Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Allan Schwarz Gollen em Qui Out 24, 2013 6:25 pm

Ficha de reclamação de
Allan Schwarz Gollen


NomeAllan Schwarz Gollen
Idade16
ProgenitorAres
Motivo Ele é destemido, está pronto para tudo. Ele não pensa, se tiver q fazer ele simplesmente faz. Quero poder aprender mais com ele.

Progenitor mortalMinha mãe se chama Jessica, era uma campeã de boxe, ninguém conseguia tira-la do ring.
Defeitos e qualidadesDefeitos: Arrogante, insensível, vingativo, possessivo...
Qualidades: Fiel.

Cidade natal e atualInglaterra.
HabilidadeMusculosidade
HistóriaJá havia sangue em minhas mãos, mas minha sede de vingança era muito maior, continuei esmurrando a cara dele. Minha vontade era de fazer minha mão atravessar seu crânio.
–– Solta ele Allan, ta maluco meu?
Escutei um amigo meu dizer e o mesmo bateu com seu corpo contra o meu, fazendo com que eu recuasse do rapaz.
–– Olha pra suas mãos cara, você ta louco?
Repetiu, mas só chegavam em meus ouvidos zumbidos. Olhei o sangue em minhas mãos, meus olhos transmitiam muita raiva. Dei dois passos a frente, mas Matias ficou entre o garoto praticamente imóvel no chão e eu.
––Sai da minha frente. Agora.
Foram as únicas palavras que consegui dizer. Ele negou com a cabeça e me empurrou na direção do carro ao escutar as sirenes ficarem mais próximas.
––c*****o, eu sei oque ele fez, mas não é desse jeito que você tem que se vingar, se controla meu. Quer dar desgosto pra sua mãe?
Não o respondi, abro a porta do carro com tanta força que cheguei a soltar um pouco a alavanca, ignorei e entrei no carro, batendo a porta com força para que fechasse. Matias entrou correndo do lado do motorista e começou a dirigir na direção oposta de onde vinham as sirenes.
–– Você sabe... eu não vou parar até dar um fim nisso... não adianta oque vão me dizer, quantos castigos vou tomar, se vou preso, foda-se irmão, eu vou mata-lo. Ele não tinha o direito de encostar a mão nela...
Matias da uma porrada no volante com uma das mãos e balança a cabeça negativamente. Ergo uma de minhas sobrancelhas e o fito. Antes que pudesse tomar a palavra ele se antecipou.
–– Acorda irmão, aquela garota só ta te enrolando meu... Ela só está contigo por interesse...
Tentava ignorar o máximo oque ele dizia, mas era meio difícil porque ele estava gritando. Fechei minhas mãos em punhos e suspirei, tentando manter a calma, mas ele já estava me enchendo. Até que uma árvore caiu bem no meio da estrada.
––Olha pra frente p***a.
Gritei e ele pisou bruscamente no freio ao ver a árvore. O carro capoto. Nossa sorte foi de que estávamos com sinto, mas mesmo assim levei alguns cortes, alguns um tanto profundos no rosto, devido ao vidro estilhaçado. Sai arrastado pela janela e ele fez o mesmo.
––Maia que merda, oque foi isso?
Perguntei olhando pra árvore e vendo um carro se aproximar de longe, vi Matias tirar uma arma que estava presa no cinta da calça. O fitei sério.
––O carro é da minha mãe seu filho da p**a, abaixa isso. Agora.
Ele guardou a arma e o carro parou do meu lado. Minha mãe saiu as pressas do carro e passou as mãos pelo meu rosto, pelos meus braços.
––Meu Deus, elas me disseram que seria hoje, mas não tão cedo. Temos que sair daqui, agora, venham comigo.
Ela disse praticamente nos obrigando a entrar no carro. Permaneci com uma das sobrancelhas de pé mesmo depois de ter entrado no carro. Matias permaneceu quieto no banco de traz.
––Que merda é essa? Oque ta acontecendo? Você falou com quem?
Minha mãe estava inquieta, tentando achar uma forma de responder minhas perguntas.
––Estão perseguindo você por causa de seu pai. Falei com bruxas meu filho.
