Reclamação - Arquivo morto

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Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Abr 08, 2012 4:08 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Nome – Anthony Klaus Blake

Idade –
17

Progenitor – Atena

Motivo – Sempre gostei muito de estudar e sou o que se chama de Nerd Descolado. Sei sempre as coisas e aprendo rápido, mais sem precisar me isolar no mundo real. Essas caracteristicas me levam a pensar que sou bem vinculado com os filhos da Deusa da Sabedoria e a compatibilidade é o que me fez tomar essa decisão.

Progenitor Mortal – Bruce Malkovich Klaus, Cientista, casado, possuí dois filhos e tem em seu nome uma casa em Vegas. Ganhou dois prêmios pelas suas descobertas sobre fungos e esta no auge de seus 50 anos.

Ágatha Pearce Blake, Cientista, casada, possuí um filho e tem em seu nome um carro e dois imóveis, um em Los Angeles e outro no Canada. Ganhou várias premiações pelos seus estudos, mais nada que a faça conhecida internacionalmente. Com 42 anos segue firme em seus objetivos.


Defeitos e Qualidades – Meu maior defeito é as vezes a arrogância, o sempre achar que esta certo. Minha maior qualidade é alem da inteligência a facilidade para perdoar, mesmo que isso tenha seus contras. Quando estou nervoso mordo meu lábio inferior e quando ansioso bato o pé levemente.

Cidade natal e atual –
Moro em Los Angeles com meu pai e a mulher dele.

Habilidade – Uma habilidade que desenvolvi foi a de definir a sorte ou o azar da pessoa a qual eu decida. Isso baseando as estatisticas e possibilidades que os atos tinham de dar certo, assim consegui aprender a opinar e com o tempo passei a conseguir manipular quando uma aão da certo (sorte) ou errado ( azar).

História – A descoberta de minha vida foi feita aos 7 anos quando ao entrar na escola eu já sabia praticamente mais que alunos de anos superiores. Minha capacidade de armazenar informações era muito grande e de raciocinar era ainda maior. Assim meu pai contou a verdade sobre mim para que eu entendesse o que se acontecia e me fez jurar que nada seria dito para minha madrasta e assim eu fiz. Guardamos esse segredo até os dias de hoje, pois fui para o acampamento meio-sangue e minha madrasta acha que estou em um colégio militar no exterior.

Convidad
Convidado


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Petter McWinds em Ter Mar 26, 2013 6:24 pm

Nome – Petter McWinds
Idade – 13
Raça - semideus

Progenitor – Nyx
Motivo – pelo fato de ser apaixonado pela noite e por gostar muito de magia e admirar os vampiros por serem criaturas de noite.

Progenitor Mortal – meu pai se chama Charles McWinds é um homem um pouco forte e alto, é uma pessoa misteriosa sendo muito difícil de se decifrar, escreve livros sobre vampiros e outras criaturas da noite já que ele diz que é o único assunto que chama sua atenção.

Defeitos e Qualidades – sou imperativo e muito impaciente, sou um pouco amigável,mas também um pouco sério e sombrio.

Cidade natal e atual- cidade natal Tokyo cidade atual Ottawa, Canadá.

Habilidade – desde pequeno gosto de desenhar me aprimorando mais aos 11 anos de idade .

História – Estudava em um colégio militar onde a grande maioria dos alunos eram marginais, sendo o único "quieto" da sala eu me sento no fundo onde passo a maior parte do tempo,normalmente faço trabalhos sozinho já que ninguém lembra da existência do "filho do lorde das sombras" (esse é meu apelido) a única pessoa que parecia me notar era o sargento, além de me notar fazia questão que os outros me notassem.
Certo dia estava no meu esconderijo (um lugar que eu vou todo intervalo, era a biblioteca da escola,mas agora esta desativada, me aproveitei disso e pedi a chave a diretora ela me olhou como se eu fosse louco e me entregou a chave e depois saiu ) ele fica no primeiro andar do colégio então eu posso toda aquela prisão,mas então entrando pelo colégio eu vejo um grupo de jovens eles eram diferentes eu sentia isso,mas antes que entrassem na parte externa do colégio o sargento os barrou, parecia irritado e estava agitado mais que o normal, a líder do grupo (pelo menos foi o que eu pensei) ficou cara com o sargento, tinha olhos cinzentos e cabelo castanho escuro seu olhar era desafiador e eu sabia que aquilo estava irritando o sargento, um de seus companheiros sussurrou algo em sua ouvido e logo em seguida ela olhou para mim...não foi para parede ou para céu eu sentia isso e como se não bastasse o sargento se virou e me olhou, seu olhar era de puro ódio.
Estava de noite e eu fui obrigado a ficar no colégio para limpar a minha sala (sozinho) já que o sargento foi na minha sala e me deu esse castigo por não estar sendo "normal" ( e é muito normal da castigo aos alunos porque eles não são normais ¬¬)eu ainda pensava na garota, logo apos o olhar furioso de sargento ela disse algo a ele e se foi deixando ele muito irritado e agora desconta a raiva em mim!
O colégio a noite é a coisa mais assustadora que tem, até os professores ficam com medo, menos eu , eu me sinto tão naquele lugar, ouço passos e até mesmo vozes,mas nada disso me assusta só me intriga mais e mais para vasculhar esse colégio, lembrei-me de ter deixado a minha mochila no meu esconderijo e despreocupadamente fui peca-la só que desta vez tinha algo errado, eu sentia perigo, sentia algo...algo assustador eu nunca havia ficado com medo no colégio a noite, o pior castigo que existia era ficar a noite no colégio porque todos tinham medo menos eu (isso me tornava mais estranho),mas desta vez eu olhava para trás a todo minuto ao chegar a porta da antiga biblioteca senti um arrepio por todo meu corpo, abri a porta e la estava o sargento, ele segurava minha mochila que estava vazia e rasgada,meus materiais estavam todos espalhados e meu caderno de desenho destruído.
-Mas que...que merda você acha que está fazendo?- disse irritado,mas estava com medo
- Então é aqui que você se esconde, deveria ter te matado quando pude,mas ele disse não! por algum motivo ele queria você vivo,mas já chega ele disse que já esta na hora então eu posso mata-lo.
Meu coração batia de forma tão acelerada eu estava apavorado, o sargento rugiu e ficou de 4, nasceram mais duas cabeças, uma era de um dragão, a outra de um bode e a do meio a de um leão, soltei um grito apavorado e então ele saltou em minha direção, não tive tempo para fazer nada,quando percebi estava caindo no chão e a minha havia um rapaz grande e forte defendendo e desviando o ataque da criatura, ele tinha um sorriso no rosto.
-Jack por favor acabe com isso-disse ele saindo do caminho da criatura que vinha furiosa, então ouvi o estrondo e o clarão, quando voltei a abrir meus olhos a criatura estava de um lado da sala e a janela estava destruída, atrás de mim havia um garoto de cabelos dourados de olhos azuis ele tinha sua mão direcionada para a janela e de sua mão saia faíscas elétricas azuis,a criatura se levantou e saltou assaltando a todos,mas antes que pudesse cair por cima de mim foi atingida na barriga por um faca, a criatura se desfez em um pó amarelo que caiu por cima de mim.
- você está bem?- perguntou a garota ( a mesma garota)
- quem são vocês?- estava zonzo e quando percebi tinha desmaiado, acordei em um lugar muito diferente era um tipo de enfermaria
- Ele acordou!- gritou uma garota ruiva, após o grito a mesma garota de cabelo negro e olhos cinzas entrou no local, ela tinha um sorriso no rosto
- quem bom que acordou novato!
- novato?
- Ah é! seja bem-vindo ao acampamento meio-sangue !
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Axel B. Hanson em Sex Mar 29, 2013 9:38 pm

Nome – Axel B. Hanson

Idade – 14

Raça - Semideus

Progenitor – Hipnos

Motivo – Bom eu diria que mereço ser filho de Hipnos,porque sempre dormir muito,gostei de dormir,e sentia que influenciava os outros a dormir e a propósito eu......Sleep zzzzzzzz

Progenitor Mortal – Minha mãe sempre foi como eu,era muito dorminhoca mas mesmo assim era uma mulher linda e de atitude,ela era muito legal e sempre amei ela. Ela doces,bolos,salgados etc...

Defeitos e Qualidades – Defeitos:Não levo desaforo para casa e nunca desisto. Qualidades: Sou otimista e fiel

Cidade natal e atual – Austin,Capital do Texas,Eua

Habilidade – Lutava Capoeira

História – Eu era de uma simples família do Texas,minha mãe era vendedora de bolinhos e meu vô e meu tio caçadores de cobras,ficava a maioria do tempo que eu tinha livre dormindo. Na minha escola eu fiz poucos amigos,mas amigos verdadeiros,amigos que achava levar para vida inteira,minha vida era calma e tranquila mas um dia tudo mudou.
Eu estava dormindo em minha casa quando algo repentino me acordou,e eu odiava ser acordado no meio de um sono profundo mas não tive tempo de brigar com nada pois minha mãe já tinha me tocado uma roupas para eu vestir,vesti as roupas rápido,sem perguntar nada até chegarmos na sala,na sala meu amigo Anísio estava saltitando de um lado pro outro então perguntei:
-Que M**** da acontecendo aqui?
-Explicamos no carro agora venha Axel - Falou minha mãe com um tom de preocupada,e quando minha mãe demonstrava preocupação é por que era algo preocupante.
Entrei no carro abotoando minha calça e sentei no banco de trás minha mãe acelerou como nunca,então Anísio começou a falar:
-Não sei como te explicar isso mas bem,vou simplificar. - Ele estava a ponto de ter um ataque de nervosismo - Você é um semideus tem um monstro correndo atrás de você e você tem que ir para um local seguro aprender a controlar seus poderes e a sobreviver - falou ele numa velocidade imensa
-Háháhá que bela pegadinha,hoje é primeiro de Abril? - falei
Anísio olhou para trás e quase chorou,fez um sinal estranho com as mãos e apontou para trás,quando olhei intendi seu nervosismo tinha um...tinha um imenso humanoide com uma tacape imensa indo na nossa direção,minha mãe pisava fundo mas de repente a gasolina acabou,estávamos perdidos,então minha mãe gritou:
-Anísio,Axel vão pela moto eu vou fugir,vocês tem de chegar no acampamento eu vou fujir
-Mas mãe......
-Ele não me quer,quer vocês.
O Humanoide estava se aproximando rápido e não tive escolhas,fugi para a Harley e Anísio sentou na frente,se preparando para ir,mas na hora de partir o humanoide pegou minha mãe e tocou longe,a raiva subiu e mandei Anísio dar meia volta,sem pestanejar ele deu meia volta e batalhei contra ele,após batalhar conseguimos ir para o acampamento com a nossa Harley sem nenhum problema.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Carol Lens em Dom Mar 31, 2013 11:08 am

Nome: Carol Lens
Idade: 19 anos
Raça: Ninfa
Progenitor Mortal: -
Progenitor Divino: Sou um espirito da natureza, ligada aos relacionados a natureza e a caça, em especial a deusa Ártemis, que protege as Ninfas em casos de perigos.
Motivo: Podemos querer sermos um semideus, mas as ninfas sempre vão ser uma coisa mais natureza, mais ligada ás origens.
Defeitos e Qualidades: É uma pessoa muito vaidosa e que gosta de defender muito das coisas que quer. Sempre consegue o que quer e sempre está rodeada de amigos.
Habilidade: É habilidosa com elementos da natureza e sabe mentir em bons casos, como para conseguir o que almeja.
Cidade Natal e Atual: Pelo o que se sabe, nasceu e no mesmo mês foi para o Acampamento, onde viveu.
Historia: Sempre vivi dentro do Acampamento, nunca saindo de lá. Fiz amizade com praticamente todos, e sempre me vêem muito bem arrumada. Sempre dei muita atenção para os treinos, mas nunca fui muito afim de se esforçar em relação a isso. Mesmo assim, nos dias atuais eu sempre dou atenção a isso. Meus amigos campistas sempre me ajudam, pois não sou muito bem a melhor lutadora daqui.

Carol Lens

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Scott B. Summers em Ter Abr 02, 2013 10:27 am

Ficha de Personagem


Nome –

Scott Benjamin Summers

Idade –

18

Raça -

Semideus

Progenitor –

Herácles

Motivo –

Coragem, Força, Bravura, são as principais qualidade que me fez pensar em ser filho de Herácles, afinal dês de pequenos ouvíamos sobre o grande herói da mitologia grega que enfrentou os doze trabalhos para mostra seu valor.

Progenitor Mortal –

Maria Summers- Uma mulher pobre mais batalhadora, porém inocente e feliz. Em vez de seguir seu sonho que era se forma em Medicina preferiu cuida do seu filho para ter um futuro melhor, cuidou do seu filho por doze anos até morrer por uma bala perdida.

Defeitos e Qualidades –

A Preguiça e um dos defeitos de Scott, ele sempre faz as coisas que obrigarem ou gritarem mais em alguns casos ele faz espontaneamente, sua carisma e sua melhor qualidade, ele é capaz de se comunicar e fazer vários amigos em questão de segundos.

Cidade Natal e Atual –

Nasceu em New York e Atualmente mora no acampamento.

Habilidade –

O Talento no Violino

História –

Nasci na cidade de New York, precisamente no Brooklyn, as 8 da manhã do dia 8/5/1994, tive uma infância feliz como a maioria das crianças e como elas eu adorava a minha mãe por quê ela tinha desistido de tudo para me cria, a família da minha mãe era negra e eu era branco então quando nasci minha mãe foi excluída da família, os parentes dela tinha muito preconceito e achava que minha mãe era uma vadia por deita com um branco e ter um filho, mesmo sendo pobre ela sempre fazia minhas vontade... Quando completei doze anos minha mãe me deu um violino para aprender a tocar e estranhamente quatro dos meus primos foram ao meu aniversário, inicialmente estava feliz afinal os únicos que comemoravam meu aniversário só era eu e minha mãe, porém naquele mesmo dia minha mãe teve que trabalhar a noite e eu fiquei sozinho com eles, eles aproveitaram que minha mãe não estava para me abusa sexualmente, eu era novo e inocente e não sabia o que fazer então quase deixei eles penetrarem em mim quando uma raiva ou melhor uma força incontrolavel subiu a minha cabeça, levantei dois e sem perceber quebrei o pescoço deles, os outros dois conseguiram fugir, no mesmo momento que fiz aquilo fiquei com medo afinal o que minha mãe iria pensar? Eu ia ser chamado de assassino, sem pensar peguei o violino e fugir, porém quando ia passando na rua vi um corpo no chão, era o corpo da minha mãe, ela tinha sido acerta por uma bala perdida e teria morrido no mesmo instante... Por horas fiquei chorando e chorando até minhas lagrimas secarem, peguei todo dinheiro que tinha no bolso da minha mãe e fugir, sem saber o que fazer decidir ir para a entrada do Empire State Building e como um ator de rua comecei a tocar Violino para ganha dinheiro, não era profissional, mas sabia tocar direito e assim o tempo foi passando... Dias, meses, anos até completa 14 quando estranhamente um homem usando muletas falou comigo:
- Olá Jovem, eu passo aqui quase todo dia e vejo você aqui? Não tem casa?
Naquele instante parei de tocar e respondi o deficiente:
- Não Senhor, eu não tenho...
- Então desejaria de um lugar onde não precisasse tocar o tempo todo? Um lugar onde pudesse dormi? Brinca? Lutar?
Eu não sabia que existia algo assim e pensava que fosse de graça eu aceitaria.
- Eu não tenho dinheiro para ir a um lugar assim.
- Não se preocupe e de graça, quer que eu te leve?
Eu sabia que nada do mundo e de graça, mas não tinha escolha, estava fedendo e com fome, o dinheiro que ganhava não era suficiente nem para compra leite, ele pegou um carro e me levou comigo, eu deveria ser muito inocente para acredita em um estranho... Paramos na mata eu não sabia o que poderia acontecer, afinal o que iríamos fazer no meio da mata, achava que aquele homem tentaria me abusa, porém estava errado ele me levou para um acampamento dentro da floresta, porém quando íamos entra uma mulher reptílica com dois troncos de serpente no lugar de pernas aparece na minha frente, ela estava armada com uma lança.
- O que é isso?
- Ora, Ora, encontrei um lanche.
Estava com medo afinal parecia que aquele bicho tinha saído de um livro de mitologia, o homem logo gritava:
- Menino entre no acampamento lá ficara seguro, deixe que com ela eu resolvo.
Escutei o conselho do homem e entrava no acampamento, mas percebi que ele iria morrer e não poderia deixa isso acontecer, sem ela perceber pulei nas costas dela e tentei acerta a cabeça dela para deixa-la inconsciente, porem ela desviou e com resultado cai no chão, Ela tenta acerta sua lança no meu coração, mas conseguir desviar e pegar a lança das mão dela.
- Agora é melhor você fugir ou morrerá.
Eu não sabia o que estava fazendo, estava com medo, mesmo assim me fazia de forte, porém parece que foi convincente para ela, a mulher cobra foi embora.
- Parabéns novato, você foi muito bom, mas creio que deveria ter matado aquela Dracaenae.
Entramos no acampamento onde aquele homem, ou melhor, aquele sátiro me explicou tudo.
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Scott B. Summers
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Simon R. Peverell em Seg Abr 08, 2013 2:34 pm

Nome – Simon Robert Peverell

Idade – 15, mas aparenta ser um pouco mais velho.

