{UP} Mundo Mascarado - Para Gabriel Lebber Daniel [CONCLUÍDA]

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{UP} Mundo Mascarado - Para Gabriel Lebber Daniel [CONCLUÍDA]

Mensagem  Nyx em Seg Fev 09, 2015 10:43 pm


Mundo Mascarado

Gabriel Lebber já estava famosos no Acampamento. Seus feitos chegaram ao ouvido dos outros campistas mais rápido que os pés de Hermes. E falando no próprio, entediado no Olimpo, resolveu tramar uma aventura com aquele herói que todos estavam comentando. Ele ficou levando a informação desse ceifador pra lá e pra cá por um tempo, agora todos já estavam sabendo e não havia mais novidades.(Por enquanto). Era o momento perfeito para arranjar uma coisa divertida para fazer. O Deus então tirou suas asas e se dirigiu ao mundo dos humanos, mais precisamente ao Acampamento Meio-Sangue, e pegou Gabriel totalmente desprevenido. Isso ia ser bem... Interessante.

ACONTECIMENTOS DURANTE A MISSÃO:
Deve encontrar Hermes no Acampamento Meio-Sangue.
Ele te levará para 4 cidades em continentes diferentes.
Em todos esses lugares vocês irão á um Baile de Máscaras.
Achará um grupo de Cinocéfalos e batalhará contra eles sozinho.
Evento aleatório 1.
Perderá Hermes de vista.
Se perderá em um País estranho á sua escolha.
Lutará com um monstro de pelo menos três ferraduras.(Segue o link do bestiário--> link)
Evento aleatório 2.
Hermes retornará.

REGRAS:
A ordem dos fatos devem ser seguidos nessa ordem.
Os eventos aleatórios serão imaginados por você. Me impressione.
Façam a movimentação de HP/MP bem explicita enquanto narra uma batalha.
Os monstros por você escolhidos não podem ser específicos de um conto grego, devem ser generalizados.
Defina os presentes que você deseja ganhar se conseguir completar essa missão com sucesso.
No mínimo 400 palavras.
Qualquer dúvida, MP-me.




Última edição por Nyx em Qua Fev 11, 2015 4:09 pm, editado 1 vez(es)
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Re: {UP} Mundo Mascarado - Para Gabriel Lebber Daniel [CONCLUÍDA]

