Reclamação - Arquivo morto

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Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Dom Abr 08, 2012 4:08 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Nome – Anthony Klaus Blake

Idade –
17

Progenitor – Atena

Motivo – Sempre gostei muito de estudar e sou o que se chama de Nerd Descolado. Sei sempre as coisas e aprendo rápido, mais sem precisar me isolar no mundo real. Essas caracteristicas me levam a pensar que sou bem vinculado com os filhos da Deusa da Sabedoria e a compatibilidade é o que me fez tomar essa decisão.

Progenitor Mortal – Bruce Malkovich Klaus, Cientista, casado, possuí dois filhos e tem em seu nome uma casa em Vegas. Ganhou dois prêmios pelas suas descobertas sobre fungos e esta no auge de seus 50 anos.

Ágatha Pearce Blake, Cientista, casada, possuí um filho e tem em seu nome um carro e dois imóveis, um em Los Angeles e outro no Canada. Ganhou várias premiações pelos seus estudos, mais nada que a faça conhecida internacionalmente. Com 42 anos segue firme em seus objetivos.


Defeitos e Qualidades – Meu maior defeito é as vezes a arrogância, o sempre achar que esta certo. Minha maior qualidade é alem da inteligência a facilidade para perdoar, mesmo que isso tenha seus contras. Quando estou nervoso mordo meu lábio inferior e quando ansioso bato o pé levemente.

Cidade natal e atual –
Moro em Los Angeles com meu pai e a mulher dele.

Habilidade – Uma habilidade que desenvolvi foi a de definir a sorte ou o azar da pessoa a qual eu decida. Isso baseando as estatisticas e possibilidades que os atos tinham de dar certo, assim consegui aprender a opinar e com o tempo passei a conseguir manipular quando uma aão da certo (sorte) ou errado ( azar).

História – A descoberta de minha vida foi feita aos 7 anos quando ao entrar na escola eu já sabia praticamente mais que alunos de anos superiores. Minha capacidade de armazenar informações era muito grande e de raciocinar era ainda maior. Assim meu pai contou a verdade sobre mim para que eu entendesse o que se acontecia e me fez jurar que nada seria dito para minha madrasta e assim eu fiz. Guardamos esse segredo até os dias de hoje, pois fui para o acampamento meio-sangue e minha madrasta acha que estou em um colégio militar no exterior.

Convidad
Convidado


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Edward Grifin em Qua Out 31, 2012 11:32 am

Nome – Edward Alexius Grifin

Idade – 20 anos

Raça - Semideus

Progenitor – Athena

Motivo – Pois eu não sou do tipo que ataca sem pensar,eu prefiro deixar o inimigo exausto e o derruba-lo em uma armadilha.
Progenitor Mortal – Alan Alexius Grifin,um cientista milionario que trabalha para o governo,sua nobreza e inteligencia encantou Athena.

Defeitos e Qualidades –
Qualidades:
-Inteligente
-Amigavel
Defeitos:
-Não muito forte
-Tem medo de cobras

Cidade natal e atual –
Cidade natal:Washington DC
Cidade atual:Boston

Habilidade –
Hablidade de lutar com tonfas


História:

O despertar de um semideus


-Vamos acorda logo Ed

Dizia um jovem cientista de 25 anos (meu pai)

-Ah eu quero dormir mais um pouco,só mais 5 minutos

Falava eu ainda de olhos fechados,um dos mais inteligentes jovens do estado Edward Alexius grifin,ele tinha um passado não tão obscuro,era filho de um cientista milionario,aos 5 anos ja conseguia fazer equações de segundo grau.

-Ta bom então vai perder as panquecas do café!

Disse o meu pai em um tom irônico

-Tá ta eu acordo!

Dizia eu com grande animo.
Ao pisar no cascalho frio do meu quarto eu acordo definitivamente,logo após me levantar eu logo troco de roupa e coloco minhas roupas ocasionais:

Uma camisa Vermelha de star wars
Uma calça jeans preta
Um tênis All star camuflado

Ao ir para a cozinha meu pai com um tom mais serio fala:

-Ed você acredita em deuses gregos?

-Um pouco !

Respondo eu com uma certa intriga

-Bem e se eu falar que sua mãe e Athena?

Pergunta ele com um tom de comedia

-Eu claro que não acreditaria

Respondo eu com um certo senso de comedia.Ao ele me olhar com um olhar mais
serio eu respondo:

-Bem ela está morta não?Minha mãe

-Não Ed ela esta mais que viva

Responde ele

Você nunca pensou por que você se da muito bem em usar tonfas?Você tira as maiores notas do estado!E sempre o mais sábio da escola.

Exclama ele com um tom serio.

-Bem,então por que motivo você foi falar de isso hoje?

Pergunto eu.

-Bem por que você tera que ir para um certo lugar!

-Mas onde e esse lugar?

-Bem você vai descobrir:

Ao viajar de carro de Boston até o acampamento,eu vejo um lugar com muitos seres estranhos.Logo seu pai lhe fala para passar uma ou duas semanas no acampamento,após se acomodar no seu devido chalé (athena),um centauro logo convoca um grupos de filhos de athena e os reuni em volta da fogueira,e começa a contar um pouco sobre Athena:

-Bem como a maioria de vocês já devem saber,a deusa grega da sabedoria Athena e respectivamente mãe de todos vocês,mas vocês devem estar se perguntando como vocês podem ser filhos de uma deusa:bem de decadas em decadas deuses descem do olimpo em forma humana,mas as vezes esses deuses se apaixonam por mortais e geram vocês:semideuses.

Após duas semanas treinando,Edward finalmente volta para casa,mas antes de sair do acampamento ele recebe uma ligação da policia informando que seu pai fora morto por um assaltante,Edward irou-se contra mortais e fugiu do acampamento,após alguns dias na floresta um guarda finalmente o encontre e o leva para Boston onde e criado pelo seu tio que tinha-se tornado dono das fortunas do seu pai

NT:todos acontecimentos acima ocorrem quando Edward Alexius Grifin tinha 12 anos


Última edição por Edward Grifin em Qua Out 31, 2012 9:13 pm, editado 3 vez(es)


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Teste de Reclamação

Mensagem  Joe McDean em Qua Out 31, 2012 5:58 pm




Teste de Reclamação


Nome – Joe McDean

Idade – 23

Raça - Humano

Progenitor – Afrodite

Motivo – Além de eu amaaaaaaaaaaaaaaaaaar demaaaaaaaaaaais essa deusa, amo seus poderes , ela é liiiiiiinda *00000000* , etc ...

Progenitor Mortal – Kylle McDean

Defeitos e Qualidades – Romântico , Carinhoso , Amoroso, Feliz , Tarado Cool , As vezes chato , Engraçado , etc ...


Cidade natal e atual – Nasci em New York , mais depois que meu pai morreu fui morar no Acampamento.

Habilidade – Consigo fazer que quando as pessoas brigam , consigo fazer elas voltarem a se falar. As vezes se tornam até melhores amigos.


História – Eu era uma pessoas muito feliz, apesar de brigar com meu pai as vezes, sempre quis saber quem era minha mãe, mais meu pai nunca me dizia. Tinha muitas namoradas e namoradas ( Sim eu sou Bissexual ) , gostava de passear com meus amigos ( Ainda gosto ). Um dia , eu saí com meu pai, nós estávamos indo para um sítio , nós chegamos lá, nos divertimos muito e talz. Nós decidimos voltar , na volta para a casa eu estava olhando para o lado direito da janela, logo eu vejo uma criatura enorme, ela vem correndo na direção do carro. A criatura chega bem perto e dá uma porrado no carro, o carro capota. Logo que o carro para de capotar agente saí do carro. Vejo a critura cara - a - cara. Então a criatura me segura pelo pescoço e me joga na direção de uma árvore, eu bato na árvore e demaio. Quando eu acordo, levo um susto, me deparo com uma homem meu cavalo, então ele me diz que eu fui atacado por um minotauro e que meu pai tinha morrido, mais eu não lembrava de nada, nem que tinha pai, só sabia que era ali que eu deveria ficar e viver a minha vida.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Hikari Ulrick Matsui em Sex Nov 02, 2012 6:06 pm

Nome – Hikari Ulrick Matsui

Idade – 15 anos

Raça - Semideusa

Progenitor – Deimos

Motivo – Porque apesar de parecer fofa, posso matar alguem com a maior frieza possivel, graças a dupla personalidade. Posso causar o maior pânico em monstros, as vezes até mesmo em pessoas.

Progenitor Mortal – Minha mãe está presa, me deixaram morando com a minha tia. Minhã mãe é uma mulher bonita, mas ela tem uns certos problemas psicológicos, que ela é sado masoquista e acabou matando o ultimo namorado dela sem querer, como foi sem querer, ela pegou uma pena leve até... 10 anos. Por isso morava com a minha tia desde os 8 anos.

Defeitos e Qualidades – Tenho dupla personalidade, uma é mais calma, mais amavel, a outra é um tanto quanto mortal e elas trocam de personalidade do nada, ou seja, não se lembram da ultima coisa q a outra fez ou falou. As manias básicas da personalidade mais amavel é fazer biquinho e fazer barulhos irritantes enquanto está pensando ou está no tédio. A outra quando fica assim, ela começa a coçar um lado da cabeça com a mão do lado oposto, exemplo, coçar o lado direito com o braço esquerdo, monkey style.

Cidade natal e atual – Nasceu no Japão, em Tokio. Mora no Acampamento.

Habilidade – Consegue transformar qualquer objeto em uma ferramenta de tortura eficiente.

História – Hikari estava lendo um livro que já havia lido uma vez, mas não sabia disso, sua personalidade mal humorada a dominava no momento, seus pensamentos sobre o livro era "John, você deveria matar o Steve com um estilete, lenta e dolorosamente, o cortando, pedaço por pedaço, fazendo-o agonizar até implorar pela própria morte"
- Hikari, vou roubar sua tia por hoje está bem? - perguntou o namorado da tia dela entrando na cozinha e vendo a menina lendo seu livro sentada a mesa.
Ela levantou os olhos do livro, pegou uma faca da mesa e arremeçou em direção ao rapaz, fazendo a faca cravar poucos centimetros pra esquerda de onde estava a cabeça dele.
- Não interrompa minha leitura - sorriu de forma maldosa.
- É o lado negro dela, toma cuidado amor! - Gritou a tia do andar de cima.
- Só agora você me avisa?! - ele gritou de volta.
Poucos minutos depois a Tia apareceu puxando o namorado pro lado de fora da casa.
- Não nos espere hoje, vamos voltar tarde! - ela falou.
Hikari sorriu fofamente, nem se lembrava porque estava com o livro na mão.
- Ok, até mais tarde! Se divirtam - Hikari acenou.
Suas trocas de personalidade estavam cada vez mais frequentes, ela sabia que trocava mas não sabia o que a outra fazia. Ficou assistindo desenho na sala, até escutar um barulho vindo da janela. Andou até a janela e puxou as cortinas, para ver o que era. Ao ver um touro em pé olhando para a casa ela percebeu que o touro segurava um machado, e graças a sua mente extremamente, cheia de desenhos, pode imaginar.
- Minotauro... - murmurou. O Minotauro saiu correndo em direção a janela, deixando um buraco enorme na parede.
Hikari não pensou em nada a não ser correr. Correu pela casa, as vezes olhando para trás para ver se o monstro já a alcançava. Foi quando cruzou o corredor e sentiu algo a puxando. Ela viu um garoto... um garoto não... um híbrido de homem com... o que era aquilo, um bóde? Ela não sabia.
- Tome isso, use para se proteger - ele a entregou uma espada. Ela sentia que a espada era um pouco pesada.
- Mas, eu não sei como usar isso - falou, mas pensou "sei sim, mas recusarei esses pensamentos psicóticos até o ultimo dia da minha vida".
- Seus impulsos vão ajudar - falou ele.
De repente Hikari não se lembrava mais porque estava correndo, ou mas quando olhou para trás e viu o monstro, parou. Olhou lentamente para a arma em sua mão. Sorriu de modo perverso e pensou "perfeito" e avançou contra a criatura.
- Você é louca?! - o homem-bode gritou, ela se lembrou dele, ele havia perseguido ela, da escola até em casa nos ultimos dias, ela já havia pensado em varios motivos pra ele fazer isso e em varios métodos pra tortura-lo.
Ela chegou perto do monstro e deslizou por baixo das pernas dele, aproveitando para cortar o rabo dele com a espada. Se levantou e viu o minotauro urrar de dor e olhar para ela com uma expressão de raiva. Tentou avançar nela de novo, mas dessa vez ela lhe cortará uma "fatia" da perna. O que o fez urrar mais uma vez. Hikari começou a rir sadicamente e então deu-lhe o ultimo golpe, transformando o pobre animal, em cinzas.
- Quem é você? - perguntou o garoto-bóde perplexo com o que ocorreu.
- A pergunta aqui é, quem é VOCÊ? e o que era essa coisa - falou Hikari apontando a espada pra ele.
- Pode abaixar a espada? - perguntou ele, ela abaixou - Parabéns, você é uma semideusa, filha de um Deus com uma mortal, eu não sei quem é seu pai, mas tenho um palpite, tenho que confirmar isso e... eu preciso te levar comigo para o acampamento meio sangue. Eu sou Nicholas Tummnus, o sátiro, encarregado de levar você para lá.
"Isso está muito esquisito, mas... eu odeio esse lugar mesmo, porque não?"
- Como você não conseguia manejar uma espada antes e do nada você fez aquilo? - Perguntou Nicholas curioso.
- De acordo com meu psicólogo, sofro de dupla personalidade - falou Hikari indo arrumar as roupas para ir embora, ela acabou trocando pra outra, nesse meio tempo, fazendo Nicholas explicar tudo de novo. Depois escreveu uma carta para sua tia, falando o que houve e assim sairam rumo ao acampamento.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Melody C. Lumiére em Sab Nov 03, 2012 7:54 am

Nome – Melody Chevalier

Idade – 14

Progenitor – Hipnos

Motivo – Me identifico muito com o Deus e o admiro demais também. Está entre os meus deuses preferidos.

