidade natal e atual – Klaus nasceu em Nova Jersey permanecendo la por um constante tempo; logo depois acaba se mudando juntamente a sua mãe e seu padrasto para um bairro empresarial em Nova York. Agora permanece sobre a linhagem do acampamento, mais não pretende manter isto por muito tempo.

Habilidade – Coragem, não é algo físico nem mesmo vantajoso em batalhas mas é algo totalmente psicológico, oque eleva a sua capacidade emocional e impiedosa de ser; estará acostumado a lhe dar com qualquer situação não temendo a morte e o perigo que o circula.

História – fazia somente alguns dias em que havia fugido de casa, o dinheiro ganho era o bastante para sobreviver um mês inteiro; estava presente sobre uma hospedaria de direitos a família, não que seria a verdadeira de forma alguma ... mais pelo menos oque minha mãe consideraria. Dirigia-se para seu quarto sobre a imensa hospedaria, desculpando-se com seus pouquíssimos constrangimentos levados. Sentia seu corpo reclamar pela dor de suas pernas, estava mancando com passos lentos.
Em um segundo estava andando sozinho pelos corredores do local e no seguinte, estava sendo sufocado por um homem alto, de aparência rígida. Perdia o ar mais cada vez que ele apertava seu pescoço entre a mão. Quando pensou que iria perder todos os sentidos pela falta de oxigênio, o homem cedeu, fazendo com que o garoto caísse no chão, engasgando em busca de ar. Pôde ter breves vislumbres da cena que se desenrolava em sua frente, no entanto. Um vulto passou sobre seus olhos... batendo em seu agressor com um pé-de cabra. Perplexidade passou por seu rosto enquanto o desconhecido o ajudaria a erguer-se puxando-o para longe dali. Teve um vislumbre do homem que a atacara tornar-se pó, mas pensou que aquilo fosse invenção de sua mente contundida. Não conseguiu ficar por muito tempo acordado depois daquilo, cedendo à inconsciência quase que imediatamente.
Acordou após algumas horas, segundo o que o tal " vulto " lhe contara. Não estava mais em Nova York e reprimiu a vontade de surtar com aquela informação em especial. O garoto arrumava algumas coisas em sua mochila e a entregou assim que viu que estava apresentável. Klaus tentou achar sua voz, mas falhou evidentemente. Percebendo seu olhar de interrogação, ele o explicou que quem a atacara era um Lestrigão e que ela estava em perigo no internato a partir do momento em que descobriram sua real linhagem.
]- Você é um semideus, filho de um deus com uma mortal ou vice versa. Não sei quem é seu pai ou mãe, mas acredito que ele não iria querer que você morresse daquela forma. - afirmou, suspirando pesadamente. - Ao menos eu acho isso. - terminou, numa voz tão baixa que o jovem não pôde escutar.
- E o que você é? - perguntou, num fiapo de voz.
- Oras, não é evidente? - caçoou da garoto, arrumando seus cabelos de modo que ele conseguisse ver um par de chifres. - Sou um sátiro.
Não escutou nada depois daquilo. Desmaiou imediatamente.
Abriu os olhos e encontrou um teto bem decorado em cima de si, sentindo cobertas sobre seu corpo. Sentou-se na cama macia em que estava deitado e deu uma boa olhada no ambiente. Não era, nem de perto, o mesmo que estava antes de desmaiar.
- Que bom que acordou, deixe-me chamar Quíron para dar-lhe as boas vindas. Alias ... me chamo Whillian- Viu o sátiro no canto oposto do qual estava e assim que ele se virou para chamar o homem, Belle mirou a parte inferior de seu corpo. Peluda, muito peluda. E ele tinha... Um rabo?
Céus, devo estar ficando louco. Levantou-se da cama e saiu do quarto, guiando-se segundo seus instintos mandavam para o exterior do lugar. Abriu a porta do hall, pelo que pôde inferir, e deu de cara com um homem de meia idade sentado em uma cadeira de rodas.
- Seja bem vindo ao Acampamento Meio Sangue, Klaus.




Legenda

ActionsMeOthers

avatar
Klaus Foster Noah
Filhos de Hermes
Filhos de Hermes

Mensagens : 1
Pontos : -1
Data de inscrição : 22/06/2012
Idade : 22
Localização : Paradise City - Aonde a grama é verde e as garotas são lindas *---*

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Charlotte D. F. D'Airelle em Ter Jan 15, 2013 5:16 pm

Nome – Charlotte Viollet Depardieu

Idade – 16 anos

Raça - Semideusa

Progenitor – Dionísio

Motivo – Por ser um Deus festeiro. Desde pequena eu vivia rodeada de festas, de todos os tipos.

Progenitor Mortal – Rosemarie Depardieu, 35 anos. Atualmente morta.

Defeitos e Qualidades – Arrogância, uma garota meio calada, mas não dispensa nenhuma festa, e as vezes pode ser bem companheira e proteger seus amigos.

Cidade natal e atual – Marselhe, França.

Habilidade – Boa lábia, e velocidade com precisão de movimentos.

História –
"- Acorda Charlotte, você vai derramar toda a bebida.
Essa era a minha rotina, todos os dias eu, Charlotte, tenho um tipo de programa que tenha festas e bebidas. Formaturas, saudações, etc. etc. Não é fácil a vida de uma festeira como eu."
Essa é a vida dela, de muito sucesso, e ela tem como ser, mas no dia que ela ia se tornar, ela descobriu que era uma semideusa.
Tudo começou com Charlotte andando pela rua para ir ao trabalho da mãe antes dela morrer, que era dona de um grande salão de festas. Por onde ela passava, Charlotte era conhecida como a "grande farreira", o que a deixava popular.
Charlotte ia chegando ao trabalho da mãe, quando um adolescente parou ela e disse:
-Charlotte, você corre perigo de vida!!!
A menina se assustou com o que o garoto disse.
-Desculpe, mas acho que você errou o caminho, o manicômio é ali naquela rua.
Ele sacode a cabeça e diz de novo:
-Eu falo serio semideusa, você corre perigo.
-Perai, semideusa? Eu sei que eu bebo demais, sou a insana da turma, mas semideusa? Eu? Depois a bêbada sou eu!
Ele sacode a cabeça de novo e quando ia falar, um ciclope enorme veio na direção deles destruindo tudo pelo caminho.
O garoto tirou a calça e mostrou patas de bode, mas Charlotte ficou pensando: "Perái, patas de bode?"
Ela ia correr mais uma voz sussurrou dentro da cabeça dela quando uma videira surgiu perto do local com um bilhete:
"Tem uma adaga nos ramos da videira, pegue-a discretamente e use-a para matar o ciclope"
Realmente tinha uma adaga, mas Charlotte ficou confusa, mas por segurança pegou a adaga e depois passou pela cabeça de Charlotte: ela nao sabia lutar.
Quando o garoto metade bode, metade humano foi derrubado, o ciclope foi atrás dela. Em um movimento desesperado dela, ela atirou a adaga no ciclope, onde acertou seu olho e o matou instantâniamente.
Ela ficou surpresa, ela nunca tinha lutado antes.
-Você, é um chupa-cabras?
O sátiro me encarou e disse:
-Chupa-cabras o caramba! Sou um sátiro, e vim do Acampamento Meio Sangue para levar você para lá, onde não vai enfrentar um ciclope desse.
-E onde fica?
-Estados Unidos, Long Island.
Fiquei surpresa, ele veio de lá até aqui por minha causa?
Ele então continuou:
-Precisamos de um carro
Eu olhei para uma Ferrari vermelha, e tinha um cara dirigindo, pedi para parar e o joguei para fora do carro conversível, pegando as chaves e dirigindo para o Aeroporto.

Charlotte D. F. D'Airelle
Filhos de Dionísio
Filhos de Dionísio

Mensagens : 2
Pontos : 2
Data de inscrição : 11/01/2013
Idade : 21

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Pandora van Hölle em Qua Jan 16, 2013 12:54 am



Ficha de Reclamação!



♦ Nome ♦ Pandora van Hölle.

♦ Idade ♦ 13 Anos.

♦ Raça ♦ Semideusa.

♦ Progenitor ♦ Nyx.

♦ Motivo♦ Eu me identifico com tal divindade e admiro a mesma. Sempre gostei mais da noite do que do dia, a lua e as estrelas sempre me pareceram mais belas quando o céu estava negro, negro como a própria escuridão. Vejo na noite uma magia única, especial e, acima de tudo, encantadora, cheia de mistérios e belezas incompreensíveis.

♦ Progenitor Mortal♦ Stephan van Hölle, um homem de quarenta e três anos de idade, com um metro e oitenta e nove de altura com noventa quilos, porém não é gordo mais sim forte. Ele é um holandês que veio para os EUA em busca de uma vida melhor, e conseguiu, se formou em engenharia naval e é o responsável pela construção dos navios usados em guerras ou missões importantes.

♦ Defeitos e Qualidades♦ -> Meiga, sincera, gentil, delicada, dedicada, justa, educada, quieta, tranquila, pontual, séria e amiga.
->Tímida, vingativa, desconfiada, intrigada, misteriosa, não aceita muitas brincadeiras, cabeça dura e irritante.


♦Cidade natal e atual♦ Nascida Nova Orleans e não tem residência fora do Acampamento Meio-Sangue.

♦ Habilidade♦ Vasto conhecimento tecnológico, devido a longa convivência com seu pai.

♦ História♦ Nasci na cidade de Nova Orleans, Estado de Luisiana, EUA. Abandonada por minha mãe com 3 dias de vida, fui amada e cuidada pelo meu pai. Sempre tive a melhor educação, acho que é por isso que hoje eu sou dessa maneira, delicada e sensível. Cresci sendo uma criança normal. Digo, tive muitas quedas, quebrei o braço duas vezes e vivia sendo posta de castigo por pregar peças nos meus avós. O meu pai trabalhava no noticiário local da cidade como repórter climático. O que eu posso dizer dele? Sempre fez o melhor por mim. Aos meus sete anos, meu pai trabalhava em dois empregos para pagar a minha escola e manter a comida dentro de casa. Eu não quero parecer rebelde, porém estudar nunca foi a minha vocação. Não ouve um ano letivo que eu não repetisse ele duas vezes. Eu estava constantemente nos consultórios médicos, porém não tinha outra solução, eu sofria de um caso raro de dislexia, e para ajudar tinha um pouco de déficit de atenção.

A melhor matéria para mim, era a de esportes. Eu poderia correr durante muitos minutos e me cansaria pouco ou quase nada. Eu não perdia nenhuma ação a minha volta. Sempre ligada em tudo, os meus movimentos e meus pensamentos estavam conectados durante vinte e quatro horas por dia. Por ser bastante amável, não tive muitos problemas de brigas na escola, exceto com algumas meninas que me imploravam para eu agarrar nos cabelos delas. Aos meus dez anos, a coisa foi ficando um pouco mais complicada. Muitas vezes eu acordava e poderia jurar que havia luzes em minha volta. Ou frequentemente eu reparava pequenos polos brilhantes em minha pele. Quando eu tentava iniciar o assunto com meu pai, ele mudava de rumo a conversa ou se esquivava para alguma tarefa inventada de última hora.

Aos meus treze anos foi quando tudo começou. Estava em casa, com meu pai quando um grande estrondo veio da cozinha, ele não entendeu nada e quando foi ver o que estava acontecendo se deparou comigo gritando sozinha e completamente ferida, falava que aquilo havia sido causa por um monstro e coisa do tipo. O desespero do meu pai foi fatal. Automaticamente ele começou a colocar roupas dentro de várias malas. Nesse momento eu já estava chorando, imaginando que o meu pai me internaria numa clínica para doentes mentais ou me daria para adoção por eu ser filha de extraterrestres. Segurou-me firme pelo braço e me levando para o carro, olhava em todas as direções. Não entendia muito bem o que estava acontecendo, porém algo me dizia que o medo dele era bem maior do que ele aparentava. Até a metade do caminho, nada foi dito. Eu continuava chorando, enquanto o meu pai tremia no banco do motorista. Trocando olhares em todos os retrovisores ele esperava algo acontecer. E algo aconteceu. Uma enorme garra furou o teto do carro, fazendo o meu pai perder o equilíbrio e invadir uma fazenda. Eram garras parecidas como metal e o dono daquela monstruosidade urrava ferozmente.Com o carro parado, o meu pai me abraço enquanto tirava uma arma do porta-luvas. Recarregando ele, ele começou a fazer disparos na direção das garras. Eu estava muito assustada para falar qualquer coisa ou fazer qualquer ação.

Fui segurada pela mão e puxada para fora do carro. O meu pai ainda olhava nas direções, porém com a escuridão a visão ficava um pouco debilitada. Novamente um grito, e uma ave passou por cima de nossas cabeças numa enorme rapidez. E logo após alguns segundos, novamente passou por nós. No terceiro voo ela parou, e eu gritei. Era uma visão horrorosa, era uma mulher metade pássaro. O meu pai a minha frente disparava várias vezes sobre ela com sua arma de caça, porém não fazia efeito. Ela preparou a asas e veio sobre nós, segurando o meu pai pelo braço levantou voo com ele. Sozinha eu comecei a correr, ainda ouvia os disparos da arma, porém não conseguia fazer outra coisa a não ser correr. Desesperada, eu me joguei sobre uma moita e ficaria o resto da noite escondida se não tivesse sido descoberta. A ave estava a minha frente, ela agora se encaminhava sobre mim. Eu podia sentir o cheiro de minha morte chegando quando uma flecha acertou o meio do peito do monstro, logo após, outra flecha, e de repente, uma chuva de flechas. Da escuridão saiu cinco meninas que disparavam contra o monstro que após não suportar explodiu numa chuva de poeira. Mesmo depois de ver o meu pai com elas, eu ainda não conseguia falar. Na verdade passei horas calada, apenas ouvindo a história absurda da minha vida. Mesmo indo a caminho do acampamento, eu continuei calada, eu sofria demais para realçar qualquer emoção. Em meus pensamentos, sempre a mesma palavra, o mesmo nome, Nyx! E mesmo depois de uma bela noite, uma enorme escuridão descer sobre mim na frente de todos, eu ainda não sabia o que sentia por essa mulher que me abandonou. Na verdade, eu ainda não sei se continuo a mesma garota de antes. Em seguida, o sátiro me puxou e me levou ao Acampamento Meio-Sangue.


avatar
Pandora van Hölle
Filhos de Nix
Filhos de Nix

Mensagens : 4
Pontos : 4
Data de inscrição : 15/01/2013
Idade : 18
Localização : Aonde menos se espera.

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Jade Korhonen Virtanen em Qua Jan 16, 2013 11:04 am

Nome – Jade Korhonen Virtanen

Idade – 17 anos

Raça - Semideus

Progenitor – Quione
Motivo – Por que eu desde pequena vivo em um país frio, e nunca me incomodei com isso.

Progenitor Mortal – Victori Korhonen, 32 anos.

Defeitos e Qualidades – Defeitos: Ingênuidade e Frieza. Qualidade: Perseverância.