Mensagem  Gabriel Lebber Daniel em Ter Fev 10, 2015 5:30 pm

Era mais um dia quente e extremamente entediante. Eu havia acabado de acordar, me levante da cama e olhei pela janela. Deveria ser mais ou menos umas 8 horas e o sol parecia castigar todos os campistas lá fora e dentro dos chalés também. Coloquei a capa, que mesmo com o calor irritante eu não conseguiria sair para algum lugar sem ela.
  Lá fora sem ter nada para fazer resolvi ir para a arena como de costume, treinar pode ser a melhor coisa que semideuses podem fazer. Era o que eu sempre pensava.  No caminho para a arena, eu via olhares de pessoas aleatórias me encarando e cochichando para seus amigos ao lado, não que me incomodasse... mas era um pouco estranho. Quando finalmente chego na arena, encontro uma pessoa nova. O individuo me encarava assim como o resto, mas ele era diferente... bem diferente, eu podia sentir a aura de poder que o ele emanava – Um deus ?! – Pensei comigo.
- Olá Gabriel. Sou Hermes, creio que já deva ter ouvido falar de mim. Eu gostaria de te levar para uma aventura.– o Deus estendeu sua mão com a palma aberta em minha direção. – Pegue-a.
 Um pouco animado e desconfiado, eu não sabia como reagir, mas sem muita enrolação segurei a mão de Hermes, e tudo em minha volta começou a estremecer e ficar molenga até que tudo se apagou, e em questões de segundos, como um flash eu estava em um lugar completamente diferente.
  Prédios gigantes, carros, pessoas elegantes e bem vestidas e luzes que iluminavam o céu noturno.
- Bem vindo á Londres, meu caro amigo. – Falou o deus com um sorriso estampado no rosto.
- Londres ?... Por qual motivo você me trouxe aqui ?
-Para uma festa! Qual seria o outro motivo ? vamos se divertir! – Falava o Deus eufórico. –Use isso. – Me entregando uma mascara branca com um largo e estranho sorriso.
- Ok... e agora ?
- Siga-me. – E com isso o deus atravessou a rua e foi em direção á entrada de alguma boate.
 Segui o deus, chegando na entrada, pude perceber uma gigantesca fila, com todos bem vestidos e com as tais máscaras. Nos dirigirmos direto para a entrada, onde só vip´s poderiam entrar. Agora sim eu estava  começando a me sentir envergonhado.
 Conforme íamos descendo as escadas, o lugar ia mudando, deixando de ser elegante e sofisticado e virando algo mais ‘’night’’.  Assim que chagamos ao salão principal. Um lugar bem grande, com um show de luzes que oscilavam do vermelho para o preto, e uma névoa que envolvia as pessoas dançando.  Me virei para Hermes e gritei em seu ouvido para tentar ser ouvido – TAA, E AGORA ? O QUE FAZEMOS ??- Uma música infernal tocava no volume maximo
 - Nos divertimos. – Ele pegou dois copos de alguma bebida que um dos garçons ofereciam para os cliente e me entregou um. – Tome, vai te ajudar!- Falou alto sem tirar o sorriso do rosto.
 Ainda relutante peguei a bebida e a virei. Um gosto terrível, mas era algo...viciante. Tomei o outro copo da mão do Deus e o virei também. Dessa vez o gosto não era tão ruim. – Já volto...- Falei para o Deus risonho que parecia estar se divertindo muito com tudo aquilo.
 Andei em direção ao bar, e lá pedi uma das bebidas que eu havia experimentado. O barmen pegou varias garrafas e começou a balançar de um lado pro outro. Como um cientista maluco fazendo uma experiência que se vê nos desenhos animados. Assim que me entregou eu virei a dose e assim fui fazendo, uma atrás da outra, e o gosto ia deixando de ficar ruim, passando a ficar algo bom.
 Com a vista embaçada e os reflexos lerdos, sinto uma mão em meu ombro – Você parece estar se divertindo.-
  -ÉessA cOisa é Muito bOA!! – Falava um Gabriel alcoolizado.
  Com uma forte e divertida gargalhada o deus continuou a conversa. – Receio que já é hora de sair... já é quase de manha. Mas não se preocupa... A diversão só esta começando. – E com isso ele estendeu novamente sua mão para mim.
 Assim que a peguei as mesma coisas aconteceram da ultima vez. Tremedeira, derretimento, apagão e flash, e lá estava eu novamente em outro lugar.
 -Estamos em Nova York agora. Me siga para a próxima festa. – falara Hermes.
  Tonto e cambaleando o segui. Entrando na casa, que mais parecia um palácio. Lustres de cristais e vários enfeites embelezavam a festa. Esta, sem dúvidas era completamente da anterior. Antes algo mais ‘’underground’’, agora algo realmente ‘’chique’’. Homens com elegantes e caro ternos e suas máscaras do estilo de fantasma da ópera. As mulheres com longos vestidos, de sua maioria vermelhos e suas máscaras que rodeavam somente os olhos.
 Sem falar nada desta vez, me dirigi direto para o bar- Não sei como não cai/empurrei/derrubei/vomitei em alguém pelo caminho – Finalmente sentando em um lugar que parecia ter sido construído somente para a minha pessoa ( pois estava divinamente confortável) Eu pedi para o garçom alguma bebida, e assim como antes bebi até amanhecer.

