Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Angellina J. Colds em Dom Nov 03, 2013 2:11 pm

Ficha de reclamação de
Angellina Janstns Colds


NomeAngellina Janstns Colds
Idade15 Anos.
ProgenitorAfrodite.
MotivoBom, vamos lá, eu sou uma daquelas pessoas que vive agindo pelos seus sentimentos, que sempre que cria laços com alguém esse laço é para sempre. Que ama como se não tivesse um amanhã e que faz de tudo pelo seu amor. Além disso tenho afinidade com a deusa e acredito que a minha personalidade seja compatível com a mesma.
Progenitor mortalFrederick Janstns Colds, um aposentado piloto da aeronáutica e atual professor de fotojornalismo em Coimbra, Portugal. Um homem nobre, filho de uma das famílias mais ricas e reconhecidas de toda a Inglaterra, cuja beleza é inquestionável e o cavalheirismo também. Um homem amoroso e que sempre lutou para realizar suas vontades e que só tivera um verdadeiro amor em toda a sua vida, que fora a divindade do amor, com quem tivera uma filha, por quem fez tudo que conseguiu para protegê-la. Atualmente tem 38 anos e ainda está em plena forma, atraindo assim a atenção de muitas de suas alunas mais jovens.
Defeitos e qualidadesPrimeiramente sou uma pessoa bastante chata, cabeça dura, que faz de tudo para conseguir o que é do meu desejo. Gosto de brincar com os sentimentos das pessoas de quem não gosto. Porém quando o assunto é alguém que tem o meu carinho, sou a pessoa mais carinhosa e amora do mundo. Muito ligada com minha família, faço de tudo para protege-la, assim como aos meus amigos e ao meu amor. Sou, consideravelmente relaxada e acho que sou a dona da razão. Além disso, sou bastante vingativa e competitiva, sempre quero ganhar e quando aprontam contra mim pode ter certeza de que irei responder na mesma moeda.
Cidade natal e atualNasceu na cidade de Londres, na Inglaterra. Atualmente vive no Acampamento Meio-Sangue, mas tem um lar para chamar de seu na cidade Coimbra, em Portugal, na casa de seu pai.
Habilidade->Riqueza - Você vem de uma família riquíssima, dinheiro mortal não é problema para você.
HistóriaMais um dia estava chegando ao fim. O relógio na parede estava quase marcando meia-noite. Um homem estava deitado em um sofá, falando sobre o que afligia para uma mulher bem mais velha, não era sua mãe ou coisa do tipo, era sua psicóloga. Era tarde, porém pertencer a uma família nobre e trabalhar na proteção da nação garantia certos privilégios. Ele era o filho caçula, o mais forte, esperto e criativo de todos, além de ser o mais problemático também. Havia se formado há muito pouco tempo em Fotojornalismo, porém não pretendia exercer a profissão, gostava de ser piloto e assim planejava continuar sendo, para o resto de sua vida. Quando os ponteiros do relógio mostraram que o dia havia virado e o homem ainda estava naquela sala, olhando para o teto, porém não dizia mais nada, não conseguia. A consulta havia acabado, ele tinha que ir embora, mas não tinha vontade de se levantar e ir para casa. Porém fora o que acabou fazendo, depois de vinte e um minutos imóvel, pensativo.“Por que eu?”

Ao sair do consultório o homem, ao atravessar a rua, fora atropelado por um automóvel que havia avançou o sinal vermelho. Ele ficou ali, caído, no asfalto, inconsciente e gravemente ferido. Teria, com certeza, morrido, se não fosse a presença de uma mulher misteriosa e sensual, que se aproximou do corpo e deu algo para ele beber, não demorou para que os ferimentos se sarassem e o homem recobrar a consciência. Ao abrir os olhos se deparou com uma figura angelical, era sem dúvida a mulher mais bela e encantadora que já vira em toda sua vida. – Eu morri? – Não obteve resposta, porém recebera um sorriso e um balançar, suave, de cabeça. A mulher retirou de seu pescoço um colar e colocou o mesmo na mão do jovem Frederick, a quem já observava a algum tempo, dessa vez não queria um homem qualquer.

