Evento Geral - Festa dos Gladiadores

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Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Hipnos em Sex Abr 11, 2014 3:35 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Festa dos Gladiadores


As coisas no acampamento estavam muito paradas e sem graças. Nada, praticamente nada acontecia de interessante na vida dos campistas e, aparentemente nenhum dos nossos heróis era requisitado fora da proteção dos deuses para realizar seus desejos. Depois da falha invasão de Nyx, o acampamento pareceu perder seu brilho. Campistas não mais treinavam e nem mesmo interagiam entre si. Era monótono se ver aquelas crianças talentosas jogando suas vidas fora dia-a-dia. O senhor D. até gostava dessa monotonia, mas Kheiron, o professor de heróis, se incomodava todos os dias por essa estranha inércia dos jovens meio-deuses.

Porém, no Olimpo, os deuses se organizavam para um evento solidário. Eles estavam com problemas e, como todo mundo sabe, quando estão estão com problemas, chamam ajuda de um semideus. Porem, a escolha desse semideus estava difícil, pois cada um dos deuses indicava um, e esse um indicava mais um que aparentemente seria melhor que esse outro um já escolhido. Foi ai que Athena e Ares entraram no primeiro acordo. Eles decidiram que o herói deve ser escolhido por meio de um combate justo e voluntário entre 10 campistas corajosos. Essa notícia chegou por um sátiro mensageiro de Hermes, até os aposentos de Dionísio. Kheiron sabendo disso, foi logo preparando a arena para o evento.

A preparação durou um mês inteiro e os burburinhos já podiam ser escutados por todos os cantos do Campus. Alguns diziam que seria um massacre igual aos Jogos Olímpicos passados, outros ainda afirmavam que iria ser uma competição de dança, mas poucos sabiam que seria um combate de sangue e de bravura. O estadio que construíram era redondamente enorme e parecia o anfiteatro, mas com uma arena de areia no centro. Ao redor dessa arena de sílica, havia doze portas grandes e em cima de cada uma dessas portas, no muro, uma coluna alta com um estandarte de um dos deuses. Porta 1, Zeus, 2 Hera e assim por diante. Era como se os deuses do Olimpo estivessem ali. Até mesmo Dionísio tinha uma bandeira ali, até mesmo ele escolheu um semideus à dedo. As arquibancadas subiam em escadas em dez andares, deixando os muros altos para a plateia que assistiria. Em cada uma das portas, ao lado, havia um equipamento diferente e um pedaço de ambrosia. Os guerreiros já estavam detrás das portas e prontos para o combate.

O senhor D. ergueu-se no meio da plateia de meio-sangues e lhes deu as boas vindas, afirmando que os jogos poderiam começar. Os portões dos doze estandartes se abriram e os meio-sangues revelados - Que os Jogos comecem! - falou Kheiron empolgado.

regras da postagem:
⇝ Nessa primeira postagem, somente os 12 primeiros campistas que postarem, poderão participar e as batalhas só irão começar, quando os doze postarem nesse tópico.
⇝Quanto mais cedo postarem, mais opções de armas e deuses poderão escolher. Por exemplo, há doze equipamentos detrás de cada porta, assim como doze deuses no Olimpo representando um escolhido a dedo, logo, quando forem postar, postem o seguinte: eu fui escolhido de zeus, por isso vou usar espada. Claro que quero que postem com um pouco mais de empolgação do que isso.  
⇝Postem o momento da sua escolha, por um bilhete e sua estadia dentro do cômodo que lhe separa da arena, e claro, o momento que os portões abriram
⇝A arma escolhida pode ser descrita como bem quiser. Dê os detalhes que desejar à ela e em sua roupa deve ter um broche com o simbolo do deus que te escolheu.  

Portas, armas, deuses e escolhidos:
⇝Porta 1, Espada, Zeus e David
⇝ Porta 2, Maça de Ferro, Hera e Nikla (NPC)
⇝ Porta 3, Tridente, Poseidon e Percy
⇝ Porta 4, Foice Longa, Deméter e Gabriel
⇝ Porta 5, Lança, Ares e Henrique
⇝ Porta 6, Alabarda, Athena e Ord
⇝ Porta 7, Arco, Apolo e Christopher
⇝  Porta 8, Adaga, Artemis e Karol
⇝  Porta 9, Machado, Hefesto e Corallyne
⇝  Porta 10, Rapieira, Afrodite e Joe
⇝  Porta 11, Soco Inglês, Hermes e Gloss
⇝  Porta 12, Tirso, Dionísio e Allegra (NPC)

regras gerais:
⇝Não poderá haver mortes, apenas se for acidental e se o narrador, no caso eu, decidir.
⇝Não narrem o que não for lhes designado. EU sou o narrador, logo, se forem fazer algo, como um ataque por exemplo, usem o verbo "TENTAR" ou a expressão "NA MEDIDA DO POSSÍVEL" ou "ACHO QUE".
⇝Não será permitido habilidades Ativas, somente as passivas e suas habilidades de personalidade.
⇝Lembre-se que a porta 1 está ao lado da 2 e da 12, já que você está numa arena circular.
⇝Não seja herói demais ou o invencível, todos tem o direito de caírem em solo de batalha, até mesmo você.
⇝O vencedor ganhará um premio muito bom, além de participar de uma missão da trama.
⇝Qualquer dúvida, MP-me.
⇝Boa sorte.


Última edição por Hipnos em Qua Abr 23, 2014 10:42 am, editado 3 vez(es)


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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Corallyne Kramer em Sex Maio 09, 2014 7:35 pm



Gladiadores


Derrotas e vitórias. Um herói esta sujeito a sofrer qualquer uma dessas, queira ele ou não. O destino não é feito para agradar a todos, ele é feito para tornar as coisas justas, ou então apenas deixa-las mais erradas do que jamais foram. O destine serve para decidir de certa forma se as coisas ficam boas ou não para você. Em um evento de gladiadores não é nada diferente. Tudo é feito com algum motivo e cada gladiador da o melhor de si para sair vitorioso ou apenas com vida. Sangue tem que ser derramado, vidas tem que ser perdidas e pessoas... Bem, pessoas são apenas pessoas, correto? Não. Pessoas são seres com sentimentos que devem ser respeitadas. Mas e os deuses? Eles pensam nisso? Talvez, mas em meio ao atual evento que ocorre no acampamento meio-sangue alguém começa a desconfiar dos deuses. Corallyne é apenas uma semideusa que passou por muita coisa para chegar até aqui. Somente neste evento ela sofreu ataques de um filho de Quione e logo em seguida ficou encurralada com um filho de Afrodite, uma filha de Ares e um elemental do fogo. E o mais estranho de tudo, até o seu ultimo ataque tudo, exatamente TUDO, sem brechas ou exceções estava dando errado. Cada plano, cada estratégia, cada movimento era interrompido ou se tornava algo falho e vergonhoso. Há poucos minutos ela vira o que mais temia, a imagem do seu pai havia invadido sua mente e a expressão dele não era algo que acalmaria a garota. Pelo contrario, a expressão dele trouxe ao coração da semideusa terror, medo e ódio. Um ódio incomum que começava a crescer lentamente do coração da comensal. Os próximos passos dados pela jovem morena foram certeiros e colaboraram para que aquele rapaz controlador de fogo tivesse seu fim. Em alguns minutos Coral implantou na mente dele mentiras e desafios, teve a atenção do mesmo totalmente voltada para si, correu risco de morte, arriscou sua vida. Logo em seguida o representante de Afrodite acertou com precisão o coração do garoto de cabelos ruivos. E então tudo teve seu fim, o outro semideus fora jogado alguns centímetros na areia, enquanto a semideusa se afastou alguns centímetros com o impacto. E foi isso. Com alguns golpes o oponente havia caído e agora, os dois semideuses que dividiam aquele espaço entre as estadias, 9, 10 e 11 estavam a sós.
O que aconteceria em seguida? Ambos iriam batalhar? Iriam lutar pela sua vida? A filha de Éris não iria esperar que aquilo acontecesse. Após ver o oponente caído ela sorriu, estava orgulhosa de si mesma, estava orgulhosa de enfim ter feito os poderes que sua mãe lhe cedera funcionarem. Era ótimo sentir o corpo ser preenchido por todo aquele prazer e orgulho, mas logo aquilo chegou ao fim. Algo surgiu na mente de Coral que lhe tirou seu sorriso, sua boca se abriu lentamente e suas pernas voltaram a ficar bambas. A imagem de seu pai que a pouco surgira naquele flash agora voltara, talvez com mais nitidez e força. As pernas da garota não aguentaram e se curvaram a fazendo cair no chão. Algumas lagrimas começaram a rolar por sua face límpida, em sua mente reinava supremo a confusão. “Mentiras, trapaças... Eles não são justos, não sabem o que é justiça... Eles nos enganam... Os olhos da prole da discórdia se mantinham fechados, suas mãos fechadas em punho pegando pouca areia. As lagrimas iam pingando uma a uma na areia formando pequenos buraquinhos na areia da arena. Isto durou poucos segundos, mas na mente da menina pareceram eternos anos agonizantes. Lentamente ela engoliu em seco, o que desceu por sua garganta era ar, apenas ar, porém para ela pareceram mais agulhas que arranhavam e rasgavam sua garganta lentamente. Respirando fundo ela abriu os olhos levantando a cabeça e olhando a sua volta, todos na arena apreciavam as batalhas que ali aconteciam. ”Veremos o que eles acham de serem feitos de brinquedinhos..." Um sorriso completamente diferente surgiu entre os lábios da semideusa, um sorriso que demonstrava total maldade. - Estão achando tudo isso legal não é?! Um lutando contra o outro, semideuses sendo fuzilados por raios. Isso os encanta não é?! DIGAM! A morena tentava chamar a atenção de todos na arquibancada para si mesma, ela queria a atenção deles. Sua voz soou cada vez mais grossa e monstruosa e o sorriso se mantinha nos lábios dela. - É engraçado não é? Ver todos sendo machucados e sofrerem por puro divertimento de vocês e dos deuses. A cada palavra Coral tentava aumentar o som da sua voz. Suas mãos estavam fechadas em punho, o olhar da garota se voltou para a areia enquanto suas pernas retomavam forças e começavam a levantar a garota. - Será muito interessante para mim ver todos vocês decepcionados quando o gladiador para quem vocês torcem não vencer. Ao menos boa parte de vocês saíram decepcionados. E sabem o que eu irei fazer? Eu irei rir e gargalhar de todos vocês... Ao fim da frase a seguidora de Nyx deixou lhe escapar uma gargalhada estranha e maléfica. Agora a menina já estava de pé e começava a andar em direção a nona porta. - Ei gladiadores! Acham que irão vencer?! Esse esforço de vocês me faz rir, me faz gargalhar e apenas ter dó, porque nenhum de vocês, exatamente NENHUM sairá vivo daqui, todos irão morrer. Todos irão falhar! A menina parou alguns centímetros antes da porta de numero nove, olhou todos e sorriu brevemente enquanto balançava a cabeça de forma negativa. - Eu tenho dó de vocês. Dó de cada um de vocês. Gentilmente a garota se encostou na porta e começou a se sentar no chão sorrindo de forma sádica. O plano dela? Era improviso, total e completo improviso. Ela somente queria fazer cada semideus que estava batalhando se sentir mal e inferior, queria engana-los, Corallyne queria deixa-los confusos, somente isto. Para que? Dizem que o melhor fator em um ataque é a surpresa... Se o plano daria certo? Talvez sim, talvez não.


