Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Claire von Houste em Dom Out 06, 2013 11:16 am

Ficha de reclamação de
Claire von Houite.


NomeClaire von Houite.
Idade15 Anos.
ProgenitorQuione.
MotivoUm sorriso, uma demonstração de carinho ou de piedade, isso para a jovem é uma demonstração de fraqueza, uma vez que tem como um marco de sua personalidade a frieza absoluta. Além disso, ela é uma garota que nunca gostou do calor, pelo contrário, sempre preferiu lugares frios e, de preferência, com neve, temperatura bem abaixo de zero. No fundo, a personalidade da jovem se enquadra com a dos filhos de Quione. É fria, nunca demonstra o que sente, nunca se abada com cenas fortes, como a morte/suicídio de alguém, tal fato pra ela é como se fosse algo irrelevante.
Progenitor mortalOliver von Houste era um homem muito belo, de olhos azuis como o mar, pele clara e macia como a neve, cabelos cacheados e loiros como os de um anjo e dono de um físico quase que perfeito. Um pouco mais baixo do que o normal, é verdade, porém bem mais gentil, educado e inteligente. Um Psicanalista famoso em Maastricht e que sempre se dedicou muito ao seu trabalho, quase não pensava em sua vida pessoal, vivia para o trabalho, pelo menos até conhecer Quione. Depois que fora acordado em uma noite e achou uma criança na soleira de sua porta juntamente com uma carte, que dizia que a menina era sua filha e que a mulher por quem se apaixonara era uma deusa, passou a estudar mais e mais a mente humana e, aos poucos , fora enlouquecendo.
Defeitos e qualidadesFrieza, uma qualidade ou um defeito? Bom, tanto faz. A jovem é dona de uma frieza fora do comum, tando psicológica quanto fisicamente. Nunca demonstra seus sentimentos e, mesmo que esteja com medo, não vai demonstrar isso, pois considera tal ato como a demonstração de fraqueza. Procura não manter relações pessoais com as pessoas, gosta de ser sozinha, não confia nos outros, vê os homens como seres que só sabem mentir e aproveitar dos demais. Ela não é muito diferente, faz de tudo para conseguir atingir seus objetivos, é muito determinada, da sempre o seu máximo. Se tiver que mentir, matar, trair, não tem problema. É uma pessoa extremamente desconfiada, porém quando alguém consegui a sua confiança, essa pessoa terá uma pessoa leal para sempre ao seu lado, ao menos que essa venha a trair Claire.
Cidade natal e atualNascida na cidade de Maastricht, no sul da Holanda, atualmente não tem um outro lar que não seja o Acampamento Meio-Sangue.
HabilidadeSorte - Agradeça ao destino, és um semideus sortudo, tudo que envolva sorte para você, seja em cassino ou arremesso de projéteis, você costuma se dar bem.
História
Um psicanalista famoso chamado Oliver von Houste estava, durante mais uma noite, em seu consultório, trabalhando como se não houvesse vida fora daquele lugar e, para ele, era como se realmente não tivesse. O relógio marcava o encerramento de um dia o início do outro. A rua estava deserta e o silêncio era enlouquecedor. De repente a porta do consultório se abre, uma mulher bela adentra e se apresenta. Tinha uma hora marcada e estava ali para ser atendida. Quando o homem olhou para quem entrava, encantou-se de imediato. Acabara se envolvendo com tal mulher, porém não sabia ele que a sua vida estaria marcada para sempre depois daquilo. Durante três meses eles ficaram juntos. Um casal perfeito. Era pelo menos o que todos diziam. Imaginem como serão os seus filhos. Verdadeiros anjos. Comentavam. Ambos eram loiros, belos e com uma aparência angelical, tranquilizadora.

