Segunda Etapa - Zeus - Mikhailov H. Stoichkov, Metis Bruske and Maxuel Salvatore

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Segunda Etapa - Zeus - Mikhailov H. Stoichkov, Metis Bruske and Maxuel Salvatore

Mensagem  Hécate em Seg Set 02, 2013 3:36 pm

O acampamento se encontrava extremamente agitado, filhos de Apolo treinando com os alvos, os de Hefesto presos em suas forjas intermináveis, as crianças de Ares brigavam como loucos por algum motivo desconhecido enquanto a maioria dos indefinidos se encontravam "perdidos" por alguma parte do camp esperando pelo hora de seus respectivos país os reconhecerem.

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 Maxuel se encontrava sentado em meio a outros campistas que tagarelavam sem parar, ele apenas escutava enquanto sorria como respostas nos momentos que lançavam olhares contra o mesmo, a maioria já sabia a sua origem divida e se orgulhavam disso fazendo o jovem sentir uma ponta de inveja por não poder sentir e compartilhar isso com o mesmo...ela sabia de quem era filho e só precisava de uma confirmação, sua personalidade não escondia sua semelhança com seu "pai".
 Alguns minutos haviam se passado até que um desconhecido caminhara em passos lardos até o encontro de Max :

 - Salvatore...Quíron exige sua presença em frente ao portal do acampamento e pede que leve junto de si suas armas.

 O dizer do menino for rápido e muito bem esclarecido, Maxuel se levanto do meio da roda de campistas e se colocou a caminho...

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 Bonitos olhos azuis brilhavam enquanto a pequena Metis treinava constantemente contra um dos filhos de Nyx, quem era tal rapaz? Bom seria uma boa pergunta para fazer para a mesma com mais tempo, mas agora o que importava era a bela visão da menina se esforçando para "evoluir".
 Subitamente ambos pararam e o mesmo menino que correrá até Max agora aparecera para a jovem Metis que mantinha a espada próxima ao corpo e se apoiava no filho da deusa da noite com um pequeno sorriso no rosto até que o menino começo novamente a se pronunciar:

 - Aaah finalmente encontrei a garota dos olhos azuis - O menino apoiava as mãos nos joelhos em quanto recuperava o folego - Quíron esta esperando por você no portal do acampamento...vá preparada para tudo.

 Antes que a garota pudesse reagir a tal informação o garoto saiu correndo rumando algum lugar que a jovem não tinha conhecimento, ela e o filho de Nyx se entre olharam por um momento enquanto caminhava lado a lado...

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 Mikhailov se encontrava sentado na varando do chalé de Hermes, pensava no como havia parado ali e como desejava ser reconhecido o mais rápido possível por seu verdadeiro pai, o menino se perdia em seus pensamentos e lembranças de seu passado enquanto alguns campistas caminhavam para lá e para cá em seu campo de visão até que o jovem que a um tempo atrás havia parado com Metis e Max lhe cutucou apreensivo:

 - Você é o ultimo então vou ser bem direto já que esta bem na frente do chalé, pegue suas armas e coisas e vá encontrar Quíron no portal do acampamento e vá logo porque aquele centauro não é nada paciente.

_____________________ϟϟϟ _____________________

 Quíron se encontrava de braços cruzados e esperava ansiosamente pelos campistas que esperava, o centauro sabia que eles eram mesmo especiais e ali estaria um boa chance de comprovar isso e fazer que seu irmão realmente aceitasse seus filhos.

Regras:
* Narrem sempre concordando com o que o narrador citou;
*No primeiro post narrem como se sentiram ao receber a mensagem do menino até a chegada no portal;
* Tempo para postagem de 48 horas, se ocorrer qualquer problemas com os off's que impossibilite a postagem entrem em contato;
*Coloquem em Spoiler o que levaram;
*A sequência de postagem foi enviada por MP
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Re: Segunda Etapa - Zeus - Mikhailov H. Stoichkov, Metis Bruske and Maxuel Salvatore

Mensagem  Metis Bruske em Seg Set 02, 2013 4:24 pm

As lâminas das espadas chocavam-se constantemente enquanto os cabelos loiros açoitavam o ar ao meu redor, soltos e lisos até os ombros, contornando olhos de um azul elétrico e obstinado. O filho de Nyx que ainda morava no chalé de Hermes era bom, disso eu sabia. A respiração ofegante de quem havia passado o dia inteiro na arena já me era conhecida, mas nem assim eu perdia o fôlego. Vantagens de ser semideusa e da hiperatividade? Provavelmente.