PODERES&HABILIDADES:

ᖤ Profilático: Os comensal tem uma previsão de que serão feridos em um futuro próximo e tendo alguns pequenos flashes da visão desse ferimento, ele consegue se desviar ou diminuir o dano, evitando o local que antes seria ferido.

ᖤ Mente Calma: Apesar da situação adversa, a mente do comensal se mantém extremamente calma frente a adversidade. Isso o ajuda a tomar decisões mais rápido e sem muitas chances de erro.

✖ Agilidade  - Éris era sempre vista acompanhando Ares nas guerras e assim como ele possui uma grande agilidade em batalhar.

✖ Orgulho Intangível - Os filhos de Éris herdaram de sua mãe seu orgulho, usando eles como fonte de motivação para dificilmente desistir de qualquer coisa por mais ruim que a situação esteja.

✖ Ampliação - Qualquer discórdia que tenha no campo de batalha deixará a prole de Éris mais forte, ampliando seus poderes, não importa se a discórdia é entre aliados ou inimigos.

ᖤ Monster Voice: A voz do comensal se torna grave e misteriosa, como a de um assassino de filme de triller/terror. O tom medonho da voz é capaz de afugentar algumas criaturas e causar paralisia temporária.

✖ Mentiras - Você possui uma habilidade fora do normal de inventar mentiras para causar discórdia e graças a esse poder as chances de quem ouvir suas mentiras acreditar nelas aumentam em 60% por cento e você passa a reconhecer quando alguém está mentindo ou dizendo a verdade.

✖ Falso Carisma - Os filhos de Éris podem se demonstrar doces e leais por um tempo, tendo facilidade em conquistar a confinça dos outros para causar discórdia com mais facilidade.

✖ Surpresa - Éris sempre fora conhecida por seus planos que sempre surpreende a todos, a prole de Éris sempre terá uma surpresa, um trunfo escondido na manga quando em luta.


Com quem? Doze desconhecidos x.x  Onde? Arena  Usando? Isso

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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Henrique Reichmann em Sex Maio 09, 2014 8:33 pm

Eu estava à beira das lágrimas. Quando vi o que acontecera ao filho de Quione, eu senti como se tivesse levado um chute na boca do estômago. Eu o levei à beira da morte, ele poderia ter sido morto e a culpa era minha. A escolhida de Dionísio tinha a perna quebrada e não parecia estar em um estado devido para lutar. Mesmo que derrotássemos aquele garoto, seríamos derrotados pelos outros campistas. Aquele garoto... Ele não era diferente de nós. Era mais um brinquedo Olimpiano, que servia apenas para a diversão dos deuses.
Eu enfiei a mão no bolso pegando uma outra pilha, porém esta não tinha carga alguma. Eu joguei-a na parede me sentindo um inútil. Corri  os olhos pela arena. Os campistas berravam exaltados, atentos à batalha. Naquele momento, eu não pude conter meu ódio.
"Não percebeu como tudo é inútil?” – As palavras ecoavam em minha mente, como se lá no fundo, alguém me avisasse – “Todos os feitos heroicos... Nós não passamos de peões dos deuses. Ele já deviam ter sido derrubados há milhares de anos, mas persistem, graças a nós, meios-sangues
Eu seria eliminado, ficaria vulnerável, poderia ser atacado pelos deuses, mas não serviria, novamente, de brinquedo para um deus, para os deuses. De novo não!
Eu tremia violentamente. Não sabia o que aconteceria à seguir, mas de uma coisa eu tinha certeza: Não seria mais um simples peão.
Não entendia muito bem de xadrez, mas eu tinha certeza de que quando um peão chega ao outro lado, pode transformar-se em um cavalo, rainha ou bispo. Até mesmo um peão não poderia ser subestimado, porque até mesmo um simples peão pode derrotar o rei.
Eu olhei no fundo dos olhos da representante de Dionísio. Sua perna estava em um ângulo estranho e eu senti uma pontada de dor, apiedando-me dela. Ela me olhava confusa e eu assenti.
Berrei à plenos pulmões. O mais alto possível para chamar a atenção de todos na arena. Fora tão alto que até mesmo quem estivesse no outro lado poderia ouvir. Eu sabia que estava ferrado, mas nada mais naquele momento importava. Eu senti todos os olhares se voltando para mim, inclusive o próprio garoto.
Eu joguei a minha lança no chão e encarei o menino da terra. Berrei para que todos ouvissem:
- Não serei mais subestimado! Ninguém deve ser subestimado! - Eu me virei para a arquibancada, torcendo para que Allegra tivesse percebido a minha intenção - Os deuses brincam conosco! Usam a gente quando somos necessários e depois nos esquecem. Esquecem aqueles que sempre os ajudam quando estes vem pedir ajuda. Recuperamos carruagens perdidas, achamos raios que foram roubados e até lutamos contra os titãs enquanto os deuses nos subestimam, desprezam e ignoram! Eu não lutarei mais! - Virei-me para o menino da terra -   VOCÊ! Seus irmãos hoje, arriscam suas vidas para divertir os deuses! Você gosta disso? Gosta de ser usado e no final não ser recompensado? Eu não lutarei com você, nem contra qualquer um que esteja nessa arena. Recuso-me à divertir os deuses, recuso-me à ser usado, recuso-me à ser um semideus!
Eu cruzei os braços, encarando o menino da terra. Allegra se arrastando contra a parede, aproximando-se sorrateiramente do garoto.
- Nós não precisamos dos deuses! Eles precisam de nós! [/color]


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Mensagem  Ord Thurin em Sex Maio 09, 2014 11:52 pm

A expressão que tomava conta do meu pensamento era 'incredulidade'. Eu consegui acertá-lo, causar um dano, e graças à distração, Karol também. Mas por que minha alabarda tinha conseguido perfurar o corpo liquefeito?
A alabarda é abençoada por Atenas, e ela é inimiga direta de Poseidon. Talvez haja alguma outra razão, mas não é prudente que eu fique procurando razões, quando deveria estar pensando em uma maneira de derrotar o Aquaboy.

Enquanto eu pensava, o garoto sorriu. Mas eu conhecia esse sorriso, e não era um sorriso de satisfação.
Medo

Satisfeito, preparava um novo ataque, quando um fluxo de água passou por mim, e eu caí, me levantando em seguida.

Meu pensamento corria frenético, buscando outra maneira de causar dano, e assisti Christopher sofrer duros ataques elementais. Eis que meu inimigo/aliado temporário grita algo sobre formação-em-conjunto-esquerda-alguma-coisa. Imaginei que fosse um blefe, e resolvi ajudá-lo, pois um novo plano se desenhou no meu pensamento.

Antes que eu agisse, uma voz retumbou nas paredes da Arena:

"Não serei mais subestimado... Os deuses... Esquecem... Ajuda... Raios roubados... Eu não lutarei mais! VOCÊ! Seus irmãos hoje, arriscam suas vidas para divertir os deuses! Você gosta disso? Gosta de ser usado e no final não ser recompensado? Eu não lutarei com você, nem contra qualquer um que esteja nessa arena. Recuso-me à divertir os deuses, recuso-me à ser usado, recuso-me à ser um semideus!"

Bem pensado, mas não vai funcionar. Talvez eu devesse gritar de volta que esses elementais são brinquedinhos dos deuses, meras marionetes, mas pode ser que a ideia dele dê certo. Boa sorte.

O plano era simples. Pelo menos deveria ser. Me deslocarei para a direita, afim de me aproximar do muro e desferir golpes seguidos de alabarda na altura do peito de Aquaboy.
Eu poderia tentar esquartejá-lo, mas isso não faz muito sentido, se ele pode criar um lago a partir da umidade do ar, o que dizer de braços e pernas?!

Caso essa tentativa falhe, projetarei a ponteira da alabarda (parte que fica no extremo inferior do cabo, semelhante a ponta de uma lança, porém mais fino. Serve para cobrir a retaguarda ou prender a alabarda no chão) para frente, usando-a como lança, disparando-a contra Aquaboy, na altura do peito.

Caso o segundo plano também falhe, tentarei recuperar a alabarda, me postando à direita, próximo ao muro, em posição de guarda para tentar me defender de ataques de qualquer natureza.

