Hunter Mission - Thomas J. Walker

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Hunter Mission - Thomas J. Walker

Mensagem  Hipnos em Seg Jun 30, 2014 1:13 pm


"As penas de Ouro"

Era mais um dia entediante no acampamento e Thomas estava de saco cheio. Apesar de ter passado apenas uma semana no Campus, o garoto, filho do Sol, estava um pouco entediado de treinar, treinar e treinar. Ele precisava de algo a mais para completar os teus dias e o afirmar como um meio-sangue digno de ser chamado de Apolito (filho de Apolo). Entretanto, nessa angustia que o assolava sem propósito algum, ele, Thomas, andava como quem não quisesse nada pela casa grande e ouvira o senhor D. discutindo com Quíron sobre um assunto extra-divino em território mexicano. Aparentemente, algumas estátuas de ouro em forma de gente estavam surgindo misteriosamente pela região das minas. O caso era estranho, mas mesmo Midas, com todo aquele seu poder, não foi impedido pelos deuses. O garoto, filho de Apolo, estava bem debaixo de uma janela quando Dionísio jogou pela mesma uma passagem de ida e volta para o México... Agora era a hora dele decidir entre cair numa aventura, ou viver entediado dia-a-dia....

ACONTECIMENTOS DURANTE A MISSÃO:
★ Viajar até o México
★ Achar penas de ouro
★ Seguir o rastro de alguma coisa até algum lugar onde tenha ouro/prata
★ Combater alguns mineradores
★ Combater o líder dos mineradores
★ Salvar um Alicanto
★ Achar alguma forma dele se conectar com você

REGRAS:
★ Os fatos acima podem ser realizados em qualquer ordem
★ Não perca tempo com o prólogo, mas o restante da missão deve ser detalhada
★ Deixe claro ao final do texto o quanto perdeu de HP/MP
★ Deixe claro ao final do texto do que se trata seu Pet, assim como seu nome
★ No mínimo 30 Linhas
★ Qualquer dúvida, mande-me uma MP


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Re: Hunter Mission - Thomas J. Walker

Mensagem  Thomas J. Walker em Qui Jul 17, 2014 12:28 am

Mais um dia entediante no acampamento, e eu odiava dias como aqueles. Só treinava, treinava, treinava, enfim, passava o dia treinando para eventos futuros que eu esperava que acontecessem logo. Só fazia uma semana que eu havia entrado no único lugar seguro para semideuses gregos no planeta, e já estava achando aquela rotina de treinamentos muito chata.

Sim, eu sabia que para me tornar um bom semideus e me mostrar forte, eu tinha de me preparar para combates, mas aquilo era chato, queria algo diferente que realmente me fizesse caminhar pelo acampamento, recebendo olhares dos outros semideuses e ouvindo eles dizerem: Aquele sim, é um filho de Apolo. Com todos aqueles pensamentos em minha cabeça, eu passava o tempo andando perto da Casa Grande, sabendo que Quíron era o responsável pelas missões, e pensando que ele, me vendo daquele jeito, poderia enviar a mim, uma.

Passei o tempo daquele jeito, andando por ali calmamente, acenando para alguns semideuses que me conheciam e me cumprimentavam e permanecendo com a ação, até ouvir a voz do Sr. D e do centauro, e eles pareciam discutir. Era algo sobre um assunto alguma-coisa divino, sobre estátuas de ouro em formato de pessoas estarem aparecendo pelas regiões das minas do país. Comecei a pensar sobre aquilo… Poderia ser o rei Midas, aquele que havia ganhado o poder de transformar em ouro tudo aquilo que tocasse. Eu precisava ver. E acho que o destino também quis que eu fosse para lá.

Eu estava bem debaixo da janela, tentando ver alguma coisa, quando o Sr.D jogou uma passagem de ida e volta justamente para o país onde aquele evento estava ocorrendo. Agradeci aos deuses por aquilo, retirando Dionísio daquele agradecimento e comecei a bolar alguma coisa para seguir para o México, com certeza iriam sentir minha falta se eu sumisse de repente, e me procurariam, por isso, pedi aos filhos de Hermes que me ajudassem, falando que eu estava fazendo alguma coisa em outro lugar, caso perguntassem.

