Hunter Mission - Henrique Reichmann

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Hunter Mission - Henrique Reichmann

Mensagem  Hipnos em Sex Set 27, 2013 7:04 pm


"A Sombra Misteriosa"

O sol ainda estava para nascer. Helios preguiçoso cruzava lentamente o céu, enquanto sua irmã se retirava para o lado oposto em sua biga de prateada banhada pelo luar. No acampamento, num chalé silencioso, desperta Henrique. O garoto é filho bastardo de Zeus, banido pelos deuses do Olimpo. Seus olhos estavam irritados por causa de um raio solar que fendia de sua janela. O menino lentamente levantou-se de sua cama quentinha e macia e cambaleou para fechar a fresta que estava aberta. O jovem, mesmo com seus olhos sonolentos olha de relance pela janela e vê algo diferente do lado de fora. A floresta estava escura ainda, pois ela é tão densa que os raios de Apolo demoram a penetrar suas copas. Entretanto o semideus de cabelos caramelo, vê uma sombra deslocando-se pra dentro da floresta. O menino conclui sua missão de fechar a janela e encucado com o que viu, deixou sua curiosidade lhe tomar conta. Preparou sua mochila com o que precisava, e trocou-se antes de sair do chalé em total silêncio.

ACONTECIMENTOS DURANTE A MISSÃO:
★ Deve encontrar uma armadilha
★ Salvar uma Ninfa de alguma coisa
★ Seguir o rastro da sombra que se procura
★ Achar um campista aleatório
★ Batalhar contra alguma coisa a seu critério
★ Perder o rumo
★ Achar o dono da sombra, no caso, o Grifo que tanto deseja

REGRAS:
★ Os fatos acima podem ser realizados em qualquer ordem
★ Não perca tempo com o prólogo, mas o restante da missão deve ser detalhada
★ Deixe claro ao final do texto o quanto perdeu de HP/MP
★ Deixe claro ao final do texto do que se trata seu Pet, assim como seu nome
★ No mínimo 25 Linhas
★ Qualquer dúvida, mande-me uma MP


Última edição por Hipnos em Dom Maio 18, 2014 4:31 am, editado 1 vez(es)


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Re: Hunter Mission - Henrique Reichmann