Progenitor Mortal – Annie Prince Chevalier, ex modelo, morreu no auge da sua carreira em um estranho acidente de carro deixando as 5 filhas de 3 anos sozinhas, que acabaram sendo levadas para um orfanato em São Francisco.

Defeitos e Qualidades – Defeitos: As vezes sou séria demais e quando estou irritada ou triste costumo me fechar e guardar meus sentimentos só para mim.
Qualidades: Sou alegre, gosto de estudar, sou inteligente e carinhosa.

Cidade natal e atual – São Francisco, California.

Habilidade – Podia se comunicar com as pessoas através dos sonhos.

Melyssa, Mayla, Millena, Marie e Melody nasceram em São Francisco. Após a morte da mãe, em um estranho acidente de carro, as irmãs foram morar em um orfanato para crianças especiais, em outras palavras problemáticas. Mas coisas estranhas aconteciam sempre; coisas estranhas que estavam além da lógica, como dizia Melody. As irmãs não conseguiam explicar os ataques de pessoas estranhas tentando raptá-las, tentando explodi-las, enfim, tentando matá-las. As irmãs tinham uma saída para esses problemas, não só os ataques de pessoas estranhas, mas as ordens da severa diretora do orfanato. As quíntuplas dormiam para afastar os maus pensamentos, os problemas; elas se sentiam bem no mundo dos sonhos. Acordar cedo, ir para a escola, fazer as tarefas do orfanato, atacadas mais vezes, dormir cedo... Enfim, esta era a vida das irmãs Chevalier até um certo ponto... Essas coisas não aconteciam com pessoas normais e as garotas não se sentiam normais. E assim elas continuaram sua vida, trancafiadas em um orfanato, até um certo dia.
O dia amanheceu como sempre, o sol erguia-se atrás de uma montanha e atravessava pela janela até seus primeiros raios tocarem os belos rostos das donzelas que sonhavam com um mundo melhor onde tantas coisas estranhas não ocorressem com elas. Elas levantaram e esperam para poder usar o banheiro, em alguns minutos todas estavam prontas e agora precisavam partir para a escola. Elas saíram do orfanato e caminharam até o ponto onde o ônibus da escola as buscava diariamente, passaram alguns minutos e ele não aparecia, elas conversavam e conversavam até enxergar seu ônibus no final da rua. Ele parou diante delas e o metal velho e enferrujado rangeu, elas subiram apressadamente os degraus e se direcionaram até o final do transporte, sentando uma ao lado da outra. Meia hora depois elas já estavam descendo e caminhando até a porta da escola e direcionando-se até sua sala de aula, sentaram-se juntas novamente e conseguiram aguentar mais um dia de aulas chatas e tudo. Assim que o sinal da saída tocou os alunos correram para a porta, enquanto as quíntuplas apenas aguardaram todos irem e só depois saíram. Elas caminhavam para voltar para o orfanato, um atalho rápido passando por um parque onde elas aproveitavam e paravam um pouco para relaxar. Sentaram-se debaixo de uma macieira e ficaram a sombra da árvore. Elas relaxaram durante alguns minutos até três garotas aparecerem, elas reconheceram da escola entraram tinha algumas semanas. As quíntuplas sorriram para elas, porem as garotas pareciam um tanto tensas.
- Meninas precisamos conversar, agora. - a garota olhava em volta como se tivesse medo de algo aparecer. Ela e suas amigas sentaram ao lado das quíntuplas, fitavam seus olhos um tanto aflitas, mas as garotas não entendiam. Ela começou a contar-lhes sobre deuses e monstros da mitologia grega, tudo bem as garotas entendiam bastante e tudo mais, mas elas começaram a falar que aquilo estava ocorrendo no presente. As quíntuplas não entenderam nada, pensavam que as garotas estavam loucas. Elas levantaram, mas as meninas ficavam impedindo a passagem delas.
- Vocês têm que acreditar na gente... Olhem... - ela apontou para trás das garotas e avistaram quatro homens, brutamontes para falar a verdade, tinham troncos enormes e pareciam estar realmente com raiva. - Está havendo uma infestação de ciclopes aqui, próximo a este parque e da escola, por isso fomos mandadas por Ártemis para checar o local. E acabamos encontrando vocês... Venham para cá rápido. - ela puxou as garotas para trás dela e das suas amigas. Três arcos de prata apareceram em suas mãos munidos de flechas do mesmo minério com uma luz da mesma cor em seu redor. Elas disparam e dois dos brutamontes desapareceram em um pó dourado. Os outros se ajoelharam próximos ao pó que antes eram seus amigos, nesse momento as caçadoras puxaram as quíntuplas e começaram a correr. As garotas sabiam exatamente como chegar ao orfanato.
- Rápido arrumem suas malas e vamos. - disse uma das garotas e as quíntuplas obedeceram terminando de arrumar seus poucos pertences em menos de um minuto e saindo do orfanato. Elas encontraram novamente os brutamontes, agora sabiam que eram ciclopes e uma das caçadoras ficou para segura-los enquanto as outras suas levaram as quíntuplas até um ponto de ônibus e levando-as até seu destino, o Acampamento Meio-Sangue.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Audrey Blooder Stroyller em Dom Nov 04, 2012 5:53 pm

Nome
Audrey Blooder Stroyller

Idade
16 anos

Raça
Semideusa

Progenitor
Quione

Motivo
Por que Quíone é um pedaço de mim, desde sempre meu coração bate pelo frio. E eu acredito que o Gelo é como o ser humano, somos frios até que alguém nos enche de amor e carinho que nos fazer derreter e descobrir oque realmente somos. E a água é vida,gelo nos mostra que é tudo é possível.
Existem lendas em que Quione havia sido renegada por seus pais, oque não é muito diferente da história de Audrey, tendo que se virar acaba fazendo algumas burradas e ao tentar consertar piora ainda mais. Quíone é orgulhosa e corajosa sem voltar atrás jamais, e Audrey tem um orgulho que pode chegar a ser doentio. Audrey é uma cópia quase perfeita de Quíone.
Embora a fisionomia não seja igual a da mãe, Audrey é quente como o Sol,apesar do calor que sua pele transmite a minha é calorosa e meiga, a tornando única.

Progenitor Mortal
O pai de Audrey,o pouco que ela sabe é que foi um ótimo astrofísico e historiador que defendia a tese dos Deuses Gregos. Atraiu Quione pelo jeito simpático mas sério, e pelo jeito de ser um tanto ''nerd'' e muito carinhoso. Após o nascimento de Audrey e o desaparecimento de Quione ele se tornou um bêbado drogado que a abandonou.

Defeitos e Qualidades
Audrey é simpática, chamativa, faladeira,chata, perde paciência facilmente, orgulhosa, se magoa fácil, misteriosa,amiguável e sincera.
Cidade natal e atual
Nasceu em Cavala-Grécia {cresceu em Londre} e atualmente mora no Acampamento Meio-Sangue

Habilidade
Ambidestria, arco e flecha e lanças.

História
Audrey Bloor Stroyler nasceu na Grécia,cidade de Cavala. Aos 2 anos foi abandonada por seu pai Alexandre, que se rendeu a bebidas e drogas fazendo o governo a mandar para um abrigo.
Assim que completou 2 anos e 5 meses de vida,foi adotada por Joseph e Clair,turistas daquele pais, no qual não resistiram ao doce sorriso e sua pele estranhamente pálida. Audrey,seu nome dado por Joseph e Clair se mudou para Londres iniciando um novo ciclo de vida com a mais nova ''filha''. Audrey descobriu a cada ano que nos messes de mais frio em Londres,ela caminhava tranquilamente com uma blusinha meia manga. Achando normal,nunca contou a ninguém, até Joseph e Clair perceberem. Aos 7 anos,seu presente de aniversário foi a notícia que Clair estava grávida,fazendo Audrey sentir ciúmes mais aceitando,após perceber que seria irrelevante.
Seguindo com uma vida ''normal'', Audrey sem saber e seu passado na Grécia acaba achando algumas papeladas sobre sua adoção
-Por que não me contaram ?
Com a voz trêmula e fraca,tentando não chorar se mantendo firme.
-Quer saber, eu não quero mais ouvir, e não quero ver vocês nunca mais na minha vida!
Esse foi o suficiente para Audrey passar seus dias trancada em seu quarto e sendo ''rebelde''.
Em uma noite, Audrey bêbada e seus amigos não tão diferentes que ela começaram um racha, no banco carona um estranho dirigindo. Rindo sem motivo e com uma garrafa na mão ela despeja o líquido em sua boca
-VAAMOOOS!!!
Gritou ela com o tronco para o lado de fora logo entrando, dando um beijo rápido e um tanto selvagem no tal motorista que a empurrou brutalmente.
-Sem beijos garota.
-Ah vamos ganhar essa fácil gatinho!

Logo o carro arranca em uma velocidade fazendo sua cabeça bater brutalmente contra o banco, rindo alto e sem motivos, curvas perigosas,freadas bruscas e alta velocidade, fizeram com que Audrey pergunta-se a si mesma se era isso que ela queria, ainda bêbada,com algumas balas no bolso aos poucos ficando sóbrea com tudo aquilo.
-AAH CUIDADO!!
-Ih,agora que cuidado, relaxa gatinha!

Com o coração a mil, ela olhou bem para a fisionomia do tal cara, ele não parecia bêbado,e parecia fingir ser outra pessoa, com os olhos cerrados colocando o cinto de segurança encostando a cabeça no encosto do bando tentando relaxar. Vendo alguns vultos em cima do carro pensando ser apenas um pássaro percebe os berros altos vindo de cima, tira o cinto abaixando o vidro da janela.
-Oque.... é.... aquilo ... ?
O tal motorista sorri olhando pra cima freando bruscamente fazendo Audrey bater seu corpo no bagageiro gemendo baixo de dor
-Heeeey cuidado!!
-Calma ae.. essa não é a hora pra Harpia entrar!
-Andrew ? Oque você está fazendo aqui? E oque é Harpia?

Percebendo que o tal bicho misterioso voando baixo de forma embicada vem em direção ao carro se encolhendo
-ANDREW!!
Berra Audrey com a voz tremula, Andrew sai do carro fazendo sinal pra ela o seguir se escondendo em baixo do carro
-Calma, Audrey, é o seguinte.......... Ai...... esse ''bicho'' é uma Harpia e vamos dizer que não está aqui pra brincadeira....
Espantada olhando em volta com a respiração ofegante
-Eu não quero morrer, eu não quero morrer... Andrew, eu NÃO quero morrer !
-CALMA GAROTA! Respira, e no já a gente corre...
Ele disse já puxando ela pelo braço
-Calma.. Andrew pra onde vamos correr?

Ela disse já em pé olhando para a tal Harpia sendo puxada por ele
-Anda Audrey corre!


Ƹ̴Ӂ̴Ʒ RECLAMADO Ƹ̴Ӂ̴Ʒ





Audrey Blooder Stroyller
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Edward C. McFly em Dom Nov 04, 2012 8:44 pm



Nome –
Edward Carlton McFly

Idade –
17

Raça -
Humano

Progenitor –
Éolo


Motivo –
Sempre fascinado pelo vento, pelo ar. Tentando descobrir algo nunca descobrido antes, a cor do ar incolor. O elemento essencial para a vida na terra, o ar. Sem ele nada disso poderia existir e eu não estaria relatando isso agora. Ao contrário de muitos que dizem '' me interessei pelos poderes '' '' me identifico com o(a) deus(a) '' , procuro realmente crescer nesse fórum e incorporar um filho de Éolo.

Progenitor Mortal –
Não se sabe muito da mãe de Edward. Faleceu, logo após o parto do garoto, no que resultou nos cuidados que os avós tiveram com ele. A mãe dele era uma mortal normal, olhos azuis, cabelos morenos, boa índole.

Defeitos e Qualidades –
Defeitos -Costuma agir por impulso, não se importando com quem poderá se prejudicar com suas ações. Se algo dá errado, coloca a culpa no primeiro que avistar. Respeita, mas não é muito fã de seu progenitor Éolo, colocando a culpa da morte de sua mãe no mesmo. Bipolar.
Qualidades -Amigável, simpático, educado e gentil. Um tipo de rapaz a moda antiga. Respeita seus amigos e aqueles que o confrontam, nunca baixando o nível e sempre na medida do possível.

Cidade natal e atual –
Cidade natal:Los Angeles
Cidade atual:New York

Habilidade –
Habilidade com armas de fogo.

História –
Edward nasceu na cidade de Los Angeles. Sua mãe morrera logo aós o parto, entregando a vida para a própria morte, apenas para salvar a vida daquela criança recém nascida. Após o ocorrido, seus avós ficaram com a guarda, levando o garoto para New York. Na nova cidade ele conheceu novas culturas, amigos, pessoas, aprendizado. Com 17 anos, tirou licença em uso de armas legais e começou um curso.
Sua vida estava ótima, amigos, família. Até o dia em que descobriu sua verdadeira história. Ele era semideus, em sua veia corria o sangue de um Deus. O sangue divino do senhor do vento, Éolo. Tudo tinha sido explicado. Tudo. Desde o começo, quando Éolo e Katarina se conheceram, em uma biblioteca estadual, até o momento do parto.
Naquele dia, Edward passou a odiar sua vida. O pai, um deus, nunca fora lhe visitar, nem mandar um recado. Os avós esperaram até o ele completar 17 anos para contar aquilo. Sua vida toda era cercada de mentiras. Um dia, enquanto voltava do pequeno trabalho que tinha arranjado, percebeu que a porta da casa dos avós estava entre aberta. Sim, ele ainda morava com os avós, o salário que ganhava ainda não era o suficiente para comprar um apartamento ou morar de aluguel. O corpo de seus avós estavam no chão, todos ensanguentados, decapitados. Algo tinha feito aquilo e ele sabia que tinha sido algo do mundo mitológico. Aquilo não era normal no mundo mortal. Desde aquele dia, tinha pesadelos com a cena e resolveu ir para o acampamento.
Quando chegou lá, percebeu que era um local alegre e seguro para um semideus viver. Todos lhe receberam de modo simpático. Ele poderia deixar de odiar aquilo, quem sabe não conhecia novos amigos e se relacionava com alguém ali.
- Bem vindo, Edward. Filho de Éolo.