Corri de volta para meu chalé, buscando as coisas que eu achava serem necessárias na “missão”, no caso, minhas armas, e assim que achei que tudo estava pronto, me dirigi para a fronteira do acampamento, tomando cuidado para que ninguém me visse e porfim, atravessando a barreira que protegia o lugar.

- Até mais. - Eu sorri, olhando para trás e logo em seguida começando a correr rumo a estrada e desta, seguindo para a cidade.

--x--

O aeroporto era grande e espaçoso, e eu várias vezes recebia olhares de pessoas a minha volta, talvez porque eu era um adolescente, sozinho, carregando uma pequena bolsa que parecia quase vazia. Segui para a área de embarque, entregando a passagem e observando um dos atendentes da companhia aérea verifica-lo e devolve-lo, permitindo que eu entrasse no corredor que levava ao avião.

Assim que estava dentro do veículo, procurei meu assento, encontrando um lugar próximo a janela bem nas últimas cadeiras dali. Permaneci com a bolsa no colo, observando a vista dali e esperando ansiosamente que partissemos logo para o México. Pensava se meu avô, Zeus, iria permitir que eu entrasse em seu território, mas talvez por eu ser um de seus netos, não tivesse problema.

E depois de alguns minutos de ansiedade, o avião começou a decolar, seguindo para o país daquele mesmo lado do continente Americano. Com um suspiro, fechei os olhos e comecei a cochilar, sabendo que demoraria um pouco para que meu destino fosse alcançado, e que eu não iria aguentar esperar. Dormir era a melhor coisa que eu poderia fazer naquela hora.

--x--

- Olá, poderia me dizer como posso chegar a região das minas?

Eu já havia chegado ao país e estava do lado de fora do aeroporto, falando com um mexicano que ao ouvir minha pergunta inicial, fez uma cara de confuso. Suspirei, lembrando que o México não falava Inglês. - Me podría decir cómo llegar a la región de las minas?

Por sorte, um dos idiomas que estudavamos no orfanato era o espanhol. Sorri quando o homem pareceu entender e ouvi atentamente o que ele explicava, assentindo com o que ele falava e logo agradecendo, vendo ele seguir seu caminho, enquanto eu começava a caminhar na direção que ele indicara. Seria uma longa caminhada.

--x--

Exatamente duas horas depois que eu sai da cidade Central, eu cheguei na região que tanto buscara. Minhas pernas doíam de tanto andar, e eu estava com sede. Por sorte, consegui uma garrafa de água com o pouco de dinheiro que havia levado, e que o dono do estabelecimento aceitara, sabendo que poderia ganhar, trocando o dollar pelo dinheiro do país. Alguns minutos caminhando pela pequena cidade que havia ali, encontrei algo brilhando no chão. Era algo amarelo que reluzia com os raios solares que refletiam naquilo, e fazia ele emitir o brilho.

Quando me aproximei e peguei a coisa brilhante, constatei ser uma pena. Mas era uma pena estranha, mais pesada. Parecia ser feita de ouro. E tinham outras por perto. Comecei a seguir algo como uma trilha deixada pelo dono daquelas penas. Se elas realmente eram de ouro, podiam ter algo relacionado com o motivo de eu estar aqui. Será que Midas estava matando pássaros e arrancando suas penas?

Eu apenas prestava atenção na trilha, sem prestar atenção de que eu já estava dentro de um dos buracos que os mineradores da região utilizavam para sair dos túneis embaixo da cidade. Continuava andando, até que aquela trilha acabou em um túnel cheio de pedras brilhantes pelas paredes. Me aproximei delas e constatei: Eram pepitas de ouro e prata.

Fiquei maravilhado com aquilo. Nunca havia visto aquelas duas pédras preciosas de verdade, a não ser nas armas dos semideuses, mas não contava, porque eram de metais encantados. Quando eu estava prestes a pegar uma das pedras, ouvi a voz de um homem, aparentemente falando comigo.

