Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Mariã Kele em Sab Ago 30, 2014 9:26 pm

Ficha de reclamação de
Mariã Kele
NomeMariã Kele
Idade15
ProgenitorAfrodite
MotivoLinda, bela e sexy. Eu resumida.
Sempre fui linda e cativante. Sei me maquiar com perfeição. Atraio olhares por onde passo e as pessoas sempre fazem o que eu peço.

Progenitor mortalO nome do meu pai é Edgard Kele, ele é ator de Hollywood mundialmente famoso. Tem físico forte, cabelos castanhos, olhos azuis pele branca.
Defeitos e qualidadesUm defeito: Desconhecer os limites da abusividade e da aproximação.
Sou abusada, em todos os sentidos; não conheço limites da proximidade, ficando as vezes extremamente perto de uma pessoa.

Cidade natal e atualLos Angeles
Habilidade✓ Sorte
HistóriaFoi mais ou menos assim:

Eu estava em uma viagem com meu pai, indo para Manhattan. Eu tinha uns treze anos. O jatinho dele pousou no aeroporto e nós saímos para pegar a limusine dele, pena que eu nunca cheguei a conseguir entrar nela. Enquanto eu andava até o veiculo, acabei tropeçando e caindo sentada no chão. Meu pai, claramente, nem reparou, apenas continuou andando cercado de pequenos bajuladores e sua assistente. Resmunguei irritada enquanto me levantava, mas fiquei parada um tempo só observando ele continuar andando sem nem se preocupar se eu tinha desaparecido. Claro, se eu ficasse um mês fora ele nem notaria, estava muito ocupado com ele mesmo. Olhei para os lados e vi uma coisa não-tão-diferente: Um garoto estava me olhando, escondido. Eu sempre vivi cercada de pessoas me olhando (com exerção de meu pai) e já tinha me acostumado com aquilo. Mas aquele garoto parecia diferente, ele tinha um olhar um tanto preocupado, como se esperasse algo. Tirei meu Ray-Ban para poder olhar melhor para ele, mas ele tinha sumido. Estranho.
Continuei andando, meu pai já tinha sumido de minha vista, e eu tive que continuar andando sozinha. Adivinha, a limusine já tinha ido! fala sério, ele me esqueceu mesmo? Vou matar ele quando acha-lo! Mas não tive oportunidade, escutei passos atrás de mim se aproximando e me virei para ver quem era. Era aquele mesmo garoto que eu tinha visto. Olhei para ele e ele recuou um passo, fiquei com vergonha já que ele devia ter se assustado com minha expressão braba.
-Oi... - Ele só conseguiu falar isso.
- Oi - respondi automaticamente ainda olhando para ele - Te conheço?
- Hã... Não, é que... - Ele parecia ter esquecido como se fala - Mariã?
- Sim, por quê?
- É que...
Dessa vez não foi culpa dele não acabar a frase, tenta terminar uma frase com um cachorro super-desenvolvido correndo na sua direção. Ele me puxou pelo braço um segundo antes de eu ser mordida pelo cão, e correu o máximo que podia me puxando pelo braço. Correr não era bem a palavra, ele estava tipo trotando. Me chame de esquisita por estar reparando no jeito como ele andava enquanto estávamos sento perseguido por um cão enlouquecido. Nós literalmente nos jogamos dentro de um táxi e batemos a porta. Ele ofegante e eu assustada.
- O que era aquilo?
- Cão infernal
- What?
- Cão infernal, um cão do submundo.
- Do que você esta falando?
Ele recuperou o folego e deu um endereço ao motorista (que começou a ouvir música em um mp3) antes de me responder.
- Olha, isso pode parecer meio estranho, mas você é uma meio-sangue, uma semideusa, filha de um deus com um mortal. Uma deusa no caso.
Não entendi metade do que ele falou, mas fiquei com vontade de sair do táxi.
- Você esta brincando, né?
- Não. E eu sou um sátiro, vim aqui para te levar para o Acampamento Meio-Sangue - Ele falou as ultima palavras como se fosse super importante, mas não teve o efeito que ele esperava em mim.
- o o quê?
- Você vai ver em breve.
Vou ver um garoto voando pela janela de um táxi, isso sim. depois de um tempo eu não aguentei mais.
- Ok, supondo que você não seja um louco, o que quer dizer com filha de uma deusa?
- Isso quer dizer que sua mãe é uma deusa - Ele falou e depois percebeu que tinha soado meio obvio depois dele já ter dito isso - quer dizer, eu acredito que talvez você seja filha de Afrodite.
- Afrodite? - Esse nome me lembrava mitologia grega - Aquela deusa do amor?
- Essa mesma.
- E por que acha que sou filha dela?
- Pela - Ele ficou sem graça - Sabe, a sua beleza...
Quando eu fui responder o táxi parou e o garoto pareceu aliviado por poder descer. Ele pagou o táxi e me conduziu até o topo de uma colina dizendo que eu ia entende quando chegasse lá.
Demorou mais eu me acostumei com o que vi. Fui "reclamada" como filha de Afrodite durante o jantar (um evento que graça aos deuses eu não vou ter que repetir) e aos poucos fui me acostumando com aquele lugar.
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Mariã Kele

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