Mãe, chuta a bunda do Poseidon por mim, não sei se viverei o bastante ara fazê-lo.
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Que a sorte esteja do meu lado!

Mensagem  Percy Jackson em Sab Maio 10, 2014 12:44 am

Quem diria... o garoto era, literalmente, um "cabeça de vento", um elemental; não iria ser tão fácil. Gabriel estava no chão, parecia mal. Fui até ele, ajoelhei-me ao seu lado e dei uns tapas de leve no rosto dele.
- Cara, você consegue se levantar? Esse cara é o vento! É um elemental, preciso de ajuda aqui.
"Essa sensação de novo. Não pode ser... é mesmo água!"
No outro lado da muralha tinha água - e não era pouca - mal podia acreditar. Era a última coisa que eu poderia esperar acontecer.
Não segurei o sorriso, quase me esqueci dá situação em que estava. Voltei para a realidade. De qualquer forma, não podia atrair a água para mim. Era regra da "festa".
Fiquei de pé e fui até o elemental. Ele certamente iria tentar fazer "picadinho de Percy", mas eu iria fazer algo para tentar acabar com ele também. Em todas as minhas batalhas, sempre ouvi me dizerem que eu era "corajoso". Alguns deuses diziam gostar de mim por esse motivo; que bom, pois era o que me restava.
O tridente em minha mão era algo impressionante e os movimento saiam sempre perfeitos. É, eu podia ter sim esperança. Senti uma pontada de dor no ombro e fiz uma careta, mas voltei a ignorá-la. Estava lentamente indo até ele e, na metade do caminho, corri para o muro - cujo outro lado, sentia a presença de da água. Eu não era bom em provocações, mas esperava que ele viesse atrás de mim. Todo aquele vento maluco, poderia fazer algum estrago nas muralhas? Era pagar para ver.
Fiquei escorado na parede, assim não teria impacto com a mesma, no caso do garoto soprar pra cima de mim. Ele viria com tudo e, para tentar me proteger dos ventos cortantes, eu comecei a girar o tridente em sentido horário o mais rápido que pude - lembrava um cata-vento.
- Pode vir com tudo, Ventania! Se derrubar esse muro, pode se considerar digno de lutar contra mim - eu rezava para que tudo desse certo e que eu saísse vivo dessa.
Se ele viesse, eu manteria a posição até ele chegar bem perto. Tentaria desviar de algum golpe que previsse causar um dano grave a mim e tentaria perfurar sua cabeça: olhos, nariz, orelha. Eu tinha "três dentes", esperava acertar um ponto crítico. Um vento cego, surdo, sem nariz... qualquer um desses era melhor do que enfrentar o que eu provocara; logo recuaria costeando a muralha. Eu esperava que Gabriel fizesse algo "pelos bastidores" também. Um ataque inesperado, uma surpresa.
"Pai, me ajude..."


Habilidade de de Personalidade:

Acrobacias: Seu corpo é altamente flexível, além de possuir grande equilíbrio e agilidade.
Concentração: Sua mente pode focar-se apenas num determinado objetivo, ficando assim imune de controle mentais iniciais.

Conquistador: Sempre que sair em missões, sua capacidade de vencer é extraordinária. Nas batalhas você atrai conquistas pra você. No fim da missão, você pode rodar um dado que vai de 0 a um terço do número de monstros abatidos por você, arredondado para cima. Poderá trocar o número final por o mesmo valor em perícias, ou o mesmo vezes cem em dracmas ou experiência.
Poderes Passivos:

Perícia com Tridentes: Os filhos de Poseidon possuem grande habilidade no manuseio de tridentes, podendo executar movimentos com grande perfeição e facilidade, quando estão portando tais armas.


Última edição por Percy Jackson em Sab Maio 10, 2014 12:24 pm, editado 3 vez(es)



Ψ Percy Jackson Ψ
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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Karol P. Czekolada em Sab Maio 10, 2014 3:14 am


The Silence Ivory One


Alguma coisa estranha aconteceu e, eu e o afeiçoado do filho de Atena, conseguimos ferir o elementalista de água. Porem, nada aparentemente aconteceu. Ele Olhou pra mim e me jogou longe, dizendo para que eu não chegasse perto dele. Eu não entendi de começo, mas assim que o menino de rosto belo começou a apanhar, Algo em minha mente clareou meus pensamentos. As flechas anteriores da criatura de água não funcionaram, pois eu estava longe e assim que me aproximei, Ord conseguiu cravar sua alabarda no oponente. Da mesma forma que eu consegui esfaquear suas costas.  Parecia loucura, mas eu precisava confirmar isso novamente... e nada melhor do que um sacrifício. Além do mais, que deus precisará de um albino mudo que viveu 80 anos no Cassino Lótus? Acho que nenhum deles.

Enquanto eu pensava, Chris e Ord já haviam planejado as coisas sem mim e já entravam em prática com suas providências. Porém eu achava que nada do que eles pudessem fazer, daria certo se eu não agarrar o garoto aquático. Então eu corri o mais rápido que pude, silenciando meus passos, tentando me adiantar à frente do filho sábio de Atena, para abraçar nosso oponente e dar tempo para que meus companheiros, apesar de loucos, consigam derrotar essa coisa.

Meu pai me ensinou, com um exemplo prático que, se doar por alguém é muito melhor do que sobreviver sozinho as custas dos outros. Meu pai me largou no Cassino, zelando pela minha segurança. Ele morreu, tenho certeza disso, pois se estivesse vivo, teria uns 130 anos agora. Enfim, assim que conseguisse alcançar o homem de água, agarraria seus braços, encaixando minhas mãos detrás de seu pescoço. As flechas do filho de Eros me atravessariam e Ord, se não me visse a tempo, cravaria sua arma em mim, mas eu tinha quase certeza que não seria derrotado em vão.

Pelo menos eu não estava desafiando os deuses com palavras pelo fato de ser um covarde. Se eu perdesse nessa arena, será por minha escolha, mostrando o meu valor como pessoa, semideus e servo dos deuses. Por isso eu estou aqui, e não lá fora tentando me defender sozinho e sobreviver a cada dia. Tem meio-sangue que aind anão entendeu que os deuses criaram este lugar, para que nós, seus filhos, pudêssemos viver em "paz" e segurança. Para que possamos cumprir nosso propósito como marcadores de eras, mitos, literatura e arte. Não vim aqui para desistir, vim para fazer HISTÓRIA!

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✦ Coração de Gelo: Você não sente as emoções como outras pessoas. A perda de um companheiro, a morte de um ente querido, ou até mesmo de um inimigo, não os atrapalhará numa missão.
✦ Manipulação de Adaga: Adagas, facas e punhais são armas brancas ótimas para um sutil assassinato ou mesmo para ataques rápidos e certeiros. Filhos de Quione, por terem um instinto assassino dentro de si mesmos, sabem manipular muito bem esse tipo de arma.
✦ Beleza Natural: A beleza dos filhos da Ninfa da Neve, ficam atrás apenas para filhos de deuses como Eros e Afrodite, com raras exceções.
✦ Suavidade Nevada: Leves e suaves como a neve, ninguém os ouvirá sua aproximação repentina.

PERSONALIDADE
✓ Memória: Você consegue gravar sequências, imagens, mapas e frases compridas com facilidade.

TREINO
- 2/15 Agilidade e Reflexo


❉ Under my white skin, my blood runs red ❉
Credits: Masquerade Girl by Sugar Avatars



Sweet chocolates are great, but loving YOU is even more...

...Amazing!

credits Killjoy Girl
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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Joe McDean em Sab Maio 10, 2014 12:41 pm



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Chorava e reclamava de tanta ''dor'' que eu sentira, ou... inventava. Pyro, como era chamado o menino de fogo me acertou um chute e - Cuido de você depois - Afirmou indo em direção da Coral, oque ele não poderia imaginar é que eu era um mentalista e já tinha enviado todos os meus planos e estratégias na menta da cria de Éris.

O Elemental se afastava cada vez mais de mim que já estava em pé, correndo na direção do menino de fogo. Ele já criava uma enorme bola de fogo para acertar e destruir Corallyne da discórdia, mas eu furei o seu coração de fogo com a Rapieira divina enviada pela minha mãe delicious. O garoto de fogo explode em chamas e me joga para longe, cambaleando pelo chão e com bastantes queimaduras. Consegui olhar para o ar e ver um coração flamejante flutuar, ele brilhou e tons de vermelho e circundou pelo meu corpo, eu me senti um pouco mais forte, e percebi que meus poderes que estavam ''selados'' agora eu poderia usá-los.

Me levantei fazendo bastante força, as queimaduras em meu corpo doíam e ardiam bastante, mas eu focava minha mente e outra coisa, assim poderei ignorar totalmente minha dor, minha menta estava focado em sair vitorioso, enfrentei mais um elemental que mais uma vez ganhei.

Avistei Coral, que estava em frente a porta número nove, ela tinha me ajudado a derrotar o elemental, não iria atacá-la de jeito nenhum, não é um tipo de aliança, mas sim pelo fato que se não fosse por ela, eu estaria morto e não derrotaríamos esse menino de fogo. Caminhava até ela devagar, chegando bem perto, ela gritava alto palavras profundas, mas eu já entendia o seu joguinho, não vou mentir que até eu senti algo estranho, mas nada que me afetou, sou um Mentalista de Psiquê e sou desenvolvido espiritualmente, não caio nesses joguinhos mentais. Após ouvir ela falar me aproximei e - Obrigado, filha de Éris, se não fosse por você, não sei oque seria de mim nesse momento... Talvez o amor e a discórdia podem até se dar bem e não são tão inimigos assim. Deixa eu tentar curar esse ferimento terrível em sua costela e algumas de suas queimaduras, seria até injusto batalhar com uma menina já ferida, mesmo que eu não tenha que lutar agora com você. - Fechei meus olhos e me concentrei, estava concentrado em minha mestra Psiquê, pedindo um pouco de sua ajuda, fiz uma pequena prece para Asclépio e comecei a tocar nas feridas de Coral - Pode ser que você sinto um pouco de dor. - fui tentando curar as feridas da seguidora de Nyx, também tentava curar algumas queimaduras feitas pelo elemental.