- Hey! Qué estás haciendo aquí? - Ele disse, em sua língua. Eu o olhei, um pouco amedrontado, sem saber o que responder. Ele novamente olhou pra mim, bravo e puxou uma das picaretas que estavam próximas e logo em seguida dizendo. - No va a robar nuestro oro, ladrón.

Ele começou a andar em minha direção, batendo o cabo da “arma” na mão, sem tirar o foco de seu olhar da minha direção. Eu, em uma ação rápida, puxei minha adaga de bronze no mesmo segundo que o minerador investia a picareta em direção ao meu rosto. Logo, bloqueei com facilidade aquele golpe, constatando que ele não sabia lutar.

Aproveitando a distração do homem, utilizei meu cotovelo para atingir seu rosto e em seguida, acertar suas partes baixas com um chute, fazendo ele se ajoelhar no chão e largar a picareta, olhando espantado pra mim. Sorri para ele, bagunçando os cabelos daquele homem e dizendo, em espanhol. - Usted consiguió atornillado, gatito.

Novamente sorri, observando outros dois mineiros surgirem ali, olhando a cena de seu amigo, caído no chão com as mãos protegendo suas partes baixas, sentindo a dor. Eles olharam furiosos para mim, enquanto eu apenas sorri de canto, vendo eles também, começarem a me atacar juntos com suas picaretas.

Desviei do primeiro golpe, saltando para trás e vendo um dos mineiros prender sua arma de trabalho no chão, devido a força do golpe que iria dar. Logo, chutei o mesmo, o afastando da arma cravada no chão, desviando de outro golpe do outro mineiro, e o acertando com minha adaga, cortando seu peito e vendo o sangue jorrar de seu corpo, logo, sem vida. O outro mineiro olhou aquilo, espantado e começou a dar passos para trás, querendo fugir, mas logo, sentindo a adaga parar em seu peito, criando um furo ali.

Caminhei até o homem que olhava tudo assustado, ainda sentindo a dor pelos seus órgãos sexuais atingidos. Me agachei na frente dele, o olhando.
- Podría matarte para reunirse con sus amigos ... Pero sintió pena. - Ele sorriu em resposta mas gritou de dor quando eu chutei seu rosto com velocidade, jogando-o perto da parede. Caminhei até o corpo que minha Adaga estava cravada e a puxei dali, retirando a sangue do metal e voltando a caminhar pelos túneis, observando que alguns pedaços de ouro e prata das paredes pareciam cortados ao meio.

Logo, comecei a ouvir o barulho de pessoas correndo e me escondi, ficando entre uma parede e observando outros mineradores passarem correndo, seguindo para algo naquela direção. Resolvi segui-los, pensando que a coisa que eu procurava estava ali e quando cheguei no lugar onde alguns dos trabalhares estavam, fiquei espantado, vendo eles cercarem uma grande criatura dourada. Parecia um pássaro, mas gigante, tendo penas amareladas que reluziam do mesmo jeito que o ouro nas paredes.

- Usted tendrá que pagar por sus acciones ahora, muchacho. Plumas de Alicanto debe valer una fortuna ... Después de todo, hasta hace un tiempo que eras sólo una leyenda. - O homem que parecia ser o minerador chefe falou, pegando uma estaca de ferro afiada e começando a andar na direção do pássaro, aparentemente, sem olhar diretamente no rosto do animal, como se ele fosse transforma-lo em pedra, assim como a Medusa fazia.

Corri até onde eles estavam, empurrando os 5 mineradores que faziam a “plateia” e dando um chute nas pernas do homem, vendo ele tomar para frente e deixar seu rosto colidir com o chão. Fiquei a frente do pássaro gigante, sentindo ele fungar, examinando meu cheiro, ou algo relacionado.

- No lo toque ... Este animal es muy raro para ser asesinados por usted, no debería estar aquí y yo lo llevaré. - Eu disse, de uma forma clara e forte, vendo os mineiros olharem bravos para mim e logo em seguida, o chefe levantar, me examinando.