Raça - Semideus.

Progenitor – Apolo

Motivo – O Sol faz minha pele brilhar, até pensei que fosse filho do Edward Cullen, mas como esse é um fórum de Percy Jackson decidi por Apolo mssm. E minha mira sempre foi incrível, no colégio nós fazíamos guerrinhas com elástico e papel, sempre tive um enorme perícia com 'arco e flecha'.

Progenitor Mortal – Katherine Campbell, uma mulher que nunca superou a ausência do meu pai, ela me criou como pode, se tornou uma famosa escritora de romances trágicos, mas só quem a conhece por trás das sessões de autógrafo sabe como ela definha em álcool e cigarro sofrendo a perda do único homem que realmente amou, por mais que já tenham se passado 15 anos, os romances são uma forma de ela desabafar.

Defeitos e Qualidades - Se importa muito com as outras pessoas, põe a felicidade alheia a frente da sua e humildade não é seu ponto forte.

Cidade natal e atual – Nasci em Cleveland, Ohio. Após minha mãe se tornar uma escritora mais bem sucedida nos mudamos pra NYC, onde vivemos em seu apartamento.

Habilidade – Gosta de construir coisas, não coisas geniais como um filho de Hefaísto, mas geralmente quando desmonta algo ele consegue remontar ou montar algo novo...

História – Minha mãe sempre fora uma pilha de nervos, mas nos últimos dias ela parecia pior, havíamos terminado o jantar e ela havia ido assistir o telejornal, como de costume, fiquei na cozinha lavando a louça até que ouvi o som de minha mãe gritando, ache que quebrei um prato quando sai correndo sala a dentro, a vi diante da televisão com a mão diante da boca, olhei pra tevê e vi que se tratava de um acidente de carro, era a alguns quarteirões dali, mas não entendi o motivo do escândalo. Minha mãe se levantou e foi até um armário velho e rústico que tínhamos na sala, nunca entendi aquilo, sempre estava trancado e com certeza não era decorativo. Ela tirou uma chave do bolso e abriu o armário, tinha armas, espadas e e coisas que eu nunca pensei que minha teria, uma escritora de romances de repente era uma aventureira! Com tantas coisas emocionantes lá minha pegou um prisma de vidro, ela botou o prisma a frente de um abajur formando um arco-íris, então ela atirou uma moeda nesse: Quíron! Acampamento meio sangue. - Ela disse em desespero, surgiu então a face de um senhor como um holograma: Katherine? - O holograma disse em tom surpreso- Decidiu enviar o garoto? - Minha mãe bufou e respondeu: Rápido, por favor, eles estão chegando! - A face arregalou os olhos: Estou mandando ajuda agora, ele virá voando - minha mãe assentiu e respondeu: estaremos na cobertura.
Eu não sabia o que estava acontecendo, eu não sabia o que eu tinha visto, só sabia que eu estava sendo levado pra algum lugar, morávamos ha três andares da cobertura, minha mãe não quis usar os elevadores, subimos as escadas e já lá em cima eu olhei pra ela e perguntei: O que está acontecendo? - Ela sorriu e disse: Por ser filho de quem é, isso te torna especial, filho. - Olhei pra ela por alguns segundos e então perguntei num sussurro: Meu pai? Isso tudo é coisa dele? Ela assentiu e distanciou-se, fitando o céu atrás de mim, virei-me para olhar e vi que um cavalo com asas se aproximava, ele parou ao meu lado e minha mãe me disse para montar, obedeci, minha mãe apenas acenou, o cavalo já levantara voo, alguns minutos paz voando sobre as nuvens o cavalo alado começou a descer, estávamos no Acampamento.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Violeta Mason Jones em Sab Abr 13, 2013 2:12 am

Nome Violeta Mason Jones

Idade – Sua 16

Raça – semi-deusa

Progenitor – Hebe

Motivo Porque essa deusa tem o privilegio de uma juventude enterna o que deste sempre combinou comigo pois ninguem acertava minha idade e porque eu a adoro seus mitos e tudo
Progenitor Mortal – Maximun Mason Jones

Defeitos e Qualidades – é super protetora amiga e sinsera sarcástica um pouco doida e aí de quem mexer com ela ou com seus amigos
Cidade natal e atual – Marathan e continuo lá

Habilidade – Uma a mania de proteger os amigos

História – Deste de pequena eu era destaque em clubes pela minha pela minha aparência,não por ser bela mais sim pela a aparência da idade . Aos nove tive uma banda de escola que embora não durou um ano era a coisa que me fazia esquecer de tudo nessa época lembro até hoje erraram minha idade nun artigo me puseram com menos idade mas essa era a única jeito de amenizava a dor de eu ser uma órfã que perdeu ,por motivos de doenças o pai acabou falecendo. Era a única coisa que me fazia esquecer o orfanato onde apesar de tudo de ser diferente eu tinha colegas quanto lutava parecia que o tempo parava. Mas eu nunca parava em um escola só por mais de um ano no meu 4 ano parti o Record passei um ano e 1 mês(teve um tempo que fui para uma escola militar) . Só como minha alegria acaba pouco fui perseguida por um mostro estranho o que era normal já para mim, mas esse ano seria normal. Ah como estava enganada, já fazia dois bimestres que estava ali e tudo normal. Até que...
_Estava te procurando a sempre jovem Violeta Mason Jones - pera ninguém me chamava assims apenas de Vile ou só Violeta a não ser que... O garoto começou a crescer e se tornar um mostro, “mas o que!?! Mais um não!” foi meu pensamento na hora até que ouvi uma voz conhecida
_Pegue isso aqui Vile - disse meu professor de história me tacando uma espada nem parei para analisar dei um golpe na barriga e ficou só um cheiro de enxofre no ar
_o que foi isso?-perguntei meio atordoada ele nada me falou só literalmente me puxou para um carro ele nada disse na viajem só falava lá eu te conto, mas aonde seria lá tinha tantas perguntas num monto só então desci do carro e olhei só via floresta até que segui meu professor

_o que estamos fazendo?-ele virou para mim e falou-lembra daquelas histórias antigas da antiga Grécia-depois que o assenti continuou-então e se eles existissem até hoje?
_ impossível-eu disse ele apenas sorriu e disse
_ é tão verdade que você é uma semideusa-eu tava esperando ele dizer que era brincadeira mais isso não veio ele só parou na frente de uma colina e disse:
_Bem vinda ao seu novo lar Violeta Mas........já ia falando meu nome inteiro mais então assim viu minha expressão logo se corrigiu – Violeta Jones
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Euro Ramos em Ter Abr 16, 2013 4:12 am

Nome: Euro Ramos

Idade: 13

Progenitor: Apollo

Motivo: É um deus que combina comigo, pois gosto muito do sol, sou um arqueiro e fascinado por medicina

Progenitor mortal: Giovanna Ramos, uma mulher solteira que trabalha na secretaria de uma escola pública

Defeitos e qualidade: defeito-sou sempre confiante de que eu vou conseguir e nunca perderei.
Qualidade- A confiança

Cidade natal e atual:Nasci em Lisboa, porém para ir ao acampamento, minha mãe teve que se mudar para Nova York, onde estamos morando atualmente.

Habilidade: tenho omque pode ser um "dom", que é a cura, me dou be, com a medicina, e consigo fazer remédios e curativos com qualquer coisa praticamente, além de me curar de certos machucados mais rápido que o normal

Historia:quando eu tinha nove anos, eu quebrei meu braço na escola, então minha mãe foi correndo me buscar e me levou para o hospital, porém quando o médico foi ver o meu raio-x, já estava tudo normal, então quando chegamos em casa perguntei,pra ela como tudo aquilo pode acontecer, e então ela me contou toda a minha história
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Fellicity H. Escamilla em Ter Abr 16, 2013 4:45 pm

Nome – Fellicity Hushter Escamilla

Idade – 17 anos

Raça - Semideus

Progenitor – Eólo

Motivo – Fellicity é uma garota inconstante, imprevisível e com certeza o que poderia se chamar de nada harmoniosa. Seu humor varia rapidamente e em um curto período de tempo pode passar da mais bela doçura para a mais terrível raiva. Desde pequena a garota não tem, como diria sua mãe "os parafusos bem presos" na cabeça. Fellicity sempre tem seus momentos de loucura, quando simplesmente se desliga do mundo viajando o mais longe possível em seus pensamentos, a descoberta de uma coragem absurda e insana de fazer aquilo o que tem vontade. "A vida é curta demais para tantos lamentos", costumava dizer. Fellicity é o que gosta de se chamar de "live como vento", deixando sempre o acaso lhe guiar e tentando viver ao máximo cada segundo, sempre de bom humor e sempre com um sorriso enorme na face. Por essa razão não há deus melhor para ser seu progenitor do que Eólo, o deus dos ventos, sendo um elemento tão selvagem e imprevisível quanto a garota.

Progenitor Mortal – Christine não foi quem colocou Fellicity no mundo, mas após a morte da sua irmã, pegou a sobrinha para criar aos três anos de idade, e desde então a tem como sua. Christine é uma típica artista, do tipo que faz quadros e obras de artes para ter o que comer. Não tem uma situação financeira ruim e é uma pessoa um tanto talentosa, além de bem liberal e extremamente divertida. Seu sonho sempre foi abrir um complexo de boates pela cidade onde mora, e se mudar para Paris com Felly, onde poderiam respirar de fato a arte. Christine sempre quis o melhor para a sobrinha e soube desde o início a origem da menina, carregando assim esse fardo, entendendo bem como as coisas funcionavam, tendo o raro dom de conseguir enxergar através da névoa. Essa era uma das razões para ser tão criativa nos quadros que pintava. Não tinha carro, e sim uma motocicleta a qual demorou dezessete anos para permitir que a sobrinha sequer relasse nela. Era uma pessoa de ótimo gosto musical também, tendo em seu repertório principal, bandas como Metallica, Led Zepelin e coisas do tipo...

Defeitos e Qualidades – Como principal defeito, podemos dizer que Fellicity é uma pessoa que não conhece os seus limites. Com seu transtorno de humor, pode vir a ter uma certa confusão de personalidades, ou então aparentar realmente louca, o que costuma a acontecer geralmente quando se vê em momentos de tensão. Sua principal qualidade, acima de tudo, é ser sempre muito otimista e conseguir pensar em soluções para situações diferenciadas, sempre de bom humor, e sempre esperando que o melhor por fim aconteça, procurando realiza-lo.

Cidade natal e atual – A menina foi nascida na Holanda, mas após a morte da sua mãe, foi para Manhattan que se mudou com sua tia. A ilha era realmente o lugar que a menina adorava, foi lá que fez seus amigos, lugares para onde sair, e onde basicamente construiu sua vida. Morava em um pequeno apartamento em um complexo de prédios junto com Christine, onde servia de casa e ateliê de sua tia. Fellicity costumava escapar de casa pelas escadas de incêndio, descendo do décimo andar até o lado de fora do edifício, o que era o que mais gostava na estrutura do prédio inteiro. A construção ficava também próximo a um bar, onde costumava ir com sua tia, quando mentia sua idade, era um dos locais mais movimentados do bairro. Atualmente mora no acampamento Meio Sangue, dividindo o chalé de Hermes junto com outros vários campistas que ainda não tiveram notícias em relação aos seus progenitores divinos.

Habilidade – Bússola de Vento - Como aprendeu a viver praticamente sozinha, Fellicity desenvolveu a habilidade de com a ajuda do vento, conseguir fazer com que ele a guie, e até mesmo a ajude em momentos de extremo cansaço, até o local que deseja encontrar ou então uma saída de seja onde esteja perdida.

História – Não era um sábado diferente dos outros, na verdade, até hoje a garota acredita que tudo não passou de um grande golpe de azar. Estava andando pelas ruas: Fellicity, Logan, Charles e Michelle. Os quatro amigos que desde a sexta série eram inseparáveis e que arrumavam os maiores problemas juntos. Logan era aquele que se responsabilizava em tornar do passeio uma verdadeira festa, Charles era o colírio para os olhos de quem quisesse ver, com seu estilo impecável e longos cabelos loiros e Michelle era a mentirosa da turma que conseguia com uma boa lábia entradas até mesmo para um tour na sala do presidente na casa branca. Eram os quatro melhores amigos e como de costume estavam andando para longe do prédio de Fellicity, que havia acabado de ficar para trás enquanto caminhavam em direção a festa que estariam fazendo naquela noite. Ia ser a festa do ano, todos diziam. Aquela garota da escola, a popular de que Felly não recordava o nome estaria fazendo uma enorme comemoração por sabe-se lá o que, e queria que todos comparecessem. Haviam falado disso há semanas, e agora tinham tudo para ser a noite que tanto esperavam... Ou quase tudo.
A rua estava escura demais e eles tinham quase certeza de que haviam errado o caminho. Logan insistia de que era por ali mesmo, mas o beco era sombrio demais para levar ao bairro de ricos da menina. Não se sabe bem quando, mas um tempo depois dos passos que ecoavam sozinhos no silêncio da noite, e dos corações acelerados que avançavam no lugar estranho, um rosnado pode ser ouvido, não como os dos cachorros abandonados que viam por ali, mas mais como um roncar do motor de um caminhão. Congelados pelo medo e só conseguindo virar o rosto para descobrir a origem dos sons, nas sombras um enorme cachorro... Ou era aquilo o que ela pensava que era... De mais ou menos um metro e meio de altura estava ali, observando-os fixamente, com as patas do tamanho da cabeça de alguém e os dentes tão longos quanto os dedos da menina a mostra. O coração da morena congelou por um momento e no segundo seguinte, seus amigos gritavam confusos, correndo para longe: "Urso!". Fellicity franziu a testa. Urso? Aquilo não era um urso. Porém, por uma razão estranha, diferente dos seus amigos, ela ficou ali, observando atentamente a criatura que claramente queria usa-la como petisco, mas imóvel e não pelo medo, ela só não sabia explicar o porque. Depois de uma troca de olhares emocionantes, a criatura avançou em sua direção, fazendo-a soltar um grito de horror, e surpreendentemente se esquivar a tempo, rolando para o lado e evitando de levar uma mordida mortal. Seus olhos estavam arregalados e seu corpo estava a mil, como ainda estava inteira não sabia, mas só queria continuar fazendo aquilo, a sensação era incrível. Parecendo perceber só então que não teve sucesso em seu primeiro ataque, a criatura pulou mais uma vez, na direção da garota, enquanto a morena pulava juntamente para cima de uma caçamba de lixo e se pendurava nas escadas de incêndio, usando toda a força em seus braços para se erguer, o que funcionou bem... Até os primeiros estalos dos parafusos.
Com os olhos arregalados viu as juntas das escadas se abrindo aos poucos, o que a levaria para uma linda queda dentro dos dentinhos do totó de Satã. Tentando ao máximo permanecer imóvel para não acelerar sua queda, a garota respirou fundo, fazendo uma prece silenciosa e fechando os olhos, esperando um milagre acontecer. Talvez se conseguisse pegar impulso o bastante para se esquivar e correr... Era difícil, mas tinha que tentar. Assim que abriu os olhos, todos os planos da morena foram por água abaixo. Diante de si, havia um garoto de cabelos castanhos e uma jaqueta de couro, que batendo o pé e apontando para longe, conseguiu ganhar atenção do cão, que parecia o obedecer. Mas que diabos? O cão tinha mais do que o dobro do garoto de jaqueta e estava com medinho? É sério? Como havia mandado o garoto com roupa de motoqueiro, o cão correu, e se chocando contra a parede, explodiu em um monte de sombras, que o engoliu por inteiro desaparecendo assim, em meio ao ar. Com a surpresa clara em seus olhos, Fellicity observou a cena atônita, coisa que não durou muito tempo, pois assim que soltou seu primeiro "OH", os barulhos metálicos soaram altos e de uma só vez a escada se soltou, descendo em direção ao chão, e consequentemente jogando a garota contra o solo duro. Uma careta se formou em seu rosto enquanto afagava o local do impacto sentindo a dor aguda subir por seu corpo. O rapaz misterioso pareceu só então se lembrar da presença da garota e sem pressa, caminhou em sua direção lhe erguendo a mão em ajuda. Fellicity aceitou. "Se livrou de uma grande, hein?" Falou em um tom quase brincalhão, deixando mais ainda a morena na completa confusão. Outra careta se formou em seu rosto, enquanto afagava a cabeça e olhava completamente perdida para aquele que havia sido seu herói. Tossiu. "O que simplesmente acabou de acontecer?!" Perguntou em tom alarmado, mas tudo o que o garoto fez, foi dar de ombros indiferente. Pode ver um meio sorriso se formando naquele rosto pálido e desconhecido. "Eu te explico no caminho... Temos um tempinho de viagem.".