Após curar a filha de Éris, eu tentaria me curar também, encostando em algumas queimaduras presentes em minhas barriga, braços e pernas, não iria fechar totalmente os meus ferimentos, mas me daria um alívio e me recuperar um pouco, eu acho. Agradeço por ter um namorado curandeiro de Asclépio, tenho um pouco de aprendizagem em medicina, olhei o lugar que ele estava sentado na arquibancada  e ''Espero que esteja se orgulhando de mim'' Disse mentalmente para ele, fazendo um sinal de coração com as minhas mãos. Dei as costas para a filha de Éris e ''Ficarei em frente a porta 11, tenho um plano e estratégias em mente, irá te irritar um pouco mas nada que te afete, não vou te atacar agora, mas não esqueça... ainda somos rivais nessa Arena'' - Disse mentalmente para a garota indo para a porta número 11, de onde saiu Gloss, filha de Ares e escolhida por Hermes.

Após estar localizado em frente a porta de Hermes, eu lambi meus lábios sensuais e assoprei minhas franjas divas e loiras, que estavam meio ressecadas por causa do menino do fogo, joguei meu charme sedutivo para a arquibancada e estava na hora de ser um verdadeiro filho de Afrodite mal... É claro que... Não era só eu e Coral que enfrentamos esses elementais, me lembro bem que existiam 4, eu fiquei com o de fogo o resto deve estar dividido nessa Arena. Lancei um sorriso maligno e tava na hora de botar meu plano em ação. Eu iria cantar com uma voz que poderia ser ouvida por todos ali na Arena, e por quilômetros a mais ali fora, cantaria totalmente fora do tom melódico e com um agudo péssimo capaz de deixar alguém surdo, todos ali perceberiam o erro, eu irritaria a todos e atrapalharia todos em seus planos, irritaria até mesmo o senhor D. e Quíron. Minha voz seria alta, bizarra e irritante - IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII HEAAAAAAAARD  THAT YOOOOOOOOOOOU'RE SETTLED DOOOOOOOOOOOOOOOOOOWN , NEEEEEEEEEEEEEEEEEVEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE MIND , I''LL FIND SOMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEONE LIKEEEEEEE YOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOU - Cantaria que todos os semideuses ao perceber o meu erro, abaixariam suas defesas e esqueceriam como atacar, aquele que estava com um arco irritado não conseguiria mirar direito em seu oponente, e por aí vai, todos os semideuses estariam vulneráveis e o que eles estivessem enfrentando, teria uma chance melhor de acabar com eles.
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Última edição por Joe McDean em Seg Maio 12, 2014 1:58 pm, editado 6 vez(es)




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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Hipnos em Sab Maio 10, 2014 10:02 pm

Festa dos Gladiadores


Chris, apesar de tudo o que passou, permanecia firme. Seu coração, apesar de turbulento por causa das emoções que não podia sentir por causa da sentença de seu pai, permanecia firme e decidido. Sua mente trabalhava e já montava a estratégia para um novo embate. Seu corpo estava molhado, ardido, mas seu espirito de luta elevado. Os outros dois garotos se preparavam para executar os planos do filho do amor, como uma verdadeira equipe de semideuses. Três era o ideal para uma equipe. Três era perfeito para execução de planos e delegação de tarefas. Ord, Karol e Christopher estavam trabalhando juntos, finalmente, porem, pra um deles, talvez fosse o fim da disputa.

Karol correu o mais rápido que pode. Ord até achou estranho o desespero do garoto gelado, mas o filho de Quione sabia de algo que poderia virar o jogo. Chris errou algumas flechas, pois o corpo do elemental continuava fluido. O albino, aproveitando a distração, agarrou o oponente pelas costas e o paralisou. Uma flecha uniu os corpos da dupla que se atracava e a alabarda do sábio, cravou-se num ponto não crítico entre o mudinho e o “aquaboy”. A dupla se mantinha unida e Florence descarregou impiedosamente sua aljava pra cima do garoto aliado e do verdadeiro oponente. Por outro lado, Ord tirou sua alabarda do local espetado. O semideus de pele branca ficou mais pálido ainda e caiu no chão.  

Christopher ficou chocado consigo mesmo, pois ele não só feriu o aquático, como também destruiu um aliado ali mesmo. Ord, não era filho da guerra violenta e por isso, também ficou um pouco traumatizado. Porem, não houve tempo de refletirem sobre seus atos. O espírito de água borbulhou e voltou para sua posição inicial: a quina dos muros que se levantaram. Algo estava para acontecer e não seria legal. Karol permanecia vivo, mas inconsciente na areia. As portas se abriram e os sátiros vieram buscar seu corpo para que algum curandeiro o ajudasse.

Gabriel ainda se levantava quando Percy decidiu atacar, mas o vento só escapava e escapava sem reação nenhuma aparente. Nem mesmo contra-atacar o elemental fazia. O filho de Poseidon ficou confuso, até que uma hora parou o que estava fazendo. Gabriel levantou-se, cobrindo sua intimidade e o garoto de olhos esverdeados ficou paradinho no canto da arena do qual havia aparecido inicialmente. Perseus e Lebber ficaram lado a lado tentando compreender aquilo tudo, mas chegaram a conclusão que os deuses estavam ficando loucos.

Corallyne parecia ter desistido de tudo ali. Aparentemente, ela cria que os deuses estavam favorecendo alguns dos campistas ali da arena, mas ela mesma havia sido escolhida por um Olimpiano que a julgava capaz. Porem, a garota apresentou sinais de desistência e o tom de sua voz, sutil e certeira, viajava pela arena, consumindo e aquietando os tolos da arquibancada.

Joe, amistoso como sempre, agradeceu e lentamente a curou, como prova de seu apreço pelo combate. Se o fogo não se atiçasse e fugisse de seu autocontrole, o filho de Afrodite nunca conseguiria dar o golpe final no elemental das chamas. Contudo, ali sentados, os semideuses não esperavam que algo incrível acontecesse. Do peito do garoto, um calor emanou e um coração flamejante foi extraído de dentro de Joe. O garoto de fogo voltou à vida e caminhou para trás, até encostar-se à quina da qual havia reaparecido. O garoto bonito e a soturna filha de Éris ficaram confusos, mas não ousaram atacar, já que levar golpes sem propósito algum, não estavam nos planos deles.

Henrique encostou-se ao muro e abriu a boca grande para que todo mundo pudesse ouvir sua reclamação e protesto. Allegra arrastou-se pelos muros, até que ficasse ao lado de seu suposto companheiro. O garoto de terra ergueu uma sobrancelha e sobrou o rosto. A terra parou de vibrar e aparentemente tudo se acalmou. Contudo, o que Henrique não esperava, era que o elemental sabia falar, e o que ele diria, seria a coisa mais dura que o filho de Zeus escutaria – Minha existência física é trivial, eu não morro, eu sou a terra na qual o teu sangue sujo cai, onde você perece e apodrece. Sinto que meu irmão de fogo se foi, mas ele vive em alguém do outro lado do muro. Eu sou um servo dos deuses, e a serviço deles trabalho pois é meu prazer, já que eu só existo por que eles desejam assim – disse a primeira parte – A um tempo atrás, eu e meus irmãos fomos enviados para testar uns campistas antes que entrassem no labirinto de perguntas. Frida se saiu bem derrotando o ar, Cain quase morreu ao derrotar a água e Andrew batalhou contra o fogo e saiu vitorioso. Porem esse garoto, o filho de Hades, teu primo, não foi capaz de me vencer, eu me doei a ele, pois ele mostrou para mim que era capaz e que nada e ninguém o abalaria. Ele estava pronto para encarrar seu destino, mesmo que fosse a morte...  – continuou dando um passo para frente – Eu e meus irmãos existimos para testa-los. E Você Henrique, não passou no teste, e essa garota também não... Mas não serei eu quem decidirá seu destino agora... Serão eles. – completou o elemental e caminhou até o canto do qual aparecera.

Os muros baixaram e os semideuses puderam se ver novamente. Nesse mesmo instante o céu escureceu-se e por cima das doze portas, tronos iguais os de Dionísio apareceram. Um a um, aparecerem. Eram tão elegantes e tão imponentes que a arquibancada inteira calou-se. Onze colunas de luz cortaram as nuvens negras e, sentados em seus tronos, os restantes dos Olimpianos. Zeus, Hera ao seu lado, seguidos dos demais. O senhor dos céus fez as nuvens se dissiparem com trovões e ventanias, alertando que algo ruim aconteceria ali mesmo.

O rei dos deuses, da justiça, das orações da humanidade, dos milagres, paz, harmonia e julgamento, levantou-se de seu trono, dando a mão para que sua irmã-esposa levantasse com ele, pois ele precisaria de apoio para dizer algo importante – Henrique, talvez você não precise de nós, nem o restante de vós, mas nós também não precisamos de vocês. Mesmo porque, estamos para ser substituídos por uma nova ordem de deuses se não fizermos nada. E se nós caímos, todos vocês continuaram a serem usados como peões e nunca terão descanso, pois os novos donos do universo serão piores do que nós. O problema real é de interesse comum. Os humanos correm perigo por causa dessa comoção Primordial e se VOCÊS não fizerem nada pelo povo de vocês, não somos nós que faremos, pois somos deuses e não mortais – trovejou Zeus. Os outros deuses levantaram de seus tronos e ergueram as mãos aos céus – Filho, Agora nesse instante, revogo todos os seus direitos como semideus afirmando que você não precisa de nós, ou seja, não precisa de mim, logo, não precisa de seus poderes herdados através de mim – Henrique temeu, pois algo terrível estava para acontecer com ele e talvez não houvesse volta – Declaro pelo consentimento de todos, que receberá a marca da rejeição do Olimpo e perderá o direito de filho e semideus – o corpo do garoto fulminou e na palma da sua mão uma tatuagem de ômega dourado surgiu, concretizando o decreto de Zeus.