  -Agora estamos em Canberra- Narrava o deus.
   Podre, mas tão podre de bêbado, eu não conseguia nem notar o lugar que estávamos. Só lembro que era algo um pouco menos luxuoso que antes, mas ainda sim algo só para a alta classe.
 Desta vez, por algum milagre eu resolvi não beber, e fazer algo de útil... mas eu pensei comigo mesmo ‘’ o que fazer de útil em uma festa...a, foda-se’’ E estava indo em direção ao bar quando topei com uma garota. Grandes cabelos ruivos, olhos verdes e uma pele tão branca quanto neve, só um pouquinho manchada com pequeninas sardinhas. A olhei com uma certa admiração por ser algo tão maravilhosa.
 -Desculpe-me... – Falei ainda zonzo. A garota sorriu e quando se virou para sair. A segurei pelo braço com delicadeza – é... qual o seu nome ?- Disse um pouco sem jeito, e agora menos afetado, como se a adrenalina me fizesse ficar um pouco são.
-Carolyne. – Falou a linda garota.
- Sou Gabriel...- E com isso o papo foi indo, nos sentamos e ficamos conversando por algum tempo, até que ela me tirou para dançar. Um pouco desajeitado. Não, completamente desajeitado eu dancei junto com a moça, até que novamente fui tocado no ombro por Hermes. Sem muito oque fazer, como a cinderela quando bate meia-noite, desapareci do lugar e fui parar em outro completamente diferente.
  Agora um pouco desanimado, ouvi dizer que estávamos em Tóquio. Segui cansado o Deus até o próximo local. Agora  não estando mais tão bêbado (só levemente embriagado) eu podia observar o lugar. Entramos em um arranha-céu, e andamos por um longo tapete vermelho até um elevador, onde subimos até a cobertura. Assim que as portas se abriram, tive certeza que este era o lugar mais bonito e sofisticado dentre os outros. Era um apartamento gigante, onde não se haviam paredes, a não ser painéis de vidros que cobriam tudo. Se podia ver a cidade inteira, algo realmente lindo. Sem contar com as pessoas, comidas e diversos drinks dentro do local.
 -Este é o meu lugar favorito... me lembra muito o Olimpo, só que bem mais humano.- O sorriso do deus ainda estava lá, ele parecia realmente muito feliz.  
 Antes que eu pudesse falar algo a respeito, senti  alguma coisa vindo da direita. Me virei rapidamente e só vi vultos. Andei em direção de onde eles vinham, e mais e mais vultos iam correndo de um lugar para o outro. Quando finalmente vi algo saindo para a sacada. Caminhei com calma até o lugar, e sai do apartamento para a sacada, que era realmente enorme.  Com um forte - POUW – a porta havia sido fechada com tremenda força, tanta que eu não sei como o vidro não havia quebrado.  Antes que eu percebesse eu estava cercado por monstros.
  Varias bestas (que rapidamente eu identifiquei por Cinocéfalos) me rodeavam. Não sabia ao certo, mas talvez uns 10 ou coisa do tipo. Rapidamente fiz minhas duas tatuagens de cada braço virar minhas foices, e com um forte impulso colocado nos pé dei um grande pulo, assim saindo do meio do circulo. Agora do outro lado, eu tinha mais chances de vitória. Quando os homens-cachorros avançaram em minha direção, um grande sorriso brotava em minha face. Corri em direção deles também, e já de começo decapitei o primeiro, rolei para frente me esquivando de dois golpes de duas bestas, e me levantei socando um, assim o afastando. Antes que mais dois da frente viessem me atacar, cravei cada uma das lâminas em suas cabeças peludas as rasgando. Arfando mas ainda com o sorriso no rosto, me preparava pra o próximo contra-ataque. Uns sete chacais corriam em minha pulavam em minha direção. Chutei o mais próximo no estômago e aproveitando o impulso, girei meu corpo junto com minhas foices e em um só ataque decapitei mais dois, mas antes que eu pudesse fazer algo os cincos restantes conseguiram me pegar. Dois me seguravam pelos braços enquanto isso os que estavam livres me socavam e chutavam. Quando um deles aproximou a cara próxima a minha cabeça para morder meu pescoço, dei-lhe uma cabeçada forte que acabou ficando tonto e assim caiu em cima de mim, me derrubando e os seus outros aliados. No chão, com algo que pesava alguns kg em cima de mim e ainda mais tonto pela cabeçada, com dificuldade tentei sair de baixo e de cima dos outros dois que mordiam meus braços e me estrangulavam ( mas salvo novamente pela a adrenalina eu não sentia nada no momento) Depois de um tempo lutando no chão, consegui me soltar. Agora, novamente de pé, eu aproveitei a oportunidade para matar os três no chão todos juntos, e assim eu fiz. Após isso olhei para os outros dois que haviam sobrado, e ambos pularam do parapeito do prédio escapando de suas mortes.
   Quando eu ia voltar para o apartamento, uma devastadora explosão veio de dentro. Em questões de segundos eu podia ver todos os estilhaços de vidros voando e cortando, decepando e fatiando os humanos de lá de dentro. Com rapidez pulei do parapeito também. Quando eu estava a perder o embaço e começando a cair em vertical, o impulso da explosão me fez voar mais alguns metros. Assim que começara a cair verticalmente novamente, fiz minhas asas brotarem de minhas costas e voei até o chão, aterrissando em um beco. Lá do chão eu podia ver o prédio em chamas e os gritos dos desesperados. Olhei para os lados e nem sinal de Hermes. Quando dei o primeiro passo, a dor do confronto anterior começou a surtir efeito. Andei moribundo até uma parede, onde me encostei e sentei no chão. Cortes profundos no braço esquerdo e diversas mordidas no corpo, dentre elas; a panturrilha; coxa; abdômen; e uma não tão grave no pescoço, mas que mesmo assim sangrava. Rasguei um pouco da camiseta que vestia e fiz tipo um torniquete para os lugares mais críticos. Após terminar os curativos me levantei e comecei a andar.
  -Ótimo! Estou na china, sozinho e não sei falar p***a nenhuma o idioma deles. – E assim, passei uns 2 dias andando de um lugar para o outro. Era noite, e eu estava andando em uma rua movimentada da cidade tentando achar o maldito Deus. Eu estava perdido em meus pensamentos, até que fui tirado deles. Eu conseguia meio que sentir quando havia monstros perto, algo concedido pelos poderes de Thanatos. Bem... Continuei andando, mas dessa vez em direção dele.
  Minutos depois eu me encontrava em uma praça, que no centro havia um enorme lago. Pessoas passavam naturalmente, namoravam e faziam suas ‘’coisas’’. Eu sentia a aura vinda de dentro do lago, e assim eu andei até ele com a foice negra empunha. Chegando mais perto, com o que parecia ser um rugido um monstro pulou de dentro do lago voando em minha direção. Impulsionei-me para trás antes que ele pudesse cair por cima de mim. Olhei atentamente e percebi que era um tritão. Ele era alto, de uns 2 metros, musculoso, escamas azuis que com a luz refletida dos postes brilhavam, e carregava um tridente bem... robusto com algo em suas pontas, um liquido vermelho. Veneno talvez. Mas não tinha tempo para pensar. Com uma veloz investida o monstro corria em minha direção com a arma empunha mirada em meu peito, com pouco tempo para tentar defender eu tentei esquivar, mas infelizmente pegará de raspão em meu braço. Mas logo o contra ataque pulando em sua direção e o acertando uma joelhada na cara. Cambaleando um pouco por causa do impacto, o ataque horizontalmente com a foice, acertando-lhe na barriga, de onde sangue começará a sair. Percebendo que não era páreo para mim, o maldito se virou e pegou a primeira pessoa inocente que avistara, com os dois braços ele o ergueu e de um modo que todos pudessem ver ela foi partida ao meio e jogada em mim. Extremamente furioso corri para cima dele e o decapitei em um piscar de olhos.
 Ofegante e me sentindo muito tonto, fraco e cansado. Algo que possa ter sido resultado dos 6 dias sem dormir, das feridas que não foram tratadas com cuidados, de não ter comido nada além de salgadinhos saqueados em maquinas na rua e também pelo liquido que entrará em contato com minha ferida. Totalmente esgotado cai de joelhos no chão. Eu não sabia nem como tinha vencido a luta, no estado que estava -...talvez seja por eu ser filho de Ares. É deve ser isso...-  eu pensava. Quando eu estava prestes a apagar e cair no chão algo me deixou acordado. Sirenes... Sirenes e uma arma apontada em minha cabeça e logo em seguida algemas sendo presas em minhas mãos. Isso havia me deixado acordado... Agradeço aos deuses por isso.