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Ater Triantaphylos em Sex Abr 19, 2013 11:43 am

Nome – Ater Triantaphylos.

Idade – 19 anos.

Raça - Semideus.

Progenitor – Deméter.

Motivo – Ater tem grande habilidade com plantas, reconhecê-las, estudá-las e, em alguns casos, saber como usá-las do melhor jeito. Além de gostar muito da terra, a provedora de vida. Sente que realmente tem a alma de um filho de Deméter.

Progenitor Mortal – Zeek Triantaphylos, as únicas informações que tenho sobre ele é que o mesmo era um agrônomo que trabalhava para o governo Grego, motivo pelo qual Deméter teve sua atenção direcionada ao mesmo, além dele ser um ator.

Defeitos e Qualidades – De defeitos há vários, desde o péssimo senso de humor até o jeito chato de ser as vezes. Mas suas maiores qualidades são que o garoto é um bom amigo, sincero, focado e trabalhador, tendo sua personalidade, quase inteira, formada por causa do seu convívio com Deméter.

Cidade natal e atual – O garoto nasceu na Grécia, não sabe exatamente a cidade, foi criado no Olimpo, ou seja, Nova Iorque.

Habilidade – Por morar com Deméter meu corpo conseguiu aprender a trabalhar bastante tempo e ficar pouco cansado, podendo ficar horas debaixo do sol trabalhando na terra ou lutando.

História
Ater nasceu na Grécia, mas por algum motivo sua mãe não o deixou viver com seu pai, levando-o para o Olimpo e criando-o com os cuidados que podia dar. O garoto cresceu aprendendo tudo com os mais diversos deuses, arquearia com Apolo e Ártemis, formando seu intelecto com a ajuda de Athena e aprendendo a controlar suas finanças com Hermes, algo mais conhecido como roubar. Mas o que ele realmente amava era trabalhar com sua mãe, pondo as mãos na terra. Os anos se passaram e o semideus cresceu.

Ele já estava com 19 anos quando decidiu realmente viver sua vida, só que mesmo já treinado sua mãe mandou-lhe ir para o acampamento meio-sangue e assim ele fez. Primeiro teve que descer pelo elevador mágico do Empire State Building, consigo tinha apenas uma adaga de bronze celestial e alguns dólares, ele apenas precisava pegar um ônibus até chegar ao acampamento, mas nada foi tão fácil nesse dia. Ater conseguiu pegar o ônibus, mas seu dia não seria normal. Primeiro ele conseguiu pegar seu ônibus, o motorista era um senhor velhinho, e o ônibus não estava muito cheio. Havia apenas um casal com um bebê, duas velhinhas e duas garotas, todos espalhados pelo ônibus. Ater não reparou nada de esquisito e escolheu um lugar ao lado da janela, próximo a saída do veículo. O tempo passou rápido, logo ele estava saindo da cidade e indo para o estreito de Long Island. Mas as garotas levantaram-se e caminharam para os assentos da frente, sentando dois bancos diante de Ater. O ônibus continuou seu trajeto normalmente, até sair da cidade. Ater estava confiante que logo estaria no acampamento e poderia sair depois de um tempo lá, conhecer o mundo de verdade.

O ônibus já estava próximo da colina, Ater identificou pela figura de um dragão enrolado em um pinheiro alto. Ele fez sinal e logo o motorista parou, o garoto descendo com um leve sorriso no rosto, mas ele estava acompanhado das duas garotas que estavam na sua frente. O transporte foi embora, deixando uma leve trilha negra atrás de si. Ater encarou as garotas e sorriu, elas realmente eram lindas, mas ele tinha um objetivo em mente, virou-se começando a caminhar na direção da colina. Ele estava tão próximo, podia sentir o cheiro dos morangos invadindo seu corpo. Apressou seus passos, tentando ir mais rápido. Quando virou-se atrás das garotas que também desceram no meio do nada não as encontrou, estranhou isso, mas não ligou. Quando virou-se deu de cara com ambas, mas elas estavam diferentes. Seus rosto estavam brancos, suas unhas eram garras e seus cabelos estavam em chamas, realmente elas não pareciam as duas garotas lindas de antes.

- Um semideus que não conseguiu chegar ao seu lindo acampamento e foi devorado por duas empousas... Linda história, né Becky? - disse a que estava mais próxima do garoto, ela tinha um sorriso sádico desenhado nos lábios.

- Certo, Alissa... Eu quero o primeiro pedaço! - pela lógica quem disse foi Becky, a empousa estava mais próxima e logo avançou, lançando-se pelo ar na direção do semideus.

- Hoje o prato principal não está bem temperado... - Ater disse apenas, sacando sua adaga e girando pro lado direito enquanto via a criatura passando, logo sua arma foi cravada nas costas dela, não matando, mas fazendo um belo corte.

Ela gritou sentindo a dor da adaga perfurando sua pele e logo quando tocou no chão voltou para atacar. Lançando-se contra o semideus que dessa vez não foi tão rápido e foi derrubado, recebendo alguns cortes das garras dela em seu peito. Mesmo com o corte ardendo ele conseguiu controlar sua mão e acertar a adaga no peito da empousa. Ela se desfez em um pó dourado, parecido com purpurina, que logo foi soprado pelo vento. A outra ficou pasma por curtos segundos, logo gritou.

- BEEEEEEEECKYYYYYYYYYY! Seu idiota, você a mandou pro Tártaro. Vai pagar com a vida pelo tempo que eu terei de esperar! - ela realmente parecia zangada, sacou um chicote longo, toda a extensão dele estava em chamas.

Ela acertou a mão do semideus, derrubando a adaga e, logo, começou a acertar o chicote no corpo dele. Suas roupas queimando e sua pele ardendo por causa das chamas, fazendo alguns ferimentos muito feios. Sua vida fora do Olimpo fora tão curta, apenas o caminho do Empire State até o estreito de Long Island, algumas horinhas. Não! Não pode acabar assim... ele pensava, tentando lutar para conseguir continuar. Sua lamina estava próxima, ele apenas precisava esticar-se. Mais uma chicotada em seu peito, queimando-o e jogando algumas fagulhas em seu rosto, sua mão caminhando pela terra lentamente até que ele alcançou a lamina e, em um momento rápido de distração da empousa ele atirou a pequena lamina. Ela pareceu voar em slow motion, cortando o ar até cravar no peito da criatura. Um sorrisinho formou-se em seu rosto e ele levantou, caminhando com dificuldade até entrar nos limites do acampamento, caindo aos pés de um garoto que estranhamente era parecido com ele, por algum motivo ele estava armado.

- Quem é você?... - ele falou antes de perder os sentidos.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Roob L. Lafont em Sab Abr 20, 2013 12:49 am


"Roob Lafont"
Ficha de reclamação!
Roobert Leon Lafont
17 anos de idade
Raça: Semideus || Progenitor: Ares
Motivo: Roobert é um rapaz de aparência intimidante, hostil. Sempre acaba se metendo em confusões, brigas e discussões. Além de ter habilidades em lutas não armadas, ele tem grande simpatia por lâminas. Um grande problema dele, é a brutalidade e a pouca paciência, o que fez com que sua mãe tomasse uma decisão que mudaria a vida dos dois. Por este motivo, escolhi Ares como seu progenitor, pois se encaixaria melhor com a história.
Progenitor mortal: Clarisse é uma mulher ambiciosa, egoísta e de uma personalidade cruel. Com tudo, ela se preocupa com a família. Empresária já aposentada, sempre tentou manter Leon longe dos problemas divinos, achando que aquilo só pioraria a situação do rapaz. Não se sabe como ela conheceu o deus da guerra, apenas se sabe que ela o odeia.
Defeitos e qualidades: Há mais defeitos do que qualidades, que são eles: paciência limitada, raiva exagerada, brutalidade e fúria. Em qualidades, ele é sútil e educado, até certo ponto.
Cidade natal e atual: Roobert nasceu em Miami, Flórida. Viveu lá até seus dez anos, até que sua mãe percebeu que sendo o mesmo estado de São Francisco, o filho corria riscos. Então ele se mudou para Nova Iorque, onde viveu até o dia em que tudo mudou.
Habilidade: Roobert tem habilidade em lutas, tendo grande maestria, por ter treinado em sua adolescência. Ou seja, em uma luta não armada, ele tem poucas chances de perder ou de receber muitos golpes, dependendo do inimigo.
"História.."
Deveria ser mais um dia normal para Roobert. Mais um dia cursando o ensino médio, participando das aulas de luta e se divertindo com os maus elementos da sala. Bem, ele era um deles. Mas não foi assim... naquele dia, ele estava prestes a descobrir a verdade sobre sua origem. O verdadeiro motivo de sua personalidade temperamental.

O local era completamente fechado, escuro, com apenas uma luz que mantinha-se na direção do garoto. Ele estava amarrado em algo, e mesmo que tentasse, não conseguia se soltar. Ele não sabia o que estava acontecendo, mas não era motivo para demonstrar desespero. Poderia ser apenas uma brincadeira dos amigos, mas... que amigos? Ele sabia que tinha amigos, mas não se lembrava de nenhum. Na verdade, não se lembrava de quase nada. Não se lembrava de seu nome, sua idade, nem mesmo se tinha uma família.

▬ Olá, pequeno guerreiro... como se sente? ▬ falou alguém do fundo da sala. A voz era feminina.

Roobert tentou dizer algo, mas sua voz não saía. Era possível ver uma silhueta entre as sombras. Naquele momento ele estava um tanto receoso, mas mantinha a calma enquanto tentava se soltar. Um sorriso ecoou por todos os lados.

▬ Oh, querido. Não se preocupe, nada de ruim acontecerá com você... ainda. E nem tente se soltar, são correntes forjadas por Hefesto. Super-resistentes!

" O que ela está dizendo?, pensou ele consigo mesmo. A medida que o tempo passava, o receio aumentava e ele sentia que logo seria impossível não demonstrar desespero. Podia ser observado um sorriso maldoso na mulher, mesmo que o resto fosse ocultado. Quem era Hefesto? Quem era aquela mulher? O que ela queria com ele? Ele se perguntava isso a cada minuto. E como se ela pudesse ler sua mente, respondeu essas mesmas perguntas:

▬ Acho que deveria ter mantido as lembranças das aulas de mitologia... se é que você prestava atenção. Bem, eu sou a quem você servirá no futuro e Hefesto... bem, isso não vem ao caso. Eu apenas queria observar meu gracioso e destemido semideus, antes que o mandasse para aquele ninho de problemas. Bem, que seja. ▬ falou ela, estendendo a mão em sua direção.

Por fim, Leon havia conseguido proferir as seguintes palavras:

▬ O que? O que está fa...

Uma luz intensa iluminou o local, obrigando Roob a fechar os olhos e olhasse para baixo. Mesmo que tivesse feito aquilo, a luz havia provocado algo nele, que fez com que ele caísse, desmaiado, inconsciente.
...:::...

Ele acordou do lado de um pinheiro. Do seu lado havia a subida de uma colina, e do outro havia um lugar estranho e diferente. Garotos e garotas portavam espadas, lanças e algumas armas raramente usadas no dia a dia. Também havia garotos bodes, com a parte de cima do corpo de garoto e a de baixo peluda e com cascos, além de chifres entre os cabelos. Um homem metade cavalo, aproximava-se, junto com um outro homem, barbudo e com uma expressão de desgosto no rosto.

▬ Bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue, rapaz.


Fiz uma história diferente, pois é baseada em uma futura trama || THANKS, FTAS



..:ROOBERT LEON LAFONT:..
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Samantha Black em Qui Maio 02, 2013 3:44 pm



Samantha Black



Love hurts, so do I






Nome – Samantha Black

Idade – 14

Raça – Semideusa

Progenitor – Aphrodie

Motivo – Para provar que o poder da deusa do amor pode ser muito grande. Quero mostrar que seus filhos podem ser bons guerreiros sem perder a pose (Além dela ter conseguido todo o meu respeito de admiração depois de “O Herói Perdido” xD).

Progenitor Mortal – Daniel Black, um homem bonito que já fora guitarrista em uma banda.

Defeitos e Qualidades
Qualidades: Amigável, leal à todos que ama, corajosa quando precisa e geralmente é atenta quanto as coisas que acontecem a sua volta.

Defeitos: Não tem muita paciência com as coisas, é preguiçosa, demora a realmente confiar nos outros.

Cidade natal e atual – New York²

Habilidade – Tem ótimos reflexos e consegue pensar rápido durante uma luta, além de conhecer vários “estilos” de lutas devido aos fins de semana jogando com seu pai.

História – Daniel, ou Dan para os mais próximos, era um homem bonito, de cabelos loiros rebeldes, lindos olhos verdes e um corpo capaz de fazer qualquer mulher suspirar, parecia ser uma daqueles Badboys de filmes para adolescentes. Dan era guitarrista de uma banda que estava começando a ficar famosa pela cidade e ganhara várias fãs com isso, ele, por ser muito mulherengo, acabou aproveitando-se da situação. Mas o que Dan não esperava era que acabaria apaixonando-se por uma delas, mas não uma qualquer, a mais bela de todas as suas fãs.

O relacionamento durou alguns meses, os dois se amavam muito e compartilhavam vários gostos parecidos. Até que um tempo depois a mulher ficou grávida, Daniel ficou muito feliz com a notícia, acompanhou toda a gravidez da mulher de perto, e até mandou fazer vários vestidinhos com estampas das suas bandas de rock favoritas quando soube que era uma menina. Mas depois do parto a mulher entregou a criança à Dan e foi embora dizendo que eles não poderiam ficar juntos por um motivo que ela não poderia revelar. O guitarrista ficara completamente arrasado, mas deu continuidade à sua vida, afinal agora tinha uma criança para cuidar, ficou alguns meses a mais na banda para eles conseguirem outro guitarrista e então começou a trabalhar como garçom para ter maior estabilidade.

Samantha Black nascera no dia 19 de Abril de 1999 em Nova York e era uma filha de Aphrodite com um roqueiro bonitão.

---x---
Samantha, ou Sammy, como gosta de ser chamada, teve uma infância normal, com a exceção de sua dislexia, hiperatividade, o fato de nunca ter conhecido sua mãe (e seu pai evitar o assunto), de ter sido expulsa de todas as escolas na qual entrara, além de vários acontecimentos estranhos que aconteceram consigo ao longo da vida.

Uma vez, quando estava no 6° ano, uma de suas professoras transformou-se em um bicho estranho que parecia uma cobra e tentou atacá-la, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa uma flecha vinda da janela acertou-a na cabeça e então ela virou pó. Sammy achou tudo aquilo muito estranho e já estava esperando sua expulsão novamente – e talvez até sua prisão – mas quando tomou coragem para falar sobre a mulher com alguém simplesmente falaram que não tinha ninguém ali com aquele nome.

Ou quando jurou para seu pai que tinha um cabalo com asas voando no céu e ele não acreditara de modo algum. A garota até apontara várias vezes para o mesmo mas ele insistiu que aquilo era apenas uma nuvem e que ela estava imaginando coias.

Sua vida dentro de casa era um pouco complicada. Seu pai não conseguia esconder a frustração de ver a filha sendo expulsa de uma escola diferente todo ano, e Sammy culpava-se por seu pai não estar muito feliz, tocando em alguma banda famosa. Ela sabia que se ela não tivesse nascido seu pai seria um grande astro do rock agora. Mas, apesar de tudo, os dois se amam, vivem perturbando os vizinhos com música alta até tarde e sempre que podem vão à shows de suas bandas favoritas. Daniel havia ensinado praticamente tudo que a garota sabia - já que a mesma descarta toda a informação que adquiriu na escola por considerá-las inúteis - sobre o mundo, a música, as artes e inclusive sobre uma das paixões de Dan: os games (mas Sam só gosta dos de luta por causa da sua dislexia).

A vida de Sam começou a se complicar quando estava voltando da casa de sua amiga e mais uma daquelas mulheres-cobras aparecera para infernizar sua vida, porém desta vez nenhuma flecha apareceu do nada para salva-la. Ela teve que desviar e bloquear vários ataques até que um ser estranho apareceu e acertou acertou a cabeça daquela mulher com um troço de madeira, fazendo-a ficar desacordade.

