Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Convidado em Dom Jun 15, 2014 5:56 pm

Ficha de reclamação de
Dylan Vindice LeFay
NomeDylan Vindice LeFay
Idade16 anos
ProgenitorMãe: Nyx
Pai: Miguel Vindice LeFay (Filho de Apolo)

MotivoPor que eu admiro a deusa da noite e o que ela representa, desde as estrelas que embelezam o céu, aos mistérios da noite e da magia, além também de tremer e respeitar a deusa, já que ela é a única que pode tirar a mortalidade dos imortais.

Progenitor mortalO tio de Dylan é um homem duro pela guerra e que não gosta muito de enrolações, indo sempre direto ao ponto. Por um pedido do pai do garoto cuidou e treinou Dylan para sobreviver no mundo dos semideuses, o permitindo ir ao acampamento somente quando considerasse que ele poderia encarar de frente qualquer ameaça que aparecesse.
Defeitos e qualidades-Características Físicas: Dylan possui um corpo magro e definido bem equilibrado pelo seu 1,75 de altura, seus cabelos negros estão sempre bagunçados, mas isso por que ele os considera mais bonitos assim, seus olhos azuis sempre estão mudando de cor, dependendo de seu humor. Além disso Dylan possui em sua nuca uma pequena cicatriz branca, que ganhou na vez que lutou contra um cão infernal.

-Características Psicológicas: Dylan é um rapaz calmo e gentil que está sempre com um sorriso no rosto e gosta de apreciar belas paisagens, sendo um apaixonado assumido por romances e pela noção de amor. Mas que ninguém se engane com ele, no momento de batalha ele não hesita em matar ou em assumir a linha de frente, pois o mesmo considera que há uma beleza macabra na guerra e na morte.

Cidade natal e atualDylan nasceu na frança, mas viveu se mudando de país em país, fugindo de monstros e sendo treinado pelo seu tio nas bases militares em que eles se hospedavam. Atualmente vive no acampamento meio sangue.
HabilidadeAcrobacias
História — [color=#CDC8B1]Eu era filho de um soldado francês quando era pequeno, pelo menos era isso que o diretor do orfanato sempre me dizia, e pelo que se sabia ele havia servido ao lado de meu pai e o visto morrer, nunca me disseram nada sobre minha mãe e eu de alguma forma nunca me interessei, minha vida no orfanato era simples, mas divertida. De manhã eu estudava com os outros garotos e a tarde eu tinha uma liberação dada pelo diretor para poder treinar com ele o Savate. O que eu estava indo fazer naquele mesmo instante.

(...)

Savate: Arte marcial francesa que mistura chutes e socos potentes. Era isso que eu fazia, era isso que meu tio fazia e que pelo que eu sabia toda a minha família sabia. Lutar era algo que vivíamos fazendo a gerações, éramos guerreiros, soldados, lutadores ou ao menos era o que o Diretor sempre dizia para mim nas sessões de treinos.

E era na arena, carinhosamente chamada por mim de “O Redemoinho” onde centenas de objetos de impacto eram pendurados por centenas de cordas giravam em torno de quem estava no centro e essa pessoa ao golpear um dos objetos causava uma reação em cadeia que fazia todos os objetos se moverem e a atingirem várias e várias vezes até a pessoa aprender a desviar dos objetos e se defender, para os outros aquilo era o inferno da dor, para mim, meu parque de diversões.

—Está prestando atenção Dylan? Olhei para o homem que até agora estava falando sobre relatórios do dia e sorri de canto, apesar de eu ter o sorriso de minha mãe (Assim eu pensava), todo o resto eu devia ao lado da família de minha pai ( Assim o diretor dizia). Enquanto eu possuía uma pele branca e um corpo definido, meu pai possuía uma pele negra e um corpo definido por várias horas de treinos e musculação, tudo em meu pai era feito de puro músculo e força, mesmo que na foto que o diretor me mostrou ele já estar com uns quarenta e poucos anos.

— Alto e claro senhor Falei enquanto sem emitir sequer um aviso saltei sobre ele em uma voadora que mirava sua cabeça, mas ele não seria pego por um golpe tão simples e logo desviou para a esquerda dando um risinho de desprezo enquanto eu aterrissava suavemente no chão. O treino ia começar.

(...)