  6 horas depois do ocorrido eu me encontrava em uma cela de prisão em um pais que eu não conhecia, e o pior de tudo, eu estava muito fraco para tentar fugir. Levantar da cama dura e ficar 10 segundos em pé já era algo que eu não conseguia fazer sem começar a suar e ficar tonto.  
 Eu estava deitado olhando para o teto após um dia, esperando o que os oficiais iriam fazer comigo. Eu já estava um pouco melhor, pelo o alimento servido (mesmo sendo algo horrível era o que eu tinha) Mas ainda estava bem mal já que minhas feridas não tinham sido limpas direito ou usado medicamentos nelas. Mas não poderia julga-los, pois um estrangeiro que não sabe falar sua língua é encontrado todo ensanguentado com um nativo partido ao meio... é, isso é um pouco suspeito. Olhei para o lado e vi o infeliz encostado de costas nas barras de aço. Como se minhas forças haviam sido restauradas eu pulei da cama e voei em sua direção o pregando pelo pescoço e o grudando com força nas barras.
-Seu desgraçado!!! Onde tu esteve ?? –  Falava meio alto mas como se fosse um cochicho.
  O Deus tocou em meu punho e minhas forças sumiram novamente. Desabando no chão e começando a vomitar sangue.
- Olha aqui, eu tive certos imprevistos com os outros Deuses... me desculpe pelo o que houve. Mas não se preocupe, eu vou te tirar daqui agora e lhe levar para o acampamento onde essas feridas curem e esse... veneno saia do seu corpo. Pois tu vai morrer se for do contrario. - Falou Hermes com uma expressão seria no rosto, estendendo a mão para mim. Sem falar nada, e extremamente puto! Dei a mão para o deus, e fomos teletransportados para o acampamento, para ser mais preciso dentro do ala de enfermagem.