Ao ouvir meu nome ser gritado ao longe, fiz um sinal com a mão pedindo pausa para o filho de Nyx e recostei a lâmina de minha espada sobre o meu próprio ombro, apoiando meu tronco no dele de lado e dando um sorriso cansado ao mesmo tempo que curioso pela afobação do rapaz. Uma risada entre dentes foi emitida de maneira breve por mim ao ouvir um dos meus vários apelidos, porém algo me deu uma pontada de preocupação ao ouvir a informação do garoto. Quíron não chamava ninguém por nada e as chances de eu estar encrencada, conhecendo-me como todos conheciam, eram gigantescas.

Lancei um olhar significativo para a prole de Nyx e saímos andando lado-a-lado conforme nossas passadas se transformavam em uma corrida em direção ao chalé de Hermes. Olhei ao redor e pude reconhecer meu saco de dormir laranja em um dos cantos da confusão que era o chalé do Deus dos viajantes. Logo, esgueirando-me por entre colchões, mochilas e armas, abaixei diante dele apoiando a espada na parede e o olhar se tornou imerso em pensamentos por alguns instantes. – É isso... – Murmurei e enrolei o saco de dormir dentro da mochila de couro marrom que nos era cedida quando éramos levados para o Acampamento, usando um casaco jeans azul e uma calça do mesmo material, além da camiseta laranja do acampamento e do meu par de tênis All Star.

Tomei em mãos a adaga e o escudo iniciantes que nos era concebido e coloquei a lâmina presa em meu cinto, ficando de pé em seguida e colocando o escudo em meu antebraço. Os olhos azuis que checavam se não havia me esquecido de nada se voltaram para o rosto de um dos amigos que eu havia feito no chalé de Hermes. – Chegou a hora, vai sobreviver à saudade? – Perguntei com um meio sorriso lateral e segurei a alça da mochila a jogando sobre o ombro livre. Ele apenas deu uma breve risada e maneei os lábios, agora forçando o sorriso e dando dois tapas no braço dele.

Então, corri em direção da porta do chalé e dei uma pequena olhada ao redor, como se quisesse procurar coragem para dar o passo seguinte, partindo para a indicação de onde o Centauro deveria estar nos esperando. Os longos cabelos loiros ricocheteavam atrás de mim e em meu campo de visão já estava o diretor de atividades sacudindo seu rabo inquieto, com os braços cruzados. Fui a primeira a chegar no local e os lábios fizeram menção de falar alguma coisa, revelando apenas um suspiro após parar próxima a ele enquanto, aparentemente, aguardávamos por mais alguém. A mão deslizou até a alça da mochila a ajeitando em meu ombro, enquanto a hiperatividade impedia que eu me focasse em apenas um único ponto.

Poderes da Benção de Hermes:
☤ Poderes Passivos ☤


☤ Nível 1 ☤

♦Perícia com adagas:Os filhos do deus dos ladrões possuem alta perícia com adagas, sendo extremamente ágil e preciso com uma arma dessas em mãos.

♦Perícia em dual wield:Permite que a cria do deus dos comerciantes use duas armas de PEQUENO PORTE ao mesmo tempo,com muita perícia, podendo realizar combos e diminuindo um pouco da agilidade, porque necessita de um pouco mais de concentração.

♦ Lábia persuasiva: O filho de Hermes consegue modificar muito bem a verdade, ainda mais usando uma lábia persuasiva que faça com que os demais acreditem, menos os que não se contagiam com essas habilidades.

☤ Nível 2 ☤

♦ Super agilidade I: Consegue desviar de ataques de longa distância, a uma distância máxima de 5 metros. Flechas não são facilmente desviadas, além de lanças, mesmo que estejam na distância correta.

