Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

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Mensagem  Hipnos em Sab Set 14, 2013 9:53 pm

GABRIEL
O garoto havia acabado de perder a mãe assassinada por um monstro serpente. Gabriel apesar de estar com a adrenalina alta, nunca se esquecerá do corpo de sua mãe atravessado por garras. Seu sangue escorrendo e pingando no chão o assombraria por muitos anos ainda. Descobrir que é um menino-deus, não é fácil pra ninguém. A chuva caía por fora do carona. A unica coisa que rompia o silêncio naquele carro, era o barulho do motor e os pingos gordos de chuva. Seu professor vestia uma camisa laranja listrada e por baixo, nada, além de pelos e um casco. Ele era negro, ou seja, sua pele era escura como um chocolate ao leite. Apenas seus olhos verdes saltavam belos de seu rosto sério - Sabe, sinto muito pela sua mãe. Era pra eu estar mais cedo hoje, na sua casa. Mas não se preocupe mais, vou te levar pra um lugar seguro - disse o homem pisando no acelerador, trocando para a quinta marcha. A chuva continuava a rolar do lado de fora e uma colina se formava nas curvas da pista. Outro carro se aproximava e Gabriel viu um garoto amuado no banco de trás.

ASRIEL
Depois de um acidente na volta para casa, o garoto é salvo por dois meninos diferenciados que aparentemente sabiam das coisas. Pelo menos não chamaram Asriel de louco ou algo parecido. Eles entraram num carro e partiram rumo à promessa de segurança que os garotos tanto falavam. No meio do caminho, uma chuva densa começou a cair, e o menino-deus olhava cabisbaixo para fora, olhando a chuva cair sem deixar de pensar em sua tia que fora abandonada em casa. Ela ficaria muito preocupada se ele se atrasasse para o jantar. Ao lado do veículo em que Asriel estava, um outro carro os seguiam. Dentro dele, um garoto loiro com sangue na roupa e um homem negro, parecido com o garoto que estava no carro. Depois da primeira curva, o jovem meio-sangue aponta para uma colina e o garoto de pele escura responde animado - Aquele é seu lar! - Asriel não entendeu ao certo, mas em seu peito uma luz de esperança se formava.

LUCY
A garota estava num taxi doido acompanhada de um menino de nome Pietro. O pior, não era saber como chegou ali, e sim, por que três loucas dirigiam um carro desgovernado, sem que enxergassem coisa alguma. Uma chuva forte caia e a menina só ficava mais e mais nervosa com a corrida maluca. De repente elas aceleraram de uma vez, cruzando exatamente no meio de dois carros comuns, numa curva altamente perigosa. Lucy nem notou que estava próxima a uma colina verdejante com pinheiros no topo. As mãos da garota seguraram em tudo, até nas de Pietro que corou de leve. Por sorte as motoristas pararam, deixando a garota livre para subir a colina. Entretanto, subir uma colina parecia ser mais difícil que o normal. Um homem enorme com apenas um olho apareceu. Ele segurava uma clava de madeira interiça, com acúleos ("espinhos" curvos ou ganchos) - Almoço - dizia o gigante lentamente como se fosse retardado. Pietro agarrou a mão da garota e - CICLOPE!! FOGE!! - Disse assustado puxando Lucy pela mão. Arvores cruzavam o céu, arrombando o chão ingrime da colina.
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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Asriel T. Rothschild em Sab Set 14, 2013 10:47 pm