HP/MP finais:


Devido todos os combates, a falta que fez a personagem ficar sem  dormir por 6/5 dias, as feridas que não foram curadas ou tratadas como deveriam ser e a falta de comida e água, e no final o veneno mortal, fizeram a personagem ficar a beira da morte. (2HP & 0MP)

coisas para levar em conta:
mais uma coisa em levar em conta é; Todas os monstro que eu matei, as almas deles foram guardadas em meu jarro de almas... foram 9 eu acho não sei ;s bom... quando for atualizar as parada na minha ficha atualiza as almas já. E também eu não coloquei o hp e mp diretamente na narração pra não... sei la, não acho legal isso dentro da historia e talz
recompensas:
Não sei ;s
xp e algum item estão bons de mais
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Re: {UP} Mundo Mascarado - Para Gabriel Lebber Daniel [CONCLUÍDA]

Mensagem  Nyx em Ter Fev 10, 2015 8:02 pm

Era mais um dia quente e extremamente entediante. Eu havia acabado de acordar, me levante✗ levantei da cama e olhei pela janela. Deveria ser mais ou menos umas 8 horas e✗ . O sol parecia castigar todos os campistas lá fora e dentro dos chalés também. Então coloquei a capa, que✗ porque mesmo com o calor irritante eu não conseguiria sair para algum lugar sem ela.
...
  Lá fora, sem ter nada para fazer, resolvi ir para a arena como de costume. "Treinar pode ser a melhor coisa que semideuses podem fazer."- Era o que eu sempre pensava.  No caminho para a arena, eu via olhares de pessoas aleatórias me encarando e cochichando para seus amigos ao lado. Não que me incomodasse, mas era um pouco estranho. Quando finalmente chego na arena, encontro uma pessoa nova. O individuo✗ indivíduo me encarava assim como o resto, mas ele era diferente... Bem diferente. Eu podia sentir a aura de poder que o ele emanava"Um deus ?!✗ " – Pensei comigo.
...
- Olá Gabriel. Sou Hermes. Creio que já deva ter ouvido falar de mim. Eu gostaria de te levar para uma aventura.– o Deus estendeu sua mão com a palma aberta em minha direção. – Pegue-a.
 Um pouco animado e desconfiado, eunão sabia como reagir. Mas, sem muita enrolação, segurei a mão de Hermes, e tudo em minha volta começou a estremecer e✗ , ficar molenga. Até que tudo se apagou. E, em questões de segundos, como um flash, eu estava em um lugar completamente diferente.
...
 Prédios gigantes, carros, pessoas elegantes e bem vestidas e luzes que iluminavam o céu noturno.
- Bem vindo á Londres, meu caro amigo. – Falou o deus, com um sorriso estampado no rosto.
- Londres ?... Por qual motivo você me trouxe aqui ?
-Para uma festa! Qual seria o outro motivo ? Vamos se divertir! – Falava o Deus eufórico. – Use isso. – Me entregando uma mascara branca com um largo e estranho sorriso.
- Ok... E agora ?
- Siga-me. – E, com isso, o deus atravessou a rua e foi em direção á entrada de alguma boate.
...
 Segui o deus. E chegando na entrada, pude perceber uma gigantesca fila, com todos bem vestidos e com as tais máscaras. Nos dirigirmos direto para a entrada, onde só vip´s poderiam entrar. Agora sim eu estava  começando a me sentir envergonhado.
...
 Conforme íamos descendo as escadas, o lugar ia mudando, deixando de ser elegante e sofisticado e virando algo mais ‘’night’’.  Assim que chagamos ao salão principal. Um lugar bem grande, com um show de luzes que oscilavam do vermelho para o preto, e uma névoa que envolvia as pessoas dançando.✗ E assim, chegamos ao salão principal. Era um lugar bem grande, com show de luzes oscilando do vermelho ao preto e uma névoa a qual envolvia as pessoas dançando.  Me virei✗ Virei-me para Hermes e gritei em seu ouvido para tentar ser ouvido – TAA, E AGORA ? O QUE FAZEMOS ??- Uma música infernal tocava no volume maximo✗ máximo.
 - Nos divertimos. – Ele pegou dois copos de alguma bebida que um dos garçons ofereciam para os cliente e me entregou um. – Tome, vai te ajudar!- Falou alto sem tirar o sorriso do rosto.
...
 Ainda relutante, peguei a bebida e a virei. Um gosto terrível, mas era algo...viciante. Tomei o outro copo da mão do Deus e o virei também. Dessa vez o gosto não era tão ruim. – Já volto...- Falei para o Deus risonho, que parecia estar se divertindo muito com tudo aquilo.
 Andei em direção ao bar e lá pedi uma das bebidas que eu havia experimentado. O barmen✗ barman pegou varias garrafas e começou a balançar✗ balança-las (as bebidas, não o barman quem começou a balançar) de um lado pro outro, como um cientista maluco fazendo uma experiência que se vê nos desenhos animados. Assim que me entregou (o que?), eu virei a dose. E assim fui fazendo, uma atrás da outra. o gosto ia deixando de ficar✗ ficando ruim, passando a ficar ✗ tornando-sealgo bom.
...
 Com a vista embaçada e os reflexos lerdos, sinto uma mão em meu ombro – Você parece estar se divertindo.-
  -ÉessA cOisa é Muito bOA!! – Falava um Gabriel alcoolizado.
  Com uma forte e divertida gargalhada, o deus continuou a conversa. – Receio que já é hora de sair... Já é quase de manha✗ manhã. Mas não se preocupa, a diversão só esta começando. – E com isso ele estendeu novamente sua mão para mim.
 Assim que a peguei, as mesmas coisas aconteceram como da ultima✗ última vez. Tremedeira, derretimento, apagão e flash. E lá estava eu novamente em outro lugar.
...
 -Estamos em Nova York agora. Me siga✗ siga-me para a próxima festa. – falara Hermes.
  Tonto e cambaleando, o segui. Entrando na✗ Entramos numa casa que mais parecia um palácio. Lustres de cristais e vários enfeites embelezavam a festa. Esta, sem dúvidas, era completamente (o que?) da anterior. Antes algo mais ‘’underground’’, agora algo realmente ‘’chique’’. Homens com elegantes e caro✗ caros ternos e suas máscaras do estilo de fantasma da ópera. As mulheres com longos vestidos, de sua maioria vermelhos, e suas máscaras que rodeavam somente os olhos.
 Sem falar nada desta vez, me dirigi direto para o bar. Não sei como não cai/empurrei/derrubei/vomitei em alguém pelo caminho. Finalmente sentando em um lugar que parecia ter sido construído somente para a minha pessoa ( pois estava divinamente confortável)(Essa fala seria de Hermes? Não entendi.). - Eu pedi para o garçom alguma bebida, e assim, como antes, bebi até amanhecer.

