Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Crystal Q. Löhnhoff em Dom Jun 22, 2014 6:46 pm

Ficha de reclamação de
Crystal Queiroz Löhnhoff
NomeCrystal Queiroz Löhnhoff
IdadeTreze anos.
ProgenitorSelene
Motivo Selene é uma deusa pouco conhecida, porém poucos sabem do quão útil ela é. Quando a conheci, me encantei com suas histórias e suas conquistas, que mesmo sendo poucas, são valiosas. Sempre gostei do céu com aquela iluminação da lua, agora ainda mais por causa da deusa menor. Semelhante a Ártemis, outra deusa que também admiro porém não tem filhos, o que me deixou querer ser filha de Selene.
Progenitor mortalCarter Queiroz Löhnhoff
Defeitos e qualidadesQualidades -> A paciência é uma das qualidades na qual a caracteriza completamente. Estando presente num momento em apuros, consegue deixar sua mente tranquila e calma, não fazendo algo como se tudo estivesse acabado. É protetora com aqueles que ama, e quando não consegue proteger a pessoa na qual ama ou admira como alguém que realmente se importe, faz de tudo para não se culpar caso algo de ruim aconteça.

Defeitos: Não que isso mude todo o seu eu, porém causa transtornos na mesma quando algo não sai como ela realmente quer, e esse defeito é a "doce vingança" que habita na mesma. Embora seja paciente, as vezes um de seus defeitos a atrapalha, pelo fato de não aguentar frescuras ou até mesmo um drama desnecessário.

Cidade natal e atualAntigamente morava em Los Angeles, Califórnia. Após uma fuga por ter sido atacada por um monstro juntamente ao meu ex-professor Greg, que na verdade era um sátiro, minha residência mudou-se e atualmente é o Acampamento Meio-Sangue.
Habilidade❖ Acrobacias: Seu corpo é altamente flexível, além de possuir grande equilíbrio e agilidade.

HistóriaNasci em Los Angeles, Califórnia, no ano de 2002. Morava com meu pai Carter Queiroz Löhnhoff, um empresário com boa condição financeira. TInha um enorme orgulho de meu pai, de como ele era e que mesmo com o dinheiro, não havia perdido o caráter dócil e humilde de sempre. Lembro-me das vezes em que ele cantava para mim, para eu poder dormir calma e tranquila. Eu o amava mais que qualquer outra coisa no mundo e sentia que isso era recíproco dele. Ele vivia falando da minha mãe, da mãe que eu nunca conheci. Ele se apaixonara por ela de verdade, dizia que aqueles dois dias ao lado dela foram os melhores da sua vida e insistia em dizer que ela voltaria, eu não o culpo, e na verdade, eu esperava isso junto a ele. Ele sempre se lembrava do olhar lunático de minha mãe e o fato da mesma gostar da lua como se fosse a última coisa que ela abandonaria, e de ter uma criatividade própria. Segundo ele, eu puxei isso dela, e tomara mesmo, porque sinto orgulho de minha mãe pelo fato de ter feito um homem se apaixonar tão perdidamente por ela à ponto de mesmo depois de anos não esquece-la e ainda ter esperanças,. É lindo, e eu sei que o amor dos dois nunca morrerá.

Quer dizer, eu sabia. O amor nunca morreria até que um dos dois morresse. Mas talvez nem assim seria. Era uma sexta-feira qualquer, onde nós dois íamos sair, nos divertir um pouco e ter um tempo para nós dois, como pai e filha. Eu esperava meu pai em casa, quando o telefone toca. Estranhamente parecia aqueles filmes de terror, aquela casa gigante, e só o telefone fazendo barulho na sala. Atendi, animada e esperando que fosse meu pai mandando eu descer, mas escutei uma voz estranha, de um homem diferente:

- Crystal? - o homem perguntou, esperando que fosse eu a responder.
- Oi? Quem é? - respondi, um pouco curiosa sobre o que o mesmo queria dizer. Tinha medo de ter acontecido algo com o meu pai, pois o mesmo não estava fora de casa e qualquer coisa poderia ter acontecido, e como não foi o meu pai que havia ligado, com certeza o motivo do homem ligar não eram as boas.