O deuses sentaram, mas o julgamento ainda não havia acabado. As portas se abriram e Sátiros levaram Henrique e Allegra pra fora da arena. A garota se foi, pois seu pai havia dito que ela não servia para salvar a raça humana da terrível ameaça. Porem, na verdade, na verdade vos digo que Dionísio amava muito sua filha e não queria perde-la num conflito. Enfim, antes que as portas fechassem – Retirem a comensal daqui, não podemos confiar numa seguidora de Nyx ou mesmo de Éris – Afrodite, Hera e Atena olharam para a garota com desprezo, pois a mãe dela foi causadora da desavença entre as deusas há alguns séculos atrás. Porém, antes qie os sátiros a levaram, Hefesto levantou-se de seu trono e intercedeu pela sua escolhida – Pai, a garota mostrou ser forte. E eu sei que o senhor viu dentro dela algo que eu também vi... – Zeus olhou para a garota, suspirou e assentiu positivo – Deixem a garota. Se Hefesto viu o que eu vi, então ela pode permanecer – decretou o senhor dos deuses.  Na arena havia ficado apenas alguns semideuses ali: Joe, o bravo, Percy, o herói, Gabriel, o insistente, Chris, o belo, Ord, o sábio e Corallyne, a injustiçada.

Os deuses permaneciam ali, mas aparentemente, eles não lutariam mais. Algo estava para ser decidido ali mesmo. Porem os deuses se calaram um pouco, deixando Atena falar – Quatro de vocês serão escolhidos para combater o irmão de Atlas num combate que decidirá o futuro da humanidade e não de nós... Por isso, nesse momento, nós Olímpicos, precisamos saber se querem ou não ser reconhecidos como lendas vivas e seus motivos para prosseguir. Convençam-nos que podem salvar o teu povo – falou a deusa e sentou-se em seu trono – Nós gostaríamos de levar os seis, mas não há lugar para os seis para onde irão – completou Atena.

Prazo:
⇝ Devido a um problema com um dos participantes, darei o prazo de 2 ou 3 dias, campistas postando ou não, eu responderei e darei continuidade ao evento. Caso todos já tenham postado, responderei mais cedo.
Danos e Status:
⇝ Percy 120/190HP
⇝ Gabriel 55 //150HP
⇝ Ord 25/100HP
⇝ Corallyne 75/160HP
⇝ Christopher 105/170HP
⇝ Joe 100/180HP
premiação:
1ºLugar: 3LV + 500XP + 500D$ + Arma escolhida + Lugar na Trama
1ºLugar: 3LV + 500XP + 500D$ + Arma escolhida + Lugar na Trama
1ºLugar: 3LV + 500XP + 500D$ + Arma escolhida + Lugar na Trama
1ºLugar: 3LV + 500XP + 500D$ + Arma escolhida + Lugar na Trama
5ºLugar: 400XP + 400D$
6ºLugar: 300XP + 300D$
7ºLugar: Karol
8ºLugar:  Henrique
9ºLugar: Allegra
10ºLugar: Nikkla
11ºLugar: Gloss
12ºLugar: David
regras gerais revisadas:
⇝Não poderá haver mortes, apenas se for acidental e se o narrador, no caso eu, decidir.
⇝Caso haja um inimigo comum ou desafio, é permitido a união dos campistas para atravessar o obstáculo.
⇝ O adversário é considerado derrotado, quando seu HP chegar a 10 pontos.
⇝ Não será permitida alianças entre os participantes.
⇝ NPCs serão controlados por mim e terão o nível de dificuldade alto, já que são monitores de treino do acampamento.
⇝Não narrem o que não lhes for designado. EU sou o narrador, logo, se forem fazer algo, como um ataque por exemplo, usem o verbo "TENTAR" ou a expressão "NA MEDIDA DO POSSÍVEL" ou "ACHO QUE".
⇝Não será permitido habilidades Ativas, somente as passivas e suas habilidades de personalidade, mantenham-nas no TEXTO sempre que usarem.
⇝Lembre-se que a porta 1 está ao lado da 2 e da 12, já que você está numa arena circular. Sigam o mapa para orientação.
⇝Não seja herói demais ou o invencível, todos tem o direito de caírem em solo de batalha, até mesmo você.
⇝O vencedor ganhará um premio muito bom, além de participar de uma missão da trama.
⇝Qualquer dúvida, MP-me.
⇝Boa sorte.


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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Joe McDean em Dom Maio 11, 2014 12:33 pm



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Caminhei até a menina de Éris e a agradeci por ter me ajudado, se não fosse por ela, claro que eu viraria churrasquinho de Joe sedução. Anyway, caminhei até a porta número 11, tinha um plano em mente que ferraria com todos os semideuses, e... ajudaria os elementais com toda a minha certeza, but, antes que eu pudesse usar meus poderes algo estranho aconteceu, em meu peito um calor emanou e um coração flamejante saiu dele, fazendo aquele menino de fogo voltar a vida. Segurei minha rapieira com força e - What the fuck? - Reclamei assoprando minha franja diva. Lambi meus lábios e preferi não atacar, aliás, já tinha derrotado ele antes, não sei de conseguiria novamente.

A Arena toda ficou em silêncio e eu pude ouvir alguém falar, parecia um dos elementais falando, mas eu não pude ouvir direito porque eu estava atrás dos muros. Os muros então abaixaram, e eu pude ver todos os semideuses que estavam ali... O céu escureceu e encima das doze portas surgiram tronos iguais o do Senhor D. , eram elegantíssimos e todos da arquibancada ficaram calados. Onze colunas de luz cortaram as nuvens negras e ali , sentados em seus tronos os deuses apareceram, pude ver o senhor Zeus que fez as nuvens se dissiparem em trovões e ventanias, algo bom não aconteceria ali no momento. Me virei para a porta número 10 e encima observei a minha mãe, ela era tão linda, eu estava vendo ela a primeira vez, meus olhos encheram de lágrimas e ''Até que enfim, pude te ver... Como eu queria subir aí e te dar um abraço e sentir o seu amor'' Pensei comigo mesmo e lágrimas escorreram profundamente, mas eu as sequei.

Zeus levantou-se de seu trono e deu a mão para sua esposa Hera, para que ela pudesse se levantar junto com ele. O Rei dos deuses e o senhor do trovão começou a falar – Henrique, talvez você não precise de nós, nem o restante de vós, mas nós também não precisamos de vocês. Mesmo porque, estamos para ser substituídos por uma nova ordem de deuses se não fizermos nada. E se nós caímos, todos vocês continuaram a serem usados como peões e nunca terão descanso, pois os novos donos do universo serão piores do que nós. O problema real é de interesse comum. Os humanos correm perigo por causa dessa comoção Primordial e se VOCÊS não fizerem nada pelo povo de vocês, não somos nós que faremos, pois somos deuses e não mortais - Trovões ficaram mais intensos e todos os Deuses ali levantaram e ergueram suas mãos aos céus. – Filho, Agora nesse instante, revogo todos os seus direitos como semideus afirmando que você não precisa de nós, ou seja, não precisa de mim, logo, não precisa de seus poderes herdados através de mim - Após dizer isso me arrepiei por total, assoprei minhas franjas e mordi meus lábios ''Se ferrou otário'' Pensei comigo mesmo dando um sorriso maléfico. – Declaro pelo consentimento de todos, que receberá a marca da rejeição do Olimpo e perderá o direito de filho e semideus - Nossa, se fosse eu ouvindo isso da minha mãe, eu sinceramente me entregava a Hades, como o semideus pode rejeitar tanto o seu pai? Os deuses logo sentaram e os sátiros tiraram o Henrique e Allegra.

Antes que as portas se fechassem – Retirem a comensal daqui, não podemos confiar numa seguidora de Nyx ou mesmo de Éris - Observei minha mãe gata fazendo cara de desprezo para a filha de Éris, eu sinceramente iria me meter e dizer algo para defender Corallyne , mas antes que eu pudesse falar algo Hefesto levantou-se de seu trono e – Pai, a garota mostrou ser forte. E eu sei que o senhor viu dentro dela algo que eu também vi... - Cocei minha cabeça e fiquei um tempo sem entender, meu raciocínio não estava muito bom, mesmo eu sendo um mentalista de Psiquê. – Deixem a garota. Se Hefesto viu o que eu vi, então ela pode permanecer - Decretou o senhor dos céus. Olhei em volta e só eu, Percy, Gabriel, Ord, Corallyne e Chris haviam ficado.

Os deuses ainda permaneciam ali e nós não lutaríamos mais, eu acho. ''Droga... Não vou poder dar umas porradas no sobrinho babaca que meu irmãozinho divino me deu.'' Pensei comigo mesmo. Lambi meus lábios e uma Deusa se levantou , aparentemente era Atena, a Deusa da Sabedoria e estratégia em batalha. – Quatro de vocês serão escolhidos para combater o irmão de Atlas num combate que decidirá o futuro da humanidade e não de nós... Por isso, nesse momento, nós Olímpicos, precisamos saber se querem ou não ser reconhecidos como lendas vivas e seus motivos para prosseguir. Convençam-nos que podem salvar o teu povo - Arregalei os olhos e segurei a rapieira que minha mãe havia me dado para esse evento maravilhoso que estava prestes a terminar. – Nós gostaríamos de levar os seis, mas não há lugar para os seis para onde irão - Completou a Deusa da Inteligência.