♦ Super velocidade I: A cria de Hermes consegue correr a 50 KM por hora, podendo usar os ventos como amigo em suas batalhas.

☤ Nível 3 ☤

♦ Linguística: O filho de Hermes possui a capacidade de se comunicar com qualquer idioma, humano, animal ou extraterrestre. Isto significa que a pessoa pode ler códigos escritos em outros alfabetos e obter entendição de todas as línguas.

♦ Aptidão intuitiva: A cria do deus dos ladrões possui a capacidade de analisar sistemas complexos e entender intuitivamente como funcionam sem conhecimento aprofundado ou treino. Pode detectar e identificar quaisquer falhas.

☤ Nível 4 ☤

♦ Ofuscação: Consegue passar despercebido por um local, usando os sentidos de herdeiro do deus dos ladrões. Com muita dificuldade, claro.

☤ Nível 1 ☤

♦ Réplica de membros(ilusão): O personagem consegue fazer movimentos tão rápidos com seus membros, que chega a fazer réplicas ilusionistas. O máximo de réplicas feitas é 8.
Custo: 17 MP.
Duração da ilusão: 4 turnos(Cada).


☤ Nível 3 ☤

♦ Cura: Seu personagem, COM A AJUDA DE PLANTAS MEDICINAIS, conseguirá criar uma aura verde em suas mãos, e ao encostar no ferimento da pessoa, estará conseguindo cicatrizá-lo, ou então tirar a dor, depois de muito tempo, e muita dificuldade, obviamente.
Custo:43 MP(Cada).
Duração para curar: 2 Turnos.
Necessita de planta medicinal!


Equipamentos levados:
Mochila do acampamento;
Adaga de bronze inicial;
Escudo inicial;
Saco de dormir;

Observação:
Hécate permitiu que a ordem de postagem fosse alterada.



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Localização : Presa no chalé de Hermes. Pai, se estiver ouvindo...socorroooo!!

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Re: Segunda Etapa - Zeus - Mikhailov H. Stoichkov, Metis Bruske and Maxuel Salvatore

Mensagem  Maxuel Salvatore em Seg Set 02, 2013 6:01 pm

Lá estava eu de novo , sentado á uma roda de campistas , eles conversavam alegremente mas eu apenas ficava ouvindo eles por algum motivo não estava muito afim de falar , as vezes , me olhavam querendo uma resposta e eu apenas dava um sorriso ou uma breve risada.

Olhando para todos , comecei a pensar , todos tinham pais e mães celestiais que os assumiram , e por mais que eu saiba de quem seja meu pai , eu só queria que ele me assumisse , as vezes penso se "ele" é mesmo meu pai , se fosse porque ainda não havia me reclamado , naquele momento eu olhei para o céu e pensei :
Por favor!

Naquele momento um menino veio em minha direção apressadamente , quando chegou disse :
- Salvatore...Quíron exige sua presença em frente ao portal do acampamento e pede que leve junto de si suas armas.

Enquanto eu me levantava fiquei pensando , Quíron me chamar ? Eu pensaria normalmente que fosse encrenca , mas ele pediu para eu levar minhas armas junto , foi então que me dei conta , só poderia ser isso , meu peito se encheu de alegria , dei um sorriso e olhei novamente para o céu e disse em voz baixa quase inaudível :
- Obrigado.

Depois me dirigi ao chalé de Hermes , peguei minha Adaga que guardei entre meu cinto e minha calça jeans , vesti um casaco preto e peguei meu escudo e coloquei-o em meu braço esquerdo.

Virei de costas e saí do chalé para ir de encontro a Quíron , chegando lá vi Quíron com braços cruzados e uma garota parada na frente de Quíron , eu olhei para ambos e os cumprimentei com um leve aceno com a cabeça , não me contive e perguntei com um sorriso no rosto :
- Quíron finalmente chegou a hora ?

Quíron não respondeu , parecia um pouco sério , ele ficou parado no mesmo lugar ,eu por minha vez sentei no chão ao lado direito da garota e comecei a esperar algo acontecer.