-Muito obri- Isso são pernas de bode!? - Sammy perguntou quase gritando.

-Finalmente alguém acertou! Sim, são, mas não temos muito tempo, tenho que te levar para o acampamento. - Ele respondeu já pegando-a pelo braço enquanto andava.

-Que acampamento? Por que? E que fantasia estranha é essa que você está usando? É algum tipo de Cosplay?

-Acampamento Meio-sangue! Tem várias outras pessoas lá que nem você. E isso não é uma fantasia, achei que você acreditaria depois daquela dracaenae.

-Mas eu não posso simplesmente ir com você. E meu pai? Meus amigos? E eu acabei de te conhecer!

-E eu acabei de salvar a sua vida. Iremos contatar todo mundo que for preciso e explicar do melhor modo possível tudo o que aconteceu. E... Isso é uma latinha de refrigerante? - Ele perguntou apontando para a lata na mão da garota.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Farah Jones Walker em Sex Maio 10, 2013 9:22 pm




...

Sentindo a catástrofe, mas sabe que pode voar para longe.

"

Nome - Farah Jones Walker

Idade - 18 anos

Progenitor divino- Hefesto

Motivo

Eu sempre gostei de coisas envolvidas com mecânica ou engenharia. Sempre levo comigo, um pequeno estojo com ferramentas que sua mãe me deu quando tinha 7 anos. Sem falar que eu sempre fazia pequenas engenhocas.

Progenitor Mortal – Aisha Jones Walker

Defeitos e Qualidades – Amigavel, carinhosa e gentil, essas são as minhas qualidades. Talvez o meu maior defeito seja a tímidez, nunca consigo se aproximar de alguém, principalmente os garotos, quando me aproximo fico mais tímida do que o normal.

Cidade natal e atual - Paris (cidade Natal) e Long Island(cidade atual)


Habilidades

- Ter facilidades de montar e desmontar equipamentos eletronicos (Como: uma camera fotografica, controle, pequeno rádio, etc.)

- Saber tocar um pouco de violão


História

Era um pouco estranho, mas desde pequena sempre gostava de inventar coisas, eu não sabia o porquê. Tinha a maior facilidade de montar e desmontar um controle remoto, um radinho de pilha.
Minha mãe é uma grande e famosa engenheira mecânica em Paris. Faz várias invenções incríveis, e sempre estava inventando alguma coisa mais eficiente e tecnológica a cada projeto.
Sempre a admirava fazendo aquelas invenções e projetos lindos, e sempre ficava pensando se meu pai também era assim. Só por curiosidade perguntei a minha mãe sobre o meu pai, ela falara que ele era um bom homem e que tinha uma grande beleza interior, ele sempre amou a mim e ela mas tivera que partir a negócios, mas nunca mais voltou.
Segundo ela, meu pai foi morar nos Estados Unidos para trabalhar numa empresa de carros. Ele também é engenheiro mecânico. Fora isso eu não sei mais nada sobre o meu pai, nunca vi nenhuma foto, ele nunca me mandou presentes, nenhum e-mail ou carta, nada.
Minha mãe e eu morávamos sozinhas, sempre me dei bem com ela. Eu a considerava como minha melhor amiga. Dois dias depois de eu completar 10 anos, ela descobriu que tinha leucemia e estava grave, quando ela estava trabalhando acabou desmaiando. Ficou meses no hospital, porém ela não aguentou mais e chegou a falecer, cheguei a morar a um tempo na casa da minha avó em Albany, na capital de Nova York, dias depois que minha mãe faleceu. Quando eu completei 13 anos coisas estranhas começaram a acontecer, monstros me perseguiam, falam uma língua estranha, parecia grego talvez. Com muito medo, eu fugia deles, mas eles tentavam me atacar e por sorte eu saia com apenas ferimentos leves.
Sem falar dos sonhos estranhos que pareciam reais, quase todas as noites, sonhava que estava tipo numa forja e vinha um homem com uma cara deformada forjando espadas, a cada sonho ele forjava algo diferente.
Cheguei a contar para a minha avó, mas ela zombava de mim e sempre me achava uma lunática. Com o tempo ela começara a me tratar mal e ficar zombando de mim, pois sempre tentava enfrentar os monstros e parecia que ela estava vendo outra coisa, para ela sempre estava metida em encrencas. Quando ela me dava broncas ou me xingava, eu cerrava os meus punhos e os sentia quente, era muito estranho.
Certo dia, uma das parentes da minha avó, uma prima que viera de Paris eu acho. Essa prima da minha avó me olhava com desdém,igual a ela. Muita das vezes ela murmurava algo em grego, igual as criaturas que me perseguiam.
Estava sentada na varanda fazendo uma hélice de helicóptero mas só que de papel, girei-a e ela foi voando pelo o ar. Ela estava carregando suas malas e começou a berrar meu nome. Revirei os olhos e me levantei da cadeira.
— Venha aqui me ajudar sua imprestável! —
— Já estou indo. — Disse com menor animo possível. Indo onde ela estava.
Fui andando até a sala e a parente da minha avó estava de uma forma muito estranha. Ela tinha asas , garras e uma carranca horrível.
“Terei que enfrentar esses monstros.” Pensei cerrando meus punhos senti eles bem quentes , pareciam que estava pegando fogo. Olhei para os lados rapidamente, procurando algo para me defender. De repente vi uma faca que estava na mesa da sala e peguei-a.
A prima da minha avó começara a rir e partiu para cima de mim, me empurrando e me fazendo bater com as costas no armário de livros. Tentei me levantar e encravar a faca na barriga dela, mas não tive muito sucesso ao fazer isso. Ela me dera um arranhão no rosto, não tão muito grave, dei um soco nela e a chutei, ela caiu no chão e comecei a enfiar a faca no coração da mesma. Quando eu estava fazendo isso minha avó que estava no quintal tinha voltado para dentro de casa para ver o que estava acontecendo. Ela ficou bastante horrorizada, eu não sabia exatamente o que ela estava vendo, mas eu só apenas sabia de uma coisa. Que ela estava vendo outra coisa do que eu estava vendo.
— O que você fez com a Millian ? Você a matou... Sua monstra. — Disse minha avó ainda horrorizada.
— Ela... Ela tem asas... —
Eu me levantei e a minha avó deu um forte tapa em meu rosto, meus olhos se encheram de lagrimas e apenas com aquela faca junto com o meu pequeno estojo de ferramentas e fugi da casa da minha avó.
Pra mim eu pensava que se eu enfrentasse um daqueles monstros eu iria ficar livres deles para sempre, porém eu estava enganada. Quando fugi da casa minha avó, além de dormir em ruas, enfrentei vários monstros, alguns até disfarçados de humanos.
Tentei sair de Albany e ir para algum outro lugar, fui parar em Manhattan e os problemas com os monstros pioraram, em uma dessas fugas me esbarrei com uma garota e um garoto. A garota tinha olhar calmo e gentil e o garoto também, mas tinha um problema, ele era metade humano e metade bode.
— Você...Você é metade bode e metade...Metade humano... — Disse atônita. — Você é um daqueles monstros? — Disse assustada apontando a pequena faca para ele.
— Calma, calma ! Eu não vamos te machucar... Estou vendo que você vê através da nevoa,né ? —
— Hãn ? Ver através da nevoa ? —
A semideusa sorriu e olhou para a minha pequena faca.
— Você está se protegendo com isso ? —
Apenas assenti fitando a faca. Ela sorriu e me deu uma adaga de bronze celestial. Eu peguei a mesma e fiquei fitando cada detalhe da mesma e encantada.
— Tome aqui você vai precisar, essa adaga é feita de bronze celestial, é muito letal para qualquer criatura que você viu durante esses dias. —
— Meses... Se for possível , anos. — corrigi-a.
— Você tem que vir conosco — Disse o garoto bode.
— Eu não conheço vocês... Vocês vão me levar para aonde ? — Questionei bastante assustada com aquela história.
— Fique tranquila, vamos te levar ao lugar seguro... Lá tem crianças e adolescentes iguais a você e enfrentou esses monstros que você viu ao longo desses anos. — Disse a garota dando um sorriso de canto. — Alias, qual é o seu nome ? —
— Fa...Farah — Tentei dizer.
— Uhnn... Meu nome é Susan e esse é o Jack, ahn... Ele não é bode e sim um sátiro... —
Jack acenou e um pouco tímida acenei de volta também.
— Susan, vamos ! Precisamos voltar para o acampamento, antes que o prazo da nossa missão esteja esgotado. — Disse Jack um pouco apressado e a Susan assentiu.
Eles foram correndo pelas ruas até onde ficava um ponto de táxi e eu fui correndo atrás dele.
— Acampamento ? — Ainda correndo, perguntei.
Susan olhou para trás e assentiu.
— Sim, o Acampamento meio-sangue... Quando chegarmos lá nos explicaremos tudo a você... —
Apenas assenti e junto com Susan e Jack entramos dentro de uma van de uma empresa de morangos e fomos diretamente para esse Acampamento Meio-sangue.[/center]

Day: é sexta feira /o/ Place: --- With: --- Humor: --- Clothing: Link
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Ezio Auditore em Seg Maio 13, 2013 1:03 pm

Nome:
Ezio Auditore

Idade:
13 anos.

Raça:
Semideus

Progenitor:
Érebus

Motivo:
Segundo a Teogonia, de Hesíodo, Érebus era a personificação da profunda escuridão, o criador das sombras e das trevas. Tinha seus domínios demarcados por seus mantos escuros e sem vida, predominando sobre as regiões do espaço conhecidas como Vácuo logo acima dos mantos noturnos de sua irmã Nix, a personificação da noite. Além disso, é simplesmente por me identificar com o Deus.

Progenitor Mortal:
Elizabeth Auditore – Uma bela senhora, já com seus trinta e quatro anos, muito bondosa com seu filho, porém sempre viviam em bairros pobres, mesmo tendo certo dinheiro. Sua mãe era sábia, porém muito atenta, as vezes se fazia, para não ser paranoica perto do filho, cabelos negros, e olhos castanhos claros, uma mulher nem alta nem baixa, nem gorda nem magra, em seu auge.

Defeitos e Qualidades:
O jovem Auditore tem uma mente bastante ampla para o mundo comum, por estudar em escolas boas, tem como seu maior defeito a impulsividade e descontrole, é um garoto que não julga pelo exterior e sim pelas atitudes, não suporta mentiras, enfim, um garoto um tanto quanto diferente dos outros.

Cidade natal e atual:
São Francisco – Acampamento meio-sangue

Habilidade:
Desde pequeno é treinado nas artes do muay thai, em uma academia – sua mãe se preocupava com sua segurança – além de ser bastante ágil por isso, também trinava parkour aos fins de semana, pois gostava.

História:
Poucas lembranças o garoto guardava sobre sua infância, muita neblina ocultava seus pensamentos, a zona onde moravam lhes deixava ainda mais escondidos de uma sociedade preconceituosa, porém com muitas oportunidades. Noites ruins se aproximava, seu décimo terceiro aniversário estava por chegar... Mudando de cidade a cada dois, as vezes um ano, sua infância foi tomada por estudos e esportes, quase sempre próximo a sua casa o jovem Ezio passou parte de sua vida dentro de apartamentos e casas pequenas, sua mãe tentava lhe agradar, mas sentia em si mesmo que aquele não era seu lugar...
Sonhos ruins a cada vez que seu aniversário se aproximava mensagens não compreendidas e diversas noites em claro, medo, era o que o garoto sentia ao dormir... Medo de seus próprios sonhos e pesadelos...
Uma longa jornada ainda o aguardava. Em uma noite de chuva, véspera de seu aniversário, sua mãe cobria a casa com produtos que cheiravam forte e mal, preparava suas malas e as do garoto, mais uma mudança.
Seu dia de aniversário teria sido um desastre, dentro de um taxi que ia sabe-se lá para onde, até um momento inesperado... O taxi para, no meio da estrada, sua mãe agradece e manda o Ezio descer, seguindo as ordens de sua mãe, o jovem pega suas coisas e desce do taxi. Quando o jovem abre a porta, algo destroça a mesma, uma criatura grande, com chifres, a porta estava cravada nos mesmos agora. O garoto desce rapidamente do taxi e corre para defender sua mãe, ela então entrega uma pequena carta para ele, e o manda correr para a floresta, sempre reto, até chegar a um acampamento ou ficaria seguro... Ela então puxa um tipo de bracelete que explode em escuridão e vácuo, lançando Ezio contra uma árvore...
Quando o jovem abre os olhos, nada mais estava lá, apenas um grande buraco no chão... Chorando o garoto pega a carta que sua mãe lhe entregara, logo que olha, lê... “Te amo, Ezio”...
Em desespero toma seu peito, a manha de seu aniversário é tomada por nuvens escuras, sua visão fica embaçada e avermelhada, o mesmo corre para a floresta sem parar... Até avistar um pequeno arco, formando uma passagem, quando adentra...
Desmaia
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Arthas Menethil em Seg Maio 13, 2013 1:58 pm

Nome:Arthas Menethil

Idade – 13

Raça – Semi-Deus

Progenitor – Ares

Motivo – Originalmente, Arthas Menethil é um personagem de Word of Warcraft, no jogo, ele é um servo da luz, mas sua raiva sempre foi descontrolada. Quero gerar um personagem a imagem dele.

Progenitor Mortal – Elena Menethil era uma mulher simples, não era rica nem pobre, era muito carinhosa, porém ao mesmo tempo rigorosa. Sempre colocou preção demais no jovem Arthas, tinha olhos amendoados cor de avelã. Seus lábios eram pequenos e quando a mesma ficava irritada, os comprimia um contra o outro ao ponto deles nem serem vistos.

Defeitos e Qualidades – Arthas sempre foi “um pouco fora da casinha”. Para não seguir o constante padrão dos semi-deuses, a mãe o colocou em uma escola militar em tmepo integral. O jovem sempre foi bom em atividades físicas, mesmo não tendo muito miolos. Age por impulso e tem um senso de justiça muito grande, fazendo na maior parte das vezes, ele espancar um valentão que estaria atormentando alguém mais fraco.
Cidade natal e atual – Cidade Natal: Kansas. Morando atualmente no Acampamento Meio-Sangue.

Habilidade – Impulsividade. O jovem se atira sem pensar nas situações onde alguém corre perigo.

História
Dos 0 aos 13, o jovem Arthas teve uma vida normal e feliz. Sua mãe era solteira e trabalhva o suficiente para sustentar sozinha os dois.
As primeiras memórias do garoto, eram de um homem com maxilar quadrado, olhos cheios de uma fúria e braços grandes e fortes. Ele olhava para o menino com certa esperança, mas, quando o jovem corria em sua direção para abraça-lo, ele sumia novamente e apenas uma voz restava repercutindo em sua mente:

“Ele não se importa garoto... Mas eu me importo... Quero você seguro...”