O olhar do jovem fitava diretamente o rosto daquele ser magnífico que esta a sua frente. Porém, quando parou para piscar os olhos e olhar para o lado, ela desapareceu, deixando-o um pouco confuso, sem rumo. Por dias não pensara em outra coisa, queria saber quem era aquela mulher, o que ela fazia no meio da rua naquele horário inoportuno. Passaram-se sete dias e nada dele reencontrar aquela que havia salvo sua vida. Chegou a achar que nunca mais iria vê-la, porém estava errado, muito errado. No oitavo dia após o acidente, enquanto estava em casa, escutou a campainha tocar. A empregada foi abrir e logo chamou pelo seu nome, disse que ele estava recebendo uma visita. Ao descer as escadas, uma surpresa: o anjo que havia visto ao abrir os olhos depois de ter sido atropelado, era quem estava a sua frente, com um sorriso magnífico no rosto. Disse que havia voltado para pegar o colar e que queria saber como Fred estava.

Ambos ficaram conversando por um bom tempo. No final, marcaram de se encontrar de novo. O que se repetiu muitas e muitas vezes. No decorrer de dois a três meses eles se viam todos os dias quase e, por fim, já eram vistos como um casal, o mais novo casal dos Colds, porém não sabiam o quão aquela cena iria mudar, da noite para o dia. O romance parecia estar perfeitamente bem, Frederick chegara até a falar em casamento, filhos e tudo mais, mas Elizabeth - que fora como ela se apresentara - não parecia estar animada com aquelas coisas, parecia que só queria aproveitar o momento, nada mais. Mesmo assim, isso não parecia fazer diferença, não era um obstáculo para o romance entre os dois jovens, ambos vistos como sendo os mais lindos de toda a Inglaterra. Entretanto, a felicidade não dura para sempre, não é? Então, como em todos os casos, a infelicidade bateu à porta.

Pós quase três meses de encontro, Elizabeth simplesmente desapareceu. Sumiu sem deixar rastros, era como se ela nunca tivesse existido. Frederick ficara arrasado, parecia que tinha perdido o sentido de sua vida. Durante semanas – se não foi durante meses – ele não tinha mais uma vida, não trabalhava e nem saia mais de casa. Porém isso tudo iria mudar quando chegasse o dia 28 de Junho de 1996, quando uma nova surpresa surgiria para, literalmente, transformar sua vida, virar ela de cabeça para baixo, abrir novas portas e por ai vai. Quando o seu maior desejo iria se tornar realidade.

No dia citado anteriormente, ou melhor, na noite dessa data, uma grande mudança aconteceu. A lua estava se escondendo atrás das nuvens carregadas. A chuva fina caia. A rua estava deserta, pelo menos até que uma sombra surgisse, trajava um sobretudo negro muito elegante e carregava consigo um bebê que, diferente dos demais, não chorava, apenas contemplava a beleza divina da mulher que lhe segurava. O barulho de seus passos ecoava pela rua, onde todas as casas, com a exceção de uma, estavam com as luzes apagadas. Após passar frente a todas as moradias, chegou ao fim da rua, onde estava a única residência cujas luzes ainda estavam acesas. Aquela era a casa que a mulher estava procurando, a casa onde deixaria o que muitos viam como a coisa mais preciosa que se podia ter: uma filha, não só isso, uma vida.

Abriu o portão e adentrou no jardim, percorrendo-o até chegar à varanda, onde se agachou e deixou a criança na soleira da porta. Retirou um colar, que era conhecido do dono da casa, deixando-o sobre o corpo. Quando tentou se levantar, as mãos frágeis, pequenas e delicadas tentaram, inutilmente, segurar a mulher, que sorriu e se pôs de pé. Um grito passou a ecoar da garganta do bebê, que estava sim entendendo o que acontecia ali, naquele momento, sabia que estava sendo abandonada. Após tocar a campainha, a mulher lançou mais um sorriso para sua filha e deixou uma carta caída no chão, então, desapareceu de repente, era como se estivesse sido teletransportada para outro lugar.