Cidade natal e atual – Filândia

Habilidade – Carisma elevada e olhar penetrante.

História –
Eu estava na janela de minha mansão na capital Filandesa, um local frio e muito perfeito para mim, Jade, onde adorava locais frios.
Observava as pessoas passarem e decidi fazer um passeio nos jardins congelados de lá. Vesti uma camisa com mangas curtas, calça jeans e uma bota estilo country e segui pro meu destino.
Quando saio de casa, um rapaz forte e com uma roupa muito cafona diz:
-Você é Jade Korhonen?
Assenti com a cabeça e disse:
-Quem é você?
Ele estende a mão e fala com um sotaque meio estranho:
-Você está em perigo ficando aqui, precisa ir a um local em Long Island, nos Estados Unidos, onde você conhecerá pessoas iguais a você, o que chamamos de semideuses.
Eu dei uma risada leve, afinal aquilo soava muito louco, ele provavelmente deveria ser um bêbado, mas depois que ele ficou sério eu percebi que era verdade.
Eu ia perguntar alguma coisa, mas um carro voou em nossa direção, fui salva pelo rapaz que agora estava sem calças e com... Patas de Bode????? Aquilo era muito impressionante, mas eu fiquei ainda mais impressionada com o que estava se aproximando: um ciclope. Ele era corpulento, enorme, sujo, fedido e cheio de fúria.
Ele disse:
-Fiquei aqui e se proteja, se eu for derrubado facilmente, corra e se esconda.
Eu segui o conselho dele de correr e me esconder, e fiquei uns 5 metros dali, onde o carro tinha sido arremessado. Então fiquei assistindo a luta de Travis ( o sátiro) contra o ciclope, sendo o ciclope ganhando sem nenhuma dificuldade.
Eu coloco a mão no chão e um bilhete aparece escrito:
"Use isso na vida do ciclope"
Tinha um desenho de um floco de neve e em seguida um arco cor de gelo com uma única flecha estava ali, onde minha mão estava parada. Fiquei atônita, e enquanto recuperava minha atenção, o corpo de travis era jogado para onde eu estava e vi o ciclope vindo em minha direção.
~10 segundos: Eu fiquei assustada e meu corpo travou quando vi o ciclope me olhando.
~9 segundos: ele avançava lentamente com um sorriso diabólico
~8 segundos: ouvi uma voz na minha cabeça dizer: Pegue o Arco e atire na vida dele.
~de 7 a 3 segundos: ele avançou e eu segurei com firmeza o arco e a flecha
~1 segundo: disparei a flecha.
A flecha foi tão rápida que só via um turvo cor de gelo atingindo perfeitamente o coração da criatura, em seguida uma rajada bem gelada o congelou, destruindo ele em seguida.
O Travis acordou e ficou surpreso, mas em seguida disse:
-Vamos ao Acampamento.
Depois de muitas dificuldades, cheguei ao acampamento, um lugar perfeitamente bonito, o Travis estava fraco demais para prosseguir, então ele foi para a enfermaria e me entregou a um centauro chamado Quírion, que me explicou tudo sobre os deuses, o acampamento etc.
Olhei para ele e disse quando toquei em seu ombro (ele era um tampinha):
-Quem seria minha mãe?
Ele se arrepiou e disse:
-Pelo seu toque e por onde você morava, eu sei quem é sua mãe.


Jade K. Virtanen
Daugher of Quione - Chloe I Love You - Baby Doll

Jade Korhonen Virtanen
Filhos de Quione
Filhos de Quione

Mensagens : 8
Pontos : 6
Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 22
Localização : Noruega, vivendo em guerra...

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Linus K. Porter em Qua Jan 16, 2013 2:48 pm

Nome – Linus Klaus Porter.

Idade – 15.

Raça - Semideus.

Progenitor – Hipnos.

Motivo – Pois eu acredito que passo grande parte do tempo dormindo, mas também tenho um raciocínio lógico muito eficiente, característica dos filhos do deus.

Progenitor Mortal – Samantha Porter, mãe mortal que fora assassinada por uma dracaenae (leia a história)

Defeitos e Qualidades – Dorminhoco, chato, irônico, risonho, sonolento, brincalhão e amigável. Se cada uma dessas é um defeito ou uma qualidade, isso cabe a você decidir.

Cidade natal e atual – Nascido em Bangkok mas depois levado aos EUA, e agora no Acampamento meio-sangue

Habilidade – Arrombar portas, cadeados....

História –

Naquela noite de agosto, minha vida mudou. O garoto que dormia em todas as aulas teve um futuro diferente do que sempre esperou. Já deitado na cama, eu não conseguia pegar no sono. Um aperto no coração me incomodava profundamente. Eu morava sozinho com minha mãe, o que fazia com que ela sempre me ajudasse com tudo. Desci para conversar com ela, mas ela me olhava seriamente. Ela me puxou pelo braço, me jogou no carro, entrou no veículo e dirigiu...

Horas depois, estávamos em um lugar deserto, ela olhou pelo retrovisor e xingou. Olhou pra mim e disse algo sobre eu ter que me virar sozinho. Não pude ouvir devido ao carro virando. Uma espécie de mulher-cobra atacou-nos. O carro virado e minha mãe possivelmente morta me deixaram furioso. Toquei o colar que minha mãe me dera. Ela disse que era presente de meu pai. Um punhal se formou em minha mão. A Lâmina estava molhada. Abri a porta do carro com um chute e olhei para o monstro. Avancei nela com todas as minhas forças e tentei cortar a garganta do bicho. O monstro desviou e me atingiu nas costas. Caí de barriga no chão mas me virei rapidamente e tentei cortar a bochecha da mulher-serpente. Ela foi atingida com êxito e se sentiu fraca... colocou a mão na cabeça como se não se lembrasse mais aonde estava. Um líquido branco saiu do corte e eu lembrei dos meus estudos em mitologia grega: Água do Rio Lete, que fazia com que quem mergulhasse perdesse fragmentos da memória.

Surpreendido, vacilei e vi o monstro tirando a arma de minhas mãos e jogando-a longe. Dei um chute no ser e corri. Adentrei um lugar que consegui identificar como "Acampamento meio-sangue", e descobri ser um filho de um deus com uma mortal. Um semideus.
avatar
Linus K. Porter
Filhos de Hipnos
Filhos de Hipnos

Mensagens : 4
Pontos : 4
Data de inscrição : 16/01/2013

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Lexa Stoeva Ivanova em Sex Jan 18, 2013 2:22 pm

Nome – Samantha Morgan Monreau

Idade – 16 anos

Raça - Semideusa

Progenitor – Selene

Motivo – Por que eu desde pequena admirava a Lua, e sentia uma preocupação quando ela sumia.

Progenitor Mortal – Stephan Monreau, 46 anos.

Defeitos e Qualidades – Defeitos: Rancorosa e Fria. Qualidade: Apresentativa e carismática.

Cidade natal e atual – Quebec, Canadá.

Habilidade – Persuasão e agilidade.

História –
Estava sentada embaixo de uma árvore lendo meu livro, eram aproximadamente sete da noite. O brilho da lua cheia de um outubro chuvoso estavam forte. Quando tirei os olhos das páginas e observei em volta, a praça central estava quase vazia. A não ser por dois garotos aparentemente drogados a uns dois metros de mim. Olhavam-me de forma bem indiscreta. Fechei o livro e peguei minha mochila. Minha desculpa da vez seria “pai, estava na biblioteca”, o livro eu já tinha. Meu pai era do tipo que odiava qualquer comportamento fora do “normal”. Qualquer comportamento fora do padrão que ela estabelecia era completamente inaceitável, e eu... Bem, eu era completamente fora do padrão dela.
– Sozinha em uma praça numa cidade violenta como essa? Tá perdida, princesa? Deixa eu te levar pra minha casa. - disse um dos garotos que estavam sentados no banco da praça. Olhei para o projeto de Dom Ruan e quase o fiz engolir meu dedo do meio. Pensei ter escutado algum xingamento ou algo como “sem educação”, mas não liguei e continuei a andar.
Dobrei algumas ruas e logo avistei a casa pequena e aconchegante com uma plaquinha de boas vindas na porta. Era realmente uma casa bem tradicional e aconchegante. Pelo menos era o que aparentava...
Fui até o banheiro publico que era a meio quarteirão da minha casa. Tirei todas as roupas que poderiam me denunciar e joguei dentro da mochila, onde estavam as roupas “normais”.
Olhei em volta. Não tinha deixado nada, eu estava exatamente como tinha saído de casa e estava tudo ok.
Peguei minha mochila, coloquei no ombro e fui saindo do banheiro enquanto trocava o perfil do telefone para “casa” onde o toque da chamada era uma musica clássica.
- Fui até a biblioteca pegar um livro, mas a menina que atende não achou minha ficha, então demorei um pouco... Pai, você está ai? – Falei enquanto entrava em casa. – Pai, me responde! – Fui até a cozinha e olhei no relógio: 9 horas, papai sempre está em casa nesse horário.
Fui até a geladeira, peguei um pouco de sorvete e observei em volta, notei um bilhete em cima da mesa. Podia-se ler a 2 metros de distancia as letras gigantes escritas com a caligrafia de minha pai: FUJA.
Revirei o pedaço de papel dos “pés a cabeça”, mas nenhuma pista do que o “fuja” aparentemente desesperado de meu pai poderia significar. Olhei o rotulo do sorvete... Graças a deus não era sorvete de licor, então provavelmente eu não estava bêbada. Deveria ser apenas algum engano.
Passei uma meia hora assistindo um daqueles programas de perguntas e respostas que as pessoas sempre perdem na pergunta mais fácil e comendo sorvete, até que decidi ir dormir. Subi lentamente as escadas de madeira que faziam um barulho irritante a cada passo.
Fui até o banheiro e tomei um banho, agora apenas com uma toalha enrolada ao corpo abri a porta do quarto violentamente e me deparei com um menino deitado de pernas cruzadas em cima da minha cama, infelizmente não conseguia ver seu rosto tapado pelos cabelos escuros.
Um dos primeiros impulsos que eu tive era de tirar ele dai rapidamente antes que minha pai o visse e pensasse qualquer absurdo – que qualquer pessoa normal e em sã consciência pensaria –, mas lembrei-me de que ela não estava em casa e juntei tudo o que eu sentia e queria falar em apenas uma expressão:
-Que p**** é essa?
Ele parecia calmo, então sorriu e se sentou na cama lentamente. Logo reconheci: Stan, meu melhor amigo.
-Que foi? Parece assustada. Acha que eu teria alguma segunda intenção com você? Até parece que não me conhece! – Falou ele sorrindo enquanto se levantava vindo em minha direção - Eu não tenho, mas se quiser uma amizade colorida estou a disposição.
Empurrei-o enquanto ria.
-Sai pra lá, Stan. Aliás, como você entrou? – Falei enquanto pegava o pijama e voltava para o banheiro.
-Pela janela... Eu sei que você nunca fecha isso. Ei, nem coloca pijama. Vou dar uma volta, vem comigo.
-Eu não!
-Tem medo, é? Eu não mordo, sabia?
-Se eu for, pra onde vamos?
-Hm... O que acha de só darmos uma volta pela cidade? Sem destino.
-Vai ser rápido?
-Uhum.
-Jura?
-Pelos Deuses... Para de ser tão desconfiada, eu não sou um sem juízo como você. Juro pelo rio estige, agora vamos?
Eu ri. Stan geralmente usava algumas expressões sem sentido e que eu não entendia.
Joguei o pijama em cima da cama e peguei uma roupa no armário: camiseta do Rammstein, calça jeans e all-star. Me vesti, peguei minha mochila de estimação e então Stan me arrastou até a garagem.
-Quer que eu compre roupas pra você? – Falou ele.
-Não. Ué, por que quer comprar roupas pra mim? – Respondi surpresa com a pergunta.
-Por que eu só te vejo com essa camiseta, essa calça e esse all-star... Achei que tava passando necessidade.
-Vai se f****.
-Vamos juntos! – Ele riu. Mas logo continuou falando - O carro tá em casa?
O carro? Ah não! Eu é que não ia sair de carro com o Stan.
-Tá zuando né? Você quer sair de carro comigo, sem saber dirigir e com o carro da minha mãe ainda?
-Deixa de ser sem graça. Pega a chave ali e entra nessa joça. – Falou ele já na porta do carro.
-Juro que se acontecer alguma coisa eu nunca mais falo com você. – Respondi enquanto atirava a chave para ele e entrava no carro.
É, aconteceu muita coisa. Demorou algumas horas e lá estava eu, no meio de um acampamento de gente anormal e com um melhor amigo com pernas de bode.
avatar
Lexa Stoeva Ivanova
Filhos de Selene
Filhos de Selene

Mensagens : 2
Pontos : 2
Data de inscrição : 29/09/2012
Idade : 21
Localização : Não vou revelar... Ao menos que eu ganhe algo em troca 8)

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Ruby Evans Valentine em Dom Jan 20, 2013 4:17 pm


Ficha de Reclamação
And it all starts here...

----------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------------

Nome – Ruby Evans Valentine.

Idade – 8 anos. Porém, às vezes, por sua conduta madura em situações delicadas, acaba surpreendendo pela pouca idade.

Raça - Semideusa.

Progenitor – Atena

MotivoO que te faz pensar que você é um filho de tal Deus? - Desde pequena, ou melhor, desde antes do pequena atual, Ruby sempre fora extremamente inteligente. Curiosa, seus olhos vagavam por cada lugar e captavam o maior número de informações possíveis. Suas perguntas eram intermináveis e, na maior parte das vezes, admiravelmente perspicazes.
Consequentemente, ao longo dos anos, essa habilidade de observação e junção dos fatos foi aprimorando-se e, com ela, Ruby conseguia suprir os obstáculos impostos pela dislexia e TDAH que a cercavam – principalmente no colégio -, além de adquirir um senso de julgamento elevado, sabendo levar cada pondo em consideração antes de tirar suas próprias conclusões.
Por isso, aos oito, ela já era dotada de um senso de justiça admirável e uma capacidade de compreensão superior a da sua idade. O que, se for observar, são possíveis características encontradas na própria Deusa Atena.

Progenitor Mortal – Matthew Evans Valentine. 46 anos. Escritor de romances de ficção. Uma vez vencedor do prêmio Pulitzer, pelo livro fez a sua fama. Após descobrir ser pai, começou a trabalhar em casa e se mudou para uma fazendo no interior do estado. Detentor de uma imaginação e inteligência ímpar, estimulou do melhor jeito possível essas duas habilidades em sua filha, sendo positivamente recompensado ao perceber que nesta havia uma boa parcela de ambas. Sempre lia para ela ao dormir, fazendo a ter um gosto absurdo por livros mesmo com sua dificuldade de lê-los por causa da dislexia. É um pai amoroso e faria de tudo pelo bem de Ruby.