TRÊS VIAGENS, UM DESTINO!
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N ão conseguia parar de pensar, que quase fui morto quando voltava para a casa da minha tia. Tudo estava acontecendo errado, primeiro quase fui morto e depois me surge dois garotos que eu nunca havia visto na vida, mas que teria que confiar-me nos mesmos, o que mais poderia me acontecer?   Estava no carro juntamente aos dois garotos em uma estrada que nunca havia passado em nenhum meio automotivo, ou seja, nem sabia da existência da mesma.  Minha barriga fazia barulhos, não havia trago lanche para a viajem, afinal nem sabia que ia acontecer, e iria jantar com a minha tia hoje, sim ela deve estar muito preocupada a este horário já devia estar dormindo ou quem sabe até estudando.  Após passar a primeira curva percebo uma colina com um pinheiro no topo e um arco que dizia algo que não conseguia ler devido à distância. Pergunto ao garoto mulato o que seria aquilo, ele me responde que lá seria meu novo lar.  Não entendi muito bem, o que ele queria dizer com novo lar, pois eu já tinha um lar e não precisava de outro, mas pelo o que aconteceu hoje no percurso de volta a casa, um lugar diferente e com pessoas que tivessem conhecimento como os dois garotos mostravam ter seria uma ótima ideia.  O clima não estava totalmente agradável, e para compensar ainda estava chovendo o que deixa o período mais gélido, e eu estava sem guarda-chuva.  O carro para em frente à colina, agora era só subir e chegar ao tal “novo lar”. Os dois garotos pareciam conversar algo no carro, e eu pelo visto não conseguia entender, até que não aguento o suspense e os interrompo. –Bem se já chegamos, podemos descer?- Olho para trás pelo espelho retrovisor e vejo um carro se aproximando, mas não achei estranho afinal estávamos em uma estrada e lá deveria passar carros. Logo volto minha atenção para os garotos e espero ser respondido.
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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Lucy Donavan em Sab Set 14, 2013 11:14 pm


O Despertar para a Realidade!


Aos  poucos a consciência ia  voltando, seus olhos começavam a se abrir. Sentia uma forte dor de cabeça e não conseguia se lembrar de muita coisa, só de uma luz muito forte e uma pancada, nada mais do que isso. ”Mais o que? O que aconteceu?” Inicialmente sua visão estava embasada, porém rapidamente já conseguia enxergar perfeitamente. Olhou para o  lado de  fora, continuava chovendo, aquela mesma chuva chata de sempre. Entretanto, não entendia o que estava acontecendo, se encontrava em um veículo estranho, com um garoto, que nunca  vira anteriormente, ao seu lado e  com três motoristas, sim eram três, ela não estava maluca, não ainda.

– Quem é você? O que está acontecendo? - Procurou por seu pai, porém não o encontrou, o que só lhe deixou mais confusa e nervosa. ”Cadê  o Mark? E  quem é  esse garoto? Onde eu estou?” O jovem se apresentou como Pietro e lhe  explicou, rapidamente, o que havia acontecido. As notícias foram chocantes, é verdade, porém a frieza dela ficou evidente, não demonstrou muitas emoções, apenas abaixou a cabeça e disse: – Entendo.

Estava  confusa, muito confusa mesmo, e sua cabeça não parava de doer. Para piorar a situação, estava em um veículo que estava sendo dirigido por três  mulheres que pareciam não  ter tirado a carteira  de motorista. Elas dirigiam, literalmente, como louca, não conseguia  entender como se podia guiar um automóvel de forma  tão péssima, foi quando conseguiu entender, elas não tinham olhos. Viu que estava se aproximando rapidamente de dois veículos que andavam quase que lado a lado, em alta velocidade, o carro passou  entre  tais carros.”Mas que porcaria  é  essa?” O nervosismo só aumentava, como forma de reflexo segurou com força as primeiras  coisas que encontrou, ou seja, o descanso para  braço, na  porta, e a mão do rapaz, apertando-a com força. A forma como se sentia estava explicita  em seu rosto.

O carro parou.
”Ufá! Até  que enfim” Soltou a  mão de Pietro e saiu do táxi. Do lado de fora, enquanto se molhava, observou a  linda colina que se encontrava à sua frente. Então  começou a subi-la, rumo à  algo, seguindo Pietro que parecia conhecer muito bem aquele lugar. Estava  tudo bem, até algo comum já na vida  dela  acontecer, uma criatura estranha  apareceu, tinha a forma de um homem, só que bem maior, com apenas um olho e com uma  clava cheia de  espinhos , então a voz daquilo ecoou, ele gritava: - Almoço. – Tirando a voz  meio retardada, o resto daquela situação não era nada  agradável, mas mesmo assim não sentia medo, só estava espantada. ”Como é que  é?” Antes que pudesse vir a falar qualquer cosa que demonstrasse  espanto, sentiu sua mão sendo segurada e puxada, enquanto o garoto gritava: - CICLOPE!! FOGE!! A  jovem começou a correr, colina acima, o mais rápido que pode, enquanto respondia: – Não precisa falar duas vezes.