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Idade : 22
Localização : Acampamento Meio-Sangue

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Shion Shimizu em Seg Nov 05, 2012 2:35 pm

Nome – Shion Shimizu

Idade – 13

Raça - Semideus

Progenitor – Hefesto

Motivo – Eu tenho grandes habilidades para construir coisas, sou muito curioso também, eu admiro Hefesto e adorar mexer com fogo.

Progenitor Mortal – Minha mãe é Anne Shimizu, me criou desde que eu nasci, afastado de meu pai, nunca me contou sobre meu passado, só me dizia que era cruel e obscuro, não gostava de conversar sobre meu pai, isso sempre me fez perguntar mais e mais.

Defeitos e Qualidades – Uma pessoa que nunca se intromete onde não é chamado, mas fica nervoso e com raiva quando dizem que não é capaz de alguma coisa ou quando ficam pressionando-o.

Cidade natal e atual – Mora em Washington, com minha mãe, Anne Shimizu.

Habilidade – Controlar parcialmente o fogo, construir qualquer material.

História – Estava sentado na cadeira de balanço da casa de minha avó remexendo parafusos na mão, pensando o que poderia fazer naquele dia. Então como não tinha nada para fazer fui dar uma volta. O dia estava muito agradável, o vento batia em meus longos cabelos ruivos, não tinha quase ninguém na rua, todos tinham medo de mim, sempre que eu tentava me interagir com alguém, eles me encaravam como se eu fosse um monstro ou então fugiam, por isso sempre vivi isolado das demais pessoas. Então fui direto a arquibancada, sentei lá e fiquei olhando ao redor, o vento agitava as folhas das árvores de uma forma que estava me deixando com sono só de olhar.

Então vejo uma caixa do tamanho de duas geladeiras, e resolvo dar uma olhada no que era, a caixa estava tremendo, não sabia o que era mas fui ver de qualquer jeito, o lacre estava muito duro de abrir, mas isso não era problema, eu tiro minha chave de fenda do bolso, era bem pequena, mas sempre quebrava o galho, finquei na caixa e a abri fazendo um estrondo e quando vou olhar o que tinha dentro, saiu um bicho muito assustador, não sei nem se posso chamar aqui lo de animal, seu corpo era parecido com o de um leão, a cauda era um cobra e tinha uma cabeça do lado do corpo que era a de uma cabra e do outro lado a de um dragão.

Comecei a correr, então me lembro de um livro de Mitologia que eu tinha pego da minha mãe, aquele bicho era uma criatura mitológica e o seu nome era Quimera, demorei para lembrar. Mas a Quimera já estava me alcançando, mas de repente um cara musculoso e muito feio que segurava um martelo de forja pula por cima de mim e bate na cabeça de leão de Quimera, e diz para mim:

- Shion, fuja, vá para casa, tem uma pessoa lhe esperando lá, e não esqueça, EU SOU SEU PAI!!! Hefesto!!!

Então fui correndo o mais rápido possível para a casa da minha avó, e quando chego lá encontro na porta da frente minha avó conversando com uma criatura que da cintura para baixo era um bode e para cima era um homem, então me lembro que o nome é sátiro.

- Shion, você está em perigos aqui, deixe que ele te leve para o acampamento, nos veremos novamente, e me desculpe por não ter contado de seu passado a você!

Então o sátiro me leva a um acampamento enorme e eu sou apresentado ao chalé de Hefesto, pois eu contei sobre o que aconteceu.


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Thomas Grey em Qua Nov 07, 2012 11:11 am

Nome - Alan Grey

idade - 6 anos

Progenitor divino - Hécate

Motivo - Magia sempre me chamou atenção, além de que Hécate é minha deusa grega favorita.

História - Alan não sabe muito sobre seu passado. Cresceu em um orfanato e em uma das escurções junto com seu amigo Wood e seu coelho de pelúcia o Sr. Bunny a única coisa que o liga ao passado.

Os dois depois de estarem entediados por causa das explicações do passeio resolvem se afastar do grupo e dar um passeio pelo museu. Os meninos entram na sala de história grega, Wood começa a explicar para Alan sobre deuses gregos, o garotinho ficava escutando seu amigo mais velho com atenção, era como se Wood os conhecesse pessoalmente até Alan chegar perto de uma pintura do museu e ficar encarando a tal pintura.
Wood explicou que a pintura representava Ulisses e Circe. Explicou quem era Ulisses e Circe. Explicou que Circe era uma feiticeira e sabia que Alan tinha uma fascinação por magia. Alan ficou escutando a história com atenção e perguntou se Circe era filha de algum deus. Wood respondeu e explicou sobre a mãe de Circe a deusa da magia Hécate. Depois de algumas horas no museu Alan resolve contar um segredo para seu amigo. Ao estalar os dedos uma chama azul se formou e se apagou nas mãos do garoto. Wood sorrio e explicou para o garoto sobre um lugar aonde haveria várias pessoas iguais a ele, que poderiam fazer coisas incríveis que nem ele. Alan perguntou aonde ficava esse lugar e seu amigo respondeu que era só ir com ele para o tal Acampamento meio-sangue.
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Thomas Grey
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidad em Qua Nov 07, 2012 5:49 pm

Nome –
Christopher Salter Valentine.

Idade–
15 anos.

Raça -
Semideus.

Progenitor –
Ares.

Motivo –
Bom, são vários motivos. Gosto bastante de lutar, e tenho afinidade com guerras e batalhas. Não gosto muito de fazer amigos, tanto quanto de ficar com várias pessoas no mesmo lugar. Sou meio antissocial, mas me destaco em provas, principalmente em lutas e brigas.

Progenitor Mortal –
Mary Salter Valentine: Tem 45 anos. Mulher forte e batalhadora, que criou seu filho, Christopher, sozinha, após ser abandonada pelo seu pai, cujo falso nome era Albert. Eles se conheceram em uma guerra, ela soldada, ele tenente. Os dois se apaixonaram, quando Albert a salvou de uma explosão. Eles tiveram dias intensos de amor, mesmo ele tenso uma personalidade um tanto forte. Mary, então, engravidou, e Albert desesperou-se. Queria ter filhos com ela, mas não queria magoá-la, o que foi inevitável. Ele teve que partir, e deixou-a sozinha, tendo que criar um filho.

Defeitos e Qualidades –
Christopher é esperto, inteligente e determinado. Não se deixa abater tão facilmente, mas é muito grosso com as pessoas, mesmo ás vezes não querendo. Quer sempre se destacar em tudo, mesmo tendo que passar por cima das pessoas para conquistar seus objetivos. É alto, tem um físico atlético e magro.

Cidade natal e atual –
Natal: São Francisco. Atual: Nova York.

Habilidade –
Conseguir se esconder rapidamente. Ele consegue arranjar um lugar rápido para se esconder, mesmo sendo ás vezes um pouco difícil.

História –
Chris sempre fora quieto, e antissocial. Nunca gostava de falar com as pessoas, e ficava sempre no seu canto. Sua mãe sempre falava que isso era uma maldição do seu pai, mas ele gostava de ficar assim, na dele.
Sentia falta, ás vezes, das pessoas. Queria um pai, mas pensava que ele nunca iria voltar, e não gostava dele. Aquilo era muito difícil para ele, mas tinha que viver com isso, talvez para sempre.
Também sofria de déficit de atenção e hiperatividade, o que dificultava mais ainda o seu aprendizado no colégio. Gostava de armar brigas, com todos, não pensando nas consequências que poderiam vir.
Certo dia, enquanto andava á caminho de seu colégio, um menino o parou na rua. Ele, estranhamente, tinha pernas de bode, e andava como um. Por sua vez, contou-lhe que ele era um semideus, e que seu pai era, literalmente, um deus. De princípio, Chris não aceitou isso, mas, encaixando os fatos, descobriu que tudo era verdade. Ele realmente era um semideus grego.
O menino, que se chamava Hunter, o levou até o Acampamento Meio-Sangue, um lar para os semideuses. Lá, ele foi reclamado, e descobriu que seu pai era Ares, o deus da Guerra. Nada muito comum, ao menos para ele.

Convidad
Convidado


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Oliver P. J. Duncan em Qua Nov 07, 2012 8:59 pm

RAWR!

Yo dormir




Ficha de Reclamação




Nome

Oliver Paul James Duncan

Idade

11

Raça

Semi-deus

Progenitor

Hipnos

Motivo

Bem, pelo simples fato de que uma das melhores coisas que faço, e obviamente a que mais gosto é dormir. Não só quando estou com sono, mas por prazer. Apenas pelo fato de você se desligar do mundo real e poder imaginar um mundo só seu, como você idealizou. Na maioria das vezes, quando não tenho nada pra fazer eu durmo, passo horas e horas da minha tarde, podendo brincar, estudar, mas lá estou eu, dormindo!

Progenitor Mortal

Mãe – Por trair os ideais da família em só se relacionar com pessoas espanholas ou de ascendência da mesma raça, foi deserdada e esquecida da história da família, deixando Oliver como lembrança de sua traição.

Avó – Severa ao extremo, sempre evitava falar de sua mãe para Oliver, como se ela nunca tivesse existido. Castigava-o todas as vezes que perguntava sobre seus pais.

Defeitos e Qualidades

Possui olheiras características apesar de dormir muito. É viciado em comer, apesar de ser muito magro. É simpático quando está acordado, mas o que mais irrita as pessoas ao seu redor é o fato de dormir em pé enquanto conversam com ele, e quando fica muito tempo sem dormir começa a ficar falando coisas sem sentido, geralmente relacionadas a animes.

Cidade natal e atual

Nasceu Manhattan, mas numa família tradicionalista espanhola

Habilidade

Tem uma memória boa, apesar de não usá-la muito, também sabe muito sobre a grécia.

História

Oliver é membro de uma espécie de clã que foi para os Estados unidos há gerações, e ali ficou. Sua família só se relacionava com o povo castelhano, até que a mãe dele um dia, conheceu um sujeito misterioso, ela se apaixonou, e depois de se envolver com ele, o homem partiu, apenas dizendo quem ele era e o destino amaldiçoado que a criança estava predestinada.

Ao descobrir que a mãe da criança, Julia Torres, tinha traído os ideais da família, em só se relacionar com espanhóis, a família decidiu esperar que a criança nascesse para deserdar Julia da família, uma atitude muito radical, mas que pelos membros da família foi totalmente justificada. O tempo passou, bebê se chamou Oliver, um nome estranho para um descendente de espanhol, deveria ter sido um último pedido desesperado da mãe: o nome do bebê. O garoto era estranho dos demais bebês, não chorava, ficava muito tempo sem comer, e dormia a maior parte do tempo, seus avós maternos não se preocupavam com isso.

O garoto cresceu sem poder perguntar sobre seus pais, e quando o fazia, era submetido a severas penas como não comer por 2 dias, ou levar uma surra com uma vara de bambu e até ficar preso no próprio quarto por muito tempo. Isso não o traumatizava, nem o fazia deixar de perguntar sobre sua mãe exilada ou seu pai desconhecido.

Quando completou seus 13 anos, Oliver estava no colégio, era um dia normal na vida do garoto sonolento e simpático, só que quando ele saiu do colégio para casa algo muito estranho aconteceu. Viu uma coisa no céu, voando em sua direção, a coisa tinha pernas enormes de pássaro, corpo e cabeça de mulher, e no lugar de mãos e braços possuía garras, suas penas eram alaranjadas e vinha em alta velocidade em sua direção. A sonolência passou e o garoto começou a correr pela rua, tentando fugir da coisa que se aproximava.

O menino entrou num beco pra ver se cortava caminho para chegar mais rápido num Wall-Mart contando com a idéia de que lá ficaria seguro, mas ao entrar no beco, viu que não tinha saída, e quando tentou voltar, pisou de mal jeito, escorregou e caiu no chão úmido e repleto de musgo do beco, ele nunca tinha ido por esse caminho na vida dele, tentou se levantar, mas não conseguiu, seu pé estava provavelmente torcido. Olhando para a entrada do beco viu o monstro chegando e aterrissando em frente a ele e falou:

-Você vai morrer meio-sangue!!

“Meio Sangue? O que diabo é isso” pensou o garoto, que viu a mulher pássaro se preparava para atacar. Ela abriu suas asas alaranjadas, deu um berro que pareceu mais um grito de águia, assim que terminou de berrar veio com seu bico em direção da minha garganta. Rapidamente, com um reflexo e habilidades vindas de não sei onde, seguro o bico da coisa e fico forçando o bico para longe, mas a muher-galinha não tinha somente o bico como arma, senti as garras das patas dela rasgando minha coxa. Desesperado, o menino deu um berro que foi numa altura igual ao grito da aberração que tentava matá-lo, porém , não soltava o bico da mulher galinha de sua mão.

Oliver ficou dez minutos segurando o bico da coisa com asas e gritando por socorro, quando ela se soltou e falou:

-Chegou sua hora, semi-deus!!

Oliver fechou seus olhos e esperou pelo fim inevitável, mais uma perda insignificante em sua família. Acabou... Nada tinha acontecido, o castelhano ousou abrir seus olhos para ver o que tinha acontecido, e isso o deixou confundido, sem acreditar no que via: um garoto estranho que estudava em sua classe, estava lutando contra a mulher pássaro, mas ele não era exatamente o mesmo garoto. Da cintura para baixo ele era um bode, pernas peludas, cascos, tudo muito caprino para meu gosto. Ele segurava uma flauta, a qual tocava e fazia cipós saírem do chão e se amarrar nas pernas da harpia, então, quando a coisa estava bem presa, o garoto, que se chamava Will, pegou uma faca brilhante cravou na barriga da harpia que berrou e logo após virou pó que foi espalhado rapidamente pelo vento. William olhou para Oliver e perguntou preocupado:

-Você está bem Oliver? Te levarei a um local seguro.