Depois de se passar três meses a mulher desapareceu, da noite para o dia. Era como se tivesse se teletransportado, havia ido embora sem deixar vestígio. Oliver não havia entendido nada, sofrera muito com o abandono e, para evitar que isso viesse a acontecer de novo, voltou a só se focar no seu trabalho. Vivia enfurnado dentro de sua sala, trabalhando, estudando e pesquisando, só saia de lá para tomar banho e dormir. Não comia mais direito, só conseguia descansar por poucas horas. Sua vida havia virado um inferno. Tinha raiva de tudo que havia acontecido, mais principalmente dele mesmo, por ter se deixado acreditar tão facilmente em uma desconhecida. Mais algum tempo se passou. Oliver não era mais visto fora de seu consultório, porém tudo estava prestes a mudar. Podia parecer estranho, mas ele ainda amava muito a mulher que lhe partira o coração e ainda queria tê-la, ou algo que lhe pudesse lembrar completamente ela, era quase que uma obsessão.

Rumores começavam a nascer. Ele está louco. Fica trancado naquela sala o dia todo. Seu rosto já não tem mais vida. Nem mesmo Oliver ousava desmentir os boatos, afinal, no fundo eles eram verdadeiros, ele estava enlouquecendo, precisava fazer alguma coisa, dar um outro rumo à sua vida, achar algum sentido para a mesma. A essa altura o seu consultório havia sido transferido para a sua casa, sendo assim não saia de lá para nada. Sua empregada era quem fazia as compras, pagava as contas e tudo mais. Porém a vida daquele homem estava prestes a sofrer a maior das mudanças, iria ganhar o melhor e mais abençoado dos presentes, sua vida voltaria a ter um sentido, ao para girar em torno, ele ganharia uma filha, prole da única mulher a quem de fato amou e por quem sofreu.

Naquela noite tudo parecia estranhamente fora do normal. A noite estava completamente negra. Não havia uma estrela no céu, a lua cheia estava se escondendo atrás das nuvens carregadas. Chovia intensamente. Uma criança com pouco menos de uma semana de vida chorava. Estava abandonada na soleira da porta da casa do psicanalista, juntamente com uma carta. Assim que ele abriu a porta e se deparou com a criança, que usava um colar escrito Claire, um brilho surgiu em seus olhos, viu naquela criança vida. Pegou a mesma e a carta, levou para dentro de casa. Ao ler as palavras ficou emocionado e abriu um sorriso.Então é isso. Você me está me dando um presente, uma nova vida. Obrigado. No dia seguinte os vizinhos se espantaram, viram-no saindo com a criança, para comprar roupas, berço, fraldas e tudo que fosse precisar. Ninguém sabia de onde havia vindo aquele bebê. Quem é essa criança? Desde quando ele tem uma filha? Será que aquela mulher voltou? Todos se questionavam, afinal não havia sentido nenhum aquilo. Desde a chegada da filha o homem havia se transformado, havia renascido e voltara a viver. [Essa é a parte que narra à história até o meu nascimento e até eu ser entregue ao meu pai. Agora vou falar do futuro, ou melhor, o presente, que é a única coisa de que a personagem realmente se lembra.]

-- ❅ --

Estava nevando. O frio era intenso. A cabine estava completamente destruída. Uma jovem despertava aos poucos e retomava a consciência. Ela estava trajando roupa de praia, porém a temperatura não era apropriada para o uso de tais roupas, por sorte, ela raramente sentia frio e, com isso, não estava incomodada com a baixa temperatura. Sua cabeça estava doendo, era como se tivesse levado uma marretada na cabeça. De sua testa escorria um pequeno fiapo de sangue, com certeza havia acontecido alguma coisa de errado, porém não se lembrava do que. Para falar a verdade ela não se lembrava de nada. Estava deitada em uma casa cujo colchão não era nada confortável, era duro demais. Levantou-se, ainda um pouco tonta, olhando para o aposento em que se encontrava. Não havia mais ninguém ali. Para onde estou indo? Que sensação é essa? Sentia como se algo de muito ruim estivesse acontecendo, ou para acontecer, não sabia explicar o que era. Caminhou até a porta e percebeu que a mesma estava destrancada. Abrindo a mesma com cuidado, colocou a cabeça para fora e viu o corredor completamente deserto, porém conseguia escutar algumas vozes.