- Seu pai, ele... ele faleceu Crystal, pode descer as escadas? Foi um acidente, de carro...

Lembro-me de ter ficado paralisada. Só pode ser mentira, pensei. Não era pra ter acontecido. O que eu iria ser sem o meu pai? Veio-me todas as possíveis perguntas a minha mente. Bati o telefone e desci correndo as escadas.

Quando abri o portão, me deparei com os carros de policia chegando, ambulâncias, repórteres, a Lamburguini do meu pai estraçalhada e um corpo coberto com um pano preto. Era ele. O homem com o celular na mão, provavelmente o que falou comigo ao telefone, veio até mim e pôs a mão em meus ombros sussurrando um "Eu sinto muito". Sentia mesmo? É fácil mesmo falar da boca pra fora e eu sei bem como é isso.

Após esse trágico acidente, onde eu o meu pai havia falecido, tornei-me órfã. Colocaram-me em uma escola militar após isso e praticamente fiz novos amigos, que me apoiaram quanto a morte do meu pai, até porque fazer amigos não era a minha maior dificuldade, o problema mesmo é mantê-los. Mas fiquei lá por pouco tempo e eles me bastaram. Lembrava-me sempre do meu pai e dos bons momentos que tive com ele, principalmente ao ficar sozinha à noite, a luz do Lua. Era algum tipo de tortura que me fazia bem. Eu sofri vários ataques na escola militar, na época de criaturas que eu desconhecia e achava incrível como só eu as via. Levei bilhares de ocorrências, mas nunca fora de fato suspensa.

Até que o dia da verdade chegou, um acontecimento no qual eu nunca acreditaria acontecer comigo ou descobrir o que o mundo era de verdade. Tudo aconteceu na aula de Educação Física, aquela em que eu realmente não sabia o que fazer. O professor era dos que eu mais gostava. Senhor Greg era animado e divertido, além de me proteger sempre e deixar eu não participar de algumas aulas em segredo. Mas naquele dia ele me obrigara a participar. Foi quando uma das líderes de torcida se tornou um monstro assim que nós dois havíamos ficado a sós, e assim descobri que a tal líder de torcida era uma Empousa, pelo menos esse era o nome do monstro em que ela era, bem.. Descobri pelo fato do professor ter me contado.

Corremos para fora da escola, nós entramos até dentro do carro que estaria em frente ao local e o sr. Greg o dirigiu até Long Island. Ele com uma voz abafada e respirando fundo disse onde iríamos, o que estava acontecendo e contou sobre a minha mãe. Fiquei muito triste ao relembrar da mamãe, porque me lembrava do papai. Ele não sabia quem era minha mãe, mas sabia que era uma deusa e me contou sobre os deuses e seus poderes. Após isso, segurei firme em minha mochila e saímos do carro a pressas. Paramos em frente ao Acampamento Meio-Sangue e ele me contou o que havia lá dentro. Eu estava muito nervosa e apavorada com todas as histórias e pensar que uma coisa mitológica podia se tornar real. Entramos até o Acampamento Meio-Sangue e me senti livre e protegida, mais do que eu já era após ser salva pelo professor. Percebi as pessoas de um modo especial, vi que elas tinham forças o suficiente para enfrentar qualquer coisa, até mesmo um monstro daqueles que havia me ataco. Não sabia do que seria de mim após tudo o que havia acontecido e ter conhecido o acampamento, mas a minha vontade era de viver naquele lugar, porque sabia que lá eu poderia ser alguém, embora já fosse apenas por ter sobrevivido após o ataque da Empousa.
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Crystal Q. Löhnhoff
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