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TRÊS VIAGENS, UM DESTINO!

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Sab Set 14, 2013 11:32 pm

[i] Eu ainda estava em choque pelo o que aconteceu. O silencio que fazia só piorava a situação, a chuva forte que caia pelo menos me acalmava um pouco. Mas não tinha como esquecer o que acontecera, minha mãe ser assassinada em minha frente era a pior coisa que pode ontecido. Quando reparo minha camiseta, ela estava com manchas de sangue que provavelmente eram de minha mãe. O meu professor de esgrima era uma mistura de homem-bode, ele estava com uma cara séria prestando atenção na estrada -Sabe, sinto muito pela sua mãe. Era pra eu estar mais cedo hoje, na sua casa. Mas não se preocupe mais, vou te levar pra um lugar seguro - disse o homem com um tom melancólico. pisando fundo no acelerador, trocando para a quinta marcha. -mas o que que é tudo isso? por que essas coisas estão acontecendo comigo? - eu perguntei mesmo não querendo saber muito a resposta. A chuva continuava a rolar do lado de fora e uma colina se formava nas curvas da pista com um pinheiro e um tipo de placa ao topo, mas eu não consegui ler por causa da dislexia eu acho. eu estava com a cabeça apoiada no vidro e de longe vejo um carro cada vez ficando mais perto. Chegando mais perto vi dois garotos no banco da frente e um garoto amuado no banco de trás. não dei muita bola, provavelmente deveria ser três irmãos indo viajar para a casa do pai ou da mãe. o meu professor solta um suspiro -garoto a tantas coisas para lhe contar, mas estamos sem tempo agora... Quando você chegar ao acampamento seguro conversaremos mais sobre isso. - Quando o carro da frente para diante da colina. O professor muda sua cara de sério agora para curioso. E do carro desce os 3 adolescentes, não entendi o por que deles pararem ali. Bom mas mais perdido que eu já estava era impossível. O professor para o carro perto deles abre a porta e disse -garoto, eu já volto só saia do carro quando eu mandar - e ele foi em direção ao grupo de adolescentes. Me afundei no banco pensando no que seria de minha vida agora, sem uma casa, sem minha mãe.
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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Hipnos em Dom Set 15, 2013 3:37 pm

GABRIEL
Gabriel havia sido deixado no automóvel. Seu professor estava do lado de fora abraçando um outro menino (também metade bode), muito parecido com ele. Os tinham pele morena e olhos verdes. Havia um outro garoto do lado de fora. Um pouco mais melancólico que não tirava os olhos do topo da colina. Gabriel abriu o vidro do carro e também observou. Havia muito movimento ali em cima. Arvores balançando e coias caindo de cima a baixo. O jovem viu seu professor o chamando e assim que colocou a mão pra abrir a porta do carro, a mesma, assim que aberta, foi arrancada por uma tora de madeira em alta velocidade. Gabriel ficou ilhado, pois não era só aquela que vinha em alta velocidade, muitas outras rolavam do alto da colina. Um tronco em especial, vinha diretamente na direção de seu veículo. Se ele permanecesse ali, ele seria esmagado de vez ou mesmo ficaria preso debaixo dos destroços sem poder fazer nada.

ASRIEL
Assim que o garoto loiro estacionou, todos os três desceram do veículo. No alto da colina, havia um muro de pinheiros altos e volumosos. Asriel, pela primeira vez notara que o garoto mulato não tinha pernas normais e sim um manto de pelo grosso com cascos nos lugar dos pés. O outro garoto era comum, nada de tão diferente, fora sua afeição elfica (alto, esguio, cabelos lisos, orelhas levemente pontudas e nariz longo e fino). Asriel percebeu que próximo ao topo, estava acontecendo algo. O menino Loiro olhou sério para o sátiro mulato e subiu como um jato pela colina (sim, o menino calçava um Converse de cano alto com asas nos calcanhares). Enquanto isso, um outro carro estacionava perto do deles. Um homem bem parecido com o garoto mulato descia do automóvel - Filho, que bom que está bem. Tive um momento difícil com aquele menino. Perdeu tudo o que tinha - disse o homem abraçando o mulato. O garoto de pele escura apresentou Asriel e seu pai chamou o menino loirinho que estava no carro para se juntar ao grupo. O jovem semideus, não estava entendendo nada, pois estava atento ao que rolava no topo da colina. De repente toras começaram a rolar de cima a baixo, destroçando tudo pelo caminho. Asriel tinha opções: ser esmagado, tentar desviar ou mesmo ter um ato heroico.