-O que é você? AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARREEEEEE!! – a perna do garoto ardia em chamas, o corte tinha sido muito profundo e estava doendo, era como se alguém tivesse jogado álcool na ferida. Ele tinha que confiar no rapaz.

-Venha comigo Sr. Duncan, a cada segundo que você passa aqui, outro monstro pode te atacar, você tem que vir comigo!

Sonolento, o garoto assentiu e com esforço tentou se levantar, mas ao sentir sua perna cortada e sangrando doer e arder, desabou no chão e sem energia nenhuma fechou os olhos e fez uma coisa que fazia melhor do que tudo nessa vida: o garoto espanhol dormiu.

Dormiu por um bom tempo e acordou num lugar completamente diferente, sua perna estava sem cicatriz nenhuma, seu pé parecia normal e o sono ainda não tinha passado. Olhou para os lados, ainda meio tonto, e viu Will, o sujeito meio bode.

-Onde eu estou William??

-Você está no Acampamento Meio-Sangue, um lugar para filhos de deuses como você. Sua mãe ou seu pai era um deus ou deusa grega, fique calmo, essa notícia é impactante para todo mundo, relaxe.

-Eu estou calmo! E se isso for verdade mesmo minha vida se explicaria fácil, e possivelmente meu pai que seria o deus, não conheci minha mãe, mas tenho provas de que ela é normal.

Will se assustou, nunca tinha visto nada como isso, o garoto estava totalmente tranquillo com essa notícia, que fez a maioria dos campistas pirarem e gaguejarem por muito tempo. O menino bode se virou para olhar para a porta da enfermaria, local onde estavam os dois, e quando se virou para olhar e conversar com Duncan o garoto estava dormindo.

Will saiu de perto, desconfiando de quem seria o pai de Oliver.



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Oliver P. J. Duncan
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Raphael M. Devonne em Qui Nov 08, 2012 11:51 am


One Hot Angel One Cool Devil
Nome - Raphael Montevick Devonne

Idade - 17

Raça - Semi-deus

Progenitor - Dionísio

Motivo - Considero a personalidade do Dionísio muito parecida com a minha: festeiro e ama bebidas. Em minha opinião ele é um dos Deuses que mais... se "arrisca", eu gosto disso. Viver sem limites é uma das qualidades que eu aprecio em uma pessoa ou nesse caso em um Deus.

Progenitor Mortal - Lisa, ela é uma designer e nas horas livres gosta de escrever romances.

Defeitos e Qualidades - Acho que todo mundo tem um pouco de dificuldade quando se é para apontar seus próprios defeitos, mas vejamos: Sou bem calma e quieto, mas se pisarem no meu calo não costumo responder por mim. Costumo ser um pouco perceptivo demais e acabo notando coisas que outras pessoas deixariam passar, como é o caso quando alguém esta mentindo. Sou um pouco desconfiado também, não digo que uma pessoa é minha amiga por que passamos uma ou duas horas conversando, ou seja, estou sempre com o pé atrás. Um dos meus principais defeitos é o alcoolismo, a bebida as vezes é minha melhor amiga.

Cidade natal e atual - Nasci em Chicago e aos meus 10 anos me mudei para Nova York.

Habilidade - Como disse, sou perceptivo demais.

História - Nascido em Chicago e criado em Manhattan, Raphael sempre se destacou aos demais. Mesmo com os distúrbios da dislexia e do TDAH, ele nunca teve problemas para fazer amigos, sendo um dos garotos mais populares de todas as escolas pelas quais já passou. Sua mãe era cheia de problemas psicológicos, desde que Raphael era pequeno, ela sofria de depressões que a levavam a se relacionar com muitos homens por pura carência. Seu primeiro marido, Tom Montevick, deu seu sobrenome ao menino na esperança de que ele parasse de perseguir o pai “perdido” das histórias que sua mãe contava.Tom era um homem bom e rico, o melhor pai que Raphael poderia ter, mas Lisa, em um de seus ataques depressivos, acabou por divorciar-se do marido, tendo em mente que ele já não lhe dava a atenção que ela merecia. Raphael ficou com o sobrenome, Lisa com a mobília e uma pensão de tirar o fôlego, e o menino voltou a perseguir os fantasmas de seu passado, ele tinha apenas quatro anos.

Daí em diante suas vidas mudaram. Sua mãe usou o dinheiro que ganhou no divórcio para comprar uma casa no centro de Manhattan, onde viveram por dez anos. No tempo em que moraram por lá, sua mãe havia levado o menino diversas vezes aos teatros da Broadway, fazendo com que o sonho de virar ator crescesse dentro dele. A essa altura, Lisa já tinha passado por mais três divórcios bem sucedidos, rendendo uma fortuna invejável. Naquele ano, Raphael iria ingressar na Chadwick High School, o que fez com que eles se mudassem para o bairro residencial do Upper East Side, para um apartamento perto da escola nova.

Não demorou muito até que Raphael fizesse novas amizades em Chadwick. Em poucos meses, sua facilidade de lidar com as pessoas, fez com que ele se tornasse uma das pessoas mais populares da escola... De novo. Mesmo participando de clubes excluídos da escola, como o clube de dança, de coral e do teatro (afinal, ser ator envolve tudo isso) e se socializando com os menos populares, Raphael não perdeu a amizade dos mais populares da escola. Mais pra frente viria a descobrir que essa era uma habilidade própria dos filhos de Dionísio.

No último verão antes da formatura, seu melhor amigo Dylan sugeriu que fossem passar as férias em um acampamento ao longo de Long Island. Lisa deu o dinheiro das passagens de ônibus e mais um montante para alguma precisão. No caminho, o ônibus teve que parar por alguns minutos por causa de um acidente na estrada, mas nada que estragasse a viagem.

Ao chegarem ao acampamento, que por acaso tinha um nome estranho, Acampamento Meio-Sangue, foram escoltados por adolescentes não mais velhos que eles, vestindo armaduras gregas de batalha e empunhando lanças. Aquilo parecia um tipo de acampamento temático, o que não deixou Raphael muito satisfeito. Dylan, ao contrário, parecia conhecer todas aquelas pessoas.

Parecia tudo muito confuso, um acampamento temático sobre a Grécia Antiga, adolescentes armados e pessoas fantasiadas de ninfas, sátiros e outros monstros... Dylan devia alguma explicação. Afinal, fora ele quem escolhera o destino de suas férias. O grupo de pessoas que viajou com eles no ônibus parecia tão confuso quanto o próprio garoto.

Eles passaram por um círculo de chalés e por um riacho até que chegaram a uma antiga construção, maior do que todas as outras no acampamento. Um velho gorducho saiu da casa acompanhado por um homem de meia idade em um cadeira de rodas e pediu para que todos sentassem em roda para ouvir um tipo de palestra. E tudo pareceu tão confuso... Os dois falavam sobre histórias gregas e como elas eram de fato reais, falaram que o motivo de todos nós (um total de oito pessoas) não termos pai ou mãe era que os respectivos eram Deuses Gregos, que o ônibus era uma experiência mais segura de trazer os semideuses para o acampamento, e que o acidente na beira da estrada foi um ataque mal sucedido de monstros que foi interceptado pela escolta do camping e mais um monte de coisas.

Raphael não devia acreditar naquelas besteiras, mas o velho rechonchudo parecia tão sério e convincente que cada palavra que saia de sua boca parecia confortar o menino de uma maneira que ninguém o tinha feito. Ele agia com naturalidade, como se já tivesse feito aquilo um milhão de vezes, os olhos cansados passavam uma verdade quase inacreditável. Ele era tão eloquente que no final do discurso, todos estavam cheios de perguntas, mas nenhuma que desafiasse sua verdade pós-dita. Raphael não disse uma só palavra, e quando todos foram encaminhados para seus chalés pelo velho cadeirante, ele e Dionísio — o velho palestrante — ficaram sozinhos.

— Então, você já descobriu, não é? Ficou me encarando mais do que os outros durante a nossa “conversinha”. — Disse Dionísio, puxando uma cadeira da mesa que ficava na parte de fora da Casa Grande. Raphael sentou-se de frente a ele, ainda encarando-o, os olhos penetrantes.

— É você! Eu soube desde que cheguei, soube que era você. Você foi quem deixou minha mãe naquele estado, sempre depressiva, engravidou-a e depois a abandonou. Não foi, pai? — Raphael não estava desapontado ou nervoso, como a situação sugeria que estivesse, pelo contrário, nunca estivera tão feliz desde que conseguira o papel de Tony para a versão escolar de West Side Story no ano passado. Dionísio o encarava com estranheza.

— Pois é, parece que sou eu mesmo. Mas você não parece surpreso ou irritado comigo, por tudo o que eu fiz...

— Você tá brincando? É claro que não! Eu estive te procurando por toda a minha vida, como poderia estar chateado agora que o encontrei. E não é nada desapontador descobrir que seu pai é um Deus Grego, ainda mais o Deus do teatro. Você sabia que eu quero ser um ator quando sair desse buraco? Atuar na Broadway, ser famoso, rico. Isso é realmente incrível! E agora, o que acontece? Eu vou morar aqui com você por um tempo? Você vai me ensinar a atuar ainda melhor do que já atuo? Você sabe qual é a minha especialidade? Musicais! Eu estrelei tantas produções na escola, os outros nem tiveram chance. Aquelas meninas perto do riacho são muito gostosas, não são? E quais são as regras daqui? Eu não posso fumar? Lisa me deixava fumar e beber a vontade, mas quando cheguei aqui um cara meio bode confiscou minha garrafa de Stoli* e dois maços de Lucky Strike que eu comprei no caminho. Você sabia que a nicotina me ajuda a controlar o TDAH? Ah, e por que todos os semideuses tem TDAH? E o que você está fazendo aqui no acampamento, se é um Deus, não devia estar no Olimpo com Zeus e os outros? Como foi que você...

Dionísio ouvia num misto de susto e tédio enquanto Raphael tinha um de seus ataques de hiperatividade. Um sorriso surgiu em seu rosto carrancudo, era impressionante a semelhança entre ele e seu filho. Raphael era sempre tão agitado, festeiro, promíscuo, gostava de álcool e tinha um desprezo em particular pelo acampamento; em resumo era a imagem perfeita de Dionísio em seus tempos de glória.

Ele não parava de rir e falar, com sua jovialidade entusiasmada. Já escurecia quando seu monólogo terminou e Dionísio o guiou até seu chalé, afirmando sua Reclamação. Enquanto Raphael se acomodava dentro do chalé número 12, triunfante, tirando um maço de cigarros clandestino do bolso estrategicamente posicionado por dentro da calça fazendo-o parecer seu “volume natural” na altura do zíper, Dionísio voltava para a Casa Grande, ligeiramente animado. Raphael lhe era tão parecido...
(* Diminutivo de Stolichnaya, uma marca russa de vodca.)








~ Créditos .: ~ Raiser W. Phoenix.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Bobby Gray Bennet em Sex Nov 09, 2012 1:01 pm

Nome – Bobby Gray Bennet

Idade – 16

Raça - Semideus

Progenitor – Eos

Motivo – Bom... por que eu quero ser o filha da aurora... a aurora sempre impressionou todos os homens, seria interessante ser filho de algo tão belo quanto a aurora. E ser filho da aurora é como se eu fosse a alvorada na mente das pessoas, como seu eu conseguisse clarear elas.

Progenitor Mortal –Ahhh meu pai, que pena que ele está morto em algum cemitério em Denver... Robert Bennet era uma ótima pessoa, era gerente em uma pequena fábrica ao norte da cidade, conseguia manter a família sem problemas. Se casou outra vez quando eu tinha 10 anos de idade e teve uma filha com a sua nova esposa. Possuia os cabelos tão negros como carvão, seus olhos azuis encantavam qualquer pessoa.

Defeitos - Um pouco avoado, ciumento, despreocupado com o que vai acontecer. Possui uma marca de nascimento na batata esquerda da perna, e uma pequena cicatriz que foi causada durante um incêndio.

Qualidades – Perfeiccionista, simpático, otimista e charmoso.

Cidade natal e atual – Morei e nasci em Detroid até os 14 anos, após a morte da minha família fui levado para o acampamento.

Habilidade – Bobby consegue manter a calma nos piores momentos possíveis, raciocinando com mais calma e pensando melhor em todas as cituações.