Seus olhos se abriram novamente. Acima nada mais que um teto de PVC. Outro daqueles sonhos... Estavam se tornando mais freqüentes conforme seu aniversario se aprocimava ainda mais agora que ele finalmente tinha chegado. Arthas ergue-se de sua cama sentindo os músculos se contraírem durante os breves momentos ao qual o jovem se espreguiçava. Seus olhos fitavam pesadamente o espelho que ficava a sua frente. E ele estava deplorável... Seus cabelos loiros, herdados de sua mãe, estavam embaraçados, seu alito estava deixando a ele próprio sufocado naquele minúsculo quarto. O memso se curvou levemente e puxou a caixa, onde estavam todas as suas roupas, de baixo de sua cama. Vestindo uma camisa branca, calça jeans rasgada nos joelhos, meias cinza-escuras e um tênis Adidas comum, branco com duas faixas azuis nas laterais. Por fim, o mesmo aperta sua icnta em torno da cintura. O mesmo se dirige a porta, sentindo o frio da massaneta ser envolvido por sua mão ainda aquecida, o mesmo gira em 180 graus a mesma, abrindo a porta. A madeira do segundo andar começam a rangir conforme o mesmo começa a caminhar na direção ao banheiro. Adentrando o mesmo, se depara com sua mãe catando “Sweet Child O’ Mine” dos Guns N’ Roses durante o banho, ao ver que o filho entrará no banheiro, a mãe para de tocar sua guitarra invisível e da bom dia ao garoto. A mesma não se importa com a presença do jovem e continua o banho. O garoto apenas responde brevemente o bom dia, o sono ainda estava deixando sua mente turva e até o momento, ele estava no automático. O mesmo realiza as igienes básicas e saceia sua necessidade fisiológica de expelir liquidos pelo pênis, o mesmo toma a mochila no braço e começa a caminhar pé por pé na direção da porta de saída, porém, ao uma mão firme envolver seu ombro. O jovem se vira com certo pesar nos olhos. Sua mãe sorri e lhe dirige a palavra:
-Tentando fugir de novo é? – Ela sorri de forma maldosa – Você vai tomar sim um caé com sua mãe!
A mesa estava repleta de... Bom, quase nada. Tinha um pão de forno partido sobre um prato e pasta de amendoion, a favorita do garoto, sobre a mesa. Após uma refeição breve, Arthas finalmente consegue sair de casa, depois de, claro, mais um grande sermão. O dia passou rápido. A escola pareceu apenas um sonho e derrepente, já era noite e o mesmo estava na parada de ônibus esperando o transporte publico. Algo estava errado... A rua toda estava vazia, mas ao final dela, um par de faróis era visto nitidamente. Um taxi mal acabado para na parada e de subto momento, abre sua porta, uma mulher, minimamente perfeita puxa o garoto para dentro. Os olhos dela pareciam constantemente mundando de cor e tão rápido quando as cores mudavam, ela retocava a maquigem, com uma habilidade realmente surpreendente. A mesma parou e falou:
-Ora... É realmente seu filho. Até ficou com a boca aberta quando me viu... Isso me lembra alguém de tempos atrás...
Um homem carrancudo sentado a frente de ambos não demonstrava muita emoção... Só os olhos dele... Eram de um castanho avermelhado e tinham... Fúria dentro deles. Onde já tinha visto esses olhos...? Se perguntou o jovem, porém, ele não conseguiu se lembrar.
Finalmente, o jovem percebeu que o tax estava se movendo e três velhas brigavam no banco da frente trocando um objeto circular entre elas. A mulher lhe explicou que aquele era o presente do jovem. Eles iam leva-o a uma espécie de acampamento. Sua mãe já estava ciente do fato e tudo ia ficar bem. O tom e beleza da mulher não abriam espaço para discuções... Subtamente, o taxi parou e abriu a porta, o porta malas se abriu de subto e arremeçou uma mala pequena na grama. A frente, uma trilha entre as arvores levando a local nenhum, aparentemente. O homem apontou na direção da mesma e faliu: -Ali é sua nova casa. Você deve se manter sempre dentro. Se fortaleça. Me de orgulho garoto. Estou apostando mais de uma ficha em você...
Tudo estava muito confuso. Arthas tentava não mostrar suas duvidas e por isso, apenas seguiu a trilha de árvores até chegar a uma passagem. Sobre ela letras diformes que começaram a se embaralhar, o primeiro pensamento do garoto foi “maldita dislexia”, porém, logo as letras se organizaram.

“Acampamento Meio-Sangue”

Sem ezitar, o jovem fechou os olhos, serrou os punhos e avançou na direção da passagem.
Adentrando o “acampamento” o jovem viu dezenas de jovens brandindo espadas, escudos, lanças, adagas e arcos e flechas. Um homem com... Bunda de cavalo! Ele estava vindo na sua direção e o garoto arregalou os olhos antes do mesmo fazer uma leve curva no ultimo segundo e o curculou. O homem tinha um rsoto carismático. Ele percebeu na hora as questões que abalavam o jovem e explicou a ele o que era aquele locau e que a noite na fogueira, o mesmo teria mais respostas.

Foi uma noite até que intereçante. Ele acompanhou o Homem com Bunda de Cavalo, que aparentemente se chama Quiron até uma grande fogueira. Ela queiva em diverças cores, o que fez o jovem lembrar dos olhos da mulher que vira a pouco. Quando todos se silenciaram, o jovem percebeu que um objeto flutuava sobre sua cabeça incrédulo o garoto olhou ao centauro e falou quase em desespero:
_O que diabos é isso?!
Observando a cabeça do garoto, o homem falou:
-Significa que vai ficar no chalé de Ares. Bem vindo ao acampamento Meio Sangue, Arthas.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Brianna A. K. Bering em Seg Maio 20, 2013 2:32 pm

Nome – Brianna Alter Kautzmann Bering

Idade – 17, mas aparento ter 18

Raça - Semideusa

Progenitor – Hefesto

Motivo – Por eu ser uma amante tecnológica, e também por admirar os feitos do Deus escolhido.

Progenitor Mortal – Emma Bering, 30 anos. Foi encontrada morta, por motivos "inexplicáveis". Era dona de uma construtora em Nuuk.

Defeitos e Qualidades – Defeitos: Grudenta, mimada e arrogante. Qualidade: Astuta, inteligente e protetora.

Cidade natal e atual – Berlim cidade natal, Nuuk cidade atual.

Habilidade – Dons com arte e música.

História:
Morar na Groelândia não era uma de minhas melhores escolhas. Mas, o que eu poderia fazer se eu estava fugida? Pois é, minha história é cheia de complicações. Eu morava na Alemanha, com minha mãe de nome Emma Bering e com meu padrasto Lennon. Eu tinha uma vida normal, tinha um dom para a tecnologia e a construção de qualquer coisa, eu era bem vista de forma fascinante. Isso, até os 12 anos. Nessa época, não existia ataques ou qualquer coisa do tipo. Estava sendo perseguida, não só pelos monstros, mas pela polícia. Minha mãe, Emma, me mandou para Nuuk, a capital da Groelândia para viver em "paz". Se fosse só assim.

Noite de aniversário, 13 de Agosto de 1996

Eu tinha poucos amigos, na verdade apenas um só. Hersh, um garoto de dreads e muletas, se vestia de uma forma tão estranha, que era engraçado. Hersh sabia de tudo que eu tinha feito, mas ele não se importava, o que me deixou mais próxima dele. Estava montando um robôzinho em forma de lobo, quando ouvi alguem atirar uma pedra na janela. Me levantei do banco e observei a janela e disse:
-Quem é?

-Desculpe, não te vi, desça ai agora

Fecho a janela e desço até a porta onde estava um garoto vestido de vermelho me encarando, reconheci que era o Hersh.

-O que você quer comigo as 22:30 e com essa pressa toda? - Perguntei com a bochecha suja.

Ele me olha de cima para baixo, me estranhando por eu estar de pijamas ao invés de dar uma festa, mas então limpou a garganta e prosseguiu:

-Eu vim te levar para um local seguro.

Eu faço cara surpresa, como assim me levar para um local seguro?

-Desculpe, eu não entendi o que você me disse.


Ele revira os olhos enquanto repete:

-Você tem que vir comigo, e rápido, antes que...

Ele me puxa quando de dentro de minha casa sai um punho enorme, armado de uma clava e um mal cheiro. Um Ciclope avançava em minha direção e Hersh diz:

-Cuidado, Bria, ele está aqui pra te matar

Fiz uma cara de dúvida:

-Como assim me matar?


-Você é uma semideusa, assim como Hércules e Aquiles, mas tome cuidado com... - Hersh é interrompido por um golpe muito
bem dado nas costas dele pela mão gigante do minotauro, fazendo ele ficar no chão me encarando sem poder se mexer.

-Brianna, foge logo antes que ele te pegue.

Não penso duas vezes e corro o máximo que eu puder, procurando algo em casa para derrubar ou afugentar aquilo, e também ganhar tempo até Hersh se recuperar.
Olhei em toda minha volta e encontrei um martelo e alguns objetos, e tranquei a porta do quarto com o guarda roupa e com a minha cama, e pego uma pistola de pregos, fazendo uma mini arma suficiente para aguentar o Hersh acordar. O Ciclope, mais forte que a barreira improvisada, arrombou a porta e eu por instinto atirei quatro pregos em seus olhos, cansada de correr e de fugir dos golpes.
O ciclope gritou e urrou de dor, fazendo recuar e Hersh, agora recuperado do golpe, decepando a cabeça do minotauro. Hersh vem até mim, preocupado:
-Brianna, você está bem?
Eu sussurro fechando os olhos, estava muito cansada e fraca:

-Estou...bem...obrigada.

~Chega ao Acampamento:

Quando eu acordo, eu acordo em uma maca, em um local muito belo, com várias pessoas com roupas de enfermeiras, então pensei: "Será aqui o acampamento?"
Quando me levanto, Hersh vem até mim e me leva até um centauro chamado Quírion, que me explica sobre os deuses, sobre o caso dos deuses com os humanos, de que isso nao era coisa de histórias. Por curiosidade, eu perguntei se ele sabe quem é meu pai. Ele diz pra mim dizendo que era para eu associar as minhas características com a de um dos deuses gregos. A noite, teve uma reunião na fogueira, onde os semideuses seriam reclamados, e eu decidi ir, quem sabe eu seria reclamada.
Quando vi vários campistas sendo reclamados, eu não estava ali, estava observando as forjas, admirada pelo tamanho e o som das máquinas, quando surgiu em minha cabeça um holograma de um martelo batendo em uma barra de ferro e Quírion disse:
-Descobriu agora de quem é filha?
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Emma M. A. L. Fritzl em Sex Maio 24, 2013 2:52 pm

Nome – Emma Margareth Alummia Lynn Fritzl

Idade – 17 anos

Raça - Semideusa

Progenitor – Hermes

Motivo – Por ser uma boa ginasta, ser rápida e ter as "mãos leves". E sim, Hermes é considerado também patrono da ginástica.

Progenitor Mortal – Margareth Fritzl, 35 anos. Maior ginasta da história, ainda permanece viva em Varsóvia, na Áustria.

Defeitos e Qualidades – Defeitos: Frieza e Imperialidade, suas maiores qualidades é ser astuta e protetora.

Cidade natal e atual – Cidade Natal: Dublin. Cidade atual: Varsóvia.

Habilidade – Faixa preta em várias artes maciais, como karatê.

História –
Emma era uma garota problemática. Ela morava com sua mãe, Margareth, em Dublin, na Irlanda. Emma era conhecida desde pequena por ter as mãos leves, tanto que aos 10 anos foi enviada para um reformatório. Lá dentro, Emma conheceu Carl, um garoto que se tornou seu melhor amigo. Lá dentro também, Emma se tornou uma corredora melhor do que era antes, conseguindo fugir de lá. Aos 13 anos, Emma praticou artes maciais, e ganhou prêmios com isso, mas o seu maior forte era a corrida. Nessa mesma idade, Emma e sua mãe começaram a serem atacadas, e Emma não sabia por que. Carl, por ser melhor amigo dela, sua mãe chamara ele com Emma, para que pudessem ir juntos a Varsóvia, pensando ela que sobreviveriam sem perigos. Emma, no seu aniversário de 15 anos, estava pronta se arrumando quando sua mãe e Carl chamaram ela e conversaram. Emma olhou para Carl, que disse de forma calma:

-Emma, sabe que você é minha melhor amiga, certo? Então, eu e sua mãe, Margareth, achamos melhor que você venha comigo para um local especial.

Suspirei ao ouvir aquilo e pensei em ser um outro reformatório, mas minha mãe, com sua voz doce e calma, disse:

-Lá é um local para pessoas como você, filha. Lembra que eu disse que você não conhecia seu pai, e eu não podia falar dele pra você? Lá, nesse Acampamento, você terá as informações necessárias sobre ele.

Olhei pra Carl e ele sorriu e me deu a notícia mais chocante: Eu sou uma semideusa. Minha mãe arrumou uma mochila com o básico pra mim, e sai de minha casa com Carl, que era um sátiro, em direção a Long Island, na verdade, a um aeroporto. Carl me olhou e olhou para uma moto. Sorri para Carl e disse:

-Achado não é roubado!

E roubei a moto, como eu fazia sempre que queria algo, e segui para o aeroporto, após várias turbulências, chegamos a Long Island, e correndo de tudo, chegamos a porta do Acampamento Meio Sangue.
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Ficha de Rick V. Loveless

Mensagem  Convidado em Dom Maio 26, 2013 10:41 pm

Nome – Rick Voese Loveless

Idade – 17

Raça - Qual sua raça? Semideus

Progenitor – Eros, Deus do Amor ><'

Motivo – Amor? Bom , eu amo ver essas pessoas que se amam, e eu me apaixono muito facilmente. Gosto muito desse deus, e amo fazer as pessoas namorarem e se apaixonarem umas pelas outras.

Progenitor Mortal – Kayla Voese.

Defeitos e Qualidades Defeitos ~~> Sou Uma pessoa muito Perfeccionista
sendo essa característica um defeito para muitos, mais para mim é apenas uma das táticas que me fazem atingir os objetivos. Sou muito orgulhoso e metido algumas vezes;

- Qualidades ~~> Sou uma pessoa muito extrovertida , simpático e sou capaz de fazer muitas amizades e protejo todas as minhas amizades.



Cidade natal e atual – Nasci em Los Angelas, mais com a morte da minha mãe... Fui morar no acampamento.

Habilidade Loves Voice : Essa Habilidade me permite de fazer as pessoas se apaixorem uma por a outro por até 2:00 hrs com apenas a minha palavra.

História -

Blá Blá Blá... Eu , Rick Voese Loveless, sempre fui um pessoa muito feliz com minha mãe, tinha vários amigos , saia sempre, e sempre que eu saia com meus amigos, do nada eles namoravam , apenas eu dizer que a pessoa era bem legal e bonita que eles se apaixonavam , mais depois esqueciam completamente, mais enfim...

Do nada uma notícia horrível ... Minha mãe tinha morrido , mais como ?. - Nossa isso é triste, minha mãe tinha morrido e ninguém descobria como... Ela só tinha vários arranhões pelo corpo, e algumas marcas roxas.

Harpias , Harpias , vá para o acampamento. Eu simplesmente estava ouvindo vozes que eu não sabiam de onde vinham. - "Eu estou ficando louco? ". ficava confuso , e estava muito triste por causa da morte da mamãe. Então resolvo ir dormir.

Estava dormindo, e sonhando com um homem , ou menino , não conseguia ver direito, mais ele está me mostrando um caminho. - ANDA , ACORDA. - Que susto, estava tendo um sonho um tanto que legal e sou acordado assim , ainda bem que era meu melhor amigo. - Eu sei pra onde te levar , venha comigo. - Ele foi me puxando até o carro, e meio que me empurrou lá dentro. - Aonde tu está me levando?. - Ele calou a boca e não disse nada. Me levava , e o caminho era o mesmo que eu estava sonhando. Isso é tenso, chegando no local, nós descemos do carro e ele disse - Bem Vindo ao acampamento meio sangue. Então rapidamente , adentrei dentro do local. Então lá dentro descubro que sou um semideus , e que minha mãe foi morta por Harpias

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Joseph Rosatti em Dom Maio 26, 2013 10:42 pm

Nome – Joseph Rosatti

Idade – 17 anos

Raça - Semideus

Progenitor – Hermes

Motivo – Hermes é um deus interessante na mitologia grega, sendo o mensageiro dos deuses e o que protege os viajantes e conhecido como o deus dos ladrões. Digamos que pregar peças e brincadeiras... De mal gosto fazem parte da minha personalidade, além de eu ter uma grande facilidade em obter coisas das pessoas sem que elas percebam. Por essa razão existe certa identificação do deus, e seria o melhor para parente Olimpiano.

Progenitor Mortal – Meredith Rosatti era uma aeromoça que viajava por todo o país sempre passando por cidades novas e conhecendo pessoas diferentes. Quando completou 29 anos teve Joseph, seu primeiro filho, e ficou afastada do emprego até o garoto fazer dez anos. A partir daí ela retornou a profissão que tanto amava, mesmo que isso significasse passar alguns dias longe de casa, deixando Joseph com seus avós.


Defeitos e Qualidades – Joseph é uma pessoa muito brincalhona e divertida, porém, em um nível extremo o suficiente para dificilmente levar as coisas a sério. É uma pessoa corajosa e muito positiva, fiel aos seus amigos. Porém, Joseph pode ser um pouco infantil as vezes e difícil de se lidar... Sem comentar a cleptomania genética.

Cidade natal e atual – Nasceu em Dallas, no Texas em uma casa próxima a casa dos seus avós. Mesmo tendo a casa em que costumava morar com sua mãe, costumava passar parte do seu tempo nos avós, principalmente quando a mãe viajava com o trabalho. Atualmente mora no Acampamento Meio-Sangue, que é para onde foi após descobrir seu parentesco divino.

Habilidade – Joseph desenvolveu a habilidade de ser muito ágil e ter reflexos maiores do que o normal de um semideus, tão útil para fugas, quanto para esconderijos e até mesmo furtos.