Naquele dia todas as coisas iriam mudar. Um novo horizonte iria se abrir para Frederick e para a criança. Não demorou muito para a porta se abrir e a claridade iluminar o que havia sido deixado na porta da casa do jovem Colds. O homem viu e se surpreendeu, principalmente quando reconheceu a joia que estava sendo usada como brinquedo pelo bebê, que enrolava a corrente entre os dedos e levava o pingente em formato de pombo até a boca. Ele pegou a prole no colo, juntamente com o envelope com a carta, que revelava toda a verdade sobre a existência de Elizabeth, ou melhor, de Afrodite, e da mais nova filha da mesma. Obviamente a verdade chocou Fred, que no primeiro momento achou que estava sendo vítima de uma brincadeira, porém aos poucos começou a aceitar a situação e a acreditar cegamente no que estava escrito no papel. A criança recebeu o nome de Angellina Janstns Colds, que agora pertencia a uma família nobre, onde não lhe faltaria nada material, “apenas” o amor de uma mãe.

O tempo passou. A jovem, que antes parecia ser apenas mais um bebê normal, aos poucos passava a demonstrar que era, de fato, diferente das demais, mais problemática e sensível do que as outras. Era também mais bela e encantadora - isso é um fato - com apenas um olhar era capaz de seduzir todas as pessoas. Durante seus primeiros anos de vida Angel, como fora – apelidada – fora atacada algumas vezes por criaturas estranhas, porém que não eram vistas em suas formas originais por humanos comuns, com era o caso de seu pai e de todos os seus familiares e amigos. Algumas vezes era encontrada com machucados que ninguém conseguia imaginar, outras estava fora do berço ou da cama, perto da janela, como se estivesse querendo se jogar dela, porém em todas estava desacordada. Depois que completara três anos, quando já conseguia falar com clareza , começou a revelar a todos o que acontecia com ela durante as noites em que era atacada. No início, os adultos começaram a achar engraçado e natural ter imaginação fértil, então sempre que ela chegava com uma história, eles diziam: – Nossa! É mesmo? Não acredito!

Com o passar dos anos, porém, essas “histórias” foram ficando preocupantes e era cada vez mais frequente que Algellina chegasse machucada em casa, e a cada vez contava um fato. Alguns parentes recomendaram que ela deveria ir à um Psicólogo e à um Psiquiatra, porém nenhum deles detectou algo quando a isso, a única coisa que foi revelada foi o fato dela apresentar Déficit de Atenção e Hiperatividade, o que não fora muito surpreendente. O pai estava começando a se preocupar com o que seria se sua filha se tudo aquilo continuasse acontecendo. Tentando evitar que as pessoas passassem a ver a criança como uma louca, passou a se mudar com bastante frequência, no mínimo duas vezes por ano, para evitar intimidade e curiosidades avançadas.

Durante uma noite, a última noite que passaria nos grandes centros da Inglaterra, Frederick teve um sonho que esclareceu tudo o que vinha acontecendo. Eu já havia lhe explicado querido, nossa filha não é uma criança normal, mas também não é uma louca, é simplesmente uma filha de uma divindade. Fique calmo, ela vê sim esses seres estranhos, e vai continuar vendo e sendo perseguida pelos mesmos. Quando isso chegar ao seu limite, leve-a aos EUA, lá ela será encontrada pelo Acampamento Meio-Sangue. Ao despertar ele sentiu uma misto de alívio e desespero. Levantou-se da cama e se dirigiu até o quarto de sua filha, onde adentrou e se ajoelhou ao lado da cama, acariciando a menina, que tinha por volta de uns cinco anos. Por fim, deu um beijo na cabeça dela e, sorrindo, voltou ao seu quarto, onde conseguiu dormir feito um anjo, sem ser interrompido uma vez que fosse.

Ao passar dos anos as coisas foram piorando, como já era de se esperar. Eram cada vez mais frequentes os ataques que Angellina sofria e, para piorar as coisas, começara a arrumar encrencas na escola, sendo expulsas de quase todas as possíveis. Paralelamente a isso, sua beleza ficava mais e mais estonteante, seus cabelos loiros e cacheados, juntamente com sua pele clara e delicada e com seu físico adequado, faziam com que ela fosse comparada a um anjo. Seu pai sempre lhe protegeu do que conseguia, quando sua filha era chamada de louca ou de esquisita ele sempre assumia a “briga” e, mesmo que soubesse que era loucura tentar explicar como ela era, sempre tentava. Sem dúvida ele era um ótimo pai, compreensivo, amoroso e cuidadoso, tivera muita sorte em viver em tal lar. Tiveram que se mudar inúmeras vezes, para isso, ele sempre tinha que pedir transferência na aeronáutica e coisas do tipo.