Mensagem  Paul Hendrix em Seg Dez 30, 2013 2:12 pm

Paul Hendrix

E o corvo místico  

Não há nada pior do que levantar para tentear dormir de volta, pensei enquanto via a brecha na janela que fazia a luz do sol atacar meus olhos. Com passos silenciosos para não acordar meus irmãos fui até a janela. Foi quando vi uma sombra ir para o fundo da floresta, que ainda estava escura, aquilo não era uma sombra normal, era como se me chamasse para que fosse atrás dela.
Sentei na cama e decidi que suspenderia o café da manhã e o treino de arcos para investigar a floresta, fazia alguns meses que eu morava no acampamento e nunca havia explorado a floresta com vontade.
Preparei minha mochila de forma a levar o necessário sem que ela pesasse muito.  Algumas frutas, meu punhal e uma garrafa de água. Quando estava saindo um de meus irmãos menores perguntou:
-Paul, onde você vai?
-Trabalho de monitor- Respondi, aquela desculpa me livrou de muita coisa.
Chegando na borda da floresta, tive problemas em seguir o rastro da sombra, eu não sabia o que procurar, notei uma marca como pequenas garras no tronco da árvore, era difícil seguir esses rastros, mas aos poucos ia avançando na mata.
Foi quando ouvi um grito feminino vindo de algum lugar a minha direita. Corri até a direção dos gritos e encontrei uma ninfa com a mão pendurada em uma espécie de armadilha. Eu nunca tive problemas com ninfas, então achei que poderia salva-la sem problemas. Tirei o punhal do meu cinto e apertei o botão na base, transformando-o em um bumerangue circular e atirei-o em direção a corda que pendurava a armadilha que por sua vez pendurava a ninfa. Sem problemas a afiada lâmina cortou a corda fazendo a ninfa cair no chão.
Me aproximei da ninfa e perguntei:
- Está tudo bem? O que aconteceu?
-Sim, eu estou bem agora obrigada, eu vi algumas frutas em algo como um suporte, não sabia o que era e decidi ver mais de perto, e quando toquei na caixinha uma garra surgiu e me agarrou, mas agora eu estou bem, obrigada
Respondi que não era nada ter ajudado-a, e que qualquer semideus faria isso e observei a armadilha, claramente era obra de um filho de Hefesto, era muito engenhosa, e deveria haver mais dessas. Elas não estavam muito bem escondidas e foi fácil segui-las até uma clareira, onde encontrei o tal filho de Hefesto com mais algumas três armadilhas pendurando uma em uma árvore.
-O que você está fazendo? – Perguntei, sem cerimônia, o garoto se assustou e tentou puxar a espada que estava em seu cinto, mas ele ainda tinha a armadilha, e ficou se atrapalhando. Eu ri da situação e ergui as mãos para o alto, mostrando que não tinha interesse em ataca-lo. Depois de recuperar o folego respondeu:
- E-Eu estou botando ar-armadilhas nas árvores.
-E por que?
-Para capturar um corvo.
-Mas o que você quer com um corvo, existem vários deles em vários lugares, a floresta é um lugar perigoso.
-Não, não é um corvo comum, ele tem uma mancha branca na asa direita, é grande como uma águia americana e é ainda mais forte. Você sabe porque os corvos são negros segundo a mitologia grega?
-Não- respondi com sinceridade
- Bom, segundo os gregos os corvos eram brancos, e eram mensageiros de Apolo, um dia eles vieram lhe trazer notícias ruins, e o deus se enfureceu e tostou eles, por isso são negros, mas aquele tem uma mancha branca, o que significa que ele é especial de alguma forma.
Fiquei interessado por esse corvo, vai ver ele era a sombra que eu havia visto hoje de manhã, eu iria procura-lo para vê-lo mais de perto. Mas eu não tinha ideia de como eu iria encontra-lo, seguir rastros de aves era muito difícil. Decidi apelar para minhas capacidades paranormais.
Ajoelhei no meio da clareia e com meu punhal eu cortei a palma da minha mão e então coloquei o sangue em contato com a terra. Aquilo era o ritual para que os espíritos aparecessem para mim.
Em questão de segundos o espirito de um campista apareceu, não o conhecia, mas me pareceu amigável. Fiz uma leve mesura e cautelosamente eu perguntei a ele:
- Desculpe perturbar seu sono, nobre espírito, mas eu necessito sua ajuda, há um corvo nessa floresta, com uma mancha branca na asa, você acha que pode ajudar o filho de Macária a encontra-lo?