Defeitos e Qualidades – Alegre e sempre disposta a ajudar, Ruby leva a vida com um jeito simples de ser. Preza imensamente a lealdade, sempre tenta ver o melhor lado das situações e tem a inocência de criança ainda presente. Geniosa, é difícil mudar a cabeça dela quando decide alguma coisa.
Há duas principais manias presentes no dia-a-dia da nossa pequena:
Primeira: Ao falar, muitas vezes, acaba repetindo consecutivamente as palavras. Passagens como “uhum, uhum”, “pois é, pois é.”, “no no no no”, entre outras, são comuns em seus diálogos.
Segunda: Criar diálogos consigo mesma, tanto internamente, quanto externamente. Ou seja, hora ou outra se observa a Ruby falando sozinha ou imersa em pensamentos.

Cidade natal e atualCidade natal: Frankfort, Kentucky, Estados Unidos.
Atual: Leitchfield, Kentucky, Estados Unidos.

Habilidade – Nível elevado de observação, conseguindo captar detalhes - tanto no local, quanto nas pessoas - que na maior parte das vezes são ignorados.

História – Era um dia ensolarado, calmo, como qualquer outro na fazendo dos Valentine. Eu e meu pai estávamos sentados na varanda, aproveitando o clima ameno e tendo uma das nossas conversas diárias. Naquela em particular, eu tentava convencê-lo a me contar uma história, uma vez que seria a minha vez de fazê-lo.

– Mas, pai, você as conta muito melhor que eu. Olha como está o dia! Ele merece uma história bem contada. – Eu dissera, usando todo o meu poder de persuasão - Além do mais, não fui eu a ganhadora do prêmio Pulitzer aqui... - Olhara-o sugestivamente, afinal, apelar para a sua vaidade era uma das minhas principais armas.

Ele rira, balançando sua cabeça negativamente. - Esqueça, Ruby, não me pegará com isso novamente. Não pense que não percebi sua tática, mocinha. – Fiz uma careta, enquanto este completava - E, de toda forma, trato é trato. Eu conto uma, você outra. Não tente escapar!

E assim se seguira a discussão. Como disse, era um dia comum, um dia tão comum que a possibilidade de ocorrerem alterações nele era risível. Durante uns cinco minutos, eu tinha conseguido “matar” a minha vez de criar a história e estava absurda olhando para o meu pai, esperando o começo da sua, quando percebi uma pequena alteração em sua expressão. Um cenho franzido, um olhar sem entendimento na direção de algo atrás de nós.

Automaticamente, virei rapidamente na direção do que tinha desviado sua atenção. Um bando de aves não estava muito distante. Claro, morando em uma fazenda você pensaria que isso poderia ser comum e até era, mas não aquele tipo de aves. Elas estavam muito aglomeradas e, por algum motivo, pareciam refletir o sol, como se... Como se fossem feitas de metal? De fato, uma sombra pairava abaixo delas, não havia passagem de luz solar. Vendo-as de longe, assemelhavam-se a algo sombrio. Um arrepio involuntário perpassara por todo o meu corpo.

Com horror, percebi que já dava para ver as garras daquelas criaturas e, com mais horror ainda, que elas estavam cada vez mais próximas. Curiosamente, suas discrições lembravam algo que eu já tinha ouvido antes, algo que... Fui pega de surpresa quando senti o Matthew me pegar no colo e correr para dentro de casa. Seu rosto estava em um pavor extremo, lembro-me bem, mas parecia que ele sabia um pouco mais da situação que eu...

- Aves da Estinfália... O que elas fazem aqui?... Eu jurava que iria demorar mais para eles aparecerem... Ela só tem 8 anos... - Meu pai sussurrara, falando consigo mesmo, quase em transe, quase em desespero, quase esquecendo que eu ainda poderia escutar.

Eu também me permitir entrar em choque, assim que olhei para trás e me deparei com as malditas aves indo em busca da gente. As asas eram de uma velocidade impressionante e os bicos batiam em um som metálico medonho, quase dava para ouvir o pensamento delas: “Ora, ora, ora, jantar, jantar, por que corres?”. Ou pelo menos minha mente imaginava algo como isso.

Só consegui desviar os olhos das criaturas, quando fui posta no chão de novo, estávamos na sala, mas, por que... Meu pai abrira alguma porta que estava embaixo de um tapete - Ruby, entre aqui, rápido! - Fiz o que ele mandou, sem pensar, sem discutir, sem nem tentar entender nada. Aquelas criaturas agora estavam destruindo a nossa porta de entrada, eu só queria fugir dali, o mais rápido possível. Em seguida, ele me acompanhou, fechando a porta seja lá de que lugar fosse.

Respirei fundo, aproveitando a não visão daqueles bichos lá fora, e senti os braços do meu pai me envolverem, me puxando mais para trás naquele lugar todo escuro, protegendo ao mesmo tempo em que pareciam dizer “Agora está tudo bem, está tudo bem”. Segundos depois escutei os baques dos bicos metálicos deles tentando transpassar a porta. Gelei. Felizmente, esta era feita de um metal mais resistente que seus bicos, fazendo com que os baques não demorassem a parar.

Mesmo assim, não saímos de lá por um bom tempo. Ficamos na mesma posição, incapazes de nos mover, ainda sem acreditar que poderíamos ter sido devorados há um tempo. É claro que eu já tinha adivinhado onde nos escondemos: No porão contra furacões que tínhamos em casa. (Sabe aqueles filmes em que sempre aparece um? Então, não são apenas em filmes. Mas sabe aquela aparência frágil de madeira que eles têm? Pois é, os porões estão mais evoluídos que isso.) E, por sorte, tinha funcionado para algo pior que um furacão.

Uma hora, talvez duas, até conseguirmos sair de lá. Só que o Matthew começou a agir estranhamente. Iniciou ao fazer uma ligação, que ele não quis me informar sobre o que era. Após isso, ele subiu no meu quarto, pegou minhas malas e colocou tudo lá dentro, sem nem me dar à mínima atenção. As minhas perguntas foram ignoradas, ou meus protestos, tudo que eu falava. Ele simplesmente ficava nessa de arrumar meus pertences, murmurando para si mesmo, continuamente, algo como: “O acampamento... Preciso... Ela tem que ir... O mais rápido possível...”.

Obviamente, o ela se referia a mim, mas de resto... Que raios de acampamento seria esse? Por que eu teria que ir para lá? E por que ele estava arrumando tudo desse jeito? Não fazia o nenhum sentido, nenhum, nenhum... A ideia de sair de casa me pegou desprevenida, ainda mais depois do que aconteceu... Como eu saberia que ele ficaria bem? Eu não queria ir, mesmo. Mas não foi como se tivesse opção. Meia hora depois, estávamos no nosso carro, indo em direção a um local que eu não conhecia e o único que sabia do destino sem querer falar nada.

Foram, em média, umas três horas e meia de viagem. Em um silêncio incomum para nos dois. Meu cérebro não parava um minuto de pensar em tudo que estava acontecendo, ainda tentando achar uma lógica. E meu pai... Bem, este estava totalmente concentrado nos pensamentos dele. Eu só sei que, no fim, chegamos perto de uma colina, ao qual, eu tive que ir atrás do meu pai ao vê-lo subir. A primeira coisa que fiz ao chegar lá foi, finalmente, abrir minha boca.

- Ok, agora, acho que você me deve algumas explicaçãos, não? – Ironia, ressentimento, confusão, tudo estava misturado nessa simples pergunta. Pude ver o rosto do meu pai se contorcer, como se tivesse levado um golpe com minha pergunta. Não perdi a pose, de forma alguma, no momento, eu não tinha ideia do que ele estava fazendo.

- Olhe, pequena, não é tão simples assim... Eu não posso... Não agora, temos pouco tempo... É que... - Ele parecia estar travando uma luta interna. Levantei minhas sobrancelhas em questionamento, exigindo uma resposta. Ele respirou fundo, frustrado, parecia que tinha perdido a guerra contra si mesmo. - Ruby, me escute, isto é extremamente sério. Você não é apenas humana, você tem um pouco de uma Deusa em você.

Meu olhar de incredulidade deveria ter sido tão grande, que ele reafirmou. - Não posso explicar toda a história, mas acredite, você tem. Os chamados semideuses, heróis, como os das estórias que eu conto para você, desde pequena. - As estórias, era isso! De lá que eu ouvira falar as Aves de Estinfália, elas eram iguais as descritas por meu pai em seu conto... Peraí... Então, então... Ele sorriu - Você entendeu, não é? Não eram apenas estórias. Por isso, escute. Eu fiz o máximo que pude, lhe passei tudo que conhecia sobre seu mundo, informações que podem ser preciosas. Mas, não posso fazer mais que isso. Aqui, você poderá aprender a se defender e, principalmente, estará segura.

- Isso quer dizer... Não, eu não quero. Eu quero ir para casa, ficar com você, não ir para um local estranho assim, pai... Por favor... - Era tudo muito novo, eu não queria aceitar, me separar dele, minha única família...

Ele me deu um sorriso triste - Era o que eu mais queria também, minha pequena... Mas, eu não posso correr o risco de te perder. - Ele se abaixou, ficando na minha altura, olhando nos meus olhos - Ruby, me prometa que tentará dar seu melhor, ok? Eu vou sempre estar por perto, acredite. E isso não é definitivo, é só pelas férias, só por agora... - Sua voz sumiu. Um moço, que reconheci mais tarde ser um sátiro, tinha aparecido no local. Ele tinha que ir. Engoli em seco.

- Estarei esperando uma ligação de Irís, querida. – Ele deu mais um sorriso triste, ao bagunçar meu cabelo, dizendo, como se fosse um segredo - E não se esqueça, mini-gênia, eu te amo. - Me deu um beijo carinhoso no rosto, levantou-se, apertou a mão do sátiro, falando para este cuidar de mim, e seguiu seu caminho. E eu? Fiquei lá, sem saber para onde ir, esperando a ajuda de um homem que era metade bode. Uma coisa super normal de se acontecer, pois é, pois é...


Legenda

ActionsMeOthers

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


Última edição por Ruby Evans Grace em Sex Mar 15, 2013 12:35 pm, editado 4 vez(es) (Razão : Uh, eu mudei a idade dela, tem problema? Tem tem? Espero que não... É que eu ainda estou ajeitando a história. E e... Sabe? Indecisa... >.<)

Ruby Evans Valentine
Filhos de Atena
Filhos de Atena

Mensagens : 7
Pontos : 7
Data de inscrição : 30/12/2012
Localização : Acampamento Meio-Sangue

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Yue Nagisa Kimura em Dom Jan 20, 2013 7:09 pm

Nome – Jasminne Jasminne van den Bogaerde

Idade – 16 anos

Raça - Semideusa

Progenitor –Hécate

Motivo – Por desde pequena eu admirava a magia e ocultismo como uma parte dela. Magia e mistérios antigos sempre me fascinaram.

Progenitor Mortal – Samara van den Bogaerde, 29 anos. Era usuária de Tarot e de outras formas de magia, como tabuleiros de Ouija. Está dada como morta há 3 anos.


Defeitos e Qualidades – Meio maior defeito é fingir que sou uma pessoa que possa me socializar. E minha maior qualidade é ser sincera.

Cidade natal e atual – Londres, natal e atual.

Habilidade – Tocar piano e mediunidade.

História –
Era um dia que eu, Jasminne, deveria esquecer. Estava chegando de minha aula de piano, atrasada por ter ficado um pouco mais para revisar algumas melodias e ter saido com Brenda, uma, como podemos dizer, bruxa. A noite fria de um inverno doloros e triste de Londres estava estranha, estava mais tenebrosa. Atravessei uma rua totalmente deserta, e um arrepio percorreu pela minha espinha ao ver uma sombra me observando. Eu estava pensando que estava louca, pelo cansaço, e acelerei o passo, com um aperto no coração. Mamãe poderia estar em perigo, e eu tinha que protegê-la. Cheguei em minha casa preocupada e gritei da sala:

-Mãe? Mãe!

Larguei minha mochila no chão e subi correndo, sentindo as lágrimas escorrerem, como a chuva que começara a cair. Vi manchas de sangue na porta do quarto e senti um grande aperto no coração. Abri a porta devagar e vi minha mãe no chão, cheia de sangue. Coloquei a mão no rosto e senti o choro vindo mais forte. Corri na direção do corpo e me ajoelhei perto dela dizendo:

-Mãe! Não... Não... Mãe, acorda mãe, acorda... Não me deixa, como o papai deixou...

O choro havia aumentado. Não conseguia controlar nem mesmo as mãos. Esmurrei forte o chão e vi um garoto de muletas aparecer. Eu me levantei assustada e ele disse:

-Você precisa sair daqui, o mais rápido que for.

Sem hesitar segui ele, ainda chorando e peguei minha mochila na sala e saimos correndo pelas ruas de Londres, melancólicas, frias e chuvosas, como o inverno mais doloros de minha vida, havia deixado tudo, menos o meu interesse pela vingança e pela magia.


Última edição por Jasminne van den Bogaerde em Dom Fev 03, 2013 12:11 pm, editado 1 vez(es)
avatar
Yue Nagisa Kimura

Mensagens : 2
Pontos : 2
Data de inscrição : 20/01/2013
Idade : 20
Localização : Pra que quer saber?

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Takuya Yutaka em Dom Jan 20, 2013 7:33 pm







Don't close your eyes.








Nome: Takuya Yutaka

Idade: 14 anos

Raça: Semideus

Progenitor: Hécate

Motivo: Hécate e uma das minhas deusas favoritas e também por que sinto certa afinidade pela magia a qual Hécate e deusa.

Progenitor Mortal: Daisuke Yutaka, Pai 38 anos (morto Mais informações leia a historia) e Mellody Yutaka, tia e mãe adotiva 31 anos.

Defeitos: às vezes eu sou um pouco perfeccionista, um pouco chato, bastante tímido, eu não me dou bem com elogios, sou reservado, teimoso, não consigo perdoar com facilidade, se alguém me bate eu logo quero bater de volta, sou ansioso e um pouco depressivo.

Qualidades: a Fidelidade, a amizade, sou protetor, sou auxiliador, sou ombro amigo, sou brincalhão (mesmo que nem todos gostem das minhas brincadeiras), aprendo tudo com facilidade, sou inteligente, sempre respeito todos não importa a sua opinião, sou o tipo de pessoa que não deseja mal a ninguém, sou romântico e tenho um grande alto controle que torna difícil para alguém me seduzir.

Cidade natal e atual: Cidade Natal Nagoya no Japão, atualmente me encontro no acampamento meio sangue em Long Island.

Habilidade: Pericia moderada com espadas, amizade com animais e Percepção elevada, sendo capaz de perceber o menor dos detalhes e ouvir o menor dos ruídos.