Mesmo depois de ter passado há ultima duas horas treinando Savate com ele meu tio (Como o diretor queria que eu o chamasse) ainda insistia que eu fizesse o treino do redemoinho e nada que eu dissesse poderia mudar essa decisão dele, o que realmente era irritante, mas como ele havia mandado, ordens eram ordens. E então assim que eu golpeei o primeiro objeto de madeira ele bateu em outro que bateu em outro e assim foi se repetindo até que todos os objetos estavam girando e se movendo em todas as direções e indo várias vezes em minha direção, mas como sempre, de alguma forma eu sabia quantos segundos levava para cada objeto atingir um ponto, sabia os segundos de meus movimentos e desviava facilmente de todos os objetos com movimentos mínimos, sempre sabendo em que segundo o objeto ia me acertar e desviando no momento certo, era como se eu conseguisse enxergar o tempo com perfeição.

Horas depois eu estava deitado em minha cama, um garoto de seis anos cansado, que pensava em como seus dias estavam sendo chatos. Mal sabia eu o que iria acontecer no dia seguinte.

(...)

Eram cinco horas da manhã e eu já estava acordado, nunca fui de dormir muito tarde ou de fazer birra como os outros garotos, e por isso mesmo assim que acordei logo comecei a andar por todo o orfanato que estava vazio e silencioso. Então ouvi o grito de uma garota e corri.
Demorei cinco minutos para chegar ao “redemoinho” e pela primeira vez, eu vi uma cena que eu considerava ser possível somente em filmes: Uma garota estava sendo atacada por um ciclope com uma clava muito, muito grande.
(...)

Depois de superar o fato de que eu estava vendo um monstro mitológico atacando uma garota eu simplesmente avancei contra o monstro pegando a adaga que o diretor havia me dado aos cinco anos ( Sim, os presentes dele eram sempre desse tipo) e avancei contra o monstro soltando um estupido grito de "Ahhg' ridículo para um garoto de seis anos. Mas antes mesmo que eu fizesse a idiotice de tentar matar um monstro bem mais forte do que eu somente com uma adaga que devia parecer mais um palito de dente para o ciclope, fui parado por um chute que eu podia reconhecer em qualquer lugar do mundo, mesmo se estivesse cego: O chute do meu tio e diretor do orfanato.

Antes que eu pudesse sequer protestar sobre o fato dele me impedir de ajudar uma garota em problemas ele simplesmente me virou as costas e atacou o ciclope com uma estranha espada que brilhava em puro bronze, golpeando as pernas dele e o fazendo urrar de dor enquanto tentava em vão acertar o diretor com sua marreta, eu sabia há muito tempo como as pernas daquele cara eram boas para correr e sair de qualquer golpe que tentassem dar nele e então nada pude fazer além de ver meu tio, diretor e professor agir como um guerreiro saído da era medieval e atacar o ciclope a todo estilo “kung fu panda” e em questões de minutos, game over. O ciclope estava morto, ou melhor dizendo, ele havia literalmente virado pó.

Logo depois de matar o monstro o diretor simplesmente andou até mim, suas feições sérias e duras que raramente eram vistas e se ajoelhou em minha frente, respirando fundo antes de falar, calmo e sucinto.

– Dylan, o mundo que você vive tem mais mistérios do que você pode entender, mas eu vou te explicar tudo com o tempo, mas para começar direi o nome de sua mãe, Nyx e aliais, seu pai era filho de Apolo. – Antes que eu pudesse perguntar qualquer outra coisa ele simplesmente se levantou e saiu andando como se nada tivesse acontecido. Eu conhecia bem o suficiente para saber que o resto ele só iria falar quando quisesse.

[...]

Dez anos, esse foi o tempo que demorou para que ele resolvesse me contar toda a historia de em que raios de mundo louco eu estava vivendo e enquanto nos vivíamos mudando de cidade, pulando de base militar para base militar e enquanto isso monstros e mais monstros vieram para cima de mim, enquanto eu me defendia da melhor maneira que podia, sempre com a ajuda de meu professor e diretor, mas o mais importante de tudo eram as coisas que ele haviam me ensinado ano após anos: Deuses gregos ainda existiam e seus filhos semideuses também, eu era um semideus filho de Afrodite, só eu e outros meios sangues poderiam ver os monstros, somente uma lamina de bronze celestial podia matar os monstros e havia um acampamento para os meios sangues, lugar que segundo ele, eu só iria ao completar 16 e poder me virar, o que era hoje.

– Adeus meu aluno e amigo, viva suas próprias aventuras a partir de agora, eu prometi a seu pai que iria te treinar e assim o fiz agora é por sua conta, toma, era do seu pai – Anunciou o diretor me entregando um pequeno anel com formado de serpente e partiu para dentro da base militar, não havia necessidade de palavras melosas e de despedida, agora era nossa de viver minha própria vida. Então simplesmente o saudei como um bom militar e virei às costas para aquele que me ensinará tudo que eu sabia, estava na hora de viver uma nova vida e para isso eu tinha que chegar ao acampamento meio sangue.

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