Armas:
Adaga de bronze [inicial]
Escudo comum [inicial]

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Re: Segunda Etapa - Zeus - Mikhailov H. Stoichkov, Metis Bruske and Maxuel Salvatore

Mensagem  Mikhailov H. Stoichkov em Qua Set 04, 2013 10:43 am

O garoto movia-se com tamanha facilidade manuseando adagas gêmeas. Enquanto passeava deslizando as armas, cabecinhas na arquibancada e vivas eram dirigidos para si, esbanjando um largo sorriso. Em um momento de distração, se cortou, caindo ferido.

Acordei. Saliva escorria pela minha boca e alguns dos meus companheiros de quarto riam de mim. O que havia feito? Apenas lembrava-me de um sono estranho. Isso, isso, fora o sonho! Lembro-me de estar manuseando adagas majestosamente e recebendo vivas de todos os campistas e então... puff. Limpei a saliva do meu rosto e levantei-me de súbito. Vesti minhas pantufas de cobrinha e rumei até o banheiro para a higiene diária. Parei defronte com um enorme espelho posicionado na parede do banheiro, assustando-me com o Mikhailov encontrado no objeto. Meu reflexo não era o mesmo. Não, não, mesmo. Meus fios capilares estavam esbranquiçados e extremamente desalinhados. O que não é normal. Sempre acordei com meus cabelos perfeitamente alinhados e normais, sem alterações. Mas o que teria feito àquilo comigo?

Este é o  Chalé de Hermes, seu estúpido! — respondo minha própria pergunta em voz alta. Um de meus companheiros de quarto aparecera no vão da porta, confirmando a hipótese de eu ser louco, penso. Isto teria troco.

As pantufas de cobrinha não permitiram que machucados surgissem em meus pés, já que havia pisado fortemente em um bracelete de algum campista, mesmo que não percebendo. Realizei toda a higiene necessária, voltei até minha cama e capturei minha mochila, colocando todos os livros — sim, creio que dentro do acampamento tenha aulas teóricas sobre mostros — dentro de tal, afinal, não havia lido os horários de treinos ainda. Coloquei minhas adagas gêmeas  na bainha — das quais me foram presenteadas pelo acampamento, pelo simples fato de ser filho de algum deus. Vesti meus trajes azulados e posicionei um broche no peito, com o número ‘’I’’. Desci os degraus até o amarelado local onde alguns alunos já estavam conversando, escrevendo e outros, abusivos, treinando. Acomodei-me em um dos negros sofás e joguei minha mochila de lado.

Onde eu guardei você, huh? — minha caneta estava perdida entre todos os instrumentos no interior da mochila. — Báh. — enfiei minha mão na mochila e capturei a caneta, retirando, também, uma folha de papel.

Ignorei a mochila sobre o sofá e rumei até o quadro de avisos. Posicionei a pena sobre o pergaminho e falei:

Primeira aula é de arquearia, são dois tempos — movimentei a caneta rapidamente, escrevendo tudo o que repetia. Alguns alunos pararam e olhavam para mim. — Temos almoço depois e...! — não consegui terminar a frase, deixando-a vagal no ar como um arquejo e uma dúvida.  — Certo, vamos ver. Não irei em nenhuma aula, ótimo. — argumentei, indo de volta ao sofá e capturando a mochila com uma das mãos.

— X —

Café. Há algo melhor? Ora, há sim! Voar! Porém, com esse tempo, está impossível. Beberiquei do negro líquido, sentindo-o quente em minha boca. Evitei beber em grandes quantidades, já que poderia causar ardência. Os murmúrios estavam altivos e misturados com os ruídos e barulhos produzidos pela colisão com os talheres e pratos. Os olhares furtivos dirigidos à mim só trazia-me recordações indesejadas: morte ao indefinido, tortura e flechas em meu crânio. Precisei de vários minutos para terminar de, enfim, tomar o café e mastigar algumas frutas. Era o suficiente para uma manhã relativamente dolorosa no Chalé de Hermes, onde só tive a autorização de permanecer na varanda durante todo o período vespertino. E, assim que o sinal para a primeira seção de treinos foi dado, não segui junto ao monte de alunos que iriam treinar. Rumei até o Chalé de Hermes.