LUCY
A dupla subia correndo a colina, mas o ciclope foi mais rápido e jogou alguns troncos de uma vez perto do topo, fazendo com que as toras rolassem em direção aos garotos. Num piscar de olhos de Lucy, o grandalhão, logo abaixo, estava girando sua clava e rindo babão dos campistas. O monstro devia estar imaginando um banquete delicioso só de vê-los naquela situação louca de escapar dos troncos que rolavam colina abaixo.  Ele lambeu os lábios e abriu a boca. Pietro jogou uma adaga para a menina - TOMA, LUTE COMO PUDER!!! - gritou ele saltando um tronco largo rompendo uma espada no ar. Além de pegar o item que lhe fora jogado, a menina-deusa precisava saltar ou desviar dos rolos compressores e ainda tentar escapar da boca fedida do ciclope. A garota olhou pra cima e viu seu "amigo" fatiando os troncos restantes que caíam para facilitar os movimentos da jovem meio-sangue.
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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Lucy Donavan em Dom Set 15, 2013 4:43 pm


Se Virando Como Deu!


”Corre, corre mais rápido, mais rápido. Anda, deixa de ser lerda, sua vida depende disso.” Cobrava-se em seus pensamentos enquanto corria. Sabia que tinha que aumentar sua velocidade, porém estava indo o mais rápido  que conseguia. ”Droga! Não posso morrer aqui, pelo menos não antes de descobrir quem é a minha mãe. Não vou entregar minha vida tão facilmente assim.” Estava determinada à chegar até o Acampamento Meio-Sangue  viva, para descobrir toda a verdade, mas para isso teria que passar por aquele desafio, o Ciclope que lhes perseguia."De onde surgiu isso? E por qual motivo ele está nos perseguindo? O que fizemos para ele?" A jovem não conseguia entender o motivo daquilo tudo, afinal, nunca fizera nada contra aquilo, pelo menos não ainda.

Por mais veloz que corria não  adiantava, o gigante de um só olho era mais rápido e, ao contrário do que ela imaginava, mais esperto do que aparentava. Lucy viu alguns troncos voando e caindo próximos do topo e como estavam em uma colina, começaram a rolar na direção dela e de Pietro.
"Porcaria." Olhou  para trás e viu o  monstro girando sua arma e rindo como se fosse um retardado.  Voltou a olhar para as toras, que eram um grande desafio  no momento, a cada segundo se aproximavam mais e mais. Não sabia o que fazer para sair daquela situação com vida, até que olhou para Pietro que, no mesmo instante lhe lançou uma adaga. - TOMA, LUTE COMO PUDER!!! Ela pegou a arma e saltou para lado, fazendo um rolamento, para desviar dos troncos  e do ciclope, pelo menos era essa a intensão. Olhou para cima e viu o garoto cortando as outras toras, para facilitar na hora de desviar. - Obrigada.

A jovem estava com a arma em mãos, entretanto havia  um porém, ela não sabia  como usa-la. Logo depois de realizar o rolamento, se levantou e continuou correndo, dessa vez em ziguezague, sempre  olhando para trás preocupada com o Ciclope."Não vou morrer aqui. Não posso morrer." Caso o Ciclope continuasse lhe perseguindo e não indo atrás do outro garoto, tentaria aproveitar a velocidade da criatura a seu favor, jogando-se para o lado e, com a adaga, desferindo um golpe em formato de  arco, de cima para baixo e esquerda para a  direita, em qualquer parte da perna, mais preferencialmente em seu calcanhar.