História: Nasci em 24 de Abril de 1998 Em Nagoya no Japão em uma noite de eclipse lunar (nesse dia a lua estava vermelha como sangue) cinco dias após o meu nascimento minha mãe desapareceu me deixando com meu pai Daisuke Yutaka comigo quando eu completei Três anos de idade ele morreu com um tiro no coração disparado por um ladrão que tentava roubar o Colar que uma vez pertencera a minha mãe (um colar de ouro puro com alguns ornamentos feitos em pedras de diamante, safira, rubi e esmeralda). Apos a sua morte Rubens o advogado de meu pai me enviou para New York nos Estados unidos me deixando com a minha tia e mãe adotiva Mellody Yutaka que era a pessoa mais amável do mundo ela era uma policial que gostava de cumprir seu dever quando eu completei treze anos eu estava na quinta serie e por algum motivo estranho nada de anormal tinha acontecido durante o meu ano letivo e eu tinha dado graças a Deus por isso eu sempre era o culpado de tudo no colégio mesmo quando eu faltava aula minha sorte estava para mudar quando eu fui a um passeio da escola em Long Island quando fomos visitar uma plantação de morangos eu estava do lado do Professor Alexander Anderson o meu professor de Religião, musica e esgrima ele era um desses caras super altos e bem ágeis um mestre esgrimista ele estava com um olhar irônico para mim como se ele quisesse me trazer aqui mas quando eu olhei para trás dele eu vi um ser bem grotesco uma espécie de zumbi eu olhei para o meu professor ele pareceu entender o que eu via e me fez sinal para eu não me preocupar meu amigo Richard Valentin (um jovem que aparentemente repetiu muitas vezes a sexta serie tinha um serio problema de acne e era manco) estava bem preocupado me levou ate um pinheiro e me deu uma faca e me disse que essa faca era feita de um metal especial que poderia “matar” criaturas mitologias e ferir deuses foi ai que a ficha caiu para mim os eventos estranhos eu me sentir mais forte durante a noite as criaturas que eu via – quem e a minha mãe? Quem e meu Pai?-> perguntei para Richard ele olhou para mim e disse que não sabia logo após isso ele tirou o seu boné e tinha um par de pequenos chifres em sua cabeça e suas calças mostrando suas pernas que não eram pernas e sim cascos fendidos.

- você e metade bode?- disse e ele fez que sim com a cabeça apesar de um pouco irritado por eu ter dito isso – o nome politicamente correto e sátiro Takuya - disse para mim eu ouvi um barulho estranho vindo de trás de mim quando me virei me deparei com o zumbi que eu tinha visto anteriormente Richard pegou sua falta e ele, começou a tocar uma canção parecida com aquelas dos piratas eu pude sentir meu corpo ficando mais ágil e meus sentidos se aguçarem o zumbi veio em minha direção (como um lerdo) eu corri e usei a minha faca para decapitar o zumbi, mas eu decidi me divertir um pouco com o pobre zumbi por uma estranha razão a faca cortava a carne do zumbi como se ela fosse um pedaço de papel eu cortei os dois braços do zumbi por primeiro em seguida suas pernas e por fim a cabeça o transformando em pó quando Richard tocou o meu ombro e me disse para o seguir e assim eu o fiz ele parou na frente de duas colunas gregas e nelas tinha escrito acampamento meio sangue logo após eu atravessar as colunas eu me senti fraco como se eu não dormisse por cerca de três dias acabei desmaiando.








You'll see her.



made by andy almeida =3 ops

avatar
Takuya Yutaka
Filhos de Hécate
Filhos de Hécate

Mensagens : 11
Pontos : 11
Data de inscrição : 07/01/2013
Idade : 19
Localização : nem mesmo eu sei

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Chloe Dabih Wahibah em Dom Jan 20, 2013 11:32 pm

Nome – Chloe Dabih Wahibah.

Idade – 16 anos.

Raça - Semideusa.

Progenitor - Hebe.

Motivo –Desde pequena as pessoas sempre comentaram sobre minha real idade, que pareço ser muito mais nova. Algumas delas achavam que eu mentia apenas para ganhar vantagem em algo. Perdi algumas amigas por isso, apesar de nunca mentir minha idade, as pessoas teimavam em afirmar tal suposição. Já cheguei achar que meu pai havia mentido para mim e sai investigando, e descobri que minha idade correspondia com o que ele dizia. Algumas dizem que tenho o “dom” da juventude. Além da minha disposição para realizar serviços para outras pessoas.

Progenitor Mortal - Abuh Wahibah, antigo vendedor de frutas exóticas. Tem sua quitanda localizada no comercio central da Líbia, cujo nome é Tahirah. Conhecida pela variedade imensa e qualidade das frutas.

Defeitos e Qualidades – Qualidade: Estou sempre disposta a ajudar o próximo, servir sempre que necessário. Sou extremamente sincera, não sou bajuladora e trato as pessoas como elas me tratam. Sou bastante fiel as pessoas. Gosto de conversar e ser amiga.

Defeitos: Tenho um lado bruto que quase ninguém vê e as vezes sou preguiçosa.


Cidade natal e atual – Cidade natal: Líbia. / Atual: Acampamento.

Habilidade – Facilidade em reconhecer frutas das mais variadas apenas pelo olfato.

História – Era mais um dia que estava indo para o colégio pensando no meu querido pai. A saudade era grande, mas era necessário que eu estudasse em outra cidade, papai dizia “Educação em primeiro lugar”. Eu não gostava muito desse fato, mas tinha que conviver com isso. Com a mochila nas costas e vestida com o uniforme azul escuro, caminhava até o ponto de ônibus mais próximo de meu apartamento. Caminhar nesse sol escaldante era difícil e cansativo. Eram seis e quarenta da manhã e o ponto já estava lotado de outros adolescentes prontos para enfiarem as cabeças dentro de um livro grande. Chegava ser tedioso esperar o tempo passar vendo todos lendo e discutindo sobre a aula passada. Fiquei no meu canto como sempre fiquei, observei algumas pessoas estranhas outras “conhecidas”, sorri para essas. Logo o meio de transporte parou com o sinal de uma senhora, a mesma que dei passagem antes de subir os três degraus. O motorista de hoje era o Harry, sempre muito simpático e preocupado comigo, chegava ser estranho aos olhos dos outros, mas eu gostava. - Bom dia Harry!- Falei abrindo um lindo sorriso e entregando-lhe uma maçã verde, era sua preferida.-Bom dia Chloe e obrigada pela maçã, sente-se ai. - Havia um banco próximo da porta, que teoricamente era especialmente reservado para mim. Sorri e sentei e fiquei quietinha apenas observando o meu amigo motorista. Ele parecia preocupado com algo, estava impaciente e olhava todo momento no espelho que mostrava o fundo do ônibus. Olhei para trás e avistei uma linda mulher, loira, olhos claros e aposto que seu perfume era amadeirado. Voltei olhar para ele e perguntei baixinho.- Está tudo bem, Harry?- Ele olhou tentando disfarçar e disse.- É...quero que você tome muito cuidado ao sair do ônibus, vá direto para a sala de aula, não fique jogando papo por ai.- Achei estranho, porém concordei com o que ele estava dizendo.

O freio foi acionado. Levantei e como um tchau eu toquei no ombro dele e sorri. Sua mão passou suavemente sobre a minha e sua atenção ficou voltada para o espelho. Cocei minha nuca e fui para os fundos do ônibus, saindo logo em seguida. Suspirei fundo e fui caminhando até o colégio que estava ainda a uma quadra dali. Fiz um rabo de cavalo com meu cabelo e olhei para trás. A linda loira logo atrás com os passos firmes. Olhei para a rua e logo atravessei. Senti uma mão forte e de toque profundo tocar meu ombro direito. Virei-me rapidamente e fitei os profundos olhos verdes e os cabelos cacheados loiros. Assustei e balbuciei a cabeça.
- Oi?- Perguntei um pouco confusa. O que ela queria comigo? Informação não era pelo modo de me interromper foi assustador e seu olhar era mais ainda. Sua mão foi até meu pescoço e começou a apertá-lo. Meus olhos arregalaram em questão de segundos. Com as mãos eu apertei as dela e tentei soltá-las, mas era impossível. O ar estava sendo comprimido a cada segundo, sentia minha traqueia fechar e já começava a tossir. Dei algumas tapas em sua cara, o que fora insuficiente. Meus olhos estavam fechando, e a falta de oxigenação no meu cérebro era grande. Estava sem reação, ela era forte demais para mim. Quando senti meu corpo caindo no chão e olhei com os olhos entreabertos, também vi o corpo dela e a sombra de um homem estava bem próxima de mim. Suas mãos pegaram meu corpo e me levaram para um carro. Comecei a acordar, ou melhor, voltar a ter energia suficiente para abris os olhos, estava em um possível táxi, não sabia explicar. Um homem barbudo dirigindo e um bilhete no bolso de meu uniforme. Era de Harry. ”Chloe, você está a salvo agora, seu pai mandou lembranças!”- O papel só havia isso. Passei a mão em meu pescoço e senti um pouco de dor. Por questão de segundos estávamos na estrada e eu havia adormecido. Acordei assustada e falei desesperadamente com o homem.- O que está acontecendo?-Era como se eu não lembrasse de alguns fatos.- Você está indo para o Acampamento Meio-sangue, e antes que pergunte, você é filha de Hebe. E sim, eu sou um sátiro!- Olhei rindo, sei lá porque, mas estava achando tudo engraçado, achando que era uma brincadeira, mas por um momento meus lábios fecharam e minha expressão mudou. O carro parou e então ele abriu a porta para mim e fazendo sinal para descer. Fiquei ali parada esperando alguém ou alguma coisa.
avatar
Chloe Dabih Wahibah
Filhos de Hebe
Filhos de Hebe

Mensagens : 14
Pontos : 14
Data de inscrição : 02/01/2013
Idade : 20

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Jude E. McCoy em Seg Jan 21, 2013 10:27 pm


Datos Básicos
    Nome completo Judith Edwiges Adler-Sec McCoy, apelidada carinhosamente de Godofreda pelos irmãos mais velhos. }
    Idade 18 anos}
    Grupo Humanos especiais}
    Motivo Porque nem sempre você precisa ser um semideus cheio de poderes para provar que consegue derrotar o vilão e salvar o mocinho. }
    Habilidades 1Dirigir Tratores, ninguém dirige tratores como ela! Ela também sabe contrabandear Coca-cola para o acampamento, que levando em conta o Sr. D., é uma grandiosa habilidade.}
    Cidade Natal/Atual Nasceu em New Orleans, durante as férias fica com o pai em New York/Acampamento.}

Progenitores
+ Faunia Adler-Sec Cooper(48 Anos)
É filha de franceses, o que explica seu nome estranho. Desde pequena via através das névoas, mas nunca soube explicar esse fato já que em sua linhagem somente um antepassado teve algum parentesco com o Deus Hermes. Conheceu seu primeiro marido em um manicômio na Inglaterra onde ela era psiquiatra. Quando se casaram, mudaram-se para o interior da Louisiana até o divórcio dez anos depois. Ficou com a guarda de Jude e se casou novamente com Edgar Cooper (30 Anos). Atualmente trabalha na fazenda de milho do atual marido, Texas.

+ Leonard McCoy ( 57 Anos)
Filho de Hefesto nunca desconfiou de sua origem divina. Obviamente sofreu durante a infância, adolescência e no princípio da fase adulta. Foi julgado como louco e teve a sorte de encontrar Faunia como Psiquiatra. Ambos se apaixonaram e se casaram. Durante dez anos ambos permaneceram casados enquanto ele se dedicava aos estudos se formando em Engenharia Elétrica tardiamente. Após o divórcio conseguiu a guarda dos meninos. Quando sua ajuda foi necessária descobriu sua origem divina e desde então ajuda no Acampamento dando aulas de criação de novas armas quando possível. Paradeiro desconhecido.

Defeitos e Qualidades
Ela não tem muitas qualidades. Irritante, teimosa, briguenta, barulhenta, sarcástica, mentirosa, vigarista... A lista de defeitos é enorme. O fato é que quando se mora no interior com a casa repleta de meninos você tem de aprender a sobreviver de um jeito ou de outro. Mas não pense que isso é ruim, pelo contrário, Ela – quando quer – consegue ser a alegria do acampamento e pode ser uma boa amiga ou uma guarda-costas quando necessário.}

História
A quinta filha de um casal feliz? Não. Jude nasceu em um lar desfeito, quando tinha cinco anos seus pais se separaram e ela foi morar no Texas no meio de uma plantação de Milho e quando a mãe se casou, novamente, teve de aturar dois irmãos mais velhos (Fora os outros quatros que já possuía). Antes de aprender a bater, apanhou por ser esquisita. De todos seus outros irmãos ela era a única que conseguia ver através das névoas e vivia conversando sozinha pelos cantos ou se embrenhando no meio das florestas.
Preocupada a mãe tentava ajudar a filha com seções de psicologia. Um fracasso. Não importava quanto tempo fosse tudo parecia ser fruto de uma imaginação fértil que parou logo depois dela começar a ajudar com o maquinário. Não demorou a aprender a pilotar um e muito menos para saber como fazer ligação direta, e assim, roubar os tratores para se divertir nas noites o que fazia as ninfas das reservas ficarem invisível. Porém, teve um ano que não foi possível a vinda de seus irmãos para as festas de fim de ano e ela teve de ir para New York e foi naquele ano que seu pai descobriu sua origem.
Ironicamente, a casa estava vai já que Ivan e Abel estavam na faculdade, quando um amigo estranho de seu pai entrou e ambos tiveram uma conversa no laboratório. Curiosa ela viu tudo pela fresta, principalmente quando um estranho símbolo brilhou acima da cabeça de Leonard e a porta foi aberta bruscamente a empurrando para trás. Não tinha como esconder tal fato e ao que parecia algo de ruim estava para acontecer.
Por falta de tempo por parte de Leonard, que não tinham com quem deixar uma adolescente, a menina foi levada para o acampamento, com os olhos faiscando de medo. Uma coisa era ver Ninfas sorridentes e acenando de longe e outra era ver vários adolescentes, como ela, treinando para sobreviver. Foi quando ela entendeu.
Seu pai sempre soube que ela era diferente e por isso abriu mão dela, sabendo que no interior ela não correria os mesmos perigos que ele correu. O motivo do divórcio era porque ele já estava desconfiado de sua origem, mas rezou para que, se essas histórias de Deuses fossem verdade, só o reclamassem quando necessário. O que foi feito. Foi por isso que ele havia aberto a mão dela, porque sabia que ela era, em partes, como ele. Aquilo foi como um nó na cabeça, como se fosse muita informação para pouca pessoa e durante aquela tarde nada conseguia pensar ou ajudar, até dormir em um dos chalés (O de Hermes naquela noite) e se dar conta que aquilo [i]poderia [i/]ser divertido, se ela quisesse.
Algum tempo se passou desde então e suas visitas na casa de sue pai ficaram cada vez mais frequentes, enquanto ele se tornou um dos supervisores de reserva, criando projetos para facilitar a vida dos filhos de Hefesto, agindo como se lá fosse a sua segunda casa.

Com relutância de sua mãe conseguiu permissão para ir morar com o seu pai e há uma semana Leonard sumiu do mapa e não há nenhuma dica de seu paradeiro, desde então, Jude saiu da escola para residir no acampamento onde acha que pode conseguir pistas de onde seu pai possa estar.}
By Unni


avatar
Jude E. McCoy

Mensagens : 1
Pontos : 1
Data de inscrição : 19/01/2013

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Dianna S. Overwhelming em Sex Jan 25, 2013 12:41 pm

WANTED!
Simple And Sexy...