  -Agora estamos em Canberra- Narrava o deus.
   Podre, mas tão podre de bêbado, eu não conseguia nem notar o lugar que estávamos. Só lembro que era algo um pouco menos luxuoso que antes, mas ainda sim algo só para a alta classe.
 Desta vez, por algum milagre, eu resolvi não bebere fazer algo de útil.✗ Mas eu pensei comigo mesmo: ‘’O que fazer de útil em uma festa...a? Foda-se.’’ (Não encorajo muito a utilização de palavrões.) Eu estava indo em direção ao bar quando topei com uma garota. Grandes cabelos ruivos, olhos verdes e uma pele tão branca quanto neve. Só um pouquinho manchada com pequeninas sardinhas. A olhei com uma certa admiração por ser algo tão maravilhosa✗ maravilhoso (algo maravilhoso ou alguém maravilhosa).
 -Desculpe-me... – Falei ainda zonzo. A garota sorriu e, quando se virou para sair, a segurei pelo braço com delicadeza – É... qual o seu nome ?- Disse um pouco sem jeito e, agora, menos afetado, como se a adrenalina me fizesse ficar um pouco são.
-Carolyne. – Falou a linda garota.
- Sou Gabriel...- E com isso o papo foi indo. Nos sentamos e ficamos conversando por algum tempo, até que ela me tirou para dançar. Um pouco desajeitado. Não, completamente desajeitado eu dancei junto com a moça. Até que novamente fui tocado no ombro por Hermes. Sem muito o que fazer, como a cinderela quando bate meia-noite, desapareci do lugar e fui parar em outro completamente diferente.
...
  Agora, um pouco desanimado, ouvi dizer que estávamos em Tóquio. Segui cansado✗ Cansado, segui o Deus até o próximo local. Agora, não estando mais tão bêbado (só levemente embriagado), eu podia observar o lugar. Entramos em um arranha-céu e andamos por um longo tapete vermelho até um elevador, onde subimos até a cobertura. Assim que as portas se abriram, tive certeza de que este era o lugar mais bonito e sofisticado dentre os outros. Era um apartamento gigante, onde não se haviam✗ havia paredes, a não ser painéis de vidros que cobriam tudo. Se podia✗ Podia-se ver a cidade inteira, algo realmente lindo. Sem contar com as pessoas, comidas e diversos drinks dentro do local.
 -Este é o meu lugar favorito... Me lembra muito o Olimpo. Só que bem mais humano.- O sorriso do deus ainda estava lá, ele parecia realmente muito feliz.  
 Antes que eu pudesse falar algo a respeito, senti alguma coisa vindo da direita. Me virei✗ Virei-me rapidamente e só vi vultos. Andei em✗ na direção de onde eles vinham. Mais e mais vultos iam correndo de um lugar para o outro. Quando finalmente vi algo saindo para a sacada. Caminhei com calma até o lugar e sai do apartamento para a sacada, que era realmente enorme.  Com um forte - POUW – a porta havia sido fechada com tremenda força. Tanta que eu não sei como o vidro não havia quebrado.  Antes que eu percebesse eu estava cercado por monstros.
...
  Varias bestas, que rapidamente eu identifiquei por Cinocéfalos, me rodeavam. Não sabia ao certo, mas talvez uns 10 ou coisa do tipo. Rapidamente fiz minhas duas tatuagens de cada braço virar✗ virarem minhas foices. E, com um forte impulso colocado nos ✗ pés, dei um grande pulo, assim saindo do meio do circulo✗ círculo. Agora do outro lado, eu tinha mais chances de vitória. Quando os homens-cachorros avançaram em minha direção, um grande sorriso brotava em minha face. Corri em direção deles também, e, já de começo, decapitei o primeiro. Rolei para frente, me esquivando de dois golpes de duas bestas, e me levantei socando um, assim o afastando. Antes que mais dois da frente viessem me atacar, cravei cada uma das lâminas em suas cabeças peludas, as rasgando. Arfando mas ainda com o sorriso no rosto, me preparava pra o próximo contra-ataque. Uns sete chacais corriam em minha✗ (mim?) e pulavam em minha direção. Chutei o mais próximo no estômago e, aproveitando o impulso, girei meu corpo junto com minhas foices e em um só ataque decapitei mais dois. Mas, antes que eu pudesse fazer algo, os cincos restantes conseguiram me pegar.
...
Dois me seguravam pelos braços. Enquanto isso, os que estavam livres, me socavam e chutavam. Quando um deles aproximou a cara próxima da minha cabeça para morder meu pescoço, dei-lhe uma cabeçada forte que ✗ , e eleacabou ficando tonto e assim caiu✗ , caindo em cima de mim e me derrubando e os seus outros aliados. No chão, com algo que pesava alguns kg em cima de mim e ainda mais tonto pela cabeçada, com dificuldade, tentei sair de baixo e de cima dos outros dois que mordiam meus braços e me estrangulava, mas salvo novamente pela a adrenalina eu não sentia nada no momento. Depois de um tempo lutando no chão, consegui me soltar. Agora, novamente de pé, eu aproveitei a oportunidade para matar os três no chão, todos juntos, e assim eu fiz. Após isso, olhei para os outros dois que haviam sobrado e ambos pularam do parapeito do prédio escapando de suas mortes.