História – Uma calorosa noite em Detroid, a insônia bateu forte em Bobby. Seu pai, Robert, e a sua madrasta, Jill, dormiam tranquilamente. Bobby era o único que estava acordado na casa, até a sua irmã, Candice, dormia abraçada com a sua boneca. Como aquelas pessoas conseguiam dormir com aquele calor infernal?
Bobby sai da sua cama e anda até a cozinha, em busca de um copo d'água. O garoto pega a água e volta lentamente para o seu quarto, mas a sua caminhada é interrompida quando ouve um barulho na cozinha. Ele tinha acabado de sair de lá e não tinha ninguém, devia ser algum rato mas ele foi investigar mesmo assim.
Bob pegou um bastão de beisebol no seu quarto, e foi andando com ele na mão até chegar na cozinha:
-- Se tiver alguém ai saia agora, eu estou armado!
Talvez o bastão ajudasse em alguma coisa. Uma sombra se move rapidamente ao fundo da cozinha, o garoto engole seco e prepara o bastão.
-- Saia daqui agora!
Grita Bob, mas parece que isso apenas chamou atenção de quem estava lá dentro. Uma silhueta foi aparecendo aos poucos, andando em sua direção. Ele ergue o bastão em sinal de ataque, mas não ataca. Pois a silhueta é de uma mulher, o garoto solta um pouco de ar:
-- Quem é você? E o que está fazendo aqui?
A garota solta uma risada gostosa:
-- Senti cheiro de um semideus, mas é apenas uma filho de Eos? Hahaha! Esse não vai ser tão difícil, talvez um filho de Hefesto fosse um desafio maior!
Bob não entende nada do que a garota fala, ele já ouviu os nomes Eos e Hefesto na aula de história, mas estava muito distraído. Ele sabia que tinha alguma coisa a ver com a Grécia... ou era Roma? Ah esquece agora ele tinha que cuidar daquela garota.
A menina solta uma pequena risada, e o corpo dela começa a mudar aos pouco. As pernas dela eram estranhas... uma parecia ser um tipo de metal, e a outra tinha mais pelo que nas costas do pai dele. A garota foi ficando mais pálida, os cabelos pareciam estar pegando fogo e os dentes... bom melhor não comentar.
Ele grita e voa na direção de Bob, o garoto assustado é levado ao chão pela mulher perna peluda, ele acaba sendo arranhado pela mulher mas consegue chutar a barriga dela. A garota recua e fixa os olhos para Bob.
Ela pula outra vez na direção de Bob, mas dessa vez ele estava preparado. Com uma boa tacada, ele conseguiu acertar a cabeça da monstra. Aquilo não deixou ela muito feliz, ele pulou na direção dela, tentando matá-la, mas a ofensiva não deu muito certo e ele recebeu um tapa na cara, as garras dela deixaram uma ferida grande no seu rosto, o sangue escorria lentamente.
Bob consegue afastar a garota mais uma vez, havia uma faca perto dele. Ele nunca foi um bom lançador mas a mira dele significava a sua vida. Ele pega a faca e arremessa na direção da garota, a faca atinge a garota na barriga. Ela grita de dor e desaparece em um tornado de chamas... a cozinha começava a pegar fogo, o gás ficava perto das chamas. Bob olha aquilo aterrorizado e corre da cozinha, após alguns sggundos o gás explode e a casa começa a pegar fogo. Ele tentou salvar o seu pai e a sua madrasta, mas não deu certo, a fumaça ou o fogo matou os dois.
Agora a casa estava em chamas e Bob tinha que sair, a suas roupas estavam chamuscadas, sua pele ardia. O vizinho tinha uma piscina, aquilo era a sua salvação. Bob sai correndo em direção a porta do fundo, o fogo barra ele algumas vezes mas ele sai da casa, com queimaduras de segundo grau no corpo. Tossindo ele torce para chegar na casa do vizinho, a sua visão começava a ficar turva. O Sol nascia ao longe, uma linda mulher loira apareceu no horizonte.
A mulher caminhava rapidamente na direção de Bob. O nascer do Sol deu algumas forças a mais para Bob continuar vivo.
-- Quem... é você?
Pergunta o garoto no chão.
-- Eu sou a sua salvação, minha pequena estrela do alvorecer!
Ela coloca alguma coisa na boca de Bob. A coisa tinha gosto da lasanha que seu pai fazia aos domingos, ele sorri para ela:
-- Obrigado... você veio de onde?
-- Eu vou te mostrar, minha pequena estrela!
Quando a mulher terminou as suas palavras uma forte luz cegou Bob, quando a luz desapareceu ele estava em um lugar totalmente diferente. Uma praia e um rio apareciam ao fundo, o Bob ficou maravvilhado com a visão. Alguns segundos depois ele acabou desmaiando, sua última lembrança era de duas pessoas correndo na sua direção.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Candice em Dom Nov 11, 2012 10:00 pm

Anne Silva @ OPS
Nome:
Alicia Carolline Middletone.

Idade:
16 anos '-'

Raça:
Ninfa /õ/

Progenitor:
Árvore serve? -q

Motivo:
Desejo ser uma ninfa pois sempre me interessei por elas, que sempre fogem de sátiros, por suas beleza impressionante e delicadeza, porém, podem ser bem agressivas quando desejam. Gosto delas pois o grupo chega a ser um pouco fechado, já que são poucas as pessoas que criam contas que sejam ninfas.

Progenitor Mortal:
Não acredito que ninfas tenham um progenitor mortal, já que nascem com uma árvore (dependendo do tipo de ninfa).

Defeitos e Qualidades:
Alicia é doce e carinhosa com aqueles que conhece, com aqueles que considera serem amigos. Com os outros, ela chega a ser um pouco agressiva e fria, graças ao nervosismo e timidez, que a fazem ficar deste jeito.

Cidade natal e atual:
Moro NO acampamento Meio-Sangue '-'

Habilidade:
Alicia possui uma estranha habilidade de relacionamentos. Ela consegue interagir bem com as pessoas, sendo amigável. Assim, é sempre simpática e positiva, fazendo o possível para levantar o ânimo de alguém.

História:
Alicia nasceu junto com uma árvore, assim como todas de sua espécie. Cresceu fora do Acampamento, junto com outras ninfas, todas dríades. Às vezes, elas eram visitadas por náiades, mas as visitas eram poucas e raras. Sempre curiosa para conhecer o mundo de fora, Alicia perguntava incansavelmente sobre o mesmo, porém, sempre recebia a mesma resposta de sempre:
– Não saia dos limites da nossa floresta, a não ser que seja urgente. Lá fora, há coisas perigosas demais para você.
Nunca satisfeita, a pequena ninfa chegava aos limites do território “seguro”, imaginando o mundo de fora.
Um dia, uma náiade chegou, em uma das raras visitas e, quando foi embora, percebeu o quanto a garota ansiava por poder sair de lá, por poder se “libertar”. Com isso, ela perguntou se a menina não gostaria de ir com ela, para um lugar mais divertido, com mais gente, cada vez mais. A mesma é claro que aceitou, animada com a ideia de poder sair de sua prisão.

• • • • • • • • • • • • • • • • • •

Lá estava a menina, esperando por algo acontecer. Algo que não sabia o que seria. Sabia que sentia medo.
Estava escondida dentro de um tronco oco de árvore, com a respiração ofegante. A náiade que a trouxera estava machucada, dentro da árvore com a pequena ninfa. Fora de lá, havia um cão infernal enorme.
Alicia ouviu a náiade murmurar algo, mas não entendeu nada. A fala repetiu-se, mais insistente e o cão de fora parou de andar subitamente, como se tivesse ouvido algo. A menina parou de se mover, estática. No segundo seguinte, o tronco partiu-se em mil pedaços e à sua frente estava o maior animal que já vira. A náiade levantou-se, com dificuldade e falou, baixo para a garota:
- Vá para o Acampamento Meio-Sangue. Encontre o centauro. Explique o que aconteceu. Seja corajosa. Agora, corra e não olhe para trás.
Paralisada de medo, a pequena ninfa não fazia nada. Seus olhos estavam pregados na grande figura preta, que rondava as duas. Para fazê-la se mexer, a náiade lhe empurrou, fazendo-a cair na grama, fofa. Funcionou, já que depois, Alicia saia correndo de lá. Ouviu um grito, mas não olhou para trás, como foi mandada para fazer. E também, ela tinha medo do que encontraria.

• • • • • • • • • • • • • • • • • •

- O que aconteceu com você? - Foi a única coisa que ouviu antes de cair e fechar os olhos.
Quando acordou, não estava na grama molhada e fria dos limites do Acampamento. Agora, estava embaixo de uma árvore, na sombra. Ouvia uma música, que vinha de uma voz doce. Parecia uma música de ninar. Em paz, a garota fechou os olhos novamente.
Ao acordar pela segunda vez, viu algo que realmente a assustou. Era um... homem, mas a parte abaixo da cintura era o corpo de um cavalo. Ele falava com uma ninfa, mas seus olhos estavam nela, refletindo a preocupação que sentia. Ele aproximou-se e perguntou:
- O que houve?
E ela explicou. Tudo. Desde o momento em que saiu da floresta, até a sua chegada ao Acampamento. Narrou o monstro que vira e como era a náiade que a ajudara. No final, estava chorando. Não queria ter que lembrar de nada, mas era necessário. O tal centauro sorriu e falou que ela poderia ficar ali. Que seria tratada como uma campista e que poderia ter a vida com a qual sempre sonhou; livre.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Angelique P. Bouvier em Qua Nov 14, 2012 2:07 pm

quero colo ♥


Nome: Makenna Louise Prummer Bouvier

Idade: 17 anos, quase 18

Raça: Semi-deus

Progenitor: Íris

Motivo: Confesso que não tenho grandes motivos para ser filha de Íris, mas sou bem alegre mais de um modo calma. Adoro trocar mensagens com as pessoas. O arco-íris me encanta, é uma mistura de cores, parece que nunca vai acabar. Ele me trás uma certa paz.

Progenitor mortal: Robert Owen Bouvier.

Defeitos e qualidades: Sou uma pessoa calma e alegre, reservada, mas que sabe se misturar com os outros. Posso ser fria quando quero, mas sei controlar bem minha ira.

Cidade natal e atual: Nova Jersey, mas atualmente moro no Acampamento.

Habilidade: Raramente fico irritada ou triste. Manuseio fácil arco e flecha.

História:

Nasci em Nova Jersey, fui criada pelo meu pai desde pequena. Vinha de uma família muito rica, e era herdeira de muitas empresas que existiam no estado.

Quando estava com 14 anos, meu pai começou a namorar uma mulher chamada Nicolle Kinchouse. Ela tinha mais ou menos trinta anos, cinco anos mais nova que meu pai. Ela tinha uma filha chamada Elena Kinchouse Hardy, fruto do primeiro casamento da mãe.

No começo Nicolle era carinhosa comigo, mas depois de três meses, ela começou a tentar convencer meu pai de me matricular em um colégio interno, já que o mesmo trabalhava muito.

Tentei por muitas vezes convencer meu pai de não fazer isso, mas tudo foi em vão quando no começo das aulas fui levada para um internato junto de Elena, que também estudaria comigo.

Ao chegar ao internato, descubro que Elena já estudava lá, e que fazia parte da turma de patricinhas do colégio. No começo eu era a novidade no colégio, mas depois de um tempo, tudo foi piorando, meu pai parecia que não lembrava mais de mim, a turma de Elena sempre implicando comigo. Mais por incrível que pareça, nada disso abalou meu humor, sempre estava feliz, alegre com tudo. Isso parecia irritar Elena no inicio, depois a mesma acabou por desistir de tentar tornar minha vida ali em um inferno.

Nas férias, voltei para casa, descobrindo que Nicolle estava grávida de meu pai, e que eles pretendiam se mudar, deixando eu e Elena no colégio até nos formarmos. De inicio fiquei triste, afinal, não iria ver meu pai por um bom tempo.

Em um dia ensolarado das férias, resolvo ir caminhar um pouco pelo bairro, e é durante essa caminhada que conheço Thomas, um garoto que aparentava ter mais ou menos a minha idade, e que andava meio engraçado. Apresentamos-nos e começamos a conversar. Quando ele toca no assunto que nunca conversei com ninguém, nem com meu pai.

- Você sabe quem é sua mãe? – ele me pergunta, dou um meio sorriso antes de respondê-lo.

- Não, nunca a vi e nem meu pai falou dela.

- Nunca? Nem do Acampamento? – ele parece surpreso com minha resposta.

Paro de caminhar olhando para ele, falo:

- Acampamento? Que Acampamento? Do que você está falando, Thomas? – pergunto uma pergunta atrás da outra, sem me importar.

- Existe um Acampamento para pessoas como você. – ele fala de um modo que parece que está falando com uma louca.

- Pessoas como eu? Como assim? – pergunto um pouco confusa. – Você sabe quem é minha mãe? E que Acampamento é esse?

- Você nunca se perguntou por que é diferente das outras pessoas? Por que tem déficit de atenção... Você é especial, Makenna. – ele fala fazendo uma pequena pausa, para logo falar o que nunca esperei ouvir na minha vida. – Sua mãe é Íris, uma deusa.

Ao ouvir que minha mãe é uma deusa, fico olhando para Thomas sem reação por alguns segundos, mas logo explodo em uma gargalhada alta.

- Você está brincando, não é?! – falo entre as risadas.

- Se acha isso, pergunte para seu pai. – ele dá de ombros e sai caminhando, até desaparecer do meu campo de visão.

Fico ali sozinha pensando no que ele disse. Será que minha mãe era mesmo uma deusa? Não espero que minha mente forme outras perguntas, começo a correr para casa, pretendendo tirar isso a limpo.

Ao chegar em casa, vou direto para o escritório do meu pai, sem me preocupar de bater na porta antes de entrar. Meu pai olha surpreso e um pouco assustado ao me ver ali, mas não deixo que ele diga nada.

- Minha mãe é uma deusa? – pergunto.

- Do que você está falando, Makenna? – ele me pergunta soltando uma risada, que me parecia bem nervosa.

- Responda! Minha mãe é uma deusa? Minha mãe é Íris? – perguntava começando a ficar um pouco histérica, mas logo me controlo.

- Thomas lhe contou, então. – ele diz soltando um suspiro. – Sim, sua mãe é Íris.

Olho para ele de olhos arregalados. Minha mãe era uma deusa.

- Se Thomas lhe contou isso, então quer dizer que está na hora de ir para o Acampamento. – meu pai fala se levantando.

- Espera! Que Acampamento é esse? – pergunto bloqueando a saída com meu corpo.

- O Acampamento Meio-Sangue é para semi-deuses. Para pessoas como você. – ele diz se aproximando de mim. – Mais agora, temos que lhe levar até o Acampamento.

Após algum tempo arrumando as malas, meu pai e eu fomos até onde ficava o tal Acampamento. Meu pai só pode ir comigo até onde era permitido, já que ele era um humano, não igual a mim. Segui pelo caminho que ele me indicou. Depois de um tempo caminhando, finalmente havia chegado ao Acampamento Meio-Sangue.

vou fugir de casa


thanks flarnius ♥ ops!


Angelique Price Bouvier ♥
thanks tiago © 2013
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  James F. Köller em Qui Nov 15, 2012 11:14 am

Nome – James Fabian Köller

Idade – 16

Raça - Semideus

Progenitor – Héracles.

Motivo –Por que sempre tive admiração pelo Héroi que passou por 12 trabalhos e se tornou imortal apresentando uma força descomunal.