Quando disse que era filho de Macária o fantasma subitamente se interessou e começou a ir em direção a borda da clareira. Segui-o por aproximadamente 10 minutos até que ele, com aquele olhar vazio apontou para uma árvore, e lá estava o corvo, fiquei impressionado com ele, era incrível, ele parecia sentir minha presença, mas não se importou e ficou naquele galho.
Foi quando subitamente foi como o sol tivesse escurecido e de repente duas aves de ferro caíram sobre o corvo, que desviou por pouco, eu não iria deixar que uma estúpida ave de ferro matasse a mais bonita ave que eu havia encontrado, eu precisava ajudar.
Tirei meu punhal da cintura e larguei a mochila no chão, apertei o botão para que o punhal se transformasse em um bumerangue e atirei-o em direção a ave, que com uma facilidade surpreendente desviou de meu ataque e então veio me atacar com um rasante. O bumerangue ainda não havia voltado, eu tentei desviar, mas sem sucesso eu acabei tomando um talho na minha barriga, minha camisa avia rasgado e um pouco de sangue escorria do ferimento, a essa altura o bumerangue havia voltado. Esperei que o pássaro atacasse novamente, quando ele atacou eu estava preparado, dei um chute lateral nele. Não deve ter doído muito, mas fez ele se desequilibrar, e foi nesse desequilíbrio que eu ataquei meu bumerangue, o monstro não teve nem tempo de desviar, e quando atingido caiu no chão, transformando o bumerangue em punhal novamente eu pulei, e segurando a ave com uma mão usei o punhal para ataca-lo várias vezes, até que ele explodiu em penas de ferro e pó dourado.
Olhei para os dedos de minha mão, haviam sido bicados e estavam sangrando, doía muito, mas o combate ainda não havia acabado. Vi o outro pássaro atacando o corvo em uma batalha feroz, eu não queria arriscar ataca-lo com o bumerangue, eu podia sem querer acabar acertando o corvo. Tentei me lembrar de como se vencia um pássaro da estifália, de repente lembrei, barulho, essa era a fraqueza deles. Mas não havia nenhum instrumento ou coisa parecida, observei o solo ao meu redor em busca de algo, e de repente eu encontrei, uma pedra, deveria servir, peguei-a com a mão machucada e com a outra usei o punhal para raspar a pedra, fazendo um barulho de arrepiar os pelos da nuca. A ave de metal se confundiu por alguns instantes e o corvo aproveitou a oportunidade para derruba-lo do ar. Acho que o pássaro morreu, mas não tive visibilidade, vi apenas o corvo voltando para o galho onde eu o encontrei, ele parecia pouco ferido.
Fiquei um tempo descansando na sombra de olhos fechados, ato imprudente para quem está no meio de uma floresta cheia de monstros, mas por sorte nada me aconteceu. Quando abri os olhos novamente dei de cara com o corvo ao meu lado. Vi que ele realmente não era um corvo normal, era mais poderoso que aquilo, tinha um bico mais parecido com o de uma ave de rapina e poderosas garras, além da peculiar mancha branca.
Tirei da minha mochila as frutas e dei uma banana ao corvo, que de bom grado aceitou o alimento e comeu a fruta. Decidi que já era hora de voltar para o acampamento e quando levantei uma surpresa ocorreu, o corvo voou e se empoleirou em meu ombro. Tomei aquilo como um ato de amizade, e decidi adota-lo para mim.
-Você precisa de um nome – disse em voz alta – Um nome que inspire confiança, e um nome forte, nada de pio ou toby, seu nome será Czar, em homenagem aos velhos reis do inverno. É bem sonoro, acho que você vai se acostumar.
Foi então que eu percebi que eu tinha um enorme problema. Eu não fazia ideia de onde era o acampamento, decidi que não haveria problema em perguntar para o corvo místico.
-Onde é o acampamento? – Perguntei, o corvo pareceu não entender, perguntei novamente e agitei a camisa laranja. Dessa vez o corvo pareceu entender, e foi voando de galho em galho até eu me encontrar com o filho de Hefesto.
A cara dele foi fantástica ao ver que o corvo que ele procurava estava, por vontade própria pousado no meu ombro, contei a história a ele e voltamos ao acampamento, eu orgulhoso, o filho de Hefesto impressionado, e o corvo, bem, eu não fazia ideia.  
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Golden Skull: Punhal com cabo dourado, o copo é decorado com uma caveira. há um botão próximo ao dedo anelar que faz o punhal se transformar em um katar circular, que se lançado volta para você como um bumerangue.
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Re: Hunter Mission - Henrique Reichmann