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CHUVA DE TRONCOS DE ARVORES

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Dom Set 15, 2013 5:48 pm

Eu estava perdido nos pensamentos de meu futuro. O meu professor conversava com o grupo e abraçava um garoto que parecia ser um bode também, quando percebo meu professor me chamando para sair do carro.abro a porta, e um vulto passa levando a porta em seu caminho. Quando olho para frente uma tronco de arvore vindo em direção ao carro, eu precisava fazer alguma coisa se não eu seria esmagado. Meu professor gritava com um olhar apavorado em minha direção. Quando eu finalmente salto do carro, o tronco passou arrastando tudo inclusive o carro, e eu se eu continuasse ali. fiquei por alguns segundos paralisado vendo o carro sendo arrastado junto a tora. até que meu professor me tirou do transe berrando coisas que eu não compreendia. e percebo outra tora vindo em minha direção, eu vi um pedaço de rocha que poderia vir a servir como um bom abrigo. Me levante e sai correndo em direção da pedra, me abaixei e fiquei em colido. Enquanto ouvia os gritos desesperados dos adolescentes e de meu professor, eu estava com muito medo de olhar através. Mas eu não podia ficar ali parado sem fazer nada. Quando resolvo olhar através da rocha, uma tora vindo em alta velocidade se quebrou contra a rocha, estilhaços de madeira voaram para todo o lado. após a colisão eu olhei novamente, era o memento certo para poder alcançar os de mais. Me levantei e sai correndo como louco pulando pedras e poças se chuva. Chegando lá, eu vi a cara de panico de todos até de meu professor que ficou a viagem toda em um tom serio mas calmo, o menino estava fora do carro, e o outro adolescente que eu acho que é filho do professor estava perto do pai. Eu preferi ter ficado atras da rocha, pois tinha mais toras caindo na direção do grupo e dessa vez não tinha para onde se esconder.
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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Asriel T. Rothschild em Dom Set 15, 2013 9:11 pm

Toras?
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E u e os outros dois garotos descemos do carro. Ao sair percebo que o garoto mulato não tinha pernas normais e sim pernas peludas com cascos, como pernas de bode. Aquilo me deixava mais confuso ainda, depois de ver as pernas do mulato, procuro observar se o menino loiro que me acompanhava também era estranho a tal ponto, mas não obtive sucesso ele me parecia bem normal a não ser pelo sua afeição élfica.  Percebo que o carro que estava vindo atrás da gente também para, e logo um homem que aparentava ser mais velho e também mulato, logo ele se aproxima de nós três e abraço o menino metade bode, chamando-o de filho. Quando percebi o homem também era metade bode.  O filho do homem me apresenta ao seu pai, logo depois o meio bode mais velho chama um garoto que estava no carro para se juntar a nós. Não conseguia tirar minha atenção do alto da colina, parecia que estava acontecendo algo de errado no meio dos pinheiros, só não sabia o que era.  O garoto loiro que me acompanhava olhou seriamente para o rosto do amigo com pernas de bode, e subiu a colina rapidamente, planando com um converse preto que possuía asas nas laterais. Aquilo lembrava-me o deus Hermes, achei engraçado no começo mas logo percebi que podia ser algo sério. Ainda olhando para a colina tenho a leve impressão de que algo estava vindo em nossa direção, forço as vistas e percebo que toras estavam rolando colina abaixo e destruindo tudo em o que passava. Olhei para os outros que pareciam não ter percebido, sendo assim eu tinha a escolha de ficar ali para ser esmagado, desviar-me ou ter um ato heroico. Pensei em um ato heroico, mas não sabia o que teria que fazer para salvar todos que estavam ali. Olhei para os céus e então gritei. –Corre!- No momento que gritei todos olharam para as toras que rolavam e  então seguiram o meu comando. Logo fomos correndo colina acima desviando-nos das toras que misteriosamente rolavam.    
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Última edição por Asriel T. Rothschild em Seg Set 16, 2013 1:14 pm, editado 1 vez(es)



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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Hipnos em Dom Set 15, 2013 9:55 pm

GABRIEL e ASRIEL
Os garotos agora estavam juntos, já que o instrutor de Gabriel e seu filho se perderam do grupo. Os carros abaixo já estavam todos esmagados e o rastro de destruição só aumentava a medida que os troncos caíam. Asriel foi a frente saltado os troncos que rolavam e o aloirado o imitava sem se dar conta disso. Quando os troncos pararam de cair, os recém chegados campistas estavam diante de um homem gigantesco com um talho curto e não profundo na panturrilha. Em sua mão esquerda, uma garota de cabelos acastanhados. Ela gritava por socorro e se debatia sem sucesso nas mãos da criatura. O garoto que vestia tênis alados estava soterrado por galhos e um outro um pouco mais acima na colina, empunhava uma espada. O gigante virou para trás e os garotos viram o único olho no centro de sua face medonha. Perto do menino que estava soterrado havia uma adaga de bronze e fincado na panturrilha do gigante monocular, também havia uma adaga. Os garotos precisavam de um plano ou a vida deles também correria perigo.