----------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------------



▬ Dados Básicos ▬

Nome completo → Dianna Summers Overwhelming.
Idade → 18 anos.
Grupo → Filhos de Atena.
Motivo → Não há motivo melhor que defina a escolha do grupo do que “É a deusa com a qual eu me identifico.”
Habilidades → Consegue calcular qualquer tipo de conta, ou fator imposto a si. Possui a mente aberta, podendo decorar várias coisas, como nomes, lugares e números de uma vez. Consegue manter atenção em coisas distintas ao mesmo momento, em que por exemplo, ouve música.
Cidade Natal/Atual → Nasceu em Londres, mais reside atualmente em New York.

▬ Progenitores ▬

+ ----------

Tudo o que Dianna sabe sobre sua mãe, é que a mesma teve que abandoná-la, por motivos particulares. Mais que havia deixado claro há Steven – pai de Dianna – que se pudesse, nunca abandonaria a filha. Dianna cresceu saudável, assim como algumas outras do bairro. Era uma menina bastante esperta e inteligente. Sempre fora alvo de piadas de crianças maldosas do bairro, onde todas brincavam com ela, dizendo-a “Vamos, Dianna. Chame sua mãe para ajudá-la. Oh, desculpe-me. Esqueci que você não tem mãe.” A morena nunca havia rebatido nenhuma das brincadeiras, mais toda vez que ouvia uma, seu peito doía. Sentia falta de uma mãe em sua vida.


+ Steven George Overwhelming.

Steven era o tipo de homem que puxava a atenção das mulheres. Porte atlético, alto, olhos claros, dono de uma das empresas mais conhecidas de New York. Atraía todo protótipo de mulher, e envolvia-se com a maioria. Não dava muita atenção para a filha, mais sempre a presenteava com objetos de grande valor na sociedade, como carros do ano, celulares do momento e coisas afins. O que Steven não sabia, é que Dianna não precisava de tudo isso, queria apenas os braços do pai, e saber um pouco sobre sua mãe.

▬ Defeitos e Qualidades ▬

+ Defeitos
Imponente, costuma estar impune a todos. É vista como patricinha, mais é apenas medo de que seu passado assombroso se repita. Costuma ser fria, e desatenciosa com quem não conhece.

+ Qualidades
Ao conhecê-lo, torna-se uma super amiga. Faz de tudo para ver a pessoa bem, e sorrindo. Torna-se simpática, e carismática. Inteligente e esnobe, Não costuma citar muito de si, pois prefere que as pessoas tirem suas próprias conclusões.


▬ História ▬

Festas, sorrisos falsos e acenos. Era tudo o que Dianna precisaria fazer. Mais uma vez. Era a 37ª comemoração da Overwhelming’s Ltda. Steven – dono da empresa, pai da morena – estava as mil maravilhas. Mais um êxito conquistado. Havia comprado a empresa que mais oferecia concorrência a sua, e nada o deixava mais feliz do que isso. Como sempre, fez questão de levar Dianna para a festa de comemoração, pois carregava a filha como um troféu. Era bonita, elegante e mantinha a postura nos lugares em que frequentava. Possuía muitos pretendentes, alguns indicados pelo próprio pai. Sorrindo e acenando, tudo o que a morena queria, era sair dali o mais rápido possível. Enquanto seu pai falava aos 4 ventos, apresentando-a a um filho de um outro grande empresário, Dianna só pensava em correr dali. Pensou “Ele está distraído, seria um bom momento.”

Calculou as estimativas. Seu pai estava empolgando, bebendo e falando com os outros homens. Analisou as pessoas ali com agilidade. Estavam em um grande salão, dando entrada para uma piscina. Não seria notada saindo tão facilmente. Um sorriso misterioso apossou-se dos lábios da morena. Seria fácil de mais. Enquanto andava rumo a saída, não notou que uma mulher trajada elegantemente a fitava sair do salão. O sorriso que a mulher carregava era tão frio, que facilmente congelaria a espinha de alguém que notasse. Deixou a taça em que deliciava um ótimo vinho sob uma bancada qualquer, e partiu atrás de Dianna, seguindo-a. Seria uma longa noite.

Ao passar pela recepção do prédio, Dianna pegou seu sobretudo, e partiu pela noite lá fora. As mãos dentro dos bolsos do grande casaco, esquentavam-se aos poucos. O sorriso vitorioso por conseguir sair dali, era tão grande, que foi capaz de distraí-la, ao cair em pensamentos em quanto seguia caminho até seu Fusion, estacionado a alguns metros dali. Logo atrás, a mulher misteriosa seguia Dianna, o cuidado de não fazer barulho tão perfeito, quanto seus passos majestosos. Assim que a morena desativou o alarme do automóvel, a mulher misteriosa – loira – ladrou de lá trás, assustando a morena, fazendo com que ela derrubasse as chaves do carro.

- A senhora me assustou. – Disse, fitando espontaneamente a mulher.

- Não era minha intenção. – A mulher falou, o sotaque forte, indicando que ela não era dali.

O diálogo havia sido pouco. Pois, a mulher logo começou a se debater, deixando uma Dianna de olhos arregalados. A fim de ajudá-la, aproximou-se, não sabendo que esse havia sido seu maior erro. Assim que estava próxima a mulher, viu ela transformar-se em um ser grande, com asas, presas grandes e garras maiores ainda. “Corra, ou esta fúria vai matar-lhe.” Uma voz soou em sua mente. Como era estudiosa, sempre gostara de ler, e ouvir a voz dizer Fúria, lembrou-se de um livro sobre mitologia graga que havia lido. “Só pode ser brincadeira.” Foi a única coisa que deu tempo de pensar, pois a Fúria havia lhe atingido em cheio – no estômago – lançando-a longe.

Dianna levantou-se com dificuldade, sentindo uma dor imensa sob as costelas. Sem sombras de dúvidas, alguma – ou mais de uma – deveria estar fraturada. “Mais o que é isso?” Pensou. Não teve tempo mais uma vez para saber o que estava acontecendo, pois a fúria estava em sua frente, e sem demora, acertou o rosto da morena com uma das mãos gigantes, cortando a testa de Dianna, com suas garras afiadas. O rugido de dor de Dianna havia sido tão grande, que algumas luzes de prédios próximos foram acesas.

- O que você quer? – Perguntou, sentindo cada vez mais dor nas costelas.

- O que meu senhor pediu para fazer. Acabar com mais uma meio-sangue. – A voz puxada da Fúria assustava Dianna.

- Meio-sangue? Do que você está falando? Seu senhor? - Eram tantas perguntas.

- CALE A BOCA! – A fúria ladrou.

Suspendeu o corpo de Dianna, dando-lhe uma mordida no ombro. A morena perdeu as forças até para gritar, depois de tal ato. As lágrimas já corriam livremente, e tudo o que pôde ver, foi uma carruagem descendo dos céus, com um menino a frente, usando uma armadura daquelas que se vê em filmes de lutas gregas e romanas. Pensou que a mordida poderia causar essa ilusão, então tudo ficou escuro.

Ao abrir os olhos, quase levantou-se de onde estava. Os olhos percorrendo milimetricamente cada canto. Onde estava ? Passou as mãos pelos cabelos, mais quase gritou ao fazer o movimento. O olhar baixando até a parte de sua cintura, onde encontrava-se enfaixada, até a parte das costelas. “Não pode ser.” E assim que se fez o pensamento, um homem metade cavalo, metade humano adentrou o lugar em que a morena estava.

- Bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue. – A voz rouca, porém assustadora do ser indagou.

Dianna estava cansada, então já estava quase caindo no sono mais uma vez. Muitas coisas seriam esclarecidas dali para frente.













Sorry

ActionsMeOthers

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics





Beautiful - Look at my eyes - Vicky :3
WHO SAYS YOU'RE NOT PERFECT ? ♥
BECAUSE YOU MAKE ME WANNA DIE, EVERY TIME I LOOK INSIDE YOUR EYES... YOU MAKE ME WANNA DIE!
avatar
Dianna S. Overwhelming
Filhos de Atena
Filhos de Atena

Mensagens : 1
Pontos : 1
Data de inscrição : 25/01/2013

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Leon Bezarius em Sab Jan 26, 2013 3:30 pm

Nome – Leon Bezarius.

Idade – 16 anos.

Raça – Semideus.

Progenitor – Afrodite.

Motivo – por que Afrodite e a deusa a qual em meus olhos repousa o mistério, uma vez que o amor e um dos sentimentos mais misteriosos, uma hora fracos como uma pedra feita de areia pela pressão das mãos outra hora tão forte quanto um diamante.

Progenitor Mortal – Oscar Bezarius, 38 anos de idade.
Oscar era aquele tipo de cara em que tanto alguns homens quanto mulheres não deixariam de repará-lo, seus olhos de cor esverdeada e seus cabelos negros, seu sorriso que parecia ser de marfim e seu carisma o fez se tornar um dos mais bem sucedidos empresários no ramo de perfumes e flores suas grandes paixões.


Defeitos e Qualidades –
Defeitos: vaidade (não ao ponto de querer ser estrela mais brilhante da festa, mas ao ponto de estar sempre bem arrumado), eu detesto quando as pessoas ficam falando de sim mesmas ferindo o sentimento das outras, confronto todos aqueles que me ameaçam ou então que me olham de cima por assim disser, o meu pior defeito e também uma qualidade de certo modo, pois sempre que algum amigo ou alguma pessoa que eu goste esta em perigo eu não meço esforços para protege los mesmo que isso acabe me custando à vida.

Qualidades:sempre que alguém me ensina algo eu aprendo rapidamente, sou bom ouvinte, sou calmo, brincalhão, bastante inteligente e um profundo admirador da beleza, sou um pouco ingênuo, mas sei reconhecer a malicia, sou observador e bastante alegre.

Cidade natal e atual – Sou natural da França, mas logo que nasci meu pai se mudou para o Brasil, atualmente me encontro no acampamento meio sangue que e localizado em Long Island nos Estados unidos.

Habilidade – vasto conhecimento de flores, perfumes e plantas (podendo fazer remédios, preparar alimentos ou simplesmente fazer aroma terapia) e pericia moderada com espadas.

História –
Eu me chamo Leon, fui criado no Brasil, mas sou francês de nascença, nunca conheci minha mãe, segundo o meu pai ela desapareceu quando eu tinha seis meses de idade, quando completei um ano de nascido meu pai se mudou Para o Rio Grande do sul, onde abriu uma Floricultura, cujo nome era campos Elíseos, como as vendas iam bem ele expandiu seus negócios e contratou pessoas para trabalharem com ele na floricultura, e como todo francês que trabalha com flores e não fica preso ao agora ele se tornou um boticário e começou a fazer perfumes das mais variadas fragrâncias, para os mais variados tipos de pessoas.

Eu me chamo Leon, fui criado no Brasil, mas sou francês de nascença, nunca conheci minha mãe, segundo o meu pai ela desapareceu quando eu tinha seis meses de idade. Quando completei um ano de nascido meu pai se mudou para o Rio Grande do Sul, onde abriu uma floricultura, cujo nome era Campos Elíseos. Como as vendas iam bem ele expandiu seus negócios rapidamente e contratou outras pessoas para trabalharem com ele na floricultura, e como todo francês que trabalha com flores e não fica preso ao agora, ele se tornou um boticário e começou a fazer perfumes das mais variadas fragrâncias, para os mais variados tipos de pessoas.

O nome de meu pai e Oscar, ele e bastante belo, além de romântico e engraçado. Desde que me entendo por gente não teve um só minuto em que ele não estivesse preocupado comigo ou com sua amada empresa, Campos Elíseos. De certo modo aquela empresa era como um “lar” para mim, pois meu pai fundou-a logo após nossa mudança e eu praticamente fui criado ali, vi aquela pequena loja de flores transforma-se um belo jardim de onde saiam as mais belas flores e os mais cheirosos perfumes.

Eu sempre fui aquele tipo de garoto estranho, constantemente ficava naquele jardim tocando com minha lira, aguçando meus sentidos e também treinando para me tornar uma pessoa de alto carisma assim como meu pai. Eu sempre fui muito alerta ao movimento ao meu redor, tinha uma amiga que se chamava Angelina, ela se assemelhava muito a figura dos anjos, cabelos cor de ouro, olhos azuis escuros e pele alva, além de uma personalidade bondosa. Angelina era descendente de japoneses, ela, assim como eu gostava muito de esgrima, mas ela era bem competitiva o que era a única coisa que me irritava nela, mas eu a tinha como uma irmã, então preferia não magoar seus sentimentos falando que ela ficava se achando a melhor do mundo.

Quando completei dezesseis anos pedi para o meu pai me levar, juntamente com Angelina, para passarmos o ano novo em Nova York, aproveitando que ele iria negociar sobre abrir uma de suas lojas de perfume lá, então resolvi unir o útil ao agradável. Nos fomos no dia 28 de dezembro, eu tinha um pouco de medo de altura e aviões, algo que acho normal, mas assim que pisei naquele local eu senti a atmosfera mudar, mas não era somente por estar em outro país e sim por que parecia que eu estava em um mar cheio de monstros. Procurei disfarçar meu medo, e se tinha algo que eu aprendi em meus anos de vida além de esgrima foi ter conhecimentos de negociação e uma boa lábia, mas eu raramente a usava exceto quando eu deveria transmitir alegria quando eu estava triste.

A festa de Réveillon foi muito bela com direito a fogos de artificio e as musica da banda Linkin Park, Angelina e eu curtimos bastante as musicas e tiramos varias fotos as quais tirei com meu I-Pod e as coloquei no meu Facebook, eu não queria perder aquelas fotos tão cedo, sem falar que aquilo iria deixa-las comigo sem o risco de ficarem velhas. Enquanto a festa de Réveillon rolava, eu acabei me sentindo mal um pouco mal, mas então tudo ficou escuro, em uma hora eu estava em uma praia vendo a queima dos fogos, em outro eu estava em uma cama de hospital. Quando acordei vi Angelina sentada ao meu lado, ela aparentemente estava chorando, me levantei da cama e olhei para a mesma para ter certeza de que eu não estava sonhando que minha alma saia do corpo, mas como eu somente vi o contorno do meu corpo desenhando no colchão, o que me fez ri e assustar Angelina.

Angelina assim que me viu rindo logo pulou em cima de mim e disse:
- nunca mais nos assuste assim mocinho... – sua face estava úmida devido às lágrimas.
- desculpe Angel não foi minha intenção – disse olhando para ela carinhosamente e afagando seu cabelo – mas o que foi que eu tive? – perguntei afinal eu tinha motivos para ficar curioso, ou estou errado? Acho que não. Angelina me olhou e vi algumas lágrimas suas começarem caindo sobre uma carta, à carta possuía um selo que era o brasão da família do meu pai, ou seja, era o símbolo de uma rosa com uma borboleta em seu centro, Angelina olhou para mim e disse:
você evitou uma tragédia, pois alguém tentou matar o seu pai, mas como você tinha bebido o vinho que foi servido a ele... – ela parou para enxugar algumas lágrimas que ainda insistiam em cair e continuou – você ficou envenenado, mas por alguma razão o seu sangue conseguiu neutralizar a maior parte do veneno.