Mensagem  Hipnos em Seg Dez 30, 2013 2:56 pm

----------------------------------ATUALIZADO----------------------------------
Ótima Missão Hunter, meus parabéns! Seu corvo está na sua ficha, também arredondei sua XP e adicionai um ponto de faca na sua perícia ^^


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Re: Hunter Mission - Henrique Reichmann

Mensagem  Henrique Reichmann em Dom Maio 18, 2014 2:16 pm






Reach

It's not as bad as it seems

Eu não conseguia dormir direito há tempos; Naquele dia não foi diferente. O sol nascia no leste e no oeste, uma parte ainda estava tomada pela escuridão do manto de Nyx. Um rápido vulto correu pela floresta, chamando a minha atenção. Eu rapidamente enrolei a minha luva na mão direita, sai do chalé e corri até a orla da floresta, ainda usando o meu pijama do Mickey Mouse e pantufas de raposa. O silencio reinava no local, nenhuma coruja piando, nenhum grilo cricrilando, nenhum lobo uivando; Até mesmo Éolo parara de bufar sobre a floresta. O silêncio era monótono e incomodo, mas também era excitante. Eu adentrei na floresta, contorcendo os dedos. Eu vira o vulto naquele exato local. Apesar de ter visto apenas sua silhueta, a sua magnificência me encantou.
Fiquei alguns minutos avaliando o local, até que percebi uma pena caída no chão. Tomei-a em minhas mãos; Era macia, leve e tinha um aroma incrível. Alguns metros à frente, havia mais duas penas caídas. Pude perceber uma sequencia de penas que seguiam para o norte.

Passei vários minutos seguindo a trilha, até que ela desapareceu, tão repentinamente quanto surgiu. Eu bati o pé enfurecido; Agora não sabia como voltar para o acampamento e nem em qual caminho continuava a trilha deixada pela misteriosa criatura.
Passei alguns minutos absorto em meus pensamentos quando um grito feminino encheu o ar.
Uma menina de pele branca e olhos cor âmbar surgiu. Ela tinha o cabelo solto e usava uma capa de viagem roxa.
Ela esbarrou em mim e fitou seus olhos em mim, ela formou com a boca a palavra "corra". Eu conhecia aquela menina. Seu nome era Elsie e ela fora desertada pelos deuses. Lebber me contara, por mais que breve, a história dos quatro campistas exilados. Mas o que ela estava fazendo ali?
Antes que eu pudesse fazer tais perguntas, a menina se levantou e continuou correndo, sufocando um grito. Eu sentia meu coração batendo em um ritmo acelerado; Eu continuei andando em frente um pouco trêmulo. Estava tão distraído que quase não percebi a armadilha. Era como uma boca escancarada que se fechou tão rápido que arrancou a orelha da minha pantufa. Era uma armadilha para ursos, mas por que estava ali?
Cara, aquilo estava ficando realmente muito estranho!
E chutei a armadilha para o lado e fui andando cautelosamente, tentando evitar qualquer armadilha.
Eu cheguei até uma clareira que era banhada pela luz da alvorada. No centro, havia restos de uma fogueira que deveria ter sido acesa durante à noite e uma belíssima ninfa acorrentada no chão. Seus olhos eram de um verde muito intenso e seus cabelos estavam jogados majestosamente sobre os ombros. Sua pele tinha um tom esverdeado e usava um simples vestido branco, de seda fina. Um líquido escorria pelas suas bochechas e quando ela percebeu a minha presença, balançou freneticamente a cabeça negativamente.
Um cara alto surgiu das matas. Ele deveria ter mais de dois metros e tinha o cabelo em estilo dreadlock e usava óculos redondos à estilo Jhon Lennon; Ele parecia enfurecido.
- Não achei a sua amiga estranha! Sorte a dela! Se ela roubar o meu] grifo, eu vou matar ela! - Ele disse "meu" com tanta confiança, que sua decisão parecia irrefutável. E alias o que era um grifo? - Ninguém pode encostar no meu grifo! E se alguém o fizer, terminara como você! - Ele apontou para a ninfa que choramingava alto e tentava mandar eu fugir com suas expressões. Eu passei a mão no meu anel, que estava no dedo anular e o removi. Cæsar: surgiu em minhas mãos; Uma longa espada com gravuras de heróis gregos feita de ouro imperial e fácil de manejar.
Eu abri um largo sorriso e pus a mão no bolso da calça do pijama. Meu apito ainda estava lá; Eu me segurei para não soltar una gargalhada e comecei à bolar um plano.