LUCY
A menina tentou escapar e até recebeu ajuda de um outro garoto que surgiu do nada. Um menino loiro com pés alados havia salvado-a de um soco esmagador. As toras pararam de cair e Pietro parecia estar bem. O garoto de camisa laranja e pés de vento sorriu para a menina, mas logo recebeu uma bofetada, o fazendo ficar soterrado por galhos e folhas. Lucy por sua vez, vendo uma oportunidade, girou o corpo e num golpe só, arranhou a batata da perna do ciclope. A faca dela ficou presa ali mesmo e seu corpo foi agarrado pelas mãos da fera. De perto, o ciclope era mais feio ainda e seu olho castanho era amedrontador. Seu hálito cheirava a carniça ou mesmo chorume. Lucy estava com as mãos soltas, mas a força da pegada de seu oponente era muito maior. O ciclope olhou para trás e viu dois novos campistas. Um loiro e um moreno.
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UM CICLOPE ??

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Seg Set 16, 2013 5:24 pm

Eu comecei a seguir o garoto moreno que estava dentro do carro. subimos a colina pulando os troncos um por um, quando finalmente as toras de madeira param de cair. Por um momento eu achei que tinha acabado que seria só seguir em direção a colina e ir para o acampamento. Mas não foi isso que aconteceu... Quando finalmente subimos a colina eu me deparo com um monstro gigante de costas para nós, ele estava com um pequeno corte em sua panturrilha, e em sua mão esquerda uma garota de cabelos castanhos. Ela gritava por ajuda e se debatia sem causar nem um efeito á criatura gigantesca. O garoto que saiu voando em direção a colina, antes mais cedo estava inconsciente de baixo de um monte de galhos de árvores. Quando se vira em nossa direção, ele tinha um olho enorme e amedrontador em meio a sua testa, ele tinha cara de retardado. Eu fiquei paralisado por um momento. E de novo me peguei perguntando a mim mesmo por que aquelas coisas estavam acontecendo comigo?.. por que eu não podia continuar a minha vida normalmente como sempre. Até o momento que os gritos desesperados da guria me despertou, me fazendo acordar para a realidade, que era um gigante furioso vindo em minha direção. Eu tinha que pensar em algo e rápido, foi quando eu lembrei que minha mãe me contavas historias sobre monstros, e um deles era o ciclope, Criaturas fortes, rápidas mas extremamente burras. Eu poderia usar isso ao meu favor. Quando eu vi duas adagas uma estava perto do menino desacordado e a outra esta fincada na panturrilha do ciclope. Quando sem pensar eu disse para o menino ao meu lado. - tive uma ideia que pode dar certo. Sei que parece difícil mas preciso que você distraia ele enquanto eu arranjo um jeito de pegar aquelas adagas. Assim, que eu falei aquilo, sai correndo em direção a adaga que estava perto do menino desacordado. Eu tentava não olhar pra traz mas era impossível, em uma rápida olhada eu vi o garoto moreno gritando e insultando o gigante. Quando cheguei, peguei a adaga que estava no largada no chão e sai correndo em direção a segunda arma, que estava fincada em sua panturrilha. Chegando perto do gigante corri em direção a sua panturrilha, onde a adaga se localizava. agarrei o cabo dela com as duas mãos e com um pouco de esforço consigo arranca-la de dentro do monstro. Quando ele deu um enorme rugido de dor, ele se virou em minha direção esquecendo o garoto, peguei uma das adagas e disse - EII, SEGURA! - e a arremessei. Agora eu deveria encontrar uma maneira de escapar da visão do gigante.
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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Asriel T. Rothschild em Seg Set 16, 2013 6:47 pm