História – Era a tarde de uma terça-feria ensolarada de uma semana normal e como em todas as tardes, sem muito para fazer, eu estava na televisão assistindo a mais um capítulo de Two And a Half Man, que para variar era repetido. Como sempre, minha mãe não estava em casa e bem... Não sabia exatamente onde ela estava. Olhando bem para o relógio, naquela hora ela deveria estar voando em algum lugar no meio da California indo em direção a Nova York ou algum lugar do gênero. E ali estava eu. Preso no Texas com meus avós e minha escola de pessoas riquinhas. Não que eu não gostasse, as pessoas riquinhas eram as mais legais de se tirar sarro, mas longe delas, ali estava eu mais uma vez: Em casa, sozinho e escutando pela quinta vez uma das frases genias de Charlie Harper. Não sei bem que tipo de reviravolta o destino quis dar a minha vida, ou se toda aquela baboseira religiosa está certa no fim das contas por dizer que todo destino é um caminho já traçado, mas se for isso mesmo... A vida é uma vagabunda ou então um gênio. Isso depende do humor e do anglo por que olha para o fato que eu estava prestes a descobrir. Ser um semideus? Legal. Como a gente costuma descobrir essas coisas? Não presta.
Eu estava realmente morrendo no sofá enquanto bebia grandes goles da Coca-Cola em minhas mãos esperando acaba-la logo, o que daria uma razão para eu poder sair de casa e comprar mais, quando pude escutar o som agudo soar em meus ouvidos, e alertando-me involuntariamente que a campainha havia tocado e que eu havia tomado um susto como uma garotinha. Me colocando de pé e fingindo que nada havia acontecido, caminhei em direção da porta, a abrindo e me surpreendendo a dar de cara com uma garota parada do lado de fora, me abrindo um sorriso e me erguendo um pote vazio nas mãos, franzi a testa enquanto tentava organizar os meus pensamentos... Aquilo não podia estar acontecendo. Sério, qual era a chance? Em uma terça-feira a tarde, quando não há nada para se fazer, de repente bate em sua porta uma garota usando shorts jeans e uma camiseta rosa colada que não pude deixar de notar... Realçavam bem as curvas do seu corpo, abrindo-me um sorriso perfeito simpático e piscando os grandes olhos claros com os cabelos lisos loiros caindo pelos ombros, dizendo simplesmente:
-Você tem um pouco de açúcar?
Tinha um caminhão, se ela quisesse, mas havia alguma coisa errada. Qual a chance de aquilo estar realmente acontecendo? Com certeza alguém estava querendo se vingar de alguma pegadinha porque... Bem, eu tinha alguns muitos inimigos, mas... Meus olhos caíram novamente sobre a garota, e depois de perceber que estava muito tempo em silêncio resolvi falar. Ah. Que se dane.
-Tenho. Pode entrar.
Falei em tom simpático enquanto ela aceitava o meu convite e de fato entrava! Não pude deixar de observa-la andar e como ela parecia suave e perfeita. Mas que droga era aquela? Praticamente flutuei até a cozinha, enquanto ela me acompanhava com o sorriso desnorteador.
-Mas então... Nunca te vi pela vizinhança. Qual o seu nome?
Falei estranhamente, quase engasgando com a minha língua, acho que estava me distraindo demais cada vez em que tinha que me virar em sua direção, o que me fazia dificilmente raciocinar. Pisquei algumas vezes tentando me lembrar onde estava o maldito açúcar e como eu não me lembrava disso sendo que eu usava todos os dias. Acho que eu não queria achá-lo pois assim que eu fizesse, ela iria embora... E eu não queria isso... De forma alguma...
-Sou Amanda... E eu não moro muito perto. -Contou com a doce voz. -Na verdade eu resolvi caminhar até aqui... Porque soube de você.
-Tudo pelo açúcar?
Perguntei em tom abobado demais até para mim. A garota deu uma risadinha, como se eu fosse uma criança boba e em seus pequenos passos caminhou em minha direção, tocando meu braço antes que eu pudesse alcançar a prateleira de cima. Senti um estalo assim que sua pele tocou a minha a logo um choque me percorreu. Seus olhos eram tão azuis que eu tinha vontade de nunca parar de olhar, seus lábios tão avermelhados e convidativos que queria beijá-la ali naquele momento... E eu nunca pensaria em de fato fazer isso, por estar mais inútil do que um peso de papel naquele momento. Mas então a ouvi dizer.
-Esqueça o açúcar, bobinho. Venha, me de um beijo...
Ok. Virando-me na direção da garota a vi se aproximar ainda descrente do que estava acontecendo. Hipinotizado pelos olhos claros, aproximei-me em sua direção também, prestes a tomar seus lábios, mas antes que eu pudesse fazer, um estrondo soou e logo a porta se abriu com força exibindo a imagem de uma outra garota, que havia tirado força do além para arrombar a porta que estava trancada. Arregalei os olhos surpreso com o acontecimento, enquanto a menina estranha vestida em uma camiseta laranja, olhava feio para Amanda tendo firme em suas mãos sua... Espada? Mas o que? Olhei alarmado para a garota que parecia estar agindo com naturalidade, antes que Amanda pudesse fazer qualquer coisa, a garota gritou para mim.
-Se afaste dela! Ela é perigosa!
-Eu não quero ser chato... -Falei em tom completamente alarmado, enquanto erguia as mãos em rendição. -Mas não é ela com a espada aqui!
-Garotos idiotas e superficiais. -Revirou os olhos. -Ela é uma empousai!
-Uma o que?
Franzi a testa me virando para Amanda, mas assim que fiz, a garota linda de cabelos loiros não estava mais ali, e sim um... Ser estranho com uma dar pernas de metal, a outra perna em forma da de um animal e uma enorme cauda, exibindo grandes presas e olhos avermelhados. No exato momento em que a imagem surgiu diante dos meus olhos, dei um pulo para trás pelo susto e assim que fiz, Amanda pareceu se irritar de verdade com a garota, que sem medo avançou em direção ao monstro preparando a espada e iniciando uma luta no meio da minha cozinha. Veja bem, eu geralmente não sou tão passivo, porém naquele momento eu havia sido hipnotizado por um por um monstro, quase o beijado, uma garota invadiu minha casa e ela estava com uma espada travando uma luta mortal. Para um semideus? Dever de casa. Para um semideus que não sabe quem é? Pânico.
A garota de cabelos alaranjados e camisa em mais ou menos o mesmo tom avançava bravamente contra a empousai e parecia se virar muito bem com ela, até que sendo pega desprevenida, o monstro atacou-a em supetão, dando-a um golpe tão forte, que fez a ruiva voar contra a bancada da cozinha, derrubando alguns pratos e mais uma vez causando um estrondo e tanto. Ah minha mãe ia me matar. Antes que eu pudesse sequer entender o que eu estava fazendo, agarrei a frigideira, que foi a primeira coisa em meu alcance, e antes que Amanda pudesse alcançar a garota ruiva, a atingi na cabeça com todas as minhas forças a fazendo cambalear. Eu não sou o tipo de cara que bate em mulheres, mas naquele caso eu estava evitando um assassinato e Amanda... Bem, eu não sabia o que era. Assim que recuperou seu equilíbrio, o monstro se virou em minha direção, e diante dos meus olhos, de repente, o monstro não era o monstro e sim Amanda de novo. A loira abriu um delicado sorriso para mim e com a doce voz, voltou a cantarolar.
-E o que aconteceu com aquele beijo?
Eu não entendia que espécie de força estava tomando conta de mim, mas naquele momento, beija-la era algo que simplesmente fazia muito sentido para mim. Com passos lentos, comecei meu trajeto em sua direção, mesmo tendo algo que gritava que talvez isso fosse errado. Amanda estava mais perto, e assim que eu conseguia vê-la bem novamente, levantando-se rapidamente, e com um único golpe, a ruiva a atravessou a espada, fazendo-a soltar um grito de horror e diante dos meus olhos, simplesmente, Amanda se explodiu em pó.
Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo, eu deveria estar louco. Apoiando as mãos em minha cabeça, soltei um longo suspiro, piscando várias vezes tentando recuperar minha lucidez que havia perdido. Olhei mais uma vez para a garota ruiva que havia acabado de salvar minha vida, com uma enorme interrogação estampada em meu rosto. Mas que diabos estava acontecendo?
-Quem é você?
-Eu explico no caminho, teremos um tempo. Vamos para o Acampamento Meio-Sangue.


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Savannah Romanova Carter em Qui Maio 30, 2013 12:05 pm

Nome – Annabelle Sarfyova Lumiére

Idade – 17 anos

Raça -semideusa

Progenitor – Atena
Motivo – Por que eu sempre vivia rodeada por livros quando eu era pequena, e tinha uma inteligência acima dos outros.

Progenitor Mortal – Sebastian Lumiére, escritor famoso dos anos de 1978, tem atualmente 39 anos, e ainda pratica suas escritas.

Defeitos e Qualidades – Defeitos individualidade. Qualidade Questionadora

Cidade natal e atual – Paris Cidade natal Nova York cidade atual.

Habilidade – Anna sabe se infiltrar em qualquer instalações secretas, e até mesmo em casas comuns.

História –
Em uma noite normal para muitos, o céu estava estrelado com uma lua cheia clareando a noite escura. Ruas desertas, era o que se encontra em plena duas horas da madrugada. Mas as ruas não estavam tão desertas quando o esperado. Uma figura feminina andava pelas ruas usando uma capa com touca, que lhe cobria o rosto. A misteriosa mulher carregava um cesta. Nesta cesta havia uma nenêm recém nascida. A pequena já tinha nome e sobrenome e os mesmos estavam escritos na manta, que a pequena se encontrava enrolada. Annabelle Lumiére, era este o nome da pequena. A mulher misteriosa de rosto ainda não revelado, parou em frente ao portão de uma casa de dois andares de cor marfim. Abriu os portões de ferro preto e andou até a porta da casa. Depositou a cesta na varanda e colocou uma carta dentro da mesma. Sussurrou algumas palavras em uma língua estranha, grego, e saiu dali fechando os portões de ferro atrás de si.
Na manhã seguinte ao abrir a porta o homem de cabelos ruivos, olhos azuis e pele branca, tomou um susto ao ver uma cesta com um bebê dentro. Pegou a cesta e abriu a carta. Sua expressão mudou de curiosa para chocada durante a leitura. Olhou novamente para a nenêm recém nascida de ralos cabelos ruivos, pele tão clara quanto a neve e bochechas rosadas. Parecia uma bonequinha de porcelana. Entrou dentro da casa levando a cesta junto de si.
Ao passar dos anos, Anna crescia e se tornava uma bela garotinha. Todos falavam que seus cabelos ruivos eram tingidos, por causa do característico tom de vermelho vivo forte. Mas não a pequena já havia nascido com aquela cor de cabelo. Era muito inteligente. Aprendeu a ler e escrever aos três anos e meio de idade, mesmo tendo muita dificuldade com isso. Ela tinha dislexia e hiperátividade. Nunca conseguia ficar parada por muito tempo. Só acalmava e conseguia se concentrar em alguma coisa quando o assunto era tentar ler alguma coisa, ou até mesmo para desvendar as palavras escritas em grego facilmente. Nunca teve amigos na escola, todos zombavam dela, por a acharem estranha demais. Ficava sempre em seu cantinho sozinha.
Quando Anna começou a enxergar os monstros mitólogicos mais facilmente, foi um problema, já que a pequena não sabia como agir. Ao chegar em casa e contar para o pai, no mesmo dia, que havia visto uma dracaenae na escola, o pai da menina, Tiago, fez uma das coisas mais difíceis para ele. Mandou a menina para um internato. Não era muito seguro ela ficar em casa neste tempo. Era perigoso que os monstros viessem a ataca-la em casa também. A garota não entendia o por que de ter que ir estudar em internatos, muito distantes de casa, mas foi mesmo assim. A garota de apenas sete anos na época, chorou muito nos internatos, com saudades de casa e do pai, mas logo se acostumou.
Agora aos quinze anos de idade, oito anos depois de ter começado a frequentar internatos diferentes a cada ano que se passava, ficando em sua casa só após os terminos das aulas aos finais do período escolar, a garota estava mais linda do que nunca. Seus cabelos ruivos e chamativos, que pareciam pintados, sua pele clara ainda e seus olhos castanhos escuros, mas muito calorosos e bondosos. Era uma garota doce e meiga, desde que ninguém viesse a perturba-la. Amava passar horas e horas de seu dia enfornada em uma biblioteca, lendo livres escritos em gregos, com uma facilidade impressionante, além de ler alguns livros em sua língua nativa, com um pouco de dificuldade por causa da dislexia. A hiperatividade da garota não era mais um problema, desde que a mesma conseguisse se concentrar em somente uma coisa.
A garota tinha óptimos reflexos e adora enigmas e mistérios. Ela vivia consultando os psicólogos de seus internatos, sem seu pai saber, só para tentar descobrir o por que de ver monstros mitólogicos quase sempre. Os psicólogos sempre diziam que a garota só tinha uma grande imaginação. E que o fato dela enxergar monstros mitológicos, era pelo fato de sua imaginação lhe pregar peças usando os personagens dos livros de mitologia que a mesma lia.
Faltava exactamente dois dias para a garota voltar para casa, se livrando novamente de um internato irritante, onde a mesma estava sempre sozinha como sempre. Iria a sua consulta ao psicólogo do internato, como sempre fazia aos domingos. Ao chegar na sala do mesmo, percebeu que o senhor que sempre lhe atendia não estava ali e que na verdade era uma mulher de vinte e poucos anos loira que se encontrava ali. Assustada com a mudança de psicólogo repentinamente, a garota andou dois passos para trás batendo na parede.
Em pouco tempo não havia um mulher mas ali e sim um Harpia. Anna cogitou ser somente uma peça de sua imaginação como todos os psicólogos diziam, mas não conseguia acreditar nisso. Algo lhe dizia que era realmente uma Harpia de verdade ali em sua frente. Como se alguma coisa, ou alguém mandasse a garota sair da sala, a mesma fez isso. Saiu da sala correndo e fui para seu dormitório. Pegou sua mala já pronta rapidamente e se dirigiu a saída do internato. Quando estava a algumas quadras de distância, pensou que já havia se livrado do monstro, mas teve uma surpresa ao perceber que estava em um beco, com a Harpia a cercando na entrada do mesmo. Na pressa de fugir não percebeu a onde estava indo, nem onde parou.
Annabelle inesperadamente, olhou ao redor e viu uma faca de bronze perdida ali. Não sabendo muito o por que fez isso, mas pegou a faca e correu em direção a monstro com um plano na cabeça. Ao ver que a harpia tentaria lhe atacar pela direita, girou ficando de frente para a mesma de ultima hora e se defendeu do ataque, conseguindo ainda dar um belo de um corte no peitoral do monstro. Ficou muito tempo assim desviando, se defendendo e atacando. Estava com somente alguns cortes em seu braço e a Harpia por outro lado, estava cheia de cortes. Como estava em uma distancia favorável do monstro, decidiu fazer uma jogada arriscada. Pegou uma pedra, que estava no chão ao seu lado e atacou em direção a Harpia que se esquivou pro lado direito, uma péssima escolha, já que Anna havia jogado a faca em naquela direção. A faca acertou em cheio a Harpia que explodiu em pó dourado.
A garota andou até a faca e a limpou em um pano velho que tinha ali. Depois pegou sua mala no canto do beco, já esquecida e saiu correndo dali, chamando um táxi e indo para casa. Ao chegar em casa mais cedo do que o esperado, Tiago estranhou e percebeu logo o que poderia ter acontecido. Tendo as suspeitas confirmadas, levou a filha para seu caro e começou a dirigir para o acampamento ainda explicando tudo o que aconteceu a filha. passado mais um tempo, estavam perto da colina já. A menina pressentindo perigo mandou a pai parar o carro e ficar dentro do carro. A garota pegou sua mala e pediu ao pai que fosse embora. O mesmo o fez ao perceber que a garota seguiria a pé a partir dali. Pensando que a filha não correria perigo por estar perto do acampamento, foi-se embora rapidamente.
Alguns minutos após seu pai sair de sua visão a garota foi atacada por um monstro ao qual ela não deu atenção de reconhecer e começou a correr para o acampamento. Por sorte conseguiu entrar para dentro da barreira de segurança do acampamento antes de ser atingida pelo monstro que logo sumiu de suas vistas. Caminhou pelo acampamento até ser interceptada por um sátiro, que a explicou tudo de forma resumida o que era tudo aquele lugar e lhe explicou mais de suas origens, ao saber que a garota era novata e que havia acabado de chegar.
Bem agora é só esperar e ver o que acontecerá com a garota. Quem é sua mãe? Bem isso ainda é um mistério para todos. A menina nunca soube nada de sua mãe, nem quando seu pai lhe explicou de forma resumida o que ela era. Ele nunca tocou no nome de sua mãe. Agora o mais curioso é descobrir quem é sua mãe!



