Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Kansas Witt em Qua Nov 13, 2013 10:18 pm

Ficha de reclamação de
Kansas Denver Witt


NomeKansas Denver Witt
Idade16 anos
ProgenitorÍris
MotivoSou filha de Íris por conta de minha facilidade com a comunicação e principalmente por conta de meu humor estar estranhamente quase sempre positivo, sendo realmente muito difícil alguém me colocar em uma situação em que eu me sinta triste o com o humor entristecido ou zangado.
Progenitor mortalMeu pai conheceu a Deusa em meio a uma viagem que fazia à trabalho, e criaram um laço rapidamente. Um encantou o outro, meu pai, Williard, chamou a atenção de minha mãe principalmente por causa de seu senso de humor, ele sempre alegou que Íris o julgava um "homem de humor ativo", como ela mesma dizia.
Williard tem como razão de sua vida, a filha, sendo assim, é um pai muito dedicado e rigorosamente ciumento quando se trata de sua filha.

Defeitos e qualidadesKansas tem como principal defeito o extremo otimismo, isso faz com que ela não leve em conta os riscos de suas ações, ou a quem ela irão afetar, física ou emocionalmente. Sua principal qualidade se baseia no fato de ser uma pessoa muito carismática, consegue trazer o bom lado das situações quase sempre, o que a torna uma pessoa muito energética e positiva. Kansas é muito conhecida por sua personalidade alegre e simpática.
Cidade natal e atualNasceu em Oklahoma City e viveu a grande maioria de sua vida lá, mudando-se da cidade apenas quando foi mandada para o acampamento. Seu pai é fotografo na cidade, um renomado profissional do município, e criou-a lá com todo o zelo que um pai tem por seu filho. Kansas foi mandada para o acampamento a aproximadamente um mês de seu décimo terceiro aniversário.
HabilidadeResistência Positivista
História23 horas da noite, e continuava a caminhar por aquela rua. O vento frio batia contra meu rosto, insistia no fato de querer balançar os fios de cabelos revoltos que se misturavam ao meu rosto. Talvez não fosse uma boa ideia ter ficado até mais tarde na casa de May, uma amiga da escola, talvez tivesse sido uma boa ideia ter aceitado dormir na casa dela, pelo menos agora, não estaria nessa situação deplorável. Bom, pelo menos, a situação poderia estar pior! Logo estaria em sua casa, junto de meu querido pai, tomando meu chocolate quente debaixo de cobertas, ou quem sabe, até mesmo dormindo.
Sorri. É, eu teria muito a perder se tivesse ficado para dormir na casa de May!
Foi então que ouvi.Um estalo, e logo em seguida, algo como um grunhido. Certo, talvez eu esteja ficando louca, e talvez não devesse dar atenção a essas peças que minha mente esta pregando em mim mesma, mas mesmo assim apresso meu passo, quanto mais cedo eu chegar em casa, melhor!
Corro num ritmo mais leve, e quando finalmente virp a esquina de minha casa, uma enorme pedra cai em minha frente. Ou talvez não. Aquilo era grande demais para ser uma simples pedra! Tinha o tamanho de uma caminhonete, e o que mais me assustou, era o fato de estar se mexendo levemente, como se estivesse...arfando? Aquilo estava vivo! Seja lá o que fosse!


Dou um passo incerto, recuando, e aquilo imediatamente levanta seu olhar para mim. Olhos sem vida, mas de um tom extremamente amarelado e assustador. Talvez se eu corresse , conseguisse chegar a minha casa, ou ao raio que o parta! Só quero me afastar dessa criatura que mais parece uma gigantesca gárgula.


Sufoco um grito, quando a criatura avança sobre mim e corro, me escondendo atrás de uma lixeira. Tento controlar minha respiração, e de repente não ouço mais nenhum ruído. Por Deus. Estou apavorada! Passam-se alguns segundos, nenhum ruído, nenhuma movimentação. Talvez tivesse finalmente ido embora!