Após a Deusa falar, peguei minha rapieira e a cravei ao chão, segurando-a e me ajoelhando diante dos deuses. Fui o primeira a fazer isso. Deuses poderosos e Deusas gatas e sensuais, eu nunca fui bom em palavras certas, sempre tagarelei muito sem muito sentido nas coisas que eu falo, isso minha mãe deve saber mais do que nunca, mesmo eu nunca ter a visto antes - Disse com lágrimas escorrendo de meus olhos, lambi meus lábios e voltei a falar. - Entrei nesse evento não para ganhar, mas para aprender a ganhar, estou aqui pra mostrar que filhos da Deusa do amor são fortes e o amor é uma das armas mais poderosas que existe nesse mundo, estou aqui para trazer amor e alegria para os humanos, meio-sangues e Deuses. - Sorri, secando as lágrimas dos olhos. Mostrei ser bravo e competitivo, consegui derrotar um elemental e não reclamei com um segundo se quer dos deuses serem injustos, mesmo não ter recebido meu amor de mãe... Aliás, nós estamos em um teste, seria injustiça nossa reclamar dos deuses. - Disse engolindo a saliva em minha boca, ajeitei minha franja com as mãos e - Não sou covarde e sim corajoso, infelizmente tempos atrás enfrentei um Mantícora para defender um filho de Hécate e ganhei essa maldição terrível, na qual queria com certeza perdê-la para ir nessa missão, caso eu possa ir... mas eu teria que derrotar esse Mantícora. - Bufei, me virando para minha mãe, a deusa mais linda que tinha ali. - Mãe, obrigado por estar comigo sempre em meu coração, obrigado por todos os presentes e amor que me deu mesmo de longe, obrigado por ter me ajudado quando eu te chamei para eu enfrentar o gigante de fogo que invadiu o acampamento, anyway, obrigado por tudo, tenho certeza que eu vou te orgulhar e mostrar que seus filhos são tão corajosos e temidos quanto os filhos de três grandes, agradeço tudo mais uma vez e... Eu te amo! - Disse olhando dentro dos seus olhos azuis, que eram iguais aos meus, tudo que eu queria agora era um abraço da minha mãe, mas infelizmente... espera a palavra dos outros semideuses e Deuses.
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Última edição por Joe McDean em Seg Maio 12, 2014 2:00 pm, editado 4 vez(es)




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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Convidado em Dom Maio 11, 2014 2:17 pm




Evento!
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"T
udo o que pensamos nem sempre pode ser o que esperamos.” Essa foi à frase em que eu havia escutado bem ao fundo de minha mente, estava tão concentrado em meu objetivo que havia esquecido tudo, somente ligado aos outros dois que estavam junto a mim. Algumas de minhas flechas erraram o “aquaboy”, mas depois que o representante de Ártemis pareceu segurar em seu corpo, minhas flechas pegaram com força. Acertando os dois, e em minutos várias outras haviam sido lançadas, fazendo-os cair ao chão. Eu naquele momento? Não sei nem descrever, meu coração acelerou, meus olhos se encharcaram de água, minhas mãos tremeram. Um grito agonizante saiu de minha garganta, havia acertado um do meu grupo, mesmo sendo meu oponente antes, mas estávamos em equipe.

Fiquei chocado, depois de algum tempo que pude perceber que os muros haviam abaixados, e que pouco a pouco as cadeiras agora mostravam fissuras de deuses, seriam eles? Não saberia dizer, meu coração pareceu acelerar ao ver que não estava tendo uma ilusão. Zeus tomou a frente e disse algumas palavras, nesse momento lágrimas escorreram dos meus olhos. Mas agora meu coração ficou frio novamente, não parecia sentir nenhum sentimento amoroso, fechei os olhos para não ver o que estava acontecendo mais era difícil, fiquei pensando em várias coisas até ouvir o som dos ventos em meus ouvidos, olhei para os lados, vendo outros semideuses olhando os deuses. Havia alguns infelizes ali, alguns que se achavam muito, mas não me importava; o destino nos reserva o que melhor nos convêm, algumas vezes felizes e outras precavidas.

Em alguns instantes, a deusa Atena, tomou a frente, falando sábias palavras de honra e determinação. Meu espirito parecia mais emotivo a querer lutar por eles, a querer fazer o melhor para meu povo, para todos em geral. Meu coração havia sido acelerado um pouco, mas fechei os olhos tendo total controle, suspirando enquanto sentia o arco preso a minha mão.
Chegou a minha vez de falar, tomei a frente, olhando para todos os deuses, sentindo a plateia toda ficar quieta a espera de minhas palavras. –Até mesmo aqueles que se sentem mais precavidos sobre os deuses, em algum momento querem se tornar Heróis, mesmo que seja por pouco tempo, todos sempre terão essa vontade.... Parei alguns minutos tomando fôlego. –Ser uma lenda viva. Ser reconhecido por décadas, e nunca literalmente morrer. É algo gratificante... Não ser conhecido apenas como um rosto bonito em meio a tantos devaneios, em grande parte eu nunca ouvi alguma história de que algum filho de Eros se tornou uma lenda, sendo assim eu serei o primeiro a isso. Claro, se aceitarem.... O amor sempre anda ao lado da guerra, sendo assim um bom aliado para uma vitória. Ficando com a cabeça erguida. –Assim como uma pessoa me falou uma vez: Há batalha tem seu lado bom. Quando você luta e ganha traz satisfação. Quando você luta e perde, não foi totalmente em vão, pois da derrota você tira sempre uma lição. O importante mesmo é nunca desistir, pois a batalha sempre vai existir.... Sendo assim seria um honra lutar em nome de todos. Falei, lembrando a voz da minha mãe, voltando ao meu lugar, não saberia se tinha ido bom o bastante, mas esperei que os outros falassem.



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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Corallyne Kramer em Dom Maio 11, 2014 6:48 pm