Annabelle
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Rebecca CrystalLake em Qui Maio 30, 2013 2:27 pm

Nome- Rebecca CrystalLake
Idade- 16 anos
Raça - Semideusa
Progenitor - Afrodite
Motivo - Afrodite é a deusa que mais parece comigo, e que me motivou fazer muitas coisas.
Progenitor mortal - John CrystalLake
Defeitos e qualidades - Eu consigo tudo o que eu quero com charme, mas isso me faz ser metida e patricinha. Pelo menos eu tenho um coração bondoso e sou muito amigável.
Cidade natal e atual - Paris ( natal e atual )
Habilidade - Minha maior habilidade é com a fala, usando o charme, mas também sou muito boa com adagas.
História -
"- Acorda Rebecca, você vai se atrasar para seu ensaio fotográfico. Essa era a minha rotina, todos os dias eu, Rebecca, tenho um tipo de programa que tenha que usar minha beleza. Fotografias, entrevistas, etc. etc. Não é fácil a vida de uma estrela linda e maravilhosa como eu." Esse é o sonho dela, ser uma estrela de muito sucesso, e ela tem como ser, mas no dia que ela ia se tornar, ela descobriu que era uma semideusa. Tudo começou com Rebecca andando pela rua para ir ao trabalho do pai, que era dono de uma grande editoria de uma revista de modas. Por onde ela passava, sua beleza era tão perfeita que todos ficavam admirados com ela, e isso era bom, pois Rebecca sempre conseguia o que queria. Rebecca ia chegando ao trabalho do pai, quando um adolescente parou ela e disse: -Rebecca, você corre perigo de vida!!! A menina se assustou com o que o garoto disse. -Desculpe, mas acho que você errou o caminho, o manicômio é ali naquela rua. Ele sacode a cabeça e diz de novo: -Eu falo serio semideusa, você corre perigo. -Perai, semideusa? Eu sei que sou muito linda, que por onde passam todos nao resistem ao meu charme, mas me chamar de semideusa não é um pouco forçado? Ele sacode a cabeça de novo e quando ia falar, um ciclope enorme veio na direção deles destruindo tudo pelo caminho. O garoto tirou a calça e mostrou patas de bode, mas Rebecca ficou pensando: "Perái, patas de bode?" Ela ia correr mais uma voz sussurrou dentro da cabeça dela quando uma pomba passou pelo local: "Tem uma adaga embaixo da mesa, pegue-a discretamente e use-a para matar o ciclope" Realmente tinha uma adaga, mas Rebecca ficou confusa, mas por segurança pegou a adaga e depois passou pela cabeça dela: ela nao sabia lutar". Quando o garoto metade bode, metade humano foi derrubado, o ciclope foi atrás de Rebecca. Em um movimento desesperado dela, ela atirou a adaga no ciclope, onde acertou seu olho e o matou instantâniamente. Rebecca
ficou surpresa, ela nunca tinha lutado antes. -Você, é um chupa-cabras? O sátiro me encarou e disse: -Chupa-cabras o caramba! Sou um sátiro, e vim do Acampamento Meio Sangue para levar você para lá, onde não vai enfrentar um ciclope desse. -E onde fica? -Estados Unidos, Long Island. Fiquei surpresa, ele veio de lá até aqui por minha causa? Ele então continuou: -Precisamos de um carro Eu olhei para uma Ferrari vermelha, e tinha um cara dirigindo, pedi para parar e usei meu charme para ele nos levar até lá.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidado em Sex Maio 31, 2013 12:33 am


Walking On Air


Nome – Oliver Ward Motta

Idade – 19 Anos

Raça - Semideus

Progenitor – Éris, Deusa da Discórdia

Motivo – Por achar o modo usado por minha mãe para resolver seus problemas o melhor. Não precisar se envolver em grande batalhas, somente implantar ideias e pessoas fracas mentalmente fazem por você.

Progenitor Mortal – Meu pai se chamava Finn, era um professor, que vivia mais de dar golpes, mas depois de tentar roubar a escola onde trabalhava acabou errando em um de seus cálculos e foi preso.

Defeitos e Qualidades – Oliver é rancoroso e não gosta muito de perdoar antes de dar o troco na mesma moeda, alto olhos azuis e corpo atlético. Não tem problemas em se enturmar e pode se dar bem em diversas situações, não costuma olhar primeiro para os outros sendo um pouco egoísta mas no fundo se torna uma pessoa boa... Com quem também é bom com ele.

Cidade natal e atual – Nasci em Lima, Ohio, mas depois que meu pai foi preso vendi a casa e comprei um apartamento não muito grande em Mahattan assim que me tornei de maior.

Habilidade – Esperteza, depois de anos sozinho na vida, uma coisa que aprendi é em quem confiar.

História –

Lima, Ohio-2011
-Oque vamos fazer com o garoto?- A policial olhava para mim com medo, como se eu fosse fazer alguma coisa contra ela, ou ativar uma bomba, algo assim, apesar que eu com meus 17 anos ficava sentado olhando eles decidirem oque fazer comigo.
-O garoto já é de maior Jannete, ele não nos preocupa mais, vamos logo, temos que investigar esse professor ainda...
Claro, eu não ligava muito pra policia na minha casa, a não ser quando ela levava meu pai em um camburão, ele acabará de ser preso por assaltar minha escola, um erro de 3 segundos no alarme fez com que ele fosse pego, maldição...
Não era a primeira vez que ele fazia isso, meu pai movimentava algumas contas no nome da minha avó, onde ele colocava o dinheiro de tudo isso, mas dessa vez ele com certeza iria passar um bom tempo na cadeia, e com seus 50 anos sabe-se lá se não iria morrer lá.

Apesar de ter meu pai preso não fiquei muito preocupado, não era a primeira vez dele la, o desgraçado devia estar melhor que eu, então achei melhor ir dormir.

Assim que acordei coloquei uma camiseta, uma bermuda jeans e fui até uma imobiliária vender a casa, estava decidido, depois de pensar a noite inteira no assunto a me mudar para NY.
Não demorei muito lá dentro, havia negociado a casa por um bom preço, e pelo ótimo ponto na cidade não houve nem demora, já podia sair dali se quisesse, então peguei o carro e meti o pé na estrada.

Em Mahattan as coisas eram diferentes, gente bonita te pedia para tirar foto enquanto faziam poses perto de locais conhecidos, e depois saiam caminhando felizes. Eu estava procurando um hotel até conseguir meu apartamento, oque com meu dinheiro não ia ser difícil, então pelas horas da noite e depois de uns 10 dias de viagem dirigindo eu achei um hotel com uma placa de bronze escrita "Palace Holtel", parecia ser no minimo aconchegante então, resolvi entrar.
Na portaria um homem com uma barba loira e com o chapéu da empresa um pouco torto me atendeu, ele soltava guinchos durante a fala.
-Um quarto por favor, normal e cama de solteiro.
Ele não respondeu, somente foi mancando até a pratileira e pegou uma chava qual me entregou. Sorri entreguei um cartão de credito e ele fez a cobrança para que eu pudesse em fim descansar.
Assim que cheguei no quarto eu me deitei e liguei a TV até sentir fome então resolvi ligar pedindo algo. O mesmo cara atendeu e por telefone sua voz era mais estranha ainda.
Não demorou para que chegasse uma linda garota loira com um carrinho onde havia várias coisas que com certeza me aliviariam.
-Aqui esta Senhor.-A garota continuou com um sorriso e então fechou a porta, mas ficou dentro do quarto, ergui uma sobrancelha sem entender e ela logo me explicou.
-Eu tenho algum tempo atoa, e poderia aproveitar aqui com você e seus lindos olhos verdes.
Antes que eu falasse algo a garota me beijou e então foi passando a mão por meu corpo até tirar minha camisa, bem ela era linda então... Ficamos lá um tempo até ela começar a passar a mão e os dentes no meu pescoço e a dar pequenos beijinhos, então senti um vapor quente e quando olhei sua boca poderia engolir meu braço de tão grande.
Empurrei a garota com toda minha força e peguei a faca que havia no carrinho enquanto pulei pro outro lado da cama.
-Será que vai conseguir fugir, semideus?
Mas que diabos era aquilo? oque aquela ou aquilo queria? Bem provavelmente meu sangue, mas semideus? oque era isso?
-Olha, eu não sou oque esta pensando...
A ex-gostosa me fitou com um olhar curioso, como se estivesse olhando se eu era ou não, e então parou na cama, como se eu estivesse falado uma mentira tão real que ela estivesse acreditado.
-Mesmo assim, eu tenho fome, vou te comer mesmo assim mortal...
Parecia que não tinha adiantado, era eu e pronto, assim que a garota pulou em cima de mim a porta se abriu, e o mesmo cara que mancava e que me entregou a chave deu uma flechada na cabeça da garota que se desintegrou no ar, eu levantei um pouco abismado e o fitei.
-Você, ela, eu, semideus, mortal, ahn?
Ele sorriu e pediu que eu contasse oque aconteceu, então expliquei sobre a mentira e ele falou que já tinha até algumas suspeitas, então dessemos, ele me pediu a chave do meu carro e foi dirigindo para fora de Mahattan, rumo a uma colina, no meio do caminho ele falou com alguém chamado Quíron pelo celular.
-Achei mais um Quíron... Ahn, não sei de quem seja, acha possível talvez Éris?
Depois ele riu e desligou o celular enquanto seguimos para oque ele chamava de "Acampamento Meio-Sangue".


ÉRIS SON
Credits:[url=sugaravatars.forumeiros.com/u330]○ Masquerade Girl[/url] by Sugar Avatars


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Noir Von Chevalier em Sab Jun 01, 2013 1:46 pm


Noir Von Chevalier
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Nome – Noir Von Chevalier

Idade – 16 Anos

Raça - Semi-Deus

Progenitor – Hécate

Motivo – Meu humor, como pessoa, está constantemente mudando de um dia para o outro, e eu realmente não sei porque. Embora, na maior parte das vezes, eu seja Melancólico. Eu também sou bastante aficcionado pelas artes magicas em um todo, e acho que essa Deusa me representa muito bem.

Progenitor Mortal – Alfred Von Chevalier é um homem de negócios sério e centrado. Ele é melancolico, triste e sozinho depois que sua esposa morreu em um acidente, e desde então tem se focado apenas aos negócios. Anos depois da esposa morrer ele conheceu a Deusa Hécate em um disfarçe humano e ambos tiveram uma noite casual juntos, Hécate no entanto acabou grávida e deixou o menino resultante dessa noite nas mãos de Alfred, que o cuidou (mesmo que não muito interessado em seu bem estar ou felicidade) desde então.

Defeitos e Qualidades – Noir como todos os filhos de Hécate possui um humor extremamente variado, podendo mudar de um dia para o outro espontaneamente. Ele ainda sim, na maior parte do tempo, é meio deprimido, cínico e melancólico, ainda que tenha um grande humor seco para com os outros. Ele tem uma estrutura corporal bem definida pela idade e ainda sim não se considera muito bonito, embora sua maior qualidade seja a coragem e a sua habilidade com Espadas.

Cidade natal e atual – Rochester, Nova Iorque

Habilidade – Noir sempre teve uma grande afinidade para as diferentes facetas do Ilusionismo, gostando de praticar quando poderia 'truques' para enganar as pessoas.

História – Suspirei melancolicamente enquanto encarava a janela do carro com os olhos pesados, uma imensa vontade de dormir e desanimo apoderando-se de meu corpo naquele preciso momento. Agora, por que isso está acontecendo, você deve estar se perguntando? Oh bem... Não é realmente nada demais no meu ponto de vista. Realmente, eu nunca gostei do dia. O sol era forte, tão forte que chegava a ser incomodo, o céu azul claro cegava meus olhos com seu brilho, e as nuvens eram irritantes. Aah... Sim, eu preferia a noite. Minha amada noite. Nela eu tinha um pouco de paz e tranquilidade. Nela eu poderia ser feliz, escondido de tudo e todos que queriam me fazer mal, a noite era minha companheira.

Oh... Me perdoem, eu estou divagando tanto aqui e nem sequer pensei em me apresentar, não é? Pois bem... Meu nome é; Noir Von Chevalier, um aluno do segundo colegial com seus dezesseis, recém completados a muito poucos dias, anos. Eu no momento estava sentado no banco traseiro do carro de meu pai que, por acaso, me levava para a escola onde eu teria que enfrentar mais uma vez as pessoas irritantes ali. Afinal, quando se tem TDA e Dislexia, a escola nunca é fácil ou boa para você. Todos ali eram malvados e irritantes para com minha ‘condição especial’, como os professores chamavam, e mesmo a diretora não fazia nada.

Isso, sinceramente, sempre me deixou meio deprimido. Mas o que eu poderia fazer? A vida era vazia, fútil e sem graça e a única certeza que eu tinha no momento é que uma hora eu iria morrer, e ser arrebatado para o julgamento por Hades. Hades? Sim, Hades. Embora seja estranho, a mitologia Grega sempre me fez mais sentido do que a religião uno de que um Deus existe lá em cima, e apenas ele sozinho criou a terra em malditos sete dias... Isso pode ser mentira, e quando eu morrer vou para o Inferno dos Cristãos para pagar por essa, como eles diriam, ‘blasfêmia’. Mas no momento, eu não poderia me importar menos.

Sim, eu também já estou saindo do carro. Haviamos chegado na escola a pouco mais de cinco minutos. Meu pai me deu um ‘Tchau’ seco e sem animo, já preparando o carro para a partida. Suspirei, encarando meu progenitor com um pouco de tristeza e um grande ódio e raiva. Porque ele não dava atenção para mim? Porque ele não me confortava a noite, quando eu era pequeno, e chorava pelos pesadelos? Porque ele sequer tentou me amar como os outros pais? Pais... As vezes eu imagino se minha mãe, onde quer que ela esteja, sabe que eu estou vivo, ou que ao menos ela se importe comigo...

- Ei, olhem galera, é o garoto estranho de novo! Ele ainda usa cabelo comprido, que fofo! – Pelo visto não... Suspirei melancolicamente, mais uma vez, encarando os garotos que perturbavam minha paciência diariamente quando eu vinha para esse inferno particular. Meus cabelos eram sim grandes, grandes e escuros, mais precisamente um tom muito forte e beirando a preto de marrom. Eu apenas gostava de deixar meus cabelos dessa forma, e realmente não entendia a implicância que eles tanto tinham com ele.

No entanto, eu apenas balancei a cabeça para os lados muito desanimadamente, enquanto andava para dentro da escola, ignorando meu pai que já havia dado a partida e ido embora e ignorando (ou ao menos tentando) os insultos atirados em mim pelos garotos. E meu dia ainda tinha de ficar pior; pois minha primeira aula era História, algo que eu absolutamente odiava com todo o meu ser. Quer dizer, o professor praticamente só passava textos no quadro, e não ajudava que ele também não parecia dar a mínima para mim ou meus problemas.


As aulas do dia foram estranhamente tranquilas, não tendo nenhum incidente notável ou digno de nota, a não ser que você inclua um garoto dissecando um sabe de forma errada, e um monte de fluidos corporais voando pela sala no momento, o dia foi realmente normal e... Sinceramente, entediante. Não é como se eu quisesse ser perturbado, mas vamos lá, ter alguém para conversar e que me entendesse seria bom. Quem sabe acabaria com meus pensamentos mórbidos a respeito do universo e dos humanos? De alguma forma, eu duvido que isso vá acontecer...

Bem... Agora eu deveria ir para casa, mas realmente não estou a fim de andar todo o caminho de volta para onde eu moro, considerando que é bastante longe da escola. Suspirei, inclinando-me na parede, e lentamente escorregando até estar sentado no chão. Aquela era uma das dezenas de salas vazias que ocupavam a escola, e normalmente ninguém vinha ali, a não ser o zelador em dias de faxina, mas mesmo assim era raro. Enfim, eu fechei um pouco os olhos, procurando relaxar por um tempo, quando ouvi um barulho.

O Barulho era estridente e incomodo para meus ouvidos, parecia realmente um grito de um monstro de Video-Game, sabe? Ainda sim, eu achei que não era nada e continuei com os olhos fechados. Isso é, até que eu senti duas mãos firmes me segurarem e jogarem meu corpo para o lado. Eu xinguei, realmente xinguei a maldita pessoa com trezentos mil diferentes apelidos, até que eu abri os olhos e vi, do meu lado, segurando uma flauta tosca de madeira e com pés de bode? Sim, pés de bode... Meu companheiro de Classe, Andreal Brandsbuke, um garoto negro com cabelos selvagens que parecia ter mais do que dezesseis anos, evidenciado pela pequena barbicha no queixo.