– O navio já foi tomado com sucesso. Os vermes já foram aniquilados.

– E a garota? O que vamos fazer com ela?

– Vamos matá-la. Mas antes temos que nos certificar de que não tem informações preciosas para agente.

A conversa continuava e, a cada palavra, Claire ficava mais e mais tensa. Sentia uma espécie de arrepio na espinha. Tinha que arranjar uma forma de sair daquele navio. Quando ia dar o primeiro passo para fora do aposento, pôde observar uma sombra vindo em na direção dela. Fechou a porta e “escondeu” de forma que ficaria atrás da porta assim que ela fosse aberta. Quando alguém entrou no aposento, uma surpresa, não era uma pessoa, estava muito longe disso, era uma espécie de gigante de gelo. Assustador, com certeza. Nunca tinha visto nada parecido com aquilo antes. Prendia a respiração enquanto o via procurando por ela e congelando alguns objetos do acampamento. – GRAAAAAA! Cadê você pirralha? A tensão estava no ar. Aparentemente a criatura era bastante burra, pois em momento algum havia olhado para trás. Claire tomava coragem, enquanto via o gigante de gelo destruindo as coisas, deu um passo para frente e outro para o lado, para depois sair correndo, da forma mais silenciosa possível.

Corria como se estivesse fugindo da morte, sempre olhando para trás, porém tivera uma surpresa, colidiu-se com um corpo grande e forte, quando estava quase que chegando ao convés. Assim que olhou para no que havia batido, outra surpresa, era um homem bem maior do que o comum, porém esse só tinha um único olho, que se encontrava no centro da testa. Que lugar é esse, que só tem criaturas estranhas? Só pode ser um sonho. Isso não é real, não pode ser. Fora agarrada pelos braços. Seu corpo foi elevado pelo mono-olhudo e jogado sobre seus ombros. – Me solta! Que lugar é esse? O que eu fiz para vocês me raptarem? Dava, inutilmente, socos nas costas do Ciclope. Nada disso adiantava, obviamente, afinal ele era muito mais forte do a jovem.

Foi levada ate o convés e amarrada em um mastro. Sentia a neve e o vento gélido colidindo com o seu corpo. Escutou mais algumas conversas estranhas. Depois de alguns minutos algo entrou no caminho da embarcação e dois jovens, um com chifres e com pernas de bode, outro normal, subiram no navio. O Ciclope e o gigante de gelo pareciam não ter gostado daquilo. Uma batalha se sucedeu entre os quatros, enquanto isso a jovem estava lá, imóvel, sem poder fazer nada, sentindo-se uma inútil e, ainda assim, sem entender anda do que estava acontecendo. Aquele lugar era realmente muito estranho. Depois de ver sangue sendo derramados e os dois seres que lhe sequestraram sendo mortos, além do jovem de pernas de bode, fora salva pelo único que permanecera vivo. Juntos, Claire e o jovem, que dizia se chamar Max foram para um barco menor, ele disse que estariam indo para um lugar seguro e que lá tudo ficaria muito claro.

Foram de barco até uma ilha, onde se encontravam alguns Pégasos esperando por eles. Montaram nas criaturas e de lá seguiram para o Acampamento Meio – Sangue, porém alguns imprevistos surgiram no caminho, mas nada que não fosse superado pelos jovens. Haviam sido atacados por Aves de Estinfália. O jovem havia lançado uma adaga para a jovem, então ambos conseguiram, mesmo que demoradamente, se livrar daquelas criaturas. Depois de algum tempo voando, chegaram enfim ao acampamento, onde tudo fora revelado para jovem, que descobriu ser filha de Quione e foi mandada para o eu devido chalé. Sua vida mudaria completamente a partir daquele dia.
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Claire von Houste
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