Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Stephen M. L. Hunterfox em Sab Set 14, 2013 1:20 pm

Ficha de reclamação de
Stephen Mathew Lannister Hunterfox
NomeStephen Mathew Lannister Hunterfox Idade17 anos ProgenitorApolo MotivoSua personalidade admirável e os elemntos e afins que o mesmo é deus, me chamam muita atenção. A música sempre foi a minha vida mesmo antes de descobrir ser um semideus, a medicina sempre esteve no meu caminho, mesmo tendo descoberto isso mais tarde. Apolo sempre da um jeito de se safar, e é isso que eu tento fazer igual, seu jeito descontraído nas horas convenientes e sério nas horas formais é exatamente o que desejo ser, maduro nas horas necessárias e ter meu lado crianças nas vagas. Progenitor mortalComo de costume nos mortais que conseguem de alguma forma conquistar um deus, minha mão Alice Hunterfox conquistou o deus da música. Tocava em uma banda de garotas em PUB's e pequenos bares de estrada. Acontece, que por um acaso ela via coisas estranhas, e que as suas amigas não conseguiam ver , ela tinah o poder de ver através da névoa. Em um PUB, um homem alto e loiro a conquistou. Ele assistia à seu show na platéia, e assim que bateu os olhso no mesmo foi uma espécie de amor a primera vista. Ele a levou para um Hotel de estrada por a perto e sabemos muito bem o que aconteceu lá. Seu contato ficou com ele, e 2 meses depois ela o contactou , dando a notícia da gravides. O homem a deu suporte até eu completar 2 anos, e depois disso desapareceu. Defeitos e qualidadesMuito perfeccionista, gosto de tudo na mais perfeita ordem. Bom humor é uma das minhas qualidades, uma certa herança de Apolo. Além disso, persuasão e vontade de aprender. Dentre os defeitos, o que mais se destaca é a minha parte psicopata, que assusta até mesmo a mim. Cidade natal e atualNew York City, e também é a cidade atual. HabilidadeVelocidade, quando tinha que correr dos garotos da escola. E também a música, se isso se encaixar. HistóriaPode não acreditar, mas sim, era um dia normal. Estava na rua andando com amigos meus da escola. O dia estava agradável, muitas pessoas na rua e todos estavam se divertindo. Andávamos por uma ruela, em direção ao shopping center do bairro, Lewis estava alegre, havia dado seu primeiro beijo e se gabava o tempo todo por isso. Eu estava no meu humor de sempre, alternado entre o mau humorado e o poucos amigos, sempre me criticaram por esse meu jeito, mas por mais que me esforce, não consigo mudá-lo. Nesse dia, especificamente eu estava com sensações incrivelmente ruins, tanto que tiveram que me arrastar de casa. Passamos então, por um beco, e todos pararam para olhar o gato negro que se encontrava dentro desse beco, o bichano parecia mal, orelhas cortadas, cicatrizes e falhas em seu pelo. Os garotos olharam bem, alguns ficaram com dó mas logo depois foram embora. Eu não consegui deixar o pobre animal ali, sozinho e machucado, poderia estar faminto, ou com sede, não importava, eu tinha que ajudá-lo de alguma forma, o que foi um erro. Entrei no beco e deixei com que os garotos fossem andando sem mim "Alcanço vocês depois" disse para eles, que saíram andando. Me agachei de frente ao animal e passei a mão em sua cabeça o que o fez miar de dor quando encostei em um dos machucados em sua orelha esquerda. Uma lição: Pessoas desastradas sempre andam com algum tipo de remédio no bolso, tirei um vidro de iodo da mochila e apliquei com cuidado na orelha do pobre animal. O coitado miava coma dor que sentia, eu comecei a me assustar, porque seu miado já estava se transformando em um rosnado. Me afastei com cuidado do animal, que agora crescia, seu pelo começava a dar lugar para escamas, meus olhos arregalados fitavam o animal macabro à minha frente, quando finalmente meu estado de choque passou, sai em disparado, na direção oposta ao dos meus amigos. Parecia um louco, correndo e gritando por ajuda, mas as pessoas a minha volta pareciam não notar o animal louco que me perseguia, passei por uma mulher que escondia seu filho de mim "Olhe essa coisa senhora!" apontei para o animal "Tem certeza que quer esconder seu filho de mim?" a mulher parecia confusa e me olhava com um olhar de desaprovação o que me deixou furioso. Continuei à correr, dando olhadelas de vez em quando para ver o quão perto o meu inimigo estava. Acabei entrando em uma estrada, pela primeira vez, e justamente quando eu mais precisava, a estrada não tinha sequer um carro, nenhuma família indo visitar a avó, ou um grupo de jovens seguindo viagem. Meus pés começaram a doer, podia sentir meu tênis se rasgando e a ponta do meu dedo se encostando no asfalto quente. Gotas enormes de suor escorriam de meus cabelos negros e a minha camisa já estava encharcada. Olhei para trás e o monstro também parecia ter caído em exaustão. Minhas pernas não já aguentavam o peso do meu corpo, e tive que parar para descansar. Olhei para trás e nem sinal do monstro. Enquanto retomava o fôlego, olhei à minha volta e imaginei compo meu pai iria gostar da paisagem que me cercava, estrada no meio, e à sua volta mata e árvores. Espera, matas, árvores, isso serviria de esconderijo! Rapidamente adentrei a mata e senti a mudança brusca no clima, que agora se tornara úmido e agradável. Continuou a andar ao meio das árvores e pinheiros enormes, sua visão se tornara turva, e seu coração estava um tanto acelerado. Uma pedra no meio do caminho havia o feito tropeçar e no mesmo instante, sentiu a dor que percorria seu ombro e braço. Continuou a andar, com a mão segurando o braço. Ouviu-se barulhos de galhos se quebrando e o garoto instantaneamente se enfiou ao meio de um arbusto. O monstro vinha em sua direção, farejava o ar com seu nariz verde e gosmento. Notava-se que o monstro tentava se concentrar no cheiro do garoto, e vinha em direção ao seu arbusto. Não havia mais escapatória, como coração quase pulando por sua boca, o garoto partiu de seu esconderijo e se pôs a correr, quando havia percorrido um grande caminho, olhou para trás e viu um grande pinheiro, e atrás do mesmo se encontrava o monstro, que para sua surpresa se encontrava parado, como se ali houvesse uma espécie de campo de força, que o impedia de ultrapassar. Olhei então para baixo e me admirei com a linda paisagem do "Acampamento Meio Sangue"
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Stephen M. L. Hunterfox
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