- agora tudo vai ficar bem Angel, não se preocupe...
- Leon seu pai pediu para que eu lhe entregasse isso – Angelina disse me entregando a carta abrindo um pouco mais calma e com um pequeno sorriso nos lábios.
Eu quebrei o selo e abri a carta, e li seu conteúdo, aquilo somente podia ser pegadinha, uma peça desprezível do ser, que era chamado destino, mas agora eu sabia da verdade, eu não era apenas um garoto normal, eu era um semideus e minha mãe era uma deusa.

Assim que terminei de ler a carta, minhas emoções eram frustação e raiva, mas logo tratei de me acalmar, pois nem tudo podia ser o que eu pensava, pois meu pai somente mentiria para mim se fosse para me proteger. Aos poucos minha raiva foi diminuindo, quando ouvi o som da porta do quarto onde eu me encontrava, sai de meus devaneios e pude notar o belo homem que tinha entrado, ele não aparentava ter mais do que vinte e três anos, seu rosto era mais bronzeado, seus cabelos praticamente dourados e seus olhos eram azuis bem escuros e profundos, se não conhece se Angelina diria que aquele homem deveria de ser o irmão mais velho dela.

- vejo que nosso pequeno herói já esta melhor – disse o homem – eu me chamo Eryx Underwood – Angelina, o pai dele disse que deveríamos leva ló para aquele “lugar” – disse ele a ultima parte em um sussurro.

- tem certeza? – perguntou Angelina secando algumas lagrimas – ele já esta pronto para o acampamento?
- acampamento? – disse saindo de um transe, aquele medico era bastante belo e jovem, eu estava praticamente babando para ele, bem como todo amante da beleza, quem não babaria por uma replica do deus Apolo? Ou da própria figura de Eros? Quando encarei Angelina, minha visão ficou um pouco turva, por causa da cor do seu vestido que sempre eram de cores vibrantes, dourado com alguns detalhes prateados.

- Leon, você já sabe que e um semideus certo? – perguntou Eryx gentilmente
- sim, mas eu não sei qual deusa e minha mãe – disse com um olhar um pouco triste.
- Leon, as forças conhecidas como deuses gregos ainda estão vivos – disse Ele levantando um pouco meu queixo de modo que seus olhos encarassem os meus – e estão aqui nos Estados Unidos - quando ele terminou de falar e que eu percebi que tanto ele quanto eu não falávamos em inglês, e sim em uma língua mais antiga como latim ou grego.

Me levantei da cama, um pouco tonto, mas quando eu dei o primeiro passo eu quase cai no chão pelo visto meu corpo ainda estava um pouco debilitado por causa do veneno. Eryx me pegou no colo e me levou ate seu carro, uma Santa fé branco, Eryx me colocou no bando do carona e quanto Angelina entrou pela porta de trás, assim que Eryx me deixou no banco do carona Angelina me deu dois tabletes de chocolate, quando eu os comi senti um gosto de pipoca bem amanteigada, que me trouxe recordações muito boas como quando meu pai, Angelina e eu fomos ao parque de diversões e vimos uma queima de fogos no alto de uma roda gigante, ali foi quando eu prometi a Angelina que eu sempre seria seu amigo, não me importando o que ela fizesse.

Eryx Ligou o carro e saiu do hospital, durante o percurso ate o acampamento eu acabei adormecendo, durante o meu sono eu varias cenas de minha vida se passando, dentre elas quando Angelina e eu nos conhecemos, eu tinha cinco anos e já ajudava meu pai, mas naquele dia eu estava atrasado, pois havia entrado uma garota nova na minha sala e o valentão da nossa classe tinha resolvido bater na garota, eu procurei intervir e nisso acabou me dando um bom tempo depois da aula escrevendo no quadro “não vou mais brigar na sala de aula”, eu nem me importava de ter batido em alguém pelo menos eu tinha dado uma lição naquele valentão que ele não iria esquecer tão cedo.
Eu mal notei quando um caminhão que vinha em alta velocidade quase me atropelou se não fosse uma garota que tinha me segurado pela gola da camisa e me puxado para trás essa garota era a mesma que eu tinha defendido do valentão, eu sorri para ela e agradeci por ela ter feito aquilo, mesmo não tendo gostado muito eu estava feliz por não ter sido transformado em panqueca eu estendi minha mão e disse:

- me chamo Leon – ela riu e apertou minha mão.

- Angelina prazer em te conhecer – disse ela, então meu sonho mudou agora eu não estava mais em minha casa eu estava em um lugar diferente, eu estava em uma floresta vendo Angelina em meus braços, sua face estava serena, e em sua barriga havia uma faca de bronze, quando eu vi aquilo eu comecei a chorar, Angelina e o mais próximo de uma irmã que eu poderia ter e ver aquilo fez com que meu coração ficasse apertado e pesado.

Acabei acordando um tempo depois e senti minha face um pouco úmida, meus olhos estavam cheios de lágrimas, Angelina colocou sua mão em meu ombro então uma sensação de calma me invadiu, mas quando Eryx me informou que já tínhamos chegado meu coração afundou de vez, pois o mesmo local onde eu tinha visto Angelina morta era o mesmo que eu estava agora.

Assim que chegamos saímos do carro, eu já conseguia andar, lentamente, mas não tinha muita certeza se conseguiria correr caso Angelina me ajudava a subir a colina que aos poucos se tornava íngreme, como se dissesse “Prove seu valor ou caia”. Assim que chegamos ao topo da colina algo que eu achava impossível aconteceu, uma harpia atacou a mim e a Angelina, esta me jogou no chão para evitar que eu fosse pego pelas garras da harpia, eu estava absorvendo ainda a ideia de ser um semideus, mas não a ideia que monstros e outros seres mitológicos existiam. Eryx apareceu a tempo de evitar com que a harpia atacasse Angelina, e me entregou uma faca de bronze a qual fez lembrar-me do meu sonho a morte de Angelina.

Mas quando vi a harpia indo atacar Angelina com aquelas garras eu não quis saber de mais nada corri com a faca que Eryx tinha me dado e ataquei a harpia não me importando se eu iria ferir a mim mesmo o importante era a Angelina não sair ferida.

Quando eu cheguei próximo da harpia, eu ouvi um som de flecha cortando o ar perto de mim indo em direção à harpia e minha visão acabou ficando turva, minha perna fraquejou e eu cai no chão e então tudo se escureceu, quando acordei Angelina estava ao meu lado, juntamente com Erxy que tinha um colar com as garras da harpia em volta do pescoço, assim que vi Angelina viva dei um forte abraço nela e disse e seu ouvido:
- Desculpe Angel.
avatar
Leon Bezarius

Mensagens : 13
Pontos : 15
Data de inscrição : 21/01/2013
Idade : 21
Localização : No lugar mais perigoso de todos, Chalé de Afrodite, ou Chale 10 / X.

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Scarlet Lazzini em Sab Jan 26, 2013 6:42 pm


Ficha de Reclamação!




Nome: Scaralet Lazzini.

Idade: 16 Anos.

Raça: Semideusa.

Progenitor: Macária.

Motivo: Não há um motive ao certo, acho que a minha personalidade é compatível com a deusa em questão. Além disso, nunca tive medo, em momento algum, da morte, afinal ela é a única certeza que nós temos na vida, que um dia todos iremos morrer, não tem como fugir disso.

Progenitor Mortal: David Lazzini, um homem alto e belo, seus olhos eram claros e os cabelos eram ruivos e levemente ondulados. Morreu aos 36 anos em um acidente de carro, mas antes disso era um grande aventureiro, que encarava a morte com a cara erguida, sem temê-la. Trabalhava como químico em uma usina e nos tempos vagos praticava esportes radicais. Sempre fez de tudo para proteger a filha, inclusive se mudar da sua terra natal para um continente que não conhecia direito.

Defeitos e Qualidades: Uma garota extremamente calma e tranquila, que não gosta de brigas e violência, porém quando entra em uma batalha, se transforma, faz de tudo para vencer, entra para ganhar. Faz de tudo para defender aqueles com quem tem algum tipo de laço, nem que para isso ela tenha que dar a sua vida. Não costuma agir sem pensar, ao menos quando algo lhe irrita por extremo, ou seja, quando perde a cabeça. Muito determinada, faz de tudo para conseguir seus objetivos, menos trair alguém, pois não tolera traição. É um pouco preguiçosa e tímida, gostando de ficar sozinha, na sua, não gosta de ser perturbada. Não gosta de brincadeiras, extremamente séria, analista e observadora.

Cidade natal e atual: Nascida em Smerillo, interior da Itália. Atualmente reside apenas no Acampamento Meio-Sangue, sem morada fora do mesmo.

Habilidade: Como seu pai era Químico, ela tem um vasto conhecimento sobre os elementos, sabendo quais podem matar uma pessoa em poucos segundo e quais são capazes de, juntos, salvar vidas.

História:
Seus olhos se abriram. A escuridão dera lugar à claridade. A luminosidade era tamanha que chegava a cegar a jovem, que observava tudo atentamente, o ambiente, a pessoa que estava ao seu lado e até mesmo o seu próprio corpo. “Onde estou? Que lugar é esse? Como vim parar aqui? Quem sou eu” Uma forte dor de cabeça perturbava sua mente, junto com as duvidas. Não se lembrava de nada, absolutamente, mas agora se encontrava dentro de um carro, de cabeça para baixo, ele deveria ter sofrido um acidente. Sua testa estava machucada, o sangue escorria e pingava sobre o tapete.

Um cheiro forte de gasolina tomava conta do carro. Começou a tossis, estava com dificuldade em respirar. Ela estava atordoada, não sabia o que estava havendo, porém sabia, de alguma forma, que tinha que sair dali. Soltou o cinto de segurança, caindo e, assim, batendo com a cabeça no teto do carro, em seguida abriu a porta do veículo, mesmo com dificuldade. Em seguida jogou seu corpo para fora do carro. Seu corpo deslizou pelo asfalto, rasgando um pouco de sua roupa e de sua pele, estava quente, muito quente. Tentou se levantar, porém estava com muita dor, o máximo que conseguiu fazer foi arrastar-se para mais longe do veículo, que, em poucos segundo, explodiu.

Arrastou-se até a alçada, onde repousou seu corpo. Estava completamente perdida, não se lembrava de nada, nem mesmo do seu nome. Os ferimentos estavam feios e causavam-lhe muita dor. Não conseguia nem se mexer direito, o que poderia estar fazendo ali, no meio de uma calçada, nem nada por perto, com exceção de alguma coisa que vinha do céu, por um momento pensou que era um anjo, porém se lembrou de que anjos não existiam.

Seja lá que era aquilo, estava se aproximando cada vez mais rápido, tinha a forma de uma mulher, porém apresentava asas e garras. Tentou ficar acordada, porém não conseguiu, seus olhos se fecharam e o seu corpo fora agarrado e começava a se elevar, as garras da criatura seguravam-na. Tudo estava dando errado para a garota. Seria aquele o momento em que sua vida chegaria ao término? Para a sua sorte, ou não, esse dia ainda não havia chegado, ainda iria sofrer muito na vida, não fora abençoada pela morte.

Duas flechas foram atiradas por uma criatura com pernas de bode, chifres e o restante humanoide. Essas flechas perfuraram as asas do ser alado, que acabou soltando a garota, que caia em queda livre. O salvador da jovem fez um simples gesto com a cabeça e um Pégaso salvou a jovem, impedindo que ela caísse de costas no chão e tivesse uma morte um tanto dolorosa. Ela estava começando a acordar, agra estava via-se voando rumo a algum lugar que não sabia qual era, olhou para trás e viu um homem com chifres atirando na criatura alada.

Não sabia o motivo, mas se sentia segura, deitou sobre o animal alado e esperou para ver onde ele estava a levando. Depois de algumas horas, chegou a um lugar mágico, muito belo e com várias pessoas da sua idade, porém essas andavam armadas, mas não com armas de fogo, com armas medievais. Um centauro apareceu e a levou até a enfermaria, onde, por fim, começou a falar.


– Bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue Scarlet, aqui é um lugar para pessoas como você, que são frutos de um relacionamento de um mortal com uma divindade. – Falava ele enquanto algumas pessoas cuidavam de seus ferimentos.

– Então esse é o meu nome, Scarlet?

– Sim, você deve ter perdido a memória, o que vai te ajudar na adaptação aqui, não vai rejeitar tanto a verdade. Aqui você terá uma nova vida, uma vida segura, você vai aprender tudo que é necessário. - Disse ele com um tom de tranquilidade. - Meu nome é Quíron e estou aqui para lhe ajudar, aliais, todos nós estamos aqui para isso.
avatar
Scarlet Lazzini
Filhos de Macária
Filhos de Macária

Mensagens : 4
Pontos : 4
Data de inscrição : 21/01/2013

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Lunna B. Mercier em Dom Jan 27, 2013 3:06 pm

Nome – Millenna Victorie Donovan

Idade – 16 anos

Raça - Semideusa.

Progenitor – Afrodite

Motivo – Por que sempre era elogiada por ter uma beleza excepcional.

Progenitor Mortal – Robert Donovan, 30 anos, modelo e estilista.

Defeitos e Qualidades – Defeitos: Arrogância e frieza. Qualidade: Sinceridade.

Cidade natal e atual – Roma.

Habilidade – Conversar com mortos, e velocidade incrível.

História –
Eu era feliz em Roma, vivia com Robert Donovan, meu pai, um grande estilista e modelo romano, e minha madrasta Katie, que em homenagem a ela meu pai colocou o seu sobrenome em mim, afinal eu a adorava como minha própria mãe. E não se esquecendo de Ashley, minha meia irmã. Eu tinha uma vida normal, estudava em uma escola ótima desde pequena, tinha amigos e amigas, e até um "namorado", mas tudo mudou.
06/06/2006
Estava em meu quarto com a Ashley e minha melhor amiga Candice, quando meu pai entrou no quarto apressado e disse:
-Mille, arrume suas coisas.
Eu fiquei sem entender nada, e disse:
-Pai, o que está acontecendo? Vamos viajar mais uma vez?
Ele estava com uma cara triste, algo tinha acontecido e ele não queria me contar.
-Candice e Ashley, nos dêem licença por favor. - Disse e quando as duas saíram me dirigi a meu pai e disse:
-Pai, o que aconteceu? Do que você está falando?
Ele me olhou e disse:
-Tem uma pessoa aqui. Pode entrar.
Um garoto estranho, de muletas, e eu reconheci sendo meu melhor amigo, e aparentava estar estranho, disse com um sorriso:
-Olá Millenna, me chamo Matth, e vim levar você para um local seguro e feito para pessoas como você.
Fiquei sem entender nada e encarei meu pai, mas ele apenas desviou o olhar e disse:
-Chegou a hora dela ir, certo Matth?
A garota disse:
-Sim, Quírion me mandou aqui para levar ela.
Gritei:
-Ei, alguem pode me explicar o que tá acontecendo?
Ele encarou meu pai e disse:
-Não contou a ela? - em seguida ele me encarou e disse: -Você é uma semideusa, e você será levada a um Acampamento. Vamos, não temos tempo a perder.
Ele me puxou e descemos as escadas, onde tinha um carro nos esperando na porta, e com essa forma de "despedida" deixei minha família.
avatar
Lunna B. Mercier

Mensagens : 5
Pontos : 5
Data de inscrição : 27/01/2013
Idade : 23
Localização : Quem sabe te seduzido? 8)

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Aris Aphro Gaal em Seg Jan 28, 2013 10:42 am

Nome
Aris Aphro Gaal

Idade
Tenho 15 Anos !