— X —

Café, uma edição do WO e alguns sanduíches. Isto é o suficiente para me conter e satisfazer em demasia e ainda provocar o meu sangue, fazendo-o ferver. Lembranças devastadoras adoram voltar a tona em meu cérebro, mas eu as ignoro e sigo o exemplo do rei do submundo: verminosas. Os momentos que eu vivi com a minha mãe, mortes dolorosas de amigos meio-sangues em missões, a chegada ao acampamento. Tudo me chateia. Vez ou outra, tudo o que tenho é a vista dos semideuses passeando em meu campo privado de visão. O Chalé ao lado, dos filhos do vinho, emitia barulho de música e isto dificultava muito a minha leitura. Mas o que fazer? Um simples indefinido, isto sou eu. Esta edição do WO — a segunda — possui uma enorme propaganda de óculos para ciclopes. Estranho. Um grunhido foi ouvido antes mesmo de terminar de ler a edição II, e um menino deu o calor da sua presença.

Você é o último, então vou ser bem direito. Pegue suas armas e objetos e vá encontrar Quíron no portal do acampamento. E vá logo, pois aquele centauro não fica muito feliz se o fizerem esperar. — informou o meio-sangue, terminando a sua frase e correndo de volta a arena.

Certo, pensou, Quíron está me convocado. A primeira reação foi espanto, seguida de medo e coragem ao extremo. Minha mochila estava feita, cheia de salgadinhos, o colchão que me fora dado no Chalé de Hermes e roupas — as poucas que tinha. Estava inclinado sobre o baú de meus pertences quando senti a baforada da cadela perto do meu rosto; ela era silenciosa. A porta devia estar entreaberta, um descuido que havia cometido. Mas ali estava, Mik e a sua cadelinha, encarando um baú preenchido com seus limitados itens. Algumas caixas aveludadas guardavam joias, amuletos, anéis e brincos. Eu reconheci cada um: uma aliança de prata; um brinco, um bracelete verde onde havia escrito ‘’esperança’’; um colar de marfim polido que carregava a energia do frio da qual eu tinha certa saudade; um colar de corda de violão que eu, Mik, não lembrava bem se fazia algo ou se era apenas um presente significativo; e os demais itens, herdados de progenitores mortais cujos os quais não vale a pena identificar. Ergui-me de súbito, olhando para a cadela mas com a mente enevoada e o olhar perdido. Pouco havia restado de minhas heranças mortais e elas não seriam tão úteis no convocado do centauro. Minhas deficiências visuais quanto ao perigo haviam sido alarmadas, exalando o olhar esbranquiçado e ecasso de felicidade que havia me restado. Itens limitados, porém eficientes. As duas adagas que eu possuía foram embainhadas no cinto, deixando-a de forma a ser usada no momento requerido. Escudo? Para? Não, era de madeira e quebraria fácil. Deixei-o ali. Alguns trajes também fora depositados na mochila, junto ao colchão móvel. Quando a chuva cessou, ele seguiu ao encontro de Quíron.

— X —

O cenário dos vales verdes do Camp Half-Blodd era, de fato, um presente para todos os apreciadores da natureza. Cruzei em poucos minutos a linha os campos do acampamento, me dirigindo à uma área totalmente explorada. O Portal do Acampamento; o centauro, Quíron, trotava de um lado para o outro. Havia mais duas pessoas com ele, e estas eu conheceria a seguir.


Itens levados:
Par de adagas, comuns, do acampamento.
Mochila do acampamento.
Saco de dormir
Batatinhas, estas foram colocadas por ele na mochila... ele ia treinar e tudo o mais. Só que desistiu, e ainda assim as batatinhas ficaram na mochila. Se tiver algum conflito quanto isto, me avise, narradora, e eu editarei o meu post. Obrigado.



✘ Oh Gravity, thou art a heartless bitch. BAZINGA! ✘

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Re: Segunda Etapa - Zeus - Mikhailov H. Stoichkov, Metis Bruske and Maxuel Salvatore

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