Cocei minha cabeça e passei a língua nos lábios ao escuta-la, comecei a rir.
––Bruxas? Como você quer que eu acredite nisso?
Ela olhou no retrovisor e afundou o pé no acelerador.
––Não tenho tempo pra te explicar nada, para o lugar onde estou te lavando vão lhe explicar tudo, Allan.
Balancei a cabeça indignado e olhei pelo retrovisor, vi um grande redemoinho, arregalei meus olhos, forcei os mesmos contra o espelho para ter certeza de que não era uma alucinação.
––Que merda é aquela lá traz?
Perguntei e olhei para Matias, ele ainda estava parado, devia estar se borrando de medo.
––Tudo para impedir de que chegue ao acampamento. Segure-se.
Gritou a última palavra e virou a esquina sem tirar os pés do freio, foi parando aos poucos e abriu as portas.
––Entre na floresta e clame por Ares, ele o guiará até o acampamento.
Ergui uma das sobrancelhas sem entender absolutamente nada. Eu já estudei sobre esse cara na mitologia, mas porque teria que chamar por ele? minha mãe estava ficando louca.
––Tá maluca? Pq tenho que clamar por ele?
-- Pq ele é seu pai. Agora vai.
Tentei controlar uma série de gargalhadas, mas ela nos empurrou para fora do carro e acelerou na direção oposta a nossa. O redemoinho começou a segui-la.
--Brother, não quero ficar aqui parado pra ver se oque sua mãe disse era verdade, chama logo o nome do cara merda.
Balancei a cabeça, tantas pessoas no mundo para ficar perdido e tive que ficar logo com o mais medroso. Comecei adentrar com ele a floresta, sem ter noção nenhuma de onde estávamos indo.
––Isso é uma tolice.
Murmurei e cocei a cabeça e em seguida passei as mãos em meu rosto.
––Ó grande... Ares... isso é ridículo.
Sussurrei as últimas palavras.
––Nos ajude a achar o caminho para o acampamento.
Disse com muita rapidez ao ver o chão começar a tremer. Ergui uma das sobrancelhas e fitei o mesmo, pude escutar o som de algo trombando com as árvores e o barulho de quando elas chegavam no chão.
––Cara, pelo amor de Deus, chama logo direito, vamos morrer seu idiota.
Revirei os olhos ao escutar Matias, ele estava se preparando para correr quando escutou um ''rugido'', comecei a correr com ele.
––Não acredito que vou fazer isso, pqp. ARES NOS AJUDE A ACHAR O CAMINHO PARA A MERDA DO ACAMPAMENTO.
Berrei e comecei a correr mais, Matias tentava acompanhar meu ritmo. Balancei a cabeça e o puxei pela gola da sua camisa no mesmo momento que uma árvore caiu, fomos arremessados para uma pequena distância dali.
––Vamos morrer, vamos morrer, vamos morrer.
O escutei sussurrar. Segurei em seu pescoço e o ergui um pouco do chão.
–– Você não vai morrer c*****o, agora para com essa p***a de drama e se concentra.
O larguei e comecei a correr, tentando fazer menos barulho possível, quando uma voz veio na minha cabeça "siga em frente, achará o portão, Allan". Balancei a cabeça.
––Estou ficando maluco também.
Sussurrei e fiz um gesto para que Matias me seguisse e aumentei mais minhas passadas ao perceber que aquela coisa se aproximava. Continuei seguindo em frente, de vez enquanto olhava para traz para ver se Matias me seguia. De repente eu atravessei um certo tipo de parede invisível, mas Matias não conseguiu atravessar.
––Mas que p***a é essa?
Disse segurando seu braço e tentando traze-lo para dentro, mas alguém me puxou, deixando que eu soltasse seu braço e a criatura o pegasse. Me golpearam no pescoço para que eu pudesse parar de reagir, eu era muito forte. Depois disso, acordei numa cama em um chalé e não sabia se meu amigo estava vivo ou não.
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Allan Schwarz Gollen
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