Raça
Sou Humano ... Pelo Menos Metade ! Metade Humano Metade Deus sou Semideus

Progenitor
Minha mãe , eu acho que é muito conhecida o nome dela é : Afrodite (Em Grego Aphrodite por isso meu nome é Aris Aphro).A Deusa Da Beleza , do Amor , e do Sexo !

Motivo
Acho que Afrodite em si não é uma deusa de poderes ! Mais mesmo assim tenho muito carinho por ela , um carinho especial , um carinho de "mãe" , ela é linda (eu sou lindo) , ela é a deusa do amor e eu acho que para minha idade á sei lidar muito bem com isso , nem me fale do sexo !

Progenitor Mortal
Corey Todd Gaal

Defeitos e Qualidades
Bom ... Gosto De Falar De Defeitos , Um dos defeitos do deu personagem é o orgulho , ele sempre gosta de achar melhor que todos , mesmo não jogando na cara , ele é orgulhoso , ele também é mimado , sempre viveu com o pai e nisso foi mimado !
As Qualidades , ele é sincero , inteligente , forte e astuto ! E sabe muito bem mecher com armas.

Cidade natal e atual
Nascido na Grécia em uma excurção do seu pai a trabalho , mais trazido para os Estados Unidos .
Na cidade de Atenas ele nasceu , e trazido para Nova Iorque.

Habilidade
Habilidades com armas , arco e flecha , espada e etc ...


História
Era um dia de chuva , estava de ferias , na casa de campo em Long Island , quando acordei , acordei ouvindo vozes , vo\es que vinham da cozinha , decidi espiar , meu pai estava conversando com uma mulher , linda , perfeita, não quis interromper , mais não deixei de escultar, ele diziam:
-Ele ainda não esta preparado !
-Esta sim o garoto tem quase 15 anos !
-Mais eu ainda não contei nada para ele !
-Nossa , o que você pensa que fez , ele é meu filho !
Eu dei um suspiro , com minha boca aberta fiquei paralisado atras do balcão , quando percebi algo se aproximando , era eles, eu me desesperei , ele me viram !
-Aris - Falava Ele
-Aphro - Falava Ela
-Pai ! Mã,mã Mãe !
Eu não sabia o que fazer , dai eu fui correndo pro sofá , afinal , eles tinham que me dar explicações !
-Então , venham sentem-se , a noite acaba de começar , vocês vão me contar tudinho !
Ele sentou na protona e ela ficou em pé , ele fez sinal com a cabeça , tipo como tivesse dizendo "Vá Conte Tudo A Ele"
-Bom - Começou ela - Você é meu filho !
-Ela , ela é uma Deusa Aris ela é Afrodite - Ele Interrompeu
-Como ? Afrodite ?
-Sim eu sou sua mãe , depois de ter você o olimpo não deixou... quer dizer não deixa nenhum Deus , ver mais seu filho , mais agora , agora você tem que ir para um acampamento , você tem poderes , e precisa treina-los !
-É filho , você vai precisar ir !
-Tudo Bem - Disse Sem Conter Euforia- Eu Vou , á que é preciso !
Eu não me importava , meu pai sabia que era meu bem , e mesmo eu sabendo que aquilo era borrada eu fui , ela me disse de um pinheiro enorme com uma casa de campo parecida com uma fazenda , e disse que eu fosse para lá urgentemente, dai eu fui, e o pior fui de pé , estava tão cansado, mais quase lá , ao chegar joguei minhas coisas no chão e bati na porta, era uma casa tão linda , mais tão linda , que eu achei que estava sonhando , só me lembro que cai de sono num banco ao lado da porta !

OBS: Qualquer Erro De Ortografia , Mil Perdoes !


Última edição por Aris Aphro Gaal em Sex Fev 01, 2013 9:41 am, editado 1 vez(es)
avatar
Aris Aphro Gaal

Mensagens : 30
Pontos : 30
Data de inscrição : 28/01/2013
Idade : 25
Localização : Acampamento Meio-Sangue no Chalé X /10

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Ayrs Aphro Gaal em Qua Jan 30, 2013 1:13 pm

Nome
Aris Aphro Gaal

Idade
Tenho 16 Anos ..

Raça
Sou Humano ou digo ... Semideus

Progenitor
Afrodite - A Deusa Da Beleza , Do Amor , E Do Sexo

Motivo
Afrodite , é a deusa da beleza , eu me acho belo , a deusa do amor eu me acho amoroso e romantico , e a deusa do sexo (sem comentarios) , ela é uma deusa muito minha cara , moderna e tudo mais.

Progenitor Mortal
Paul Everlly

Defeitos e Qualidades
Egoista , orgulhoso , ciumento , mentiroso.
Bonito , amoroso , fiel.

Cidade natal e atual
Nova Iorque

Habilidade
Habilidades com fisicas , atletismo .


História
Estavamos no campo , meu pai tem uma fazenda lá , era uma noite normal ao não ser pelos acontecimentos , primeiro , ouvia vozes de mulher todas as noites , sonhava com uma mulher muito bonita , ate que eu decidi segui as vozes , meu pai estava no sofá , seu nome ? Paul , ele era muito bonito , e sarado , acho que ele estava esperando me proteger , ele estava acordade , estranhei aquilo , mais eu perguntei a ele :
-Papai o que você ta fazendo ?
-Fi-filho, o que você ta fazendo aqui ?
-Estou , é.... o que estou fazendo ? Queria assistir tv !
Ouvi vozes de mulher gritando da cozinho ...
-Paul ... onde você coloca a maionese ?
-Quem é ?
-Um amiga minha !
-Não pode ser , eu ouço uma voz toda a noite me chamando e é parecida com essa , quem é ela ?
-Vamo se esconda Cart ! Aqui no sofá !
Eu me escondi e não falei nadinha :
-Então o menino vai !
-Não o garoto não vai !
-Vai sim !
-Vai não !
-Vaai sim e acabou , eu que sou a Deusa aqui , eu que sou Afrodite !
Eu pasmei , Afrodite ? Não podia ser ! Rapidamente me levantei ...
-Quem é você ? o que faz aqui ? e querem me levar para aonde ?
-Jura que quer eu responda rapido assim
-Sim
-Afrodite A Deusa Da Beleza , Venho Levar Você Para Um Acamapamento Filhinho !
-Filhinho ?
É Cart ela é sua mãe , quando eu fui para a espanha eu a conheci dai tive você !
-E que Acampamento é esse ?
-Para gente como você semi-deus ...
-Tenho escolha ?
-Não ou vai ou vai !
-Afrodte - disse meu pai -ele é um garoto !
-Ta eu vou, para mim é um desafio , e eu os amo !
Eu não tinha o que questionar achei que era uma pegadinha mais não era , eu tive que ir andando ate um acampamento lá perto de Long Island , dai estou aqui escrevendo minha historia !
avatar
Ayrs Aphro Gaal

Mensagens : 2
Pontos : 2
Data de inscrição : 30/01/2013

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Ashley William em Qui Jan 31, 2013 1:05 pm

Nome – Ashley William Cours

Idade – 15

Raça - Semideus

Progenitor – Atena

Motivo – Nunca achei que numa briga, você deveria partir pra cima de qualquer jeito. Você precisa ter um plano, algo que faça o inimigo se surpreender, assim você irá ganhar. Acho que por isso que sou filho de Atena.

Progenitor Mortal – Kevin Cours, era arqueólogo. Era inteligente, usava óculos, sempre em suas pesquisas, decifrando códigos.

Defeitos e Qualidades – DEFEITOS: IMPACIÊNCIA, ORGULHO *** QUALIDADES: IRONIA, GENTILEZA, INTELIGÊNCIA

Cidade natal e atual – Nova York. Nasci e moro lá.

Habilidade – Bom com escudos.

História – Minha vida era bem normal, exceto pelo fato de eu não ter conhecido minha mãe. Eu era meio triste, como um vazio no meu coração. Eu tinha que preenchê-lo com meu melhor amigo. John. Era estranho, porque ele vivia de calças e toucas, mesmo em pleno verão. Tinha problema nas pernas, usava muletas. Todos da sala mantinham distância dele, mas eu não. Eu achava que ele... sei lá, poderia me ajudar algum dia.
Eu tinha razão. Um dia, eu estava na aula, quando ouvi gritos e berros na área livre da escola. No sexto tempo. Aula de Matemática. Agradeci a Deus por isso... eu pedi a professora para ir ver o que era, mas ela me impediu. Ela se virou pro quadro e eu e John tivemos o mesmo pensamento: corre. Fomos em direção a área principal. Encontrei um leão com cauda de escorpião repetindo meu nome várias vezes, como se fosse um bebê aprendendo a falar. Mas aquilo não era um bebê. Era um terrível monstro que me queria como almoço, café-da-manhã, janta ou sei lá o quê. Só sei que eu iria virar refeição dele. Ele parecia murmurar: Hum, que delícia...
John me entregou sua espada, e disse que isso iria me proteger. O monstro levantou sua cauda de escorpião e uma saraivada de espinhos zuniu por cima da minha cabeça, para minha sorte. Eu estava surpreendido. Eu rolei para a esquerda enquanto outra saraivada passava tranquilamente ao meu lado. Eu pulei e finquei a espada na barriga dele, e ele gemeu de dor. Ainda me acertou uma garra, mas não doeu muito. Foi um corte leve. Ele se desfez em pó, e eu, brincalhão, chutei e espalhei tudo. ''Bom trabalho'', disse John. Nós pegamos um táxi, fora da aula já e ele falou um tal de ''Long Island''. Não conhecia aquele lugar, e desconfiei. Será que John fingira ser meu amigo o tempo todo e depois me matar? Chegamos a uma colina e John pagou o motorista. Era uma longa colina. Nós subimos, e eu li: Acampamento Meio-Sangue. ''Bem-vindo'', comentou John, e sumiu na floresta.
avatar
Ashley William
Filhos de Atena
Filhos de Atena

Mensagens : 12
Pontos : 12
Data de inscrição : 31/01/2013
Idade : 18
Localização : Meu chalé, onde mais?!

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Filha De Hecate

Mensagem  Denny Biersack em Qui Jan 31, 2013 1:09 pm

Nome – Denny Biersack

Idade – 15 anos

Raça - semideusa

Progenitor – Hecate

Motivo – sempre fui apaixonada pela magica e por feitiços, sempre adimirei minha facilidade com esse tipo de coisa.

Progenitor Mortal – Roberth Austem

Defeitos e Qualidades – meus olhos sao bicolores, um e roxo o outro e azul. gosto tranquilidade, adoro o escuro, curto um bom rock n roll e nao gosto de dançar, sou chata as vezes, tenho habilidade com escudos e espadas, e amo fazer feiticos e sou bem mistica.nao gosto de funk... e sou apaixonada por heavy metal

Cidade natal e atual – nasci em sao francisco e atualmente no acampamento meio sangue.

Habilidade – com espadas e escudos , feitiços e magias .

História – Eu morava com meu pai em sao francisco, aii nos mudamos paraa california e foi aii que começaram a aconteçer coisas estranhas cmg, eu nao gostava de jeito nenhum de sair no sol, odeio o dia, sempre amei a noite,a luz do luar, o frio, a calma. adoro animais, as vezes aconteçiam umas coisas comigo na escola, como eu explodi uma sala de aula uma vez so por que eu tinha ficado brava com a professora, sempre gostei muito de ler, e adoro livros de feitiços, eu sempre lia e consegua fazer muito bem certas magicas, mas ainda tenho muito o que aprender, meu pai dizia que minha mãe era assim que nem eu, muito mistica, eu vi minha mãe poucas vezes, as vezes ela vinha me ver, mas nao demorava muito, ela sempre tinha que ir logo, eu adorava brincar com ela de ver sair fagulhas dos dedos, ela sempre teve ao meu lado, muito carinhosa, minha mãe se chama Hecate e ela disse que um dia serei a melhor feitiçeira do mundo.
avatar
Denny Biersack

Mensagens : 1
Pontos : 1
Data de inscrição : 31/01/2013
Idade : 19
Localização : Acampamento Meio-Sangue

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Evelyn O. Bartz em Sex Fev 01, 2013 9:57 pm



Teste de Reclamação!




Nome: Evelin Olsen.

Idade: 14 Anos.

Raça: Semideusa.

Progenitor Olimpiano: Hipnos.

Motivo: Desde pequena sempre fui uma criança sonolenta, que gostava de dormir até tarde e sempre que deitava no sofá, para ver televisão ou um filme, sempre acabava dormindo. As pessoas sempre falaram que quando eu dormia era como se eu estivesse morta, ninguém conseguia me acordar.

Progenitor Mortal: Desconhecida pela semideusa.

Defeitos e Qualidades: Evelin é uma jovem descontraído em alguns momentos, brincando bastante, mas apenas quando acha que é propício. Em termos gerais, age de forma séria, trabalhando com a cabeça sempre. Prioriza a experiência e a inteligência, considerando a força física algo que pode ser superado pelo intelecto. Não gosta de falar. De atitudes firmes e decididas, nutre um ódio interno por todos que se acham superiores. Normalmente parece nunca estar em paz, como se cada dia fosse um tormento em sua vida, carregando o peso de todas as suas decisões e das mortes que carrega na memória. Apesar de tudo não desiste, sempre que tem algum objetivo, por mais difícil e impróprio que seja, vá até o fim para alcançá-lo. Quando entra em combate sua verdadeira natureza se mostra, torna-se alguém sedento por sangue e implacável, sem pena. Batalha como se não houvesse amanhã. É visto como uma garota atormentada e problemática, como uma psicopata, mas é na verdade muito presa ao passado e o usa para seguir em frente. Tem um sono extremamente pesado, caso seja acordada ela se irrita, de fato gosta de dormir.

Cidade Natal e Atual: Nascida na cidade de Barcelona na Espanha. Atualmente tem um lar no Texas.

Habilidade Devido ao fato de ter sido criada em uma família de escoteiros e de ter sido levada para acampar quase que todas as férias e finais de semana, a jovem sempre sabe onde está, quase nunca se perde, principalmente quando já esteve, mesmo que por um segundo, no local.

