Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Paul Hendrix em Qua Set 25, 2013 1:13 pm

Ficha de reclamação de
Paul "Dutch" Hendrix


NomePaul "Dutch" Hendrix
Idade15
ProgenitorMacária
MotivoPorque acho que a morte pacífica ou heroica é a melhor das mortes, gosto também do estilo de combate das proles da deusa, que é se esgueira e atacar antes que te ataquem. E também me identifique com os poderes, pois misturam os combates com habilidades de comunicação e personalidade.
Progenitor mortalMeu pai mortal era Annemien Van Der Line Hendrix, um comerciante holandês filho de uma família nobre, ele tinha um boa lábia para fazer com que os outros comerciantes comprassem dele, mas quando isso não funcionava ele usava de sabotagem, ele nunca foi pego, embora algumas pessoas tivessem certeza que a culpa era dele.
Defeitos e qualidadesSou muito reservado e demora algum tempo para que as pessoas conquistem minha amizade, mas quando a conseguem eu raramente ás traio. Tenho uma grande cicatriz que vai da ponta do olho esquerdo até o final da orelha ( Como está no PP) Além disso ás vezes falo uma frase ou outra em Holandês
Cidade natal e atualNasci em Amsterdã, Holanda. Então me mudei para New Haven, Connecticut. Onde permaneci por apenas um mês, então fui para o Acampamento Meio-Sangue
HabilidadeLábia ( Adquirida nas conversas com os marinheiros)
HistóriaE para um lado, para o outro, para um lado e para o outro. Lá estava eu em mais um dia assim, eu estava a bordo de um navio de comerciantes, o Vrome Reus,ou o gigante piedoso. Eu havia perguntado várias vezes para meu pai porque nós não íamos de avião e ele sempre me dava a mesma resposta : Preço da viagem e quantidade de bens para comércio. Dês de pequeno eu sempre soube que o dinheiro era o que movia tudo e todos. Fui até o deque principal, e cumprimentei todos os marinheiros pelo nome, Svens, que andava de muletas por causa de um acidente de trabalho, Harold, Um dos homens mais fedidos que eu já conheci entre vários outros.
Foi um dia comum e chato, não havia muita coisa para se fazer dentro do navio, então eu esperei a noite, a noite as coisas ficavam melhores, pois os marinheiros contavam histórias, fossem elas de terror ou de aventura, eu as adorava. Quando os marinheiros se reuniram sobre a tênue luz de um lampião, para dar um efeito mais dramático eu me sentei em um caixote e esperei alguém começar. Essa noite o escolhido foi Hans, um alemão que estava a muito tempo no navio e sempre tinha as melhores histórias. Ele contou uma história sobre um marinheiro que se enforcou no mastro do navio e assombrava o barco, a narrativa era mais completa mas eu não consigo me lembrar de como ela era. Foi quando ao olhar para o mastro eu vi um espectro que se movimentava de um lado para o outro. Aquele foi o primeiro sinal que eu era diferente.
1 Mês depois
Eu só havia ficado por 1 mês no colégio estadual de Connecticut e já havia ganhado um apelido, Dutch, o holandês, eu gostava daquele apelido, fazia com que eu me lembrasse que realmente eu sou um holandês e nada vai mudar isso. Estava no meu quarto pensando sobre nada em especial quando uma visita chegou, eu não sábia quem era mas pela recepção calorosa de meu pai sabia que deveria ser um velho amigo. Desci as escadas e encontrei Svens, o velho marinheiro. Conversei com ele e com meu pai durante muito tempo. Foi quando meu pai se retirou e eu tive uma conversa que queria ter com ele há tempos:
-Svens, A história do Hans, do marinheiro, é verdadeira?
-Mas por certo meu rapaz, por quê?
- E é normal ver o fantasma do marinheiro?
- Deve ter sido apenas sua imaginação garoto.
-Não, não foi, eu o vi claramente. Flutuava de um lado para o outro do navio, você entende?
Foi quando que ele fez um ato inesperado, farejou o ar profundamente então disse:
- Cravo-de-defunto?
-Não fuja do assunto Svens.
-Mas pelo amor de Zeus, debaixo do meu nariz!- Ele praguejou.
-Paul, hoje as 9 da noite você vai para fora da casa e me espere entendeu? – Continuou o marinheiro
-Ta bom... - Disse eu confuso
- E arrume uma pequena mala. Algumas roupas e algo que queira levar.
Dito isso ele gritou para meu pai que estava no jardim:
- Van der Line, estou indo embora. E as nove seu filho vai acampar comigo ok?
Meu pai entrou em casa minutos depois e disse:
- Filho, obedeça Svens por mais neuróticas que sejam suas frases, entendeu?
-Claro.
- Agora faça sua mala, e nunca se esqueça que eu te amo.
E disse isso me deu um forte abraço. E assim começou minha viagem para o acampamento meio-sangue.
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Paul Hendrix
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