Durante quinze anos, Angellina e Frederick percorreram toda a Inglaterra e até mesmo uma pequena parte da Europa, como alguns países tipo Espanha, Itália e Portugal – que fora o que mais gostara – porém as coisas só iam piorando. As expulsões e os ataques se tornaram um verdadeiro problema. Algumas vezes os ferimentos chegavam a tal ponto que ela quase morreu. Mesmo fazendo aulas de artes marciais desde muito nova, não era páreo para os monstros que apareciam. Chegou ao ponto de Fred chegar a sua casa e ver a mesma em chamas e encontrar sua filha lá dentro, desmaiada e completamente ferida. Aquilo fora a gota d’água, não podia mais ficar fugindo do destino daquela adolescente, tinha que levar ela para os EUA, era o certo a se fazer, era algo necessário.

Assim que chegaram aos EUA, a jovem for a matriculada em uma escola qualquer e seu pai passou a dar aulas na universidade da cidade vizinha. Em menos de um mês as coisas estavam bem piores do que na Europa, Frederick no início não entendeu aquilo. Porém as coisas estavam prestes a mudar. Ele iria logo voltar para Portugal e sua filha ficaria lá, na América, em um lugar mais seguro, onde seria devidamente treinada para sobreviver sendo quem ela mesma é.

Era apenas mais um dia de aula, comum como todos os outros. Estava tendo aula de História, a matéria era Totalitarismo e mais da metade da turma estava dormindo, entre tais alunos estava a jovem Agellina, que não sabia o que estava por vir. O sinal bateu, era a hora do intervalo e a sala logo se esvaziou, ou quase isso, Angel e o professor ficaram, porém logo uma surpresa, um grito ecoou da garganta do homem, no mesmo instante ela acordou e avistou uma Harpia, que estava com as garras dentro do tronco do mestre de História. Aquilo foi assustador, viu a feição de desespero do homem e o sangue saindo de seu corpo. No mesmo instante ela se levantou e começou a correr, queria gritar, porém nada saia de sua garganta, quando estava chegando perto da porta, sentiu seus ombros sendo perfurados pelas garras da criatura e, aos poucos, os seus pés saindo do solo. Depois disso, tivera seu corpo arremessado contra a janela de vidro que, obviamente, fora quebrada. Os cortes foram todos superficiais, afinal nenhum caco de vidro adentrou muito fundo em sua pele.

O corpo se colidiu com o chão e um grito de dor foi expelido pela jovem, que não conseguiu se mexer por alguns segundos. Quando abriu os olhos viu a criatura voando em sua direção, entrou em desespero então, juntando todas as suas forças, levantou-se e começou a correr na direção da saída. Por pouco não fora pega novamente, chegou a sentir as garras rasgando suas costas e o sangue quente escorrendo em sua pele. “Mais que droga. Acabou com a minha roupa.” Conseguiu sair da escola, porém a perseguição continuava. Entrou no metrô e rumou para a sua casa, porém não esperava que mais uma surpresa desagradável estava lhe esperando. Saltou do metrô e não demorou a avistar a residência, que estava completamente destruída. Na mesma hora pensou em seu pai, então percebeu que o carro não estava na garagem, o que lhe deixou aliviada, ou quase isso.

Antes que pudesse adentrar em sua casa, for a puxada para o lado por um jovem com chifres. Ele lhe explicou o que estava acontecendo e, então pediu para entrar no carro. Era o automóvel de seu progenitor mortal e ele estava lá dentro, no volante. Seguiram até uma colina, onde ela e o jovem chifrudo desceram, lá seu pai disse que estava voltando para Portugal e que quando ela quisesse poderia ir visita-lo. Então deu a partida e seguiu o caminho até o aeroporto, enquanto Angellina e o garoto (Greg) começaram a subir. No meio do caminho um Minotauro apareceu e, então, uma adaga foi jogada na direção da jovem que, juntamente com Greg, lutou contra aquela criatura bravamente. Fora ferida e arremessada contra uma árvore, onde desmaiou. Quando voltou a abrir seus olhos estava em uma enfermaria, repleta de pessoas e seres estranhos, então lhe contaram que estava no Acampamento Meio-Sangue.
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