Progenitor Mortal –Marie Fabian Köller, mulher que sempre teve uma admiração por exercisios físicos como o provavel inventor dos jogos olimpicos Héracles.

Defeitos e Qualidades – Um jovem com uma força estranha, pois quando era criança levatava pequenos pesos e conseguia correr com objetos pesados nos pés. Também tem uma mania de praticar esportes olimpicos.

Cidade natal e atual – Los Angeles-natal ,atual-New York.

Habilidade – Sempre tive determinação em andar a cavalo,lutar qualquer tipo de arte marcial desde pequeno tinha habilidade em esporte ex:futsal,natação,etc.

História – Bem eu cheguei ao acampamento quando apostava uma corrida a cavalo com um amigo"Peter o Sátiro" que me disse que quem chegasse primeiro levaria um premio, mas não foi bem assim pois no meio do percusso fomos atacados por algum monstro estranho que pelo que me lembro se chamava Dracanea . Meu amigo preocupado com a situação falou para mim que eu seguisse percurso ate o tal, "Acampamento meio-sangue",pois lá eu estaria seguro do monstro que nos atacou.
Bem quando me distânciei deles eu estava avistando uma colina com um unico pensamento na cabeça o que estava acontecendo lá atrás onde eu havia deixado Peter.Quando cheguei ao topo da colina olhei para tras mas não via nenhum dos dois que ficaram para tras, mas logo meu pensamento mudou vi o corpo de Peter sendo levado pela coisa que subia e vinha e ao meu encontro quando ela chegou perto algo passou por cima de mim e se cravou no peito da Dracanea que em questão de segundos desapareçeu em poeira dourada.
Olhei para o que a atingiu era uma , flecha com ponta de bronze , depois vi que meu amigo estava vivo so desacordado. Olhei para tras e vi um homem cavalo pelas aulas de História pensei que fosse Quíron o Centauro que me disse em um tom de voz alto:
-Seja bem vindo, ao acampamento meio-sangue
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Maya Goldsmith em Qui Nov 15, 2012 12:47 pm

Indefinida !

Nome: Maya Goldsmith

Idade: 17 anos

Raça: Semideusa

Progenitor: Athena

Motivo: Não direi que é o minha deusa predileta, pois não é. O que me atrai na deusa é que suas crias são extremamente inteligentes e hábeis. Sabem lutar bem, são excelentes no que diz respeito a conhecimento e isso se encaixa na historia da personagem. É um modo de unir o útil ao agradável. E, é isso.

Progenitor Mortal: Joffrey Goldsmith. Sério, arrogante e um tanto ausente, não é o pai que as pessoas normalmente desejam. É o CEO de uma empresa de jogos e raramente para em casa. Não teve muito contato com a filha nestes 17 anos, mas quando o faz os dois não parecem ter uma relação de pai e filha. Exige muito da filha, pelo menos em quesito de comportamento, compostura, educação e estudos.

Defeitos e Qualidades: É um tanto anti-social e bipolar, além de não gostar de lugares com muitas pessoas. Tende também a ser fria até mesmo com as pessoas mais próximas a ela, uma vez que nunca teve tanto "acesso" a coisas como carinho, amor e talz.

Cidade natal e atual: São Francisco (Nascimento); Los Angeles (Atual)

Habilidade: A personagem praticava artes marcias fora do Acampamento desde bem pequena ─ no caso da personagem, ela pratica Kung Fu desde que tinha sete anos e é realmente boa nisso.

História: Maya é fria, séria e muitas vezes distante do resto do mundo, vivendo em um mundo separado. Seu modo de agir é parecido com a de muitos personagens descritos como frios em livros e filmes. Raramente faz amizade com alguém e, quando o faz, não é tão ligada a eles quanto se espera que fosse. Passa a maior parte do tempo lendo ou praticando Kung Fu que são as duas coisas que ela mais gosta de fazer. Foi criada por Alphonse, o mordomo da família, uma vez que seu pai não tinha tempo para faze-lo. Na escola, era uma aluna modelo: notas boas, comportamento exemplar, participativa... Mas isso era apenas um fruto da pressão de seu pai e também um motivo pra ficar fora de casa.
Na escola, não possuía nenhum amigo e raramente dirigia a palavra a alguém se não fosse de suma importância faze-lo. Mas, no Dojo, era uma pessoa um pouco mais comunicativa. Auxiliava os demais sem reclamar quando era preciso, mas mantinha uma certa distancia, evidenciando que não queria formar laços de amizade com ninguém dali. Talvez por esta distancia do mundo, nunca teve uma paquera e coisas do gênero, muito menos se mostrou interessada em alguém.
Quando descobriu ser uma semideusa, esperou pacientemente o seu pai chegar em casa para ter uma conversa com ela sobre o assunto e resolveu ir para o Acampamento Meio-Sangue para ficar junto de seus iguais e aprimorar suas habilidades e sobreviver naquele seu novo mundo. Visita as vezes o pai, como um acordo que os dois fizeram para manter as aparências. No fundo, os dois se importam um com o outro, mesmo sem querer admitir tal fato para os outros.
×××
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Giordano V. Palacci em Qui Nov 15, 2012 5:03 pm

Nome – Giordano Vanin Palacci

Idade – 15

Raça - semideus

Progenitor – Deméter

Motivo – Tenho grande afinidade com plantas, consequindo conquistá-las e exercer-lhes influencia.

Progenitor Mortal – Dante Vanin Palacci,Engenheiro agrônomo dono de metade da produção vegetal dos E.U.A., descendente de italianos que possui uma enorme propriedade rural em New Orleans, possuindo uma grande habilidade para agricultura e floricultura exótica.

Defeitos e Qualidades – Possuo uma grande conhecimento sobre especies angiospermas, plantas venenosas e extintas. Tenho uma enorme persistencia e uma força de vontade incrível. Por outro lado sou muito influenciado pelos sentimentos, podendo agir instintivamente, também tenho dificuldade para ver o mal que existe no coração das outras pessoas.

Cidade natal e atual – New Orleans/Acampamento Meio-Sangue

Habilidade – Consigo fazer brotarem plantas (exóticas principalmente) sem grande esforço, não importando a estação ou o clima.

História – Quando eu tinha 13 anos, estava viajando com meu pai e a minha madrasta pelo Colorado. Ele estava pesquisando uma espécie de conífera rara, que poderia estar extinta em outras regiões frias , como o Canadá. Eu me afastei deles por um momento em que procuravam pela árvore, e fui surpreendido por um pégaso que voava louco em minha direção. Do chão brotaram enormes cipós que o prenderam e me salvaram da morte. Logo depois um campista, á procura do pégaso, me viu e comunicou Quíron da minha chegada. Ele falou com mue pai que me autorizou a permanecer no acampamento por motivo de segurança, pois ele sabia que os monstros logo iriam perceber que eu era um semideus.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Convidado em Sab Nov 17, 2012 4:16 pm

ᐒ Nome: Jeremiah Alberich Schneider

ᐒ Idade: +/- 16 anos

ᐒ Idade: Humano / Descendente

ᐒ Progenitor: Descendente de Deméter por parte de Pai e de Nyx por parte de mãe.

ᐒ Motivo: Escolhi essas duas personalidades mitológicas não por acaso, e sim em lembrança de um casal na qual quero homenagear. Deméter, pois é a deusa da agricultura e me identifico com a natureza e a força vital que a terra emite. Nyx, pois a noite estrelada é convidativa e enigmática. Mais uma coisa que quero deixar clara, como serei descendente, não ligo para os poderes de ambas as deusas, como já apresentei acima, estou homenageando alguns personagens de um passado remoto de minha história e de mais uma integrante desse fórum.

ᐒ Pai Mortal: Jericoh Clerielfe, um agrônomo filho de Deméter, desenhista e criativo. Tem sua própria fazenda de trigo no norte dos EUA, e uma coleção de livros ilustrados sobre artrópodes, direcionado para crianças. Mudou-se para a Alemanha e trocou o sobrenome para Schneider, por motivos de segurança.

ᐒ Mãe Mortal: Hye Alberich, uma celebridade noturna e compositora freelance nas horas vagas. Tem uma rede de casas noturnas espalhadas pelos EUA e Europa. Era filha de Nyx, mas acabou morrendo misteriosamente, deixando os filhos com o marido Jericoh.

ᐒ Defeitos: Sou um pouquinho cheio de não-me-toques, assim como meu pai. Sou tímido e demoro pra me abrir com as pessoas, também sou rancoroso como ele e cheio de dúvidas sobre como agir igual minha mãe. Bom, também escondo fatos das pessoas, e desejos obscuros igual a bendita de minha mãe. Mas sobrevivo com o fardo, obrigado. Às vezes faço coisas sem pensar, tipo jogar meu precioso caderno num lago.

ᐒ Qualidades: Apesar de tímido, meu sorriso é muito convidativo e isso me transforma numa pessoa simpática. Socializo muito bem quando enturmado, sou muito fraternal, não deveria ser, mas quando gosto de alguém, eu cuido como se fosse irmão. Essas foram algumas qualidades absorvidas de meu pai, e a coragem de enfrentar situações adversar, adquiri do meu lado materno.

ᐒ Cidade Natal:Nasci em Berlim, mas cresci em Hövelhof ,um município da Alemanha localizado no distrito de Paderborn.

ᐒ Cidade Atual:Mudei para os EUA, mais precisamente para o Arizona/Phoenix, pois meu pai conseguiu uma proposta grande de emprego. Na verdade ele ficou arrasado com o sumiço/morte da minha mãe. Porem atualmente eu moro no acampamento durante as férias.

ᐒ Habilidades:Sei o nome de quase todas as flores, arbustos, frutos e outros organismos vegetais, porque meu pai ensinou. Conheço as constelações de cabo a rabo, pois minha mãe me ensinou. Também sei desenhar e tocar violão, isso aprendi sozinho, mas juram que é genético.

ᐒ História: Bom, como já disse, sou filho de dois filhos de deuses com seres humanos. Ou seja, eu tenho avós divinas, por parte dos meus pais. Dos mus outros 3 irmãos, somente eu nasci com algum dom especial. Quando criança, eu me sentia um x-man, mas nunca dei muita importância, pois sempre achei que fosse da minha cabeça. Até que minhas habilidades, sumiram, não sei o motivo, mas depois que eu parei de brincar e comecei a ir para a escola, meus dons sumiram. Por isso não sei dizer o que eram, muito menos o que faziam.

Bom, eu tenho um irmão gêmeo, ele é loirinho como minha mãe, meus outros dois irmãos são morenos como meu pai, e bem, somente eu nasci com os cabelos outonais. Ruivo como uma folha seca arrastada pelo vento. Mas enfim, isso não vem ao caso agora, o importante é ressaltar que sou alemão, e que minha mãe sumiu repentinamente quando eu completei 10 anos. Meu pai não me conta a história real, e diz que ela morreu num acidente. Eu não acredito muito nisso, em meu peito eu sei que ela ainda vive. Alias, meu pai também nunca me contou que era filho de uma deusa olimpiana, só fui descobrir quando nos mudamos para os EUA.

Em terras americanas, as coisas são bem diferentes. As pessoas me olhavam estranho, cachorros latiam, e até as sombras pareciam rodear minha casa. Quando completei 15 anos, por questão de sorte; eu estava procurando um lápis novo nas coisas do meu pai, foi aí que eu achei seu diário e descobri tudo. Ele era um semideus e eu, e todos os meus irmãos faziam parte desse "legado". Por isso eu tinha umas habilidades estranhas quando criança e o restante dos meus irmãos podiam ver coisas. Realmente coisas, pois nunca achei que fossem reais. Meu pai achou-me bisbilhotando e me contou tudo a respeito, se eu jurasse não contar essas coisas para meus irmãos. Eu jurei, fazendo uma cruzinha no ombro e, ele me contou como conheceu minha mãe, sobre os monstros, missões e um lugar chamado "Acampamento Meio-Sangue".

Exatos um ano depois, as coisas começaram a ficar estranhas. Meu irmão mais velho se mudou de volta para a Alemanha, pois era mais seguro. Meu irmão gêmeo, junto com a caçula, forma morar com meu avô paterno, numa fazenda no Texas. Eu fiquei com meu pai, pois ele precisava da minha ajuda na luta contra monstros e começaram a invadir a casa, clamando por vingança dos tempos de quando ele era um herói. Bom, foi ai que para minha segurança, ele me colocou no acampamento durante as férias, a fim proteger seu bem valioso, no caso, eu.

Durante o tempo longe dele, eu fico preocupado, mas, enfim.... o melhor que posso fazer é não atrapalha-lo.

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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Thomas Grey em Dom Nov 18, 2012 2:25 pm


Nome – Alan Grey
Idade – 9

Progenitor – Eros

Motivo – Eros: Pelo que conhecia da mitologia, suspeitava ser filho do deus, porque por até inimigos sentia compaixão e amava facilmente as pessoas. Amar era minha filosofia de vida.

Progenitor Mortal: Não era bem um progenitor e sim pais adotivos. Minha mãe adotiva se chamava Samantha Silver Gray e meu pai adotivo se chamava Christopher Staufen Gray. A mãe morreu e seu pai adotivo despareceu misteriosamente.

Defeitos e Qualidades – Qualidades: ler, amar o próximo, paciência, ter compaixão pelo inimigo.
Defeitos: Confiar demais nos outros, ser muito quieto.

Cidade natal e atual – Nasci no Brooklin atualmente vivo no Acampamento.

Habilidade – ter uma boa lábia para conseguir o que quer.

