Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Bernard T. Müller em Sab Jun 14, 2014 10:30 pm

Ficha de reclamação de
Bernard Theodore Müller
NomeBernard Theodore Müller
Idade16 anos
ProgenitorAfrodite
MotivoAdmiro muito a deusa Afrodite e sua majestosa beleza. Identifico-me a ela quando por vezes, tentava juntar casaizinhos na escola. Aprecio muito o romance, e o sexo em si. Muitas vezes, passava horas e horas degustando dos romances líricos.
Progenitor mortalMeu pai era um homem muito atraente, charmoso e carinhoso. Atraía o olhar por onde quer que fosse, e acho que foi isso que fez com que Afrodite apaixonasse-se por ele. Cuidava muito bem de mim e de minha irmã, que infelizmente morreu. Nunca envolveu-se com outro mulher a não ser nossas mães e nunca faltou para nós. Após a morte do meu avô, nos mudamos para Seatle e alguns anos depois voltamos à Nova Iorque. Trabalhava como ator e diretor, e podemos dizer que era bem famoso.
Defeitos e qualidadesSou mandão de natureza, mimado e um pouco arrogante. Sou fácil de se fazer amizade e tarado. Gosto de inovar na aparência, sempre trocando a cor do cabelo e às vezes, usando um pouco de maquiagem para encobrir erros.
Cidade natal e atualNova Iorque
Nova Iorque - Acampamento Meio Sangue.

Habilidade✓ Lábia.
HistóriaNasci há 16 anos, em Nova York. Meu pai disse que, quando eu nasci, suas irmãs ficaram fascinadas, e seu avô insistiu para que eu tivesse seu nome. Como minha mãe queria que eu me chamasse "Bernard", o nome de minha vó, “Theodore”, virou nome do meio.

Eu sempre adorei shopping e compras desde pequeno, e meu pai disse que eu tive meu primeiro namorado aos cinco anos. Eu sempre rio com a história, porque ele costumava contar que enquanto eu andava de namoradinho pela escola, minha irmã Hellen, que tinha acabado de nascer, já estava aprendendo a ler. Éramos totalmente diferentes.

Além, é claro, dos quatro anos de diferença, eu e Hellen sempre fomos opostos. Ela era inteligente, e tinha aquela coisa estranha de gostar de plantar... Ela era, realmente, uma garota muito estranha, mas não passou muito tempo comigo. Não me lembro muito dela. Só de seus cabelos azuis, e eu não sei o porquê de serem daquela cor. Papai dizia que éramos filhas de mães diferentes, e que a mãe dela decidiu que a queria, e ele deixou.
Então, eu realmente cresci a maior parte do tempo como filho único. Fui muito mimado, e todos que e encontravam diziam que eu era a cara da minha mãe. Talvez eu fosse mesmo. Eu sempre imaginei minha mãe muito bonita, porque, é claro, eu sempre me achei muito bonito. Mas é claro que eu nunca imaginei que a minha mãe era a deusa da beleza.

Sempre vivi uma vida como o centro das atenções. Era disputado na classe, o rei do colégio, e muitas me chamavam de "canalha". Mas eu nunca tinha compromissos com garotos ou garotas, eu só ficava com eles. Por vezes também, ajudava a formar casais entre meus amigos e colegas. E, é claro, isso rendeu várias garotas invejosas. Sendo que a mais marcante foi, com toda certeza, Julia Hallewitch, uma menina que não foi com a minha cara e me odiou desde o primeiro dia.

Ela era bem bonita, e se achava muito. Disputávamos para ver quem era a rainha. É claro, ela não ficou na disputa por muito tempo. No meu aniversário de 16 anos, teve um apagão. Eu fui buscar uma lanterna no meu quarto, porque, bom, balada sem luz não dá. Enquanto eu pegava a lanterna, dei de cara com ela, com uma perna de aço e uma de bode, e cabelos de fogo. Eu dei um berro, claro.

Porém, eu não hesitei em tacar o abajur nela, e a lanterna nela, e tudo que eu via pela frente enquanto corria. Eu corri até o quarto do meu pai, e me escondi no armário. Enquanto estava lá, achei, embaixo das camisetas, uma estranha corrente, e fui bater na "garota". Ela virou pó assim que eu joguei aquilo nela, e eu fugi de casa naquele mesmo dia.

Deixei uma carta pro meu pai, pedindo desculpas. Eu estava com medo que a policia fosse me procurar, e descobrisse que eu tivesse matado Julia. É claro, ela nunca me procurou. Mas um garoto me achou. Um garoto-bode. Eu o encontrei no aeroporto, indo pra Washington. Ele me veio com uma conversa estranha sobre me levar pra um lugar estranho, e eu só cedi quando ele disse que conhecia minha mãe.

Ele disse que o nome dela era Afrodite, e que no lugar para onde estávamos indo havia um homem que conhecia minha mãe, por isso tinha me chamado para ir pra lá. Obedecendo meus instintos, eu fui atrás dele, e o garoto me levou até o Acampamento Meio-Sangue. Eu aprendi sobre minha mãe, sobre minha família, e sobre mim mesmo.

É claro, eu não deixei de pensar se Hellen estaria lá, e fui falar com Quíron sobre aquilo. Ele confessou não saber nada sobre outro Müller, e disse que era provável que ela não fosse uma semideusa. Mas eu achei aquilo estranho. Meu instinto me dizia. Não se passou só um dia desde que eu cheguei que eu não tentei mandar-lhe uma Mensagem de Íris, mas sem resposta. Então, talvez Quíron tenha razão. Talvez eu deva dar um tempo em Hellen, porque agora eu finalmente tenho um lar do qual desfrutar.
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Bernard T. Müller
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