O Gigante Monocular
And your heart's against my chest, your lips pressed in my neck!
A gora eu estava junto de um garoto loiro correndo colima acima.  O menino bode e seu pai não estavam mais com a gente, haviam se perdido. Havia varas toras rolando pela colina, eu e o garoto desviávamos de algumas e pulávamos outras. Com muito esforço conseguimos chegar ao topo da colina. Parei em frente a um pinheiro e bufei olhando para o chão. O menino do meu lado parecia paralisado, ele olhava para frente e parecia estar focado em algo. Repentinamente escuto gritos de uma garota, ela pedia socorro, quando olho para frente me deparo com um homem gigante, que tinha a garota em uma das mãos. O menino que estava do meu lado então sai do seu estado de choque e me explica que tinha uma ideia, que era para eu tentar distrair o ciclope enquanto ele tentava pegar duas adagas, uma estava perto do menino loiro que estava soterrado no meio de galhos e folhas e a outra estava enfiada na panturrilha do ser monocular.  O menino então começa a correr e eu tento chamar a atenção do gigante falando coisas esdrúxulas, mas não obtive sucesso, então vejo algumas pedrinhas no chão, pego-as e começo a tacá-las sobre o gigante, mas com muito cuidado para que eu não acerte a garota que estava sobre a posse do mesmo.  Percebo que o garoto já estava com uma das adagas em mãos e lhe faltava à outra. Logo o garoto grita e joga a adaga de maneira que eu conseguisse pegá-la. Assim que a pego, tento fazer movimentos precisos com a adaga, os mesmos movimentos que eu próprio fazia com a espada nas aulas de esgrima, mas não estava conseguindo, pois a adaga é bem menor do que a arma usada na luta que eu praticara antes de partir com os garotos.  Devia então pensar em um jeito de usar aquela adaga de maneira precisa, seria bem difícil, pois eu só dava altura até a panturrilha do gigante, e ele não morreria com um simples golpe na panturrilha. Então tive a ideia de jogar a adaga para a garota, assim com muita sorte ela poderia acertar o único olho que o gigante tinha. Olho para cima e grito. –Ei garota!- Percebo a atenção da garota e então jogo a adaga para ela, com a esperança de que ela conseguisse pegar e realizar o feito.
Kiss me like you wanna be loved!



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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Lucy Donavan em Seg Set 16, 2013 7:23 pm


Vida em Jogo!


As coisas não estavam indo muito bem  para o lado de Lucy, estava sendo perseguida por um “bicho feio” e ainda tinha que escapar de troncos  que rolavam na sua direção. Viu a morte se aproximando, o gigante estava prestes a lhe dar um  soco, ela não tinha  para onde ir.”Minha vida não pode acabar aqui, não dessa forma. Desculpe pai. Desculpe mãe(seja você  quem for), desculpe se não sou  o que vocês estavam.” Pensou mesmo que sua alma seria  mandada para o reino de Hades, porém, aparentemente, ela tinha  uma sorte um tanto incomum, um  jovem loiro com asas nos pés, que surgiu sabe-se lá de onde, lhe salvou. – Obrigada. Quem quer que seja. – Agradeceu ao jovem, que sorria, porém não  por muito tempo, ele recebera uma bufada que lhe fez ficar soterrado de galhos.

Lucy estava se sentindo um lixo, sempre precisando ser ajudada pelos outros, dependendo da “solidariedade” de desconhecidos.
”Cansei.  Estou cansada disso, está na hora de eu fazer alguma coisa de útil e de parar de ficar dependendo dos outros.” Viu ali a sua chance, o Ciclope parecia estar distraído. Não ia perder aquela chance. Segurou com firmeza  a arma que portava e, realizando um giro de corpo, ficou em uma posição ideal para atacar. Imediatamente desferiu um golpe em formato de arco. A  adaga atingira a batata  da perna da  criatura. ”Isso!” Mas era tarde demais para comemorar, a  arma ficara presa na carne da criatura, o que não era nada bom, afinal perdera o único armamento que portava.

Para piorar a situação, sentira seu tronco sendo agarrado por uma mão bem maior do que  ela poderia imaginar. Seu corpo estava  sendo levantado.
– AAAAHHHHHH! Agora  ela  se encontrava bem mais perto do monstro e, para a sua  infelicidade, conseguia sentir, e muito bem, o bafo horrível dele, nunca  havia sentido um cheiro tão podre. Olhou,  com frieza, para ele e era inevitável reparar  na feiura da fera e em seu único olho castanho, que era um tanto medonho. ”Porcaria. Novamente eu não consigo me manter segura. Nem conseguir chegar ao acampamento em segurança eu consigo. Que droga!” Por mais que  tentava, não conseguia fazer com que o monstro lhe soltasse.