O gigante acendeu a fogueira novamente e lambia os beiços:
- Faz tempo que Bob não come uma boa salada - Ele murmurou para si mesmo enquanto remexia a fogueira e a ninfa se debatia freneticamente. Então o nome do monstrengo era Bob? Que coisa doida...
- Espero que goste de frango à falcão - O trocadilho foi tão besta que eu tive vontade de me suicidar. Levei o apito aos lábios e soprei.
O lestrigão coçou a cabeça confuso, procurando a minha localização, até que um falcão surgiu cacarejando. O monstro ergueu a cabeça para o céu, contemplando o animal. Eu aproveitei a distração dele e corri até a ninfa. Cortei as correntes com Cæsar.
-   Que correntes vagabundas... - Murmurei enquanto removia o pano sobre a boca da ninfa.
- Muito obrigado, jovem herói, serei eter... - Eu a cortei, o lestrigão perdia o interesse no falcão que girava nos céus.
- Corre menina-planta, nada de cordialidades, sai daqui
A menina-planta correu por entre as árvores e desapareceu. No mesmo instante, o falcão desceu dos céus em uma velocidade impressionante e começou à bicar os olhos do lestrigão.
- PASSARINHO MAU! PASSARINHO MAU! BOB NÃO GOSTA MAIS DO PASSARINHO!
Eu berrei alto, colocando Cæsar em riste.
-   EI MONSTRENGO! SUA MÃE NASCEU PELADA, SABIA DISSO? - Bob abaixou o olhar. Suas órbitas dos olhos sangravam e jorravam, juntamente com o sangue, um líquido estranho. Eu senti fortes náuseas. O gigante ficou olhando para os lados confuso e choramingando.
- Quem é você? Você veio roubar o meu grifo?
- E te matar também - Completei, avançando para cima dele. O falcão ainda bicava sua cabeça e eu mirei na sua articulação, mas Bob acertou um soco na minha cara. É claro, ele estava cego, mas não surdo.
Eu estava parado ao lado do pé direito dele, qualquer movimento e ele me acertaria. Peguei uma enorme pedra e taquei. Bob virou-se na direção de onde a pedra caíra, por sorte, ficou de costas para mim:
- Essa eu chamo de "Assassinato anual" - Berrei, cravando a espada no seu anus. Bob berrou; Por um instante eu tive pena dele.
Ele apontou por entre as árvores:
- Meu grifo - E se desfez em pó. Segui para o local onde ele apontava e vi uma majestosa criatura.
Ela tinha uma cabeça de águia e até metade das costas era coberta por penas. Tinha enormes asas que deveria ter mais de três metros de envergadura. Da metade do corpo em diante, suas penas se transformava em pelos dourados. Tinha as patas e a cauda de leão.
Eu me aproximei da criatura lentamente, encarando seus belíssimos olhos. Então aquilo era um grifo? O animal soltou um alto pio e correu em minha direção; Eu achei que fosse me atacar, mas pôs a cabeça debaixo da minha mão e eu comecei a acariciar suas penas.
Ele envergou-se para o lado e eu entendi: Queria que eu montasse nele.
Me coloquei atrás das asas dele e me deitei sobre o seu corpo, segurando em volta do seu pescoço. Ele alçou voo em uma velocidade impressionante:
- Você é incrível!

HP/MP:
100/130 HP
Sem gasto de MP
Armas/Objetos levados:

ϟ Rapinacea: Um apito que imita o som de uma águia, permitindo que alguma ave de rapina apareça para auxiliar a cria de Zeus quando solicitada.

♡ Cæsar: Espada de ouro imperial, com desenhos cravejados em sua lâmina de heróis gregos. É bem leve e eficaz nas mãos de Henrique, transforma-se em um anel com o nome do mesmo. {by Eros}

❀ Silk-Glove [Uma luva de seda que torna marcas invisíveis a olho nu. Também deixa o soco desse punho mais forte (+20 de dano direto ao golpe nu)] {by Alba}

Animal:
Aquiles - Cabeça e asas de águia, corpo de leão. É um belo animal, e também leal. É possuidor de uma grande força e velocidade. Seu maior inimigo é o basilisco, mas também tem hostilidades com os equinos.


✖ In the latest midnight hour, when the world has gone to sleep, You gotta get up. When doubts begin to rise and the world is at your feet. You gotta get up ♩♫ ✖



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