- Você está maluco, cara?! – Rosnei, olhando mortalmente para ele, até perceber que onde eu estava sentado e escorado na parede, agora havia um enorme buraco e uma figura voadora se levantando dos escombros. Uma fumaça esbranquiçada cobria o local do desabamento, e meus olhos se arregalaram quando vi a figura saindo do meio da fumaça, mal ouvindo o que o meu colega de sala, aparentemente um Sátiro, estava dizendo. – É uma Harpia, Noir. Ela sentiu seu cheiro a pouco tempo, e veio tentar mata-lo, eu quis te avisar antes, mas tive medo de que me achasse um louco. O ponto é que temos de sair correndo daqui... E logo!

Olhei meio em pânico e irritado para o Sátiro, confuso com as novas descobertas e chocado por ter uma maldita Harpia querendo me comer, ou sei la o que elas faziam. Imediatamente eu fechei os olhos quando senti os gritos horripilantes novamente, desejando que acima de tudo ela não tivesse visto a mim ou ao Sátiro e saísse dali, nos deixando em paz.

Foi nesse momento que ouvi o suspiro assombrado do meu ‘companheiro’, e ao abrir os olhos, percebi a Harpia batendo as asas e saindo pelo buraco que havia feito no teto, parecendo desinteressada em olhar para baixo, como se nós nunca tivéssemos estado ali. – Você... Bem, isso é surpreendente. Sua mãe realmente deve amar você, por te ajudar dessa forma. Embora eu não sei qual Deusa poderia fazer uma ilusão desse tipo... – Olhei ainda mais chocado para ele, eu estava seriamente ouvindo que minha Mãe era algum tipo de Deusa?

- O que em nome de Zeus está acontecendo aqui?! – Rosnei, encarando-o mortalmente.

Ele pareceu um pouco chocado, mas em seguida sorriu e respondeu. – Bem, você acredita nos Deuses Gregos. Isso torna tudo mais fácil, de qualquer forma não temos tempo a perder, vamos para o Acampamento Meio-Sangue imediatamente!

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Klaus T. Wolf em Sab Jun 01, 2013 2:25 pm


Nome – Klaus Theodore Wolf.

Idade – 17 Anos.

Raça - Semideus.

Progenitor – Deimos.

Motivo – Desejo tornar-me filho de Deimos pelo motivo de ver ele com outros olhos e, embora tenha passado a minha infância inteira sofrendo sem o carinho e o olhar de minha mãe ou, de minha família, eu sempre soube que no dia em que soubesse de toda a verdade, eu iria gostar de meu pai da mesma forma. Não foi diferente, sempre o admirei em tudo, nas histórias, nos contos, nas lendas, procuro sempre o honrar quando posso. Batalhas, juramentos, seja o que for. Vejo Deimos, não como meu pai, mas sim como um herói ao qual eu devo seguir para futuramente e com muita sorte, poder tornar-me no minimo, a metade do grande homem que ele foi por toda a sua história até agora.

Progenitor Mortal – Sou filho da empresaria Jheny Sylvester Wolf, dona da empresa Wolf Veículos. Não somos exatamente unidos, desde que eu nasci, ela tem se empenhado cada vez mais ao trabalho, deixando-me sempre sozinho.

Defeitos e Qualidades – Sempre muito calado, desatento, nunca presto atenção a nada, parece que nunca ligo ou me importo para as coisas que fazem sentindo.

Porém, quando encontro um amigo ou amiga de verdade, isso muda completamente. Dou a vida para salvar quem amo.

Cidade natal e atual – Nasci em Vancouver, mas morei parte da vida em Chicago.

Habilidade – Tenho uma certa habilidade par ame infiltrar dentro de locais proibidos sem ser visto.

História – Nasci exatamente a dezessete anos atrás. Na cidade de Vancouver. Sou filho da empresaria Jheny Sylvester Kross, dona da empresa Kross Veículos. Não somos exatamente unidos, desde que eu nasci, ela tem se empenhado cada vez mais ao trabalho, deixando-me sempre sozinho.

Minha infância fora muito conturbada. Nunca tive amigos, minhas notas, sempre horríveis, nunca passei mais de um ano em uma escola, os garotos sempre mexiam comigo. Tudo fora marcado em minha vida, da pior maneira possível.

Sempre tentei ser o melhor possível, não queria decepcionar a minha mãe. Solteira, vivendo apenas pelo trabalho, acho que não seria justo impor tantas dores de cabeça a uma única pessoa.

Mas a questão era, eu não conseguia simplesmente ser normal.

Todos esses fatos levaram a uma atitude desesperada vinda por parte de minha mãe. Foi a fase mais marcante da minha vida. Ela não aguentava mais todas as minhas atitudes, as expulsões, as suspensões, as brigas, os desentendimentos, não daria mais para aguentar, eu imagino. Ela procurou então por todos os cantos, todas as cidades até encontrar, um internato.

Aos doze anos, fui mandado para viver em um internato ao sul de Chicago, um pouco longe de casa, mas era para o meu próprio bem, segundo a minha mãe. Isso causou uma enorme revolta dentro de mim, não por ter sido mandado para fora de casa, mas sim, por decepcionar a única família que até então eu conhecia.

Os anos no internato foram bons, não tive como reclamar, não tinha inimigos, as pessoas não me tratavam como um diferente, era como se ali, eu tivesse construído uma nova família. As aulas eram interativas, consegui aprender muito. Não só intelectualmente mas sim, espiritualmente.

Antes pensei que fossem ser os piores anos de minha vida, mas aquele tempo, foi o melhor que eu já tive.

Sorrisos e lágrimas vieram, junto com mortes e chegada de novas pessoas ali. Tanto tempo se passara, pareciam dias, mas já eram anos. O tempo não tinha piedade por mim, passava como as águas correntes de um córrego. Mas enfim, depois de três anos ali, algo aconteceu comigo. Algo comum, porém inexplicável.
Me apaixonei.

Sim, um sentimento tão devastador, tão mortalmente assassino, porém inevitável. A garota era simplesmente magnifica, seus longos cabelos ruivos e olhos azuis, chamavam a minha atenção, sua pele cor de neve, parecia congelar os meus batimentos.

Os dias que passavam rápido, começavam a voar enquanto eu ficava perto dela, dias passaram a ser horas, meses, semanas. Era inexplicável. Nós simplesmente nos amávamos.

Finalmente mais um ano se passou, era meu aniversário de dezesseis anos. Meus amigos me rodeavam ao redor de um enorme bolo, era algo que eu não estava acostumado a presenciar, mas era feliz. Jheny chegou ao meu lado, estava linda, vestia um vestido vermelho, combinava com a cor de seus cabelos e realçava a sua linda e pálida pele. Sussurrou em meu ouvido, baixinho, para ninguém além de mim, ouvir.

- Estou grávida...

Aquilo me pegou como uma bomba, como uma bala penetrando o coração. Eu sorri, meus olhos se encheram de lágrimas, estava muito feliz para acreditar.

Meu sentimento de euforia deu lugar ao algo mais parecido com pânico quando um estrondo seguido de uma explosão cercou o lugar. Tossindo devido a poeira eu levantei sem conseguir ver nada nitidamente.

Quando a poeira baixou eu me dei conta do que estava acontecendo. Parecia um sonho, ali havia uma criatura terrível, uma especie de leão com asas, seu rosto era de águia. Eu conhecia aquela criatura de alguns sonhos passados, seria um... Um.. Um grifo.

Um grifo estava atacando todos os meus amigos, destruindo meu aniversario, acabando com as minhas lembranças. Isso não poderia estar acontecendo. Paralisado, eu desperto quando ouço o grito de uma voz familiar, era Jheny. Um sentimento de fúria começou a correr por minhas veias, corri até aquele mostro que a segurava firmemente, cravando suas garras no corpo pálido da garota, transformando-o de um doce branco á um terrível vermelho sangue.

A criatura então a atirou no chão, corri até ela. Ajoelhei-me ao seu lado, mas era tarde. Seu corpo já estava sem vida. Um ódio maior começou a jorrar dentro de mim, um grito de fúria saio de minha garganta. Olhei para a criatura e caminhei sem temer até ela.

Precisava de algo, mas o que? Continuei a procurar pelo chão, mas fui interrompido quando a criatura me jogou para trás, cravando as suas garras em mim. Tentei me levantar, mas o peso da criatura estava jogado sobre mim.

Um barulho de metal quebrou o silêncio tortuoso de meus pensamentos. Um garoto havia acertado a criatura com uma barra de ferro. Levantei zonzo sem reconhece-lo. A criatura se levantara novamente. Peguei a barra de ferro e comecei a bater em sua cabeça, a criatura frustada voo para longe.

Caí ali de joelhos e comecei a me lamentar por tudo o que havia acontecido. Foi daí que um garoto com andar esquisito se aproximou de mim falando.

- Dylan, tem de partir. Vá para Long Sland. La, encontrará o acampamento, aqui não estarás seguro.

Não sabia se acreditava no garoto, mas não tinha escolha.

Antes de me arrepender eu saí dali, andando, só com as roupas do corpo. Fui andando de Chicago até Long Sland. Uma dura e cansativa jornada, perseguido mais e mais vezes por criaturas cada vez mais repugnantes. Com medo, com frio, com fome. Sem achar uma saída, começando a enlouquecer e me xingar por ter acreditado num estupido garoto, eu finalmente chegou ao estreito de Long Sland.

Por ali começo a avistar uma enorme vista, um acampamento, realmente existia! Não estava louco. Mas sim cansado, muito cansado.

Subi todo o estreito pedindo para morrer a cada passo, não aguentava mais andar. Quando cheguei no topo eu caí de joelhos exausto, um homem de cadeira de rodas me esperava na entrada, vendo o meu estado ele me levou para dentro. Apaguei a partir de então.

Dormi a sono solto por um tempo que eu não saberia se não houvessem me contado, porém quando acordei me disseram, três dias.

Eu estava em uma especie de enfermaria, haviam macas e outros garotos e garotas por ali. O homem que eu havia visto antes estava ali, junto com o garoto que me mandara ir até o acampamento.

Ele então me explicou toda a verdade, compreendi tudo a partir de então. Minha mãe achava que eu tinha morrido no ataque, perdi minha namorada e meu futuro filho, não havia mais nada a perder se ficasse ali e treinasse para me tornar um poderoso semideus.

Hoje, estou aqui, passaram-se um ano desde que tudo aconteceu, meus amigos e Quíron esperam-me na arena. Então depois conto-lhes como foi o treino, adeus.


Klaus T. Wolf
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Cassandra L. Clare em Qui Jun 06, 2013 2:24 pm

Nome – Cassandra Lynn Clare

Idade – 17 anos

Raça - Semideusa

Progenitor – Deimos.

Motivo – Por desde pequena ter um ar amedrontador a sua volta, e por vários outros fatores.

Progenitor Mortal – Rebekah Clare, 39 anos. Escritora de livros de terror de grande sucesso, sempre inspirada em Stephen King, o considerando um gênio.

Defeitos e Qualidades – Defeitos - Arrogância e se sobrepor aos outros, subestimando os mesmos. Qualidade é a percepção.

Cidade natal e atual – Ottawa cidade natal, Washington DC cidade atual.

Habilidade – Poliglota

História –
Cassandra nasceu em Ottawa, no Canadá, no ano de 1996, em uma noite chuvosa. Sua mãe, Rebekah, sempre sentira que a pequena Cass tinha um olhar diferente. Aos 3 anos, Cass apresentava um comportamento sádico perante as outras crianças, sempre era flagrada "torturando" suas bonecas, e toda vez que reclamavam com ela, ela dava um olhar amedrontador. Aos 8 anos, Cassandra cresceu sendo conhecida por ser persuasiva demais, e por ter um sangue frio perante a tudo, o que era anormal para uma criança. Com 12 anos, Cass começou a sofrer ataques do que ela chamava de "contos de fadas". Cassandra cresceu sendo cética, por obra de sua mãe, que achava que isso a protegeria de tudo. Ledo engano...
No dia 17 de agosto, no seu aniversário de 16 anos, Cassandra estava em seu colégio, aonde era vista como uma menina problemática e sociopata. Sempre evitava a companhia das outras pessoas, menos de um garoto, chamado Lear. Cassandra tinha uma amizade um tanto que especial com ele, mesmo que odiasse a todos. No seu aniversário, Cassandra estava comemorando com Lear, que disse:

-Cassandra, sua mãe tem que lhe contar algo. Esses ataques, o que você realmente vê, é por que você é diferente das outras pessoas.

Cassandra olhou para Lear, com raiva por ter chamado ela de diferente, e ele continuou a dizer:

-Você é uma semideusa, e eu vim de Long Island para levar você ao Acampamento Meio Sangue, que será aonde você estará segura desses ataques.

Cassandra ficou abismada. Receber uma notícia daquela no aniversário era um golpe e tanto. Mas Cassandra não reagiu com palavras, afinal ela evitava falar. Seu psicólogo, que se matou após a 10° consulta com ela, dizia que o seu olhar já respondia por tudo. Cassandra seguiu com Lear pra casa, fugindo de um ser monstruosamente forte, um ciclope. Cassandra chegou em casa e encontrou uma mochila arrumada no sofá e sua mãe olhando para ela. Cassandra fitou a mãe com um olhar questionador, e a mãe disse:

-Filha, Lear deve ter dito já a você. Aqui não é mais um local seguro para você, minha pequena sádica. Você tem que ir ao Acampamento Meio Sangue, em Long Island. Eu achei que ia demorar pra chegar esse dia, mas pelo visto, ele chegou cedo. Agora, vá, meu anjo, e eu coloquei na sua mochila seu livro favorito.

Cassandra deu o último abraço na mãe e pegou a mochila. Antes de sair pela porta, sua voz, calma e doce ecoou pela casa, após anos:

-Eu amo você, mãe.

Cassandra colocou a mochila nas costas e saiu com Lear, em direção a Long Island.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Matthew RedFox em Sex Jun 07, 2013 9:48 pm

Nome – Matthew Redfox

Idade – 15 anos (Aniversario dia 03 de Agosto)

Raça - Semideus

Progenitor – Hefesto

Motivo – Pode parecer um pouco estranho , mas eu sempre me senti melhor perto de maquinas ou então trabalhando com elas do que com pessoas , e também porque me sinto como o fogo , sou quente e posso queimar.

Progenitor Mortal – Katie Redfox , minha mãe teve uma grande participação em minha vida, ela cuidou de mim até os 7 anos de idade , e depois acabou sendo morta.

Defeitos e Qualidades – Meu defeito é ser perfeccionista (em relação a maquinas ou então coisas que eu faço) e também me importar de menos com as pessoas e minha qualidade é ser prestativo.

Cidade natal e atual – Nasci em Manhattan e atualmente estou no Acampamento.

Habilidade – Montagem e construção com facilidade foram coisas que eu aprendi fora do acampamento , e também uma pequena habilidade de luta , quando pratiquei Muay Thai por 2 anos.

História – Matthew ou Matth como prefere ser chamado , nasceu em Manhattan em 1997 no dia 03 de Agosto. Matth foi criado por sua mãe até os 7 anos , porém Katie (sua mãe) foi assassinada brutalmente, deixando seu filho para trás , depois disso Matth foi para a casa de um tio, seu tio morava em um prédio de rico em Manhattan.
Quando Matth completou 12 anos , seu tio contratou um professor de Muay Thai para o garoto , mas Matth desistiu depois de 2 anos praticando Muay Thai.
Na escola Matth sempre foi um garoto muito desatento nas aulas, suas médias eram de 6 para baixo.
No décimo quinto aniversario de Matth, ele foi viajar até uma praia em Long Island com o seu tio, Matth estranhou a atitude de um rico senhor de 40 anos de idade (que aparentava ter 28) , levar um garoto de 15 anos para uma praia velha com pouquíssimas pessoas.
Os dois se sentaram num banco longe do mar, e então seu tio virou-se para Matth.
- Garoto , você já pensou quem é seu pai?
Matth franziu a testa e negou com a cabeça.
- Venha , tenho um lugar para te mostrar
Matth apenas assentiu e seguiu o tio. Matth percebeu que eles estavam adentrando uma floresta/colina , seu tio o guiou o caminho inteiro, até os dois se depararem com uma placa , Matth demorou a ler , porque tinha dislexia, e estava escrito "Acampamento Meio-Sangue", Matth engoliu seco e olhou para seu tio que assentiu vagarosamente, e então fez um sinal de "vamos" e então os dois se depararam com um grande acampamento.
- O mundo nunca vai ser seguro pra você, Matthew. Tome cuidado, eu já cumpri a minha parte da missão, cumpra a sua: Sobreviva. Não me desaponte moleque. Adeus.
Matth então entrou no acampamento e disse um Adeus para seu tio, Matth ainda não estava entendendo nada , mas iria cumprir sua parte da missão.
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