História – "Desde que me entendo por gente, estava em um orfanato. Porém tudo muda quando aos 6 anos, sou adotado por um casal jovem, que na época tinham a esposa 28 anos e o marido 29. Minha vida até os 8 anos foi tranquila, ia para escola, tinha amigos. No meu aniversário de 9 anos, ao voltar da escola fui atacado por um homem usando um sobre-tudo preto e capuz tapando seu rosto, cheirava muito mal, consegue fugir para a casa de um amigo. Quando voltei para casa escutei barulhos la dentro, parecia uma briga. Entrei pela sala e fui para cozinha, onde ouvi os tais barulhos. Nesse meio tempo os barulhos pararam e quando cheguei na cozinha me deparei com minha mãe morta e meu pai desaparecido. Procurei ajuda da policia, me que teria que voltar ao orfanato enquanto decidiam o que fazer, resolvi fugir, não sabia para onde ir, simplesmente fugi. Esses últimos dias morando na rua, vivendo de esmolas e de comida dada por pessoas desconhecidas, foi muito difícil, mais tive ajuda de um amigo, muito estranho por sinal. Constantemente era atacado por monstros, foi ai que procurei saber o que eu "era" de verdade, meu amigo me contou a verdade e me disse que eu era um "semideus", me explicou outras coisas também e disse que era um sátiro e estava ali para me ajudar no meu caminho até o "Acampamento Meio-Sangue", ele me disse que esse acampamento era o único lugar seguro para pessoas como eu. Fui levado por ele até o Acampamento, mais antes de chegar no mesmo, nós fomos atacados e meu amigo sátiro que se chamava Jhon ficou para trás para que eu me salva-se. Ele morreu e eu vivi. Desde então estou no Acampamento."


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Lucy V. Malkovich em Dom Nov 18, 2012 3:36 pm

♦ Lucy Vaugh Malkovich ♦



Nome: Lucy Vaugh Malkovich

Idade: 16 anos.

Raça: Semi-deus.

Progenitor: Dionísio.

Motivo: Além da personalidade do deus combinar com a minha, o deus possui características interessantes. Fascina-me seu jeito sarcástico de ser, assim como suas histórias e os símbolos que o representa.O tornando um de meus deuses favoritos.

Progenitor Mortal: Sua mãe se chamava Jenny Vaugh, sempre cuidou de Lucy, achava que a garota foi a melhor coisa que acontecera na vida dela. Jenny tinha um bar na cidade onde morava, o bar era sua única moradia e também seu único jeito de viver. A mulher havia fugido com 18 anos da casa de sua mãe, querendo viver a vida.

Defeitos e qualidades:

Sempre feliz, a garota era uma alucinante caixinha de surpresas. Por onde passa, deixa um rastro de alegria. Tudo que seja feliz, é motivo de festa para a pequena prole de Dionísio. Ao lado de sua mãe, viveu os mais incríveis momentos de sua vida, ela e sua mãe já passaram por todos os lugares do mundo. Mas com as pessoas que não conhece, não costuma ser tão simpática, a não ser que queira fazer amizade com alguém, o que é uma que a garota gosta.

Cidade Natal e atual:

Cidade Natal: Moscou.

Cidade Atual: New York.

Habilidade: Lucy sempre procurou saber de tudo um pouco. Fazia cursos de língua, como o francês e o grego. E também fazia aulas de lutas, como o esgrima e judô.

História:

A garota nasceu no dia 17 de Abril de 1996, em Moscou, Rússica. Viveu somente com sua mãe, nunca sabendo da existência de seu pai, que após engravidar sua mãe, desaparecera do mapa, nunca entrando em contato com a mesma. Sua mãe era artista plástica, tornou-se muito famosa em seu meio de trabalho, surgiu uma proposta inegável para uma vaga em uma das maiores empresas localizada nos Estados Unidos, a pequena menina sentiu-se triste ao ter que abandonar seu local de origem, deixar seus amigos e parentes para trás, mesmo tendo uma chance de vida melhor em outro lugar. Após chegar aos EUA, Lucy foi matriculada num dos melhores colégios do estado, mas não passou muito tempo por lá, pois descobriu-se que a garota tinha TDA, era uma criança interativa, diferente das outras, obtinha certa dificuldade em estudar, o que não era sua culpa, pois esforçava-se ao máximo.



Sua mãe estava preocupada com a garota, pensará em largar o emprego para ajudar Lucy nos estudos, mas a garota não ia deixar a mãe estragar o próprio sonho, sua mãe já estava no auge da carreira. Aos 10 anos de idade, a jovem fugiu de casa, pensava que seria bom para sua mãe. Em um dos becos de Nova York, a garota encontrou seu primeiro monstro, uma Empousa. Não tendo nenhuma habilidade, nenhuma arma para usar, conseguiu escapar por pouco. Depois de exatamente 3 semanas, Lucy voltou pra casa, alguns policiais a acharam, quando furtava um Kwik e Mart. Desde quando a garota fugiu, aquele dia em que enfrentou a criatura, a jovem soube que não era uma pessoa comum.



---Chegada ao acampamento---



O dia começara como qualquer outro, porém, seria o primeiro dia no colegial para a jovem, Lucy. Sua mãe havia saído cedo para o trabalho, a garota tratou de cuidar da sua alimentação e higiene matinal, vestida com o detestável uniforme do colégio, esta saiu de casa, carregando sua bolsa nas costas. As ruas de Nova York encontravam-se agitadas, pessoas caminhando e veículos buzinando na avenida, a garota passa rapidamente entre as pessoas, talvez, porque havia atrasado no horário, caso chegasse tarde demais no colégio, não entraria nem no pátio do local. escutando uma de suas bandas favoritas em seu I-Pod, foi cantarolando a música pelo trajeto. Um baque, os livros e I-Pod jogados no chão, acompanhados de uma mochila esfarrapada e uma lata de metal estraçalhada. Lucy encontrava-se sentada no chão de granito da rua, o garoto baixo de cabelos extremamente ruivos estendeu-lhe a mão, com um sorriso sem jeito nos lábios, - Desculpe - disse o garoto, sua voz era grossa e envergonhada. A primeira coisa que a jovem notou foi a camisa laranja chamativa, ao tentar ler o que estava escrito, as palavras se embaralharam, formando... - Acampamento Meio-Sangue? - perguntou a menina, curiosa. O garoto de cabelos ruivos ficou surpreso, erguendo a menina pelas mãos - Você consegue ler? - Perguntou ele, pasmo. - Sim - respondeu ela, um pouco insegura.


O garoto começou a andar de um lado para o outro, murmurando para si mesmo. Ele parecia estar pensando em alguma possibilidade, alguma coisa bastante seria. Suas palavras eram baixas e inaudíveis, mas então ele pareceu entrar em consenso com si próprio... - Você conhece mitologia grega?- ele perguntou enquanto apenas era encarado pela garota que assentiu um pouco depois. - Então, monstros, deuses e tudo mais o que tem na mitologia existe. Até mesmo casos entre deuses e mortais... E destes casos nascem crianças que carregam o sangue divino, um fardo que lhes é dado e continua por toda a sua vida. E eles são chamados de semideuses - Aquelas palavras não podiam ser verdade, não existem deuses, monstros ou até mesmo esses tais semideuses, pensou a menina para si. Isso não pode acontecer... E então o garoto encarava Lucy - Você não está acreditando em mim, certo? - apenas assenti positivamente, então ele tirou seus tênis e me mostrou dois cascos de bode ao invés de pés, a garota deu alguns passos para trás ligeiramente tonta, tudo aquilo em sua cabeça, não foi uma coisa boa para a garota, sua visão tornou-se turva, os sons a sua volta, foram silenciado em questão de segundos. Esta caiu completamente inconsciente.

---

Lucy despertou meio tonta, em um lugar não conhecido pela garota, o sujeito de pés de bode, encontrava-se próximo a cama da garota - Onde estou? - perguntou a menina, sua voz soou fraca e rouca, o garoto de cabelos ruivos riu-se - No acampamento Meio-Sangue, seja bem vinda, jovem semi-deusa! - respondeu-lhe, dando um sorriso. Desde então, o acampamento tornou-se o novo lar da garota, mesmo não gostando muito dessa ideia, em uma das noites de fogueira no acampamento, Lucy foi proclamada filha de Dionísio.

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


- I've stayed in love,
It's painful and pointless and people give too much importance to it. credits♥
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Jack M. Collins em Seg Nov 19, 2012 11:01 am

Nome –
Jack Mason Collins

Idade –
1 mês.

Raça -
Humano/Descendente de Macária.

Progenitor –
Lillith A. Collins.

Motivo –
N/A

Progenitor Mortal –
Lillith A. Collins: Filha de Macária, mãe de Jake. Teve-o á pouco tempo, mesmo sem saber quem era seu pai. O ama, assim criando-o para ser uma pessoa do bem, e passando a maioria de seu tempo com ele. Por ela, Jake nunca irá conhecer seu pai, para seu bem. É o que ela pensa.

Defeitos e Qualidades –
N/A

Cidade natal e atual –
Cidade natal e atual: Nova York

Habilidade –
N/A

História –
Bem, não há muito o que contar, afinal, Jake ainda é um mero bebê. But, let's go!
Lilith, filha de Macária, dera a luz á um lindo bebê. Ele fora um acidente, mas ela tinha decidido que iria amá-lo do mesmo jeito, mesmo sendo filho de quem era. Seu pai, que ainda é desconhecido, não dera as caras ao saber da gravidez dela, e pouco menos pensou em ajudá-la em tal situação.
Jake, ainda pequeno, mostrou sinais que possuía alguns dons de sua avó, Macária, igualmente á sua mãe. Aquilo era algo bom nele, mesmo ainda sendo tão pequeno.
Lilli, então, decidiu que ele deveria ser criado em Nova York, e mais tarde, ir para o Acampamento, onde ficaria sob os cuidados dela e de suas madrinhas, Lucy, Julliet e Lucy.
Ele então, cresce á cada dia, mostrando mais coisas e surpreendendo á todos. E, é claro, sendo amado.


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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Sally M. Grimmalking em Ter Nov 20, 2012 6:22 pm

Nome – Sally M. Grimmalking

Idade – 16

Raça - Semideus

Progenitor – Deméter

Motivo - Bem, eu sempre tive uma grande admiração pela deusa e pelas coisas naturais em si, sempre adorei ficar em contato com a natureza e ar livre, e tenho que admitir que adoro também a história da deusa na mitologia. De grande admiração minha.

Progenitor Mortal – Johnathan Grimmalking era um grande pai e homem, sempre dedicado ao máximo em tudo o que fazia. Era professor de uma universidade onde dava aula de biologia. Sempre apaixonado pelas coisas naturais e vida como ela funcionava. Adorado por todos os alunos e um grande curioso, que vidrava-se em pesquisas e um pai completamente atencioso com ambas suas filhas: Sally e Gabrielle.

Defeitos - Sally é avoada e ingênua, costuma confiar facilmente nas pessoas.

Qualidades – Divertida e esperta, nunca consegue ficar parada e é um tanto corajosa.

Cidade Natal - Morava em NY até os dez anos de idade, quando o pai foi transferido para São Francisco e lá ficou até os 16 anos, quando foi ao acampamento.

Habilidade – Sally tem facilidade em comunicar-se com tudo o que é natural e convencer a trabalharem a seu favor.

História – Sally sempre teve uma vida tranquila em Nova York, enquanto morava com seu pai que lecionava em uma universidade ali. Sally nunca teve problemas em se encaixar na escola, sempre foi um pouco mais tímida que sua irmã gêmea, Gabrielle, mas sempre foram muito chegadas uma à outra, e muito amigas. É claro que sempre rolou o ciúme e a competição, mas nada fora do normal entre duas garotas com a mesma idade e mesmo rosto. Sally nunca se importou de ter uma irmã exatamente igual a ela, na verdade gostava, mesmo se incomodando as vezes com os olhares que atraíam na rua quando andavam juntas... Mas essa é outra história.
O pai de Sally mesmo sendo um grande homem, sempre foi meio avoado, assim como a garota. As vezes se perdia em trabalhos de tal forma, que até mesmo se esquecia de fazer o jantar para as garotas, o que as levou a aprender a se virarem sozinhas, coisa que não foi exatamente ruim, até quando fizeram 10 anos de idade e se mudaram para São Francisco, onde os problemas de fato se começaram.
Na verdade tudo deu início em uma tarde de sexta feira quando Sally e Gabrielle voltavam da escola. O dia estava acabando e com ele, a cor azul do céu desaparecendo atrás de nuvens pesadas. Estavam caminhando a pé até a casa, quando uma movimentação chamou atenção de ambas do outro lado da rua, para uma forma estranha que as encarava de forma selvagem. Um cão, um lobo negro, nenhuma das duas sabiam explicar, mas ambas sentiam que aquilo não era uma coisa conhecida, pelo menos por elas. Antes que pudessem sofrer um ataque, o carro de seu pai chegou no momento menos esperado e puxou as duas garotas para dentro, fugindo o mais rápido possível daquela criatura estranha. Sally e Gabrielle contaram o que havia acontecido para seu pai, mas ele havia insistido que nada era além de um cão bem grande, as meninas sabiam que não, mas depois de um tempo simplesmente desistiram da ideia de terem quase sido atacadas por um cão infernal.
Ao longo dos anos sofreram mais ataques indiretos, até que ao completarem os dezesseis, seu pai lhe contou toda a verdade sobre quem eram e sobre o acampamento Meio-Sangue. Agora mais velhas, ficar em São Francisco poderia ser perigoso, e insistiu para que ambas seguissem para o local seguro. Gabrielle como sempre protestou, rebelde a opinião dos mais velhos, mas Sally, como sempre obediente sequer hesitou. Se seu pai dizia seria dado como verdade, talvez fosse melhor ir para esse lugar e descobrir mais sobre suas origens... Talvez fosse ainda melhor do que correr perigo em sua própria casa e colocar a vida de quem mais amava em risco também. E assim foi, as garotas foram levadas para o Acampamento, onde estão desde então.



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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Margareth McDream em Qua Nov 21, 2012 7:31 pm

Dream... Dream... Dream the reality!


Nome – Margareth McDream Rennon
Idade – 17 anos
Raça – Semi-deusa
Progenitor - Afrodite
Motivo - Apesar de ser uma garota que nunca ligou muito com as aparências, Alexis nasceu com um dom de "encantar" as pessoas, mesmo sendo por dentro, uma rebelde. Apaixonou-se e desapaixonou por vários britânicos, e apesar de seu coração ter partido várias vezes, nunca condenou o amor. É alguém realmente amável e com uma beleza natural. Não se adapta bem com as outras filhas/filhos de Afrodite, mas não consegue guardar rancor por ninguém.