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   Quando eu ia voltar para o apartamento, uma devastadora explosão veio de dentro. Em questões de segundos eu podia ver todos os estilhaços de vidros voando e✗ , cortando, decepando e fatiando os humanos de lá de dentro. Com rapidez, pulei do parapeito também. Quando eu estava a perder o embaço✗ ? e começando a cair✗ caindo em vertical, o impulso da explosão me fez voar mais alguns metros. Assim que começara a cair verticalmente novamente, fiz minhas asas brotarem de minhas costas e voei até o chão, aterrissando em um beco. Lá do chão eu podia ver o prédio em chamas e os gritos dos desesperados. Olhei para os lados e nem sinal de Hermes. Quando dei o primeiro passo, a dor do confronto anterior começou a surtir efeito. Andei moribundo até uma parede, onde me encostei e sentei no chão. Cortes profundos no braço esquerdo e diversas mordidas no corpo, dentre elas: a panturrilha, coxa, abdômen e uma não tão grave no pescoço, mas, que mesmo assim, sangrava. Rasguei um pouco da camiseta que vestia e fiz tipo um torniquete para os lugares mais críticos. Após terminar os curativos, me levantei e comecei a andar. -Ótimo! Estou na china✗ no Japão sozinho e não sei falar p***a nenhuma o idioma deles. – E assim, passei uns 2 dias andando de um lugar para o outro.
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Era noite e eu estava andando em uma rua movimentada da cidade tentando achar o maldito Deus. Eu estava perdido em meus pensamentos, até que fui tirado deles. Eu conseguia meio que sentir quando havia monstros perto, algo concedido pelos poderes de Thanatos. Bem... Continuei andando, mas dessa vez em direção dele. Minutos depois, eu me encontrava em uma praça, que no centro havia um enorme lago. Pessoas passavam naturalmente, namoravam e faziam suas ‘’coisas’’. Eu sentia a aura vinda de dentro do lago e, assim, eu andei até ele com a foice negra empunha. Chegando mais perto, com o que parecia ser um rugido um monstro ecoou e o dono de tal barulho pulou de dentro do lago, voando em minha direção. Impulsionei-me para trás antes que ele pudesse cair por cima de mim. Olhei atentamente e percebi que era um tritão. Ele era alto, de uns 2 metros, musculoso, escamas azuis que ,com a luz refletida dos postes, brilhavam. Ele também carregava um tridente bem... robusto e com algo em suas pontas, um liquido vermelho. Veneno, talvez.
...
Mas não tinha tempo para pensar. Com uma veloz investida, o monstro corria em minha direção com a arma empunha, mirada em meu peito. Com pouco tempo para tentar defender, eu tentei esquivar, mas infelizmente pegará✗ pegara de raspão em meu braço. Mas logo o contra ataque pulando em sua direção e o acertando uma joelhada na cara.✗ Mas logo o meu contra ataque foi realizado na direção do monstro, e acertei uma joelhada em sua cara. Cambaleando um pouco por causa do impacto, o ataque ataquei horizontalmente com a foice, acertando-lhe na barriga, de onde sangue começará a sair. Percebendo que não era páreo para mim, o maldito se virou e pegou a primeira pessoa inocente que avistara. Com os dois braços, ele o ✗ a ergueu e, de um modo que todos pudessem ver, ela foi partida ao meio e jogada em mim. Extremamente furioso, corri para cima dele e o decapitei em um piscar de olhos.
...
 Ofegante, estava me sentindo muito tonto, fraco e cansado. Algo que possa ter sido resultado da soma dos 6 dias sem dormir, das feridas que não foram tratadas com cuidados, de não ter comido nada além de salgadinhos saqueados em maquinas✗ máquinas na rua e também pelo liquido que entrará em contato com minha ferida. Totalmente esgotado, cai de joelhos no chão. Eu não sabia nem como tinha vencido a luta no estado que estava "Talvez seja por eu ser filho de Ares. É deve ser isso..." - eu pensava. Quando eu estava prestes a apagar e cair no chão, algo me deixou acordado. Sirenes de uma arma (sirenes de uma arma?) apontada em minha cabeça e logo em seguida algemas sendo presas✗ foram colocadas em minhas mãos. Isso havia me deixado acordado... Agradeço aos deuses por isso.