Sentia o medo de perder a sua vida, porém como era de seu feitio, não demonstrou isso. Enquanto olhava para aquele troço feio à sua frente, viu o mesmo olhando para trás e, então, fez o mesmo e pôde observar dois garotos se aproximando, um moreno e outro loiro. Ambos pareciam que  iriam ajudá-la. Viu o de cabelos claros arrancando a adaga, que ela havia cravado na perna do monstro monocular, e atirando a pequena arma para o outro jovem. Enquanto isso, Lucy gritava:
- Tomem cuidado. Não deixe que ele lhes acertem. Foi quando escutou um chamado:–Ei garota!- Ele lhe lançou a arma. Na  mesma hora um sorriso se abriu nos lábios da semideusa, que já sabia  o que  fazer.

Aproveitando que seu braços estavam livres, agarrou a adaga e, aproveitando a proximidade, esperou que o único olho da criatura voltasse a lhe fitar, para isso, começou a provocar:
- Ei!  Feioso, não acha que deveria "brincar" com seres do seu tamanho não? Covarde. Quando o Ciclope lhe olhasse, aproveitaria a situação para arremessar a adaga bem em seus olhos. A intensão era que ele a soltasse e que criasse  uma distração para os garotos poderem ou derrotar o monstro  ou fugir para o acampamento.

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Re: Escolta - G A L - Três viagens, um destino!

Mensagem  Hipnos em Ter Set 17, 2013 12:46 am

GABRIEL, ASRIEL e LUCY
Os deuses sorriam. As parcas haviam tecido um pano lindo onde três semideuses diferentes de origem se trançavam num bordado maravilhoso. A linha vermelha de Gabriel combinava com a lã caramelada de Asriel, e ambas davam um ultimo nó na seda violácea de Lucy. O fato era que o ciclope havia sido ferido pelo golpe em conjunto dos três indefinidos. O monstro soltou a garota e Pietro achou uma brecha para transforma-lo em pó. Os sátiros, pai e filho, também surgiram com o garoto soterrado nos braços. A luta acabou e os campistas podiam comemorar a vitória com risadas nervosas, pois estavam aliviados por ninguém ter morrido.

Ao anoitecer, em volta a fogueira, os campistas se reuniram. Os filhos de Apolo cantaram uma musica e as filhas de Afrodite apresentaram um número de dança. Quiron contou uma história antiga e os campistas indefinidos se preparavam para o que viria a seguir. A fogueira aumentou e se dividiu em três. Um fogo vermelho pairou pela cabeça de Gabriel. No mesmo instante ele sentiu-se revigorado, corajoso e levemente mais forte. Um javali circulava no alto, demonstrando que ele era filho de Ares. Seus irmãos e irmãos o receberam no mesmo instante. Asiriel teve um fogo brando em cores pasteis no alto de sua cabeça, e aos poucos tomavam a forma de um corno brilhante. O menino iluminou-se com as cores do por do sol, e no mesmo instante passarinhos o rodeavam. O chalé de Eos o recebeu com trompetes e música. Lucy foi a ultima a ser reclamada. Um fogo arroxeado lhe ascendeu na cabeça, e tomou a forma de uma cruz no centro de uma coroa. Suas roupas ficaram negras como um vestido de princesa e almas rondavam seu corpo. Os poucos integrantes do chalé a receberam com cortesia e elegância. Não era sempre que uma neta de Hades chega viva no acampamento.

Os campistas ao redor da fogueira bateram palmas, e os filhos do Sol voltaram a cantar alegres pelo que aconteceu. Quiron os parabenizou pessoalmente e - Bem vindos ao novo lar de vocês, o Acampamento Meio-Sangue!


RECOMPENSA JÁ ATUALIZADA!!!

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- Pensem bem antes de escrever qualquer coisa, já que seus atos e escolhas tem consequências;
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- Não é permitido o uso de poderes, apenas das armas iniciais que estão em sua posse, caso eu as dê a você;
- Máximo de 48 horas para postagem.


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