Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Katherine Shvaitzer em Dom Out 20, 2013 8:08 pm

Ficha de reclamação de
Rebecca Lavigner Hughmann


NomeRebecca Lavigner Hughmann
Idade16 anos
ProgenitorHécate
MotivoDesde pequena fazia coisas incríveis que só via poucos mágicos de brincadeirinhas fazerem, e mesmo assim eram só truques. Eu fazia de verdade, como tirar o nariz de alguém ou então fazer com que as pessoas imaginassem coisas que na verdade não estavam ali.
Progenitor mortalJames Lavigner Hughmann. É um homem de 45 anos atualmente, e muito misterioso. Raramente consigo ler a sua expressão, mas mesmo sendo assim tão misterioso é um homem com grande senso de humor e agradável.
Defeitos e qualidadesAssim como meu pai, não deixo que minhas emoções fiquem esclarecidas. Guardo as coisas só para mim, e algumas vezes isso atrapalha em minha vida social. Apesar disso sou engraçada, mas perfeccionista. E bem independente de minhas escolhas.
Cidade natal e atualNasci em Nova York, mas atualmente moro em Colorado.
HabilidadeUma habilidade adquirida fora do acampamento por mim é a lábia. Apesar de não me identificar nem um pouco com os filhos de Afrodite, posso ser bem persuasiva.
HistóriaEu estava na minha escola, Yauk High School. Estudava no segundo ano quando isso aconteceu. Eu estava comendo o de sempre, um sanduíche com queijo e presunto na hora do recreio, e, é claro, sozinha, quando uma pessoa - ou alguém que eu achava que era uma pessoa - se aproximou de mim.
- Olá! Sou Bruno Jones, e voce, qual é seu nome?
- Hum, olá. Sou Rebecca Hughmann.
- Por que está aqui sozinha, Rebecca? Por que não lancha com seus amigos? - perguntou Bruno.
- Eu... Não tenho amigos. Ninguém gosta de ficar perto de mim. - eu esclareço.
- Hum, não entendo o porquê. Posso ficar aqui do seu lado?
- Claro, sente-se.
Na mesma hora em que ele se sentou, entrou em pânico.
- Caramba, não acredito! Voce tem de vir comigo AGORA! - Bruno grita.
- O que? Mas, porque? - eu fico confusa.
- Sem perguntas, por favor. Logo eu explico.
Bruno me puxou pelo braço e saímos correndo da lanchonete da escola. Deixei meu sanduíche pela metade. Chegamos no corredor que dava para as salas de aula, e Bruno parou de repente, fazendo-me bater atrás dele.
- Ei, será que voce pode me dizer o que está acontecendo? - eu pergunto, de modo rude.
- Rebecca, uma empousai está aqui. Sinto seu cheiro. Me mandaram aqui em busca de semideuses e logo que entrei na escola senti o seu cheiro, Rebecca, voce é uma semideusa. Mas infelizmente todo o semideus que eu vou levar ao Acampamento tem um monstro. Ah pelos deuses do Olimpo! - Bruno reclama.
- Hã? O que? Será que pode dizer alguma coisa que eu entenda? O que é empousai? Parece um tipo de arte marcial. E como assim semideusa? E monstros não existem! E voce disse deuses do Olimpo? Aqueles que usam roupas brancas e douradas e são gregos? Meu pai me falava sobre eles. Mas são só um mito.
Ouvimos passos atrás de nós. Bruno entra em desespero.
- Não, cara, empousai é um monstro. São tipo vampiras entendeu? Olha cara, não tenho tempo de explicar. Tenho que te proteger contra essa sangue-suga, apesar dela não atacar geralmente mulheres.
A empousai aparece atrás de nós. Nos viramos. Eu entrei em choque.
- Hum, uma cria de Hécate, minha senhora? Poxa, esperava ser um outro tipo. Tudo bem, assim que eu acabar com voce, minha senhora nem irá perceber. - Ela mostra as garras.
Quando ela disse o nome Hécate eu sai de meu estado de choque. Eu pensei " Tenho que dar um jeito nela. Quem saiba eu consiga fazer ela imaginar coisas? Vou tentar". Antes que eu pudesse reagir, Bruno falou.
- Rebecca? Hécate? Que bom, então se voce tiver sorte, pode controlar a Névoa! Vai Becca, voce consegue! Vou tentar fazer alguma coisa.
Bruno pegou uma flauta de bambu, que logo depois a monstra quebrou. Me concentrei. Imaginei que estavamos em um campo aberto, e ela não entendeu nada. nesse campo aberto imaginei um labirinto. Ela se perderia e em cinco minutos me acharia. Foi exatamente o que aconteceu. Quando ela me achou, peguei uma pedra grande que achei no campo e a joguei em sua cabeça. A pedra era pesada, mas só a fez ficar tonta. Dei um chute bem forte em sua barriga, e foi o suficiente para faze-la cair no abismo que eu tinha feito em meu labirinto. Um minuto depois estávamos de volta a minha escola, no corredor das salas.
- Caramba isso foi... Incrível! Cara voce é demais!
Pegamos alguns ônibus, e em pouco tempo eu encontrei o Acampamento Meio-Sangue.
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Katherine Shvaitzer
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