História: Nem todas as histórias tem um final feliz, muito menos um começo dessa mesma forma. A história de Lexi, infelizmente, não tem um bom começo, aparentemente sua vida estava marcada pela morte dos seus entes e daqueles que são próximos. Tudo começou mais ou menos na metade do ano de 1997, quando uma linda mulher de olhos azuis e cabelos castanhos, pertencente a uma nobre família espanhola, ter se apaixonado por um homem misterioso, muito belo e que lhe passava tranquilidade, coisa que não tinha em sua vida. Depois de algum tempo ela, por fim, engravidado do mesmo, que sumiu depois do acontecido, deixando apenas uma carta no lugar em que havia marcado um encontro para lhe contar toda a verdade.

“ Margareth, não vou mais mentir, a verdade não é nada simples, porém é necessária. Durante todo esse tempo que estivemos juntos uma grande mentira fora dita por mim, eu não sou um homem comum, não estava na cidade à trabalho, muito menos ao acaso, já havia lhe observado algumas vezes e, de fato, você me encantou desde o primeiro dia em que te vi. Meu nome não é Miguel, eu não sou um comerciante e nem de uma família simples, sou um deus, no momento não posso dizer qual, só quero dizer que a sua vida, a partir de agora, vai ser diferente. ”

O tempo passou e no dia 28 de Fevereiro de 1999, sete meses depois da mulher receber aquela carta, sua filha nasceu, recebeu o nome de Evelin e um colar com o seu nome e a data de nascimento. Tinha tudo para ser um dia perfeito, porém nesse dia a morte começou a ser traçada no destino da criança. Para Eve nascer, sua mãe teve que morrer, agora não tinha ninguém, ou quase ninguém. Depois de passar uma semana no hospital, um homem, que se identificou como um amigo da família. Pegou a criança durante a noite e saiu do hospital com a mesma em seus braços. Não estava de carro, nem de moto e também não estava indo pegar um ônibus ou um táxi. A chuva caia fina, a noite estava muito escura, as nuvens dominavam o céu, impedindo que o brilho da lua fosse visto, nem as estrelas conseguiam ser vistas. O bebê chorava, porém quando parou para olhar mesmo aquele que lhe segurava, sentiu-se tranquilo, seguro, como se aquele homem lhe fosse familiar. Ele era alto, bonito, seu rosto era marcado por traços finos, sua pele era branca, os cabelos loiros, tinha até uma certa semelhança com a criança, que era igualmente loira e tinha os mesmos olhos do homem.

Agora o silêncio era quase que mortal. A chova estava apertando, ventos fortes e cortantes começavam a deixar a temperatura bastante fria. O homem caminha com a criança em seu colo pelas ruas de Barcelona, não confiava em muitas pessoas ali, com a exceção de um casal que pertencia a uma boa classe social, porém que, ao mesmo tempo, era bem simples e digno, a família Olsen. Em alguns minutos o homem estava na porta da casa daqueles que eram dignos de sua confiança. A campainha foi tocada, o som ecoou e, depois de alguns segundos, uma linda mulher de cabelos loiros e olhos azulados abriu a porta, estava com um sorriso no rosto e nada surpresa, aparentemente a visita já estava marcada.


– Pontual como sempre. Por favor, entre... papi! – Falou a mulher enquanto dava espaço para o homem entrar. Olhou para a criança e, na mesma hora, se encantou com tamanha beleza e tranquilidade. – Então essa é a sua mais nova filha?

– Tem certeza disso? Uma família normal não seria mais adequada? – Falou um homem, que estava sentado na poltrona da sala, olhando para o visitante.

– Tenho sim! Frederick e Elisabeth, vocês sabem o quão duro é descobrir que aqueles que lhe criam passaram a vida mentindo e sabem dos perigos que ela enfrentará. E quero lhes pedir mais uma coisa, não escondam dela a verdade e quando ela fizer 14 anos, mandem-na o acampamento.

-- Z --


O dia amanheceu. Como sempre, Evelin continuava na cama, dormindo. Mesmo sendo uma filha de quem era, era difícil de acreditar que um bebê dormisse tanto, não havia acordado nem uma única vez durante toda a noite. Com certeza era a filha que todos queriam ter, pelo menos nesse requisito. Foi, com toda a certeza, a criança mais calma durante esse período, quase não chorava, passava a maior parte do dia dormindo e quase não chorava, somente em dias extremamente chuvosos e com trovoadas, isso sempre lhe assustou, era como se alguém estivesse irritado com ela. Aqueles que cuidavam dela sempre se revezavam, sempre que um estava trabalhando o outro cuidava da criança, nada de babás ou coisa do tipo, sabiam que era perigoso. Foi assim até que ela começasse a entender, de verdade as coisas, ou seja, até seus cinco anos de idade.

Entrou na escola consideravelmente tarde, aos três anos e meio, afinal não podiam bobear, Nesse mesmo ano, antes de ser levada para a escola, Frederick e Elisabeth lhe contou que eles não eram seus pais, mais sim “amigos” do pai dela. Um deus lhes dera uma espécie de ordem e eles tinham que cumprir: manter a criança em segurança. Durante o período básico escolar, ou seja, por dois anos, nada demais aconteceu, só as coisas típicas de crianças nessa faixa etária. Caiu algumas vezes, quebrou um braço e, durante um final de semana, quando tinha quatro anos e oito meses, ela estava brincando de pique esconde com o pai em uma reserva, onde estavam acampando, ela acabou caindo de um desfiladeiro, porém, para a sua sorte, no final do mesmo havia um rio, o que amenizou a queda.

Ainda nessa idade aprendeu a nadar e foi posta na aula de Judô, aqueles que cuidavam dela queriam estar certificados de que ela saberia se defender bem futuramente. Ganhou algumas medalhas, principalmente na natação. Nunca viu essas atividades como algo obrigatório, e sim como uma brincadeira, algo divertido. Em sua primeira competição de Judô teve seu ombro deslocado pelo oponente e, com isso ficou com a medalha de prata. Mas sempre que chegava em casa, fazia sempre as mesmas coisas, primeiro tomava um bom banho, segundo, comia e ia escovar os dentes e, por último todavia o mais importante, ia dormir e, assim como quando era bebê, dormia e muito.


-- Z --


– Evelin, temos uma coisa muito importante para te falar. Agora você já tem idade suficiente para entender que o que será dito aqui não deve ser revelado para ninguém. – Começou a falar a mulher de cabelos loiros. – Nós já lhe contamos que não somos seus pais biológicos, que sua mãe morreu e que o seu pai não pode criar você devido a problemas superiores agora...

– Agora você já está pronta para saber a verdade sobre o seu pai, sobre nós e, principalmente, sobre você. – Interrompeu Frederick, que, como sempre, falava com certa frieza na voz, porém não era nada pessoal, ele era assim com todos. – Sabe todos aqueles mitos sobre os deuses gregos? São todos verdade. Eu e a Elisa somos filhos de deuses com mortais, eu filho de Hades e ela de Hipnos, assim como você.

– O que ele quer dizer é que...

– Pera! Eu sou metade deusa? – Disse a jovem animada. – Eu posso ir para o Olimpo? Ir para o Submundo conhecer meu pai?

– Não, na verdade você não pode, não ainda. Tem que esperar, quando você estiver maior, vamos te levar para o lugar onde eu e a Elisabeth nos conhecemos, o Acampamento Meio-Sangue. Esse lugar vai ser muito bom para você, lá irá treinar suas habilidades e conhecer mais pessoas como você.

– É por isso que eu durmo tanto? Pois sou filha de Hipnos?

– Exatamente. Isso explica também a sua tranquilidade e também sua aparência. Mas não muito legal ser filha de um deus, tem lá suas vantagens, porém você começa a ser perseguido por monstros.

-- Z --


O tempo foi passando e ela aprendeu o quão difícil era ser filha de um deus e de morar junto de mais dois destes. Muitas mudanças ocorreram, dentre elas a mais radical, se mudaram para o Texas. Na escola começou a sentir dificuldades, então lhe explicaram que isso era comum em semideuses e tudo mais. Fora isso, inúmeras perseguições se sucederam, tanto na escola, quanto fora dela, isso causou em diversas expulsões de clubes e colégios. Por oito anos, teve uma vida atormenta, poucos amigos, muitos segredos e acidentes. Aos dez anos fora perseguida por uma Harpia e acabou sofrendo um forte arranhão no ombro, que deixou uma grande cicatriz no formado do corte das garras. Teria morrido se o marido da sua irmã não a tivesse salvado. Muitos foram os monstros que lhe perseguiram, desde Cães Infernais à Lestrigãos, vários ataques e o pior é que a cada dia que se passava estava ficando mais e mais frequentes.

No ano seguinte, durante uma excursão da escola, fora atacada por um Leucrocotta, porém conseguiu desviar na hora exata do ataque e, como havia uma garota atrás dela, esta acabou morrendo. De fato estava ficando cada vez mais difícil continuar agindo como se fosse uma criança normal, principalmente quando se sabe que não é assim. Estava quase que impossível aguentar aquelas situações quase que todos os dias e, às vezes, mais de uma vez por dia. Aos doze anos saiu da escola pois não era mais seguro, passou a estudar em casa e a sair apenas nos finais de semanas e quando aqueles que cuidavam dela saiam de férias. Quase sempre que eles saiam juntos dava algo errado, às vezes eram perseguidos, ou então havia algum acidente perto ou mortes, coisas desse tipo, foi assim por dois anos.

Tudo já era horrível, porém aos catorze anos sua vida virou de cabeça para baixo. Estava em casa, limpando um quarto onde eram guardadas as coisas inúteis que havia em casa, quando a porte foi derrubada e um Cão Infernal, acompanhado de uma Harpia, adentrou na casa destruindo os primeiros móveis. Os dois adultos desceram correndo e, ambos armados duelaram com as feras, porém não estava dando muito certo. Evelin escutava que eles queriam mata-la e não àqueles que lhe defendiam. Pela abertura da porta acompanhou toda a luta, estava certa de que os monstros perderiam, porém se surpreendeu quando os humanos caíram e o Cão Infernal derrubou a porta pela qual ela espiava. Não teve tempo para pensar, as patas da fera estavam levantadas, ela aproveitou para escapar. Os dois monstros lhe perseguiam, ela corria pela rua desesperada, não podia contar aquilo para ninguém, as pessoas iam chama-la de louca.

Havia um bueiro destampado, não pensou duas vezes, saltou lá dentro e por ali seguiu, achava que o cheiro iria despistar aqueles que queriam lhe matar. Depois de quase uma hora correndo pelo esgoto, voltou à superfície, continuou correndo, estava calma, porém a cena da morte daquele casal lhe abalara demais e estava voltando toda hora à sua mente. Escutou um barulho vindo de trás, olhou para a mesma direção, porém tropeçou e caiu. Quando olhou para frente e começou a se levantar, se deparou com um homem trajando sobretudo negro e chapéu anos 1920. Ao seu lado estava um táxi com três mulheres na frente.


– Levante-se! Ande, levante-se e entre no táxi antes que eles cheguem. – Falou ele, enquanto ela o obedecia. Assim que ela entrou no táxi, o homem deu instruções às mulheres que estavam na frente, então o carro começou a andar, em alta velocidade. O balançar ali atrás fez com que ela caísse no sono, porém depois de algum tempo fora acordada e levou um susto, a mulher não tinha olho. Olhou para o que estava do lado de fora do táxi e viu uma colina, pelo que lhe haviam falado ali em cima ficava o Acampamento Meio-Sangue. Desceu do automóvel agradecendo às mulheres e subiu correndo a colina. Depois de dois minutos chegou ao acampamento e lá foi muito bem recebida.
avatar
Evelyn O. Bartz
Filhos de Hipnos
Filhos de Hipnos

Mensagens : 8
Pontos : 8
Data de inscrição : 31/01/2013

Ficha do personagem
HP:
110/110  (110/110)
MP:
110/110  (110/110)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Katter Schwarz Miller em Dom Fev 03, 2013 2:59 pm

♣ Nome ♣
Katter Schwarz Miller

♣ Idade ♣
16 anos

♣ Progenitor ♣
Apolo

♣ Motivo ♣
Alem de eu se bom com arco e com os poderes da cura, adoro Apolo. Graças ao meu nome em Off acabei sabendo muito sobre o Deus, gosto da mitologia pelos lados da historia do Deus do Sol.

♣ Progenitor Mortal ♣
Não cheguei a conhecer minha mãe. Meu pai ocupou os dois lugares na família, sendo tanto pai quanto mãe, ele me deu tudo, por isto me considero um pouco mimado e irritante. Meu pai diz que minha tinha muitas historias para me contar quando viva, mas que não pode nos acompanhar ate aquele momento. Eu sei que Louis, meu pai adotivo tinha uma queda pela minha mãe quando mais jovem, por isto acabou me adotando logo que ela partiu.
♣ Defeitos e Qualidades ♣
Como já disse. Irritante, brincalhão, irônico em quase todas as suas conversas e acima de tudo safado. O lado positivo é que esta sempre vendo o lado bom das coisas. Não é medroso, na verdade muito corajoso quando o assunto é criaturas. Tem um pequeno trauma com cobras, por que foi graças a elas que sua mãe acabou morrendo.

♣ Cidade natal e atual ♣
Londres Inglaterra.

♣ Habilidade ♣
Tenho uma ótima mira e canto muito bem, chego ate a tirar suspiro de alguns campistas. Tenho tambem uma habilidade meio que anônima, acontece mais quando eu durmo. É quase raro, mas consigo prever algumas coisas antes mesmo que elas aconteçam, mas esta habilidade ainda esta sobre aprendizado.

♣ História ♣
Nascido em Londres, Katter acabou ganhando olhares por todos os cantos. Sem saber que era um Semi-Deus, ganhou prestígio no mundo da moda e da televisão. Seu pai adotivo era meio que contra tudo aquilo, dizia que chamava muita atenção e olhares para cima do jovem. Um certo dia, sendo um pouco mais cedo, Louis o pai de Katter resolveu dizer tudo antes dele ir para a escola, deixou bem claro que ele precisava ir para o acampamento rapidamente.

Louis na explicação para o garoto, deixou escapar que homens estranhos e encapuzados entraram em sua casa pedindo a cabeça do garoto. O som na voz de Louis parecia assustador, mas novamente ele soltou mais um novidade para os ouvidos de Katter, seu pai estava de volta e precisava dele no acampamento. Dali em diante não tem muito o que conta, Louis apenas levou o garoto e o deixou para que pudessem cuida-lo dele.


OFF: Odeio fichas, então acabei fazendo esta bem rapidinha e nem caprichei muito.


† Aguardando melhoras †



Katter Schwarz Miller
Desordeiro do acampamento. / Futuro Stripper/ Garoto de todos..


Narração; Falas; Fala de outros; Pensamentos
avatar
Katter Schwarz Miller
Filhos de Apolo
Filhos de Apolo

Mensagens : 2
Pontos : 2
Data de inscrição : 12/01/2013
Idade : 20
Localização : Camp Half Blood

Ficha do personagem
HP:
100/100  (100/100)
MP:
100/100  (100/100)
Arsenal:

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 8 de 11 Anterior  1, 2, 3 ... 7, 8, 9, 10, 11  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum