Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Dianna S. McCain em Qui Jul 25, 2013 10:24 am

Ficha de reclamação de
Dianna S. McCain.


NomeDianna S. McCain.
IdadeQuinze Anos.
Progenitor Afrodite, deusa do Amor e da Beleza.
MotivoAfrodite é a deusa da beleza, só isso já estava de bom tamanho. Mas muito além ela é forte e poderosa tendo habilidades exóticas e conseguindo dominar as pessoas com apenas um olhar. Ela realmente faz jus à frase “não julgue um livro pela capa”, enganando o inimigo e tendo a vantagem inicial. Beleza, inteligência, força, poder, paciência, quase tudo que a maioria das mulheres almeja, ela possui e de sobra tornando-a assim uma das deusas mais equilibradas. Resumindo, ela é quase perfeita e seria uma honra se tornar filha da deusa em questão.
Progenitor mortalAeu pai ou mãe mortal. Nessa parte, você falará sobre seu parente mortal, pois normalmente os progenitores mortais criam seus filhos semideuses, exercendo enorme influência sobre eles. Também pelo fato de que apenas mortais que vêem por trás da névoa e que tem características especiais para conquistar um deus podem se encaixar aqui, como por exemplo, o atributo beleza para a deusa Afrodite
Defeitos e qualidadesDianna possui cabelos castanho-claros e lisos (que ela gosta de enrolar para que fiquem ondulados) e olhos num tom de castanho claro que mudam, de acordo com a luz, para verde. Corpo delineado e seios fartos. Seu humor é muito variável, dependendo bastante da pessoa que esta interagindo com ela, mas por mero costume tenta o manter animado e alegre. Tem uma alma boa e gentil, porém quando se irrita é melhor sair de perto, ou quando ela acorda de mau humor, porque ela se torna outra pessoa, estourada, bruta e sarcástica, ela é bipolar. É tímida, se soltando à medida que conhece melhor as pessoas. Gosta muito de ler (encaixa-se aqui apenas livros de romance, aventura e suspense fictício, ou não. Nada de livros didáticos ou similares).
Cidade natal e atualManhattan.
Habilidadeº Lábia - Você é astuto, sua voz é harmoniosa e suave, você sabe usar dos artifícios certos para conquistar a simpatia de alguém, iludir com mentiras bem contadas e angariar favores.

º Leitura - Interesse em livros de romance principalmente e de histórias de seu interesse, sendo bastante sonhadora e tendo uma leitura mais aguçada de textos e afins.

HistóriaAssim que nasceu, Dianna foi abandonada por sua mãe, ficando sobre a tutela apenas do pai. Nos primeiros momentos ele começou a entrar em desespero, tinha total certeza que fez uma besteira e condenou sua vida e da criança em seus braços. E como bebê, sem ter consciência de nada que acontecia, ela sorria para o pai. Sentia-se protegida naqueles braços fortes. E foi isso que deu motivação ao pai para seguir em frente.
“Você é apenas um bebê, não tem culpa de nada e é minha responsabilidade. Honrarei esse compromisso” Era o que ele pensava sempre que olhava para a filha.
Malcon era o nome do pai de Dianna. Ele se despediu de um de seus dois empregos, assim podendo dedicar mais tempo a filha. Ela era um bebê lindo, saudável e forte. É claro que como pai de primeira viagem ele teve que pedir ajuda a outros parentes. A tia, irmã de Malcon, foi quem mais ajudou. Afinal, ela já sabia a historia da criança.

--- ♥ ---


Dianna crescia como uma criança normal. Sua infância foi bem parada. Até as coisas piorarem quando ela embarcou no fundamental. As notas caíram drasticamente e ela foi diagnosticada com TDAH, tendo que trocar de escola várias vezes por ser expulsa, seja pelas notas baixas ou por arrumar encrencas. Mesmo assim ela não se deixava abalar, estava sempre sorrindo para todos o que fazia com que sua beleza apenas crescesse. Ela sempre pensou que atraia as pessoas por ser quem é.

- Não confie assim tão fácil nas pessoas Dianna – Seu pai sempre a avisava. – Você é uma filha muito bonita, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto de você para te usar. Tome cuidado.

Mesmo com as palavras do pai, a garota apreciava aquela atenção que recebia e dos olhares que lhe eram jogados. Era tímida, mas se sentia poderosa ao ser denominada a mais bonita. Ela gostava de mesmo sem fazer qualquer esforço estar arrumada. Enquanto as outras crianças se olhavam no espelho falando o quanto queriam ter outro cabelo, ser mais magra, mais alta, ela olhava no espelho achando tudo muito bom em si, não iria mudar nada.
Porém com o tempo toda aquela atenção e amizades falsas, assim como os olhares invejosos e desejosos começaram a irritá-la. Ela queria poder conversar com alguém, falar o que sentia e o que pensava. Tentou algumas vezes com seu pai, o único em quem ela realmente confiava, no entanto ele sempre mudava o assunto ou dava um conselho inútil. Ela desistiu.
“É meu destino ter uma vida assim? Eu agüento... Mais tarde tentarei mudá-lo” Ela pensava para se consolar sempre que a tristeza batia mais forte.

--- ♥ ---


Um dia, saindo de uma festa, já com seus 15 anos, a garota se perdeu. Estava escuro e ela havia parado em um beco estranho. Resolveu voltar, mas parecia ficar mais perdida a cada passo e ninguém passava na rua para que ela pudesse pedir informações. A garota ouviu passos e começou a andar mais rápido, assim como os sons que ouvia. Sombras estranhas passavam por cima e ao lado dela, que já começava a entrar em pânico. Parou, fechando os olhos e ficando vulnerável e a sua mão foi puxada impulsionando o corpo a correr. Ela abriu os olhos e a sua frente estava uma garota estranha que mancava. A menina, puxando a outra e correndo, conseguiu levar a semideusa para casa, a qual não ficava longe dali.

- Você... Eu te vi... Na festa – Dianna falava com dificuldade pela corrida intensa. – Quem é... Você?

- Sim... Eu estive tentando andar com você, mas as outras me expulsavam – A garota fez uma careta mostrando a língua. – Sou Camile – Sorriu.

- Por que? – Se podia perceber um tom de esperança na voz da ruiva. Vendo a expressão confusa da outra ela repetiu a pergunta de uma forma diferente. – Por que você me salvou? Seja lá do estava me perseguindo. Por quê?

- Porque gosto de você, tenho certeza que seremos belas amigas.

Com aquela frase, a garota não pode evitar o choro, que fez com que seu rosto ficasse vermelho e soluços fortes saíssem de sua garganta. Eram palavras verdadeiras, ela sentia que eram. Palavras que muito tempo ela esperou para ouvir. “Meu destino está mudando?”

Nesse dia a pequena fez sua primeira amiga verdadeira, que veio se tornar a melhor, quem a ajudava a passar de ano, ensinava coisas novas, tornava os dias com pessoas a bajulando suportáveis, para quem ela contava tudo, não havia segredos entre elas... Ou era isso que ela pensava.

--- ♥ ---


Terceiro ano. 17 anos. Dianna não conseguia mais andar e passar despercebida, onde colocava seu pé os olhares se voltavam para ela, por isso ela mantinha Camile sempre perto. Já estavam quase no final do ano o que deixava a garota aliviada. Se livrar daquele ambiente escolar seria uma salvação para ela e, como um dia uma professora sugeriu, ela seguiria a carreira de modelo, desta forma, vivendo entre mais um bando de garotas bonitas como ela, os olhares não seriam mais tão direcionados para si de modo tão forte.

Após uma cansativa prova as meninas estavam esperando Malcon em frente ao portão principal da escola e Camile parecia seriamente preocupada com alguma coisa.

- O que foi Camile? – Ela perguntou sorrindo e passando a mão pelo cabelo jogando-o para trás impedindo que o vento forte que passava o jogasse para um lado qualquer. – A prova estava tão difícil assim? – Riu. – Até eu consegui fazer, você vai se sair bem.

- Não é isso. – Camile respondia com receio e olhava para os lados freneticamente.

- O que é então? Você esta mais estranha que o normal.
Primeiro Camile parou olhando para a maior com uma cara emburrada e começou a puxar para longe da escola.

- O que você está fazendo Camile? Precisamos esperar o papai, ele ficara preocupado se não estivermos no portão quando ele voltar.

- Tenho certeza que ele vai entender. – Ela puxou um celular do bolso da calça que Dianna dizia ser muito feio e fora de moda. – Senhor Malcon? Sim, vou levá-la. É... Estou com um mau pressentimento, todos os meus pelos estão se eriçando.

- O que? – Ria a que estava sendo puxada, achando que tudo aquilo era uma brincadeira. – O que você quer dizer com tudo isso? Pelos se eriçarem? – Gargalhou sendo reprimida por um olhar da menor.

No caminho Camile começou a explicar coisas dobre a deusa Afrodite e o Acampamento Meio-Sangue. Dianna ouvia sem entender nada. “Por que ela esta me falando isso?” Ela queria perguntar, mas sabia que se interrompesse a amiga ela ficaria brava e ganharia um belo sermão, ainda mais por estar achando a pequena séria demais. Quando finalmente ia falar alguma coisa sua boca foi tampada e ela puxada por mãos fortes, tentou resistir, ação falha. Ela foi amarrada e colocada num carro preto, juntamente a Camile. Seu olhar expressava o medo e desespero que sentia naquele momento. Os dois homens riam, risadas maldosas e cheias de malicia. A garota as mãos em uma tentativa de se soltar, a corda atritava contra seu pulso causando dor e o deixando vermelho.

O carro andava em uma velocidade alucinante, as duas amarradas já tinham perdido e noção do tempo que estavam ali dentro. Camile cutucou Dianna, seus olhos ainda mostravam determinação e que ela tinha um plano. A maior concordou esperando o que a outra iria fazer e arregalou os olhos quando ela esticou o corpo e dirigiu seus braços para a cabeça do motorista o enforcando como pode forçando seu corpo para trás.

- Solte-o sua pirralha! – Rosnava o homem no banco de passageiro, enquanto o outro tentava com uma mão tirar o braço fino de seu pescoço.

A garota ouviu o pedido e apertou ainda mais o pescoço. O que dirigia não agüentou mais, tirou as mãos do volante e apertou o braço que o enforcava, foi tempo suficiente para o carro perder o controle, sair da estrada e capotar, parando apenas quando bateu em uma árvore.
A semideusa sangrava nos braços e na cabeça, cacos de vidro encaixavam em seu cabelo, tudo girava e uma mão forçava seu corpo para o lado. Era Camile, empurrava a amiga para fora do carro. Elas saíram e começaram a correr, entrando no meio das árvores.

- Rápido! Estamos quase chegando ao acampamento! - Gritava a menor.

- Espera! Do que você ta falando?! Temos que ir para a cidade mais próxima, sei lá, chamar a polícia!

- Isso não é caso para polícia! Temos que dar um jeito de nos desamarrar...

Camile parou de falar quando os arbustos movimentaram, espalharam as folhas e os dois homens apareceram na frente das garotas. Contudo o mais assustador era a forma dos homens, os quais se contorciam e estavam envoltos por uma aura negra. Um deles puxou a corda cumprida que terminava na da mão de Monna. "O que é isso? Virei o que? Escrava? Meu cabelo já está acabado, minha roupa nova toda rasgada e cheia de sangue, estou cansada e com medo. CHEGA!"

Um brilho se fez no fundo dos olhos da garota. Ela colocou as duas mãos na corda e usando muita força a balançou para cima e para baixo com um grunhido o homem soltou a corda.

- Abaixe-se Camile - A voz da maior saiu seria e raivosa como a outra nunca tinha visto e obedeceu imediatamente.

Dianna enrolou um pouco da corda na mão para ficar mais firme e a girou no ar e lançou contra um dos seus agora inimigos, puxou a corda para si lançando novamente neles e girando o corpo fez a corda acertar nos dois seguidas vezes. As criaturas agora eram quem estavam assustadas e tentavam se proteger como podiam, sem muito sucesso. A garota ofegava e tinha um sorriso convencido brincando em seus lábios.

- Corra para o tal acampamento, estou logo atrás de você.

Camile se levantou e correu olhando várias vezes o caminho a suas costas. A morena deu uma última chicotada e seguiu a amiga colina acima. Estava exausta e sentia a perna fraquejar, mas continuou correndo. Viu uma grande árvore e a menor lhe ofereceu os ombros para se apoiar. Elas foram mancando e os olhos da maior brilharam vendo o cenário para o qual elas se dirigiam. Uma grande casa, chalés e pessoas felizes andavam adolescentes de todas as raças e nações. Dianna sorriu fraco e desmaiou nos braços da pequena.

Algumas horas depois, ela acordava em uma enfermaria, cheia de faixas.

- Cheia dos ferimentos e ainda continua linda... Eu odeio você por isso - Camile, a ninfa, riu segurando a mão da maior na cama.

- Bem vinda, filha de Afrodite. - Uma mulher com alguns campistas, tão bonitos quanto a maior, sorriam para a que se recuperava, transmitindo uma sensação de acolhimento e esperança. - Aqui você começara sua nova vida.
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