- Usted no debe estar aquí. ¡Fuera de aquí o voy a tener que tomar medidas drásticas. - Ele disse, mostrando a estaca de ferro. Eu olhei para ele, sorrindo de modo que meus dentes apareciam.

- Así que vamos ... Vamos a ver lo que puede hacer, idiota. - Eu disse, desafiador, vendo o homem bufar de raiva e investir contra mim, com a estaca apontada em minha direção. Apontei minha mão em sua direção e lancei desta um feixe de luz diretamente em seus olhos. Ele gritou de dor, sentindo os olhos arderem e deixou a estaca cair. Logo, comecei a caminhar até ele, com minha adaga em mãos, calmo. - Qué dices?

Eu vi sua expressão se tornar mais séria ainda e apenas senti seu punho acertar meu rosto de repente, me fazendo ir para trás. Ele havia recuperado a visão e olhava bravo para mim. Movimentei meu maxilar e o olhei, respirando fundo. Fiz um sinal de negação co, a cabeça, estufando o peito e logo em seguida, dei um forte grito ensurdecedor, atingindo todos que estavam ali na minha frente e vendo eles taparem os ouvidos, devido a tamanha força do grito. Aproveitando aquilo, corri até o chefe dos mineradores, dando um chute em seu estômago, o lançando para trás, aproveitando para atingir outro mineiro com o corpo dele e rapidamente, cravei minha adaga nele, furando os dois corpos amontoados. Olhei para o minerador chefe, que mantinha uma expressão assustada, sentindo sua vida sumir aos poucos, beijei a bochecha dele, sorrindo.

- Buena suerte en el infierno. - Sorri, saindo de perto dele e caminhando até o Alicanto, com muito cuidado, sem olhar para seus olhos. Eu havia visto em livros sobre aquela animal. Seu corpo era brilhante e trazia luz, além de não fazer nenhuma sombra. Se alguém olhasse para seus olhos, se transformava em ouro puro, na qual, o animal se alimentava, vindo em minas ou até, comendo as pessoas que transformara. - Calma rapaz, sou amigo.

Eu sorri, fechando os olhos e aproximando minha mão do rosto daquele pássaro mitológico, recriando uma das cenas de Como Treinar o Seu Dragão, uma animação que eu havia visto e gostado. Logo, senti a cabeça cheia de penas dele encostar em minha mão e sorri, já olhando para a criatura, sabendo que quando alguém fizesse amizade com aquele tipo de animal, seus olhos não jão eram perigosos.

- O que acha de sairmos daqui? - Perguntei, sorrindo, vendo ele piar em resposta. Ouvi o tilintar de ferro caído no chão e observei os outros mineradores que estavam ali, observando tudo, correrem para longe. Montei encima do pássaro que começou a caminhar pelos túneis e assim que encontrou a saída, bateu as asas, ganhando o céu. - Vamos pra minha casa?

Ele piou em resposta e eu acaricie sua cabeça, indicando para ele que direção deveria ir para chegar ao Acampamento. E no caminho até lá, comecei a pensar qual seria a desculpa que eu iria inventar quando alguém perguntasse: Onde você conseguiu um pássaro mitológico que transforma as pessoas em ouro?


Gastos 10 MP.
Poderes utilizados: Onda Sonora e Fotocinese I.


Mascote:
Gold. Pássaro mitológico da espécie Alicanto com o poder de transformar as pessoas que olham diretamente em seus olhos, caso queira, em ouro. Seu corpo é brilhante e ele não tem sombra, em nenhum lugar. Pode transportar seu dono, voando.

P.s::

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Re: Hunter Mission - Thomas J. Walker

Mensagem  Hipnos em Qui Jul 17, 2014 8:59 am

----------------------------------ATUALIZADO----------------------------------
Ótima Missão Hunter, meus parabéns! Adicionei 70 XP na sua ficha também (10XP para cada item desenvolvido em sua missão) ^^


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