Gladiadores



Corallyne permaneceu sentada ao lado da nona porta por alguns minutos, o representante de Afrodite se aproximou dela e como forma de agradecimento tentou curar o ferimento em suas costelas e algumas queimaduras. Interessante, algumas pessoas sabem reconhecer o esforço de outros, mesmo que seja outro secundário. Uma pequena e lenta dor aguda tomou conta das costelas da semideusa, uma dor ignorável, mas não esquecível. Um pequeno e quase forçado sorriso surgiu no canto dos lábios da menina, seus olhos observavam a face daquele belo ser, na mente da semideusa ela apenas gostaria de poder gargalhar, mas se controlava para não causar nenhuma confusão desnecessária. A mão dela se mantinha fechada em torno do cabo do machado, aquele evento estava sendo uma completa caixinha de surpresas, uma hora ou outra um novo combate seria iniciado e com toda a certeza não seria fácil vencer. Algo surpreendente ocorreu. Do peito do rapaz saiu algo vermelho como o coração do elemental que a pouco eles derrotaram, aquela coisa pulsava e fora em direção a quina do muro, por fim se transformando novamente no elemental. Os olhos da jovem se arregalaram, em um salto ela se levantou, o pé direito parou um pouco mais a frente do esquerdo, a menina estava pronta para lutar novamente caso fosse preciso. Mas de forma alguma iria atacar, ela não deveria e nem poderia sofrer mais danos nesta altura do evento. Os olhos da jovem pairavam entre o elemental que parecia sorri de forma sádica para ela e o outro semideus que aparentemente estava mais surpreso do que a comensal. De alguma forma Coral já esperava por isso, algo lhe dizia que aquela batalha não havia acabado e que coisa pior estava por vim, coisa muito pior. Toda a arquibancada estava em silencio enquanto uma voz grossa e seca ecoava, a prole da discórdia estava com os olhos semicerrados e agora, completamente fixados naquele maldito elemental. Um leve tremor fora sentido pela jovem e os muros se abaixaram de forma surpreendente, os elementais estavam um de costas para o outro. A menina voltou a sua posição normal, ereta e com o machado ao lado da perna, pronta para atacar. Talvez aqueles elementais fossem se fundir e transformarem-se em apenas um monstro, e todos ali tivessem que lutar contra eles.
Os olhos da menina percorreram toda a arena em busca do maldito filho de Quione que lhe dera um ferimento, infelizmente ele não estava ali, ela rolou os olhos suspirando. ”Ótimo, agora os deuses me tiram o direito de vingança...” Corallyne se manteve atenta, observando cada semideus, até que algo a surpreendeu. Onze tronos exatamente como o de Dionísio surgiram, os olhos da morena se arregalaram, não poderia ser verdade e se fosse, com toda a certeza alguém deveria ter aprontado muito para que os olimpianos saíssem do conforto do olimpo para um mero acampamento em meio a uma floresta. Onze feixes de luz surgiram, cada um na direção de um trono. Os olimpianos surgiram, aquilo seria interessante e perigoso. Zeus fora o primeiro a se levantar em seguida sua esposa, Hera, aquela que se diz fiel. O deus dos deuses começou a falar, referia-se a um rapaz chamado Henrique, a atenção da arquibancada parecia mesmo estar dividida entre os grandes deuses e aquele mero semideus que parecia estar sendo julgado. O olhar da seguidora de Nyx se dirigiu ao rapaz, um pequeno sorriso lhe surgiu nos lábios enquanto ela balançava a cabeça de forma negativa. ”Só poderia ter sido ele...” A jovem menina já havia ouvido falar sobre o rapaz, um moreno bonito que chegara recentemente. Algum tempo depois da invasão. Alguns o denominavam como o revoltado, um filho de Zeus que se negava a dizer ser filho do mesmo. Totalmente ridículo aquilo. O deus dos raios seguiu com seu discurso, falava sobre salvar o nosso povo, sobre não precisar do tal Henrique e dele não precisar dos deuses. Corallyne riu baixo, aquilo estava se tornando cada vez mais interessante. Qual seria o castigo para o filho dos raios? Obvio, ele seria renegado e ganharia a marca de ômega. A comensal sorriu ao ver o garoto ser levado da arena junto com a filha de Dionisio. Mas e agora? O que ocorreria? Algo dizia à menina que as coisas para o seu lado ficariam feias. Muito feias. - Retirem a comensal daqui, não podemos confiar numa seguidora de Nyx ou mesmo de Éris.
As palavras soaram como uma bomba na mente da garota. O que diabos aquele deus estava querendo? Os olhos da jovem se arregalaram e suas pernas tremeram, a mão com a arma instantaneamente se elevou. Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, gritar com os deuses ou até mesmo pensar em praguejar Hefesto se levantou. - Pai, a garota mostrou ser forte. E eu sei que o senhor viu dentro dela algo que eu também vi... Coral deu um passo para trás espantada, o grande deus do fogo estava defendendo a garota, tudo bem que ele havia lhe escolhido para representa-lo, mas defende-la, isso era além de surpreendente. A jovem engoliu em seco, seu olhar estava fixo em Hefesto e em Zeus. - Deixem a garota. Se Hefesto viu o que eu vi, então ela pode permanecer. Um forte alivio abateu o corpo da comensal, ela teria a chance de continuar na arena e se tornar talvez uma vencedora. Mas algo ecoou em sua mente, as palavras de ambos os deuses se prenderam na cabeça da garota e parecia não sair mais. O que eles haviam visto de tão especial? Corallyne era só mais uma semideusa filha de Éris e serva de Nyx. Alguma coisa estava acontecendo, com toda a certeza Zeus possuía um plano para a comensal e talvez, isto poderia mata-la. A jovem se manteve presa entre suas indagações e suas lembranças procurando entre elas alguma resposta satisfatória. Quando a menina retornou a arena avistou Athena terminando seu discurso. Logo em seguida o filho de Afrodite começou a falar. A comensal arqueou uma sobrancelha escutando as palavras dele, a cabeça dela estava abaixada e seus dedos entrelaçavam-se no cabo do machado. Vez ou outra a menina desviava o olhar para as três deusas em que sua mãe havia causado discórdia, como um flash algo veio em sua mente, após Zeus pedir para que retirassem à garota da arena Athena, Afrodite e Hera a olharam com deboche, Coral instantaneamente levantou a cabeça encarando as três deusas, seus dentes rangiam e a vontade que ela possuía era de encarar as três, porém seria algo idiota e inútil de se fazer. A morena fechou os olhos e respirou fundo, mentalmente ela contava até dez, ouvindo brevemente as palavras de outro rapaz, o representante de Apolo. Todos pronunciavam belas palavras e talvez comoventes.
A filha de Éris ouviu a voz do filho de Eros cessar, ela abriu os olhos lentamente e encarou os onze deuses. Engoliu em seco e segurando firmemente o machado ela deu alguns passos a frente e logo para o lado, ficando assim em frente à Hefesto. O olhar da jovem fixou-se no deus. - Bem, eu não sei por onde começar, e... Não sei se sou boa com as palavras... Não espero convence-los de nada, pois sei que não estão do meu lado... Ao menos, é o que eu imagino. Coral abaixou a cabeça e abaixou o braço deixando que o machado tocasse a areia da arena. Seu olhar voltou-se para as três deusas que a pouco a olharam com desprezo. - Não, eu não sou a melhor gladiadora, muito menos a melhor estrategista. Sou só uma garota em busca de algo que vocês, os deuses, conhecem bem. Não tenho culpa do que minha mãe fez no passado e muito menos culpa do que a minha mestra fez ou faz... A jovem suspirou baixo olhando todos os semideuses que ainda estavam na arena, ela sorriu de canto voltando o olhar ao chão. - Vocês me deixaram permanecer na arena. Sim, sou uma filha de Éris e sim, sigo Nyx com muito orgulho, não me envergonho de amar estas deusas de forma incondicional. Mas... Algo fez com que vocês me deixassem nesta arena... Não sei o que viram dentro de mim, não faço a menor ideia do que o Lord Hefesto e o Lord Zeus viram em mim, mas sei que se viram algo forte o suficiente para me deixarem aqui é porque vale apena me deixarem ser uma dos quatro escolhidos para enfrentar seja lá o que for. A seguidora de Nyx puxou o machado dando as costas para os deuses, talvez o discurso dela tivesse acabado, mas não. Ela se virou e encarou Hefesto, sorriu e fez uma reverencia para ele. - Obrigado por ter me escolhido Lord... Quanto ao fato de querer ser conhecida eternamente... Bem, qual semideus não deseja ter seu nome eternizado? Todos nesta arena procuram pela honra e pela vida eterna. Como disseram certa vez a um herói: Você pode morrer velho, porém no anonimato, ou então, morrer jovem e ser eternizado. A garota sorriu voltando para o lugar ao lado do escolhido de Afrodite.


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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Dom Maio 11, 2014 8:17 pm

Mil coisas se passavam pela minha cabeça, enquanto eu estava largado lá no chão, feito um pedaço de bosta! Como eu pude ser tão ignorante ao ponto de me jogar dentro de um redemoinho ? Mas eu tive um proposito, eu queria vencer aquele desgraçado. Percy, estava tentando me acordar, a me fazer reagir mas nada... Até que uma chama voltou a arder em meu peito, eu não podia me deixar ser vencido pelo o vento, comecei a me levantar apoiando em minha foice. Assim que eu estava totalmente em pé, ou quase, olhei para percy e disse com a voz seca e áspera - Ei... desculpa, por não ter sido de muita ajuda... e obrigado por não ter feito nada contra mim enquanto eu estava inconsciente. Mas que tal agora nós dermos uma serra nesse cara de uma vez por todas ? - ] Dei uma risada mais áspera ainda. Segurei minha foice na mão direita e comecei a andar em direção ao elemental. Enquanto eu andava em direção a ele, com passos lerdos e pesados, eu reparei que não estava sentindo tanta dor como deveria, acho que era por ser filho de Ares.

Quando eu estava prestes a fazer alguma coisa, algo aconteceu... ou melhor dizendo, tudo aconteceu! Os muros começaram a abaixar, e ao mesmo tempo o céu foi se tornando escuro, como se uma tempestade estivesse pronta para ocorrer de uma hora para a outra e além disso, tronos iguais ao de Dionisio foram aparecendo um após o outro, até que todos os tronos surgiram eu pude ver, eram os deuses! Todos os deuses olimpianos estavam presentes agora. De todos os deuses presentes ali, oque mais me chamou atenção foi meu pai que encarava um dos semideuses filho de Zeus, acho que o seu nome era Henrique, e logo em cima de minha cabeça, era aonde se encontrava o trono da Deusa que me escolherá, Deméter.

Tudo parecia tão lindo e majestoso, até Zeus começar a falar com sua voz poderosa e onipotente, e ele se dirigia ao seu filho, o mesmo que Ares fulminava e falou – Henrique, talvez você não precise de nós, nem o restante de vós, mas nós também não precisamos de vocês. Mesmo porque, estamos para ser substituídos por uma nova ordem de deuses se não fizermos nada. E se nós caímos, todos vocês continuaram a serem usados como peões e nunca terão descanso, pois os novos donos do universo serão piores do que nós. O problema real é de interesse comum. Os humanos correm perigo por causa dessa comoção Primordial e se VOCÊS não fizerem nada pelo povo de vocês, não somos nós que faremos, pois somos deuses e não mortais - trovejou Zeus. Os outros deuses levantaram de seus tronos e ergueram as mãos aos céus - Filho, Agora nesse instante, revogo todos os seus direitos como semideus afirmando que você não precisa de nós, ou seja, não precisa de mim, logo, não precisa de seus poderes herdados através de mim – Deu para ver a cara de pavor e medo que o menino fazia, e Zeus continuou a falar - Declaro pelo consentimento de todos, que receberá a marca da rejeição do Olimpo e perderá o direito de filho e semideus -.

Eu mesmo fiquei com pena de ver o menino sendo levado pelos sátiros embora da arena, e provavelmente embora do acampamento, mas não tinha acabado ainda, Zeus voltou a falar depois que seu ''ex filho'' foi retirado do local – Retirem a comensal daqui, não podemos confiar numa seguidora de Nyx ou mesmo de Éris – Mas antes que os sátiros tivessem vindo para escolta-la para fora Hefesto interveio - – Pai, a garota mostrou ser forte. E eu sei que o senhor viu dentro dela algo que eu também vi... - e Zeus assentiu permitindo que a garota ficasse.

Depois de alguns segundos de silencio Atenas começou a falar – Quatro de vocês serão escolhidos para combater o irmão de Atlas num combate que decidirá o futuro da humanidade e não de nós... Por isso, nesse momento, nós Olímpicos, precisamos saber se querem ou não ser reconhecidos como lendas vivas e seus motivos para prosseguir. Convençam-nos que podem salvar o teu povo. Nós gostaríamos de levar os seis, mas não há lugar para os seis para onde irão. com isso os deuses entraram em silencio novamente.

Agora era a minha vez de falar, de tentar convencer os deuses a me escolherem novamente. Comecei a andar até o centro da arena, demorei um pouco, pelas minhas diversas fraturas, mas isso não era nada. Assim que cheguei, olhei para todos os deuses, respirei fundo com um pouco de dificuldade e comecei a falar apoiado em minha foice - Meus Deuses. É uma honra, estar diante de vocês, e eu quero agradecer a todos vocês mas a cima de tudo á Deméter, que foi a que me deu essa chance, a chance de participar de algo tão grandioso e tão... Não sei como falar, não encontro palavras para demonstrar o quanto estou grato por isso, desde do tempo da invasão eu não faço algo tão exitante como isso que aconteceu, por isso agradeço a vocês mais uma vez. Digo que minha vida é servi-los. - Respirei fundo novamente, e com um pouco de dificuldade me ajoelhei perante os deuses que me observavam e voltei a falar - Por isso eu peço a vocês, por favor me deixem servi-los, assim como eu os servi e defendi o acampamento na invasão, eu posso não ter sido muito útil neste dia... Mas mesmo assim, eu não irei desaponta-los novamente, e peço desculpas principalmente para Ares, meu pai e Deméter a minha senhora! Não é muito de minha pessoa pedir desculpas ou implorar, mas por favor deixem que eu possa servi-los mais uma vez... - continuei ajoelhado e com a cabeça baixa, parecia que alguma lágrima estava escorregando entra meu rosto, mas logo a enxuguei, e ficaria ajoelhado até que os deuses me dessem uma resposta.
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Gabriel Lebber Daniel
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Pronto, falei!