Progenitor Mortal – Jullian Rennon ( é o que as freiras lhe diziam)

Defeitos e Qualidades – Revoltada, muitas vezes cabeça quente e gosta de uma confusão. É a melhor amiga possível para aqueles que a merecem. Não consegue guardar rancor. Uma garota extremamente divertida e animada.
Cidade natal e atual – Londres - Sem família fora do acampamento.
Habilidade – Tocar violão e cantar, assim como o declamar de poesias.

História -Quando nasceu Meggie já era um bebê famoso, estampando capas de uns pequenos jornais de Londres, pois não era todo dia em que se encontrava um bebê entre freiras.
Foi um caso estranho, pois ela surgiu do "nada", em frente á uma capela, onde algumas freiras rezavam, com um choro silencioso, e uma carta, onde só tinha escrito o seu nome. Uma das freiras apaixonou-se pelo bebê de pele branquinha e de olhos levemente dourados, decidiu criá-la no próprio convento, um lugar estranho para se criar qualquer bebê. Apesar de ser amada por várias freiras, no orfanato, onde as freiras moravam, e mais alguns vários bebês órfãos sofriam abusos físicos, até morais, por certa freira, por ser considerada burra ao não conseguir ler direito (dislexia) e por causa do seu DDAH, aos 12 anos de idade apenas.
Aos 13 anos, fugiu do orfanato, usando seu desconhecido dom de "convencer" ás pessoas, e acabou virando uma menina das ruas. Dormia em cantos inapropriados, pelas mais sujas ruas de Londres, enquanto pessoas lhe ofereciam para ficar nas suas casas, e ela sempre recusava, por não querer ser machucada por mais ninguém. Conseguia comida usando o mesmo dom que fez sair do orfanato, e nunca passou frio, pois sempre conseguia roupas e cobertores por outras pessoas.
Ela adorava Londres e todos seus cheiros, conhecia ruas e becos como ninguém. Aos seus 14 anos, ela começou á vivenciar os contratempos de todos semi-deuses; monstros se esgueirando e a perseguindo, e depois de vários golpes, virava pó. Condenaram-lhe de esquizofrenia, e a colocaram em uma família, que logo desistiram dela, por cada vez mais, destruir sua casa. Os monstros pareciam nunca acabar.
É incerto o momento em que ela foi ao acampamento pela primeira vez, aos 15 anos. Uma das suas últimas cenas que se lembrava na cidade de Londres, ela dela mesma na delegacia, e o resto, parecia se desligar da sua mente. Lembram-se apenas de várias sensações, como fome, sede e cansaço. Quando chegou ao acampamento, a primeira coisa que fez foi desmaiar, e logo foi feita a "benção de Afrodite", a proclamando como um dos seus filhos.

CRÉDITO à GIULIA --- TERRA DE NINGUÉM && OPS!



Margareth "Meggie" McDream
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Ficha Semideus

Mensagem  Laurent Giroud em Sex Nov 23, 2012 11:23 pm

Nome – Luck Burner Shinoda

Idade – 18

Raça – Semideus

Progenitor – Phobos

Motivo – Phobos o deus das fobias, do medo. O terror assombra a terra desde que tudo foi criado. O medo está em cada ser que habita esse mundo. Ser filho de Phobos seria uma coisa boa, pois estarei mais perto daquilo a faz muitas pessoas esquecerem o sono, perderem os sentidos. Seria legal tocar o terror por ai, fazer os outros se borrarem e chamarem pela mamãe. É mal? Pode até ser, mas o mundo é assim, por que não fazer parte dele sendo esse mal?

Progenitor Mortal – Karol Burner Shinoda era seu nome. Uma mulher aventureira, sempre andava pelas ruas com sua Harley, sem medo de nada que estivesse pela frente. Não era muito bonita, mas durona. Não gostava de levar insulto para casa, mesmo que ela não morasse realmente em uma casa e sim em um trailer. Ela conheceu meu pai no exército, quando ambos serviam. Ela me dizia que logo depois de engravidar meu pai foi recrutado para a guerra e foi lá onde ele morreu.

Quando fiz dezesseis anos ela voltou para o exército, havia ficado um tempo na reserva por ter que me criar. Eu fui morar na casa de uma tia. Infelizmente meu presente de aniversário de dezessete foi saber que minha mãe havia morrido em um ataque a base que ela estava.

Defeitos e Qualidades – Meus defeitos são não me controlar em batalha, me entusiasmo fácil de mais, sem controle, sem limite, sem querer parar. Posso ser rude e agressivo, mesmo com as pessoas que gosto.
Qualidades? Posso ser muito útil em batalha quando me controlo e sei como levantar a moral de meus amigos.

Cidade natal e atual – Minha cidade natal Seattle, mas agora moro no Acampamento.

Habilidade – Sou um bom estrategista, posso pensar em várias formar de saída para uma batalha.

História – O dia era frio, mas nada que arruinasse minha inda rotineira e minha antiga “casa”. Um trailer nos subúrbios de Seattle. Mesmo depois de dois anos o velho trailer ainda estava lá, ninguém mexia nele e nem assaltavam o lugar. O que não era de se surpreender, sempre que eu o via sentia o medo exalando daquele local, não sei definir como explicar, mas era como se pessoas tivessem morrido ali.

Uma leve chuva caia sobre a terra que cercava o local. O vento açoitava meu corpo, mas meu grande casaco me protegia. Minha tinha não me deixava ir sempre a minha velha moradia, ela dizia que era perigoso andar por lá como alguém como eu. Eu nunca entendia o que ela estava falando, mas não tinha como evitar que ela me proibisse.

Assim que entrei no trailer vi que havia algo diferente naquele lugar, tudo estava revirado, havia pratos quebrados por todo o canto. Um buraco estava aberto no telhado deixando a chuva entrar. Eu não sabia o que poderia ter causado aquilo, mas sabia que não era algo normal. Mas o que será que estavam procurando? Nada parecia ter sido roubado. Foi quando tudo pareceu muito estranho, senti um calor saindo de fora do trailer, mas não como em um belo dia de verão, mas sim quando estávamos perto de caminhões de lixo, exalando aquele cheiro horrível que queima as narinas. Depois dessa estranha sensação ouvi a voz de minha tia me chamar do lado de fora. Achei meio estranho, mas mesmo assim fui verificar.

Geralmente eu adoro sentir medo. Montanhas-russas, casas de terror, histórias de acampamento. Eu me divirto muito com coisas assim, mas quando saí do Trailer senti algo que nunca havia sentido antes, aquilo me fez paralisar de medo. Um grande homem devia ter uns três metros de altura, estava de pé na lama. Ele só usava uma tanga e estava com um porrete na mão. Isso não era pior de tudo, o mega Tarzan era careca e só tinha um olho.

Eu não sabia o que fazer, estava paralisado, sabia o medo que sentia, sabia o perigo que corria, mas não conseguia me mexer. O monstro veio em minha direção lentamente e sorrindo abobalhado. Ele estava prestes a esmagar quando algo veio zunindo do nada e acertou o braço do gigante feioso. Ele gritou de dor e isso me fez acordar do meu transe. Eu corri contornado o monstro em quanto ele se ajeitava e retirava o que havia o atingido no braço, foi só ai que eu conseguir ver que o que o atingira era uma flecha. Quando voltei a olhar para frente trombei em uma garota que peculiarmente usava uma armadura de batalha grega, eu só reconhecera a armadura, pois minha tinha e minha mãe sempre dizia para eu aprender sobre armamentos e táticas de batalha, elas diziam que o sangue dos militares corria na nossa veia.

A garota me ajudou a levantar. Eu estava cheio de lama e com uma vontade enorme de correr, mais sabia que não podia. Eu comecei a reparar da menina que estava na minha frente, ela não parecia ter mais de quinze anos, mas tinha atitude de alguém bem mais velha, pois assim que eu me levantei ela ergueu uma espada e foi na direção do gigante de um olho só. O monstro riu e tentou golpear a menina, mas ela era rápida de mais e conseguiu desviar do porrete do gigante. Foi quando vi mais dois garotos vestindo armaduras em cima do trailer armados com arco e flecha. Ambos miraram na cabeça do monstro e acertar em cheio. A menina voltou a atacar o gigante e feriu suas pernas. O grandão parecia atordoado, mas não abatido, foi ai que eu vi a coisa mais legal que eu já vira. A garota correu na direção do trailer, pulou pegou impulso na parede do mesmo e saltou na direção na cabeça do monstro encravando sua espada bem no meio do seu olho. O gigante caiu e se transformou em um pó dourado.
A garota veio andando em minha direção junto com os outros dois garotos que estavam em cima do trailer. Ela chegou perto de mim e disse: -“Ainda bem que te achamos a tempo grandão.”. Eu não sabia se me sentia aliviado ou perturbado por ela ter me chamado de grandão, afinal eu não era gordo, mas em comparação a ela era bem menor.

Os três me explicaram porque estavam ali e porque haviam me salvado. Eles disseram que eu era um semideus e que estavam me vigiando fazia três meses. Também disseram que iriam me levar para um lugar seguro chamado Acampamento Meio-Sangue.

Demorou a chegarmos até esse tal acampamento, subimos uma colina e quando chegamos perto de um pinheiro solitário que havia no alto dela, que curiosamente não estava tão solitário assim, a garota disse: -“ Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue meu irmão!”.
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Re: Reclamação - Arquivo morto

Mensagem  Leo Klaus Cooperfield em Seg Nov 26, 2012 6:47 am










Death Note

Teste de reclamação - filho de Eos - deusa do amanhecer.



Nome - Leo Klaus Cooperfield.
Idade - 17.
Progenitor divino - Eos.
Motivo - Simples, o amanhecer é o evento que marca o nascer do sol, onde ele tem seu brilho mais intenso, onde todas as criaturas vivas despertam. Também uma forma de esperança, pois sabemos que o amanhecer significa um novo dia e eu quero ser filho da mesma pois assim poderei continuar seu legado, levando o despertar para todos.
Progenitor Mortal - Clark Cooperfield era meu pai, um milhonário bem sucedido com muito dinheiro em mãos e pouco afeto no coração. Frio, arrogante e egoista eram as três palavras que resumia a personalidade de Clark. Quando morreu assassinado por uma Empousa, eu tinha 15 anos. Em seu enterro chutei um pouco de terra em seu caixão e praguejei com alivio, como se estivesse me livrando de um peso de 15 anos.
Defeitos e qualidades - Minha frieza, herdei de meu pai, as vezes é um defeito, mas muitas vezes é uma qualidade o que me permite muitas vezes ganhar em joguinhos mentais, mas também estragar amizades.
Cidade natal e atual - Nasci em Nova York, mas meu pai me levou junto com ele para morar em Tóquio, no Japão e em seguida fui morar com minha tia em Lodres. Logo após fui para o acampamento.
Habilidade - Sei manipular mentes a meu favor, descobrindo seus piores segredos e usando contra eles.
História - Eu tenho 17 anos, venho de uma familía rica, os Cooperfield, sempre fui odiado pelo meu pai que nunca tinha tempo nem para um oi, mesmo com os milhares de presentes que ganhava sempre senti sua falta. No momento estou estudando na escola Lake Morrow em Londres.
Hoje será o primeiro dia de aula e estarei indo lá para fazer um tour pela escola.
Cheguei na escola em uma BMW prata e todos começaram a olhar para mim, envergonhado dei a volta pela escola e entrei pela entrada dos fundos e acabei trombando com uma lider de torcida, eu digo:
- Desculpa, sou novo aqui qual o seu nome?
- Kety e o seu?
- Leo.
- Bom saber.
Ela se retirou e então senti uma dor na perna esquerda como se tivesse esbarrado em alguma coisa de bronze.
Continuei andando em direção ao ginásio, lá vi uma decoração com faixas e bexigas, com muito esforço li uma faixa que dizia "Bem-vindos alunos de 2012". O diretor Joseph Stewart subiu ao palco e começou a dizer aquelas babozeiras que todos falam quando é começo de ano em uma escola mas uma coisa que me chamou atenção foi quando ele chamou Kety para o palco, fiquei a observando quando alguem me puxou pelo ombro.Era um garoto negro, ele usava uma calça larga e um boné escrito "Beije o alejado".Quase ri quando li aquilo mas ouvi ele dizendo:
- Venha me siga!
[color:9b87=708090]- Para onde.- Perguntei.
- Só me siga.
Ele me puxou para a sala de música. Lá ele trancou as portas e disse:
- Oi meu nome é Guns, preciso que me escute!
- Cara você esta louco, como herdeiro da familía Cooperfield eu exijo uma explicação!
Nossa conversa foi interrompida pois Kety abriu a porta, ela deu um sorriso medonho e então apareceu uma névoa em sua volta e ela se tornou uma vampira com cabelos flamejantes e sua perna esquerda era peluda e a outra de bronze e então lembrei da pancada que levei na perna.Meu susto foi interrompido por um estrondo, Guns jogou um saxofone na cabeça de Kety a deixando mais artodoada ainda.Quando olhei para Guns em vez de um par de pernas humanas vi um par de pernas de bode.
Guns me puxou e nós pulamos da janela, vi Guns arrombando a porta de um carro com um coice, eu entrei no carro sem entender nada, ele fez uma ligação direta e acelerou ao máximo que pode.
Lhe perguntei o que estava acontecendo e ele me disse que eu iria para um tal lugar chamado "Acampamento Meio-Sangue". Chegamos até ao Aeroporto pegamos um avião para Nova York é de lá ele me levou de carro até o tal do acampamento, a única razão de estar seguindo ele era porque ele salvou minha vida então eu podia confiar nele.
Logo que cheguei no tal acampamento um centauro me recebeu com boas-vindas.
Legenda
Narração • FalasPensamentos

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