Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem  Luna Elizabeth Grümmer em Dom Out 13, 2013 8:14 pm

Ficha de reclamação de
Luna Elizabeth Grümmer


NomeLuna Elizabeth Grümmer
Idade17
ProgenitorAthena
MotivoBom, tudo começa com a descrição da Deusa... Ela é a descrição correta da justiça, é astuta, inteligente, habilidosa, cuidadosa....
Enfim, Athena é um exemplo de mulher, quero seguir essa doutrina e sei que tenho capacidade para isso, quero honrar seu nome.

Progenitor mortalDexter - Um Filósofo.
Defeitos e qualidadesDefeitos: Orgulhosa, agressiva, dependendo da situação até mesmo vingativa.
Qualidades: Racional, Habilidosa, Estudiosa...

Cidade natal e atualCidade Natal: Cidade de Atenas _ Grécia
Atual: Não tenho uma residência fixa.

HabilidadeSorte
HistóriaMeu pai é um fílósofo não muito famoso, devido a isso vire e meche mudamos de cidade ou até mesmo de país, e ele sempre da a mesma desculpa ''é para seu bem e também para aprimorar minha sabedoria com novas culturas''. Quando eu era pequena até que acreditava e gostava dessas viagens, mas agora tudo se tornou monótono. Não paro em um lugar fixo, todas as amizades que faço, são desfeitas rapidamente, na verdade não tenho amigos.
[...]
Estava terminando de arrumar minhas malas quando escuto alguém bater na porta, levo meu olhar até a mesma. __ Pode entrar. __ Digo e volto meu olhar para a mala, me sento na mesma e finalmente consigo fecha-la. __Está pronta pequena? Temos de ir agora, ou perderemos o voo. __ Escuto meu pai dizer e logo ele adentra o quarto para me ajudar a levar algumas malas para baixo. __ Para onde vamos desta vez?__ Pergunto sem demonstrar sequer ânimo. Ele se vira e posso escutar um suspiro. __Garanto que dessa vez você irá gostar, eu prometo.__ O escuto dizer com e logo um leve sorriso se forma em seus lábios. Suspiro e coloco uma mochila nas costas e puxo a mala que estava na cama para o chão, ''assim espero'', penso e o sigo até o andar de baixo.
Assim que chego lá encontro um rapaz, o mesmo está de de óculos escuros, arqueio uma de minhas sobrancelhas e o fito. __ Quem é ele? __ Digo sem dirigir o olhar para meu pai, permaneço séria. __ Ele é.... um primo de segundo grau seu, sua tia... Judite... pediu para que nós levássemos ele...__ O escuto dizer, mas não deixo que termino, o atropelo com minhas palavras. __ E eu tenho uma tia chamada Judite? Eu tenho um primo? Legal isso. __ Digo em um tom de secarmo e bato com meu ombro no ombro de ''meu primo'', fazendo com que o mesmo dê alguns passos para traz e saio pela porta afora. Entro no carro e bato a porta do mesmo, enfio os fones do ouvido e me coloco a pensar, algo está muito estranho, estranho mesmo. Levo meu olhar em direção a casa e vejo meu pai dizer algo com para o rapaz e logo disfarçam ao perceber que observo e seguem até o carro. __ Estão achando que sou idiota.__ Resmungo e aumento o som. Vejo a boca de meu pai se mexer, mas não escuto nada, fito o teto do carro e em seguida o céu, o céu... ''para onde foi o sol?'' , penso comigo mesma e percebo quando meu corpo é pressionado por uma rajada de vento para traz, meu pai acabou de apertar bruscamente os freios. Tiro os fones do ouvido e noto uma expressão de desespero no rosto dos dois. __ Aperte o sinto!__ Escuto meu pai ordenar sério, eu nunca havia o visto daquele jeito. Vejo o meu suposto primo abaixar um pouco os óculos sem notar que o observo e fitar o céu. Arregalo meus olhos ao notar que só havia um olho em sua face, pisco um trilhão de vezes. E vejo aquele olho se arregalar ao notar que o observo, levo minha mão até a boca para evitar um grito. Fito meu pai. __ Oque mais está escondendo de mim? Oque ele é? Pra onde está me levando? Oque tá escondendo de mim?....__ Ele não deixou que terminasse minhas perguntas e foi logo dizendo. __ Você não é uma simples adolescente, Luna... __Ergo uma das sobrancelhas e permaneço sem entender nada, a coisa que se dizia ser meu primo permanece quieto, sem dizer nem sequer uma palavra na frente, duvido até que esteja respirando, seu olhar está fixo no chão. Sigo o mesmo e vejo que começam a surgir algumas rachaduras. Sinto meu pai desviar bruscamente das rachaduras. __Você é filha de Athena. Sim, é a Deusa, agora sem mais perguntas, seria uma boa hora para chamar seu nome. __ Escuto ''a coisa'' dizer como se suplicasse por isso. Não sabia se começava a rir ou se ficava boquiaberta, aquilo era a coisa mais absurda que já escutei em toda a minha vida. Eu? Filha de uma Deusa? Mal sabia se era filha do meu próprio pai. __ Porque devo acreditar em você? Um rapaz? de um olho só? __ Pergunto até um tanto rude, mas ele está ocupado demais para me responder. Ele grita para que meu pai acelere mais e continua fitando o retrovisor. Olhei para traz e pude ver porque seus olhos demonstravam medo, havia uma criatura vindo na nossa direção. __ Oque é...__ Antes que pudesse terminar minha frases escuto meu pai sussurrar. __ Minotauro infeliz.__ Arregalo os olhos e vejo ele parar o carro em um túnel. Sai e pega minha mochila, permaneço parada, a ficha ainda não caiu. Vejo ''o rapaz'' abrir a porta e me puxar __ Vamos logo.__ Diz ele sem dar tempo para eu dizer alguma coisa e começa a puxar meu braço, quando me dou conta já estou correndo. __ Leve-a para o acampamento, AGORA!__ Escuto meu pai gritar e tacar a mochila para mim. Seguro ela em um reflexo rápido e vejo meu pai correr em direção oposta a minha, chamando a atenção do minotauro. __ Sou um ''Ciclope'', não uma coisa e vamos logo.__ O escuto dizer, mas permaneço imóvel. Não deixaria meu pai ali, se entregar para morte, por mais que vivêssemos brigando eu nunca iria querer isso, ele é a única família de verdade que me restou. Tentou correr na direção dele, mas algo agarra minha cintura e me puxa, fazendo com que eu volte a correr. Tento parar, mas ele me puxa. __ Olha aqui, seu pai está fazendo aquilo por você, não faça com que o esforço dele seja em vão.__ Escuto ele dizer com aquele olho me fitando, mas suas palavras fazem efeito. Engulo a seco e começo a correr por conta própria, olho algumas vezes para traz, mas nada de meu pai.
[...]
Depois de algum tempo correndo ele me empurra e passamos por uma espécie de portal, me deparo com... um acampamento? Permaneço com uma de minhas sobrancelhas erguidas. __ Bom, aqui é o acampamento meio sangue. Todos os semi-deuses, ou criaturas vem pra cá e tal... Aqui vai aprender a lidar com tudo e acredita agora?__ Escuto ele dizer, mas o ignoro. Tento encontrar forçar para não voltar e ir tentar encontrar meu pai, como pude deixa-lo?

Mas eu mal sabia que aquele tormento só estava começando...
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Luna Elizabeth Grümmer
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