 6✗ Seis horas depois do ocorrido, eu me encontrava em uma cela de prisão em um pais✗ país que eu não conhecia e, o pior de tudo, eu estava muito fraco para tentar fugir. Levantar da cama dura e ficar 10 segundos em pé já era algo que eu não conseguia fazer sem começar a suar e ficar tonto.  Eu estava deitado, olhando para o teto após um dia e esperando o que os oficiais iriam fazer comigo. Eu já estava um pouco melhor pelo o alimento servido, mesmo sendo algo horrível era o que eu tinha, mas ainda estava bem mal✗ mal, já que minhas feridas não tinham sido limpas direito ou foram usados medicamentos nelas. Mas não poderia julgá-los, pois um estrangeiro, que não sabe falar sua língua, é encontrado todo ensanguentado com um nativo partido ao meio... É, isso é um pouco suspeito. Olhei para o lado e vi o infeliz encostado de costas nas barras de aço. Como se minhas forças haviam sido✗ tivessem restauradas, eu pulei da cama e voei em sua direção, o pregando pelo pescoço e o grudando com força nas barras.
...
-Seu desgraçado! Onde tu esteve✗ estavas? –  Falava meio alto, mas como se fosse um cochicho. O Deus tocou em meu punho e minhas forças sumiram novamente.Desabando✗ Desabei no chão e começando✗ comecei a vomitar sangue.- Olha aqui, eu tive certos imprevistos com os outros Deuses... Me desculpe pelo o que houve. Mas não se preocupe, eu vou te tirar daqui agora e lhe levar para o acampamento onde essas feridas curem e esse... veneno saia do seu corpo. Pois tu vai morrer se for do contrario✗ contrário. - Falou Hermes com uma expressão seria✗ séria no rosto, estendendo a mão para mim. Sem falar nada e extremamente puto! Dei a mão para o deus e fomos teletransportados para o acampamento. Para ser mais preciso, dentro do ala de enfermagem.

 



AVALIAÇÃO:
Muitos erros de português foram cometidos, tanto morfológicos quanto sintáticos. Tome mais cuidado com eles na próxima vez. (tudo em vermelho são as minhas correções)
Não considerei como erro, mas decida se vai usar Deus com o d maiúsculo ou minúsculo.
Achei a história bem interessante e as batalhas bem bacanas.

RECOMPENSAS:
Nove almas adicionadas ao seu Jarro de Almas.
2 Níveis e 500XP.
200 Dracmas.
Uma tatuagem de estrela onde escolher, a qual é capaz de ativar uma aura de escuridão protetora por 2 turnos.



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