Mensagem  Percy Jackson em Dom Maio 11, 2014 9:05 pm

O vento cessou. Sim; o garoto louro de olhos verdes ficou parado, não fez um movimento, não deu um sopro.
"Mas o que..."
Ouvi alguns murmúrios mas a única coisa que entendi foi:
-[...]são eles! - os muros baixaram e o céu escureceu; tronos - como o de Dionísio - apareceram por cima das outras onze portas e, um a um, os deuses foram aparecendo em seus respectivos tronos.
Vi meu pai e, de certa forma, fiquei contente em vê-lo novamente.
– Henrique, talvez você não precise de nós, nem o restante de vós, mas nós também não precisamos de vocês. Mesmo porque, estamos para ser substituídos por uma nova ordem de deuses se não fizermos nada. E se nós caímos, todos vocês continuaram a serem usados como peões e nunca terão descanso, pois os novos donos do universo serão piores do que nós. O problema real é de interesse comum. Os humanos correm perigo por causa dessa comoção Primordial e se VOCÊS não fizerem nada pelo povo de vocês, não somos nós que faremos, pois somos deuses e não mortais. Filho, Agora nesse instante, revogo todos os seus direitos como semideus afirmando que você não precisa de nós, ou seja, não precisa de mim, logo, não precisa de seus poderes herdados através de mim. Declaro pelo consentimento de todos, que receberá a marca da rejeição do Olimpo e perderá o direito de filho e semideus.
"Caraca, acho que ele se deu mal!"
Olhei para o garoto. Ele estava furioso e, na palma de sua mão, surgiu uma marca dourada: ômega.
E não acabou por aí; sátiros entraram na arena e levaram Henrique e um a outra garota.
– Retirem a comensal daqui, não podemos confiar numa seguidora de Nyx, ou mesmo de Éris – dessa vez, eu até compreendi. Annabeth tinha me falado algo sobre Nyx e Éris uma vez, acho que não eram confiáveis. Mas se ela era apenas filha dela, que culpa teria? Eu não pedi para reconhecerem todos os semideuses apenas para lhes darem um teto, entende? Quando pensei em falar algo, Hefesto se pronunciou:
- Pai, a garota mostrou ser forte. E eu sei que o senhor viu dentro dela algo que eu também vi... 
- Deixem a garota. Se Hefesto viu o que eu vi, então ela pode permanecer – Zeus concordou.
“Ok, agora fiquei curioso. Viram algo nela? Uau! O que poderia ser?”
- Quatro de vocês serão escolhidos para combater o irmão de Atlas num combate que decidirá o futuro da humanidade e não de nós... Por isso, nesse momento, nós Olímpicos, precisamos saber se querem ou não ser reconhecidos como lendas vivas e seus motivos para prosseguir. Convençam-nos que podem salvar o teu povo – Atena era quem falava agora – Nós gostaríamos de levar os seis, mas não há lugar para os seis para onde irão.
“Se me lembro bem, essa aí não vai muito com a minha cara...”

Joe falou, depois o arqueiro, a garota que sobrou e o meu mais novo parceiro de batalha, Gabriel.
Pensei um pouco... o que poderia dizer? Convencer os deuses? Isso era irritante. A gente luta, a gente faz tudo e nada parece suficiente.
Os humanos correm perigo. Novos deuses. Porque eu não estava surpreso? Respirei fundo, levantei a mão para me verem e tomei a palavra:
- Escutem! Eu não sei como convencer vocês... vocês são “sem noção”. Ainda não me acham capaz? Nada que eu fiz teve valor para vocês? Se falam que os humanos correm perigo – lembrei da minha mãe e de Annabeth – eu farei qualquer coisa para protegê-los. e não é vocês quem vão decidir. Sempre quis o melhor para o acampamento, pois é o meu lar também! Pedi que reconhecessem a todos os semideuses, mas ainda tratam alguns como ninguém, se ela está aqui, alguém a escolheu – apontei para a garota. Respirei um pouco – Eu desisto de entender vocês... se depois de tudo, ainda não me acham capaz, não há nada que possa dizer. Não há palavra que possa ser dita para convencer vocês... são só palavras. Pai, você entende, não é?
Fiquei ali esperando qualquer coisa acontecer e me perguntando se a Maldição de Aquiles pousaria sobre mim novamente.



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Re: Evento Geral - Festa dos Gladiadores

Mensagem  Hipnos em Ter Maio 13, 2014 2:20 am

Festa dos Gladiadores


A comoção dos deuses foi generalisada. Cada um dos campistas havia algo para ser dito e cada um deles tinha seu próprio jeito de demostrar isso. Joe por exemplo, mostrou em seu discurso que além de ser um bravo guerreiro, derramou seu amor por sua mãe ali mesmo. A deusa segurou-se para não dizer algo estúpido na frente do grande Zeus, mas por dentro fervilhava ao escutar a melosidade das palavras do filho. A frodite também sentia orgulho do neto, Christopher, que mostrou segurança ao falar do que havia em seu frio coração. Corallyne foi desafiadora e as três grandes deusas a fuzilaram com os olhos, mas num retumbar de trovões, as moças ficaram quietas, dando espaço para que a garota de Éris terminasse o falatório. Percy, o herói, até a defendeu em seu discuso. Poseidon sentiu ainda mais orgulho do filho da promessa. Gabriel, apesar de não ter sentimento algum e ser meio lesado com palavras, conseguiu tirar um sorriso besta do rosto de Ares.  Ord nada falou, mas seu silêncio foi sábio o suficiente para os deuses.

Zeus levantou-se novamente e tomou fôlego para falar algumas palavras. O Céu clareou e os quatro meninos elementais formaram uma fila, como se estivesse num fronte de fuzilamento – Eis diante de heróis, seis meio-sangues corajosos o suficientes para entregarem suas vidas pela humanidade. Eis no meio de vós, seis vidas que serão eternizadas e serão honradas para sempre. Serão transformados em estrelas, poemas e alguns de vocês até recebam o direito de serem chamados deuses e partilharem um espaço conosco no Olimpo – disse o homem onipotente. Hera aplaudia discretamente de canto e Dionísio levantava uma taça de coca diet.

Zeus fez sinal para sua irmã e Deméter, logo em seguida ergueu-se arrumando os cabelos, segurando um chumaço de trigo nos braços. Seu cabelo parecia palha trançada e seus olhos, mesmo de longe eram tão verdes quanto a floresta do acampamento – Daqui sete dias irei visitar Perséfone e levarei dois de vós para cumprir a primeira parte da profecia – comentou a deusa e apontou para Christopher e Gabriel – Estejam prontos – completou e sentou-se elegantemente em seu trono. Algumas borboletas a rodearam e flores trepadeiras de maracujá cercaram o assento.

Ares permanecia inquieto na cadeira, pois parecia que ele não queria que seu filho fizesse parte de tal prova de coragem. Zeus o olhou torto, impedindo que uma guerra dentro de outra estourasse. Zeus, ainda sentado, começou a falar novamente - Os outros quatro aguardaram o retorno da dupla, mas já partirão para o destino, pois a viajem é longa e o destino cruel - Ele fez sinal e os elementais ficaram face a face com os quatro que sobraram ali. O menino de fogo de frente para Joe, o de ar de frente para Ord, o de água cara a cara com Percy e a garota de Éris, Coallyne, admirando o moço de terra - Estes são seus guardiões e serão úteis quando necessário - disse o deus dos céus e cada elemental tornou-se uma chave flutuante. Os jovens pegaram as chaves e a apertaram forte - Dionísio lhes dirá a profecia depois... - comentou e os 11 deuses, assim como vieram, se foram.

Os jogos haviam terminado e, para alguns, o evento foi cruel, para outros, a festa foi reveladora e ainda para uma pequena parte, os combates mostraram a humanidade que havia dentro de si próprios. Os jovens, depois que tudo terminou, sentiram suas chagas voltarem. O braço negro de Joe o encheu de dor aguda, Percy sentiu-se revigorado e invencível e o coração de Chris voltou a ser tão imparcial e apático quanto antes. A missão estava lançada e agora era tempo de se prepararem.  

FIM



Parabenização:
⇝Agradeço a todos vocês pela paciência, pelos xingamentos e comentários maldosos pelas minhas costas. Todos eles me ajudaram a ser o narrador que sou e a ser justo quanto as postagens de vocês. Lembrem-se que não há preferidos, e quando chegar a hora, agora que é uma missão de verdade, um ou dois de vocês podem morrer pelo percurso. Entretanto, eu os parabenizo pelos textos bons que li. Alguns de vocês me surpreenderam e alguns me deixaram a desejar, mas na soma de tudo, vocês sabem como colocar as ideias no papel e me guiarem pelo que realmente querem. Mais uma vez parabéns e obrigado por fazerem desse evento um sucesso ^^
premiação:
Todos ganharam a premiação de 1ºLugar: 3LV + 500XP + 500D$ + Arma escolhida + Lugar na Trama. Salvo quatro de vocês que ganharam uma chave. Os outros dois não ficam a desejar, pois ganharam algo depois.
profecia:
Ela será escrita depois com o resumo desse evento e com a trama em si, não se preocupem ^^


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