Coloco minha cabeça levemente para fora da proteção visual que a lixeira estava me proporcionando, até que sou subitamente jogada para longe, caindo a um metro, aproximadamente, de onde eu estava. Ao olhar para frente, fixo meus olhos naquela coisa que vinha na minha direção. Parecia determinada a me pegar, mas eu não estava determinada a morrer hoje.


Levanto-me e corro num ritmo frenético, perdi as contas de quantas vezes tropecei, e sempre que olhava para trás, a criatura parecia estar mais e mais perto!
Olho para trás novamente, dessa vez a "gárgula" não estava mais atrás de mim, sinto um alivio enorme, começando a diminuir a velocidade, quando novamente aquela coisa pousa subitamente em minha frente, me fazendo colidir com sua pata, minha testa começou a sangrar, e meus sentidos ficaram confusos, me fazendo recuar rapidamente, enquanto observava a feição rude daquela enorme gárgula.


Ele rosna, eu me afasto ainda mais, ele da um passo em minha direção, e eu sei que se ele atacar, pode ser meu fim. Não, não posso.Nao vou morrer hoje!



Me coloco em posição, me preparando para correr novamente, procuraria ajuda! Mas me recuso a morrer hoje! Ia correr para o lado oposto a aquele monstro, mas ao dar o primeiro passo, me surpreendi com a figura de meu pai, dentro da caminhonete preta dele. Seu olhar aflito me acertou em cheio, eu quase pude sentir sua angustia, e de repente o medo me atingiu. Ele buzinou, chamando minha atenção, e foi aí que sai de meu transe, correndo em direção a caminhonete, abri a porta e me joguei no banco do passageiro, o veiculo.arrancou em alta velocidade, eu podia ouvir o monstro rugindo, e em seguida saltando para o alto, estava nos seguindo por voô.

-pai, o que é isso??!- pergunto aflita, meu pai acelerava o carro, exigindo o máximo de sua potencia, enquanto seguia por uma rodovia deserta, por Deus, onde estávamos indo?
-nao se preocupe Kansas, tudo vai ficar bem, só por favor confie em mim, me escute!- ele entrou em uma mata fechada.

Me agarrei ao cinto de segurança, a mata fechada dificultava o acesso daquela gárgula, ela não conseguiria penetrar a floresta tão facilmente, sorri, aquilo nos daria mais tempo.

-Quero que me obedeça a partir de agora! Você ira para um acampamento, não um como aquele em que você quase se afogou quando tinha oito anos, mas sim, um acampamento para pessoas diferentes, pessoas especiais como você-meu pai virou, indo por uma trilha que eu nem sabia que existia e parou o carro depois de alguns metros.

-Kansas, eu preciso que me ouça, agora mais do que nunca! Você vai seguir por essa trilha por mais alguns metros, e logo encontrara um portal, preciso que você entre no acampamento! Me ouviu?- balancei a cabeça positivamente, mas ainda estava confusa!

-m-mas pai o q-

-não faça mais perguntas filha! Tudo o que posso dizer é que isso esta ligado a sua mãe, e somente ela pode te proteger, isso só acontecera se você entrar no acampamento! Lembra-se da historia que eu lhe contei? Dos meio-sangues, dos deuses do Olimpo? Por favor filha, acredite que aquilo é real, e então você estará protegida!- o abracei forte, e ele retribuiu, ficamos assim por alguns minutos, e ele beijou minha testa, assim que nos separamos.

-eu te amo pai, fique bem...-sorri

-você também minha pequena- ele sorriu para mim-agora vá!

Ele me empurrou na direção que eu deveria seguir, olhei mais uma ultima vez para ele e acenei,enquanto corria, acelerei meus passos, estava ofegante e minha visão estava um pouco turva por conta de um corte em minha testa, mas não né importei.

Parei quando cheguei a um enorme portal, onde se lia " Acampamento Meio-Sangue". Dei o primeiro passo, um arrepio passou por minha coluna.

Tudo mudaria a partir daí.Soltei um leve sorriso.

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